O jejum intermitente é um padrão alimentar em que você alterna entre períodos de comer e jejuar.
Existem muitos tipos diferentes de jejum intermitente, como os métodos 16/8, por exemplo.
Numerosos estudos mostram que pode ter benefícios poderosos para o seu corpo e cérebro.
Quando você não come por um tempo, várias coisas acontecem em seu corpo.
Por exemplo, seu corpo inicia importantes processos de reparo celular e altera os níveis hormonais para tornar a gordura corporal armazenada mais acessível.
Algumas das mudanças que ocorrem em seu corpo durante o jejum:
Muitos dos benefícios do jejum intermitente estão relacionados a essas alterações nos hormônios. Bem como, expressão gênica e função das células.
Muitos daqueles que tentam o jejum intermitente estão fazendo isso para perder peso (9).
De um modo geral, o jejum intermitente fará com que você faça menos refeições.
A menos que você compense por comer muito mais durante as outras refeições, nesse caso, acabará consumindo menos calorias.
Além disso, um dos benefícios do jejum intermitente é que ele aumenta a função hormonal para facilitar a perda de peso.
Níveis mais baixos de insulina, níveis mais altos de hormônio do crescimento e aumento da quantidade de norepinefrina (noradrenalina) aumentam a quebra da gordura corporal e facilitam seu uso de energia.
Por esta razão, o jejum de curto prazo realmente aumenta sua taxa metabólica entre 6 a 14%. Ou seja, ajuda você a queimar ainda mais calorias (10, 11).
Em outras palavras, o jejum intermitente funciona em ambos os lados da equação de calorias. Ele aumenta sua taxa metabólica, ou seja, aumenta as calorias e reduz a quantidade de comida que você ingere, então reduz as calorias.
De acordo com uma revisão de 2014 da literatura científica, o jejum intermitente pode causar perda de peso de 3-8% em 3-24 semanas ( 12 ). Isso é uma quantidade enorme.
As pessoas também perderam 4-7% da circunferência da cintura. O que indica que eles perderam muita gordura da barriga, a gordura prejudicial na cavidade abdominal que causa a doença.
Um estudo de revisão também mostrou que o jejum intermitente causou menos perda muscular do que a restrição calórica contínua (13).
Tudo considerado, o jejum intermitente pode ser uma ferramenta de perda de peso incrivelmente poderosa.
Infelizmente o diabetes tipo 2 é cada vez mais comum nas últimas décadas.
Sua principal característica são os altos níveis de açúcar no sangue no contexto da resistência à insulina.
Qualquer coisa que reduza a resistência à insulina deve ajudar a baixar os níveis de açúcar no sangue e proteger contra o diabetes tipo 2.
Curiosamente, o jejum intermitente demonstrou ter grandes benefícios para a resistência à insulina. Além disso, proporciona uma redução impressionante nos níveis de açúcar no sangue (12).
Em estudos em humanos em jejum intermitente, o açúcar no sangue em jejum foi reduzido em 3-6%. Enquanto a insulina em jejum foi reduzida em 20-31%.
Outro estudo também mostrou que o jejum intermitente protege contra danos nos rins. Isso é ótimo, afinal, esta é uma das mais graves complicações do diabetes (13).
O que isso implica, é que o jejum intermitente pode ser altamente protetor para pessoas que estão em risco de desenvolver diabetes tipo 2. Por isso, este é um dos benefícios do jejum intermitente.
No entanto, pode haver algumas diferenças entre os sexos. Um estudo em mulheres mostrou que o controle de açúcar no sangue realmente piorou após um protocolo de jejum intermitente de 22 dias (14).
O estresse oxidativo é um dos passos para o envelhecimento e muitas doenças crônicas (14).
Envolve moléculas instáveis chamadas radicais livres, que reagem com outras moléculas importantes (como proteína e DNA) e as danificam (15).
Vários estudos mostram que o jejum intermitente pode aumentar a resistência do corpo ao estresse oxidativo (16).
Além disso, estudos mostram que o jejum intermitente pode ajudar a combater a inflamação. A inflamação é um fator-chave de todos os tipos de doenças comuns (17, 18, 19).
Vários marcadores de saúde (os chamados “fatores de risco”) estão associados a um aumento ou diminuição do risco de doença cardíaca.
O jejum intermitente tem demonstrado melhorar vários fatores de risco. Incluindo pressão arterial, colesterol total e LDL, triglicerídeos sanguíneos, marcadores inflamatórios e níveis de açúcar no sangue (20, 21, 22, 23).

Benefícios do Jejum Intermitente na saúde cardíaca.
No entanto, muito disso é baseado em estudos com animais. Sendo assim, os efeitos sobre a saúde do coração precisam ser estudados mais em humanos para que recomendações possam ser feitas.
Quando jejuamos, as células do corpo iniciam um processo celular de autofagia que nada mais é que uma “remoção de resíduos” (7, 24).
Isso envolve as células quebrando e metabolizando proteínas quebradas e disfuncionais que se acumulam dentro das células ao longo do tempo.
O aumento da autofagia pode fornecer proteção contra várias doenças, incluindo câncer e doença de Alzheimer, por exemplo (25, 26).
O câncer é uma doença terrível, caracterizada pelo crescimento descontrolado das células.
O jejum tem demonstrado vários efeitos benéficos no metabolismo que podem levar à redução do risco de câncer.
Evidências promissoras de estudos em animais indicam que o jejum intermitente pode ajudar a prevenir o câncer (27, 28, 29, 30).
Além disso, há também algumas evidências em pacientes com câncer humano, mostrando que o jejum reduziu vários efeitos colaterais da quimioterapia (31).
O que é bom para o corpo também é bom para o cérebro.
O jejum intermitente melhora vários aspectos metabólicos conhecidos por serem importantes para a saúde do cérebro.
Isso inclui redução do estresse oxidativo, bem como, redução da inflamação e redução dos níveis de açúcar no sangue e resistência à insulina.
Vários estudos mostraram que o jejum intermitente pode aumentar o crescimento de novas células nervosas. Sendo assim, pode beneficiar a função cerebral (32, 33).
Também aumenta os níveis de um hormônio cerebral chamado fator neurotrófico derivado do cérebro (BDNF). A deficiência deste neurônio tem sido implicada na depressão,assim como, vários outros problemas cerebrais (34, 35, 36).
Por fim, estudos em animais mostraram também que o jejum intermitente protege contra danos cerebrais devido a acidentes vasculares cerebrais (37).
A doença de Alzheimer é a doença neurodegenerativa mais comum no mundo.
Não há cura disponível para a doença de Alzheimer, portanto, impedi-lo de aparecer em primeiro lugar é fundamental.
Um estudo mostra que um dos benefícios do jejum intermitente pode atrasar o início da doença de Alzheimer ou reduzir sua gravidade, por exemplo (38).
Além disso, em uma série de relatos de caso, uma intervenção no estilo de vida que incluiu jejuns diários de curto prazo foi capaz de melhorar significativamente os sintomas de Alzheimer em 9 de 10 pacientes (39).
Estudos em animais também sugerem que o jejum pode proteger contra outras doenças neurodegenerativas. Incluindo as doenças de Parkinson e Huntington, por exemplo (40, 41).
No entanto, mais pesquisas em humanos são necessárias.
Um dos benefícios do jejum intermitente mais empolgantes pode ser sua capacidade de prolongar a vida útil.
Isso porque estudos mostraram que o jejum intermitente prolonga a expectativa de vida de maneira semelhante à restrição calórica contínua (42 , 43).
Em alguns desses estudos, os efeitos foram bastante dramáticos. Em um deles, roedores que jejuaram em dias alternados viveram 83% mais do que os ratos que não estavam em jejum ( 44).
Embora isso esteja longe de ser comprovado em seres humanos, o jejum intermitente tornou-se muito popular entre a multidão antienvelhecimento.
Devido os benefícios conhecidos para o metabolismo e todos os tipos de marcadores de saúde. Ou seja, faz sentido que o jejum intermitente possa ajudá-lo a viver uma vida mais longa e mais saudável.
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Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
]]>Não acontece da noite para o dia.
O primeiro passo requer disposição e determinação para iniciar o processo. A partir do momento em que foi dada a largada, é hora de mudanças.
O início pede mudanças de hábitos alimentares e de estilo de vida, que devem marcar uma jornada mais saudável na sua vida.
Neste artigo apresentarei hábitos matinais que ajudam a emagrecer.

Água com limão é um dos melhores hábitos matinais
Um dos importantes hábitos matinais é tomar água com limão. Pela manhã, antes de qualquer refeição, é recomendado tomar água com limão.
Isso porque a estrutura atômica do suco de limão (sem adoçar) é semelhante aos sucos digestivos encontrados no estômago, ajudando o fígado à produzir bile; o que mantém os alimentos movendo-se através de seu corpo e do trato gastrointestinal suavemente.
Água com limão também ajuda a aliviar a indigestão ou aliviar uma dor de estômago (1).
Os ácidos encontrados no suco de limão também incentivam seu corpo a processos bons nutrientes dos alimentos mais lentamente.
Essa absorção prolongada significa que os níveis de insulina permanecem estáveis e você obtém mais nutrientes dos alimentos que consome.
Melhor absorção de nutrientes significa menos inchaço. Também é um leve diurético, você pode encontrar-se usando o banheiro com mais frequência, o que ajuda o trato urinário a se livrar de toxinas.
Tudo isso ajuda a desintoxicação do corpo e da pele.
Beber chás de ervas, como chá verde, chá branco, chá preto, dentre outros, contribuem para o aumento do metabolismo.
Eles são considerados como alimentos termogênicos, além de possuírem outros benefícios para a saúde.
De acordo com um estudo no American Journal of Clinical Nutrition, chá verde é mais eficaz do que outros chás em promover a perda de peso por causa de seus altos níveis de catequinas.
Então, é recomendável tomar uma xícara de chá pela manhã, antes ou depois do café da manhã (2).
Só não adoce a bebida.
Quem me segue sabe que uma maneira de começar o dia com mais energia é pular o café da manhã e praticar o jejum intermitente. Estudos têm demonstrado que o jejum por curtos períodos, pode aumentar o seu metabolismo.
Procure orientação médica e faça o teste.
Agora, se você ainda não consegue deixar de comer pela manhã, procure fazer uma refeição saudável e evite pães, massas e cereais açucarados.
As frutas são ricas em minerais e diversos nutrientes que contribuem para o bom funcionamento dos órgãos do corpo humano. As frutas também são importantes fontes de energia (3).
Prefira aquelas que possuem um baixo teor de frutose e que sejam mais ácidas, como o kiwi por exemplo. Porém, como eu sempre digo, consuma com moderação devido ao teor de frutose.
Muitas vezes você pode pensar que está com fome, quando na realidade o seu corpo está pedindo por água.
Por isso, é importante beber bastante água pela manhã e ao longo do dia para se manter hidratado.
Água potável não só ajuda a eliminar as toxinas do corpo, ela também mantém o seu metabolismo funcionando de forma ideal.
De fato, em um estudo de 2013, mostrou que homens e mulheres aumentaram sua taxa metabólica em 30% depois de beber, no mínimo, dois litros de água por dia (4).
Como já expliquei aqui, o glúten encontrado na maioria dos grãos pode aumentar a inflamação em seu corpo e colocar uma pressão sobre o seu sistema digestivo.
Além disso, o pão comprado frequentemente tem adicionado xarope de milho de alta frutose, açúcar e conservantes.
Esse açúcar no corpo irá armazenar como gordura. Portanto, evite comer produtos derivados de farinha branca pela manhã.
Preste atenção aos alimentos ricos em glúten.
Coma mais alimentos ricos em fibras pela manhã.
Os alimentos ricos em fibras ajudam a manter a saciedade por mais tempo, e a reduzir o desejo por açúcar.
Além disso, já foi comprovado que os alimentos ricos em fibras ajudam a equilibrar o açúcar no sangue, reduzir o colesterol e muito mais.
Por isso, procure alimentos ricos em fibras (como frutas, legumes e verduras) e garanta uma saciedade maior (5).
É importante não comer alimentos errados pela manhã. Pois, essas guloseimas fazem você comer mais, causam indisposição, e aumentam a ingestão de calorias vazias; sem oferecer os nutrientes necessários ao seu organismo.
Elimine ou pelo menos reduza seriamente os alimentos falsificados. Opte por alimentos de verdade em vez disso.
Quando você come rápido, é fácil comer demais.
Pois, enquanto você mastiga, seu cérebro está processando que você está comendo, e mastigação libera enzimas para pré-digestão em sua saliva para iniciar o processo de digestão.
Então comece a comer consciente, mastigando lentamente e apreciando o sabor da sua comida. Isso também facilita a digestão e ajuda o cérebro a alcançar o seu corpo.
Se você tem problemas para comer devagar, tente colocar o seu garfo ou colher entre mordidas (6).
Evite as distrações durante as refeições.
Realizar exercícios físicos ou praticar esportes pela manhã, faz parte dos hábitos matinais saudáveis e que vão te ajudar a transformar a sua vida.
Eles possuem uma variedade de benefícios: você será energizado durante todo o dia, compromissos de tempo inesperado não irá prejudicar seus planos de uma rotina fitness e você estará mais sujeito a fazer escolhas mais saudáveis.
E aqui está uma dica bônus: configure o despertador para um horário mais cedo do que o de costume, preparando seus fundamentos de treino na noite anterior para que você possa se manter ativo e motivado.
Mudar os seus hábitos matinais é um bom passo para transformar a sua saúde e a sua vida.
Se o seu objetivo é cuidar da saúde e alimentação para perder peso e prevenir doenças, esse é o momento!
Segundo Maxwell Maltz, 21 dias é o tempo necessário para que nós consigamos criar um novo hábito!
Se você quer ter minha ajuda por 21 dias para criar um novo hábito e parar de comer doces, conheça o D21!
Abraços e fique com Deus,
Dr. Juliano Pimentel
]]>Se você já tentou todos os tipos de dietas e mudanças de estilo de vida, mas ainda não está vendo resultados, provavelmente está frustrado e se perguntando: por que eu luto para queimar gordura?
Abaixo, vou numerar quatro hábitos que geralmente impedem as pessoas de atingir sua composição corporal ideal.
Para conseguir emagrecer você precisa de uma rotina e comprometimento. Leia as quatro razoes que te atrapalham nesse processo e evite.
Alimentos ricos em proteínas, como carne, leite, ovos, feijão e peixe, não são apenas satisfatórios e ótimos para controlar o apetite, mas também podem ajudar a acelerar o metabolismo. Seu corpo trabalha mais para quebrar a proteína em comparação com outros macronutrientes (carboidratos e gorduras) e, no processo, usa calorias extras.
A proteína também ajuda a manter mais massa muscular magra, o que é importante para manter uma composição corporal saudável. Portanto comer pouca proteína te atrapalha de conseguir emagrecer.
Alimentos que contêm muita gordura – como óleos, abacate, nozes e sementes – podem ser calóricos, mas as gorduras em sua dieta são essenciais para muitas funções.
Gorduras saudáveis (como azeite, peixes gordurosos e nozes) ajudam seu corpo a absorver vitaminas lipossolúveis e também facilitam a produção de hormônios importantes, incluindo testosterona, estrogênio e outros que podem afetar positivamente os efeitos de queima de gordura.
Se sua dieta carece de gorduras saudáveis, você também está mais propenso a sentir desejos e acabar se enchendo de carboidratos processados e açúcar, o que normalmente aumenta os níveis de glicose no sangue (açúcar) e muitas vezes contribui para excessos e ganho de peso.
Não só o que você come importa quando se trata de queima de gordura, mas quando você come também.
O jejum intermitente (IF) é uma ferramenta dietética que envolve comer dentro de uma curta “janela de alimentação” e depois jejuar por cerca de 14 a 16 horas por dia, incluindo durante a noite enquanto você dorme.
Demonstrou-se que o IF aumenta a queima de gordura e promove a sensibilidade normal e saudável à insulina, o que significa que ajuda seu corpo a permanecer metabolicamente flexível.
Uma das maneiras mais simples de começar a praticar o JI é jantar cedo e jejuar até o final da manhã do dia seguinte. Ou pular o café da manhã completamente.
Se você achar o jejum intermitente muito desagradável, simplesmente tente passar algumas horas entre as refeições sem ingerir calorias. E aponte para jantares cedo.
Seu corpo é composto principalmente de água e precisa se manter hidratado. Só assim, para digerir adequadamente os alimentos, eliminar resíduos, permitir que seus músculos funcionem e mantê-lo metabolicamente saudável. Um corpo desidratado terá dificuldades para conseguir emagrecer.
O ideal é de 25 a 35 ml por peso durante o dia. Além disso, você pode controlar também pela cor da sua urina que deve estar sempre clarinha. Minha dica é que você carregue uma garrafa de água com você durante o dia.
A cafeína é boa? Beber uma xícara de café ou chá verde cerca de uma hora antes de um treino pode fornecer um aumento de energia seguro e eficaz para ajudar na queima de gordura.
Agora uma dica extra pra você que já tentou de tudo sem conseguir emagrecer: Controle a ansiedade.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
]]>A falta de conhecimento sobre essa prática, faz com que a palavra jejum ainda seja uma polêmica.
Afinal de contas milhares de pessoas pelo mundo passam fome, por que você, com acesso à comida deveria se colocar em uma situação dessa?
E a resposta é simples: Porque seu corpo foi feito para períodos de jejum.
Eu poderia terminar o artigo aqui. Mas quero que você realmente entenda os benefícios e os tipos de jejum que você pode lançar mão.

Tipos de Jejum Intermitente. Imagem: (Divulgação)
Podemos resumir todos os tipos de jejum intermitente em dois períodos, o que chamamos de janela. Janela de jejum e janela alimentar.
O que diferencia é realmente o período que você vai ficar em jejum. De modo geral, os tipos de jejum são eficientes para todas as pessoas.
O ponto de atenção necessário, é que pessoas com algumas condições de saúde, que usam medicamentos precisam de uma orientação profissional.
Orientação essa que não se relaciona ao fato de não comer em si, mas à condição.
E sim, essa é uma prática benéfica a milhares de anos.
Pense que nossos corpos evoluíram para serem capazes de ficar sem comida por muitas horas, ou mesmo vários dias ou mais.
Nos tempos pré-históricos, por exemplo, antes que os humanos aprendessem a cultivar, eles eram caçadores e coletores que evoluíram para sobreviver – e prosperar – por longos períodos sem comer.
Então, toda essa fome que você sente a cada 2 ou 3 horas, na verdade é uma condição que você colocou no seu corpo.
E acredite, você pode mudar essa situação.
Leia mais sobre os benefícios do jejum.
Entre todos os tipos de jejum esse é o método mais simples de ser aplicado. Isso porque ele consiste em definir janelas de jejum e alimentação.
Por exemplo, você jejua por 16 horas do dia e é capaz de comer apenas oito horas do dia.
Como a maioria das pessoas já jejua enquanto dorme, esse método é popular. É conveniente, pois você estende o jejum noturno pulando o café da manhã e não comendo até o almoço.
Essa forma de jejum é uma aposta mais segura para muitas pessoas que estão interessadas em experimentar o jejum intermitente pela primeira vez.
Dessa maneira você pode fazer a última refeição antes das 20h e quebrar o jejum, ou seja, fazer a próxima refeição às 12h do dia seguinte.
Isso não é regra. Encontrar as janelas de alimentação e jejum certas para esse método pode levar alguns dias para descobrir.
Mas é importante que a maioria de suas calorias seja ingerida antes de escurecer.
Essa abordagem ao jejum intermitente se concentra em limitar suas calorias em 500 por dois dias por semana. Durante os outros cinco dias da semana, você mantém uma dieta saudável e normal.
Em dias de jejum, essa abordagem geralmente inclui uma refeição de 200 calorias e uma refeição de 300 calorias.
É importante se concentrar em alimentos ricos em fibras e proteínas para ajudar a saciá-lo e manter as calorias baixas durante o jejum.
Você pode escolher quaisquer dois dias de jejum (digamos, terças e quintas-feiras), desde que haja um dia sem jejum entre eles.
O ponto de atenção de estar para os dias de não jejum. Por isso, certifique-se de comer a mesma quantidade de comida que você normalmente comeria em dias sem jejum.
Essa variação envolve o jejum “modificado” a cada dois dias.
Por exemplo, limite suas calorias em dias de jejum para 500 – ou cerca de 25% de sua ingestão normal. Em dias sem jejum, retome sua dieta regular e saudável.
Uma observação interessante: um estudo mostrou que as pessoas que seguiram esse padrão de jejum intermitente por seis meses tiveram níveis significativamente elevados de colesterol LDL (ou ruim) após outros seis meses fora da dieta (1).
Este método envolve jejuar completamente por 24 horas. Muitas vezes, é feito apenas uma ou duas vezes por semana.
A maioria das pessoas jejua do café da manhã ao café da manhã ou do almoço ao almoço. Com esta versão do jejum intermitente, os efeitos colaterais podem ser extremos, como fadiga, dores de cabeça, irritabilidade, fome e baixa energia.
Se você seguir esse método, deve retornar a uma dieta normal e saudável nos dias sem jejum.
Todos os tipos de jejum tem benefícios para corpo, mente e sua conexão espiritual. Por isso, o jejum é uma prática que oriento aos meus alunos que desejam perder peso e ser mais saudáveis de modo geral.
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Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
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É um fato que quando você tem artrite reumatóide (AR), uma dieta saudável que evita alimentos inflamatórios pode ajudá-lo a se sentir melhor.
Mas que tal mudar os horários em que você come? Esse tipo de plano alimentar, é o que chamamos jejum intermitente.
O jejum intermitente é muito falado por pessoas que desejam perder peso, no entanto, mesmo que você esteja no peso ideal, esse plano alimentar é extremamente útil para reduzir as dores.
Isso vai te ajudar a se sentir melhor em geral.
Existem muitas versões do jejum, mas basicamente todas elas envolvem alguns períodos de alimentação normal e outros períodos de restrição calórica severa ou abstinência de alimentos.
1. Existem muitos tipos de jejum intermitenteO jejum intermitente é um termo abrangente que abrange uma variedade de planos alimentares. Em todos os planos, durante os períodos de jejum, você deve apenas beber água, chás (especialmente chás de ervas) e café preto.
Alguns dos tipos mais comuns de Jejum incluem:
Quando se trata de artrite reumatóide, alguns pequenos estudos mostraram que a restrição de calorias, como acontece durante um jejum, pode ter um efeito anti-inflamatório.
E é justamente por esse potencial antiinflamatório que o jejum é tão útil para pacientes com artrite.
Para entender a relação artrite e jejum foi realizado um estudo em pessoas com artrite reumatóide durante o Ramadã, um feriado durante o qual os muçulmanos religiosos jejuam por 30 dias do amanhecer ao anoitecer (ou seja, um jejum intermitente de 12/12 ou mais).
Neste estudo, 35 pessoas com AR foram avaliadas quanto à atividade da doença antes, durante e em média três meses depois (1).
A atividade da doença diminuiu significativamente durante o mês de jejum e nos meses seguintes, embora os benefícios tenham começado a desaparecer por volta dos três meses.
Esse estudo é a base inclusive da recomendação da prática do Jejum a cada três meses para pessoas que não conseguem manter o jejum em constância.
Além da potencial perda de peso e redução da atividade da Artrite reumatoide, o jejum auxilia pacientes com marcadores de açúcar no sangue.
Ou seja, duas condições importantes para pessoas com AR que correm maior risco de desenvolver doenças cardíacas.
A revisão do JAMA Network Open descobriu que adultos que praticam o Jejum Intermitente tiveram algumas melhorias no colesterol de lipoproteína de baixa densidade (LDL), colesterol total, triglicerídeos e pressão arterial, bem como açúcar no sangue e insulina em jejum (2).
É importante esclarecer qualquer novo plano alimentar com seu médico, especialmente para um plano que restringe severamente as calorias em alguns dias ou parte de cada dia, principalmente se você faz uso de medicamento oral.
Lembre-se de que o que você come sempre será mais importante do que quando você come.
Uma dieta de junk food espremida em 8 horas do dia não será tão benéfica para a sua artrite quanto um plano de alimentação saudável e pouco inflamatório estendido por mais tempo.
Artrite e jejum, de fato, é uma combinação necessária para quem sofre com a inflamação nas articulações. Mas, o mais importante é que você limite o consumo de alimentos inflamatórios sempre.
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Dr. Juliano Pimentel.
]]>No entanto, existe uma lista de outros motivos relacionados à sua saúde e seu estilo de vida que podem estar causando o atraso da menstruação.
Um período ausente, também conhecido como amenorreia, é classificado como amenorreia primária ou secundária. Amenorreia primária significa que aos 15 anos você ainda não teve sua primeira menstruação. Considerando que, amenorreia secundária, que é mais provável que você está enfrentando, significa que você teve períodos regulares no passado, mas não está mais.

Motivos para a menstruação atrasada
Para entender melhor o contexto que você está vivendo, é preciso pensar sobre seu estilo de vida e últimos acontecimentos. Isso porque muitas dessas perguntas podem parecer não relacionadas ao seu período, mas na verdade são fatores críticos que ajudaram seu médico a entender melhor a causa raiz de suas preocupações exclusivas. Algumas das perguntas que geralmente faço aos meus pacientes incluem:
Você notou alguma mudança recente em seu peso, incluindo perda ou ganho de peso não intencional?
Como está sua rotina de exercícios hoje em dia? Você tem treinado para novos desafios de condicionamento físico (meia maratona, competição de condicionamento físico)?
O que você tem comido no café da manhã, almoço e jantar? Ou melhor, você fez recentemente alguma nova mudança em sua dieta (iniciou jejum intermitente ou eliminou certos alimentos)
Você notou o início de qualquer secreção mamilar?
Você luta com acne ou pêlos faciais?
Houve alguma nova mudança em sua vida (novo emprego, grande mudança, promoção, novo relacionamento, morte na família?)
O que você classificaria seu estresse em uma escala de 1-10 (10, sendo o mais alto)?
Você esteve recentemente doente com um resfriado, gripe ou tosse?
Você tem notado ondas de calor ou suores noturnos?
Como sabemos, sua menstruação é regulada pelo seu sistema endócrino (hormonal) e envolve uma variedade de órgãos, incluindo útero, ovários, tireoide e cérebro. Por isso, avaliar todos os aspectos do seu sistema endócrino é uma das maneiras mais importantes de realmente entender por que seu período está atrasado e encontrar a causa raiz.
Aliás, é aqui que o teste abrangente desempenha um papel crítico. É também a razão pela qual você deve sempre consultar seu médico se o seu período estiver atrasado. Ter períodos irregulares não é normal e muitas vezes pode ser um sinal de um problema maior. Algumas das causas mais comuns para menstruação tardia incluem:
Os pesquisadores estão aprendendo cada vez mais sobre as profundas implicações que o estresse tem em nossa saúde e em nossos hormônios.
O estresse ativa o hormônio cortisol e empurra seu corpo para o modo de sobrevivência. Se você está passando por estresse crônico, isso pode fazer com que seu corpo evite que seu período venha para protegê-la do estresse adicional, ou seja, gravidez.
A síndrome do ovário policístico é diagnosticada em 2 milhões de brasileiras por ano. E, embora comum, a SOP pode não ser diagnosticada por anos. Uma das maiores razões pelas quais ela não é diagnosticada é porque muitas mulheres estão tomando anticoncepcionais há quase uma década apenas para perceber que, uma vez que param de tomar anticoncepcionais, seus ciclos são muito irregulares ou nunca mais voltam.
Embora você não pense em sua tireoide como uma parte crítica de sua saúde reprodutiva, a tireoide é na verdade uma potência quando se trata da regularidade do seu ciclo.
Na verdade, a função anormal da tireoide pode ser a causa da menstruação atrasada, irregular ou tardia. Ou seja, ter função tireoidiana baixa ou alta pode afetar seus períodos.
Por isso, é importante fazer um exame bem completo que inclui TSH, T3 livre, T4 livre e anticorpos da tireoide, é uma parte crítica do tratamento de seus ciclos anormais. O que nunca te contaram sobre exames de Tireoide!
Estudos descobriram que as mulheres que têm doença celíaca tendem a pular períodos com bastante frequência. De fato, um grande estudo recente descobriu que quase 20% das mulheres com doença celíaca relataram ter menstruação atrasada em comparação com apenas 2,2% das mulheres sem doença celíaca.
Isso acontece dedido a redução da gordura corporal (devido em parte à má absorção), bem como a própria inflamação, podem contribuir para desequilíbrios hormonais.
Se você iniciou recentemente o turno da noite ou mudou para um novo fuso horário, as mudanças no seu sono provavelmente podem estar afetando seus períodos. De acordo com um estudo publicado na Frontiers in Endocrinology, qualquer interrupção no seu ritmo circadiano pode causar períodos irregulares. Higiene do sono – Hábitos para você dormir melhor
A prolactina é um hormônio liberado pelo cérebro para dizer à mama para produzir leite materno. É uma parte essencial da maternidade, mas às vezes pode ser um sinal de disfunção se você estiver produzindo leite materno quando não estiver grávida.
Por isso, se você está tendo ciclos irregulares e notou corrimento semelhante ao leite de seu peito, é importante consultar seu médico. Por fim, a produção de prolactina em uma mulher não grávida pode indicar disfunção na hipófise e também deve ser avaliada com exames de sangue e, se necessário, uma ressonância magnética cerebral.
A insuficiência ovariana primária, também conhecida como POI, é uma condição na qual os ovários de uma mulher começam a declinar antes dos 40 anos.
Muitas mulheres com POI experimentarão “sintomas da menopausa”, incluindo ondas de calor e secura vaginal, por exemplo. Além disso, há também uma elevação em um hormônio reprodutivo específico, conhecido como hormônio folículo estimulante (FSH).
Mesmo que você tenha condições de ter uma alimentação balanceada, você pode estar desnutrida. A falta de nutrientes pode interferir na produção de hormônios e ser a causa da menstruação atrasada.
Percebe como é mais complexo do que ter as informações seguras? Ter todas essas informações é difícil em consultas e até mesmo aqui na internet.
Por isso, decidi criar uma biblioteca de conteúdo sobre saúde onde você pode aprender com médico especialista como cuidar de fato do seu corpo. Conheça o SAÚDE TODO SANTO DIA
Abraços e fique com Deus,
Dr. Juliano Pimentel.
]]>A gastrite é um problema digestivo causado por inflamação do estômago e erosão do revestimento dele (mucosa gástrica) (1).
Fatores de estilo de vida que são prejudiciais, como: fumar, comer uma dieta pobre em nutrientes, usar analgésicos sem receita frequentemente; contribuem para a inflamação no estômago e aumentam a probabilidade de desenvolver gastrite.
Nesse artigo explicarei o que você pode comer para quebrar o jejum, se você sofre com a gastrite.
Não deixe de ler e compartilhar!
Ajustar a dieta é um passo importante para ajudar no tratamento do estômago, evitar que a inflamação se desenvolva ou retorne.
Certos alimentos podem piorar os sintomas de gastrite e devem ser evitados.
Exclua os alimentos muito ácidos, picantes ou quentes, álcool, cafeína e alimentos processados / embalados.
Por outro lado, alimentos ricos em fibras, antioxidantes como vitamina C, eletrólitos como magnésio e cálcio, vitamina B12, probióticos e ácidos graxos ômega-3 podem ajudar a diminuir a inflamação e aumentar a saúde digestiva.
Uma dieta para quem sofre de gastrite possui principalmente vegetais, frutas, proteínas de alta qualidade, e gorduras saudáveis pode ajudar a gerenciar sintomas dolorosos; essas mudanças vão ajudar você a manter um peso saudável e prevenir deficiências nutricionais.
Se você tem gastrite e quer quebrar o jejum precisa cuidar mais da alimentação. A seguir, você confere uma lista de alimentos que além de serem deliciosos ajudam a combater os efeitos e os sintomas de gastrite.
Alimentos com alto teor de antioxidantes, como os ricos em vitamina C, vitamina A e flavonoides (encontrados em bagas, por exemplo), podem ajudar a diminuir a inflamação do estômago, reduzir o risco de distúrbios digestivos ou complicações.
As melhores fontes de antioxidantes são frutas e vegetais frescos de cores vivas.
Frutas frescas, ervas, especiarias e vegetais que são especialmente benéficos para a gastrite; assim como cebola, alho, abóbora, pimentões, folhas verdes, alcachofra, aspargos, aipo, erva-doce, vegetais marinhos, gengibre, açafrão, vegetais crucíferos, bagas, maçãs e cerejas. (1)

Quebrar o Jejum: Kefir. Imagem: (Divulgação)
Uma revisão de estudos sugere que o consumo de probióticos pode ajudar a controlar bactérias de H. pylori, e tratar infecções que desencadeiam gastrite e úlceras (2).
Os alimentos probióticos, incluindo vegetais, kombucha, kefir e os seus derivados, têm inúmeros benefícios para quase todos os aspectos da saúde.
Esse alimentos reduzem a inflamação, regulam os movimentos intestinais, ajudam a controlar reações a alergias alimentares ou intolerâncias e muito mais.
Os alimentos e suplementos probióticos que contêm bactérias benéficas como Lactobacillus bulgaricus, podem ajudar a regular a quantidade de ácido produzido pelo estômago, e reduzir a inflamação inibindo significativamente a expressão de citocinas e quimiocinas.
O alho é um anti-inflamatório natural e até possui algumas propriedades antibióticas.
Alguns especialistas acreditam que o alho cru pode até mesmo ajudar a reduzir a bactéria H. pylori, e inibir o crescimento de outras bactérias nocivas no microbioma. (3)
Estudos apontam que consumir cerca de dois dentes de alho por dia, oferece a maior proteção contra a inflamação do estômago e benefícios também, assim como tomar suplementos concentrados de extrato de alho.
O alcaçuz é um remédio popular tradicional para todos os tipos de queixas digestivas, incluindo úlceras e refluxo ácido.
A raiz de alcaçuz contém um composto especial chamado glycyrrhizic, que é conhecido por seus efeitos calmantes no estômago e fortalecimento das habilidades dentro do trato gástrico.
Ele possui propriedades anti-inflamatórias, antidiabéticas, antioxidantes, antitumorais, antimicrobianas e anti-virais (4).
Embora o extrato de alcaçuz possa ser mais benéfico; a erva-doce e o uso de especiarias de anis também pode oferecer algum alívio.
Alimentos ricos em fibras são excelentes para tratar a gastrite e outros distúrbios digestivos, e uma ótima opção saudável para quebrar o jejum.
Um estudo realizado americano pela Harvard School of Public Health, descobriu que dietas com fibras elevadas foram associadas com risco reduzido de desenvolver úlceras de estômago em até 60%. (6)
Algumas das melhores fontes de fibras incluem nozes como amêndoas, sementes de chia ou
linho, legumes, e grãos (de preferência sem glúten ou excesso de carboidratos) como a quinoa.
Outra forma saudável de quebrar o jejum para quem tem gastrite, é consumir alimentos ricos em proteínas, gorduras saudáveis e ômega-3.
As proteínas ajudam a reparar a parede intestinal, e tratam problemas digestivos como síndrome do intestino com vazamento, o que pode desencadear a inflamação de gastrite.
As boas fontes de proteína incluem: a carne alimentada com grama, peixe selvagem, sementes de chia, ovos ou aves.
Peixes como o salmão ou sardinha são especialmente benéficos porque são alimentos ricos em ômega-3, que são anti-inflamatórios.
Outras gorduras saudáveis que são fáceis de digerir incluem o óleo de coco ou de azeite, o abacate, a manteiga e a manteiga Ghee.
Mas mesmo que você consuma de vez em quando alguns alimentos naturais, isso não é bastante para garantir a boa saúde e prevenir doenças. Se você costuma comer alimentos industrializados e processados, está à um passo ver a sua saúde minguar aos poucos.
Esse é o momento de transformar a sua saúde de forma efetiva! Inscreva-se para participar do curso sobre Jejum Intermitente.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
Mas como usá-lo de forma segura e responsável para perder peso, e não sofrer com as deficiências nutricionais?
Existem mitos e dúvidas sobre o assunto.
Mas quem me conhece sabe que eu sou adepto ao Jejum Intermitente, e que indico para os meu leitores e pacientes; por isso, nesse artigo eu vou explicar como o jejum pode acelerar o emagrecimento com saúde.
E como eu sempre alerto: não existe mágica para perder peso. O jejum intermitente pode auxiliar no emagrecimento, mas também é essencial fazer exercícios regulares e comer alimentos adequados.
Não deixe de ler e compartilhar!

Jejum Pode Acelerar o Emagrecimento: Alie com Exercícios. Imagem: (Divulgação)
Especialistas e pacientes apoiam que ficar horas sem comer pode ser prejudicial para a saúde, e que deve ser evitado (1,2).
Você já deve ter ouvido a recomendação de comer de 3 em 3 horas, certo? Mas como eu já expliquei em artigos anteriores, isso não é indicativo de saúde ou apoia o emagrecimento.
De acordo com pesquisas, depois de 12 horas de jejum por exemplo, o organismo consome o excesso de carboidratos, e começa a queimar a gordura armazenada.
Mas para exemplificar: o jejum intermitente pode ajudar a emagrecer; pois beneficia a perda de gordura de muitas formas comprovadas pela ciência, além de possuir outros benefícios, como (2):
Ele possui a capacidade de acelerar a queima de gordura e com isso, faz com que o seu organismo perca calorias.
O jejum intermitente força o seu corpo a usar os depósitos de gordura que estão armazenadas, e que se acumulam na cintura e em volta dos órgãos como combustível de energia.
Quando você se alimenta, o organismo usa a glicose (açúcar) dos alimentos como fonte principal de geração de energia, já o excesso de glicose que restou fica armazenado nos músculos e fígado como glicogênio.
Ao consumir menos glicose (que pode vir do próprio açúcar ou de carboidratos), o corpo quebra o glicogênio armazenado como combustível.
Quando esse glicogênio se esgota o corpo vai buscar fontes alternativas de energia, como aquelas presentes em células de gordura.
O jejum intermitente funciona semelhante à dieta cetogênica, que incentiva um consumo melhor de carboidratos, forçando o seu corpo a usar os depósitos de gordura como energia, fazendo assim com que você perca gordura.
Estudos direcionados para a efetividade do Jejum Intermitente, mostraram que dependendo da escala de jejum que você pratica; ele pode ajudar a reduzir o peso corporal em até 7%, e da gordura corporal em até 544 gramas (dependendo dos tipos de alimentos que você consome, para quebrar o jejum) (3).
No método de 18/6 esses estudos perceberam, que não acorreu a perda de massa magra mas somente de gordura armazenada.
O hormônio da saciedade ou leptina, é um hormônio muito importante produzido pelas células de gordura, e responsável por sinalizar o seu cérebro sobre o momento de parar de comer.
Sabe quando você sente que está satisfeita (o)? é a leptina no seu organismo que está trabalhando. Quando você sente fome os níveis de leptina aumentam, e após as refeições eles tendem a cair.
Quanto maior for a sua gordura corporal como no caso de pessoas obesas e com sobrepeso; mais leptina o organismo vai produzir.
Porém, o excesso dela pode provocar a resistência à leptina, que pode induzir você a não conseguir parar de comer e sempre sentir fome, mesmo após as refeições.
Quando esse hormônio está equilibrado e funciona adequadamente, você não sente tanta fome e isso previne o aumento de peso e a compulsão alimentar, que causam o excesso de peso e a obesidade.
Durante o Jejum intermitente, o seu corpo consegue baixar e equilibrar a produção de leptina, e isso é fantástico para quem quer perder peso ou manter o peso ideal.
Mas não pense que fazer jejum basta para emagrecer, quem me acompanha sabe que os exercícios físicos regulares e a alimentação saudável e de baixo carboidratos é essencial.
O Jejum Intermitente ou o jejum cíclico pode durar de 12-16 ou mais, dependendo do seu histórico médico e a recomendação do especialista.
Durante esse período de jejum é essencial e indispensável a ingestão de água, café ou chá (sem açúcar ou adoçantes) para hidratar o seu organismo.
Parece difícil? Mas pense: durante as suas horas de sono, ou quando vai realizar algum tipo de exame você não fica algumas horas consideráveis sem se alimentar?
Todo mundo em algum momento da vida já praticou o Jejum Intermitente sem saber.
Muitas pessoas usam o jejum intermitente para controlar o peso, e evitar o aumento dele.
De acordo com pesquisas voltadas para a prática do jejum intermitente, quando o paciente mantém esse controle e rotina; dificilmente desiste dele pois se torna um hábito saudável.
Ele pode ser considerado um estilo de vida, e não somente um tipo de dieta que restringe a sua alimentação, e ao encerrá-la você volta a engordar todos os quilos perdidos.
Para quebrar o jejum você precisa ter em mente, que precisa nutrir o corpo com alimentos de verdade, saudáveis e que reponham proteínas, fibras, vitaminas e outros nutrientes.
Entenda melhor como funciona o jejum para iniciantes, no meu artigo clicando aqui.
Apesar dos benefícios do jejum intermitente, algumas pessoas devem evitar a sua prática, a menos que o médico tenha permitido (4).
Pessoas com:
Verifique o melhor método de jejum intermitente para você, caso não faça parte do grupo citado acima.
E se você optar por começar o jejum, lembre-se que precisa ingerir líquidos saudáveis e livres de açúcar refinado e conservantes, durante o jejum como água, café e chá, por exemplo.
E para quebrar o jejum e não prejudicar todo o seu esforço para emagrecer, precisa ficar longe dos alimentos industrializados, processados, açúcar refinado e de outros alimentos que engordam e prejudicam a saúde.
Coma comida de verdade e de baixo carboidrato.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
]]>Muitos estudos indicam que o jejum pode ter efeitos poderosos sobre seu corpo e cérebro, e pode até mesmo ajudar viver mais e com mais qualidade de vida.
Nas minhas redes sociais eu costumo falar bastante sobre o Jejum Intermitente, mas muitas pessoas ainda me procuram com dúvidas. Por isso, fiz este o guia para os iniciantes.
Não deixe de ler e compartilhar.
O jejum intermitente (JI) é um termo usada para nomear um padrão alimentar que se alterna entre períodos de jejum e alimentação.
Os métodos de jejum intermitentes comuns envolvem jejuns diários de 16 horas, ou jejum por 24 horas, duas vezes por semana (1).
Muitos ainda temem jejuar, mas essa técnica é na verdade bastante natural.
Basta pensar, os seres humanos fizeram jejum durante a evolução. Às vezes era feito por falta de comida, por questões religiosas, como o Islamismo, o Cristianismo e o Budismo (2).
Quando você reflete sobre o assunto, entende que nossos antepassados não tinham supermercados, geladeiras ou alimentos disponíveis durante todo o ano.
Às vezes eles não conseguiam encontrar nada para comer. E nossos corpos evoluíram para poder funcionar sem comida por longos períodos de tempo. Ou seja, jejum soa bem mais natural do que comer de 3 em 3 horas.
Nós já fazemos jejum durante o sono. Então, o jejum intermitente pode ser tão simples quanto prolongar esse jejum um pouco mais.
Você pode fazer isso pulando o café da manhã, comendo sua primeira refeição ao meio-dia e sua última refeição às 20:00.
Fazendo isso, você faz jejum por 16 horas todos os dias e restringe a sua alimentação a uma janela alimentar de 8 horas (período do dia em que você pode comer).
Esta é a forma mais popular e simples de jejum intermitente, conhecido como o método 16/8.
Nenhum alimento é permitido durante o período de jejum, mas você pode beber água, café, chá e outras bebidas naturais não calóricas (sem adicionar açúcar ou adoçantes, é claro).
Leia também: Mitos sobre o Jejum Intermitente
Todos os tipos de processos no nosso organismo mudam quando não comemos por um tempo. Isso acontece, para ajudar o corpo no funcionamento dos órgãos e regeneração dele.
Esse processo tem a ver com os hormônios, bem como, genes e importantes processos de reparação celular.
Ao jejuar, os nossos níveis de açúcar no sangue caem significativamente e com isso a insulina também cai. Há ainda o aumento na quantidade do Hormônio do Crescimento (HGH).
Muitas pessoas fazem jejum intermitente para perder peso, pois é uma maneira muito simples e eficaz de restringir calorias e queimar gordura (3).
Algumas pesquisas também sugerem que o jejum intermitente pode ajudar a proteger contra doenças, incluindo doenças cardíacas.
Em resumo, o jejum intermitente é eficaz e torna a sua vida mais simples, ao mesmo tempo em que melhora a sua saúde.
Afinal, quanto menos refeições você precisa planejar, mais simples será a sua rotina. Além do mais, não ter que comer de 3 a quatro vezes (ou mais) por dia também economiza tempo.
Mas não se esqueça que para ter efeitos positivos, você deve se alimentar corretamente durante as janelas alimentares.
Além disso, prefira sempre alimentos de verdade, como carnes, frutas e verduras. Esqueça de vez os alimentos industrializados, açucarados e processados.
Por último, pessoas com problema de saúde, ou que sentem dificuldade em jejuar devem sempre procurar orientação médica antes de iniciar a prática.
Um dos momentos mais importantes do Jejum Intermitente é a quebra dele, nesse caso, nosso corpo sente necessidade de nutrientes a cada 26h que se passa, para que você mantenha seu jejum mas se nutri de forma saudável, o certo é alimentar-se de maneira que você selecione os alimentos e que tenha grupos nutricionais diferentes em seu prato. Na hora de montar, escolha por frutas, verduras, carboidratos com baixo índice glicêmico, proteína animal e gorduras boas:
Grupo 1: Frutas (fibras, vitaminas e antioxidantes)
Grupo 2: Verduras (fibras, vitaminas e antioxidantes)
Grupo 3: Aveia, quinoa, arroz integral, fubá (carboidratos)
Grupo 4: Ervilha, lentilha, feijão, grão de bico, carne de boi, frango e porco (proteínas e ferro)
Grupo 5: Ovo caipira ou iogurte natural, queijos maturados (proteínas e cálcio)
Grupo 6: Azeite de oliva extra virgem ou algumas castanha (gorduras boas)
Para hidratar-se você pode optar por chá pois além da hidratação em si, os chás tem funções de limpar nosso organismo e o principal para o jejum, ajuda na queima de gordura localizada. Os chás podem ser tomados a todo instante, visto que o jejum só é quebrado em caso de consumo de carboidrato, proteína, gordura.
E pensando na saúde como um todo, é necessário um conjunto de mudanças e adaptações para você viver melhor; meditar ajuda o seu corpo em muitos aspectos, mas não basta se você continuar consumindo alimentos industrializados e processados.
É necessário implementar uma reeducação alimentar e mudanças no estilo de vida.
Dr. Juliano Pimentel.
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Provavelmente você já deve ter ouvido, ou até mesmo falado a frase “somos o que comemos” e essa é a mais pura verdade!
Para se ter ideia, mesmo o diabetes existindo desde me 1500 antes de Cristo, é nos dias de hoje que as pessoas estão morrendo por obesidade e diabetes.
Nossa alimentação mudou muito ao londo do tempo. Anos atras as pessoas se alimentavam de alimentos que plantavam e animais que criavam. Era tudo fresco, orgânico e todos sabiam a procedência dos alimentos. Quando alguém queria comer uma verdura que não tinha plantado, por exemplo, trocava com um conhecido que tinha.
Hoje, porém, há disponível nos supermercados muitas opções de alimentos que não sabemos a procedência e, o pior, não fazemos ideia de quais são os ingredientes e os processos que foram realizados para chegar aquele alimento.

Estamos nos alimentando de corantes, açúcares, sabores artificiais, gorduras saturadas e aditivos que não sabemos quais são. E sabe o que acontece quando se come este tipo de comida? As pessoas adoecem!
Ficam obesas, com colesterol alto, diabetes, pressão alta e nesse momento recorrem à industria farmacêutica. Começa a consumir remédios para controlar a pressão, o diabetes, triglicerídeo, tireoide, para emagrecer e quanto mais remédio toma, mais remédio precisa tomar. Afinal, todo mundo sabe que todo remédio tem um efeito colateral.
E por mais triste que seja, hoje é assim, que muitos brasileiros vivem! Comendo mal e consumindo cada dia mais remédios.
Por esse e vários outros motivos que não se vê anúncios sobre o jejum! Ao contrário, a mídia sempre propaga a ideia de que é preciso comer de 3 em 3 horas. E ai sugerem barras de cereais, Shake industrializado, um volume de frutas elevado e por aí vai!
E se esse ciclo de má alimentação não chegar ao fim, o consumo de remédios será cada dia maior!
O jejum é para muitos um assunto controverso, mas isso se dá, pois essas pessoas não entenderam realmente todos seus benefícios para a saúde.
Aqui no blog tem vários artigos sobre o jejum, no entanto, vamos explorar mais sobre ele nas próximas linhas.
Quando você não come por um tempo, várias coisas acontecem no seu corpo.
Seu corpo inicia, por exemplo, importantes processos de reparo celular e altera os níveis hormonais para tornar a gordura corporal armazenada mais acessível.
Aqui estão algumas das mudanças que ocorrem no seu corpo durante o jejum:
Muitos dos benefícios do jejum intermitente estão relacionados a essas alterações hormonais, expressão gênica e função das células.
Agora, imagina o que seria do setor farmacêutico se todas as pessoas soubessem que podem alcançar esses benefícios simplesmente comendo certo e fazendo jejum?
Você não precisa comer o tempo todo para ser saudável. Lembrando que estou dizendo aqui que fazer jejum é saudável! Não estou dizendo que é saudável passar fome ou ficar sem comer por qualquer outro problema de saúde.
O que quero deixar claro é que fazer o jejum, e depois quebrar esse período de jejum com alimentos saudáveis, comida orgânica, segura e de maneira responsável trás benefícios para sua saúde capaz de substituir o consumo de remédios.
A obesidade está associada a maioria das doenças atualmente. E ao invés de se alimentar melhor, buscar ajuda para entender sobre alimentação, as pessoas buscam por remédios. Em 2012, por exemplo, um estudo mostrou que a cirurgia bariátrica, para reduzir a massa corpórea em pacientes com excesso de peso, é mais eficaz no controle da glicemia do que o uso de medicamentos (9).
Ou seja, emagrecer é mais eficiente no controle do diabetes que o próprio remédio. E a bariátrica não é a única maneira de diminuir a massa corpórea. Afinal, existem inúmeras maneiras de alcançar a perda de peso, inclusive com o jejum.
Se você quer aumentar sua saúde, diminuir seu peso, elevar sua energia tenho um convite especial para você!
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Abraços e fique com Deus!!
Dr. Juliano Pimentel
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]]>Bom, a resposta para esta pergunta pode ser a mais variada. Inclusive, a resposta também depende do estilo de vida de cada um, e principalmente o nível de elevação do colesterol.
Inicialmente é importante entender que o colesterol é uma substância à base de óleo, ou seja, não se mistura com o sangue, que é à base de água. Então, quando há um nível alto de colesterol no organismo ele estreita as artérias, dificultando a passagem do sangue.
Por isso, que pessoas com colesterol alto têm chances maiores de sofrer um ataque cardíaco ou derrame, por exemplo.
O acúmulo de colesterol faz parte do processo que estreita as artérias, chamado aterosclerose. Na aterosclerose, as placas se formam e causam restrição do fluxo sanguíneo.
Reduzir a ingestão de gordura na dieta ajuda a gerenciar os níveis de colesterol.
Em particular, é útil limitar os alimentos que contêm:
Excesso de peso ou obesidade também podem levar a níveis mais altos de LDL no sangue. Fatores genéticos podem contribuir para o colesterol alto. Pessoas com a condição herdada de hipercolesterolemia familiar têm níveis muito altos de LDL.
Mas além de tudo isso, o jejum intermitente também pode ser muito útil para ajudar a reduzir o colesterol.
O do jejum intermitente para redução do colesterol se dá devido a troca metabólica. A troca metabólica acontece quando as células passam do uso de glicose para energia para o uso de corpos cetônicos e depois voltam novamente.
O que acontece é as pessoas estão acostumadas a fazerem mais refeições do que o necessário ao logo do dia. Ou seja, além das típicas três refeições por dia, rica em carboidratos, ainda tem os lanches, que fornece glicose mais do que suficiente para alimentar as células.
Porém, durante o jejum, a glicose se esgota e o fígado responde convertendo ácidos graxos em corpos cetônicos, um processo conhecido como cetose. Os corpos cetônicos fornecem energia constante, derivada de gordura, e parecem regular proteínas e moléculas relacionadas à saúde e ao envelhecimento.
Ou seja, o benefício do jejum intermite se dá por que ao fazer o jejum as pessoas conseguem perder peso, comer de maneira mais saudável diminuindo a pressão arterial, retardando a progressão das doenças de Parkinson e Alzheimer e reduzir o risco de câncer.
Agora que você já entendeu que o jejum ajuda seu metabolismo a acelerar, queimar gordura, perder peso e a ter uma alimentação mais adequada, é o momento de decidir como colocar isso em prática.
Existem várias maneiras de fazer jejum.
O jejum intermitente (JI) é um termo usada para nomear um padrão alimentar que se alterna entre períodos de jejum e alimentação.
Os métodos de jejum intermitentes comuns envolvem jejuns diários de 16 horas, ou jejum por 24 horas, duas vezes por semana (1).
Muitos ainda temem jejuar, mas essa técnica é na verdade bastante natural. Além do jejum, outra alternativa que pode te ajudar a controlar o colesterol e ainda perder alguns quilos extras é a DESINTOXICAÇÃO!
Ao retirar do seu dia a dia tudo o que está prejudicando a sua saúde, causando desanimo, obesidade, e várias doenças, você conquistará uma saúde plena.
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Contanto que você não adicione nada como açúcar, creme ou leite a essas três bebidas não calóricas. Basicamente, desde que você siga a regra geral que diz que, se permanecer abaixo de cinquenta calorias durante o período de jejum, permanecerá em jejum.
A água é fácil, o café é puro e preto, mas você tem mais opções quando se trata de chá. Os chás têm muitos sabores e podem tornar sua experiência de jejum muito mais agradável e administrável. Como é que isso funciona? Leia mais para descobrir.
Durante os primeiros dias de jejum é normal as pessoas terem dificuldades de ficar sem comer. Isso acontece porque seu corpo está acostumado a consumir energia durante o dia. No entanto, beber o chá certo pode ajudar a aliviar esses problemas à medida que seu corpo se adapta ao período de jejum.
Um dos melhores chás para reduzir a fome durante o jejum é o chá verde. Isso porque as catequinas presentes no chá inibem a secreção de grelina – o hormônio responsável por sinalizar a sensação de fome. Essas catequinas do chá verde incluem EGCG, ou galato de epigalocatequina, um antioxidante responsável por muitos dos benefícios à saúde do chá, incluindo a eliminação de radicais livres (1).

Melhores chás para jejum intermitente.
Além disso, beber chá pode ajudar a facilitar a experiência de jejum, enquanto ameniza alguns dos efeitos colaterais comuns ou altera seus hábitos alimentares. Em um nível químico, beber chá pode ajudar a bloquear o hormônio da fome, diminuindo os níveis de grelina, interrompendo a fome.
Um fato sobre o jejum intermitente é que ele ajuda na perda de peso, por isso, muitas pessoas pratica o jejum para isso. Sendo assim, se seu objetivo ao fazer o jejum é perder o peso, a escolha do chá que será consumido durante esse período é determinante.
O chá preto, é o melhor chá para ser consumido durante períodos de jejum, se você quer emagrecer.
As catequinas no chá preto ajudam a aumentar a perda de gordura. Uma maneira de o chá fazer isso é aumentando a temperatura interna do corpo. A cafeína também trabalha para aumentar o gasto de energia e a oxidação de gordura, ajudando a perder quilos mais rapidamente (2).
Beber chá junto com o jejum intermitente ajuda o processo natural de desintoxicação do corpo, conhecido como autofagia. O processo é desencadeado pela ativação de uma proteína, que incentiva o corpo a liberar as células danificadas e a regeneração de novas células.
Este processo é essencial quando se trata de preservar a massa muscular e prevenir doenças relacionadas à idade. O melhor chá para isso, é o chá de gengibre.Durante a janela do jejum, as catequinas do chá ativam a autofagia, ajudando o corpo a desintoxicar e reconstruir as células (3).
As catequinas do chá também ajudam a eliminar os radicais livres que podem causar estresse oxidativo. O estresse oxidativo é a forma de ferrugem do corpo e tem sido associada a doenças degenerativas, incluindo o envelhecimento precoce.
Agora, se você sentir ansiedade, durante os períodos de jejum o chá de matchá, morninho, é o melhor para você. Na verdade, o simples fato de beber chá já é ótimo para a saúde do cérebro, assim como o jejum intermitente.
O ato calmante de beber chá pode ajudá-lo a relaxar após um dia estressante e permite que você dedique alguns minutos para se concentrar em sua saúde pessoal. Também foi demonstrado que beber chá ajuda a diminuir os níveis de estresse, inibindo o hormônio do estresse cortisol (4).
Agora, se você deseja fazer o jejum de 3 visando a perda de peso e uma melhor qualidade de vida, eu tenho um convite especial para você!
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Muitas coisas afetam o sistema imune, como o estado mental, a falta de vitaminas e a alimentação. No entanto, acreditava-se que para beneficiar o sistema imunológico era necessário apenas fazer boas escolhas de alimentos, com este estudo fica claro que a frequência alimentar também influencia.
O jejum de 72 horas funciona como um regenerador de células do sistema imunológico.
O mau funcionamento e a fraqueza do sistema imunológico é a base do envelhecimento e de muitas doenças, como o câncer, por exemplo.
Sendo assim, cada vez mais estudos sobre como potencializar o sistema imune são realizados. Essa descoberta entre o jejum de 3 horas e a regeneração de células do sistema imunológico é muito útil, principalmente para pessoas que estão passando por quimioterapia.

Jejum de 3 horas para aumentar a imunidade
De acordo com o estudo: “Quando você passa fome, o sistema tenta economizar energia, e uma das coisas que pode fazer para economizar energia é reciclar muitas células imunológicas que não são necessárias, especialmente aquelas que podem ser danificadas” (1).
Mesmo sabendo que a quimioterapia é um tratamento indicado para salvar vidas de muitas pessoas com células cancerígenas, ela prejudica muito o sistema imune. No entanto, o jejum de 3 horas protegeu os pacientes com câncer do impacto tóxico da quimioterapia.
O jejum prolongado força o corpo a usar reservas de glicose e gordura, mas também quebra uma porção significativa dos glóbulos brancos.
Durante cada ciclo de jejum, esse esgotamento de glóbulos brancos induz mudanças que desencadeiam a regeneração baseada em células-tronco de novas células do sistema imunológico.
Como resultado do estudo ficou claro que o jejum prolongado também reduziu a enzima PKA, que está ligada ao envelhecimento e um hormônio que aumenta o risco de câncer e o crescimento do tumor.
Obviamente fazer o jejum de 3 horas resulta na perda de peso, Afinal, durante esse período de jejum é consumido água, chá e café preto, ou seja, os líquidos ajudam a fazer uma limpeza no corpo.
A perda de peso ocorre quando o corpo passa de um estado alimentado para um estado em jejum. Sem comida para queimar, seu corpo começa a queimar gordura corporal (combustível armazenado) para continuar funcionando.
Quando você atinge a marca de 8 a 12 horas sem alimentos, seus níveis de insulina caem quando você entra em jejum. Seu corpo agora tem que queimar gordura corporal para fornecer-se energia. Jejuns prolongados podem resultar em queima de 1 kg de gordura corporal por dia.
Um benefício primário do jejum é o processo de autofagia – processo natural do corpo de quebrar e reciclar componentes celulares desnecessários ou danificados, acumulados no corpo.
Ou seja, é um mecanismo essencial para a morte de células danificadas que podem levar à doença, incluindo aquelas que formam células tumorais cancerígenas.
Também há evidências de que a autofagia desempenha um papel no aumento da longevidade e do nível de saúde (2).
Por fim, o jejum de 3 horas também melhora a sensibilidade à insulina. A insulina é o hormônio que seu corpo libera quando você inicia o processo de decomposição dos alimentos, para que possa absorver a glicose (açúcar) na corrente sanguínea. A glicose é a fonte de combustível usada pelas células para que elas possam continuar funcionando.
A insulina é vital porque, sem ela, suas células não receberão o sinal para aceitar a glicose na corrente sanguínea. Se o seu corpo perceber que a glicose não está sendo absorvida pelas células, ela será armazenada posteriormente para a forma de gordura corporal.
Quanto mais sensível à insulina você for, menor a probabilidade de sua próxima refeição fraudulenta ir diretamente para sua barriga ou coxas.
Vale lembrar que independente do objetivo que você deseja ao fazer o jejum, é preciso acompanhamento médico.
O jejum de 3 horas pode sim ser muito benéfico para a saúde e vários momentos, inclusive durante tratamento de quimioterapia, no entanto, é fundamental o acompanhamento de um profissional que os resultados sejam positivos.
Agora, se você deseja fazer o jejum de 3 dias visando a perda de peso e uma melhor qualidade de vida, eu tenho um convite especial para você!
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Neste estudo, os pesquisadores descobriram que o jejum intermitente pode regenerar células do pâncreas que foram prejudicadas pelo diabetes. Os resultados mostram que a prática do jejum intermitente pode ser útil para curar o diabetes tipo 1 e tipo 2.
Antes de aprofundar nos benefícios dessa pesquisa, é preciso entender a relação entre o pâncreas e o diabetes.
O pâncreas possui muitas funções em nosso organismo. Na verdade, ele participa de dois sistemas orgânicos diferentes, o sistema endócrino e o sistema exócrino. Neste artigo, vamos explorar mais sua função no sistema endócrino.
O pâncreas é o órgão responsável pela produção do hormônio insulina. E as células que produzem insulina são células beta.

Relação entre pâncreas e Diabetes. Imagem: (Divulgação)
E a insulina é hormônio que ajuda a regular os níveis de açúcar no sangue, auxiliando o transporte de glicose do sangue para as células vizinhas.
No diabetes tipo 1, as células beta que produzem insulina são atacadas pelo sistema imunológico do corpo.
À medida que mais células beta são mortas, o pâncreas luta para produzir insulina suficiente para manter baixos os níveis de açúcar no sangue e os sintomas do diabetes começam a aparecer.
No diabetes tipo 2, o corpo cria resistência à insulina e é necessária mais insulina para reduzir os níveis de glicose no sangue. Como resultado, o pâncreas precisa produzir mais insulina do que normalmente seria necessário.
Se o pâncreas não puder mais produzir insulina suficiente para reduzir os níveis de açúcar, os sintomas do diabetes começarão a aparecer. O diabetes tipo 2 ocorre gradualmente e pode levar até anos para que os sintomas apareçam.
O desenvolvimento adicional de diabetes tipo 2 pode levar à perda de células beta produtoras de insulina no pâncreas, o que pode levar à necessidade de administração de insulina.
No estudo, os ratos foram colocados em uma forma modificada da “dieta de imitação de jejum”.
O teste foi feito durante 30 dias. Nos primeiros cinco dias, os animais receberam uma dieta de baixa caloria, poucas proteínas, pouco carboidrato, mas com muita gordura insaturada. Nos outros 25 dias eles comeram o que quiseram.
Como resultado dessa dieta, os pesquisadores observaram que a dieta regenerou um tipo especial de célula no pâncreas, chamada célula beta.
Ou seja, justamente as células que detectam açúcar no sangue e liberam o hormônio insulina se ficar muito alto.
Valter Longo, da Universidade do Sul da Califórnia, disse: “Nossa conclusão é que, empurrando os ratos para um estado extremo e trazendo-os de volta – passando fome e depois alimentando-os novamente – as células do pâncreas são acionadas para usar algum tipo de reprogramação do desenvolvimento que reconstrói a parte do órgão que não está mais funcionando “.
Enfim, houve benefício tanto para o diabetes tipo 1, quanto para o diabetes tipo 2.
E não é apenas na regeneração do pâncreas que o jejum intermitente é útil.
Há evidencias que mostram o potencial do jejum intermitente na diminuição do processo de envelhecimento, Isso acontece porque o jejum pode aumentar a resistência do corpo ao estresse oxidativo
Além disso, estudos mostram que o jejum intermitente pode ajudar a combater a inflamação, outro fator importante de todos os tipos de doenças comuns.
O jejum intermitente melhora vários fatores de risco diferentes, incluindo pressão arterial, colesterol total e LDL, triglicerídeos sanguíneos, marcadores inflamatórios e níveis de açúcar no sangue.
O jejum tem vários efeitos benéficos no metabolismo que podem levar à redução do risco de câncer. Há também evidências em pacientes com câncer, mostrando que o jejum reduziu efeitos colaterais da quimioterapia.
Com tantos benefícios provavelmente já pensou em praticar o jejum, certo?
Acontece que, mesmo sendo tão benéfico, o jejum precisa de acompanhamento para ser realizado. Isso porque, quando colocado em prática sem super visão pode causar efeitos colaterais graves.
Pessoas idosas, crianças, gestantes e lactantes não devem fazer jejum. Além disso, pessoas com doenças crônicas e até mesmo que tem diabetes, precisa de acompanhamento para conseguir um resultado satisfatório com a prática do jejum.
Isso porém, não significa que você não possa cuidar da sua saúde!
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Dr. Juliano Pimentel
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]]>Então é possível otimizar a perda de gordura comendo menos refeições?
Sim, e o jejum intermitente pode ser uma estratégia útil. Entenda como isso é natural e pode ser feito por qualquer pessoa desde que seja acompanhada por um médico ou profissional de saúde apto. Pacientes diabéticos devem ter muito cuidado antes de iniciar qualquer modificação em sua dieta!
Assista ao vídeo para saber mais!
Abraços e fique com Deus.
Dr. Juliano Pimentel.
]]>Cada vez mais estudos mostram que o jejum intermitente é uma opção de tratamento para diabetes.
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De fato, mudanças no estilo de vida são fundamentais no manejo e tratamento para diabetes. Mas essas mudanças por si só, nem sempre podem controlar os níveis de glicose no sangue. E se você pensar em uma cirurgia bariátrica está sempre envolta de muito risco.
Por outro lado, os remédios podem administrar os sintomas e ajudar a evitar complicações. Mas não conseguem curar a doença.
Por isso, cada vez mais, estudos têm associado o jejum intermitente no tratamento para diabetes. Já que, é possível perder peso e controlar a insulina.
Foi realizado um estudo com três homens diabéticos (1). Antes do estudo, os homens participaram de seminários de nutrição, que lhes deram informações sobre o desenvolvimento da doença, ou seja, seus efeitos sobre o corpo e como usar a dieta para controlar o diabetes.
Então, os cientistas pediram que dois deles jejuassem por 24 horas a cada dois dias, enquanto o terceiro jejuava por 3 dias por semana. Durante os dias de jejum, os homens podiam beber bebidas de baixa caloria, como água, chá ou café. Além disso, eles poderiam comer uma refeição de baixa caloria à noite.
O estudo durou 10 meses no total, e os três homens seguiram seu cronograma sem encontrar quaisquer dificuldades. Após o período de jejum, a equipe mediu seu peso e glicemia.
Os resultados revelaram uma melhoria significativa. Todos os três perderam peso, a glicose no sangue foi menor, e eles foram capazes de parar de usar insulina após um mês desde o início do tratamento.
Em um caso, a pessoa parou depois de apenas 5 dias.
Dois dos homens também interromperam todas as drogas diabéticas, enquanto o terceiro participante parou 3 de 4 remédios.
Os autores concluíram que o jejum intermitente pode ajudar pessoas com diabetes, mas o estudo foi limitado a três participantes. Por isso, mais pesquisas são necessárias para confirmar esses achados, mas são encorajadores.
Esta série de casos mostrou que os regimes de jejum de 24 horas podem reverter significativamente ou eliminar a necessidade de medicação diabética.
A comida que comemos é quebrada por enzimas em nosso intestino e acaba sendo moléculas em nossa corrente sanguínea (2, 3).
Carboidratos, particularmente açúcares e grãos refinados (pense em farinhas brancas e arroz), são rapidamente transformados em açúcar, que nossas células usam para energia (4).

Chás para jejum intermitente no tratamento de diabetes
Se nossas células não usarem tudo isso, armazenamos em nossas células adiposas como gordura.
Mas o açúcar só pode entrar em nossas células com insulina, um hormônio produzido no pâncreas. A insulina traz açúcar para as células adiposas e a mantém lá.
Entre as refeições, contanto que não comamos, nossos níveis de insulina diminuirão e nossas células adiposas podem liberar o açúcar armazenado para ser usado como energia. Nós perdemos peso se deixarmos nossos níveis de insulina diminuírem.
Toda a ideia do JI é permitir que os níveis de insulina diminuam o suficiente e por tempo suficiente para que possamos queimar nossa gordura.
A primeira coisa que você precisa saber é que existem diferentes maneiras de fazer o jejum intermitente, que basicamente não é comer por certos períodos de tempo.
Por exemplo, você pode restringir seu consumo de comida a apenas oito horas por dia – por exemplo, das 11h às 19h – e não comer mais nada pelas outras 16 horas (5, 6).
Ou você pode ter apenas uma refeição por dia e depois jejuar por 24 horas.
Outra abordagem é comer normalmente em alguns dias da semana, enquanto reduz significativamente as calorias em outros dias.
O jejum faz parte da cultura humana há milhares de anos. A maioria das principais religiões encoraja seus crentes a restringir a ingestão de alimentos durante certos períodos.
O tipo 2 é a forma mais comum de diabetes, representando 85 a 90 por cento dos casos. Geralmente se desenvolve mais tarde na vida e é frequentemente associado ao excesso de peso (7, 8).
Uma das principais características da doença é uma condição conhecida como resistência à insulina. A insulina é um hormônio que move a glicose (açúcar) da corrente sanguínea para as células do corpo, onde é usada como energia. Por uma variedade de razões que não são totalmente compreendidas, os tecidos do corpo não respondem adequadamente à insulina, assim, a glicose se torna elevada na corrente sanguínea.
Níveis de açúcar no sangue mal controlados podem levar a uma série de complicações médicas. Afinal, aumentam o risco de ataque cardíaco, acidente vascular cerebral, insuficiência renal, cegueira, bem como, amputação de membros.
Diabetes é frequentemente tratado com medicamentos para tornar o corpo mais sensível à insulina. Alguns pacientes também tomam insulina adicional para completar a quantidade produzida por seus próprios corpos.
Porém, podemos considerar que essas alternativas de tratamento não são as mais indicadas. Já que, os medicamentos usados para limpar o açúcar da corrente sanguínea acabam sobrecarregando as células com glicose, que é transformada em gordura. Ou seja, mesmo que o açúcar no sangue melhore, você ganha peso e o diabetes só piora.
Sendo assim, as células são resistentes à insulina porque já estão preenchidas ao máximo com glicose. A resistência à insulina é como uma mala cheia de roupas. Você não pode conseguir mais roupas sem tirar algumas.
Ou seja, períodos de jejum permitem que o corpo elimine o excesso de açúcar e, em seguida, as células se tornem responsivas à insulina mais uma vez.
Além do mais, é fundamental também incentivar os pacientes a modificarem suas dietas. Ou seja, reduzam os carboidratos refinados, como pão e massa feita com farinha branca, que o corpo rapidamente converte em glicose. Além disso, pode ser adicionando gorduras saudáveis encontradas em abacates, nozes e azeite de oliva.
Uma vez que os estoques de glicose estão esgotados, o que acontece após o jejum prolongado, o corpo se desloca para a queima de gordura como combustível.
Jejuando regularmente, os pacientes tendem a perder peso. Sendo assim, a resistência à insulina é superada e eles podem reduzir ou mesmo parar de tomar seus medicamentos para diabetes.
De fato, o jejum precisa ser acompanhado por um profissional. E durante os períodos de jejum o ideal é que o paciente consuma bebidas de baixas calorias. Se você pretende iniciar a prática do JI, confira as receitas de chás.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
]]>Tire as dúvidas agora dos mitos sobre jejum intermitente, e veja se ele realmente é uma boa opção.
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O jejum intermitente trata-se de um padrão alimentar com períodos de jejum e alimentação, algo natural e saudável. Desvende quais são os principais mitos relacionados ao jejum e frequência alimentar.
As pessoas acreditam que pular o café da manhã vai aumentar a fome, e provocar o ganho de peso.
No entanto, um estudo publicado em 2014 comparando 283 pessoas obesas e com sobrepeso, um grupo que consumiu café da manhã e outro que fez jejum (1).
Após um período de 16 semanas, não houve diferença de peso entre os grupos.
Este estudo mostra que não faz qualquer diferença para perda de peso, consumir ou não o café da manhã, embora possa haver alguma variabilidade individual (2, 3).
Um dos mitos sobre jejum intermitente ,é que ele prejudica o metabolismo.
Muitas pessoas acreditam que comer mais refeições acelera a taxa metabólica, fazendo o corpo queimar mais calorias em geral.
É verdade que o corpo gasta uma certa quantidade de energia digerindo, e assimilando os nutrientes de uma refeição.
Isto é denominado o efeito térmico do alimento (4). Em média, o efeito térmico dos alimentos está em torno de 10% da ingestão calórica total.
No entanto, o que importa aqui é a quantidade total de calorias consumidas, não quantas refeições você come.
Comer seis refeições de 500 calorias, tem exatamente o mesmo efeito que comer três refeições de 1000 calorias.
Dado um efeito térmico médio de 10%, é de 300 calorias em ambos os casos. Vários estudos mostram que o aumento ou diminuição da frequência das refeições não tem efeito sobre o total de calorias queimadas (5).
Algumas pessoas acreditam que comer várias vezes ao dia, ajuda a evitar a fome excessiva.
Apesar de alguns estudos sugerirem que fazer mais refeições leva à redução da fome, outros estudos não apresentam efeitos e mostram aumento dos níveis de fome (6, 7, 8).
Um estudo que comparou 3 refeições ricas em proteínas com 6 refeições ricas em proteínas, descobriu que as 3 refeições foram melhores para reduzir a fome (10).
Não há evidência que confirma que comer mais, reduz a fome para todas as pessoas. Vai depender do histórico de saúde de cada indivíduo e dos alimentos.
As refeições frequentes não aumentam o metabolismo.
Elas também não reduzem a fome. Se comer com mais freqüência não tem nenhum efeito sobre a equação do equilíbrio de energia; ela também não influencia na perda de peso.
A maioria dos estudos mostrou que a frequência das refeições não tem efeito sobre a perda de peso (11,13).
Pessoalmente, eu acho um inconveniente parar para comer tantas vezes, tornando ainda mais difícil manter uma dieta saudável.
Algumas pessoas acreditam em outro mito sobre jejum intermitente: que precisam comer carboidratos a cada poucas horas, para que o cérebro continue funcionando corretamente.
Isso é baseado na crença que o cérebro só pode usar glicose (açúcar no sangue) como combustível.
Mas o corpo pode facilmente produzir a glicose que precisa, através de um processo chamado de gliconeogênese (14).
O corpo armazena glicogênio (glicose) no fígado, para ser usado como energia ao cérebro quando for necessário.
Mesmo durante jejum a longo prazo, o corpo pode produzir corpos cetônicos de gorduras dietéticas (15). Eles podem fornecer energia para parte do cérebro, reduzindo significativamente sua necessidade de glicose.
Assim, durante um jejum prolongado, o cérebro pode facilmente sustentar-se usando corpos cetônicos e glicose produzida a partir de proteínas e gorduras.
No entanto, algumas pessoas relatam que se sentem hipoglicêmicos, quando não comem por um tempo.
Se isto se aplica a você, procure orientação médica antes de mudar sua alimentação.

Mitos Sobre Jejum Intermitente: Não é natural estar sempre alimentado. Imagem: (Divulgação)
Não é natural para o corpo estar sempre alimentado. Quando os seres humanos estavam evoluindo, precisaram superar períodos de escassez de vez em quando.
Há evidências de que o jejum de curto prazo induz um processo de reparação celular chamado autofagia, onde as células usam proteínas antigas e disfuncionais como energia (16).
A autofagia pode ajudar na prevenção do envelhecimento precoce, e de doenças como Alzheimer (17, 18).
A verdade é que jejum de vez em quando possui vários benefícios para a saúde metabólica (19, 20, 21).
Estudos que sugerem que comer frequentemente, pode ter efeitos negativos para a saúde e aumentar o risco de doenças.
Por exemplo, um estudo descobriu que, combinada com uma alta ingestão calórica, uma dieta com refeições mais frequentes causou um aumento maior na gordura hepática (22).
Um dos mitos sobre jejum intermitente é que ele pode colocar seu corpo em “modo de fome”.
De acordo com as alegações, não comer faz seu corpo pensar que está morrendo de fome, por isso, desliga o seu metabolismo e impede que você queime gordura.
É verdade que a perda de peso a longo prazo, pode reduzir a quantidade de calorias que você queima. Este é o verdadeiro “modo de fome” (o termo técnico é termogênese adaptativa) (25).
Este é um efeito real, e pode diminuir muito as calorias queimadas por dia. No entanto, isso acontece com a perda de peso em geral, não importa o método que você usa.
Não há evidência de que isso aconteça mais com o jejum intermitente, do que com outras estratégias de perda de peso.
Estudos comprovam que o jejum à curto prazo aumenta a taxa metabólica.
Isto é devido a um drástico aumento dos níveis sanguíneos de norepinefrina (noradrenalina), que sinaliza as células de gordura para quebrarem a gordura corporal, e estimular o metabolismo (26, 27).
Estudos mostram que jejuar por até 48 horas pode aumentar o metabolismo em 3,6-14% (28). No entanto, se você jejuar muito mais que isso, o efeito pode reverter e o metabolismo pode diminuir (29, 30).
Há quem diga que só podemos digerir 30 gramas de proteína por refeição, e que devemos comer a cada 2-3 horas para maximizar o ganho muscular.
No entanto, isso não é apoiado pela ciência. Estudos não mostram diferença na massa muscular se você comer proteína em doses mais frequentes (31, 32).
Alguns acreditam que o jejum pode colaborar para a perda de músculos.
É verdade que isso acontece com dietas em geral, mas não há nenhuma evidência de que isso acontece mais com o jejum intermitente do que outros métodos.
Alguns estudos sugerem que o jejum intermitente é melhor para manter a massa muscular.
Em um estudo de revisão, o jejum intermitente causou uma quantidade semelhante de perda de peso comparado com a restrição calórica contínua, mas muito menos redução na massa muscular (34).
Um dos grandes mitos sobre jejum intermitente diz que ele prejudica a saúde, mas isso é mentira. Vários estudos mostram que o jejum intermitente traz diversos benefícios para a saúde.
Por exemplo, jejum intermitente muda a expressão de genes relacionados à longevidade e proteção contra doenças (35, 36).
Traz também grandes benefícios para a saúde metabólica; como melhora da sensibilidade à insulina, redução do estresse oxidativo e inflamação e redução de vários fatores de risco para doenças cardíacas (41).
O jejum também ajuda contra a depressão e vários outros problemas cerebrais (42).
Alguns afirmam que o jejum intermitente não causa perda de peso, porque faz com que você coma em excesso durante os períodos de alimentação.
Depois de um jejum, as pessoas tendem a comer um pouco mais. Em outras palavras, elas compensam as calorias “perdidas” durante o jejum comendo mais durante as próximas refeições.
No entanto, o jejum intermitente reduz a ingestão alimentar global enquanto estimula o metabolismo (45). Também reduz os níveis de insulina e aumenta o hormônio de crescimento humano até 5 vezes (47, 48).
Devido a esses fatores, jejum intermitente faz você perder gordura, não ganhar peso.
De acordo com um estudo de revisão feito em 2014, jejuar por 3-24 semanas causa perda de peso corporal de 3-8%, e uma diminuição de 4-7% na gordura da barriga (49).
Na verdade, o jejum intermitente é uma das ferramentas mais poderosas do mundo para perder peso.
Dizer que jejuar faz você comer demais e ganhar peso é mentira.
Jejum intermitente traz vários benefícios para o seu organismo, e é perfeitamente seguro para pessoas saudáveis.
Agora que desvendamos os mitos sobre jejum intermitente, caso você queira começar a jejuar, procure orientação médica.
Mas mesmo que você consuma de vez em quando alguns alimentos naturais, e pratique o jejum, não é bastante para garantir a boa saúde e prevenir doenças.
E se você costuma comer alimentos industrializados e processados, está à um passo ver a sua saúde minguar aos poucos.
Pensando em ajudar pessoas como você eu desenvolvi um e-book para ajudar você a fazer essa transformação alimentar; com todas as informações que você precisa e um guia passo a passo para implementar.
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]]>Se você não estiver familiarizado com o assunto, talvez pense que esse pode ser um método de emagrecimento radical.
Falando sobre o jejum, eu gosto de mencionar o jejum intermitente, é considerado um estilo de vida saudável.
Nesse artigo eu vou falar sobre as indicações, benefícios e precauções para quem deseja aderir aos exercícios em jejum.
Não deixe de ler e compartilhar.
A prática de atividades físicas e exercícios ajudam o seu corpo a manter-se ativo, e ajuda a perder as calorias extras.
Não se deixe levar pelo sedentarismo e pela vida corrida das cidades, mexa-se.
Fazendo atividades físicas em jejum, você melhora vários aspectos da sua vida, e previne a obesidade, que aumenta de forma preocupante a cada ano (1, 2).
Eu tenho o hábito de realizar exercícios físicos em jejum; o jejum intermitente faz parte da minha vida (3, 4).
Estudos comprovam que fazer exercícios aeróbicos (cardio), é uma das formas mais eficazes de exercícios para perder a gordura localizada na barriga.
Ainda não saíram resultados conclusivos sobre qual deve ser a intensidade dos exercícios, mas sabemos que os exercícios regulares são benéficos para a saúde do corpo e da mente (5).
Os exercícios em jejum, ajudam a perder peso e aumentar da sensibilidade à insulina; ou seja, as atividades físicas possibilitam que as células utilizem o açúcar disponível na corrente sanguínea, para gerar a energia necessária para o corpo.
Isso também possibilita as contrações musculares.
Caso você tenha algum problema em controlar o açúcar no sangue, é importante fazer exames de rotina para medir os níveis de açúcar no sangue.
Prestar atenção aos níveis de açúcar no sangue, ajuda a descobrir como o corpo reage às diferentes atividades, e em manter os níveis de açúcar controlados (6).
Ao aliar o jejum com os exercícios físicos, você possibilita que as gorduras corporais que estão armazenadas, sejam usadas como energia (7).
Outro benefício de praticar exercícios em jejum, é o aumento da produção do hormônio HGH (Hormônio do Crescimento Humano) que é produzido pela glândula pituitária.
Esse hormônio traz benefícios como:
Uma das formas de aumentar a produção desse hormônio é perdendo gordura corporal, pois a gordura corporal está intimamente relacionada à produção do hormônio HGH (11, 12, 13,14).
Com o sobrepeso ou com excesso de gordura abdominal você prejudica a produção do hormônio HGH, e ainda aumenta as probabilidades de desenvolver doenças graves (15).
Está comprovado que esse tipo de gordura é a mais perigosa que existe, e envolve o surgimento de muitas doenças.
O jejum intermitente também pode otimizar os níveis do hormônio HGH de várias maneiras; pois ajuda na queda de gordura corporal (16).
Nem todas as pessoas podem usar esse método de emagrecimento e estilo de vida.
Para pessoas que estão abaixo do peso ou que possuem histórico de transtornos alimentares; fazer o jejum pode ser perigoso, e não é recomendado a menos que seja feito com acompanhamento médico.
Mulheres que estão tentando engravidar, que receberam um diagnóstico de infertilidade, no período de amamentação ou grávidas; também não devem fazer o jejum a menos que conversem antes com o seu médico.
Antes de decidir aderir ao jejum e aos exercícios consulte o seu médico, e saiba que apenas isso não é o bastante para manter a saúde e emagrecer.
Para impedir que o seu corpo ganhe toda aquela gordura perdida, é essencial iniciar e manter a reeducação alimentar.
Dedique mais tempo para você e a saúde todos os dias, mesmo que seja alguns minutos.
A reeducação alimentar, vai ajudar a mudar os hábitos ruins de alimentação, e a substituir os alimentos processados e repletos de açúcares adicionados, sódio e carboidratos por alimentos de verdade e naturais.
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]]>Os sintomas de gastrite podem provocar muito estrago na área estomacal.
É comum que os pacientes com gastrite sofram episódios frequentes de dores de estômago, inchaço estomacal, queimação e outras dores.
Eles podem ser sentidos à curto prazo (gastrite aguda) ou durante muitos anos (gastrite crônica) (1)
Nesse artigo, explicarei se as pessoas que sofrem com a gastrite podem tomar café ou fazer jejum.
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Certos alimentos podem piorar os sintomas de gastrite, e devem ser evitados para ajudar a controlar os sintomas.
Alimentos muito ácidos, alimentos picantes ou quentes, álcool, cafeína e alimentos processados / embalados, devem ser evitados.
O café não causa problemas no estômago ou úlceras na maioria dos casos, mas geralmente faz com que os sintomas de gastrite piorem.
Em alguns casos, mesmo quando o café é descafeinado, ele ainda pode provocar dor. O café é ácido por natureza e pode aumentar os sentimentos de queimação – mas a cafeína pode piorar os problemas de gastrite para algumas pessoas.
A azia é o sintoma mais frequentemente relatado após o consumo de café.
O café promove o refluxo gastresofágico, estimula a liberação de gástrica e a secreção de ácido gástrico.
Ele também prolonga o relaxamento do estômago, o que pode retardar o esvaziamento gástrico. (2)
Então, se você tem gastrite, a resposta é não. Você não pode tomar café, mesmo que seja descafeinado.
O café descafeinado contém ainda uma quantidade mínima de cafeína, porém, possui tanto ácido quanto o café com cafeína, o que pode irritar o estômago infectado.
De acordo com o Centro de Ciência do Interesse Público, um copo de café descafeinado contém entre 3 e 11 gramas de cafeína. (3)
Embora isso possa não parecer uma grande quantidade de cafeína, ela ainda pode provocar irritação estomacal.
Se você for diagnosticado com gastrite, também evite bebidas ácidas, como refrigerantes, sucos de frutas cítricas e qualquer bebida contendo ácido cítrico.
Fique com líquidos primariamente claros que são livres de cafeína, e têm baixa acidez.
No entanto, vários estudos mostram que o consumo regular de chá verde está associado a um risco 40% menor de gastrite porque é anti-inflamatório e possui um nível baixo de cafeína.
No caso do jejum, a resposta também é não. Fuja do jejum para piorar os sintomas de gastrite. A explicação é simples.
A gastrite se desenvolve quando o revestimento do estômago está inflamado, o sistema digestivo produz menos ácido e enzimas digestivas, e o estômago fica desprotegido contra os efeitos dos ácidos.
O jejum contribui para que o sistema digestivo produza menos ácido e menos enzimas.
Revestimentos mucosos tipo esponja protegem o revestimento do estômago, e constroem uma defesa contra os efeitos dolorosos dos ácidos; quando a produção mucosa diminui por algum motivo, as sensações de queimação e úlceras de estômago geralmente aumentam.
Para evitar queimações estomacais, mantenha-se sempre hidratado (a).
– Tomar muito café;
– Idade mais avançada, especialmente com mais de 60 anos;
– Baixa função imunológica;
– Infecções causadas pela bactéria Helicobacter pylori (H. pylori);
– O uso excessivo de medicações, como analgésicos, incluindo ibuprofeno e
dependência de aspirina;
– Uma má alimentação e deficiências nutricionais (incluindo deficiência em vitamina B12 ou
baixa em magnésio, cálcio, zinco e selênio);
– Consumir álcool excessivo ou fumar cigarros;
– Estresse;
– Anemia perniciosa, que afeta o revestimento do estômago e dificulta a absorção normal de
vitamina B12;
– A obesidade ou o excesso de peso também podem piorar os sintomas;
Outras condições de saúde que afetam o sistema digestivo, incluindo o refluxo biliar (que faz com que a bile se acumule no estômago), alergias alimentares, distúrbios auto imunes como a doença de Hashimoto ou vírus como HIV e herpes.
A gastrite é causada por danos e inflamações na mucosa gástrica, no revestimento do estômago e no trato gastrointestinal.
A erosão do revestimento do estômago, leva a pessoa que tem gastrite a sentir terríveis sensações de queimação e dor no sistema digestivo – e às vezes o impedimento de absorção de nutrientes.
Certos alimentos podem piorar os sintomas de quem tem gastrite, e devem ser evitados para ajudar a controlar os sintomas. Então, quem tem gastrite o recomendável é não fazer uso de café, mesmo as bebidas descafeinadas e evitar o jejum.
Mas não se desespere, existem alimentos que podem auxiliar a diminuir os sintomas de quem tem gastrite. O que incluem os alimentos de verdade.
É uma opção sábia se alimentar corretamente e mudar os hábitos.
https://www.youtube.com/watch?v=_yJYCf_UftI&t=79s
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
Para saber mais acesse o Guia do Jejum Intermitente
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