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Dr. Juliano Pimentel | ciclo menstrual https://drjulianopimentel.com.br Dicas saudáveis para emagrecer e manter seu corpo em equilíbrio! Fri, 17 Sep 2021 11:48:13 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.6.5 https://drjulianopimentel.com.br/wp-content/uploads/2023/12/CAPAS-LINK-BIO-874-x-1153-px-1080-x-390-px-e1703619372235-150x150.png Dr. Juliano Pimentel | ciclo menstrual https://drjulianopimentel.com.br 32 32 Soja: 7 Malefícios para a Saúde que Você Precisa Conhecer https://drjulianopimentel.com.br/soja-7-maleficios-saude-conhecer/ https://drjulianopimentel.com.br/soja-7-maleficios-saude-conhecer/#comments Fri, 24 Sep 2021 13:00:26 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=5111 Você já experimentou a soja, grãos de soja ou algum dos seus derivados, como o leite de soja? Os derivados da soja, estão presentes em vários produtos alimentícios que talvez você não saiba.

A soja é uma leguminosa nativa da Ásia Oriental, e é considerada um componente importante na dieta asiática, sendo consumida há milhares de anos (1).

Pessoas intolerante à lactose talvez pensem que o leite de soja, é uma opção saudável para substituir o leite de vaca, mas será que é mesmo?

Conheça agora os 7 malefícios para a saúde.

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Soja

Soja e os derivados. Imagem: (Divulgação)

É comum as pessoas consumirem a soja na forma processada e refinada.

Seja como no leite de soja, tofu, shoyu, proteína de soja, óleo e a carne de soja, substituindo a carne (2).

Ela também é usada em alimentos fermentados como no misso, natto, tempeh (alimentos consumidos originalmente na gastronomia asiática).

O que talvez não saiba é que a proteína de soja, também é o ingrediente principal em fórmulas infantis baseadas no grão.

Veganos e vegetarianos, por exemplo, tendem a incentivar uma alimentação à base de soja devido seu valor proteico.

No entanto, não se engane, os malefícios são mais maiores que os benefícios.

Conhecendo os 7 Malefícios da soja

1. Bloqueio da absorção dos Minerais

A soja é rica em ácido fítico ou fitatos. Ou seja, substância que bloqueia a absorção dos minerais como o zinco e o Ferro, e em pequenas quantidades o cálcio.

Esse bloqueio funciona em apenas uma única refeição, ou seja, não interfere nas demais refeições.

Sendo assim, você consome alimentos ricos em minerais, e o seu organismo não consegue absorvê-los totalmente devido ao bloqueio.

2. Inflamação e outros problemas de saúde

A soja contém ácidos graxos, que são principalmente gorduras poli-insaturadas Ômega-6. Quando você consume muitos alimentos ricos em ômega-6 na dieta, pode levar à inflamação e vários problemas de saúde.

Por isso, o ideal é aumentar o consumo de ômega-3.

3. Disfunção do estrogênio

Ela contém uma grande quantidade de um composto biologicamente chamado de isoflavona. Que funciona como fitoestrógeno compostos à base de plantas que podem ativar receptores de estrogênio no corpo humano (6).

São classificadas como diruptores endócrinos. Ou seja, substâncias químicas que interferem na função normal do corpo humano. As isoflavonas presentes na soja são: a genisteína, a daidzeína e a glicetina.

Essas susbtâncias podem causar o aumento da atividade do estrogênio natural do corpo, bem como reduzi-lo, interrompendo a função normal do corpo (7).

Os homens, por exemplo, possuem o estrogênio no organismo. No entanto, em quantidades elevadas pode ocasionar em alguns problemas de saúde para o homem.

4. Pode Causar Câncer de mama

Estudos em animais apontam que a isoflavona presente na soja, pode causar câncer de mama. (8,9,10) Além de estimular a proliferação e a atividade das células cancerígenas nos seios.

Em um estudo, 7 de 24 mulheres (29,2%) mostraram um maior número de células epiteliais de mama, quando foram suplementadas com proteína de soja, por exemplo (11).

5. Problemas de Tireoide

Existe a preocupação no meio médico, de que consumir produtos com alto teor de soja possa eliminar a função da tireoide em algumas pessoas, e provocar o hipotireoidismo, por exemplo (12).

Além de possuir outras funções importantes, a tireoide é uma importante glândula que regula o crescimento e controla a taxa de energia gasta pelo corpo. 

Estudos indicam que as isoflavonas encontradas na soja, podem suprimir a formação de hormônios da tireoide em animais e humanos (13, 14).

Um estudo japonês feito em 37 adultos, por exemplo, relatou sintomas relacionados com a função da tireoide suprimida, depois de comerem 30 gramas de soja todos os dias durante 3 meses.

Ou seja, o consumo regular de produtos do grão, ou suplementos de isoflavona pode levar ao hipotiroidismo em indivíduos predispostos.

6. Saúde dos Bebês

Expor os filhos à isoflavona, presente na fórmula infantil à base de soja, é muito perigoso. Afinal, a soja pode causar problemas neurológicos nos bebês e TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade) (15,16).

Sem falar que a fórmula infantil de soja, também é alta em alumínio, ou seja, é prejudicial à saúde (17,18).

Em um estudo feito em bebês do sexo feminino e alimentadas com a fórmula de soja, constataram uma quantidade significativa à mais de tecido mamário aos 2 anos de idade, em comparação com aquelas alimentadas com o leite materno ou com uma fórmula à base de leite, por exemplo (19).

Além disso, também existem evidências de que a fórmula de soja durante a infância, possa levar a um aumento nas dores menstruais na idade adulta (20).

Sem comparação, o leite materno sempre será a melhor opção para o seu bebê. E no caso das mamães que não podem amamentar, fórmulas à base de leite de cabra pode ser uma opção ou a utilização de bancos de leite.

7. Desconfortos Abdominais

Como a maioria dos grãos, ela possui fibras insolúveis. Algumas delas são a rafinose e estaquiose, que podem causar flatulência e diarreia em indivíduos sensíveis (21,22).

A rafinose e a estaquiose pertencem a uma classe de fibras chamada FODMAPs, que podem piorar a Síndrome do Intestino Irritável (SII) um distúrbio digestivo comum, mas muito desagradável. (23)

A minha dica é que você considere os perigos que ela e os seus derivados podem trazer para a saúde. Por isso, tome as decisões necessárias para evitar o surgimento de doenças sérias.

Use outros alimentos para substituir os derivados da soja, como:

  • Quinoa, sementes, leite vegetal de coco e amêndoas, por exemplo, e grão de bico. Por fim, para substituir óleo de soja, use óleo de coco, óleo de abacate, banha de porco e outras gorduras saudáveis.

Evitar o consumo de soja ajuda seu corpo a desinflamar, desinchar e proporciona mais saúde e energia no seu dia a dia. Além de retirar o que não presta é necessário ingerir o que te faz bem.

Por isso, desenvolvi a fórmula do PURE DETOX, um suplemento que vai desinflamar e detoxificar o organismo, promovendo o combate às doenças do estilo de vida e queima de gordura.

Nele você encontra a quantidade de nutrientes ideal para promover a saúde do seu corpo.

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Abraços e fique com Deus. 

Dr. Juliano Pimentel 

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Endometriose: Sintomas, Causas e Tratamentos https://drjulianopimentel.com.br/endometriose-sintomas-causa-tratamentos/ https://drjulianopimentel.com.br/endometriose-sintomas-causa-tratamentos/#respond Mon, 23 Aug 2021 12:00:42 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=4912 A endometriose é um dos problemas de saúde mais comuns entre as mulheres, e uma das principais causas de infertilidade. Cerca de mais de 176 milhões de mulheres em todo o mundo sofram com os sintomas de endometriose.

Se você sente dor e desconforto na área reprodutiva, a endometriose pode ser a razão. A boa notícia é que existem soluções para tratar esta condição desconfortável.

Neste artigo, você vai saber o que é endometriose, quais são os sintomas e como tratá-la.

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Endometriose e os Sintomas

A endometriose é uma doença frequente muito incapacitante para a mulher. É a presença do tecido endometrial fora da cavidade do útero. 

Ao menstruar o sangue flui através da trompa e cai dentro da cavidade abdominal pélvica. E como todo líquido se aloja na cavidade mais profunda da pelve que é chamada fundo de saco que fica atrás do útero. 

Todas as mulheres praticamente tem esse refluxo de sangue da cavidade uterina para a cavidade pélvica. E esse sangue tem células tronco que vão alojar atrás do útero ou atrás da bexiga e formar a endometriose.

Além desses dois lugares mais comuns, as células endometrióticas pode se acumular em qualquer lugar da pelve ou extrapélvica. Existem células endometrióticas no diafragma, pulmão e até no cérebro, por exemplo.

O sangue menstrual contém células tronco, que é uma sementinha. Fora do útero essa sementinha deveria não nascer, no entanto, em mulheres que têm predisposição essa sementinha vai se desenvolver e enraizar fora do seu habitat.

Os sintomas comuns da endometriose incluem

– Fortes dores menstruais ou pré menstruais (também conhecidos como dismenorreia) ou períodos irregulares;

– Há também o aumento da dor durante a evacuação e também na micção;

– Sangramento excessivo e também pequenos sangramentos entre ciclos;

– Digestão dolorosa, assim como prisão de ventre e náusea;

– Além disso, a mulher pode sentir dor lombar crônica, dor abdominal, dor pélvica, dor nas articulações e dor nos nervos;

– A mulher também fica com fadiga crônica e inchaço;

– Por fim, o sintoma mais comum é a infertilidade.

Para muitas mulheres, a progressão dos sintomas da endometriose é lenta, desenvolvendo ao longo de muitos anos. Como cada mulher experimenta uma gama diferente de dor, o que pode dificultar o diagnóstico.

A dor geralmente começa na parte inferior do abdômen, e se intensifica durante o período menstrual ou durante as relações sexuais. Como a dor se torna mais grave, ela pode começar a irradiar através da barriga inferior, costas e pernas (2).

Geralmente a infertilidade é o gatilho para descobrir a condição, não espere por esse momento. Por isso, fique atenta aos sintomas e procure orientação médica.

Exames Para Endometriose

Exames para diagnostica endometriose | Juliano Pimentel

Exames para diagnostica endometriose

Os exames de imagem são mais adequados para indicar a existência da endometriose, que será confirmada posteriormente por meio de exames laboratoriais mais específicos.

Entre os exames que podem sinalizar o problema, estão:

Ultrassonografia transvaginal – Procedimento que permite a identificação de endometriomas, assim como aderências pélvicas e endometriose profunda.

Ressonância magnética – Apresenta melhores taxas de sensibilidade e especificidade na avaliação de pacientes com endometrioma e endometriose profunda, por exemplo.

Para identificar a existência da endometriose, outros exames complementares ainda podem ser solicitados pelo médico. Como a ultrassonografia transretal, a ecoendoscopia retal, bem como a tomografia computadorizada.

Por fim, após ser identificada alguma alteração, o médico poderá optar por realizar uma biópsia da lesão encontrada, para confirmar o diagnóstico.

Essa avaliação será realizada por meio de exames chamados laparoscopia e laparopotomia.

Causas da Endometriose

A primeira causa é o refluxo de sangue, já o segundo fator é a presença de toxinas ambientais. Aliás, um estudo realizado na Inglaterra mostrou que meninas com endometriose tinham mais toxicidade no corpo. 

E de fato, a endometriose está relacionada aos hábitos modernos. Nos tempos antigos, por exemplo, em que a mulher não utilizava métodos contraceptivos, a mulher engravidava todos os anos. E o período da amamentação e gestação sem a menstruação era uma proteção contra a endometriose. 

Além de ter ciclos reprodutivos mais frequentes, a mulher não usava tanta maquiagem, por exemplo. Sem falar que a qualidade do ar e da água era outro, ela não comia alimentos industrializados. Até a quantidade de estímulos que o cérebro que a mulher recebia eram outros.

As meninas menstruavam por volta dos 13 anos. Entre 14 e 15 se casavam e a função era cuidar delas e da família. Ou seja, não trabalhavam fora e existia uma fraternidade entre as mulheres da família. 

Endometriose é uma doença moderna

Hoje vivemos em uma outra realidade, com mais facilidades, porém, com outros desafios diferentes para o aprendizado.

O desafio da mulher hoje é administrar todos os diferentes estímulos, além de demandas que são fatores de estresse. 

O estresse exige do corpo uma resposta que coloca as pressas o coração, assim como pulmão e músculo. No momento da resposta ao estresse o trato digestório e o sistema hormonal estão enfraquecidos na sua função.

Se fosse uma resposta momentânea não tinha problema algum, pois depois tudo isso se normalizaria. Acontece é que o estilo de vida moderno trouxe um estresse constante colocando o sistema digestório e hormonal em lockdown. 

Nessa situação a célula endometriótica que vaza através da trompa e cai fora do lugar, encontra nessa mulher um atividade inflamatória na pelve exagerada. Por isso, se tem tanta endometriose nos tempos modernos. 

O próprio contraceptivo hormonal é um xenobiótico, ou seja, uma toxina e tudo isso leva para um deficiência na proteção da progesterona e cria um ambiente propício para o desenvolvimento dessa ‘sementinha’ que não era para produzir fora do seu habitat natural que é o útero.

Aprenda como controlar a inflamação no seu corpo

Tratamentos da Endometriose

Existem vários medicamentos na farmácia que são progestágenos, ou seja, vão bloquear a menstruação que em muitos casos precisam ser usados. Mas, não se acomode aos medicamentos, faça exercícios, melhore a alimentação e controle o estresse.

O tratamento vai além do remédio. Essas mudanças vão promover a mudança dos genes e renovação das células a cada dia e você vai se curando de tudo.

Mudança de hábitos

Pense que seu estilo de vida te conduziu a esta situação, sendo assim, é necessário mudar os hábitos para lidar com a condição.

Três pilares são o sustento da sua mudança de estilo de vida para ter mais saúde: gerenciamento do estresse, atividade física e alimentação anti inflamatória. 

Reduzir o consumo de carboidrato e leite, aumentar o consumo de alimentos de verdade, evitar alimentos industrializados, fazer exercícios físicos, são mudanças que envolvem todo o funcionamento hormonal. Por isso, todas essas mudanças beneficiam não só mulheres com endometriose, mas também aquelas com ovário policístico, mioma e entre outras disfunções hormonais.

Além disso, é preciso pensar na detoxificação intestinal e do fígado. Ou seja, consumir suco verde todos os dias e alimentação anti inflamatória.

É preciso também pensar na progesterona. A progesterona é um hormônio com efeito contrário ao do estrogênio e atua no cérebro ajudando a qualidade do sono. Um sono de qualidade, por exemplo é crucial para o corpo detoxificar e promover um dia de qualidade com os hormônios funcionando em equilíbrio.

Para ter um sono de qualidade é preciso fazer a última refeição mais cedo. Além de priorizar alimentos que impulsionam a progesterona como o inhame, que pode ser usado cozido, ou o leite do inhame usado em receitas.

Além disso, o chá de capim limão, melissa com gengibre, canela, maçã e cravo ajuda a estimular os neurotransmissores. Ou seja, facilita o processo do intestino absorver o triptofano para que ele vire melatonina à noite.

O banho frio também ajuda a melhorar a qualidade de sono também. Para isso, antes de dormir, coloque uma música relaxante e deite com os pés para cima. A intenção é relaxar antes de dormir.

Últimas considerações

Não existe uma fórmula mágica para prevenir a endometriose. De maneira geral, o recomendado é manter hábitos saudáveis, como uma dieta equilibrada, sono regular, praticar atividades físicas e evitar estresse. Ter filhos mais cedo e amamentar também são fatores protetores.

Se você deseja ter uma alimentação que cuida do seu corpo, conheça meu livro VSG. Desenvolvi um método para te ajudar a se livrar do glúten, uma das proteínas mais inflamatórias que está presente em vários alimentos. 

Clique na imagem abaixo para conhecer e ter uma vida realmente saudável. 

Abraços e fique com Deus!

Dr. Juliano Pimentel.

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Progesterona e Estrogênio: Como Atuam na Saúde da Mulher https://drjulianopimentel.com.br/progesterona-estrogenio-saude-da-mulher/ https://drjulianopimentel.com.br/progesterona-estrogenio-saude-da-mulher/#respond Mon, 05 Mar 2018 10:50:07 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=16969 Progesterona e estrogênio são dois hormônios femininos. O estrogênio controla o desenvolvimento das glândulas mamárias e do útero, durante a puberdade e estimula o desenvolvimento do revestimento uterino durante o ciclo menstrual. A progesterona atua no útero durante a gravidez para permitir que o embrião se instale e se desenvolva no útero.

Nesse artigo explicarei o que são a progesterona e o estrogênio, e como estão relacionados à saúde da mulher.
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Progesterona

Progesterona e como atua no organismo. Imagem: (Divulgação)

A progesterona é um hormônio sexual feminino, produzido principalmente nos ovários após a ovulação a cada mês. É uma parte crucial do ciclo menstrual e manutenção da gravidez.

Ela ajuda a regular o ciclo, mas o principal trabalho é preparar o útero para a gravidez. Após ovular, a progesterona ajuda a engrossar o revestimento do útero em preparação para um ovo fertilizado.

Se não houver ovo fertilizado, os níveis de progesterona caem novamente e a menstruação recomeça. Se um óvulo fertilizado se implanta na parede uterina, a progesterona ajuda a manter o revestimento uterino durante a gravidez.

A progesterona é necessária para o desenvolvimento mamário e para a amamentação também. Ela é especialmente importante em seus anos de idade fértil. Se você não tem suficiente progesterona, você pode ter problemas para engravidar.

Cada mês, após um dos seus ovários liberar um ovo, os níveis de progesterona aumentam.

Os sintomas de baixa progesterona em mulheres que não estão gravidas incluem:

– Dores de cabeça ou enxaquecas
– Mudanças de humor, incluindo ansiedade ou depressão
– Baixa mobilidade sexual
– Irregularidade no seu ciclo menstrual

Para mulheres que não estão grávidas, baixa progesterona pode causar sangramento uterino anormal. Períodos irregulares ou ausentes podem indicar ovários que funcionam mal e baixa progesterona.

Durante a gravidez, se seus níveis de progesterona são muito baixos, o útero pode não ser capaz de segurar o bebê até o final de sua formação, podendo causar o aborto espontâneo.

Durante a gravidez, os sintomas de baixa progesterona incluem manchas e dores abdominais. Outros sintomas podem incluir:

– Sensibilidade excessiva e prolongada nos seios
– Fadiga excessiva
Baixo nível de açúcar no sangue
Secura vaginal

Baixa progesterona pode indicar toxemia ou gravidez ectópica. Isso às vezes pode resultar em aborto espontâneo.

Sem progesterona para complementar, o estrogênio pode se tornar o hormônio dominante. Isso pode levar a uma variedade de sintomas, incluindo:

Ganho de peso
– Queda na libido sexual, mudanças de humor e depressão
– TMP, ciclo menstrual irregular, sangramento intenso
– Seios fibroquísticos
Fibroides, endometriose
– Problemas da vesícula
Disfunção tireoidiana

 

Estrogênio

O estrogênio é um hormônio. Embora presente no corpo em pequenas quantidades, os hormônios possuem grandes papéis na manutenção da saúde. O estrogênio é associado ao corpo feminino.

Os homens também produzem estrogênio, mas as mulheres o produzem em níveis mais elevados.

O hormônio estrogênio nas mulheres:
– É responsável pelo desenvolvimento sexual das meninas quando atingem a puberdade
– Controla o crescimento do revestimento uterino, durante o ciclo menstrual e no início de uma gravidez
– Provoca mudanças de mama em adolescentes e mulheres grávidas
– Está envolvido no metabolismo do osso e colesterol
– Regula a ingestão de alimentos, peso corporal, metabolismo da glicose e sensibilidade à insulina

As meninas que não alcançaram a puberdade e as mulheres que se aproximam da menopausa, podem sofrer mais com uma baixa no estrogênio. Ainda assim, as mulheres de todas as idades podem desenvolver baixo teor de estrogênio.

Os sintomas comuns incluem:

– Dores durante as relações sexuais, devido à falta de lubrificação vaginal
– Um aumento das infecções do trato urinário devido a um desbaste da uretra
– Períodos menstruais irregulares ou ausentes
– Mudanças de humor
Dores de cabeça ou acentuação de enxaquecas pré-existentes
Depressão
– Dificuldade em concentrar
Fadiga

Outro sintoma inclui ossos fracos; e isso pode ser devido a uma diminuição da densidade óssea.

O estrogênio funciona em conjunto com cálcio, vitamina D e outros minerais para manter os ossos fortes. Se os níveis de estrogênio são baixos, você pode sofrer uma diminuição da densidade óssea.

Se não for tratada, o baixo estrogênio pode levar à infertilidade nas mulheres.

Produção dos hormônios

Progesterona e estrogênio são necessários para preparar o útero para a menstruação, e sua liberação é desencadeada pelo hipotálamo.

Uma vez que você atinge a puberdade, os ovários liberam um único ovo por mês (os ovários normalmente alternam a liberação de um ovo) – isso é chamado de ovulação.

O hipotálamo envia um sinal para a glândula pituitária para libertar substâncias gonadotróficas (hormônio folículo estimulante e hormônio luteinizante).

Esses hormônios são essenciais para a função reprodutiva normal, incluindo a regulação do ciclo menstrual.

À medida que o ovo migra pela trompa de Falópio, a progesterona é liberada. É secretada por uma glândula temporária formada no ovário após a ovulação chamada corpo lúteo. A progesterona prepara o corpo para a gravidez, fazendo com que o revestimento uterino
engrosse.

Se uma mulher não está grávida, o corpo lúteo desaparece. Se uma mulher está grávida, a gravidez irá desencadear altos níveis de estrogênio e progesterona, o que evita que outros ovos amadureçam.

Função dos hormônios

A progesterona é secretada para prevenir contrações uterinas que podem perturbar o embrião em crescimento.

O hormônio também prepara os seios para a lactação. Aumento dos níveis de estrogênio perto do final da gravidez alerta a glândula pituitária para liberar oxitocina, que causa contrações uterinas.

Antes da entrega, os ovários liberam relaxina, o que, como o nome sugere, afrouxou os ligamentos pélvicos em preparação para o trabalho de parto.

Mais hormônios são liberados durante a gravidez do que em qualquer outro momento da vida de uma mulher, mas durante a menopausa – que marca o fim da fertilidade – os níveis de estrogênio caem rápido. Isso pode levar a uma série de complicações.

Por isso, existe a importância em realizar visitas regulares ao médico, tanto antes da menopausa como durante.

Dê atenção aos níveis desses hormônios no seu organismo, e cuide-se.

 

calo nos pés

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Dr. Juliano Pimentel.

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