Os nomes comerciais desse medicamento são Prozac, Fluxene, Verotinana ou Eufor 20, mas também é encontrado como genérico.
Fluoxetina é na verdade, um antidepressivo oral de até 20 mg, comercializado em forma de comprimido ou gotas. O medicamento também pode ser utilizado para tratar bulimia nervosa. Ou seja, só pode ser tomado sob prescrição médica sob casos clinicamente diagnosticados (1).
Além da depressão e da bulimia nervosa, a fluoxetina também é indicada para casos de ansiedade, transtornos obsessivo compulsivo e transtorno menstrual.
Saiba agora se a fluoxetina emagrece mesmo, e quais os efeitos colaterais dessa medicação.
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O ponto principal que precisa estar claro, é que a fluoxetina não é indicada para tratamentos de emagrecimento. O que acontece é que o emagrecimento é um dos efeitos colaterais dessa medicação, devido ao fato, da diminuição no apetite do consumo desse medicamento.
O remédio não atua no centro de controle da fome, mas pode ajudar a controlar a ansiedade, que é um dos principais fatores que levam ao apetite compulsivo, mesmo sem fome. O que, consequentemente, resulta na perda de peso.
Isso acontece porque a fluoxetina aumenta os níveis de serotonina, e com isso causa a sensação de bem estar, diminuindo os sintomas de ansiedade, humor e demais problemas já citados.
A serotonina é importante, porque quando seus níveis estão baixos, causa mau humor, irritação, cansaço, sonolência, além de ficar com vontade de comer a todo momento.
O que se pode concluir é que o efeito de perda de apetite está relacionado com a perda de peso. Contudo, em alguns casos o efeito colateral do medicamento pode ser inverso e aumentar o apetite, o que, consequentemente, faz engordar (2).
Por isso o medicamento não é indicado para o emagrecimento, e só deve ser utilizado com prescrição médica.
Essa medicação, assim como outras, apresenta efeitos colaterais.
Normalmente, a fluoxetina causa muito sono no início do tratamento, o que pode desaparecer durante a continuação do uso.
É preciso cuidado e atenção em relação aos efeitos colaterais.
Mais de 10% dos pacientes que utilizaram esse medicamento relataram as seguintes reações (3):
– Diarreia, náusea, cansaço e fadiga, perda da força muscular, dor de cabeça, insônia, palpitações, boca seca, visão turva, desconforto gastrointestinal, vômitos, calafrios, sensação de tremor, diminuição de peso, anorexia, distúrbio de atenção, vertigem, alteração no paladar, diminuição do apetite, distúrbio de atenção, sensação de lentidão nos movimentos e raciocínio, ansiedade, diminuição do desejo sexual, nervosismo, cansaço, tensão, micção frequente, suor em excesso, perda de cabelo, tendência para equimose aumentada, e por fim, redução da pressão arterial.
Além dessas, outras reações que aconteceram de forma rara, também foram relatadas por alguns pacientes. Tais, como:
– Dor no esôfago, reação alérgica generalizada, problemas no sistema nervoso que atingem a boca, convulsão, crise de euforia, estrias roxas na pele, reação de fotossensibilidade, inflamação dos vasos sanguíneos, como vasculite, vasodilatação, bem como, lesões avermelhadas na pele.
Fato é que, os efeitos colaterais desse medicamento apresentam variação de acordo com cada pessoa, pois cada organismo responde de uma maneira às substâncias presente no medicamento. Com isso, algumas pessoas podem sentir muito os efeitos da fluoxetina, enquanto outras podem nem notar as reações.
Vale lembrar que a fluoxetina também tem suas restrições de uso. Se a pessoa fizer uso de medicamentos Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO), por exemplo, a fluoxetina é contraindicada.
Nesse último caso, o paciente deverá esperar no mínimo 14 dias após a suspensão do tratamento com IMAO para iniciar o tratamento com o cloridrato de fluoxetina.
Além disso, o uso combinado deste medicamento com o IMAO pode causar eventos adversos graves, podendo ser fatal (4).
Ele também não deve ser usado por pacientes alérgicos à fluoxetina, ou a qualquer um dos seus excipientes. Além disso, a fluoxetina é contraindicada para mulheres grávidas.
O cloridrato de fluoxetina é excretado no leite humano. Portanto, deve-se ter cuidado quando este medicamento for administrado a mulheres que estejam amamentando.
Em outras palavras, ele não pode ser utilizado de forma compulsiva. É preciso buscar ajuda médica antes de fazer uso da fluoxetina ou de qualquer medicamento.
Por fim, é importante salientar que não existem milagres quando o assunto é emagrecer. Além desse medicamento não ser indicado para emagrecer, muitas pessoas que fazem uso de remédios próprios para emagrecer acabam engordando novamente.
É preciso uma reeducação alimentar, uma busca por alimentação de verdade, associada a exercícios físicos e à mudança nos hábitos.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
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No entanto, isso não é real. Afinal, os distúrbios alimentares são, na verdade, doenças sérias e muitas vezes fatais que causam distúrbios graves nos comportamentos alimentares de uma pessoa.
Obsessões com comida, peso corporal e forma também podem sinalizar distúrbios alimentares.
Os distúrbios alimentares comuns incluem anorexia nervosa, bulimia nervosa e transtorno da compulsão alimentar periódica.
É importante lembrar que, distúrbios alimentares podem se desenvolver durante qualquer fase da vida. Mas geralmente aparecem durante a adolescência ou na idade adulta jovem.
Classificado como uma doença médica, o tratamento adequado pode ser altamente eficaz para muitos dos tipos específicos de transtornos alimentares.
Embora essas condições sejam tratáveis, os sintomas e consequências podem ser prejudiciais e mortais se não forem abordados.
Isso porque, distúrbios alimentares comumente coexistem com outras condições, como transtornos de ansiedade, abuso de substâncias ou depressão.
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Distúrbios Alimentares descrevem doenças que são caracterizadas por hábitos alimentares irregulares e sofrimento severo ou preocupação com o peso ou a forma do corpo.
Os distúrbios alimentares podem incluir ingestão inadequada ou excessiva de alimentos, o que pode prejudicar o bem-estar de um indivíduo.
As formas mais comuns de transtornos alimentares incluem:
Transtorno Alimentar Compulsivo
E o transtorno alimentar afeta tanto mulheres quanto os homens.
Pessoas com anorexia nervosa podem se ver acima do peso, mesmo quando estão perigosamente abaixo do peso.
Pessoas com anorexia nervosa geralmente se pesam repetidamente, restringem severamente a quantidade de comida que consomem e ingerem quantidades muito pequenas de apenas certos alimentos (1, 2).

Distúrbios Alimentares – Anorexia
Anorexia nervosa tem a maior taxa de mortalidade de qualquer transtorno mental. Enquanto muitas mulheres jovens e homens com este transtorno morrem de complicações associadas à fome, outros morrem de suicídio.
Nas mulheres, o suicídio é muito mais comum em pessoas com anorexia do que com a maioria dos outros transtornos mentais.
Outros sintomas podem se desenvolver com o tempo, por exemplo:
Já as pessoas com bulimia nervosa têm episódios recorrentes e frequentes de ingerir quantidades extraordinariamente grandes de alimentos e sentem falta de controle sobre esses episódios (3).
Além disso, esse consumo compulsivo é seguido por um comportamento que compensa o excesso de comida. Como por exemplo, vômitos forçados, uso excessivo de laxantes ou diuréticos.

Distúrbios Alimentares – Bulimia
Além do mais, fazem jejum, exercícios excessivos ou uma combinação desses comportamentos.
Ao contrário da anorexia nervosa, as pessoas com bulimia nervosa geralmente mantêm o que é considerado um peso saudável ou relativamente normal.
Pessoas com transtorno da compulsão alimentar periódica perdem o controle sobre sua alimentação.
Ao contrário da bulimia nervosa, os períodos de compulsão alimentar não são seguidos de purgação, exercício excessivo ou jejum.

Distúrbios Alimentares – Compulsão Alimentar
Sendo assim, como resultado, as pessoas com transtorno de compulsão alimentar periódica geralmente apresentam excesso de peso ou obesidade (4, 5).
Infelizmente, muitas pessoas com transtornos alimentares podem não achar que precisam de tratamento.
Por isso, se você estiver preocupado com alguém próximo, o ideal é orientar essa pessoa a visitar um médico.
Mesmo que seu ente querido não esteja pronto para reconhecer um problema com a comida, esse pode ser o primeiro passo (6, 7).
Portanto, esteja alerta para os padrões alimentares e crenças que podem sinalizar um comportamento não saudável, bem como, a pressão dos colegas que podem desencadear distúrbios alimentares (8).
Se você está preocupado com alguém que pode ter um transtorno alimentar, entre em contato com seu médico para discutir suas preocupações.
Distúrbios alimentares tem que ser tratado.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
]]>Além disso, os indicadores apontam que praticamente a mesma quantidade de mulheres, sofrem com a compulsão alimentar.
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O transtorno alimentar masculino pode ser desenvolvido por pessoas de qualquer idade, mas no final da adolescência e inicio da vida adulta o homem, assim como a mulher; tem chances de sofrerem com a bulimia nervosa ou anorexia nervosa.
Já a compulsão alimentar geralmente acontece na fase dos vinte e poucos anos.
Nessa fase da vida as responsabilidades aumentam, as pessoas ficam mais pressionadas a honrar com as expectativas sociais; e os problemas podem aparecer como forma de compensação de algumas frustrações e carências afetivas (1,2)
Estar insatisfeito com o corpo era visto somente como algo tipicamente feminino. Mas, nas últimas décadas, é cada vez mais comum escutar esse tipo de queixa do público masculino.
No caso das mulheres as curvas e o peso são motivos mais cabíveis de reclamações. Já os homens querem músculos ou perda de gordura.
A forma como a pessoa lida com a sua imagem, e o que enxerga na imagem no espelho pode ser o estopim de um distúrbio alimentar.
Os distúrbios de alimentação no caso dos homens também podem estar presentes em grupos de atletas. Geralmente nesses casos existem mais cobranças com relação a aparência física, interferência do peso e músculos no resultado como atleta.
A pressão pelo corpo perfeito pode culminar em problemas alimentares, e a distorção da aparência.
A pessoa que não consegue comer por medo de engordar; mesmo sabendo que precisa dos nutrientes para ter saúde e conseguir desempenhar as atividades do dia a dia; e pode sofrer com o transtorno alimentar.
No entanto, muitos não observam as pessoas que buscam padrões utópicos de musculatura e peso.
Essa preocupação excessiva com a imagem, pode ser um forte indício para o transtorno alimentar.
A melhor forma de lidar com esse problema, é buscar a ajuda de um profissional da saúde especializado.
São muitos os motivos que podem levar uma pessoa a ter um problema de transtorno alimentar, mas nenhum fator foi apontado como único fator e como determinante para a pessoa desenvolver o mal.
No entanto, o que sabemos é que alguns indicativos merecem atenção para evitar o transtorno:
Se na sua família existem pessoas com esse tipo de transtorno, não deixe de prestar atenção se você não está caindo nessa armadilha.
Compensação com a comida ou com a aparência física tida como perfeita é um problema gravíssimo.
Quando uma aparência é tida como a correta culturalmente, a pessoa que não se encaixa naquele perfil pode iniciar um transtorno alimentar simplesmente por querer essa aparência utópica.
Debochar da aparência de uma pessoa pode causar esse problema alimentar.
Crianças obesas que passaram por situações traumáticas podem se tornar adolescentes e/ou jovens adultos com problemas em se alimentar, visando o emagrecimento.
O transtorno alimentar interfere diretamente na saúde da pessoa em muitos aspectos.
Tanto em homens quanto em mulheres o problema pode causar anemia, anorexia, bulimia, queda de cabelo, problemas com a interação social, depressão e desnutrição.
Uma alimentação equilibrada é essencial para o funcionamento do nosso organismo.
A partir do momento que alimentos são cortados e o nosso corpo não tem mais esse estoque de nutrientes para se defender; os órgãos vitais começam a funcionar com precariedade até que parem de vez de funcionar e a pessoas morra.
Parar de comer, seja lá por qual motivo, é algo gravíssimo. No entanto, o transtorno alimentar pode não ser somente um problema de pessoas extremamente magras.
É cada vez mais comum ver obesos com problemas idênticos as pessoas que comem pouco. Desnutrição pode ser um mal que assola um obeso, mesmo ele estando muito acima do seu peso ideal.
A grande maioria dos obesos não consomem todos os nutrientes, indicados para manutenção da saúde. O interesse é comer e não se alimentar.
O consumo de alimentos cheios de calorias, mas pobres em reais nutrientes, acabam por gerar problemas de saúde gravíssimos como a desnutrição, além da obesidade.
Estar de olho no problema e entender quais são os sinais de que a pessoa precisa de ajuda é essencial para o tratamento e prevenção.
Mas, diagnosticar isso é bem complico, pois a pessoa acaba por usar mecanismos para esconder o problema.
É claro que tem sinais que podemos identificar em qualquer pessoa independente do gênero. No entanto, alguns são mais comuns para os homens, confira:
O tratamento do transtorno alimentar começa com um psicólogo. Ele vai entender os motivos que levaram ao problema e vai ajudar a mudar a parte psicológica do paciente.
Além disso, a pessoa vai precisar de uma ajuda nutricional.
A alimentação equilibrada é essencial e para manter isso, é importante ter uma visão correta dos alimentos e sobre si mesmo.
É necessário sempre ficar de olho no que escolhe para consumir. As porções são essenciais, pois quem sofre desse transtorno geralmente come bem menos do que deveria.
Espero ter ajudado!
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
]]>Transtornos alimentares são um problema real, que pode afetar homens e mulher, mas que especialmente atinge meninas e mulheres. Colocando isso em números, de acordo com pesquisa no New York Times, 95% dos pacientes com anorexia e cerca de 85% dos pacientes com bulimia nervosa são do sexo feminino (1).
Mas como é possível saber se você ou alguém conhecido está sofrendo os efeitos da bulimia, e porque este tipo de transtorno alimentar deve ser reconhecido?
Existem muitas razões, e todos elas podem levar a perigosos efeitos colaterais, sérios danos corporais tais como menstruação irregular, desequilíbrios hormonais e muito mais, além de problemas neurológicos.
Existe uma enorme quantidade de estresse causado pela luta contra a bulimia nervosa, que prejudica ainda mais a vida do indivíduo que sofre com esse distúrbio alimentar.
Alguém com bulimia costuma lutar com uma excessiva preocupação com a sua imagem corporal, o que leva a severas restrições calóricas, além do sentimento de inadequação e vergonha corporal, sentimentos contínuos de ansiedade, culpa e remorso.
Infelizmente, o risco de morte por suicídio ou complicações médicas aumenta para quem sofre com transtornos alimentares de qualquer tipo.
Muitas pessoas com bulimia ou outros distúrbios alimentares tendem a ser extremamente críticos consigo mesmos.
Sem ajuda, o estresse crônico causado por esta doença pode deteriorar o corpo e organismo, juntamente com os seus relacionamentos, senso de autoestima e autocontrole.
Quanto mais cedo a bulimia é descoberta, maiores são as chances do paciente resgatar sua saúde e prevenir futuras recaídas. Neste artigo, vou compartilhar os principais sintomas da doença, como ela afeta o organismo e as formas de tratamento.
Não deixe de ler e compartilhar.
Bulimia é considerado um transtorno alimentar grave que gira em torno de comer grandes quantidades de alimentos de uma vez, seguido de tentar “livrar-se” das calorias que foram consumidas.
A bulimia é considerada uma doença potencialmente fatal que afeta milhões de pessoas, especialmente mulheres, e é mais comum do que a anorexia nervosa.
Ela envolve padrões de alimentação erráticos e geralmente vômitos vigorosos, abuso de laxantes e, por vezes, excesso de exercícios físicos; existem múltiplos sintomas e riscos envolvidos, tanto físicos como mentais.
O que diferencia a bulimia nervosa de outros transtornos alimentares é o comportamento de tentar livrar-se do que comeu regularmente, independentemente de como exatamente isso acontece. A ênfase está sempre na eliminação de calorias extras com objetivo de evitar ganho de peso ou para alcançar a perda de peso, isso acontece de maneiras insalubres.
De acordo com a National Eating Disorders Organization, bulimia nervosa é caracterizada por sintomas que incluem (2):
>> Consumo de alimentos em quantidade desequilibrada e excessiva, seguido por comportamentos de compensação para evitar ganho de peso;
>> Sentimentos intensos de estresse crônico e de estar fora de controle em relação à comida;
>> Autoestima altamente dependente do peso corporal e da sua imagem.
A maioria das pessoas pensam que apenas pessoas muito magras possuem padrões alimentares distorcidos, mas a verdade é que homens e mulheres de todas as formas e tamanhos podem sofrer com transtornos alimentares.
Na verdade, a maioria das pessoas com bulimia não parecem ter sinais visíveis de um problema, e estão geralmente na média em termos de peso corporal.
Bulimia pode desenvolver-se por muitas razões diferentes, e é geralmente uma combinação de vários fatores ambientais e genéticos. Alguns dos fatores de risco conhecidos, e que tornam alguém mais propenso a desenvolver bulimia nervosa incluem (3):
Se você suspeita que sofre de bulimia, especialistas recomendam fazer as perguntas abaixo. Quanto mais você responder “sim”; maior a probabilidade de que você lide com um transtorno alimentar(4):
>> Você é obcecado pelo seu corpo, tamanho e peso?
>> Quando você come, você se sente culpado, envergonhado ou deprimido?
>> Você pensa frequentemente sobre alimentos, calorias e dietas; ao ponto disso interferir em sua vida, trabalho e relacionamentos?
>> Você tem medo de ganhar peso, sentir-se fora de controle e teme que quando você começar a comer, você não será capaz de parar?
>> Você come até que esteja excessivamente cheio?
>> Você toma laxantes regularmente ou vomita para ajudar a controlar o peso?
>> Você se exercita compulsivamente?
Contrariamente à crença popular, todos os que sofrem de bulimia não vomitam necessariamente.
A bulimia geralmente é categorizada em dois grupos: aqueles que envolvem vômitos regularmente ou uso de laxantes e diuréticos, e aqueles que envolvem a compensação de calorias de outras maneiras.
Algumas das maneiras comuns que um bulímico não purgante usa para “compensar” comer grandes quantidades de calorias incluem restringir severamente a ingestão de alimentos, períodos regulares de jejum / jejum intermitente ou exercício excessivo além de uma quantidade saudável.
Muitas pessoas com bulimia não se encaixam perfeitamente em uma categoria e podem demonstrar comportamentos de ambas. Por exemplo, alguém pode passar longos períodos sem usar laxantes ou vômitos, mas em vez disso se concentrar no exercício extremo para queimar muitas calorias juntamente com uma dieta restritiva.
Na verdade, a maioria das pessoas com bulimia nervosa tem alguns sintomas sobrepostos e comportamentos de outros transtornos alimentares, como a anorexia (restrição de calorias). Embora a gravidade da bulimia pode variar muito dependendo do caso, o desejo subjacente e distorção são geralmente os mesmos: tornar-se mais magro e conseguir uma forma corporal específica utilizando qualquer meio necessário, mesmo que seja prejudicial para a saúde.
O que diferencia as pessoas com bulimia nervosa dos milhões de outras pessoas que desejam mudar suas formas corporais? Como os transtornos alimentares são questões psicológicas tão complexas, podem ser desencadeados por fatores sobrepostos e interligados, como (5):

Mudanças notáveis de peso são sintomas da bulimia
Um dos efeitos colaterais mais perigosos e comuns da bulimia são os danos causados ao sistema digestivo, uma vez que comer demais e depois se livrar do alimento têm efeitos negativos sobre a produção de enzimas digestivas, equilíbrio de fluidos e níveis de eletrólito.
Vomitar e tomar laxantes podem levar a desequilíbrios eletrolíticos e químicos, que causam efeitos em cascata em outros sistemas e órgãos, como um batimento cardíaco anormal e sintomas de depressão.
Ao mesmo tempo, altas quantidades de estresse juntamente com deficiências de nutrientes podem alterar os níveis hormonais e alterar o funcionamento do neurotransmissor.
Alguns dos efeitos negativos da bulimia nervosa para a saúde são (6):
>> Desequilíbrio de potássio e sódio, uma vez que o vômito/purga pode alterar os balanços de nutrientes, eletrólitos e fluidos chave.
>> Batimentos cardíacos irregulares e maior probabilidade de ataques cardíacos, insuficiência cardíaca e morte devido a um desequilíbrio eletrolítico.
>> Desidratação, que pode afetar negativamente a digestão, capacidades mentais, movimentos musculares e funcionamento do coração.
>> Capacidade reduzida de digerir os alimentos corretamente e absorver nutrientes.
>> Problemas para ir ao banheiro normalmente, incluindo estômago inchado, constipação e diarreia, causada por tomar laxantes e alterar os níveis de enzimas e eletrólitos.
>> Maior risco de úlceras e rupturas gástricas.
>> Maior probabilidade de ter mudanças de peso que afetam negativamente a tireoide e a saúde hormonal.
>> Maior probabilidade de lidar com infertilidade e menstruações irregulares.
>> Diminuição da resposta imunológica a infecções ou doenças mais comuns.
>> Maior risco de depressão, transtornos de ansiedade e suicídio.
>> Níveis mais elevados de inflamação, o que pode aumentar o risco de várias doenças crônicas.
Pessoas com bulimia muitas vezes descrevem suas situações como constantes batalhas internas, quase como se tivessem duas ou até três vozes opostas em suas cabeças, todas com desejos diferentes.
De um lado ela pode sentir um forte desejo de perder peso ou ficar magro, por outro lado há a vontade de comer compulsivamente.
Antes de seguir, é importante evidenciar que, a melhor estratégia é sempre optar por uma alimentação de verdade, com legumes, verduras, grãos, frutas e carnes.
Além disso, você pode incluir diariamente sucos vegetais. Esses sucos além de nutritivos, desintoxicam o corpo, eliminando inflamação e excessos.
Alguns sinais comuns que podem indicar bulimia incluem (7):
Distúrbios alimentares precisam ser acompanhadas por um médico especialista, e não há nenhuma “cura” conhecida para a bulimia.
Alguns dos passos mais importantes para combater o distúrbio incluem:
Todos os transtornos alimentares são problemas complexos que normalmente exigem a busca de ajuda, como de um terapeuta, médico e nutricionista.
Acredita-se que os padrões de pensamento compulsivos que causam bulimia funcionam como um ciclo, uma vez que se tornam habituais e “o novo normal” para alguém que está sofrendo.
No entanto, com ajuda e treinamento adequado para mudar os padrões de pensamento de alguém e comportamentos; esse ciclo mortal pode ser quebrado (8).
Um dos métodos de tratamento mais bem sucedidos para combater a bulimia e outros transtornos alimentares é chamado de terapia cognitivo-comportamental (TCC), que se concentra na mudança de padrões de pensamento que pode auxiliar na mudança de comportamentos negativos (9,10).
Ironicamente, o vômito e a purga geralmente não resultam em perda de peso.
Vômito, exercício excessivo e uso de laxantes na maioria dos casos não compensa as calorias consumidas em excesso, por isso as pessoas com bulimia normalmente nunca atingem seu “peso ideal” e só perpetuam o ciclo alimentar distorcido, além das consequências negativas para a saúde que esses hábitos trazem.
Alguns especialistas acreditam que o vômito, por exemplo, só “apaga” cerca de 50% das calorias consumidas, enquanto os laxantes cerca de apenas 10%. Muitas pessoas realmente acabam ganhando peso a longo prazo, em vez de emagrecer.
Para uma alta porcentagem de pessoas com transtorno alimentar, suas intenções começam inocente – geralmente querendo perder algum peso.
Mas a restrição pode agir como um gatilho e acabar causando uma obsessão com a alimentação, dieta e perda de peso. Como consequência, o corpo responde com aumento da fome, e com compulsões prejudicam a saciedade.
Na verdade, o próprio ato de “dieta” é visto como uma das maiores causas de compulsão alimentar. Por isso, eu sempre falo com meus pacientes sobre reeducação alimentar, e não dietas restritivas.
Explorar outras maneiras de ser feliz sem atingir um determinado peso corporal, é geralmente considerado a chave final para resolver problemas emocionais que causam padrões alimentares distorcidos.
Enfatizar a saúde, apreciar mais as situações sociais, sentir-se mais relaxado em relação ao alimento e por ter mais energia em outras áreas da vida (relacionamentos, espiritualidade, passatempos, família e carreira) é crucial para a recuperação da bulimia.
É claro que quebrar esses padrões de pensamento e relacionamento distorcido com o alimento não é fácil, e a pessoa irá precisar de ajuda.
Procurar ajuda profissional, como já foi falado, é fundamental. Assim como se cercar de um grupo de pessoas de apoio, falar abertamente sobre os seus sentimentos, medos e ansiedades é muito importante!
Se abrir com a sua família e amigos é muito útil para o tratamento da bulimia.
Nas minhas redes sociais nós formamos uma corrente do bem, repleta de apoio e informação. Te convido a fazer parte dela!
Falando ainda sobre a importância da reeducação alimentar e da exclusão dos alimentos industrializados e processados, eu trago a oportunidade de você transformar a sua saúde de forma efetiva!
Por isso eu trago a revolução da saúde, um projeto que pretende mudar a cara da alimentação e da saúde de todos!
Você, os seus filhos e toda a família merecem uma transformação na saúde que realmente seja eficaz, cuidando do corpo de dentro para fora!
Eu desenvolvi um e-book para ajudar você a fazer essa transformação, com todas as informações que você precisa e um guia passo a passo para implementar.
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Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
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