close
ArtigosDores

Doença de Alzheimer: Causas, sintomas e Tratamentos

A doença de Alzheimer é uma doença neurodegenerativa progressiva que destrói a memória, e outras funções mentais importantes. Nela, as células cerebrais entram em um estado de degeneração e morrem, causando um declínio constante na memória e na função mental.

Saiba quais são as causas sintomas e as estratégias dos tratamentos para melhorar os efeitos da doença, e ajudar na prevenção.

Não deixe de ler e compartilhar!

Doença de Alzheimer e as Causas

Cientistas acreditam que, para a maioria das pessoas, a doença de Alzheimer é causada por uma combinação de fatores genéticos, de estilo de vida e ambientais que afetam o cérebro ao longo do tempo.

Algumas evidências sugerem que os mesmos fatores que o colocam em risco de doença cardíaca, também podem aumentar a chance de você desenvolver o mal de Alzheimer, por exemplo:

  • Falta de exercícios
  • Obesidade
  • Fumar ou exposição ao fumo passivo
  • Pressão alta
  • Colesterol alto no sangue
  • Diabetes tipo 2 mal controlado
  • Uma dieta sem frutas e vegetais

Esses fatores de risco também estão ligados à demência vascular, um tipo de demência causada por vasos sanguíneos danificados no cérebro.

Trabalhar para controlar esses fatores ajudará a proteger seu coração, e também pode ajudar a reduzir o risco de doença de Alzheimer e demência vascular.

A doença de Alzheimer danifica e mata as células cerebrais. Um cérebro afetado por essa doença possui menos menos células, e conexões entre as células sobreviventes do que um cérebro saudável.

À medida que mais e mais células cerebrais morrem, a doença leva à um encolhimento significativo do cérebro.

Sintomas

No início, o aumento do esquecimento ou a confusão leve podem ser os únicos sintomas perceptíveis.

Mas ao longo do tempo, ela prejudica mais a memória, especialmente as memórias recentes. A taxa em que os sintomas pioram varia de pessoa para pessoa.

Memória

Todo mundo tem lapsos de memória ocasionais. Mas a perda de memória associada à doença de Alzheimer persiste e piora, afetando sua capacidade de funcionar no trabalho e em casa.

Pessoas com Alzheimer podem:

  • Repetir afirmações e perguntas, sem perceber.
  • Esquecer conversas, compromissos ou eventos.
  • Se perder em lugares familiares.
  • Eventualmente, esquecer os nomes dos membros da família e objetos do cotidiano.
  • Dificuldade em encontrar as palavras certas para identificar objetos, expressar pensamentos ou participar de conversas.

Essa patologia causa dificuldades na concentração e raciocínio, especialmente em conceitos abstratos como números.

Dificuldade com problemas do cotidiano, como comida queimando no fogão ou situações inesperadas de direção, torna-se cada vez mais desafiador.

Eventualmente, pessoas com Alzheimer avançado podem esquecer como executar tarefas básicas, como vestir-se e tomar banho.

Além disso, alterações cerebrais que ocorrem podem afetar a maneira como você age e como se sente.

E experimentar depressão, apatia, retraimento social, mudanças de humor, desconfiança nos outros, irritabilidade e agressividade, delírios, como acreditar que algo foi roubado, entre outras dificuldades.

A capacidade de ler, dançar e cantar, apreciar música antiga, participar de trabalhos manuais e hobbies, contar histórias e relembrar podem ser perdidas com o avançar da doença.

Prevenção

Agora, não há maneira comprovada de prevenir a doença de Alzheimer. A pesquisa sobre estratégias de prevenção está em andamento.

A evidência mais forte até agora sugere que você pode diminuir o risco de desenvolvimento da doença, reduzindo o risco de doença cardíaca e do diabetes (1).

Muitos fatores que aumentam o risco de doença cardíaca, também podem aumentar o risco de doença de Alzheimer e demência vascular.

Fatores importantes que podem estar envolvidos incluem pressão alta, colesterol alto, excesso de peso e diabetes.

A dieta mediterrânea, pode ser uma forma de alimentação que beneficie a prevenção e controle da doença. 

Ela enfatiza o consumo de produtos frescos, óleos saudáveis ​​e alimentos com baixo teor de gordura saturada, pode reduzir o risco de morte por doença cardiovascular e derrame.

Esta dieta também pode ajudar a reduzir o risco de doença de Alzheimer.

Por isso, alguns hábitos alimentares podem auxiliar na prevenção da doença.

Controle dos níveis de frutose, mantendo o consumo diário menor que 25 gramas (2) .

1- Magnésio

Pesquisas apontam que o aumento do magnésio no organismo, pode ajudar na diminuição dos sintomas de Alzheimer.

2- Vitamina D 

Ligações fortes entre baixos níveis de vitamina D em pacientes de Alzheimer, e resultados ruins em testes cognitivos foram revelados (3).

Pesquisadores acreditam que os níveis ideais de vitamina D, podem aumentar a quantidade de substâncias químicas importantes em seu cérebro e proteger as células cerebrais, aumentando a eficácia das células gliais na recuperação de neurônios danificados.

3- Níveis de insulina 

Preste atenção ao consumo da frutose, que pode causar a resistência à insulina.

De acordo com um pequeno estudo finlandês publicado recentemente na revista Neurology, pessoas que consomem alimentos ricos em vitamina B12 podem reduzir o risco de Alzheimer em seus últimos anos (4).

Para cada aumento de unidade no marcador de vitamina B12 (holotranscobalamina), o risco de desenvolver Alzheimer foi reduzido em 2%.

Doses muito altas de vitaminas B também foram encontradas para tratar a doença e reduzir a perda de memória (5,6).

4- Dieta nutritiva, rica em folato

Legumes, sem dúvida, são sua melhor forma de folato, e todos nós devemos comer muitos vegetais crus frescos todos os dias.

5– Ômega-3

Ômega-3 de alta qualidade baseados em animais como o óleo de krill. A alta ingestão de ômega-3 EPA e DHA ajuda a prevenir danos celulares causados ​​pela doença de Alzheimer, retardando sua progressão e diminuindo o risco de desenvolver o distúrbio.

6- Evite alumínio

Evite o uso de panelas de alumínio. 

7- Exercite-se regularmente

Tem sido sugerido que o exercício pode desencadear uma mudança na forma como a proteína precursora da amilóide é metabolizada, diminuindo assim o início e a progressão da doença de Alzheimer (7).  

Desafie sua mente diariamente

A estimulação mental, como no aprendizados de coisas novas, como: tocar um instrumento, dançar ou aprender uma nova língua, estão associadas à redução de risco da doença.  

Os pesquisadores suspeitam que o desafio mental ajuda a construir o seu cérebro, tornando-o menos suscetível às lesões associadas à doença de Alzheimer.

Manter-se ativo fisicamente, mentalmente e socialmente pode tornar sua vida mais agradável e também ajudar a reduzir o risco de Alzheimer.

A reeducação alimentar livre de açúcar refinado, alimentos industrializados, glúten e excesso de carboidratos, pode ajudar a prevenir a doença de Alzheimer entre outras, além de melhorar a saúde em geral.

E se esse é o seu objetivo, eu convido a adquirir o e-book da minha esposa, Carol Pimentel.

O livro digital contém mais de 70 receitas deliciosas e low carb, desenvolvido para quem deseja ter uma alimentação extremamente saudável focada em eliminar o sobrepeso, evitar problemas de saúde e reverter os danos causados pela má alimentação passada.

Neste livro você vai aprender as melhores receitas de doces e salgados, sem medo de engordar.

Receitas simples e fáceis de preparar, e o melhor de tudo: Super acessíveis!

Clique na imagem abaixo e adquira agora o seu livro digital.

GOSTOSURAS LOW CARB

Abraços e fique com Deus!

Dr. Juliano Pimentel.

O Que Achou do Artigo? Deixe Sua Opinião Abaixo:

Você pode Gostar

Tags : demência vasculardepressãodiabetesdiabetes tipo 2doença cardíacadoença de Alzheimerdr. juliano pimentelexcesso de pesoFalta de exercíciosFolatoGostosuras Low Carbmagnésioníveis de insulinaobesidadeperda de memóriapressão altaprevenir a doença de Alzheimerresistência à insulinavitamina B12vitamina d

The author Dr. Juliano Pimentel

Olá, eu sou o doutor Juliano Pimentel. Médico, fisioterapeuta e coach que ajuda as pessoas com conteúdos sobre saúde, alimentação e emagrecimento. Também sou celíaco e tenho uma vida de pesquisa sobre o Glúten.

5 Comentários

Enviar Resposta