
A minha história
Eu nunca fui o médico que sofreu no sistema e depois acordou. Desde a faculdade eu olhava para a medicina de um jeito diferente do que eu via em volta.
Sou casado com a Dra. Carol, pai, e católico. Essa é a parte da minha vida que organiza todo o resto, e não é possível entender nada do que eu construí sem entender isso primeiro.
Na faculdade, a conversa girava toda em torno de residência e de qual especialidade pagava melhor, e eu ficava incomodado com outra coisa, que era ninguém falar sobre como se constrói um consultório.
A gente aprendia a tratar o paciente e saía de lá sem saber precificar uma consulta, sem saber atrair quem precisa do nosso trabalho e sem entender que consultório é uma empresa como qualquer outra.
Comecei a falar com as pessoas na internet numa época em que quase nenhum médico levava a internet a sério. Era comum escutar que aquele não era lugar de médico, que gravar vídeo era falta de seriedade, e eu continuei gravando.
Falava de família, de vida plena, de glúten, de jejum, de ansiedade, de tudo aquilo que eu via chegar no consultório todos os dias, e os anos foram passando até aquilo virar um canal com 1,9 milhão de inscritos e uma audiência de 5 milhões de pessoas.
Foi nessa época que eu me tornei referência em emagrecimento, e o consultório passou a receber paciente de outros estados e de outros países. Desenvolvi o meu próprio método para alcançar quem não tinha como chegar até mim, e foram mais de 100 mil pessoas atendidas em 73 países.

E então a Carol adoeceu. Ela ficou internada em tratamento de câncer, e como eu já tinha construído um lastro financeiro ao longo da carreira, eu simplesmente parei de trabalhar para ficar ao lado dela, sem que isso colocasse a nossa casa em risco.
Foi um amigo que me fez a pergunta que mudou tudo. Ele quis saber quando eu ia voltar a trabalhar, e foi ali que eu percebi uma coisa em que eu nunca tinha parado para pensar, que é o fato de que a imensa maioria dos médicos não teria como fazer o que eu estava fazendo, porque por mais grave que fosse o motivo eles precisariam continuar atendendo, já que a vida deles depende de estarem lá todos os dias.
Entendi naquele momento que eu tinha recebido um chamado. Se eu queria que mais gente fosse curada, eu precisava curar os médicos primeiro, porque é preciso estar curado para curar.
Em 2023 eu conheci o Cláudio Tourinho, e dessa sociedade nasceu o Império Médico, que hoje é a maior mentoria médica da América Latina, com mais de mil médicos de 43 especialidades. São médicos de todo o país, muitos em cidades pequenas onde todo mundo garantia que não dava para crescer, e o que a gente ensina ali é o contrário do que eu via quando era estudante, porque em vez de mais uma especialização técnica a gente trabalha posicionamento, precificação, atração de paciente e gestão.
Eu nunca parei de estudar, porque sei o tamanho do que eu assumi quando aceitei esse chamado, e foi por isso que fui fazer um PhD em Business Administration e Neuromarketing pela FCU, nos Estados Unidos.

Em paralelo eu nunca parei de escrever. São mais de 14 livros publicados sobre medo, ansiedade e vícios, com títulos que chegaram ao primeiro lugar da Amazon, e escrever é o que me obriga a organizar o que eu penso antes de tentar ensinar qualquer coisa a alguém.
Hoje é isso que eu faço, mostrar para o médico aquilo que ninguém mostrou para mim no começo, e acompanhar o que acontece com a vida de uma pessoa quando a carreira dela finalmente cabe dentro dela. Se você é médico e quer construir isso também, me chama.
Transforme a sua vida comigo