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A grande razão pela qual os maus hábitos são tão difíceis de quebrar

Eles estão na sua rotina diariamente, e mesmo sabendo que eles prejudicam seus resultados, os maus hábitos são muito difíceis de serem quebrados.

Preparei este material para te mostrar duas perspectivas diferentes sobre os maus hábitos. Leia até o final para saber como superar a grande barreira que te impede de quebrar os maus hábitos.

Afinal, o que são os maus hábitos?

A cerveja todo final de semana pode ser um dos maus hábitos que você nem percebe, mas que está na sua rotina.

Um hábito se forma quando repetimos uma ação com frequência, até que eventualmente se torne um comportamento inconsciente. 

Os hábitos surgem porque nosso cérebro está sempre procurando maneiras de economizar seus recursos. 

A  vantagem de um hábito é que, por ser automático, fazemos sem pensar. Ou seja, não precisamos de motivação ou força de vontade.

Nesse contexto, quando temos bons hábitos eles deixam nossa vida mais fácil e virtuosa. Por outro lado, quando estamos rodeados de maus hábitos, nos colocamos em perigo o tempo todo.

Um hábito não saudável é aquele que tem consequências negativas para sua saúde física, mental, emocional e social.

O hábito de reclamar, por exemplo, é uma atitude que prejudica a vida social e emocional. Já a procrastinação atrapalha o desenvolvimento no trabalho, relação com a família e até mesmo as finanças.

Por mais sutil que seja o mau hábito, ele sempre vai te afastar dos seus desejos.

Por que é tão difícil mudar hábitos?

Eu sempre trabalhei com uma abordagem médica de transformação. E em todos esses anos de experiência eu acredito que dois fatores contribuem para que a mudança de hábitos se torne tão difícil. 

Foco errado

Quando a pessoa tem um mau hábito, ela tende a concentrar a energia para a mudança de determinada atitude. No entanto, podemos fazer uma analogia do hábito ser apenas um sintoma de um problema maior.

A dor de cabeça, por exemplo, é um sintoma de algo maior. Pode ser estresse, pressão alta, sinusite, ou até mesmo o uso constante de telas. 

Ao tomar um remédio para dor de cabeça, pode até ser que os sintomas diminuam. No entanto, o motivo da dor não foi resolvido. 

Esse pensamento vale também para os hábitos.

Suponha que de todos os maus hábitos o que mais te incomoda seja roer as unhas. 

Para quebrar o hábito você começa a usar uma base especial para unhas. E junto com sua  força de vontade você consegue parar de roer as unhas. 

A princípio parece que tudo foi solucionado e você não tem mais esse mau hábito. Vale lembrar, porém, que você não identificou e eliminou a causa da roedura das unhas que costumava fazer. 

O motivador das unhas roídas pode ser a ansiedade, ou medo, por exemplo. Por isso, é preciso ter cuidado com as mudanças de hábitos, pois, você pode adquirir outro mau hábito que teria como causa a sua ansiedade.

Consequência tardia

Pode não parecer, mas maus hábitos têm consequências.

Talvez esse seja o maior dificultador da mudança de hábitos. Geralmente os maus hábitos têm consequências tardias. 

Como o hábito é formado após a repetição frequente de uma mesma atitude, por mais prejudicial que essa atitude seja, ainda assim, é doloroso quebrar esse padrão.

O ser humano é muito movido pela dor. Então, nós tendemos a agir para evitar ou sanar as dores. 

Um exemplo clássico disso é em relação às nossas contas. Se ficamos sem pagar a luz, por exemplo, daqui poucos dias o fornecimento de energia da casa será cortado. O mesmo vale para a internet, telefone e outras necessidades que nos causam dor imediata.

Por isso, mantemos o compromisso mensal do pagamento.

Por outro lado, os maus hábitos, principalmente os relacionados à saúde, não têm o impacto negativo logo de cara. 

Voltando ao exemplo das unhas roídas, é óbvio que ao fazer isso, as unhas não ficam bonitas. Mas, o impacto real na saúde vem depois de duas ou três décadas.

Quando você rói as unhas, fica mais suscetível a sofrer de uma doença conhecida como paroníquia. É uma doença que causa inchaço, vermelhidão e produção de pus nos dedos. Ela se desenvolve quando a bactéria penetra nas fissuras e rasga a pele.

Roer unhas constantemente causa dores no pescoço e na mandíbula devido à força que os músculos exercem.

Além do mais, roer as unhas aumenta o desgaste das bordas dos dentes e aumenta a sensibilidade. Isso também desgasta o esmalte dos dentes.

Esse mau hábito também prejudica o alinhamento dentário. Pode causar problemas de mastigação e de sono se a boca não fechar completamente.

Todo mau hábito tem consequências ruins, no entanto, o fato dela ser tardia dificulta o entendimento das pessoas para a necessidade de mudança.

O que fazer para quebrar os maus hábitos?

Três passos são fundamentais para a mudança de hábitos. O primeiro deles é identificar os maus hábitos.

É uma atitude óbvia, porém, é fundamental. Faça uma lista com todos os maus hábitos que te incomodam durante seu dia.

Acordar de mau humor, procrastinar, comer muito doce, beber cerveja, tomar refrigerante e preguiça de se exercitar são alguns exemplos.

Pense no seu dia e anote tudo que te incomoda e que você faz sem perceber. Ou seja, um mau hábito.

Com a lista pronta, identifique um único hábito que mais te incomoda. Aquele que você considera um atraso de vida.

O segundo passo é buscar o motivador desse hábito. Lembra do exemplo que o motivo de roer as unhas é a ansiedade? Então, você vai fazer esse exercício de buscar o gatilho do seu mau hábito.

Para facilitar esse processo, investigue o que aconteceu antes de realizar o mau hábito:

  • Qual era o seu sentimento?
  • O que aconteceu antes?
  • Como você se sente quando faz isso?

A resposta para essas três perguntas vai te ajudar a identificar os gatilhos por trás do hábito em si.

Por fim, o último passo é trabalhar esse motivador. Se for ansiedade, faça meditação, melhore a alimentação e a qualidade do sono. 

Se for estresse, inicie uma atividade física, durma melhor, pratique um hobby. 

Caso seja angústia ou medo, melhore sua relação espiritual, ore mais, medite. 

Trabalhar o que está por trás dos maus hábitos é a maneira mais eficiente de solucionar essas questões. 

Ah, antes de ir, confira hábitos que estão te deixando mais velha!

Abraços e fique com Deus!

Dr. Juliano Pimentel.

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Tags : dr. juliano pimentelhábitoshábitos ruinsmaus hábitos

Autor Dr. Juliano Pimentel

Olá, eu sou o doutor Juliano Pimentel. Médico, fisioterapeuta e coach que ajuda as pessoas com conteúdos sobre saúde, alimentação e emagrecimento. Também sou celíaco e tenho uma vida de pesquisa sobre o Glúten.

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