Porque sim, a sensação de queimação incomoda e atrapalha as pessoas em sua rotina. É uma condição dolorosa e debilitante, e sempre traz alguma ansiedade, pois os sintomas podem se assemelhar a um evento cardíaco.

3 maneiras de lidar com azia.
A azia é tão incomoda porque o principal sintoma é uma dor ardente no peito que geralmente começa depois de comer ou beber e piora quando você se deita.
Ainda que o nome azia não tenha nada a ver com o coração, às vezes parece que sim, por causa desse incômodo próximo ao peito.
Além disso, também pode ser acompanhado por um gosto desagradável na boca e dificuldade em engolir.
De modo geral a azia é causada pelo refluxo ácido, que acontece quando o ácido do estômago flui para o esôfago.
A dor resultante é porque o revestimento do esôfago é muito mais sensível do que o revestimento do estômago. Quando o refluxo ácido se torna uma condição crônica, é chamado de doença do refluxo gastroesofágico (DRGE).
Além dos sintomas desconfortáveis e preocupantes, a DRGE e a azia podem ter sérias consequências para a saúde, incluindo um risco aumentado de câncer de esôfago e esofagite. Há também uma correlação entre DRGE e síndrome do intestino irritável (SII) – mais sobre isso abaixo.
Síndrome Do Intestino Irritável causada pelo Glúten
Considerando o que já foi explicado até aqui, seria fácil assumir que a causa da azia e da DRGE é um excesso de ácido estomacal.
No entanto, não é bem assim. Primeiramente você precisa saber que:
No entanto, a abordagem típica para tratar azia e DRGE é diminuir a produção de ácido estomacal.
Não é de admirar que esses tratamentos sejam muitas vezes ineficazes – eles não abordam a causa raiz e apenas mascaram os sintomas – temporariamente!
Na verdade, eles podem piorar uma situação ruim. Antiácidos vendidos sem receita, como Tums ou Maalox, por exemplo, podem causar constipação. Outros tratamentos, como inibidores da bomba de prótons, podem afetar o equilíbrio das bactérias no intestino, com efeitos de longo alcance, com uso a longo prazo.
Como o esôfago é sensível, qualquer quantidade de ácido pode ser prejudicial. É por isso que a válvula esofágica inferior (LES) atua como um “portão” unidirecional que permite que alimentos e líquidos entrem no estômago, mas impede que o ácido estomacal escape para o esôfago.
Com isso em mente, faz sentido que a causa raiz não seja necessariamente um excesso de ácido que deve ser de alguma forma interrompido, mas um mau funcionamento do LES (o portãozinho entre esôfago e estômago).
Várias coisas podem fazer com que o LES funcione de forma ineficaz, incluindo:
A maioria das pessoas com azia e DRGE percebe o impacto dessas coisas em seus sintomas, e certamente faz sentido que a pressão abdominal faça com que o conteúdo do estômago volte para o esôfago. No entanto, muitas vezes falta um elemento vital – o papel das bactérias intestinais.
Pesquisas mostram que um desequilíbrio bacteriano no intestino produz gás suficiente para criar o mesmo tipo de pressão que os fatores acima, o que empurra o ácido do estômago para o esôfago.
O papel das bactérias também explica a correlação entre DRGE e SII, uma vez que a SII também é resultado de desequilíbrios das bactérias intestinais.
Este supercrescimento bacteriano é desencadeado pela má digestão de carboidratos.
Ironicamente, a redução do ácido estomacal contribui para o crescimento excessivo de bactérias. O gás resultante leva a um mau funcionamento do LES, de modo que o ácido escapa do estômago para o esôfago.
Essa dinâmica destaca as dificuldades com os inibidores da bomba de prótons como tratamento para a DRGE. Se eles criam supercrescimento bacteriano, em última análise, contribuem para um aumento, não para uma diminuição, da DRGE. Ou seja, o tratamento só piora a doença a longo prazo.
Já ficou claro que muitos tratamentos convencionais podem piorar a situação e agir como uma solução de curativo na melhor das hipóteses.
Por isso, uma abordagem mais interessante é chegar à raiz do problema: supercrescimento bacteriano causado em parte pela falta de ácido estomacal. As etapas a seguir podem ajudar.
O primeiro passo para lidar com a azia é entender que a comida que você consome desempenha um grande papel no equilíbrio de bactérias.
Alguns estudos descobriram que uma dieta baixa em carboidratos, por exemplo, retarda o crescimento de bactérias “ruins” no intestino e, consequentemente, reduz os sintomas. Algumas estratégias incluem:
Para lidar com a azia não significa reduzir o ácido estomacal e sim, aumentar. Algumas maneiras de aumentar a produção de ácido estomacal incluem:
O objetivo final para lidar com azia é trazer o equilíbrio bacteriano de volta ao seu sistema digestivo.
Suplementos probióticos podem ajudar a restaurar boas bactérias, mas alimentos e bebidas fermentadas são uma opção ainda melhor, pois contêm outros nutrientes benéficos. Isso inclui itens como kefir, iogurte, kimchi, chucrute, tempeh e kombucha (mas esteja ciente do teor de açúcar em seu kombucha!)
Também é importante proteger o revestimento do estômago. Certos medicamentos como esteróides, aspirina e ibuprofeno podem irritar o revestimento do intestino.
O estresse também pode danificar o revestimento do estômago, portanto, as estratégias de redução do estresse são sempre uma boa ideia.
E como eu disse, a alimentação natural e saudável pode ajudar muito você. E para auxiliar na sua reeducação alimentar, eu trago uma novidade.
Eu convido você a adquirir o e-book da minha esposa, Carol Pimentel.
O livro digital contém mais de 70 receitas deliciosas e low carb, desenvolvido para quem deseja ter uma alimentação extremamente saudável focada em eliminar o sobrepeso, evitar problemas de saúde e reverter os danos causados pela má alimentação passada.
Neste livro você vai aprender as melhores receitas de doces e salgados, sem medo de engordar.
Receitas simples e fáceis de preparar, e o melhor de tudo: Super acessíveis!
Clique na imagem abaixo e adquira agora o seu livro digital.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
]]>Eu sempre falo que a dor é o sinal de algum problema maior. Sendo assim, tratar a dor é o mesmo que tapar o sol com a peneira. Ou seja, você tem um alívio instantâneo, porém, não consegue resolver a situação por muito tempo.
E no caso do uso de prazol, além de não resolver por muito tempo, você ainda prejudica todo o sistema estomacal e intestinal do seu corpo. Além disso, o uso crônico causa dependência e há risco de problemas cardíacos (1).

Não use prazol cronicamente.
O estômago é um ambiente extremamente ácido. Essa acidez é responsável por triturar os alimentos e decompor as proteínas.
A troca de H+ (hidrogênio) e K+ (potássio), em um processo que consome ATP (energia) forma o ácido clorídrico. Por isso, a enzima responsável pela formação do ácido clorídrico estomacal é a H+ /K+ – ATPase (bomba de prótons) (2).
A sensação e queimação, azia, refluxo e úlcera, está geralmente associada ao excesso de acidez estomacal. Por isso, as pessoas usam algum prazol a fim de aumentar o pH estomacal.
O pH 2 é o ideal para o estômago triturar os alimentos. Porém, é um nível alto de ácido clorídrico.
O omeprazol aumenta o pH do estômago para 6. Então, o paciente tem um alívio instantâneo da queimação e desconforto.
Mas, como já havia adiantado, o consumo de prazol em muitos casos causa solução em curto prazo e mais problemas a longo prazo.
O nosso corpo possui sua própria inteligência, quando inserimos um medicamento que altera o funcionamento de parte do processo, isso gera consequências.
Se o pH de 2 é o ideal para quebrar a proteína bruta, peptídeos e os aminoácidos, então o pH de 6 será insuficiente.
É nesse contexto que o prazol usado constantemente se torna um perigo. Ele atrapalha toda a microbiota estomacal e dificulta o processo de absorção de minerais, proteínas e vitaminas pelo intestino.
Quando você come um pedaço de carne, após a mastigação os pedaços chegam ao estômago e o ácido clorídrico vai atuar para quebrar essa proteína que chegará ao intestino como um líquido fácil para absorção.
Porém, com o pH alto o estômago não consegue fazer essa quebra como deveria. Então, pedaços dessa carne vão para o intestino, não serão absorvidos e ainda podem causar uma inflamação.
Por fim, a diminuição da acidez estomacal pode causar ainda outro problema. É que em condições normais, o ácido gástrico mata vários patógenos microbianos ingeridos e limita o número de microrganismos comensais que vivem no trato gastrointestinal superior.
Mas, ao bloquear a secreção de ácido gástrico, a terapia com IBP pode resultar em um aumento significativo na concentração de bactérias no estômago, na cavidade oral e no intestino delgado proximal.
Depende, a diferença entre o remédio e o veneno é a dose. O mesmo vale para medicamentos tipo prazol.
Esses medicamentos são os responsáveis pela diminuição considerável de cirurgias de úlceras, por exemplo. Por outro lado, causam osteoporose, porque diminuem a absorção de vitamina D (3).
Então, a primeira dica é: não use prazois sem indicação médica.
A segunda dica é entender que o prazol deve ser usado por um período de tempo limitado, geralmente cerca de 60 dias. Nunca deve ser usado regularmente.
O ideal de uso de prazol é apenas em situações emergenciais como o sangramento digestivo ou tratamento de uma úlcera. Caso contrário o uso desses medicamentos vai prejudicar sua saúde.
Por último, é fundamental você entender que a sua azia, refluxo e queimação foram causadas por uma alteração no microbioma digestivo.
Ou seja, o processo está alterado, já existe um déficit funcional importante. Sendo assim, a busca deve ser em encontrar o que te causa esse desconforto.
O desconforto estomacal pode ser causado por vários motivos. E pode ter diferentes sintomas como dor no peito, intestino preso ou solto, fraqueza e fadiga.
Sendo assim, é necessário primeiramente fazer uma endoscopia e se necessário o uso de prazol por 60 dias, associado ao cloridrato de betaína quando comer proteína animal.
Ao mesmo tempo é fundamental que o paciente altere seus hábitos alimentares e comportamentais.
Para mais dicas de como controlar o desconforto estomacal naturalmente assista a este vídeo.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
🔴 Curta também as redes sociais! 📷Instagram / 👍Facebook / 🎥 YouTube
]]>Mas antes de mais nada, vale ressaltar e alertar de que somente ingerir líquidos saudáveis regularmente, não pode sozinho acelerar o emagrecimento de forma efetiva a longo prazo.
Ele faz parte de um conjunto de ações que visam a boa saúde e o emagrecimento, como o consumo de alimentos naturais, saudáveis e de baixo carboidratos; exercícios físicos (ou esportes) regulares, e bons hábitos.
Não deixe de ler e compartilhar!

Acelerar o Emagrecimento com Água: Como é Póssível? Imagem: (Divulgação)
Como a hidratação do corpo pode ajudar a acelerar o emagrecimento? De acordo com uma pesquisa publicada em um jornal de pesquisa científica americana, Annals of Family Medicine; a falta de hidratação pode ser um fator que influencie na obesidade ou sobrepeso (2).
De acordo com especialistas, existem motivos comprovados:
A água ajuda a diminuir a fome e isso com que você coma menos. Ela é um supressor de petite natural. Já sentiu que perdeu a um pouco a fome por beber muito líquido?
Ingerir água a noite também ajuda a evitar os petiscos noturnos.
A hidratação é importante para manter a elasticidade da pele. Isso é importante para prevenir problemas na pele e mantê-la saudável. A hidratação da pele é essencial, e de grande importância para quem deseja perder peso e para quem pratica atividades físicas.
A água fria ou gelada em especial, ajudam a acelerar o metabolismo e isso é ótimo para fazer o corpo queimar gordura.
Ao ingerir água gelada, o corpo precisa trabalhar mais para aquecer essa água (1,2).
A água possui propriedades que ajudam a desintoxicar o organismo; e isso é essencial para eliminar toxinas que perigosas, incham o corpo, e que causam doenças e inflamações.
Ao limpar o organismo, a água ajuda a eliminar o excesso de líquido que também aumenta o peso corporal.
Outro grande benefício da água para acelerar o emagrecimento está no aumento de energia que ela proporciona. Ao hidratar o organismo, você recebe mais energia, e isso é um ponto positivo para evitar o sedentarismo e praticar mais atividades físicas.
Quer algumas dicas? Tome água saborizada que ainda traz os nutrientes que beneficiam a perda de peso através de frutas, vegetais e especiais naturais; além de ser saboroso.
Outra opção é tomar limão com água.
Não existe uma quantidade determinada para cada pessoa, tudo depende do clima do país onde você vive, histórico de saúde e de atividades físicas que você pratica.
O organismo para funcionar bem precisa de água, como:
Levando essas fatores em consideração, hidrate-se regularmente para evitar problemas nas funções dos seus órgãos, e para ajudar o seu corpo a acelerar o emagrecimento.
É necessário ficar longe de bebidas açucaradas e industrializadas; elas possuem calorias vazias, engordam e trazem outros problemas de saúde.
A desidratação pode trazer problemas sérios como:
Lembre-se de ingerir água sempre que for possível, mesmo que não sinta muita sede ou não esteja no verão. A água é um componente essencial para o nosso organismo, e para manter a vida. E como você pode perceber nesse artigo, ela também ajuda a acelerar o emagrecimento saudável.
Se você está desconfortável com seu peso, com sua baixa de energia, com o sono desregrado, tenho um convite especial para você!
Quero te convidar para transformar completamente a sua vida em apenas 21 dias. É isso mesmo, são apenas 21 dias em que seu corpo passará por uma verdadeira transformação e você estará mais leve, mais saudável e com mais energia.
Saiba mais sobre este programa revolucionários para ser mais saudável em poucos dias.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
]]>Sim! Quando você se deita depois de comer, o ácido estomacal pode aumentar e causar desconforto. Isso é mais provável se você tiver refluxo ácido ou doença do refluxo gastroesofágico (DRGE).
A DRGE é um distúrbio digestivo que ocorre quando o ácido estomacal viaja frequentemente de volta ao esôfago (o tubo que liga a garganta ao estômago). O revestimento do seu esôfago pode ser irritado por esse refluxo ácido.
De acordo com um Estudo publicado em 2005 os pacientes com DRGE são incentivados a esperar 3 horas depois de comer antes de se deitar (1).
Por isso, se você tem esse hábito de dormir depois de comer continue lendo para saber mais sobre indigestão e o que você pode fazer sobre isso.
Dormir depois de comer causa indigestão!
A indigestão é um desconforto na área abdominal superior. Também chamada dispepsia, a indigestão é um grupo de sintomas em oposição a uma doença.
Embora a experiência possa ser diferente para pessoas diferentes, os sintomas da indigestão podem incluir:
Uma sensação de saciedade já logo após o início de uma refeição, assim como o a sensação de estar “empanturrado”, ou seja, um desconforto por ter comido demais. Além disso, os sintomas da indigestão podem ser dor abdominal, inchaço, gás e náusea.
Sempre falo aqui no blog que os sintomas são a indicação de um problema maior. Se você sofre com indigestão, provavelmente ela é causada por dormir depois de comer ou por um desses motivos:

Além dessas, existem algumas condições digestivas que podem causar a indigestão. Geralmente acontece com pessoas que sofre com úlceras pépticas, gastrite (inflamação do estômago), cálculos biliares, prisão de ventre, doença celíaca, pancreatite (inflamação do pâncreas), isquemia intestinal (fluxo sanguíneo reduzido no intestino) e por fim, Câncer de estômago.
Se você sempre tem indigestão é fundamental encontrar a principal causa e tratar. Para facilitar sua indigestão, seu médico pode recomendar alterações no estilo de vida, como:
No entanto, se sua indigestão não responder às mudanças no estilo de vida, seu médico poderá sugerir antiácidos de venda livre (OTC).
A pesquisa geralmente é limitada, mas as evidências sugerem que certos óleos podem aliviar sintomas, como indigestão e náusea. Aqui está o que você precisa saber sobre o uso de óleos essenciais para alívio de azia.
As pessoas usaram gengibre para tratar vários tipos de problemas gastrointestinais e os óleos essenciais de gengibre também podem beneficiar as pessoas que apresentam os sintomas da azia.
O óleo de gengibre é um dos melhores óleos essenciais para azia que você pode escolher. Aliás, ele funciona até mesmo para combater sentimentos de ansiedade e aliviar náuseas. Também é um remédio útil para cãibras e inchaço quando diluído com um óleo transportador e aplicado diretamente na área do estômago.
O óleo de gengibre misturado com chá de ervas ou simplesmente água quente faz uma bebida reconfortante e deliciosa. Misture 2-4 gotas de óleo em água quente ou chá e beba 20 minutos antes das refeições para obter melhores resultados. Consumir essa mistura regularmente ajudará seu corpo a evitar azia e manter seu sistema digestivo funcionando corretamente.
Além de suas propriedades sedativas, a lavanda também pode ajudar a reduzir os sintomas de dor de estômago. Muitos dos sintomas de dor de estômago e azia são semelhantes, portanto, experimentar o óleo de lavanda pode ser benéfico para as pessoas que lidam com ácido estomacal extra.
Existem muitas maneiras excelentes de usar efetivamente o óleo de lavanda para combater os sintomas da azia e do refluxo ácido. Para uma experiência aromática relaxante geral, adicione algumas gotas ao difusor de vapor ou coloque o óleo em um banho quente para um relaxamento ideal.
No entanto, se seus problemas gastrointestinais são responsáveis por mantê-lo acordado à noite, tente adicionar algumas gotas de óleo de lavanda a um pequeno frasco de spray com água. Use a mistura em seus travesseiros e lençóis.
Para uso tópico, dilua com um óleo transportador, como coco, amêndoa ou jojoba, e aplique suavemente a mistura na barriga ou no peito para encontrar alívio instantâneo de azia e inchaço. Além disso, para evitar o refluxo ácido, basta aplicar uma gota de óleo de lavanda de grau terapêutico na parte de trás da língua ou adicionar ao seu chá de ervas favorito. Para resultados máximos, aproveite esta mistura depois de comer para melhorar a digestão.
É importante entender que o óleo de hortelã-pimenta tende a ser mais concentrado do que outros óleos essenciais; portanto, tenha cuidado ao aplicar este produto topicamente ou ingeri-lo. Se você estiver massageando o óleo de hortelã-pimenta diretamente na pele, certifique-se de diluir fortemente com um óleo transportador.
Se ingerido em excesso, pode realmente causar azia, por isso a moderação é fundamental. Para alívio imediato, aplique óleo de hortelã-pimenta e um óleo transportador no estômago. Para uma bebida refrescante e estimulante, tente adicionar uma gota de óleo de hortelã-pimenta, seguida por 1/2 colher de chá de vinagre de maçã orgânico e uma colher de chá de mel a um copo de água morna.
A inalação da essência de um óleo essencial de hortelã-pimenta pode ajudar a aliviar azia, dor de estômago e náusea. Para isso, massageie o óleo diluído no peito, barriga e costas para ajudar a relaxar o sistema digestivo hiperativo.
Os óleos essenciais para azia são potentes, por isso, uma gota ou duas é suficiente para difundir aromas em uma sala. Normalmente, uma gota ou duas no óleo transportador são recomendadas ao aplicar topicamente os óleos essenciais.
No entanto a melhor maneira de tratar a azia com óleos essenciais é inalando o perfume diretamente da garrafa ou de um difusor. Se você estiver usando um difusor, coloque duas ou três gotas no bolso a vapor da máquina, ligue a máquina e a água quente difundirá os óleos concentrados. Se você não tiver um difusor, pode aquecer 1 litro de água, mergulhar uma toalha na água quente, pingar algumas gotas de óleo na toalha e respirar profundamente.
Outra maneira de colher os benefícios dos óleos essenciais é misturar-se com um óleo transportador e massagear a pele. Vale lembrar que os óleos essenciais não devem ser engolidos.
E se você tiver azia frequente, converse com seu médico sobre suas opções de tratamento. Mas, geralmente o ajuste na alimentação e o usos de óleos essenciais será suficiente.
Antes de usar os óleos essenciais, faça sua pesquisa. Entenda quais óleos podem ser adequados para sua condição e quais não são. Considere os possíveis efeitos colaterais conhecidos e como eles podem interferir na sua atividade diária.
Por fim, peça ajuda a um profissional. Embora seu médico possa não prescrever óleos essenciais, é importante que eles saibam que você está usando os óleos e quaisquer tratamentos alternativos. Eles podem ajudá-lo a fazer isso com segurança, garantindo que os óleos escolhidos não afetem os medicamentos que você está tomando atualmente.
Abraço e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
]]>Infelizmente, a prevalência desse problema na população ainda está aumentando (1).
O aumento gradual de pessoas que sofrem de refluxo ácido pode ser atribuído a vários fatores. Em um estudo de 2011, foi determinado que os casos da doença dobraram nos últimos 10 anos (2).
Pesquisadores apontam que esse aumento é paralelo ao número de pessoas obesas e com sobrepeso.
Neste artigo você encontra as causas da doença, e conhece quais são os super alimentos para controlar o refluxo ácido, que você pode empregar para controlar ou eliminar completamente os sintomas.
Não deixe de ler e compartilhar!
O nome mais comum para refluxo ácido é azia, uma condição na qual os sucos digestivos entram no esôfago, o que pode resultar em uma sensação de queimação.
Alguns dos outros sintomas comuns do refluxo ácido incluem dores no peito e problemas para digerir certos alimentos.
Não existe uma causa específica para a doença, mas pode ser desencadeada por vários fatores externos e internos.
O refluxo ácido pode causar uma variedade de complicações, incluindo dor, irritação, inchaço ou perda de apetite.
Existem vários gatilhos que podem causar essa condição e influenciar na gravidade.
Aliviar com sucesso os sintomas do refluxo ácido dependente da sua capacidade de determinar os desencadeantes, e limitar sua exposição a eles.
Os gatilhos podem estar relacionados ao aumento do ácido estomacal ou a pressão no estômago.
Se você já teve o desconforto do refluxo ácido, aqui estão alguns dos hábitos que você deve eliminar da sua vida:
O alto teor de nicotina no tabaco pode causar o relaxamento do esfíncter esofágico inferior (LES). Isso permite que o ácido do estômago e a comida não digerida subam até o esôfago (4).
O álcool aumenta a produção de ácido gástrico e torna o esôfago mais propenso à irritação. Além disso, o álcool pode causar relaxamento do LES, facilitando o retorno do ácido gástrico (5).
Embora os AINEs possam proporcionar alívio temporário da dor, eles contêm componentes diferentes que podem causar relaxamento do LES, causando refluxo ácido (6).
Os super alimentos para quem sofre com o refluxo ácido é projetada ajudar a melhorar a saúde digestiva, eliminar os sintomas, e impulsiona seu sistema imune (7).
A quantidade de ácido que seu estômago produz depende em grande parte dos alimentos que você ingere, de modo que moldar sua dieta para evitar alimentos que produzem excesso de ácido é essencial.
Esta dieta pode reconfigurar seu estômago e também estabelecer hábitos alimentares saudáveis, o que evitará esses sintomas no futuro (8).
Incorpore esses alimentos em sua dieta:
Os vegetais são naturalmente pobres em gordura e açúcar e ajudam a reduzir o ácido estomacal. Boas opções incluem brócolis, aspargos, couve-flor, folhas verdes e pepino.
O gengibre tem propriedades anti-inflamatórias naturais e é um tratamento natural para a azia e outros problemas gastrointestinais.
Você pode adicionar raiz de gengibre ralado ou fatiado a receitas ou smoothies ou beber chá de gengibre para aliviar os sintomas.
Frutas não-cítricas, incluindo melões, bananas, maçãs e peras, são menos propensas a desencadear sintomas de refluxo do que frutas ácidas.
Carnes magras, como frango, peru, peixe e frutos do mar, são pobres em gordura e reduzem os sintomas do refluxo ácido. Experimente-os grelhados, grelhados, cozidos ou escalfados.
Claras de ovos são uma boa opção. Fique longe de gemas, que são ricas em gordura e podem desencadear sintomas de refluxo.
Fontes de gorduras saudáveis incluem abacates, nozes, sementes de linhaça, azeite, óleo de coco e óleo de gergelim.
Além de consumir alimentos para gerenciar os sintomas do refluxo, você pode também evitar àqueles que propiciam o refluxo ácido.
Alimentos fritos e gordurosos podem causar relaxamento do LES, permitindo que mais ácido gástrico volte para o esôfago. Estes alimentos também atrasam o esvaziamento do estômago.
Além de alimentos gordurosos deve-se evitar frutas altamente ácidas, alimentos que contém um ingrediente chamado metilxantina, como o chocolate, pois ele relaxa o músculo liso no LES e aumenta o refluxo.
Evite estes alimentos ou coma com moderação
O refluxo ácido pode parecer uma condição comum, uma vez que não causa muita debilidade além da azia e náusea, mas ainda pode levar a doenças graves se não for diagnosticada ou tratada.
A constante barragem de ácido gástrico que sobe pelo esôfago pode causar sérios danos ao esôfago, já que seu revestimento é mais fino e mais delicado do que o revestimento do estômago (9).
Por isso, o mais indicado é evitar o refluxo.
E para ajudar você que se preocupa com uma alimentação saudável e que ajuda a cuidar da saúde eu convido a adquirir o e-book da minha esposa, Carol Pimentel.
O livro digital contém mais de 70 receitas deliciosas e low carb, desenvolvido para quem deseja ter uma alimentação extremamente saudável focada em eliminar o sobrepeso, evitar problemas de saúde e reverter os danos causados pela má alimentação passada.
Neste livro você vai aprender as melhores receitas de doces e salgados, sem medo de engordar.
Receitas simples e fáceis de preparar, e o melhor de tudo: Super acessíveis!
Clique na imagem abaixo e adquira agora o seu livro digital.
Abraços e fique com Deus,
Dr Juliano Pimentel.
]]>Mais especificamente, existe um músculo (esfíncter esofágico inferior) que se abre para permitir a passagem dos alimentos para o estômago, e então se fecha para impedir que os ácidos estomacais subam para o esôfago.
Alterações nesse mecanismo podem provocar o refluxo gastroesofágico e azia, que são os sintomas mais comuns da hérnia de hiato.
Ela ocorre especialmente em pessoas da maior idade e obesas.
Neste artigo, eu vou explicar as causas, sintomas e tratamentos da hérnia de hiato.
Não deixe de ler e compartilhar.
A hérnia de hiato é uma doença em que uma parte do estômago se projeta para dentro do tórax por meio de uma abertura no diafragma. O diafragma é a camada de músculo que separa o tórax do abdômen. Esse músculo é utilizado na respiração.
Quando a hérnia se forma, devido a obesidade ou excesso de atividade física, por exemplo; ela dificulta o fechamento completo do estômago, facilitando o retorno do conteúdo ácido para o interior do esôfago, causando surgimento de refluxo gastroesofágico que provoca sensação de queimação na garganta.
O diagnóstico pode ser feito pelo médico após a observação dos sintomas de refluxo, embora a única forma de confirmar a existência da hérnia seja fazendo endoscopia ou tomografia computadorizada.
O diafragma é um músculo em forma de cúpula que separa a caixa torácica do abdômen.
Normalmente, o conteúdo do esôfago passa para o estômago por meio de uma abertura no diafragma chamada hiato.
As hérnias de hiato ocorrem quando o tecido muscular em torno desta abertura fica fraco, e a parte superior do estômago se contrai através do diafragma para dentro da cavidade torácica.
Ainda não estão claras as razões que levam uma pessoa a desenvolver a doença, mas pesquisas mostram que este problema pode ser resultado de um tecido enfraquecido, que permite que o estômago inche através do diafragma.
Tudo indica que a pressão sobre o estômago possa contribuir para a formação de hérnia.
Ela também pode ser causada pelo excesso de atividade física intensiva, como o levantamento de peso; além disso, o excesso de peso e tosse crônica também podem provocá-la.

Hérnia De Hiato: Tosse Seca É Um Dos Sintomas. Imagem: (Divulgação)
Embora muitos casos sejam assintomáticos, os principais sintomas da hérnia de hiato são:
Geralmente, estes sintomas costumam surgir cerca de 20 a 30 minutos após as refeições e tendem a desaparecer pouco tempo depois.
Além disso, estes sintomas também indicam a presença de refluxo e, por isso, é comum que o refluxo seja diagnosticado antes da hérnia de hiato.
Os objetivos do tratamento da hérnia de hiato são o alívio dos sintomas e a prevenção de possíveis complicações.
A redução do refluxo de conteúdo estomacal para o esôfago (refluxo gastroesofágico) aliviará a dor.
Podem ser prescritos medicamentos para azia, remédios que neutralizem a acidez estomacal, diminuam a produção de ácido ou fortaleçam o esfíncter esofágico inferior.
Em alguns casos, a cirurgia talvez seja necessária. A cirurgia é geralmente reservada para situações de emergência e para pessoas que não obtiveram sucesso no tratamento com medicamentos para aliviar a azia e refluxo ácido.
A melhor forma de tratar a hérnia de hiato é emagrecer se for o caso, e seguir uma dieta rica em nutrientes.
Também é importante evitar bebidas alcoólicas e comidas industrializadas, que são mais difíceis de serem digeridos e podem piorar os sintomas da doença.
Algumas medidas simples podem ajudar a reduzir os sintomas da hérnia de hiato, como:
A falta de tratamento correto pode levar à complicações graves de saúde, como:
Colocar em prática essas dicas pode ajudar no tratamento da hérnia de hiato. E não se esqueça de que, procurar orientação médica é fundamental.
E assim como dito anteriormente, manter uma alimentação equilibrada, parar de fumar e de beber pode ajudar a tratar o problema, pois em uma grande parte, a doença se dá em pessoas com muito excesso de peso.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
]]>Os episódios de azia podem ser ocasionais ou frequentes, podendo interferir na rotina e qualidade de vida do paciente; ela também pode sinal de algum problema mais grave.
Por isso, é fundamental ficar atento aos sintomas e procurar orientação médica.
Neste artigo, eu explico as causas, sintomas e tratamentos da azia.
Não deixe de ler e compartilhar.
A azia está relacionada ao refluxo ácido, também conhecido como doença do refluxo gastroesofágico.
O que provoca o refluxo ácido e azia? Dieta e hábitos de vida, principalmente. Eles geralmente produzem uma variedade de sintomas temporários, mas desconfortáveis e muitas vezes dolorosos.
Normalmente os sintomas ocorrem à noite, depois de comer uma grande refeição.
Os sintomas mais comuns e visíveis incluem:
Experimentar esses sintomas continuamente pode ser sinal de uma condição crônica, como refluxo gastroesofágico.
Para uma pequena porcentagem de pessoas, a irritação constante do esôfago causa cicatrizes irreversíveis e uma abertura estreita na garganta.
É possível que as células do esôfago fiquem danificadas ao longo do tempo e que ocorram alterações, incluindo perda do apetite, perda de peso inesperada, sangue no vômito, fezes mudadas, dificuldade ou dor ao engolir e até desenvolvimento de células cancerígenas.
Estes são sintomas de uma condição séria chamada “esôfago de Barrett“.
Se você sofre com casos de indigestão frequentes, procure o seu médico.

Ela é causada principalmente por problemas digestivos, como regurgitação ácida do estômago para o esôfago.
O problema se desenvolve quando a válvula muscular que controla o esfíncter esofágico inferior para de funcionar adequadamente, fazendo com que o ácido do estômago atinja o esôfago e, em seguida, possivelmente a garganta ou a boca, causando queimação, dores e gases.
A queimação é causada pelo fluido digestivo do estômago, irritando o revestimento do esôfago e garganta.
As causas subjacentes mais comuns da azia incluem:
Muitas destas causas podem ser facilmente corrigidas ao mudar a sua dieta, evitando comer demais e controlando o estresse.
Embora a maioria dos sintomas desapareçam após o parto, mais de metade de todas as mulheres grávidas também experimentam algum tipo de azia, causada pelo aumento da pressão sobre os órgãos digestivos e alterações hormonais.
Ao invés de simplesmente ignorar os sintomas de indigestão, trate o problema em sua raiz com mudanças alimentares.

Azia: Alivie o estresse. Imagem: (Divulgação)
Descubra quais são os principais tratamentos naturais para melhorar os sintomas de azia:
Comer demais coloca uma grande quantidade de pressão sobre o estômago.
Quando o corpo sente que você comeu uma grande quantidade de uma só vez, a produção de ácido do estômago é transformada para facilitar a digestão.
Depois de comer uma refeição pesada, especialmente uma cheia de alimentos formadores de ácido, parte do conteúdo do estômago pode literalmente vazar para fora e fluir para trás em seu esôfago.
Muitas pessoas comem sua refeição maior, mais pesada à noite, razão pela qual a azia é mais comum antes de deitar.
Comer demais na hora do jantar geralmente um hábito, que se forma quando você não consome comida suficiente durante o dia.
Isso está associado ao ganho de peso, que está associado a maiores taxas de azia.
Um estudo de 2006 publicado no The New England Journal of Medicine, descobriu que a obesidade provavelmente provoca azia devido a muitos fatores, incluindo um aumento na pressão intra-abdominal, uma maior associação de hérnia hiatal e fatores hormonais.
Alimentos e refeições que são capazes de aumentar ácido do estômago e, portanto, pioram os sintomas da azia incluem:
O primeiro passo deve ser evitar os alimentos processados, incluindo qualquer coisa artificialmente aromatizado, fritos ou adoçados (cereais, milho e batatas fritas, muffins, biscoitos, qualquer coisa com óleos vegetais refinados).
Considere reduzir a ingestão de grãos e evitar os óleos como canola, cártamo, girassol, milho e óleo de soja.
Concentre-se em comer uma dieta de alimentos integrais e saudáveis, que não agravam o seu sistema digestivo.
Legumes verdes folhosos, alimentos probióticos, óleo de coco e peixes, podem ajudar a aliviar a azia.
O estresse é um poderoso gatilho hormonal que pode afetar quase todos os sistemas corporais, da imunidade à digestão.
É por isso que o estresse crônico pode matar sua qualidade de vida.
Tal como acontece com outras condições digestivas crônicas, tais como a síndrome do intestino irritável (IBS) ou síndrome do intestino permeável, a intensidade da azia está ligada a mudanças nos principais eventos da vida ou o excesso de estresse.
Exaustão ou síndrome de fadiga crônica resultante de estresse também tem poderosos sintomas psicopatológicos que estão associados com a piora da azia.
Para ajudar a reduzir seus sintoma, procure a causa do problema.
Como você está lidando com o estresse do trabalho ou relacionamentos? Você está dormindo suficiente?
Considere tentar técnicas de redução do estresse, como respiração profunda, massagem, acupuntura ou meditação.
É possível que os sintomas de azia piorem quando você toma certos medicamentos, como a pílula anticoncepcional ou certas drogas usadas para tratar a pressão alta.
Outro passo importante é parar de fumar, pois fumar estimula a produção de ácido do estômago.
Se você sofre com sintomas de azia, é preciso mudar alguns pontos da sua alimentação. Cortar alimentos açucarados e industrializados é fundamental para evitar piorar os sintomas.
Caso a sensação de queimação seja frequente, procure orientação médica.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
]]>
Esse movimento é conhecido como refluxo e irrita os tecidos que revestem o esôfago, causando os sintomas degradáveis (1).
Se não for tratado adequadamente, o refluxo pode causar danos graves a longo prazo, por exemplo.
Devido a regurgitação de ácido, as cicatrizes de tecido no esôfago inferior podem resultar em: estreitamento do esôfago, bem como, câncer de esôfago e tosse crônica (3, 4).
Saiba agora quais são as causas e sintomas dessa doença.
Não deixe de ler e compartilhar.
Refluxo é o retorno do conteúdo do estômago para o esôfago e em direção à boca, causando dor e inflamação.
Isso acontece quando o músculo que deveria impedir que o ácido do estômago saia do seu interior, ou seja, não funciona como deveria (2).
O grau da inflamação causada no esôfago pelo refluxo vai depender da acidez do conteúdo do estômago, bem como, da quantidade de ácido que entra em contato com a mucosa do esôfago. Podendo causar uma doença chamada esofagite.
O revestimento do estômago o protege contra os efeitos de seus próprios ácidos, mas o esôfago não possui essa proteção, o que pode provocar a queimação e azia.
A força da gravidade contribui para o refluxo quando o indivíduo permanece deitado. Alem do mais, a obesidade também pode contribuir. Já que a gordura abdominal faz pressão no estômago e facilita o refluxo gastroesofágico.
Os sintomas de refluxo podem ser tratados com mudanças na dieta, para evitar complicações a longo prazo.
Se você sentir qualquer um dos seguintes sintomas de refluxo, é vital mudar de hábitos e procurar orientação médica.
Os principais sintomas de refluxo incluem:
Fique atento a esses sinais e procure o seu médico caso eles persistam.
Os sintomas de refluxo não são causados pelo excesso de ácido estomacal.
Estudos afirmam que o ácido estomacal insuficiente muitas vezes causa os sintomas. Sem níveis adequados de ácido, a digestão é mais trabalhada, muitas vezes causando sintomas desagradáveis.
Hérnia de hiato também pode causar os sintomas desagradáveis de refluxo ácido.
Afinal, o diafragma ajuda a separar o estômago do peito, uma hérnia hiatal é quando a parte superior do estômago se projeta acima do diafragma, permitindo que o ácido escape (7, 8).
Durante a gravidez, o bebê pode colocar pressão extra sobre a válvula esofágica, causando a liberação de ácido e sintomas de refluxo ácido.
Elevar a cabeça durante o sono, beber chás de ervas e comer refeições menores podem ajudar.
Bem como a gravidez, o excesso de peso podem colocar pressão extra sobre as válvulas, e esfíncter que permitem a libertação de ácido.
Além disso, a obesidade é frequentemente associada a baixos níveis de ácido do estômago.
Grandes refeições são outro culpado. Afinal, um estômago excessivamente cheio coloca pressão excessiva sobre o diafragma, fazendo com que o ácido saia.
Se você é fumante, também vale ficar atento. Fumar cigarros prejudica os reflexos musculares e aumenta a produção de ácido, e deve ser evitado por quem sofre de refluxo. (Aliás, por todos)
Alguns medicamentos, incluindo ibuprofeno, bem como, relaxantes musculares, algumas prescrições de pressão arterial e aspirina também podem causar refluxo. Leia as bulas e discuta alternativas com seu médico.
Azia pode ser o primeiro sintoma de uma infecção por H. pylori, que é comum em dois terços da população. Quando não tratada, esta infecção pode causar câncer de estômago (9).
Até mesmo o exercício físico excessivo pode causar refluxo (10).
Por último, a deficiência de magnésio pode levar a um funcionamento inadequado do esfíncter que impede que o ácido escape.
Praticamente todos os estudos de pesquisa feitos sobre a doença, apontam para dieta como um fator contribuinte para a melhora ou piora dos sintomas.
Enquanto o intestino de cada um de nós é diferente e têm diferentes sensibilidades alimentares, que desencadeiam a doença, há alguns reincidentes que causam sintomas de refluxo (11).

Refluxo: Kefir pode ajudar a aliviar. Imagem: (Divulgação)
Por outro lado, há alguns alimentos que melhoram os sintomas.
A dieta nestes casos deve se concentrar em alimentos integrais.
Uma alimentação rica em legumes frescos, bem como, frango e carnes magras pode ajudar a reduzir os sintomas associados a essa doença.
Além disso, é importante adicionar salsa, gengibre e erva-doce a sua dieta (12).
Aumentar a ingestão de fibras, apoiar bactérias saudáveis com alimentos ricos em probióticos e suplementos, reduzir os grãos e comer proteína de alta qualidade ajudará a proteger o trato digestivo, equilibrar a função hormonal e ajudar a prevenir muitas doenças crônicas graves.
Confira o meu artigo sobre este assunto: “Dieta Para Quem Tem Refluxo Gastroesofágico.”
Consuma uma dieta saudável, ou seja, evite gatilhos de alimentos prejudiciais e procure orientação médica.
Além disso, há alguns tratamentos naturais que ajudam a aliviar os sintomas.
Pesquisas em andamento estão focando não apenas em medicamentos, mas também em modificações no estilo de vida, incluindo mudanças na dieta, acupuntura, ioga, exercícios, perda de peso e terapias alternativas.
Confira alguns dos melhores tratamentos naturais:
Água de coco – isso porque, é rica em potássio e eletrólitos que ajudam a manter o corpo hidratado. Beber água de coco ajuda a controlar os sintomas.
Limão – adicione uma fatia de limão fresco a sua água todos os dias.
Tratar o estresse – ele é um dos sintomas, por isso, incorporar técnicas de relaxamento em sua rotina diária pode ajudar. Isso pode incluir yoga, meditação ou caminhadas, por exemplo (13).
Não comer demais – coma pequenas refeições para permitir que os alimentos sejam digeridos adequadamente. Afinal, grandes refeições e comer em excesso exercem pressão extra sobre o esfíncter, o que pode resultar em regurgitação de ácidos e alimentos não digeridos.
Parar de fumar – afinal, fumar piora os sintomas da doença.
Restrinja o Álcool – já que, você pode ter os sintomas mais intensos consumindo álcool.
Use roupas leves – por fim, evite roupas apertadas e cintos, especialmente durante as refeições.
A mudança de hábitos e na alimentação, podem ajudar a tratar os sintomas incômodos do refluxo.
Sempre acompanhados de orientações médicas.
Dê preferência aos alimentos de verdade e restrinja o consumo de alimentos processados, fritos e açucarados. (Entenda quais são os malefícios do açúcar para a sua saúde clicando na imagem abaixo).
Vídeo: O que é a doença do Refluxo Esofágico?
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
]]>