Muito além da sensibilidade, a doença causada pela intolerância ao glúten ou doença celíaca, atinge hoje de 1% a 2% da população Brasileira.
Saiba aqui o que é a doença celíaca, e como pode afetar você.
Não deixe de ler e compartilhar!
Ele é um ingrediente que muitas vezes é adicionado à sopas, massas, molhos e assados. Mas será que ele pode considerado uma alimentação saudável?
O amido também é popularmente conhecido como maisena e usado em diversos pratos ao redor do mundo. Para resumir ele é um hidrato de carbono extraído do endosperma do milho.
Ele é feito de milho e não contém realmente muitos nutrientes. É um amido processado comumente usado como ingrediente na culinária ou mesmo como agente de limpeza.
Não deixe de ler e compartilhar!
O milho tem três partes: o casco, que é a parte externa; o germe, que é frequentemente usado para alimentação animal ou para produzir óleo e o endosperma, que contém proteínas e amido.
Para fazer amido de milho, as cascas exteriores são removidas dos grãos de milho e os endospermas são moídos em pó branco e arenoso.
Este processo de refinação requer equipamento especializado que é usado para extrair o amido da semente e remover a proteína do amido, por isso é puro.
As pessoas fazem muitas perguntas sobre a fécula de milho porque muitas vezes é um ingrediente em alimentos embalados e processados, mas poucos sabem como é feito e processado.
Aqui estão algumas das questões mais comuns sobre o amido de milho:
– A amido de milho é sem glúten? Como a fécula de milho não contém proteínas e é composta de apenas carboidratos, é considerado um grão sem glúten.
Porém, o amido de milho assim como outros produtos podem ser processados junto com farinha branca, tornando-se um produto com glúten em sua composição.
– O amido de milho é vegano? Sim ele é vegano, pois não é feito com produtos de origem animal. Mas pode conter glúten devido ao seu processo industrial.
O amido de milho é um alimento rico em carboidratos e não contém muitos nutrientes.
Embora a fécula de milho esteja geralmente presente em pequenas quantidades quando usada em receitas como espessante, é altamente processada e também pode ser geneticamente modificada.
E como eu sempre digo, os alimentos processados precisam ser evitados.
O amido de milho é um amido processado e só contém calorias e carboidratos – sem proteínas, fibras, vitaminas ou minerais.
Porém, como eu já disse antes, os carboidratos em excesso podem prejudicar muito a sua saúde, inclusive aumentando as chances de você desenvolver gordura no fígado, diabetes tipo 2 e obesidade.
Então, a resposta a esta pergunta é que não faz sentido comer um alimento que não possui nutrientes e ainda pode prejudicar a saúde.
O amido de milho também passa por um processo de extração, que geralmente envolve temperaturas muito elevadas e produtos químicos agressivos.
A precaução em relação ao amido de milho, é o perigo da alotriofagia uma substancia que gera um comportamento alimentar compulsivo nas pessoas, isso envolve um desejo fora do normal em comer substâncias não naturais e não nutritivas como amido, bicarbonato de sódio, argila, giz e até sujeira.
Esta condição foi observada em homens e mulheres de todas as idades e etnias, e pode causar riscos significativos para a saúde.
A pesquisa mostra que pacientes com alotriofagia são suscetíveis a distúrbios eletrolíticos e metabólicos, desgaste dentário, envenenamento por chumbo e mercúrio, obstrução intestinal e problemas gastrointestinais.
Os cientistas também acreditam que esse desejo alimentar anormal, esteja associada à anemia ferropriva (1).
Se você notar anseios por alimentos como amido de milho ou outras substâncias que não são alimentos e não fornecem valor nutricional, fale com seu médico (2).
Em resumo ele é um carboidrato que é extraído do endosperma de milho, que é encontrado no coração da semente.
É uma substância branca e em pó que serve como espessante ou aglutinante, razão pela qual é comumente usado na culinária.
Se você costuma usar amido de milho como um agente espessante e você está procurando por uma alternativa mais saudável, experimente usar ovos, banana ou sementes de chia (para essa opção, deixe a quantidade de semente que será usada, em um copo d’água até soltar um gel espesso).
Outra alternativa de amido de milho é a farinha de tapioca, que também é livre de glúten e vegana.
A farinha de tapioca também pode ser usada como aglutinante ou espessante para vários tipos de alimentos e receitas (3).
Por isso não seria uma boa ideia consumir amido de milho, ao invés disso escolha alimentos saudáveis e verdadeiramente naturais. Alimentos processados e industrializados precisam ser evitados por uma questão de saúde.
A sua saúde pode ficar prejudicada pelas escolhas alimentares que você faz.
Muitas pessoas consomem alimentos que não fazem bem para a saúde, engordam e causam diversos problemas de saúde, mas mudando a alimentação, você pode mudar a sua realidade.
E pensando em te ajudar a ter uma alimentação melhor e de qualidade, eu trago uma nova possibilidade transformadora.
Se você tem o desejo de assumir o controle da sua vida e ser mais saudável, conheça o D21.
O único programa de detoxificação que vai te ajudar a viver de maneira livre e mais saudável em apenas 21 dias. Você vai eliminar os quilos extras e ter um corpo mais saudável.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
Mas um fator chama a atenção, qual o papel do glúten no desenvolvimento dessa doença e na piora dos sintomas? Pesquisas médicas apontam uma relação.
Neste artigo, eu irei explicar mais sobre a pesquisa sobre glúten e síndrome do intestino permeável.

Síndrome do Intestino Permeável e a Doença Celíaca. Imagem: (Divulgação)
Vários estudos apontam que o glúten pode aumentar a permeabilidade intestinal e causar uma resposta imune no corpo (11).
O sistema imunológico responde a substâncias que reconhecem como prejudiciais por causar inflamação.
A inflamação é o mecanismo de auto-proteção natural do corpo, mas a inflamação persistente (inflamação crônica) está associada a múltiplas doenças.
Em indivíduos sensíveis, o glúten é considerado um invasor, causando inflamação.
Zonulina é uma proteína que regula as junções apertadas do intestino delgado.
Quando a zonulina é liberada no intestino, as junções apertadas abrem ligeiramente e permitem que partículas maiores passem através da parede intestinal (12, 13).
Estudos descobriram que o glúten ativa a zonulina, o que leva ao aumento da permeabilidade intestinal (14, 15).
Pesquisas apontam que o glúten ativa a zonulina em células de indivíduos com e sem doença celíaca. Contudo, os níveis dessa proteína foram muito mais elevados nas células de doentes celíacos.
Se você ainda não está familiarizado com o termo, glúten é uma mistura de proteínas encontradas naturalmente em grãos como trigo, cevada e centeio.
É responsável pela natureza elástica da massa, textura e sabor ao pão, por exemplo (1).
As duas principais proteínas que compõem o glúten são gliadina e glutenina.
Gliadina é a porção do glúten que traz malefícios para a saúde. Se você me segue, já sabe que o sistema digestivo desempenha várias funções muito importantes em seu corpo.
O trato digestivo é onde o alimento é quebrado e nutrientes são absorvidos na corrente sanguínea. As paredes dos intestinos também servem como uma barreira importante entre o intestino e o resto do corpo.
A parede intestinal serve como um “portão”, determinando quais substâncias passam para a corrente sanguínea e órgãos.
Permeabilidade intestinal é um termo que descreve como facilmente as substâncias passam através da parede intestinal. Normalmente, há pequenas lacunas entre as células do intestino delgado chamadas junções apertadas.
Se elas estiverem danificadas ou ficarem muito soltas, isso fará com que o intestino se torne “gotejante”, permitindo que substâncias e organismos no intestino fiquem na corrente sanguínea.
Quando as bactérias e toxinas estão “vazando” na corrente sanguínea, pode provocar uma inflamação generalizada no corpo.
O aumento da permeabilidade intestinal está relacionada à doenças autoimunes, incluindo diabetes tipo 1, doença de Crohn e doenças inflamatórias da pele (2, 3, 4).
A forma mais grave de intolerância ao glúten é chamada doença celíaca. O celíaco é uma doença autoimune hereditária.
Para os indivíduos com doença celíaca, o glúten pode causar diarreia, dor de estômago, gases excessivos e erupções cutâneas.
Ao longo do tempo, pode causar danos ao intestino, o que prejudica sua capacidade de absorver certos nutrientes (5, 6).
No entanto, algumas pessoas que não são celíacas também reagem negativamente ao glúten, chamamos isso de sensibilidade ao glúten não celíaca.
Os sintomas são semelhantes à doença celíaca, mas sem a resposta autoimune.
Elas podem sentir diarreia, inchaço e gases, juntamente com dor nas articulações e problemas de concentração (7).
O glúten aumenta significativamente a permeabilidade intestinal em pacientes celíacos (16).
Um estudo clínico também descobriu que o glúten, aumentou a permeabilidade intestinal em pacientes com síndrome do intestino irritável (IBS) (19).
Não existe atualmente nenhum método clínico de diagnóstico para a sensibilidade ao glúten não celíaco.
Se você reagir negativamente ao glúten e seus sintomas são aliviados com uma dieta sem glúten, você provavelmente tem sensibilidade ao glúten (8, 9, 10).
Veja aqui, os alimentos e produtos que contêm glúten.
Profissionais médicos ainda estão tentando entender exatamente o que provoca a Síndrome do Intestino Permeável, mas existem alguns fatores que são conhecidos por contribuir para a condição:
Dieta insalubre: Uma dieta rica em carboidratos refinados, pode aumentar a permeabilidade intestinal (22).
Estresse: Estresse prolongado pode causar todos os tipos de problemas gastrointestinais, incluindo aumento da permeabilidade intestinal (25).
Anti-inflamatórios não esteróides (AINEs): O uso excessivo de AINEs, como o ibuprofeno, pode aumentar a permeabilidade intestinal (27).
Inflamação: A inflamação crônica disseminada contribui para múltiplas doenças crônicas (28).
Flora intestinal comprometida: Quando o equilíbrio entre as bactérias benéficas e prejudiciais que revestem o intestino fica comprometido.
Deficiência de zinco: Pode alterar a permeabilidade intestinal, e contribuir para múltiplos problemas gastrointestinais (29).
Levedura: Levedura está naturalmente presente no trato intestinal. Quando o crescimento de levedura, principalmente cândida, sai de controle, causa problemas gastrointestinais (30).
Uma das chaves é melhorar a saúde da flora intestinal. Isso significa aumentar as bactérias benéficas do intestino, para que elas ultrapassem a quantidade das bactérias nocivas.
Aqui estão algumas maneiras de melhorar sua saúde intestinal:
Probióticos: Probióticos são bactérias benéficas que podem melhorar a saúde intestinal. Probióticos são encontrados em alimentos como iogurte de kefir e chucrute (31).
Evite carboidratos refinados: Evite o açúcar e a farinha de trigo refinada. As bactérias nocivas no seu intestino prosperam nestes alimentos.
Coma alimentos ricos em fibras: frutas e legumes são ricos em fibras solúveis, que alimenta as boas bactérias no seu intestino (34).
Quer se ver livre de toxinas e ter um corpo magro de uma vez por todas?
Conheça o D21, o único programa de detoxificação que vai te ajudar a viver de maneira livre e mais saudável em apenas 21 dias.
Você vai eliminar os quilos extras e ter mais disposição o dia todo.
Abraços e fique com Deus,
]]>Dr. Juliano Pimentel
Descubra agora, e como pode afetar a sua vida.
Não deixe de ler e compartilhar!
Trata-se de uma proteína encontrada em cereais, como trigo, centeio, cevada, espelta. Mas de todos os grãos que eu citei, o trigo é de longe o mais consumido.
As duas principais proteínas de glúten são glutenin e gliadina; essa última é a responsável pela maioria dos efeitos negativos para a saúde (1, 2).
Quando a farinha é misturada com a água, as proteínas do glúten formam uma rede pegajosa com uma consistência semelhante à cola.
É isso que torna a massa elástica, e dá a ela um sabor bom e mastigável.
No entanto, ele pode causar problemas para quem apresenta certas condições de saúde. Isto inclui a doença celíaca, sensibilidade ao Glúten, alergia do trigo e algumas outras doenças (3, 4).
A doença celíaca é a forma mais grave da intolerância ao glúten e afeta cerca de 0,7-1% da população (5).
Essa é uma desordem autoimune; o organismo trata o glúten como um invasor estranho e o corpo não consegue digerir essas proteínas.
O sistema imunológico ataca o glúten, bem como o forro do intestino.
O dano na parede do intestino pode causar deficiências nutricionais, anemia, problemas digestivos graves e um aumento no risco de desenvolvimento de muitas doenças.
Os sintomas mais comuns da doença celíaca, são:
O perigo é que algumas pessoas não apresentam sintomas digestivos; mas podem ter outros sintomas como cansaço ou anemia.
Por esta razão, a doença celíaca pode ser difícil de diagnosticar.
Na verdade, até 80% das pessoas com essa doença não sabem que estão doentes.
Muitas pessoas não apresentam um teste positivo para a doença celíaca; mas ainda assim reagem negativamente a essa proteína.
Essa condição é chamada Sensibilidade ao Glúten não Celíaco, e estima-se que ela afete em torno de 0,5-13% da população.
Os sintomas da sensibilidade incluem diarreia, dor de estômago, cansaço, inchaço e depressão.
Não existe uma definição clara sobre a Sensibilidade ao Glúten não Celíaco, mas o diagnóstico é feito quando um paciente reage negativamente à proteína, mesmo que a doença celíaca e alergias tenham sido descartadas.
Se você é celíaco(a) ou sensível a essa proteína, o tratamento está na alimentação.
Procure comer alimentos de verdade e saiba o que riscar da sua dieta!
[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_text_separator title=”Quais alimentos são ricos em glúten?”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_gallery type=”nivo” interval=”3″ images=”2132,2131,2130,2129″ img_size=”large”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]As fontes mais comuns de glúten na dieta são:
– Trigo;
– Soletrado;
– Centeio;
– Cevada;
– Pão;
– Massa;
– Cereais;
– Cerveja;
– Bolos, biscoitos e doces.
** Fique atento: o trigo também é adicionado a todos os tipos de alimentos processados. Se você quiser evitar o glúten, então é melhor você começar a ler os rótulos dos alimentos.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_text_separator title=”Como fazer uma dieta sem glúten com segurança?”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=”2101″ img_size=”large”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]
Começar uma dieta sem essa proteína pode ser bastante desafiador. A primeira coisa que você precisa fazer é adquirir o hábito de ler os rótulos dos alimentos.
Você vai logo perceber que ela, especialmente no trigo, é adicionado a um número surpreendente de alimentos.
Evite alimentos processados/ industrializados, cereais e grãos que contêm glúten.
Há alguns grãos e sementes que são naturalmente sem glúten:
– Milho;
– Arroz;
– Quinoa;
– Linho;
– Painço;
– Sorgo;
– Tapioca;
– Trigo sarraceno;
– Araruta;
– Amaranto;
– Aveia.
No entanto, mesmo a aveia sendo naturalmente sem glúten, ela pode ser contaminada por ele. Portanto, é mais seguro consumir apenas aveia com um rótulo sem essa proteína.
Faça mudanças significativas em sua dieta, preferindo sempre a qualidade dos alimentos. E procure sempre orientação médica.
Agora você sabe o que é glúten, procure alternativas saudáveis para substituí-lo na sua alimentação. Existe dieta sem glúten para iniciantes.
Como você viu essa proteína pode prejudicar e muito a sua saúde, mesmo que você não tenha desenvolvido alergia ou intolerância á ele.
Tenha a determinação de mudar os seus hábitos alimentares para melhorar a saúde agora e no futuro.
Se você está desconfortável com seu peso, com sua baixa de energia, com o sono desregrado, tenho um convite especial para você!
Quero te convidar para transformar completamente a sua vida em apenas 21 dias. É isso mesmo, são apenas 21 dias em que seu corpo passará por uma verdadeira transformação e você estará mais leve, mais saudável e com mais energia.
Saiba mais sobre este programa revolucionários para ser mais saudável em poucos dias.
Abraços e fique com Deus,
Dr. Juliano Pimentel.
]]>Pesquisas apontam diversos malefícios do glúten, e com isso, mais e mais pessoas tentam efetivamente evitá-lo em suas alimentações (1).
Embora os efeitos nocivos dele sejam controversos entre os especialistas em saúde, existem respostas positivas para a saúde de uma dieta sem glúten (2, 3).
Felizmente, temos muitas opções de alimentos saudáveis e deliciosos que são livres de glúten. Evitar o consumo do glúten não significa que a sua alimentação vai ser ruim e sem sabor, muito pelo contrário.
Não deixe de ler e compartilhar.
Glúten é o nome dado a uma família de proteínas presentes em grãos como trigo, espelta, centeio e cevada. Existem duas principais proteínas do glúten, chamadas gliadina e glutenina. É a parte da gliadina que causa os efeitos nocivos (4, 5).
Quando a farinha de trigo é misturada com a água, as proteínas do glúten formam uma rede de reticulação pegajosa que tem uma consistência parecida com a da cola (6).
Se você já segurou uma massa molhada em suas mãos, então você sabe como é essa consistência pegajosa.
O glúten é justamente o que torna a massa elástica e que faz com que ela cresça durante a panificação. Ele também tem um sabor bom, que pode ser viciante.
Muitas pessoas sofrem com a intolerância à essa proteína, e a forma mais grave de intolerância ao glúten é chamada de doença celíaca, que afeta cerca de 0,7-1% da população (7). Esta doença grave é causada por uma reação autoimune quando as proteínas gliadina entram no trato digestivo (8).
Isso pode levar a um revestimento intestinal degenerado, deficiências nutricionais, problemas digestivos graves e outros problemas graves (9).
Infelizmente, a maioria das pessoas com doença celíaca não sabem que sofrem dela, já que os sintomas podem ser vagos e difíceis de diagnosticar (10).
Mas além da doença celíaca, há outra condição chamada sensibilidade ao glúten não celíaca. Isso envolve uma reação adversa ao glúten em pessoas que não sofrem com a doença celíaca (3, 11).
Não há números confiáveis em relação a quantas pessoas possuem sensibilidade ao glúten, mas algumas estimativas dizem que é algo em torno de 0,5-13% (12).
Em pessoas com sensibilidade ao glúten, ele pode causar diarreia, dor de estômago, inchaço, fadiga, depressão e vários outros sintomas (13, 14).
Porém, existem evidências de que muitas pessoas com sensibilidade ao glúten são realmente sensíveis a FODMAPs (um tipo de carboidrato presente no trigo e outros alimentos), não ao glúten em si (18).
O glúten não é um nutriente vital, pode ser retirado da dieta de qualquer pessoa e ainda trazer benefícios para a saúde.
O objetivo da dieta sem glúten é eliminar completamente o glúten da sua alimentação.
Esse pode ser um grande desafio, especialmente considerando que glúten (como o trigo) são adicionados a vários alimentos diferentes.
Sim, a dieta livre de glúten é desafiadora e é necessário ler os rótulos de todos os produtos antes de consumir os alimentos.
Você vai precisar fazer mudanças significativas na sua alimentação do dia a dia.
Pesquisas médicas apontam que uma dieta isenta de glúten pode ser eficaz alguns casos de esquizofrenia, autismo e um tipo de ataxia cerebelar chamada ataxia de glúten (15, 16, 17).
E atenção, se você acha que tem uma doença grave como a doença celíaca, por favor, consulte o seu médico antes de se livrar do glúten, pois pode não ser possível diagnosticar a doença se você já parou de consumir essa proteína.

Dieta Sem Glúten: Alimentos que Precisam ser Evitados. Imagem: (Divulgação)
Existem vários alimentos que contêm glúten, e que devem ser evitados em uma dieta sem glúten:
Outros alimentos que geralmente contêm glúten, e devem ser evitados:
A aveia geralmente não contém glúten, e é bem tolerada em pessoas com doença celíaca (19).
No entanto, algumas vezes elas são processadas nas mesmas instalações que o trigo e, portanto, podem ser “contaminados com o glúten” (20).
Certos suplementos e medicamentos também podem conter glúten.
Por isso, você realmente DEVE ler rótulos de todos os produtos.
Tenha em mente que o glúten pode ser encontrado em todos os tipos de alimentos processados.
Por isso, o melhor caminho a seguir em uma dieta livre de glúten é sempre optar por comer alimentos de verdade.

Dieta Sem Glúten: Alimentos Saudáveis. Imagem: (Divulgação)
Há uma abundância de alimentos saudáveis e nutritivos que são naturalmente sem glúten.

Dieta sem Glúten: Evite Alimentos de Fast Food. Imagem: (Divulgação)
Uma dieta livre de glúten é muito saudável, desde que você dê preferência a alimentos de verdade.
Isso porque você também pode encontrar inúmeros produtos processados sem glúten, como pães e bolos.
Na maioria dos casos, esses alimentos são altamente processados e feitos com açúcar e grãos refinados. Esses são alimentos pobres em nutrientes, e que elevam rapidamente os picos de açúcar no sangue.
Se você realmente não se preocupa com a sua saúde, mas simplesmente quer evitar o glúten, então você pode incluir esses alimentos em sua dieta.
Mas para uma saúde ótima, no entanto, é melhor escolher alimentos que são naturalmente sem glúten, não produtos sem glúten.
É o que eu sempre falo alimentos porcaria (junk food) sem glúten, continuam sendo prejudiciais.

Dieta sem Glúten: Água com Limão. Imagem: (Divulgação)
Você pode beber água, água saborizada, sucos detox, vitamina com iogurte de kefir, café e chá em uma dieta sem glúten.
Refrigerantes e bebidas açucaradas não tem glúten, mas também são prejudiciais devido ao açúcar refinado.
No que diz respeito ao álcool, a cerveja deve ser evitada, mas a maioria dos vinhos não contêm glúten. Se você realmente quer ter sucesso em uma dieta livre de glúten, então há muitos recursos disponíveis.
Este artigo ajuda você a começar sua mudança alimentar, e no meu site você encontra outras informações.
Se você está desconfortável com seu peso, com sua baixa de energia, com o sono desregrado, tenho um convite especial para você!
Quero te convidar para transformar completamente a sua vida em apenas 21 dias. É isso mesmo, são apenas 21 dias em que seu corpo passará por uma verdadeira transformação e você estará mais leve, mais saudável e com mais energia.
Saiba mais sobre este programa revolucionários para ser mais saudável em poucos dias.
Abraços e fique com Deus,
Dr. Juliano Pimentel.
]]>Todos nós ouvimos os avisos sobre os carboidratos “brancos”. Isso inclui pães, biscoitos, bolos, arroz e macarrão.
Substituir pães e bolos para muitas pessoas parece ser bem mais simples que substituir arroz e macarrão. Afinal, os primeiros geralmente são consumidos em horários de lanche. Porém o arroz e o macarrão parecem ser insubstituíveis no prato dos brasileiros.
Por isso, neste artigo vamos desmistificar esse hábito de arroz e macarrão branco no prato. É possível sim comer bem, de maneira saudável e ficar saciada, sem passar pelas farinhas brancas.
Gostou do tema deste artigo?
Leia, comente e compartilhe!
O arroz branco, por exemplo, é digerido rapidamente e, portanto, é culpado de deixar você com fome logo após comer.
Já o macarrão, é notoriamente alto em carboidratos.
Você pode querer evitar a massa de trigo ou carboidratos se seguir uma dieta pobre em carboidratos. Além disso, se for intolerante ao glúten ou se quiser simplesmente evitar sentir-se inchado e desconfortável depois de uma refeição.
Para uma alternativa mais saciante, considere experimentar arroz de couve-flor. Isso, porque é delicioso, saudável e fácil de fazer.
Basta usar um ralador de queijo ou processador de alimentos para cortar uma cabeça de couve-flor. Logo após, remova o excesso de umidade com uma toalha de papel e depois refogue em uma colher de sopa de óleo por cerca de 5 a 8 minutos. Já está pronto!
A couve-flor é muito versátil e pode ser usada para substituir grãos, legumes, assim como farinhas em sua dieta.
Esta não é apenas uma maneira fantástica de aumentar sua ingestão de vegetais, mas também é especialmente útil para aqueles que seguem dietas de baixo carboidrato.

Couve-flor para substituir arroz e macarrão
Isso ocorre porque a couve-flor é significativamente menor em carboidratos do que grãos e legumes.
Por exemplo, uma xícara de couve-flor contém 5 gramas de carboidratos. Ao mesmo tempo, uma xícara de arroz contém 45 gramas de carboidratos, ou seja, nove vezes a quantidade de couve-flor..
Aqui estão alguns exemplos de receitas que podem ser feitas com couve-flor em vez de grãos e farinhas:
É uma ótima fonte de nutrientes, incluindo alguns que muitas pessoas precisam de mais.
Além disso, a couve-flor contém antioxidantes únicos que podem reduzir a inflamação e proteger contra várias doenças, como câncer e doenças cardíacas (1, 2, 3, 4, 5).
A couve-flor contém antioxidantes carotenóide, assim como flavonóides. Que têm efeitos anticancerígenos e podem reduzir o risco de várias outras doenças, incluindo doenças cardíacas (6, 7, 8, 9, 10).
Como boa fonte de fibra, a couve-flor retarda a digestão, além disso, promove saciedade. Ou seja, reduz automaticamente o número de calorias ingeridas durante o dia, um fator importante no controle de peso (11, 12).
Alto teor de água é outro aspecto amigável de perda de peso de couve-flor. De fato, 92% do seu peso é composto de água. O consumo de muitos alimentos com baixa caloria e água está associado à perda de peso (13).
Além do mais, a couve-flor é uma grande fonte de antioxidantes. Que protegem as células dos radicais livres nocivos e da inflamação.
Espaguete de abóbora é um excelente substituto de massas.
Uma vez cozido, sua carne pode ser separada com um garfo em cordas que se assemelham a macarrão espaguete, por exemplo.

Abobrinha para substituir arroz e macarrão
Para se ter ideia, com 6,5 gramas de carboidratos a cada 100 gramas, a polpa de espaguete contém apenas cerca de 20% dos carboidratos que você esperaria na mesma quantidade de massa.
Ao mesmo tempo, é muito mais rico em vitaminas A, C, E, K e na maioria das vitaminas B, por exemplo.
Para prepará-lo, passe o garfo na abóbora em vários lugares, por fim, asse por 30 a 45 minutos a 180 ℃.
Além desse jeito, a polpa de espaguete também pode ser fervida por 20 minutos ou cortada ao meio e em microondas por 6 a 8 minutos.
Uma vez pronto, use um garfo novamente para separar a carne em cordas semelhantes a espaguete e cubra com um molho.
Abobrinha é rica em antioxidantes. Antioxidantes são compostos vegetais benéficos que ajudam a proteger o corpo contra danos causados pelos radicais livres.
Carotenoides, como luteína, zeaxantina e beta-caroteno, por exemplo, são particularmente abundantes em abobrinha (14).
Estes podem beneficiar seus olhos, assim como pele e o coração. Além de oferecer alguma proteção contra certos tipos de câncer, como o câncer de próstata (15).
Pesquisas indicam que a pele da planta abriga os mais altos níveis de antioxidantes.
Abobrinhas amarelas podem inclusive, conter níveis ligeiramente mais altos que os verdes claros (16).
Além disso, a abobrinha pode promover a digestão saudável de várias maneiras.
Para começar, é rica em água, o que pode amolecer as fezes. Isso os torna mais fáceis de passar e reduz suas chances de constipação.
Além disso, os AGCCs podem ajudar a reduzir a inflamação e os sintomas de certos distúrbios intestinais, como a síndrome do intestino irritável (SII), a doença de Crohn e a colite ulcerativa (17, 18, 19).
Além do mais, abobrinha é muito versátil e pode ser consumida crua ou cozida.
Aqui estão algumas maneiras de incorporá-lo em suas refeições, além de espaguete:
Por fim, a polpa de espaguete pode ser fervida, assada no micro-ondas ou no forno e fornece uma excelente alternativa rica em nutrientes às suas receitas.
E se você deseja ter uma alimentação que cuida do seu corpo, conheça meu livro VSG. Desenvolvi um método para te ajudar a se livrar do glúten, uma das proteínas mais inflamatórias que está presente em vários alimentos.
Clique na imagem abaixo para conhecer e ter uma vida realmente saudável.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
🔴 Curta também as redes sociais! 📷Instagram / 👍Facebook / 🎥 YouTube
]]>Você já sentiu desconforto intestinal ou estomacal após comer um alimento ou bebida que continha trigo, cevada ou malte?
O glúten é um composto proteico encontrado em vários tipos de grãos, incluindo trigo, espelta, centeio e cevada. Ele consiste em duas proteínas: gliadina e glutenina. É importante que você tenha em mente que, normalmente, as pessoas reagem negativamente à gliadina.
Quando a farinha é misturada com a água, o glúten forma uma rede pegajosa reticulada de proteínas, dando propriedades elásticas à massa e permitindo que o pão aumente de tamanha durante o cozimento (1).
A consciência dos efeitos negativos do glúten para a saúde aumentou nos últimos anos. E, por isso, muitas pessoas tentam eliminá-lo de suas dietas.
Nesse artigo mostrarei os motivos para tirar o glúten da alimentação.

Tirar o Glúten da Alimentação: Glúten Pode Afetar a Saúde Cerebral. Imagem: (Divulgação)
Aqui estão 6 razões para você retirar o glúten da dieta.
Não é preciso ter a doença celíaca para apresentar reações adversas ao glúten. Existe uma outra desordem chamada sensibilidade ao glúten (ou intolerância ao glúten), que é muito mais comum.
Embora não haja uma definição clara de sensibilidade ao glúten, é um tipo de reação adversa à esse composto proteico que melhora com a retirada dele da alimentação.
Se você tem reações adversas ao glúten, mas a doença celíaca é descartada, então o problema é chamado de sensibilidade ao glúten não celíaca.
Na sensibilidade ao glúten não-celíaca, não há ataque aos próprios tecidos do corpo. No entanto, muitos dos sintomas são semelhantes aos da doença celíaca, incluindo inchaço, dor de estômago, fadiga, diarreia, bem como dor nos ossos e articulações.
O problema é que não há uma maneira clara de diagnosticar a sensibilidade do glúten.
Estudos que mostram que indivíduos sem a doença celíaca, e que não possuem a sensibilidade ao glúten diagnosticada, também têm reações adversas a esta proteína.
Em um desses estudos, 34 indivíduos com Síndrome do Intestino Irritável foram randomizados para uma dieta sem glúten e outra com glúten. O grupo na dieta contendo glúten apresentou mais dor, inchaço, inconsistência nas fezes e fadiga, em comparação com o outro grupo (2).
Com esse estudo confirmou que o glúten pode causar inflamação no intestino e prejudicar o revestimento intestinal (3).
Além disso, ele também pode ter efeitos negativos sobre a barreira do intestino, permitindo que substâncias indesejadas “escapem” através da corrente sanguínea, podendo causar inflamações e outros problemas de saúde, por exemplo (4).
O glúten influencia negativamente na saúde do cérebro. Algumas doenças neurológicas podem ser causadas ou exacerbadas pelo consumo de glúten. Isso é chamado de Neuropatia Idiopática Sensível ao Glúten.
Em um estudo feito em pacientes com doenças neurológicas de causas desconhecidas; 30 de 53 pacientes (57%) tinham anticorpos contra glúten no sangue (5).
O principal distúrbio neurológico que se acredita ser pelo menos parcialmente causado pelo glúten é a Ataxia Cerebelar, uma doença grave do cérebro que envolve uma incapacidade de coordenar equilíbrio, movimentos, problemas de fala, entre outros.
Existem vários outros distúrbios cerebrais que respondem bem a uma dieta sem glúten: (6)
– Esquizofrenia, autismo e epilepsia.
A causa mais famosa de problemas de pele relacionados ao glúten é a doença celíaca, que pode causar uma doença de pele chamada Dermatite Herpetiforme. Os sintomas da dermatite herpetiforme incluem uma erupção cutânea com comichão, vermelha e com bolhas.
E mais uma vez, isso não se limita à doença celíaca. Afinal as eczemas podem aparecer sem que a doença seja diagnosticada (7).
Inflamação é a resposta natural do seu sistema imunológico a lesões. Você pode vê-la em ação sempre que você se cortar, por exemplo, pois a área fica vermelha e quente. As proteínas no trigo são irritantes intestinais (como o corte na pele), causando uma resposta inflamatória.
O caso mais famoso é a inflamação causada pelo glúten em pessoas com doença celíaca ou sensibilidade ao glúten não celíaca. Mas a inflamação do trigo também é um problema, mesmo para as pessoas que não são sensíveis ao glúten especificamente.
Os inibidores da tripsina da amilase (ATIs) que podem provocar uma resposta imune inflamatória no trato gastro intestinal, estimulando células imunes. Isso ocorre independentemente de ter ou não a doença celíaca.
Estudos apontam que o glúten pode ter propriedades viciantes.
Isso porque, quando o glúten é quebrado em um tubo de ensaio, os pépticos que são formados podem ativar receptores opióides. (8).
Dado que o glúten pode causar aumento da permeabilidade no intestino, alguns estudiosos acreditam que estas exorfinas podem encontrar o seu caminho para a corrente sanguínea, em seguida, chegar ao cérebro e causar dependência.
Isso causar o aumento do peso e a obesidade. Além disso, grãos processados são alimentos mais calóricos, ricos em carboidratos (11).
O glúten por não ser digerido pelo intestino, não causa saciedade, e com isso você come mais do que deveria.
Outro motivo para tirar o glúten da alimentação, é por ele causar o desenvolvimento de doenças autoimunes. Doenças autoimunes são causadas pelo sistema imunológico ao atacar as coisas que são encontradas naturalmente no corpo.
Existem muitos tipos de doenças autoimunes que afetam vários sistemas de órgãos.
Todos eles combinados afligem cerca de 3% da população (9). A doença celíaca é um tipo de doença autoimune e pacientes celíacos estão em um risco drasticamente aumentado de outras doenças autoimunes também.
Muitos estudos têm encontrado fortes associações estatísticas entre a doença celíaca e várias outras doenças autoimunes, incluindo Tireoidite, Diabetes Tipo 1, Esclerose Múltipla e vários outros (10).
O trigo é um alimento muito ruim mesmo para pessoas que não têm doença celíaca. E os sintomas não aparecem necessariamente com vômitos e diarreia.
Faça o teste: fique duas semanas sem comer o glúten e confira como se sente. Procure também orientação médica.
Como você pode perceber, é importante tirar o glúten da alimentação por questão de saúde e bem-estar.
Comece uma reeducação alimentar para aprender a se alimentar de verdade!
E pensando em ajudar pessoas como você; é que eu desenvolvi um e-book para ajudar as pessoas a fazerem essa transformação; com todas as informações que você precisa e um guia passo a passo para implementar.
Clique na imagem abaixo e adquira agora o meu livro digital:
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
]]>Felizmente, há uma variedade de farinha sem glúten no mercado, cada uma com um sabor, textura e composição de nutrientes diferentes.
Neste artigo vou mostrar quais são os 5 tipos de farinha sem glúten, baixo carboidrato e os seus benefícios.
Não deixe de ler e compartilhar!

Farinha sem Glúten: Pão de linhaça. Imagem: (Divulgação)
As farinhas tradicionais, como a de trigo, por exemplo, possuem altas concentrações de carboidratos em sua composição. Muitas inclusive, possuem o macronutriente em percentuais superiores a 80% (1).
Alimentos ricos em carboidratos, colaboram para o aumento dos níveis de glicose sanguínea. E quando o organismo já possui sua demanda energética saturada, a insulina armazena essa glicose excedente sob a forma de gordura corporal.
Por isso, é importante diminuir a ingestão de carboidratos. Uma maneira de fazer isso, é através de opções de farinha sem glúten e low carb.
O que caracteriza uma farinha sem glúten e livre de carboidratos envolve a exclusão de ingredientes que contenham o glúten de proteína, incluindo trigo, centeio e cevada.
Sementes de chia são uma boa fonte de antioxidantes. Por isso, os antioxidantes presentes na farinha de chia incluem glicosídeos flavonóides, ácido clorogênico, ácido cafeico, kaempferol, quercetina, miricetina e ácido linolênico.
Estes antioxidantes ajudam a reduzir os níveis de radicais livres no corpo. Eles alegadamente também contêm concentrações muito altas de ácidos graxos ômega-3, que têm muitos benefícios (2).
A farinha de chia contém grandes quantidades de fibras e ácidos graxos ômega-3, muita proteína de alta qualidade, vários minerais e antioxidantes essenciais.
Eles podem melhorar os fatores de risco para doenças cardíacas e diabetes, levar a uma melhor saúde digestiva e aumentar os níveis sanguíneos de gorduras ômega-3 saudáveis para o coração.
Farinha de amêndoa é uma das farinhas mais comuns de oleaginosas e sem glúten. É feito de amêndoas moídas, que significa que a pele foi removida.
Uma xícara de farinha de amêndoa contém cerca de 90 amêndoas e tem um sabor de noz. É comumente usado em produtos assados e pode ser uma opção sem grãos para pão ralado.
Normalmente pode ser substituído em uma proporção de 1: 1 em vez de farinha de trigo ou regular.
A farinha de amêndoa contém muitos minerais, incluindo ferro, magnésio, cálcio, potássio, cobre e manganês. É também uma boa fonte de vitamina E e gordura monoinsaturada.
No entanto, seu teor de gordura aumenta a contagem de calorias para 640 por xícara, que é 200 calorias a mais do que a farinha de trigo.
Embora as amêndoas e todas as nozes sejam naturalmente isentas de glúten, ainda é importante ler o pacote para confirmar que a farinha não foi feita em uma instalação onde o glúten é processado.
A farinha de coco é feita a partir da polpa do coco seco, e oferece um sabor suave de coco.
Sua textura leve produz resultados semelhantes aos da farinha regular e é boa para fazer pães e sobremesas. A farinha de coco absorve muito mais água do que a farinha normal ou de amêndoa.
É rico em ácido láurico com gordura saturada. Esse triglicerídeo de cadeia média pode fornecer energia para o seu corpo e pode ajudar a reduzir o mau colesterol LDL, em combinação com o conteúdo de fibra da farinha (3).
Pesquisas sugerem que seu conteúdo de fibras pode ajudar a manter níveis saudáveis de açúcar no sangue (4).
A farinha de coco é uma boa opção para quem tem alergias a nozes e glúten. Ele pode estar contaminado na fase de processamento, por isso verifique o local onde sua farinha foi produzida.
A farinha de berinjela é feita a partir da desidratação do vegetal (5).
A farinha de berinjela promove saciedade, diminui os níveis do mau colesterol, o LDL e ajuda a aumentar os níveis do colesterol bom, o HDL (6).
Além disso, ela auxilia no processo de desintoxicação do fígado e reverte quadros de prisão de ventre.
O potássio nas berinjelas também atua como um vasodilatador e um estimulante cerebral, de modo geral, eles definitivamente deveriam ser chamados de “alimento para o cérebro”.
Outro tipo de farinha sem glúten é a farinha de linhaça.
Ela aparece como uma opção saudável principalmente devido ao alto teor de ômega-3, fibras e outros compostos vegetais únicos saudáveis para o coração (7).
A linhaça tem sido associada a benefícios para a saúde, como melhora da função digestiva e redução do risco de doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e câncer.
A farinha de linhaça é a melhor maneira de aproveitar todos os benefícios da semente para a saúde.
A linhaça é a mais rica fonte alimentar conhecida de lignanas. Esses nutrientes funcionam como fitoestrógenos (8).
Eles têm sido associados a uma diminuição do risco de doença cardíaca e síndrome metabólica, uma vez que reduzem a quantidade de gordura e glicose no sangue.
Os fitoestrógenos também ajudam a reduzir a pressão arterial e reduzem o estresse oxidativo e a inflamação nas artérias (9).
Os lignanos são fermentados por bactérias no sistema digestivo e podem reduzir o crescimento de vários tipos de câncer, especialmente cânceres sensíveis a hormônios, como câncer de mama, útero e próstata (10).
Existe uma variedade de alternativas saudáveis, sem glúten e low carb à farinha normal ou de trigo para pessoas com doença celíaca, sensibilidade ao glúten não-celíaca ou aquelas que evitam o glúten por outras razões.
Alguns tipos de farinha sem glúten têm mais nutrientes do que outras, tornando-as escolhas mais saudáveis para incluir na sua dieta.
Muitas farinhas sem glúten exigem ajustes de receita ou combinações de diferentes tipos de farinhas sem glúten para criar um saboroso produto final. Não deixe de avaliar sua receita.
Se você escolher ou precisar de farinha sem glúten, certifique-se de comparar os nutrientes, sabor e composição da receita antes de fazer sua escolha de farinha.
E para ajudar você que se preocupa com uma alimentação saudável, sem glúten e low carb, eu convido a adquirir o e-book da minha esposa, Carol Pimentel.
O livro digital contém mais de 70 receitas deliciosas e low carb, desenvolvido para quem deseja ter uma alimentação extremamente saudável focada em eliminar o sobrepeso, evitar problemas de saúde e reverter os danos causados pela má alimentação passada.
Neste livro você vai aprender as melhores receitas de doces e salgados, sem medo de engordar.
Receitas simples e fáceis de preparar, e o melhor de tudo: Super acessíveis!
Clique na imagem abaixo e adquira agora o seu livro digital.
Abraços e fique com Deus,
Dr Juliano Pimentel.
]]>Essa doença, sem os devidos cuidados pode levar à morte prematura.
E você, sabe o que é a doença celíaca, como ela afeta a saúde e como está relacionada ao consumo do glúten?
Muito além da sensibilidade, a doença causada pela intolerância ao glúten ou doença celíaca, atinge hoje de 1% a 2% da população Brasileira.
Saiba aqui o que é a doença celíaca, e como pode afetar você.
Não deixe de ler e compartilhar!
O glúten nada mais é que uma proteína encontrada no trigo, aveia, cevada, centeio e seus derivados como massas, cerveja, uísque, vodka e alguns doces; ele é o responsável por dificultar a absorção de nutrientes dos alimentos, como as vitaminas, sais minerais e água, pelo organismo (1).
A doença celíaca ocorre em pessoas com tendência genética à doença. Seu desenvolvimento na grande maioria dos casos, inicia na infância com crianças de 1 e 3 anos, mas pode surgir em qualquer idade, inclusive em adultos (2).
O quadro clínico da doença pode se manifestar com ou sem sintomas.
E os sintomas e sinais podem variar de pessoa para pessoa; conheça os sintomas mais comuns:
Os exames de sangue são usados para detectar a doença celíaca.
Os exames do anticorpo anti-transglutaminase tecidular (AAT) e do anticorpo anti-endomisio (AAE) são altamente precisos e confiáveis, mas insuficientes para um diagnóstico.
A confirmação pode ser feito por biópsia do intestino delgado, com a coleta mínima de três fragmentos. (3)
Quando a proteína (glúten) é excluída da alimentação os sintomas desaparecem.
No entanto, a maior dificuldade para os pacientes é conviver com as restrições impostas pelos novos hábitos alimentares. (4,5)
A doença celíaca não tem cura, por isso, a dieta deve ser seguida rigorosamente pelo resto da vida.
O paciente celíaco que continuar ingerindo alimentos com glúten apresenta maior risco de desenvolver outras doenças, como doenças de tireoide, fígado, rins e pele.
É de extrema importância que os celíacos fiquem atentos também à possibilidade de desenvolver câncer de intestino, e a ter problemas de infertilidade.
No pior dos casos, sem a exclusão do glúten da alimentação, essa doença pode levar à morte prematura.
Em caso de dúvidas, procure sempre orientação médica.
É preciso cuidar da alimentação para blindar a sua saúde, e por esse motivo, dia 21/06, às 20h, eu vou dar uma aula especial ONLINE e GRATUITA mostrando o motivo de você estar doente, e como você pode superar e evitar complicações de doenças crônicas.
Para se inscrever para essa aula clique aqui.
E para quem é celíaco ou deseja iniciar a reeducação alimentar livre de glúten, veja abaixo do vídeo o que eu preparei para você!
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
]]>
Eu sempre uso como referência o estado da minha saúde após cortar o glúten da minha alimentação, e as afirmações de especialistas.
Não deixe de ler e compartilhar.
Notícias recentes dizem que retirar o glúten do cardápio virou moda, e a dieta passou a ser adotada não só por quem é celíaco.
Dizem também que essa dieta aumenta o risco de exposição a componentes químicos que podem causar doenças cardiovasculares, câncer e efeitos neurológicos, como arsênio.
Essas notícias não estão necessariamente erradas, mas são difundidas de maneira errada, pois dá a impressão de que retirar o glúten da alimentação foi o problema (não é essa a verdade).
O problema é que quando a dieta sem glúten virou “moda”, muitos falaram que era preciso retirar essa proteína da alimentação, mas não explicaram o próximo passo.
É aí que acontece o erro, muitos retiram o glúten da dieta, mas o substituem pelo excesso de outras farinhas e alimentos prontos e processados, motivados pela praticidade e pela rotina corrida do dia a dia que “pede” alimentos rápidos.
Gente, essa não é a solução! É claro que você vai continuar doente.
Quem me segue já sabe os malefícios das comidas industrializadas e processadas. Esses “alimentos” podem até ser práticos, mas a maioria possui grandes quantidades de açúcar e conservantes, o que traz prejuízos a sua saúde (1).
O maior dos problemas dos industrializados são os aditivos que eles trazem em sua composição, como acidulantes, adoçantes e os aromatizantes que ressaltam o sabor e o cheiro, além de esconder o gosto ruim de outras substâncias químicas presentes.
Os efeitos colaterais de tanta química, podem causar a descalcificação de dentes e ossos. Afetam as funções gastrointestinais, aumenta o nível de colesterol no sangue, entre tantos outros sintomas (2).
Já a contaminação por arsênio acontece pelo consumo de arroz. Arroz e alimentos à base de arroz são a maior fonte de arsênio inorgânico dentre diversas culturas, que é a forma mais tóxica.
Ou seja, o problema não foi retirar o glúten da alimentação, e sim os alimentos que foram usados para substituir.
Deixo aqui, mais uma vez, a dica: substitua o glúten por alimentos de verdade. Além desses prejuízos para a saúde, inclui: transtornos cerebrais, problemas de pele e o desenvolvimento de doenças autoimunes.
Entenda uma coisa, nenhum humano consegue digerir glúten. Estudos mostram que o glúten pode causar efeitos adversos, mesmo em pessoas que não têm sensibilidade ao glúten.
Em um desses estudos, 34 indivíduos com Síndrome do Intestino Irritável fizeram uma dieta sem glúten, e outra com glúten.
O grupo na dieta contendo glúten apresentou mais dor, inchaço, inconsistência de fezes e fadiga em comparação ao outro grupo (3).
Há também estudos que mostram que o glúten pode causar inflamação no intestino e um revestimento intestinal degenerado, mesmo em pessoas saudáveis (4, 5).
O glúten também pode ter efeitos negativos sobre a barreira do intestino, permitindo que substâncias indesejadas “escapem” através da corrente sanguínea (6, 7, 8, 9).
Embora isso precise ser estudado muito mais, parece muito claro que a maioria das pessoas reagem negativamente ao glúten (10).
Outro problema relacionado ao glúten envolve o perigo da obesidade, as lectinas presentes nele causam as inflamações e podem se unir ao revestimento intestinal, aumentando as chances de obesidade e prejudicando o bom funcionamento do seu metabolismo.
Ele também pode prejudicar a capacidade do seu organismo em absorver os nutrientes dos alimentos, ou seja, você consumindo um alimento com glúten, absorve os carboidratos vazios. Isso também afeta a sua capacidade de perder peso.

Glúten faz Mal? Cereal Contém Glúten. Imagem: (Divulgação)
Veja a seguir uma lista com os principais alimentos que contêm glúten em sua composição:
Busque cortar esses alimentos da sua dieta.

Glúten Faz Mal à Saúde? Substitua por sementes de girassol. Imagem: (Divulgação)
Há uma abundância de alimentos saudáveis e nutritivos que são naturalmente sem glúten.
IMPORTANTE: Evite alimentos processados e açucarados.
Sim, o glúten faz mal para a saúde e a melhor opção é sempre os alimentos de verdade, carnes, legumes, frutas e gorduras saudáveis. Para esclarecer de vez esse assunto e para te ajudar a fazer uma reeducação alimentar.
Eu desenvolvi um e-book para ajudar você a fazer uma transformação alimentar livre de glúten, com todas as informações que você precisa e um guia passo a passo para implementar.
Tenha acesso aos Bônus Exclusivos!!
Clique na imagem abaixo e adquira agora o meu livro digital:
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
]]>Saiba agora se o glúten engorda, e como ele pode prejudicar o seu organismo.
Não deixe de ler e compartilhar!

Glúten Engorda? Pode prejudicar a saúde? Imagem: (Divulgação)
Enquanto o glúten funciona bem na produção de alimentos, ele não é tão benéfico para o seu corpo. Pesquisas mostram que o glúten pode ser bastante prejudicial para você por causa da vasta gama de complicações que pode causar.
Ele geralmente se esconde em alimentos processados, como sopas prontas, molho de soja, doces, frios e vários produtos com pouca ou nenhuma gordura, além de produtos de grãos refinados como pão, massa de pizza, biscoitos e doces.
Quando você corta todos esses alimentos de sua dieta, você acaba cortando principalmente os carboidratos refinados, que estão ligados ao ganho de peso e à obesidade.
Portanto, é possível que mudar para uma dieta sem glúten possa ajudá-lo a perder peso, especialmente se você estiver comendo muitos alimentos refinados contendo glúten.
Ao comer sem glúten, no entanto, você precisa ter cuidado para substituir por opções saudáveis, como vegetais e outros alimentos integrais.
Se você optar por alimentos processados sem glúten, como a grande variedade de biscoitos sem glúten, massas e pães que estão agora disponíveis comercialmente, pode acabar ganhando peso.
De fato, um estudo de pessoas com doença celíaca que seguiu uma dieta livre de glúten descobriu que 81% ganharam peso depois de dois anos (2).
Portanto, lembre-se de que, só porque um alimento é sem glúten, não necessariamente o torna saudável ou automaticamente bom para a perda de peso.
Para perder peso de forma eficaz, você ainda precisa seguir os princípios de uma dieta saudável, que inclui evitar grãos contendo glúten e concentrar-se em escolhas alimentares completas, e não em alternativas processadas (3).
A dieta low carb é uma boa opção.
O glúten impede a decomposição e absorção adequada dos nutrientes dos alimentos, independentemente de terem glúten ou não.
Isso pode impedir a digestão saudável, porque o excesso de glúten leva à formação de um caroço de constipação colado no intestino.
Depois, o glúten não digerido estimula o sistema imunológico a atacar as vilosidades, ou as projeções em forma de dedos que revestem o intestino delgado. Isso pode causar efeitos colaterais como diarreia, constipação, náusea e dor abdominal (1).
Pode causar danos e inflamação do intestino delgado, predispor a pessoa a má absorção de nutrientes e deficiências nutricionais.
Anemia, osteoporose, outras doenças neurológicas ou psicológicas e complicações ligadas à pele, fígado, articulações, sistema nervoso e muito mais.
Com um número crescente de pessoas sem doença celíaca também está saltando sobre o movimento livre de glúten, e experimentando uma série de benefícios para a saúde incluindo a perda de peso.
O glúten age em nosso corpo e causa uma série problemas de saúde como:
O corpo não é capaz de reconhecer e digerir completamente o glúten e, por isso, reage contra ele. Uma das principais consequências deste processo é a inflamação, que causa problemas diversos.
Ela está associada à diabetes e ao câncer, além de problemas digestivos, dificuldade em perder peso, aumento na concentração de cortisol (hormônio do estresse), retenção de líquidos e fadiga.
Outro fator que aponta que o glúten engorda é que além do inchaço em si, ele estimula a formação de gordura.
Outro problema é resistência à leptina, o hormônio que controla a fome.
A leptina é o hormônio responsável por enviar ao seu cérebro a mensagem de quando você está satisfeito.
Porém, quando você se torna insensível a este hormônio, o cérebro não consegue compreender a mensagem de saciedade, e você passa a comer mais. Por isso, cuidado pois o glúten engorda.
Essa proteína pode inibir a absorção dos nutrientes, uma vez que danifica as paredes do intestino e compromete o processo digestivo.
Além de causar déficits no organismo, comprometendo a imunidade e favorecendo doenças, um corpo mal nutrido é incapaz de perder peso e se manter saudável.
Além de provocar o inchaço das células de gordura, o glúten está associado à dificuldade em ganhar massa magra.
Além de ser importante para a saúde, a massa muscular é essencial para o emagrecimento e manutenção de um peso saudável, uma vez que eleva o metabolismo de repouso.
Em sua maioria, os alimentos que contêm glúten são pães, massas, pizzas, bolos, entre outros. Ou seja, alimentos com glúten são altamente calóricos e, por isso, o próprio consumo destes produtos favorece diretamente o ganho de peso.
O glúten é encontrado em muitos alimentos ricos em carboidratos, porque muitas vezes eles são baseados em grãos. Mas também está presente em produtos de uso geral.
Eles podem elevar o açúcar no sangue, portanto seja cauteloso ao consumi-los e olhe os rótulos.
Veja alguma dicas de alimentos saudáveis:
Mudar para carboidratos ricos em amido sem glúten não significa que você pode parar de contar carboidratos. Você terá muitas alternativas saudáveis se os grãos contendo glúten estiverem fora da lista.
Cuidado com os alimentos ricos em açúcares adicionados ou sódio, leia atentamente os rótulos.
Muitos produtos sem glúten também contêm menos fibra. Isso pode fazer com que os carboidratos sejam absorvidos mais rapidamente, o que pode aumentar o açúcar no sangue.
Então, pense na sua saúde e na perda de peso antes de consumir e comprar alimentos, pois o glúten engorda e ainda pode causar diversos problemas de saúde.
E para ajudar você que se preocupa com uma alimentação saudável, low carb e livre de glúten, eu convido a adquirir o e-book da minha esposa, Carol Pimentel.
O livro digital contém mais de 70 receitas deliciosas e low carb.
Desenvolvido para quem deseja ter uma alimentação extremamente saudável focada em eliminar o sobrepeso, evitar problemas de saúde e reverter os danos causados pela má alimentação passada.
Neste livro você vai aprender as melhores receitas de doces e salgados, sem medo de engordar.
Receitas simples e fáceis de preparar, e o melhor de tudo: Super acessíveis!
Clique na imagem abaixo e adquira agora o seu livro digital.
Abraços e fique com Deus,
Dr Juliano Pimentel.
]]>Eu sou uma dessas pessoas que adequaram a sua alimentação pela saúde, devido à uma grave alergia ao glúten; a doença celíaca afeta aproximadamente 1% da população no mundo inteiro.
As outras pessoas sofrem de sintomas mais comuns de intolerância ao glúten, ou “sensibilidade ao glúten não celíaca“, que é de aproximadamente 6% a 7% da população.
O consumo de alimentos que contenham farinha de trigo, cevada e centeio, podem provocar muito desconforto como o inchaço abdominal e inflamação.
Descubra agora quais são os alimentos você deve evitar, e entenda a importância em tirar o glúten da alimentação.
Não deixe de ler e compartilhar.
Eles são particularmente perigosos para quem é intolerante ao glúten, podendo causar diversas reações como diarreia, dor e inchaço frequente na barriga.
Enquanto isso, outras pessoas evitam esses alimentos devido ao excesso de carboidratos, bem como grãos geneticamente modificados e processados; que podem causar doenças inflamatórias, ganho de peso e muito outros problemas de saúde.
O que poucos sabem é que o glúten engorda.
Veja a seguir uma lista com os principais alimentos que contêm glúten em sua composição:
Se você quer evitar comer glúten, é importante ler os rótulos, pois ele é adicionado à diversos alimentos e produtos.
Outros produtos podem conter glúten, então é indispensável verificar os rótulos e embalagens. Como:
O recente interesse das pessoas pelos alimentos sem glúten fez com que os fabricantes lançassem linhas de alimentos sem glúten (como pães e bolachas).
Um estudo da Mintel Research, descobriu que as vendas de alimentos isentos de glúten aumentaram 63% entre 2012 e 2014. Mas será que dá para confiar nessas variedades mais saudáveis?
Precisamos levar em consideração os riscos da fabricação, que pode levar à contaminação cruzada; em que vestígios de glúten muitas vezes acabam em produtos alimentares que são aparentemente livres de glúten, como molhos de salada, condimentos e doces.
Na dúvida, prefira sempre alimentos de verdade e não os processados (1,2).
Aqui está uma lista de alimentos que contêm glúten, e que muitas pessoas não sabem disso:
Pare de comer esses alimentos nutricionalmente falidos, embalados, processados e ricos em açúcar! Mantenha uma alimentação de verdade, rica em carnes, verduras, frutas e gorduras saudáveis.
A dieta sem glúten é indicada para todas as pessoas que sofrem com intolerância ao glúten; mas na realidade qualquer pessoa pode se beneficiar por parar de consumir alimentos que contenham glúten.
Nela são eliminados todos os alimentos que contêm glúten, o que não é fácil, por que este cereal é utilizado na preparação de muitas refeições.
É importante adquirir o hábito de ler os rótulos dos alimentos e procurar orientação médica.
Em outro artigo, eu desenvolvi um Guia da Dieta sem Glúten para Iniciantes.
Como eu sempre enfatizo, a alimentação de verdade, sem glúten e alimentos processados, é ideal para a sua saúde e emagrecimento! Aproveite o AGORA e mude a sua alimentação.
Transforme a sua vida hoje.
Pensando nisso é que eu desenvolvi um e-book para ajudar você a fazer essa transformação aliementar, com todas as informações que você precisa e um guia passo a passo para implementar.
Você ainda terá acesso aos Bônus Exclusivos!!
Clique na imagem abaixo e adquira agora o meu livro digital:
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
]]>Fato é que uma dieta sem glúten pode ajudar a controlar a presença de erupções cutâneas, presentes na Dermatite Herpetiforme (1).
Não deixe de ler e compartilhar!
Listei a seguir quais são as dúvidas mais frequentes sobre a doença:
As lesões são salientes, medindo habitualmente menos de um centímetro de diâmetro e contendo uma vesícula ou bolha. Tome cuidado, pois se a lesão for “coçada”, uma crosta aparecerá na sua superfície (3).
Ainda precisamos de mais pesquisas antes de podermos responder a todas as questões sobre as causas da Dermatite Herpetiforme, e do elo existente entre as anomalias cutâneas e intestinais.
Como não há cura, procure a orientação de um dermatologia especializado em doença celíaca, e atente-se a sua alimentação.
Prefira sempre alimentos de verdade e seguir uma dieta livre de glúten.
Mas mesmo que você consuma de vez em quando alguns alimentos naturais, isso não é bastante para garantir a boa saúde.
A má alimentação somente causa mais sofrimento e diminui a qualidade de vida. Por isso eu faço um convite especial para você que quer transformar a sua saúde de forma efetiva!
E para você que precisa aderir à alimentação sem glúten, ou simplesmente quer iniciar a reeducação alimentar para prevenir doenças e viver melhor, eu tenho uma notícia!
Eu desenvolvi um e-book para ajudar você a fazer essa transformação, com todas as informações que você precisa e um guia passo a passo para implementar.
Tenha acesso aos Bônus Exclusivos!!
Quer saber como conseguir? Então clique na imagem abaixo e adquira agora o meu livro digital:
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
]]>
Quando eu ainda cursava a faculdade de medicina, tive uma surpresa que mudou completamente a minha vida. Eu fui surpreendido com o diagnóstico da doença celíaca!
Os exames mostraram algo que eu não queria ver, a degeneração da mucosa duodenal estava muito avançada com pontos de sangramento; no mesmo momento já fui orientado a suspender o glúten da minha dieta e nunca mais voltar a consumi-lo.
Apesar do baque e do medo inicial, essa nova fase da minha vida foi uma dádiva. Resolvi encarar esse diagnóstico como uma porta, uma travessia para uma vida mais saudável que mudou toda a minha forma de pensar e encarar a alimentação.
Mudeios rumos que gostaria de seguir na medicina, e hoje estudo e compartilho informações sobre a doença celíaca.
Resolvi seguir essa área porque muito além de me curar, e entender todos os problemas que envolvem o glúten, eu queria ajudar milhares de pessoas.
Graças a Deus estou trilhando esse caminho com a ajuda de uma corrente do bem, sempre tão participativos nas redes sociais e interessados.
Não deixe de ler e compartilhar!
Você sabe quais são as suas consequência do Glúten para o organismo?
Muito além da sensibilidade, a doença causada pela intolerância ao glúten (doença celíaca) atinge hoje de 1% a 2% da população Brasileira.
Ela é causada pela intolerância ao glúten; que é uma proteína encontrada no trigo, aveia, cevada, centeio e seus derivados, como massas, pizzas, bolos, pães, biscoitos, cerveja, uísque, vodka e alguns doces (é verdade, o glúten está muito presente na alimentação da maioria das pessoas).
A doença celíaca é uma condição crônica, autoimune; que afeta o intestino delgado de pessoas geneticamente predispostas.
Seu desenvolvimento na grande maioria dos casos se inicia na infância, com crianças de 1 e 3 anos; mas pode surgir em qualquer idade, inclusive em adultos.
Quem sofre com essa condição e fica exposto ao glúten (por consumir alimentos, bebidas e produtos), o organismo não consegue absorver os nutrientes dos alimentos, vitaminas, sais minerais e água da maneira ideal (1).

Doença Celíaca: Sintomas. Imagem: (Divulgação)
O quadro clínico da doença pode se manifestar com ou sem sintomas. E os sintomas e sinais podem variar de pessoa para pessoa, no entanto, fique atento aos mais comuns:
É importante lembrar que algumas pessoas com doença celíaca não apresentam sintomas ao serem diagnosticadas.
O diagnóstico pode ser difícil e demorado, pois os sintomas são muito variados, e constantemente associados a outras doenças.
A demora no diagnóstico leva a deficiências no desenvolvimento da criança.
Em alguns casos os sintomas se manifestam somente na idade adulta, dependendo do grau de intolerância ao glúten, afetando homens e mulheres (2).
Os principais exames para diagnóstico da doença celíaca são:
>> Exames de sangue com dosagem de anticorpos específicos para a doença (ex: Antiendomísio e Antitransglutaminase);
>> Biópsia do intestino delgado realizada durante exame de endoscopia digestiva. Neste exame observa-se atrofia da mucosa do intestino e aumento no número de células inflamatórias (linfócitos) no intestino do paciente.
A dieta sem glúten é o único tratamento possível para a doença celíaca.
Quando a proteína (glúten) é excluída da alimentação os sintomas desaparecem.
No entanto, a maior dificuldade para os pacientes é conviver com as restrições impostas pelos novos hábitos alimentares. A doença celíaca não tem cura, por isso, a dieta deve ser seguida rigorosamente pelo resto da vida.
O paciente celíaco que continuar ingerindo alimentos com glúten apresenta maior risco de desenvolver outras doenças, como doenças de tireoide, fígado, rins e pele. É importante que os celíacos fiquem atentos também à possibilidade de desenvolver câncer de intestino, e a ter problemas de infertilidade (3).

Sementes de Linhaça
Atualmente, não há nenhuma cura conhecida para a doença celíaca, razão pela qual é considerada crônica.
Para gerenciar os sintomas da doença celíaca e prevenir futuros problemas de saúde, siga uma dieta sem glúten rigorosa.
É necessário ainda cuidar da função imunológica;através da prevenção de deficiências de nutrientes, reduzindo o estresse e dormindo horas suficientes de sono.
O foco de uma dieta de doença celíaca deve incluir mais alimentos anti-inflamatórios e saudáveis, a fim de reparar o aparelho digestivo/trato gastrointestinal e curar qualquer deficiência de nutrientes.
Esses alimentos incluem produtos orgânicos de origem animal, kefir e os seus derivados, legumes, frutas, nozes, sementes e alimentos probióticos (4).
Como o glúten está “escondido” em vários alimentos industrializados e processados, é recomendado que o doente celíaco conheça quais são as opções de alimentos seguros e inseguros para sua condição.
Entre os alimentos liberados, estão:

Doença Celíaca: Evite massas e cerveja. Imagem: (Divulgação)
Evite todos os produtos que contenham trigo, cevada ou centeio.
O glúten constitui cerca de 80% da proteína encontrada nesses três grãos.
Além de evitar comer esses grãos, em grãos inteiros ou a farinha; tome cuidado com os alimentos embalados e com a comida de restaurante; uma vez que muitos deles podem ter vestígios de trigo ou glúten (5).
Alimentos para evitar em livre de glúten:
Para que a pessoa celíaca tenha mais qualidade de vida, e não corra riscos de desenvolver sintomas agravantes, é necessário que ela restrinja da sua alimentação os alimentos citados acima.
A sensibilidade ao glúten é diferente da doença celíaca.
Algumas pesquisas sugerem que, para cada pessoa diagnosticada com doença celíaca, outros seis pacientes apresentam problemas no intestino relacionados ao glúten.
Em outras palavras, você pode não ter doença celíaca, mas ter uma alergia ao glúten.
No entanto, hoje os estudos de pesquisa em andamento, mostram que os sintomas de sensibilidade ao glúten não são tão bem definidos.
A verdade é que algumas pessoas não têm doença celíaca, mas se sentem melhores quando evitam ingerir glúten (6).
Os sintomas da sensibilidade ao glúten são comuns e podem incluir:
Como o glúten é capaz de causar tantos problemas diferentes? Preocupantes, certo?!
Ao contrário do que a maioria das pessoas pensam, intolerância ao glúten (e doença celíaca) é muito mais do que apenas um problema digestivo.
Isso porque a pesquisa sugere que o glúten pode realmente causar mudanças significativas na microbiota intestinal – um grande problema, considerando que nossa saúde geral depende muito da saúde do nosso intestino.
A intolerância ao glúten pode afetar quase todas as células, tecidos e sistema no corpo; uma vez que as bactérias que povoam o intestino ajudam a controlar tudo, desde a absorção de nutrientes e a produção de hormônios até a função metabólica e os processos cognitivos.
Qualquer quantidade de glúten, por mínima que seja, é prejudicial para o celíaco. Por isso, alguns cuidados são necessários:
Em caso de dúvidas, procure sempre orientação médica. E continue as minhas redes sociais para ter acesso a mais conteúdos sobre o Glúten e suas consequências.
Espero, sinceramente, que este artigo tenha aberto os seus olhos para os perigos do Glúten.
Muitos pensam que o Glúten só não deve ser consumido por pessoas celíacas ou com intolerância; mas isso não é necessariamente verdade. Todos podem se beneficiar de uma alimentação livre de glúten!
A alimentação livre de glúten significa ter uma alimentação de verdade.
E uma alimentação de verdade traz inúmeros benefícios para a sua saúde. Por outro lado, uma alimentação rica em glúten e em alimentos processados e açucarados, te mantém acima do peso e doente.
Pensando nisso é que eu desenvolvi um e-book para ajudar você a fazer essa transformação, com todas as informações que você precisa e um guia passo a passo para implementar.
Você ainda terá acesso aos Bônus Exclusivos!!
Clique na imagem abaixo e adquira agora o meu livro digital:
Abraços e fique com Deus!
Dr Juliano Pimentel.
]]>