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Incontinência urinária: Como parar de fazer xixi na roupa?

10 milhões de pessoas, esse é o número de brasileiros que possuem incontinência urinária, de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia (1).

E a doença prevalece sobre o sexo feminino, sendo duas vezes mais comum que nos homens. Para as mulheres que fazem parte desse grupo, fazer xixi enquanto ri, quando corre e conviver com o  escape de urina antes de chegar ao banheiro é uma realidade constante.

Essa prevalência no sexo feminino pode ser devido a gravidez, o parto ou a menopausa. Aliás, algumas pessoas, associam também ao envelhecimento. No entanto, a incontinência urinária não é uma parte normal do envelhecimento e pode ser tratada.

Sendo assim, é saber que existem alterativas para te ajudar a tratar a incontinência urinária. 

O que é incontinência urinária?

A incontinência urinária é a perda do controle da bexiga. Existem, basicamente, dois tipos mais comuns de incontinência urinária que afetam as mulheres:

Incontinência de esforço: quando a urina vaza quando você exerce pressão sobre a bexiga. Ou seja, ao tossir, espirrar, rir, fazer exercícios ou levantar algo pesado.

Incontinência de urgência: quando você sente uma necessidade repentina e intensa de urinar, seguida por uma perda involuntária de urina. Urinar com frequência, por exemplo, inclusive durante a noite é um dos sinais.

Além disso, a incontinência de urgência pode ser causada por outras condições. Uma condição menor, como infecção, ou uma condição mais grave, como distúrbio neurológico ou diabetes.

Mudanças Comportamentais para controlar a incontinência urinária

Às vezes, fazer pequenos ajustes em seus hábitos diários pode ajudar a controlar a incontinência urinária.

  • Pare de fumar. Afinal de contas, faz você tossir e pode causar câncer na bexiga. Além disso, quando você tosse com frequência, os músculos da bexiga podem ficar mais irritados e é mais difícil de controlar.
  • Treinamento da bexigaIsso significa controlar quando e com que frequência você usa o banheiro. Primeiro, você manterá um diário 24 horas por dia para anotar detalhes sobre seus hábitos, incluindo o que você bebe e como se sente antes que os vazamentos aconteçam. A ideia é estar consciente do quanto você consegue controlar sua bexiga. 
  • Exercícios para o assoalho pélvico. Uma prática conhecida é a Kegels, uma maneira simples de fortalecer o assoalho pélvico. Basicamente, você vai contrair, relaxar os músculos e repetir. Como resultado, esses exercícios ajudam a controlar o fluxo de urina (2).

Como fazer o exercício

1  – Primeiro é preciso encontrar os músculos certos. Você vai identificar os músculos do assoalho pélvico durante a urina. É simples, quando for fazer xixi pare de urinar. Faça isso, para perceber qual musculo você aperta para segurar o xixi.

Depois de identificar os músculos do assoalho pélvico, você pode fazer os exercícios em qualquer posição, porém, é mais fácil fazer deitada.

Para fazer esse exercício basta fazer o movimento de apertar e soltar a vagina. Mas, tenha cuidado para não flexionar os músculos do abdômen, coxas ou nádegas.

2 – Aperfeiçoe sua técnica com outros exercícios. Deitada no chão, flexione as pernas como na imagem a cima. Em seguida, contraia o bumbum, eleve-o do chão. Nesse momento, você vai inspirar por 3 segundos e encostar os joelhos. Em seguida, você expira por 3 segundos e desencosta os joelhos.

3 – Faça pelo menos três séries de 10 a 15 repetições por dia.

A função do assoalho pélvico

Fazer esses exercícios do assoalho pélvico é importante para mulheres de todas as idades, mesmo que não tenha incontinência urinária.

Afinal, os músculos do assoalho pélvico fornecem várias funções importantes. Entre elas o suporte dos órgãos pélvicos, controle da bexiga, intestino e função sexual.

Da mesma maneira que é recomendado exercícios para fortalecer a musculatura do corpo, também é importante fortalecer a musculatura pélvica (3).

Além de evitar a incontinência urinária, o fortalecimento do assoalho pélvico ajuda também na hora do orgasmo. Afinal, para que o orgasmo feminino aconteça, os músculos do assoalho pélvico precisam fazer força. 

Aliás, tensão ou sensibilidade excessiva do assoalho pélvico também pode contribuir para a dor durante ou após a relação sexual.

Além da incontinência urinária, mulheres precisam estar atentas também quanto a infecção urinária. Confira as dicas neste vídeo.

Abraços e fique com Deus!

Dr. Juliano Pimentel.

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Tags : escape de urinaescape de xixiincontinência urinária

Autor Dr. Juliano Pimentel

Olá, eu sou o doutor Juliano Pimentel. Médico, fisioterapeuta e coach que ajuda as pessoas com conteúdos sobre saúde, alimentação e emagrecimento. Também sou celíaco e tenho uma vida de pesquisa sobre o Glúten.

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