Conviver com esse tipo de problema, prejudica a sua saúde gástrica e consequentemente o todo o organismo, afinal, o seu organismo está conectado.
A automedicação é um perigo desnecessário, por isso, consulte sempre um médico.
Veja agora quais são os principais sintomas de gastrite e as suas três variações.
Leia ate o final e compartilhe!
A gastrite é uma inflamação do estômago e a erosão do revestimento dele, que é a mucosa gástrica (1).
Essa mucosa gástrica, precisa desenvolver um ácido chamado de ácido clorídrico, responsável por dissolver os alimentos no seu estômago.
Esse mesmo ácido também protege o revestimento do seu estômago do ácido próprio dessa região.
Quando esse equilíbrio é quebrado, porém, surgem doenças como a gastrite (2).
Podemos definir a gastrite em dois níveis: Gastrite aguda, quando os sintomas duram um curto período de tempo e gastrite crônica quando persiste por muito tempo ou até anos.
Além dessas, também existe a gastrite atrófica que é uma forma de gastrite crônica mas que causa a perda gradual de células glandulares gástricas, que são substituídas por tecidos intestinais e fibrosos.
Geralmente as pessoas com gastrite aguda sofrem dores agudas e recorrentes nas áreas abdominais e na parte superior do estômago.
Além disso, é comum ter desconforto na hora das refeições, inchaço estomacal, queimação e problemas semelhantes.
É comum que a pessoa tenha náusea, vômitos, gases, perda de peso ou do apetite, por exemplo.
Soluços, arrotos e alterações nos movimentos intestinais e na aparência das fezes também são sintomas comuns. Aliás, as fezes podem ficar mais escuras que o habitual, mas também pode assumir uma coloração de alcatrão ou sangrenta.
Os principais sintomas da gastrite crônica são perda de apetite, mau gosto na boca, constipação, bem como aumento do fluxo de saliva.
Além desses sintomas mais comuns, pessoas com gastrite crônica podem sentir inquietação, dores de cabeça, palidez e fraqueza. Em alguns casos, porém, pode ter também perda de peso (3).
No entanto, muitos pacientes que sofrem com a gastrite crônica podem não sentir os sintomas.
Ao longo do tempo e dos danos sobre a mucosa o organismo pode perder a capacidade de produzir ácido gástrico.
Quando há o desequilíbrio da quantidade do ácido gástrico no estômago, graves problemas digestivos desenvolvem.
Outra preocupação é a perda da capacidade de secretar substância fator intrínseco, necessária para a absorção da vitamina B12.
Afinal, com a deficiência da vitamina B12 o organismo desenvolve anemia perniciosa que causa cansaço e dormência dos membros ou formigamento.
A gastrite crônica deixa essa mucosa gástrica mais fina devido a destruição das células saudáveis. Através de exames de sangue é possível detectar esse tipo de anemia.
Quando a mucosa é danificada durante muito tempo sem tratamento, a gastrite crônica pode desenvolver-se para o estágio de metaplasia, com um grande risco em transformar-se no câncer gástrico.
Na gastrite atrófico, com a mudança do forro gástrico, surge o risco do surgimento da má absorção, deficiências nutricionais e também o aumento de reações auto-imunes.
Esses pacientes geralmente desenvolvem baixa produção de ácido gástrico e hipergastrinemia. Que aumenta a possibilidade de anemia e crescimento tumoral (3)
Os sintomas podem surgir e desaparecer durante várias semanas.
Caso eles persistam por mais tempo ou cause sintomas mais graves como excesso de sangue nas fezes, talvez a gastrite possa ser descartada, por isso consulte sempre o médico.
A gastrite aguda pode ser provocada por agentes que causam irritações, ou infecções estomacais que atacam o revestimento do muco, que protege a mucosa do estômago.
Esses agentes podem vir de aspirinas, assim como remédios anti-inflamatórios, drogas, álcool em grande quantidade, e algumas infecções.
Os estágios iniciais da infecção pela bactéria helicobacter pylori também pode causar a gastrite aguda, e que é muito comum na região estomacal.
Além disso, a ingestão de chá em excesso e café podem ser uma das causas. Bem como a má alimentação e o estresse que também são fatores a serem considerados.
A gastrite crônica geralmente é consequência da infecção pela bactéria Helicobacter pylori (H. Pylori).
Mas, as doenças autoimunes e a doença de Crohn também podem causar a gastrite crônica.
Por fim, cirurgias gástricas aumentam a exposição do estômago à bile e pode também causar gastrite crônica.

Sintomas de Gastrite: consuma alimentos como derivados de kefir. Imagem: (Divulgação)
Existem formas de evitar o surgimento ou o agravamento da gastrite aguda. A reeducação alimentar é a melhor maneira para evitar essa inflamação
Por isso, retire de sua dieta alimentos que prejudicam e agridem as paredes estomacais.
Ou seja, alimentos processados e industrializados, cheios de gordura saturada, sódio, açúcares adicionados, fritos pioram os sintomas.
Aliás, esse tipo de alimento também pode causar a gastrite em pessoas que estão com a área estomacal saudável.
Manter uma dieta pobre em nutrientes, minerais e vitaminas é prejudicial. Afinal, promove a inflamação no trato digestivo. Além disso, evite alimentos picantes, cigarro, café e frutas cítricas.
Prefira alimentos frescos e naturais, como alimentos probióticos Kefir e os seus derivados (4). Além de alimentos com baixo teor de gordura como peixe e frango, por exemplo. É importante também incluir alimentos ricos em fibras como maçã, brócolis e cenoura.
Por fim, beba bastante água e procure manter uma vida mais saudável e equilibrada.
Para ter resultados ainda melhores assista a este vídeo com dicas práticas de como acabar com a gastrite!
https://www.youtube.com/watch?v=g3wOqqJ3t2c
Abraços e fique com Deus!!
Dr. Juliano Pimentel
Os nomes comerciais desse medicamento são Prozac, Fluxene, Verotinana ou Eufor 20, mas também é encontrado como genérico.
Fluoxetina é na verdade, um antidepressivo oral de até 20 mg, comercializado em forma de comprimido ou gotas. O medicamento também pode ser utilizado para tratar bulimia nervosa. Ou seja, só pode ser tomado sob prescrição médica sob casos clinicamente diagnosticados (1).
Além da depressão e da bulimia nervosa, a fluoxetina também é indicada para casos de ansiedade, transtornos obsessivo compulsivo e transtorno menstrual.
Saiba agora se a fluoxetina emagrece mesmo, e quais os efeitos colaterais dessa medicação.
Não deixe de ler e compartilhar.
O ponto principal que precisa estar claro, é que a fluoxetina não é indicada para tratamentos de emagrecimento. O que acontece é que o emagrecimento é um dos efeitos colaterais dessa medicação, devido ao fato, da diminuição no apetite do consumo desse medicamento.
O remédio não atua no centro de controle da fome, mas pode ajudar a controlar a ansiedade, que é um dos principais fatores que levam ao apetite compulsivo, mesmo sem fome. O que, consequentemente, resulta na perda de peso.
Isso acontece porque a fluoxetina aumenta os níveis de serotonina, e com isso causa a sensação de bem estar, diminuindo os sintomas de ansiedade, humor e demais problemas já citados.
A serotonina é importante, porque quando seus níveis estão baixos, causa mau humor, irritação, cansaço, sonolência, além de ficar com vontade de comer a todo momento.
O que se pode concluir é que o efeito de perda de apetite está relacionado com a perda de peso. Contudo, em alguns casos o efeito colateral do medicamento pode ser inverso e aumentar o apetite, o que, consequentemente, faz engordar (2).
Por isso o medicamento não é indicado para o emagrecimento, e só deve ser utilizado com prescrição médica.
Essa medicação, assim como outras, apresenta efeitos colaterais.
Normalmente, a fluoxetina causa muito sono no início do tratamento, o que pode desaparecer durante a continuação do uso.
É preciso cuidado e atenção em relação aos efeitos colaterais.
Mais de 10% dos pacientes que utilizaram esse medicamento relataram as seguintes reações (3):
– Diarreia, náusea, cansaço e fadiga, perda da força muscular, dor de cabeça, insônia, palpitações, boca seca, visão turva, desconforto gastrointestinal, vômitos, calafrios, sensação de tremor, diminuição de peso, anorexia, distúrbio de atenção, vertigem, alteração no paladar, diminuição do apetite, distúrbio de atenção, sensação de lentidão nos movimentos e raciocínio, ansiedade, diminuição do desejo sexual, nervosismo, cansaço, tensão, micção frequente, suor em excesso, perda de cabelo, tendência para equimose aumentada, e por fim, redução da pressão arterial.
Além dessas, outras reações que aconteceram de forma rara, também foram relatadas por alguns pacientes. Tais, como:
– Dor no esôfago, reação alérgica generalizada, problemas no sistema nervoso que atingem a boca, convulsão, crise de euforia, estrias roxas na pele, reação de fotossensibilidade, inflamação dos vasos sanguíneos, como vasculite, vasodilatação, bem como, lesões avermelhadas na pele.
Fato é que, os efeitos colaterais desse medicamento apresentam variação de acordo com cada pessoa, pois cada organismo responde de uma maneira às substâncias presente no medicamento. Com isso, algumas pessoas podem sentir muito os efeitos da fluoxetina, enquanto outras podem nem notar as reações.
Vale lembrar que a fluoxetina também tem suas restrições de uso. Se a pessoa fizer uso de medicamentos Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO), por exemplo, a fluoxetina é contraindicada.
Nesse último caso, o paciente deverá esperar no mínimo 14 dias após a suspensão do tratamento com IMAO para iniciar o tratamento com o cloridrato de fluoxetina.
Além disso, o uso combinado deste medicamento com o IMAO pode causar eventos adversos graves, podendo ser fatal (4).
Ele também não deve ser usado por pacientes alérgicos à fluoxetina, ou a qualquer um dos seus excipientes. Além disso, a fluoxetina é contraindicada para mulheres grávidas.
O cloridrato de fluoxetina é excretado no leite humano. Portanto, deve-se ter cuidado quando este medicamento for administrado a mulheres que estejam amamentando.
Em outras palavras, ele não pode ser utilizado de forma compulsiva. É preciso buscar ajuda médica antes de fazer uso da fluoxetina ou de qualquer medicamento.
Por fim, é importante salientar que não existem milagres quando o assunto é emagrecer. Além desse medicamento não ser indicado para emagrecer, muitas pessoas que fazem uso de remédios próprios para emagrecer acabam engordando novamente.
É preciso uma reeducação alimentar, uma busca por alimentação de verdade, associada a exercícios físicos e à mudança nos hábitos.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
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