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Dr. Juliano Pimentel | desidratação https://drjulianopimentel.com.br Dicas saudáveis para emagrecer e manter seu corpo em equilíbrio! Mon, 19 Sep 2022 12:38:54 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.6.5 https://drjulianopimentel.com.br/wp-content/uploads/2023/12/CAPAS-LINK-BIO-874-x-1153-px-1080-x-390-px-e1703619372235-150x150.png Dr. Juliano Pimentel | desidratação https://drjulianopimentel.com.br 32 32 Intoxicação Alimentar: Causas, Sintomas e Tratamentos https://drjulianopimentel.com.br/intoxicacao-alimentar-sintomas-tratamentos/ https://drjulianopimentel.com.br/intoxicacao-alimentar-sintomas-tratamentos/#respond Fri, 16 Sep 2022 11:35:42 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=3597 A intoxicação alimentar é causada pela ingestão de comida contaminada por organismos nocivos como bactérias, parasitas e vírus.

E é ideal buscar ajuda médica se os sintomas persistirem. 

Dependendo da causa e da saúde do organismo, os sintomas podem começar dentro de 2 a 6 horas da ingestão do alimento. Os sintomas mais comuns incluem vômito, náuseas, dor de cabeça e diarreia e podem durar até 8 dias.

Além disso, ela pode causar cansaço extremo, fraqueza e desidratação.

Veja nesse artigo, quais são as causas, sintomas e tratamentos da intoxicação alimentar.

Não deixe de ler e compartilhar.

O Que é Intoxicação alimentar?

A intoxicação alimentar é causada pela ingestão de alimentos que contém organismos prejudiciais ao nosso corpo, como bactérias, parasitas e vírus.

Eles são encontrados principalmente na carne crua, frango, peixe e ovos, mas podem se espalhar para qualquer tipo de alimento.

A contaminação pode ocorrer durante a manipulação, preparo, conservação e/ou armazenamento dos alimentos (1).

Na maioria das vezes, ela desaparece dentro de alguns dias, quando seu corpo se livra do germe que está causando a doença.

Mas em outros casos pode ser mais sério, sendo necessário orientação médica.

Nas crianças e idosos, a intoxicação alimentar pode ser um problema mais grave.

Causas 

Na maioria dos casos, a infecção bacteriana é a principal causa de intoxicação alimentar. Diferentes tipos de Salmonella e o Staphilococus aureus são os mais frequentes agentes da infecção, uma vez que são capazes de viver e multiplicar-se no interior dos intestinos.

A Salmonella é transmitida pela ingestão de alimentos, especialmente carne, ovos e leite, que foram contaminados ao entrar em contato com as fezes de animais infectados.

No caso dos Staphilococus aureus, comumente encontrado na pele das pessoas sem causar danos, a intoxicação é provocada por uma toxina que a bactéria produz e contamina os alimentos no momento de seu preparo ou manuseio (2).

Outra causa possível embora mais rara, é a infecção por um dos tipos da bactéria Clostridium, que ao invés de atacar o intestino, ataca o sistema nervoso.

Fatores de risco 

As pessoas com maiores riscos incluem (3):

>> Idosos: Durante a velhice, o sistema imunológico pode não responder de forma tão rápida e eficaz aos organismos infecciosos como quando era mais jovem

>> Mulheres grávidas: Durante a gravidez, alterações no metabolismo e na circulação podem aumentar o risco de intoxicação alimentar. Além disso, sua reação a um alimento contaminado pode ser mais grave durante a gravidez.

>> Bebês e crianças: Seus sistemas imunológicos não estão completamente desenvolvidos, por isso a chance de sofrer com intoxicação alimentar é maior.

>> Pessoas com doença crônica: ter uma doença crônica – como diabetes, hepatite ou AIDS – reduz sua resposta imunológica, aumento o risco de intoxicações.

Alguns fatores também aumentam o risco de contrair uma intoxicação alimentar, como:

>> Comer ou beber brotos crus, leite não pasteurizado e produtos lácteos fabricados a partir de leite não pasteurizado, como certos queijos;

>> Comer carne crua ou mal cozida;

>> Comer ou beber alimentos que foram contaminados durante o processamento, ou pelo descuidado no manuseio.

Sintomas da Intoxicação Alimentar

Independentemente do micro-organismo determinante, os efeitos da intoxicação alimentar aguda são todos parecidos.

Nos quadros mais graves, podem ocorrer desidratação, perda de peso e queda da pressão arterial.

Os sintomas da intoxicação alimentar geralmente afetam o estômago e intestinos, sendo que o sinal mais comum é a diarreia (4).

Outros sintomas incluem:

  •         Náusea;
  •         Vômitos;58
  •         Diarreia;
  •         Dor abdominal e cólicas;
  •         Febre.

Esses sintomas podem começar dentro de horas após a ingestão do alimento contaminado, mas pode demorar dias ou até mesmo semanas em alguns casos. Ela geralmente dura de um a 10 dias.

Nem toda intoxicação alimentar provoca cólicas, diarreia, náuseas e vômitos. Alguns tipos têm sintomas diferentes ou mais graves, que podem incluir fraqueza, dormência, confusão ou formigamento na face, mãos e pés.

Diagnóstico

Normalmente, o diagnóstico leva em conta os sintomas da doença. Exames de fezes ajudam a reconhecer o parasita que causou a infecção

Muitas vezes é possível diagnosticar intoxicação alimentar, observando outras pessoas que comeram a mesma coisa que você e também passaram mal.

Tratamento

O tratamento depende da origem da doença, se conhecida, e a gravidade dos seus sintomas. Para a maioria das pessoas, a doença se resolve sem tratamento dentro de poucos dias.

Fazer repouso e ingerir muito líquido é essencial.

Quando ir ao médico?

Nos casos de perda maior de líquidos e risco de desidratação, devem ser indicados medicamentos para controlar as náuseas e os vômitos, assim como ministrar a reposição de líquidos e sais por via endovenosa.

Já o tratamento das infecções alimentares bacterianas pode incluir o uso de antibióticos específicos, sempre com prescrição médica.

A desidratação severa ou infecção mais grave precisa de acompanhamento médico. Para todos os casos, procure atendimento médico. Em casos raros, a intoxicação alimentar pode resultar em insuficiência renal.

Prevenção

Algumas atitudes simples na hora de manusear o alimento podem ajudar a prevenir a intoxicação alimentar:

>> Lave bem as mãos, os utensílios e as superfícies com água morna e sabão antes e depois de manusear ou preparar alimentos.

>> Mantenha os alimentos crus separados de alimentos prontos para o consumo, isso impede a contaminação cruzada

>> Cozinhe os alimentos a uma temperatura segura.

>> Refrigerar ou congelar alimentos perecíveis até duas horas após comprá-los.

>> Descongele os alimentos com segurança. A maneira mais segura para descongelar alimentos é na geladeira. Manter água fria corrente sobre a comida também descongela com segurança.

>> Embale adequadamente os alimentos antes de colocá-los na geladeira ou no freezer.

>> Evite comer carne crua ou mal passada.

>> Mergulhe verduras e hortaliças que serão ingeridas cruas numa solução de água com vinagre.

É preciso muito cuidado na hora de manusear os alimentos para evitar os ricos de intoxicação alimentar.

Os principais sintomas incluem vômitos, náuseas e diarreia.

Caso você sofra com os sintomas de intoxicação, é importante repousar, se hidratar e procurar orientação médica.

Abraços e fique com Deus!

Dr. Juliano Pimentel.

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Depressão e Hidratação – Qual a relação? https://drjulianopimentel.com.br/depressao-e-hidratacao/ https://drjulianopimentel.com.br/depressao-e-hidratacao/#comments Mon, 23 May 2022 13:00:59 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=40397 A relação pouco explorada entre depressão e hidratação.

Quando falamos em depressão, o primeiro pensamento é a recomendação de profissionais psicólogos e psiquiatra. No entanto, o que leva uma pessoa ao estágio da depressão são diversos fatores, incluindo a alimentação, a prática de exercícios físicos e claro a saúde mental.

Para manter o equilíbrio que é tão falado nos dias atuais, é necessário olhar com atenção para você por inteiro. Por isso, a depressão  e a hidratação estão relacionadas.

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Qual a relação da depressão e hidratação

Todo sistema no corpo humano conta com a água para funcionar, e o cérebro não é exceção (1). De fato, cerca de 75% do tecido cerebral é água.

A pesquisa ligou a desidratação à depressão e ansiedade, porque a saúde mental é impulsionada principalmente pela atividade do seu cérebro.

Para encurtar a história, a desidratação faz com que o funcionamento do cérebro desacelere e não funcione adequadamente. É importante pensar na água como um  nutriente que  seu cérebro precisa.

Depressão e Hidratação

Desidratação e depressão estão ligadas de várias maneiras. E de fato, um dos sintomas da desidratação crônica pode ser a depressão (2).

Como a depressão é uma condição multifacetada com várias causas, envolvendo várias partes do corpo, seria exagero dizer que toda a depressão é afetada pela desidratação. No entanto, em muitos casos, a desidratação pode ser um fator contribuinte que vale a pena considerar.

Eu falo isso porque a depressão está frequentemente ligada a níveis insuficientes de serotonina. Ou seja, um importante neurotransmissor que determina em grande parte o humor.

O aminoácido triptofano é convertido em serotonina no seu cérebro. E para que isso aconteça é necessária uma quantidade adequada de água para o triptofano ser transportado através da barreira hematoencefálica.

Portanto, a desidratação limita a quantidade de triptofano disponível no cérebro e, consequentemente, os níveis de serotonina.

Além do efeito negativo da desidratação no triptofano, ele também pode afetar negativamente outros aminoácidos no corpo, contribuindo para sentimentos de desânimo, inadequação, ansiedade, irritabilidade.

Além disso, a depressão e a hidratação estão relacionadas de outras maneiras!

Desidratação aumenta o estresse em seu corpo

A desidratação pode causar estresse, e o estresse pode causar desidratação. Quando estressadas, suas glândulas supra-renais bombeiam cortisol aumentado, o hormônio do estresse (3). Sob estresse crônico, eles podem ficar exaustos.

Suas glândulas supra-renais também produzem o hormônio aldosterona, que ajuda a regular os níveis de líquidos e eletrólitos do seu corpo. À medida que a fadiga adrenal progride, a produção de aldosterona diminui, desencadeando desidratação e baixos eletrólitos.

Depressão e hidratação

Depressão e hidratação

Por isso, beber bastante água pode ajudar a minimizar os efeitos fisiológicos e psicológicos negativos do estresse.

Então, quanta água você deve beber?

Embora a água potável não cure milagrosamente todos os tipos de depressão, pode ser um elo que falta para muitas pessoas que são desidratadas cronicamente. Um senso comum é que um adulto deveria beber cerca de dois litros de água por dia.

No entanto, a necessidade diária ideal de água depende de muitos fatores, incluindo peso, sexo, nível de estresse, doenças e outras condições de saúde, clima e quanto e com que intensidade você se exercita. Alguns dos casos em que a ingestão de água deve ser aumentada incluem:

  • Exercício prolongado ou intenso
  • Clima quente ou úmido
  • Doenças com febre, vômito ou diarreia
  • Condições crônicas de saúde
  • Mulheres grávidas ou amamentando
  • Dietistas

Você pode verificar seu status de hidratação monitorando a cor da sua urina. A urina seria um amarelo muito claro em indivíduos que estão adequadamente hidratados. A urina de cor amarela escura ou marrom indica desidratação. A hidratação adequada é particularmente importante para grupos de alto risco, como idosos, pessoas com diabetes e crianças.

É importante observar que beber outros líquidos, como sucos, café, chá, refrigerante ou álcool, não substitui a água. Água é água e é insubstituível no corpo. De fato, todos esses líquidos podem realmente contribuir para a condição de desidratação no corpo.

Você recebe um pouco de água da comida, principalmente frutas e legumes. Mas mesmo com uma dieta abundante, os alimentos normalmente representam apenas 20% da ingestão total de líquidos.

Desidratação e ansiedade

Assim como a depressão, a desidratação raramente causa ansiedade por si só. Mas não beber água adequada coloca você em risco de aumentar os sintomas de ansiedade agora e, possivelmente, o desenvolvimento de níveis mais altos de ansiedade no futuro.

Em resumo, a desidratação causa estresse e, quando seu corpo está estressado, você experimenta depressão e ansiedade como resultado. Portanto, você deseja garantir uma hidratação adequada diariamente, especialmente se você é naturalmente propenso a ansiedade.

Foi demonstrado que a água tem propriedades calmantes naturais, provavelmente como resultado do tratamento dos efeitos da desidratação no corpo e no cérebro. Por isso, beber água suficiente é um passo importante para gerenciar sua ansiedade. Mesmo se você não estiver sentindo ansiedade, beber água suficiente pode criar sentimentos de relaxamento.

E lembrando que se você sente sintomas de depressão, procure ajuda!

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Quer diminuir a irritação? Beba água! https://drjulianopimentel.com.br/quer-diminuir-a-irritacao-beba-agua/ https://drjulianopimentel.com.br/quer-diminuir-a-irritacao-beba-agua/#respond Wed, 04 May 2022 20:16:30 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=52103 O estado de irritação constante não é normal e é extremamente prejudicial para você. E uma abordagem simples para iniciar o processo de sair deste estado é ajustar o consumo de água.

Nossos corpos são compostos principalmente de água; portanto, quando nosso suprimento de água fica muito baixo, os efeitos podem ser de longo alcance. A desidratação perturba o equilíbrio natural do corpo e pode afetar nossa saúde física, mental e emocional.

Você sabia que estar desidratado pode afetar seu humor?

Se você frequentemente se sente nervoso, facilmente irritado ou lento, pode estar precisando de um pouco de H2O. Assim como a fome pode afetar nosso humor, estar desidratado também. 

Estar mesmo levemente desidratado pode contribuir para baixa energia, ansiedade, nervosismo, depressão e problemas para pensar com clareza. Além disso, a desidratação elimina os delicados equilíbrios de dopamina e serotonina no cérebro, substâncias químicas naturais que podem aumentar/afetar a depressão e a ansiedade.

Uma das maneiras mais rápidas e fáceis de melhorar seu humor e se livrar do estado de irritação é beber um copo (ou dois!) de água. 

O cérebro humano é composto por cerca de 75% de água

A desidratação diminui a circulação, o que resulta em menos oxigênio viajando para todo o corpo – incluindo o cérebro. 

Os cientistas sugerem que o impulso da sede faz parte do complexo sistema de alerta do corpo e não deve ser ignorado, mesmo em níveis leves. 

A desidratação pode prejudicar a função cognitiva, em níveis extremos pode levar ao delírio, inconsciência e até coma.

Os resultados do estudo mostraram que se uma pessoa se exercitou em uma esteira por 30-40 minutos ou permaneceu em uma posição estacionária – os efeitos negativos da desidratação leve foram os mesmos.

Os resultados dos testes afirmam a importância de se manter adequadamente hidratado o tempo todo e não apenas durante o exercício, calor extremo ou esforço.

De fato, a desidratação afeta todas as pessoas, e manter-se adequadamente hidratado é tão importante para quem trabalha o dia todo no computador quanto para os maratonistas, que podem perder até 8% do peso corporal em água quando competem.

Água diminui a irritação

No geral, o estudo descobriu que a desidratação levou a um aumento mensurável no “distúrbio total do humor”. 

A desidratação leve resultou em dores de cabeça, dificuldade de concentração e dificuldade percebida em completar tarefas; os participantes que não foram adequadamente hidratados após o exercício tiveram pontuação mais baixa nas avaliações de humor. 

“Mesmo a desidratação leve que pode ocorrer durante o curso de nossas atividades diárias comuns pode degradar como estamos nos sentindo”, relatou Harris Lieberman, um dos coautores do estudo e psicólogo pesquisador da Divisão de Nutrição Militar do Instituto de Pesquisa do Exército dos EUA.

Medicina Ambiental em Natick, Massachusetts. “…essas mudanças adversas de humor podem limitar a motivação necessária para praticar exercícios aeróbicos, mesmo moderados. A desidratação leve também pode interferir em outras atividades diárias, mesmo quando não há componente de demanda física presente.

Ficar hidratado pode literalmente acalmar seus nervos

Por isso, tente não esperar até que você já esteja com sede para se saciar, mas beba muita água entre as refeições. 

A quantidade de água que você precisa todos os dias varia de acordo com os fatores individuais e ambientais.

É importante aumentar a ingestão de água quando o clima estiver muito quente, durante e após o exercício, se estiver grávida ou amamentando e quando estiver doente com febre, vômito ou diarréia. Também é importante beber muita água extra quando você tiver passado por um evento estressante ou traumático para eliminar o cortisol. 

Em tempos estressantes, nossos corpos produzem o hormônio do estresse, cortisol, e muito desse hormônio é ruim para nossos corpos.

Então faça um favor ao seu corpo e mente e encha-se de água!

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Cansaço Excessivo: 10 causas para o Aumento do Cansaço https://drjulianopimentel.com.br/cansaco-excessivo-causas/ https://drjulianopimentel.com.br/cansaco-excessivo-causas/#respond Wed, 28 Jul 2021 12:00:06 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=5048 Sente cansaço excessivo? Cerca de um terço dos adolescentes saudáveis, adultos e idosos relatam um aumento de sonolência e cansaço. A fadiga é um sintoma comum de várias condições e doenças graves, mas na maioria dos casos é causada por fatores relacionados ao estilo de vida (1).

Felizmente, esses são problemas fáceis de corrigir.

Este artigo lista 10 razões potenciais para o seu cansaço excessivo.

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Cansaço Excessivo

Cansaço Excessivo: Conheça as causas. Imagem: (Divulgação)

1. Consumir muito carboidrato refinado

Os carboidratos podem ser uma fonte rápida de energia. Quando você come alimentos ricos em carboidratos, seu corpo os transforma em açúcar, que pode ser usado para produzir energia.

No entanto, eles podem ter o efeito contrário e fazer com que você se sinta cansado durante todo o dia.

Quando açúcar e carboidratos processados ​​são consumidos, eles causam um rápido aumento de açúcar no sangue. Isso faz com que seu pâncreas produza uma grande quantidade de insulina, para levar o açúcar de seu sangue para as células (2).

Este aumento nos níveis de açúcar no sangue – e queda subsequente – pode aumentar a exaustão física.

Por sua vez, a exaustão pode aumentar o desejo por carboidratos refinados; levando você para um ciclo vicioso.

Vários estudos descobriram que minimizar o consumo de açúcar e carboidratos processados, aumenta os níveis de energia.

Para manter os níveis de energia estáveis, substitua açúcar e carboidratos refinados por alimentos integrais que são ricos em fibras, como legumes.

2. Vida Sedentária

Inatividade pode ser a causa de sua baixa energia. Mas muitas pessoas dizem que estão cansadas demais para fazer exercício. 

Emem um estudo recente, esta foi a razão mais comum que os adultos de meia-idade e idosos deram para não se exercitarem.

Uma explicação pode ser a síndrome de fadiga crônica, que é caracterizada por fadiga extrema, inexplicável e diária.

Pesquisas sugerem que as pessoas com fadiga crônica tendem a ter baixos níveis de resistência, o que limita a sua capacidade de exercícios.

No entanto, uma revisão dos estudos, incluindo mais de 1.500 pessoas, descobriu que o exercício pode reduzir a fadiga.

exercício físico pode ajudar a reduzir a fadiga. Além disso, até mesmo aumentos mínimos na atividade física parecem ser benéficos (3).

Para aumentar seus níveis de energia, substitua comportamentos sedentários por ativos.

Por exemplo, pegue as escadas em vez do elevador, caminhe ao invés de dirigir distâncias curtas e comece fazendo caminhas pelas manhãs e finais de semana.

3. Dormir pouco

Não dormir o suficiente é uma das causas mais óbvias da fadiga.

Seu corpo faz muitas coisas enquanto você dorme, incluindo produzir as memórias e hormônios de liberação que regulam seu metabolismo e níveis de energia.

Depois de uma noite de sono de alta qualidade, normalmente você acorda mais alerta e com mais energia.

De acordo com a Academia Americana de Medicina do sono e Sleep Research Society, adultos precisam de uma média de sete horas de sono por noite para manter uma ótima saúde.

Importante, o sono deve ser repousante e ininterrupto, a fim de permitir que o seu cérebro percorra todos os cinco estágios de cada ciclo de sono. 

Além de dormir o suficiente, manter uma rotina de sono regular também parece ajudar a evitar o cansaço (4).

Estar fisicamente ativo durante o dia pode ajudar a obter mais sono reparador à noite. 

Para melhorar a quantidade e a qualidade do seu sono, vá para a cama sempre no mesmo horário, relaxe antes de dormir e faça muita atividade durante o dia.

4. Sensibilidade alimentar

Sensitividades alimentares ou intolerâncias normalmente causam sintomas como erupções cutâneas, problemas digestivos, corrimento nasal ou dores de cabeça.

Mas a fadiga é outro sintoma que muitas vezes é esquecido (5).

As intolerâncias alimentares comuns incluem glúten, laticínios, soja e milho.

Se você suspeitar que certos alimentos aumentam o cansado e a indisposição, considere trabalhar com um alergista ou nutricionista para testar as sensibilidades alimentares.

5. Não comer calorias Suficientes

Consumir pouquíssimas calorias pode causar cansaço excessivo.

As calorias são unidades de energia encontradas nos alimentos. Seu corpo usa as calorias como combustível em processos como respirar e manter uma temperatura corporal constante.

Quando você come muito pouco (em exagero), seu metabolismo diminui, a fim de conservar a energia, potencialmente causando fadiga. 

O corpo pode funcionar dentro de um intervalo de calorias, dependendo do seu peso, altura, idade e outros fatores.

No entanto, a maioria das pessoas exige um mínimo de 1.200 calorias por dia para evitar uma desaceleração metabólica (6). 

Além disso, é difícil atender às suas necessidades de vitaminas e minerais quando a ingestão de calorias é muito baixa.

A fim de manter seus níveis de energia, evite dietas restritivas e não se preocupe em contar calorias. Clique AQUI, e veja quais são os alimentos que devem estar sempre presentes na sua DIETA.

6. Dormir no tempo errado

Além do sono inadequado, dormir no momento errado pode reduzir sua energia.

Dormir durante o dia perturba o ritmo circadiano do seu corpo, que são as mudanças biológicas que ocorrem em resposta à luz e à escuridão durante um ciclo de 24 horas.

Pesquisas descobriram que o padrão de sono estando fora de sincronia com seu ritmo circadiano, a fadiga crônica pode se desenvolver.

Este é um problema comum entre as pessoas que executam turno ou trabalho noturno.

Especialistas do sono estimam que 2-5% de todos os trabalhadores de turno noturno sofrem de um distúrbio do sono, caracterizado por sonolência excessiva ou sono interrompido durante um período de um mês ou mais.

É melhor dormir durante a noite sempre que possível (7). No entanto, se o seu trabalho é por turnos, existem estratégias para treinar o relógio do seu corpo, o que deve melhorar seus níveis de energia.

Em um estudo, os trabalhadores por turnos relataram significativamente menos fadiga e melhor humor depois de serem expostos a pulsos de luz brilhante e o dormir na escuridão total.

7. Comer pouca proteína

A deficiência de proteínas pode contribuir para o cansaço excessivo. 

proteína aumenta a taxa metabólica mais do que os carboidratos ou a gordura. Além de ajudar na perda de peso, a proteína também pode ajudar a evitar o cansaço.

Em um estudo, os níveis de fadiga foram significativamente menores entre os estudantes universitários coreanos, que afirmaram comer alimentos ricos em proteínas como peixe, carne, ovos e feijão pelo menos duas vezes por dia.

Outros estudos descobriram que dietas ricas em proteínas tendem a produzir menos fadiga entre os levantadores de peso e as pessoas que realizam treinamento de resistência.

Além disso, a pesquisa sugere que a fadiga pode ser reduzida por certos aminoácidos, que são os blocos de construção das proteínas conhecidas como aminoácidos de cadeia ramificada (8).

Para manter o seu metabolismo forte e evitar a fadiga, consuma uma fonte de proteína de alta qualidade em cada refeição.

8. Desidratação

A hidratação é importante para manter bons níveis de energia; por isso, se você não ingere água o suficiente pode correr o risco de sentir cansaço excessivo. 

As muitas reações bioquímicas que ocorrem no corpo todos os dias, resultam em uma perda de água que precisa ser substituído.

A desidratação ocorre quando você não bebe bastante líquido, para substituir a água perdida pela urina, fezes, suor e respiração.

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Além de prejudicar os níveis de energia, diminui a capacidade de concentração (9).

A quantidade de água que você deve ingerir depende do seu peso, idade, sexo e nível de atividade. A chave é beber o suficiente para manter bons níveis de hidratação.

9. Consumir Bebidas Energéticas

Bebidas energéticas populares tipicamente incluem o seguinte:

  • Cafeína;
  • Bebidas ricas em açúcar;
  • Os aminoácidos, tais como a taurina;
  • Grandes doses de vitaminas do complexo B;
  • Ervas.

É verdade que essas bebidas podem proporcionar um impulso temporário de energia, devido ao alto teor de cafeína e açúcar.

Infelizmente, essas bebidas energéticas também são susceptíveis de causar cansaço excessivo quando os efeitos da cafeína e açúcar acabam; além de viciar o organismo em açúcar e estimulantes cerebrais (10).

Para quebrar o ciclo, tente gradualmente deixar de consumir bebidas energéticas.

10. Alto Nível de Estresse

O estresse crônico pode ter um efeito profundo nos níveis de energia e qualidade de vida. 

Embora algum estresse seja normal, níveis excessivos de estresse têm sido associados à fadiga em vários estudos.

Além disso, sua resposta ao estresse pode influenciar o cansaço excessivo que você sente. Um estudo realizado em universitários descobriu que evitar o estresse levava ao maior nível de fadiga.

Embora você possa não ser capaz de evitar situações estressantes, desenvolver estratégias para controlar seu estresse pode ajudar a evitar que você se sinta completamente exausto.

Por exemplo, grandes análises de estudos sugerem que yoga e meditação pode ajudar a aliviar o estresse (11).

É importante descartar as condições médicas em primeiro lugar, pois a fadiga geralmente acompanha a doença.

No entanto, o cansaço excessivo pode estar relacionado com o que você come e bebe, quanta atividade física você faz ou a maneira como você gerencia o estresse.

A boa notícia é que fazer algumas mudanças de estilo de vida pode melhorar seus níveis de energia e qualidade de vida global.

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Como a Hidratação Ajuda a Acelerar o Emagrecimento? https://drjulianopimentel.com.br/hidratacao-acelerar-o-emagrecimento/ https://drjulianopimentel.com.br/hidratacao-acelerar-o-emagrecimento/#respond Sun, 07 Feb 2021 15:00:25 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=23190 Manter-se hidratado (a) com líquidos saudáveis, é essencial para o bom funcionamento do seu organismo. Mas como isso ajuda a acelerar o emagrecimento? Você pode ficar surpreso (a) ao saber que, de acordo com pesquisas voltadas para a efetividade da ingestão de líquidos saudáveis para a perda de peso, manter-se hidratado (a) pode ajudar a acelerar o emagrecimento.

Mas antes de mais nada, vale ressaltar e alertar de que somente ingerir líquidos saudáveis regularmente, não pode sozinho acelerar o emagrecimento de forma efetiva a longo prazo.

Ele faz parte de um conjunto de ações que visam a boa saúde e o emagrecimento, como o consumo de alimentos naturais, saudáveis e de baixo carboidratos; exercícios físicos (ou esportes) regulares, e bons hábitos.

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Acelerar o Emagrecimento

Acelerar o Emagrecimento com Água: Como é Póssível? Imagem: (Divulgação)

Como a hidratação do corpo pode ajudar a acelerar o emagrecimento? De acordo com uma pesquisa publicada em um jornal de pesquisa científica americana, Annals of Family Medicine; a falta de hidratação pode ser um fator que influencie na obesidade ou sobrepeso (2).

De acordo com especialistas, existem motivos comprovados:

1- Diminui a fome

água ajuda a diminuir a fome e isso com que você coma menos. Ela é um supressor de petite natural. Já sentiu que perdeu a um pouco a fome por beber muito líquido?

Ingerir água a noite também ajuda a evitar os petiscos noturnos.

2- Elasticidade da pele

A hidratação é importante para manter a elasticidade da pele. Isso é importante para prevenir problemas na pele e mantê-la saudável. A hidratação da pele é essencial, e de grande importância para quem deseja perder peso e para quem pratica atividades físicas.

3-Acelera o metabolismo

A água fria ou gelada em especial, ajudam a acelerar o metabolismo e isso é ótimo para fazer o corpo queimar gordura.

Ao ingerir água gelada, o corpo precisa trabalhar mais para aquecer essa água (1,2).

4-Desintoxica o Organismo

A água possui propriedades que ajudam a desintoxicar o organismo; e isso é essencial para eliminar toxinas que perigosas, incham o corpo, e que causam doenças e inflamações.

Ao limpar o organismo, a água ajuda a eliminar o excesso de líquido que também aumenta o peso corporal.

5-Aumenta a Energia

Outro grande benefício da água para acelerar o emagrecimento está no aumento de energia que ela proporciona. Ao hidratar o organismo, você recebe mais energia, e isso é um ponto positivo para evitar o sedentarismo e praticar mais atividades físicas.

Quer algumas dicas? Tome água saborizada que ainda traz os nutrientes que beneficiam a perda de peso através de frutas, vegetais e especiais naturais; além de ser saboroso.

Outra opção é tomar limão com água.

Quantidade correta

Não existe uma quantidade determinada para cada pessoa, tudo depende do clima do país onde você vive, histórico de saúde e de atividades físicas que você pratica.

O organismo para funcionar bem precisa de água, como:

  • Rins e intestinos usam em média 6 xícaras por dia de água para funcionarem;
  • O corpo expele em média 2 xícaras de água através do suor (sem atividades físicas);

Levando essas fatores em consideração, hidrate-se regularmente para evitar problemas nas funções dos seus órgãos, e para ajudar o seu corpo a acelerar o emagrecimento.

É necessário ficar longe de bebidas açucaradas e industrializadas; elas possuem calorias vazias, engordam e trazem outros problemas de saúde.

A desidratação pode trazer problemas sérios como:

  • Falta de concentração;
  • Pensamentos confusos;
  • Cansaço excessivo;
  • Azia;
  • Dores abdominais;
  • Irritabilidade;
  • Envelhecimento precoce
  • Morte prematura.

Lembre-se de ingerir água sempre que for possível, mesmo que não sinta muita sede ou não esteja no verão. A água é um componente essencial para o nosso organismo, e para manter a vida. E como você pode perceber nesse artigo, ela também ajuda a acelerar o emagrecimento saudável.

Se você está desconfortável com seu peso, com sua baixa de energia, com o sono desregrado, tenho um convite especial para você!

Quero te convidar para transformar completamente a sua vida em apenas 21 dias. É isso mesmo, são apenas 21 dias em que seu corpo passará por uma verdadeira transformação e você estará mais leve, mais saudável e com mais energia.

Saiba mais sobre este programa revolucionários para ser mais saudável em poucos dias.

Abraços e fique com Deus!

Dr. Juliano Pimentel

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Inchaço Abdominal: Quais São as Principais Causas https://drjulianopimentel.com.br/inchaco-abdominal-principais-causas/ https://drjulianopimentel.com.br/inchaco-abdominal-principais-causas/#respond Tue, 08 Dec 2020 10:00:16 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=6765 O inchaço abdominal não causa somente um desconforto, mas é um sinal do seu organismo. Ele pode indicar sérios problemas de saúde.

Com as dietas pobres em nutrientes e minerais, altos níveis de estresse, necessidade de medicamentos diários e exposição a vários poluentes; não é de admirar que muita pessoas sofram algum tipo de inchaço por mais tempo (1).

Neste artigo eu mostrarei as causas mais comuns do inchaço abdominal.

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Inchaço Abdominal E Os Sintomas

Além do inchaço comum, é importante verificar se há outros sintomas, tais como:

Febre, erupções cutâneas ou urticária. Além de olhos aquosos, prurido na garganta e outros sinais de reação alérgica

– Pode também apresentar constipação ou diarreia, vômitos ou náuseas. Bem como, sangue na sua urina ou fezes, perda de peso involuntária, problemas para evacuar e hemorroidas.

– Por fim, dor ao redor dos linfonodos, inclusive na região da virilha, garganta ou axilas. Além disso, fadiga, problemas de concentração e períodos irregulares também são alguns sintomas.

Sem contar a sensação de estufamento que pode causar dores abdominais. Por isso, observe se a sua barriga inchada ocorre simultaneamente com outros sintomas em todo o corpo.

Afinal, esse pode ser o indicativo do que está causando o problema. Sendo assim, não deixe de consultar o médico.

Principais Causas

Existem muitas razões para que a barriga fique inchada, como: alergias, desequilíbrios hormonais, disfunção da tireoide e problemas intestinais, por exemplo.

O inchaço é, por exemplo, um dos sintomas mais comuns de candidíase. E se não tratado leva a outros problemas como o distúrbio digestivo, reação autoimune, alergia ou mesmo câncer em alguns casos

Por isso, quanto mais informações você puder reunir sobre as reações em relação aos alimentos e circunstâncias, será mais fácil descobrir o que desencadeia os sintomas.

Na maioria das vezes, porém, os pequenos inchaços tem uma causa local, como a circulação local insuficiente.

Outras causas para barriga inchada, são:

– Aumento no consumo de sal, alimentação inadequada e bebidas alcoólicas. Além disso, remédios, como alguns anti-hipertensivos, que podem alterar a permeabilidade dos vasos sanguíneos.

– Além desses, maus hábitos como sedentarismo e tabagismo.

Sobrepeso e obesidade, doenças da tireoide, períodos de grande variação hormonal e problemas renais, cardíacos ou hepáticos, por exemplo.

– Por fim, reações inflamatórias em geral. Bem como, as que ocorrem em reações alérgicas, que alteram a capacidade dos vasos de manter-se competentes contra o extravasamento líquido.

Agora, de forma exemplificada e detalhada, mostrarei as principais causas de inchaço na barriga.

1- Retenção De Líquidos

Às vezes, fluidos corporais podem ser armazenados em todo o corpo. Incluindo perto do abdômen ou da área da pélvis, o que causa inchaço e aumento de peso temporário.

Você percebe a retenção de líquidos quando roupas e acessórios como relógio, por exemplo, ficam apertados.  Além do inchaço abdominal, outras áreas do corpo podem fica inchadas e até causar dores em torno das articulações ou na pele.

Por isso, é preciso estar atento. Afinal, esses sintomas também podem ser indícios de doença hepática em alguns casos, ou raramente da presente de algum tipo de câncer (3).

2- Desidratação

No fim do dia seus pés e pernas ficam inchados?

Pois saiba que existe uma maneira de evitar isso! Quanto mais água você bebe, mais hidratado você fica e, consequentemente, menos inchaço você terá.

A desidratação e os desequilíbrios eletrolíticos, inclusive, impedem a digestão e em manter-se regular. E isso, consequentemente, gera inchaço na barriga.

Então, quando seu corpo tenta se recuperar da desidratação, ele mantém o excesso de água para evitar que o organismo se desestabilize. Além disso, a desidratação pode resultar em constipação.

É por isso que sempre digo, quem não se hidrata se mata!

3- Constipação

A constipação pode fazer com que as fezes permaneçam nos intestinos, deixando você inchado. Além disso, você pode desenvolver dores, desconforto e excesso de gases intestinais, por exemplo.

Os maiores motivos para a constipação incluem comer pouca fibra, não beber água suficiente, ser muito sedentário, não realizar atividades físicas e excesso de estresse, por exemplo.

4- Alergias Alimentares

Alergias alimentares, sensibilidade a alimentos ou intolerâncias (como a intolerância à lactose) também podem causar o inchaço.

Aliás, a grande maioria dos alimentos que incluem produtos lácteos e alimentos contendo glúten (pães, macarrão, bolos, cereais) e certos tipos de carboidratos denominados causam gases.

Além desses, existem dezenas de outras alergias alimentares possíveis. Alergia a mariscos, nozes e ovos, por exemplo, causam reação alérgica instantaneamente. 

5- Infecção

A infecção também pode ser uma causa de inchaço. Afinal, ela desencadeia níveis de inflamação causados ​​por um elevado número de glóbulos brancos ao redor dos órgãos pélvico, urinário e gastrointestinal.

Por isso, verifique se há sinais de febre, vermelhidão, dores, e gânglios linfáticos inchados; que geralmente acompanham uma infecção grave.

6- Obstrução Intestinal

A constipação, inchaço abdominal, náuseas e vômitos, são sintomas de obstrução intestinal, que é causada por tecido cicatricial ou tumor.

Quando eles crescem e pressionam contra o intestino, as fezes ficam bloqueadas retendo líquidos. Você provavelmente saberá disso devido ao desconforto e por ser doloroso.

7- Distúrbios Digestivos

A maioria das pessoas que lidam com vários distúrbios gastrointestinais funcionais como a Síndrome do Intestino Irritável, colite ulcerativa e doença celíaca apresentam distúrbios, gases, distensão e outros sintomas preocupantes.

Alguns relatórios mostram que o distúrbio do estômago é experimentado em 23% a 96% das pessoas com a síndrome do intestino irritável. Sendo que 50% possuem dispepsia funcional e 56% com constipação crônica (2).

Geralmente, o problema do inchaço abdominal pode ser resolvido através de mudanças simples na sua dieta e rotina, inclua alimentos como fibras e nutrientes.

Por isso, é importante buscar sempre uma alimentação de verdade.

Confira o vídeo sobre barriga estufada!

 

Abraços e fique com Deus!

Dr. Juliano Pimentel.

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Doença de Crohn: Principais Sintomas, Causas e Tratamentos https://drjulianopimentel.com.br/doenca-de-crohn-sintomas-tratamentos/ https://drjulianopimentel.com.br/doenca-de-crohn-sintomas-tratamentos/#respond Thu, 14 May 2020 19:30:23 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=3376 Doença de Crohn é uma doença inflamatória séria que ocorre no trato gastrointestinal. Ela afeta predominantemente a parte inferior do intestino delgado (íleo) e intestino grosso (cólon), mas também pode afetar qualquer parte do trato gastrointestinal (1).

A falta de tratamento pode causar complicações graves devido à má absorção de nutrientes importantes, e às respostas autoimunes/inflamatórias que degenera o tecido saudável em todo o corpo.

Estima-se que 75% das pessoas com doença de Crohn, eventualmente precisam passar por cirurgia; sendo que 38% que passam pela cirurgia, sofrem recorrências de sintomas em apenas um ano.

Conheça os sintomas e tratamentos para essa doença.

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Doença de Crohn e os Sintomas

Especialistas acreditam que uma combinação de fatores genéticos, estresse crônico, uma dieta inflamatória, a exposição à certas infecções ou vírus, juntamente com vários outros fatores de risco, são os culpados pela maioria dos casos da doença (3)

Mudanças no estilo de vida, intervenções dietéticas e técnicas de redução do estresse, podem melhorar os sintomas da doença de Crohn.

mulher com sintomas da doença de Crohn

Sintomas da doença de Crohn

Ela afeta cada pessoa de forma diferente, e a inflamação associada com essa condição pode afetar várias partes do aparelho digestivo, dependendo do indivíduo.

Muitas vezes, a inflamação se espalha profundamente nas camadas do tecido do trato gastrointestinal, o que provoca alterações nos movimentos intestinais e perturba a absorção normal de nutrientes.

As áreas mais comuns afetadas pela doença, incluem as áreas finais do intestino delgado e do cólon.

Em algumas pessoas apenas o último segmento do intestino delgado (íleo) é afetado. Em outros, a doença é confinada ao cólon, parte do intestino grosso.

Os sintomas da doença de Crohn podem variar de leve à grave, dependendo de quais tecidos inflamados e quão grave a inflamação se torna.

Esses sintomas geralmente se desenvolvem gradualmente.

Também é comum ter períodos em que não há sinais ou sintomas durante várias semanas ou meses. Infelizmente, após a remissão, os sintomas podem retornar.

De acordo com a Crohn’s and Colitis Foundation of America, quando a doença de Crohn está ativa, os sinais e sintomas podem incluir:

Como a Doença de Crohn se Desenvolve

1-Diarreia

Pessoas com Doença de Crohn leve à moderada podem produzir 4-6 movimentos intestinais por dia; enquanto aqueles com casos mais graves podem ir seis vezes ou mais ao banheiro.

A perda de líquidos associada à diarreia é um fator de risco para desidratação, desequilíbrios eletrolíticos e outras complicações.

2-Cãibras intestinais e dor abdominal

A inflamação e as úlceras podem afetar o movimento normal do aparelho digestivo, e causar dor e cãibras nos músculos dentro do sistema digestivo.

Os músculos das paredes intestinais são propensos a espasmos durante a inflamação, o que provoca contrações que contribuem para os sintomas da doença de Crohn.

3-Náuseas e vômitos

Às vezes, o tecido cicatricial forma-se dentro do trato intestinal, que contribui para o inchaço e bloqueia parte dos canais onde normalmente os alimentos passam.

Isso pode ser responsável por dores de estômago, vômitos, refluxo e redução do apetite.

4-Febre e fadiga

Muitas pessoas com doença de Crohn apresentam febre baixa, provavelmente devido a inflamação ou infecção.

O paciente também pode se sentir cansaço devido à perda de fluidos, desnutrição, anemia e outros efeitos do desenvolvimento de deficiências de nutrientes.

5-Sangue nas fezes

À medida que o alimento se move através dos intestinos inflamados, pode agravar o tecido e causar sangramento.

Quem sofre com a doença pode notar sangue vermelho brilhante nas fezes, ou sangue mais escuro . Também é possível ter sangramento dentro do trato gastrointestinal, que não é visível através das fezes.

6-Úlceras e feridas na boca

A inflamação crônica pode causar feridas abertas e sensações de queimação no estômago, esôfago, boca e ânus.

Na maioria das vezes, formam-se úlceras no intestino delgado inferior, no cólon e no reto. Estes são muitas vezes um efeito colateral de um sistema imunológico degradado, e da inflamação que se espalhou para outros tecidos.

7-Redução do apetite e perda de peso

Dor abdominal, cólicas e a reação inflamatória na parede do intestino, podem afetar o apetite e a capacidade de digerir e absorver alimentos.

8-Doença de Perianal

O paciente pode ter dor ou drenagem perto ou ao redor do ânus, devido à inflamação de um túnel na pele, que é chamado de fístula.

9-Outros sinais de inflamação

É possível ainda a ocorrência de inflamação na pele, olhos e articulações, fígado ou vias biliares.

Outros sintomas relacionados à doença de Crohn podem incluir cálculos renais, cálculos biliares, hemorroidas, dor nas articulações, erupções cutâneas e até mesmo um alto risco de desenvolver câncer de cólon.

10-Atrasos no desenvolvimento

Algumas crianças que desenvolvem doença também experimentam atraso no crescimento, ou desenvolvimento sexual.

Devido à disfunção do sistema imunológico, e à incapacidade de absorver uma quantidade normal de nutrientes vitais.

Perda de sangue e perda de fluidos são outros sintomas que podem causar complicações em crianças com Crohn.

Causas

Embora as causas exatas de Crohn não sejam totalmente claras, uma infinidade de fatores parecem desempenhar um papel no desenvolvimento da doença.

Pesquisas sugerem que as os fatores de risco mais comuns são:

Idade

A doença de Crohn pode ocorrer em qualquer idade, mas é mais provável que você desenvolva a doença ainda jovem. A maioria dos pacientes de Crohn são diagnosticados antes dos 30 anos de idade.

Dieta

Comer uma dieta pobre em nutrientes, mas rica em alimentos picantes, alimentos fritos, alimentos processados, produtos lácteos, açúcar, álcool e / ou cafeína pode contribuir para um ambiente que incentiva o desenvolvimento da doença de Crohn.

Contraceptivos orais

Estudos têm ligado pílulas anticoncepcionais com o desenvolvimento da doença de Crohn (5).

Antibióticos

Há evidências de que o uso de antibióticos pode aumentar o risco de desenvolvimento da doença de Crohn. (6)

Exposição a vírus e infecção

Os especialistas acreditam agora que a doença de Crohn pode estar ligado a vírus desconhecidos ou infecções bacterianas que causam altos níveis de inflamação e reações autoimunes.

Estresse

A associação do estresse  com a doença de Crohn é controversa, mas não há dúvida de que o estresse pode piorar os sintomas e desencadear crises.

O estresse prejudica a saúde digestiva. O estômago esvazia mais lentamente, mas secreta mais ácido.

Esse problema também pode acelerar, retardar a passagem do conteúdo intestinal e pode causar alterações no próprio tecido intestinal.

História familiar

A causa pode ser hereditária. Uma em cada cinco pessoas com a doença tem um membro da família com a doença.

Fumar

Ela está na lista extremamente longa de efeitos secundários negativos do tabagismo, por isso, se você tem Crohn e fuma, você precisa parar.

Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides

Esses medicamentos podem levar à inflamação do intestino que piora o quadro da doença (8).

A medicina convencional diz que a causa exata da doença permanece desconhecida. No entanto, a dieta inadequada e estresse estão muitas vezes na raiz da doença.

Como Prevenir a Doença de Crohn

beautiful woman drinks water from a glass and shows delicious

Doença de Crohn: A hidratação é importante. Imagem: (Divulgação)

Aqui estão algumas das maneiras mais impactantes para diminuir os sintomas da doença naturalmente:

  1. Alimentação Correta

Se você quer se prevenir da doença de Crohn, então, evite os produtos lácteos, glúten, a maioria dos grãos, excesso de açúcar, alimentos processados e embalados. Além disso, opte por alimentos prebióticos e probióticos e evite cafeína e o álcool.

  1. Monitore os sintomas

Cada pessoa com Crohn tem “gatilhos” diferentes, por isso, é preciso monitorar como você se sente ao fazer mudanças na dieta ou estilo de vida. Algumas pessoas dizem que consumir grandes quantidades de fibras piora os sintomas.

Para isso, preste atenção para que tipos de frutas, legumes, grãos e feijão são problemáticos para o seu organismo.

  1. Hidratação

Beber bastante água e outras bebidas hidratantes como os chás, com baixo teor de açúcar ajuda a compensar a perda de líquidos causada pela diarreia.

Enquanto isso, é importante evitar a cafeína, bebidas açucaradas e produtos lácteos.

  1. Reduzir o estresse

O estresse tende a piorar a digestão, afinal, aumenta a tensão muscular, cólicas e espasmos, e pode aumentar a inflamação (9).

Os apaziguadores de estresse incluem exercícios de mente-corpo como por exemplo, ioga, meditação, descanso e passar um tempo ao ar livre.

  1. Cuidado com medicamentos

Antibióticos, contraceptivos e outros medicamentos são fatores de risco para a Doença de Crohn e podem interferir na digestão e saúde intestinal.

Por isso, tome medicamentos apenas com prescrição médica  e converse com o seu médico sobre as melhores opções.

Diagnóstico e preocupações

A doença é diagnosticada através de exames de sangue, amostragem de fezes e colonoscopia, que permite ao seu médico ver o intestino grosso e partes do intestino delgado.

Se necessário, uma biópsia de tecido inflamado no cólon pode ser tomada durante uma colonoscopia para procurar alterações que indicam que você tem doença de Crohn.

Por isso, ao sentir os sintomas da doença você deve procurar atendimento médico, especialmente se você tiver mudanças persistentes em seus hábitos intestinais ou se apresentar sinais e sintomas da doença, tais como:

  •         Dores abdominais; Sangue em suas fezes ou cocô irregular; Diarreia; Febre inexplicável com duração superior a um ou dois dias; por fim, perda de peso.

Algumas das preocupações mais significativas relacionadas à doença de Crohn incluem:

Desnutrição – diarreia, dor abdominal e cólicas podem tornar difícil para você comer ou absorver nutrientes suficientes para mantê-lo nutrido.

Como consequência, também é comum desenvolver sintomas anêmicos devido ao baixo teor de ferro ou vitamina B12 causada pela doença.

Câncer de cólon – Ter doença de Crohn que afeta o cólon aumenta o risco de câncer.

Outros problemas de saúde – Essa doença pode causar problemas em outras partes do corpo, como anemia, osteoporose e doenças do fígado ou da vesícula biliar, por exemplo.

Sendo assim, se as modificações na alimentação e estilo de vida, mediação e outros tratamentos não aliviarem os sintomas, talvez o médico recomende a cirurgia.

No entanto, a cirurgia não cura a doença (12Ela é um tipo de Doença Inflamatória Intestinal.

Faça mudanças na sua alimentação e procure orientação médica.

Veja também o vídeo:

Doenças Crônicas? Inflamação Crônica?

E se você quer melhorar a saúde intestinal e geral com a alimentação correta, comece hoje mesmo!

Eu desenvolvi um programa alimentar para te ajudar a eliminar tudo o que não presta da sua vida. 

Ouça os áudios de quem já fez o Detox!

Abraços e fique com Deus!!

Dr. Juliano Pimentel

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Como ganhar massa muscular de maneira saudável? https://drjulianopimentel.com.br/como-ganhar-massa-muscular/ https://drjulianopimentel.com.br/como-ganhar-massa-muscular/#respond Wed, 11 Sep 2019 14:00:56 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=40509 Se você clicou neste artigo, provavelmente esta interessada em como ganhar massa muscular.

E se seu objetivo é saber como ganhar massa muscular, eu tenho uma ótima dica para te dar!

Se você deseja construir músculos, deve manter seu corpo bem hidratado.

Gostou do tema deste artigo?

Leia, comente e compartilhe com uma amiga que também está em busca de informações sobre como ganhar massa muscular.

Beber água para ter saúde

Beber água é fundamental para a saúde. Especialmente para quem esta com o propósito de construir músculos é um tópico muito importante e não deve ser negligenciado.

Digo isso, porque, a água é o nutriente mais crítico para a saúde, crescimento e desenvolvimento. Além disso, a água também é o nutriente mais abundante no corpo, sem mencionar o mais importante. 

Sem água e outros líquidos você morre dentro de uma semana.

Embora a água não forneça energia da mesma maneira que os carboidratos e a gordura, ela desempenha um papel muito importante na transformação de energia.

Afinal, a água é o meio em que todas as reações energéticas ocorrem. Portanto, você precisa beber muita água para obter saúde, resistência, combustível e construção muscular.

Como ganhar massa muscular bebendo água

Beber água para a saúde é um aspecto importante da construção muscular.

Por quê?

A água está em toda parte do corpo, como um rio que flui através das artérias, veias e capilares, transportando nutrientes para as células e transportando resíduos para fora do corpo.

A água basicamente preenche todos os espaços do seu corpo e ajuda a formar as estruturas de proteínas e glicogênio. Ou seja, para mover os músculos, você precisa de água. O músculo é considerado um tecido ativo e a água é encontrada nas maiores concentrações no tecido ativo.

Por isso, se seu corpo estiver desidratado, é provável que você não tenha uma sessão de levantamento de peso muito produtiva (1).

E sabe porquê isso acontece? Seus músculos são privados de eletrólitos. Músculos são controlados por nervos. A estimulação elétrica dos nervos e a contração dos músculos são o resultado da troca de minerais eletrolíticos dissolvidos na água.

Por isso, é essencial que você beba água para a saúde e para a construção muscular. Afinal, sem água suficiente, seus músculos não receberão eletrólitos suficientes.

Além disso, a força e o controle muscular ficam enfraquecidos.

Por isso, se você que saber como ganhar massa muscular a principal dica é: mantenha seu corpo bem hidratado.

A água também ajuda na lubrificação das articulações. A água é um ingrediente na composição do líquido sinovial, que é o líquido lubrificante entre as articulações.

Se a sua dieta para levantamento de peso estiver em falta de água, mesmo por um breve período, menos fluido estará disponível para proteger essas áreas (2).

Sendo assim, à medida que você adiciona mais peso e estresse ao seu corpo, as demandas do levantamento de peso nas articulações aumentam. Por isso, o fluido de proteção adequado é essencial para o desempenho ideal e para proporcionar vida útil mais longa às articulações.

Outras vantagens da hidratação no processo de como ganhar massa muscular 

E não para por ai. Confira outras vantagens do corpo bem hidratado no processo de como ganhar massa muscular.

Hidratação reduz a fadiga

Embora a água não forneça energia da mesma maneira que gordura, por exemplo, ela desempenha um papel importante na transformação de energia.

A água é o meio em que todas as reações energéticas ocorrem. Se você ficar desidratado, ficará letárgico, poderá sofrer cólicas e o desempenho de resistência e força sofrerá. Por isso, que atletas quando ficam desidratados geralmente têm desempenho reduzido nos dias seguintes.

Hidratação ajuda na perda de peso

A água pode suprimir o apetite naturalmente e aumentar a capacidade do organismo de metabolizar a gordura armazenada.

Estudos têm mostrado que uma diminuição na ingestão de água fará com que os depósitos de gordura aumentem. Enquanto um aumento na ingestão de água pode realmente reduzir os depósitos de gordura (3, 4, 5).

Mulher bebendo água pois, hidratação é importante em como aumentar a massa muscular

Hidratação é importante em como aumentar a massa muscular

Isso acontece porque uma redução na água diminui a eficiência dos rins, o que resulta em algumas funções renais sendo desviadas para o fígado.

Como uma das principais funções do fígado é metabolizar a gordura armazenada em energia utilizável para o corpo, ele metaboliza menos gordura enquanto executa funções normalmente executadas pelos rins. Isso resulta em menos gordura armazenada queimada e uma redução na perda de peso.

Hidratação reduz a retenção de líquidos

O corpo percebe a desidratação como uma ameaça à sobrevivência e começa a segurar cada gota (6).

A água é armazenada em espaços extracelulares (fora da célula), o que pode resultar em extremidades inchadas (pés, pernas e mãos).

Os diuréticos oferecem uma solução temporária, mas podem causar mais mal do que bem se abusados. Por quê? Os diuréticos causarão a eliminação da água, juntamente com muitos nutrientes essenciais.

Além disso, o corpo perceberá esse condicionamento como uma ameaça e substituirá a água perdida na primeira oportunidade, isso causa inchaço e retenção de líquidos mais uma vez. Beber muita água regularmente eliminará esse problema.

Hidratação para ganhar massa muscular

Por fim, é necessária água para transportar nutrientes para as células e transportar resíduos para fora do corpo. A água ajuda a formar as estruturas de proteínas e glicogênio.

Para mover e flexionar seus músculos, você precisa de água. Se seu corpo estiver desidratado, seus músculos serão privados de eletrólitos e cãibras. Como os músculos são controlados pelos nervos, sem o equilíbrio adequado de água e eletrólitos, a força e o controle muscular também serão prejudicados.

É essencial que você se mantenha hidratado se quiser construir músculos e obter um ótimo desempenho no seu esporte.

Como uma dica final, além da hidratação o que também pode ser feito para impulsionar seu corpo a construir músculos é fazer um super detox.

O detox vai dar uma gás a mais no seu fígado, te ajudar a desinchar, eliminar o acúmulo de gordura, ou seja, vai preparar seu corpo para uma dieta focada em como ganhar massa muscular.

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Abraços e fique com Deus.

Dr. Juliano Pimentel!

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Distúrbios alimentares: Quais são os sintomas, como identificar? https://drjulianopimentel.com.br/disturbios-alimentares-quais-sao-os-sintomas-como-identificar/ https://drjulianopimentel.com.br/disturbios-alimentares-quais-sao-os-sintomas-como-identificar/#respond Fri, 15 Feb 2019 16:52:16 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=36951 Existe uma opinião comum de que os distúrbios alimentares são uma opção de estilo de vida.

No entanto, isso não é real. Afinal, os distúrbios alimentares são, na verdade, doenças sérias e muitas vezes fatais que causam distúrbios graves nos comportamentos alimentares de uma pessoa.

Obsessões com comida, peso corporal e forma também podem sinalizar distúrbios alimentares.

Os distúrbios alimentares comuns incluem anorexia nervosa, bulimia nervosa e transtorno da compulsão alimentar periódica.

É importante lembrar que, distúrbios alimentares podem se desenvolver durante qualquer fase da vida. Mas geralmente aparecem durante a adolescência ou na idade adulta jovem.

Classificado como uma doença médica, o tratamento adequado pode ser altamente eficaz para muitos dos tipos específicos de transtornos alimentares.

Embora essas condições sejam tratáveis, os sintomas e consequências podem ser prejudiciais e mortais se não forem abordados.

Isso porque, distúrbios alimentares comumente coexistem com outras condições, como transtornos de ansiedade, abuso de substâncias ou depressão.

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Distúrbios Alimentares, o que é?

Distúrbios Alimentares descrevem doenças que são caracterizadas por hábitos alimentares irregulares e sofrimento severo ou preocupação com o peso ou a forma do corpo.

Os distúrbios alimentares podem incluir ingestão inadequada ou excessiva de alimentos, o que pode prejudicar o bem-estar de um indivíduo.

As formas mais comuns de transtornos alimentares incluem:

Anorexia Nervosa

Bulimia Nervosa

Transtorno Alimentar Compulsivo

E o transtorno alimentar afeta tanto mulheres quanto os homens.

Sintomas de Distúrbios Alimentares

Anorexia Nervosa

Pessoas com anorexia nervosa podem se ver acima do peso, mesmo quando estão perigosamente abaixo do peso.

Pessoas com anorexia nervosa geralmente se pesam repetidamente, restringem severamente a quantidade de comida que consomem e ingerem quantidades muito pequenas de apenas certos alimentos (1, 2).

Distúrbios Alimentares - Anorexia

Distúrbios Alimentares – Anorexia

Anorexia nervosa tem a maior taxa de mortalidade de qualquer transtorno mental. Enquanto muitas mulheres jovens e homens com este transtorno morrem de complicações associadas à fome, outros morrem de suicídio.

Nas mulheres, o suicídio é muito mais comum em pessoas com anorexia do que com a maioria dos outros transtornos mentais.

Os sintomas incluem:

  • Comendo extremamente restrito
  • Magreza extrema
  • Uma busca incessante de magreza, por exemplo, e falta de vontade para manter um peso normal ou saudável
  • Intenso medo de ganhar peso
  • Imagem corporal distorcida, uma auto-estima que é fortemente influenciada pela percepção do peso e da forma do corpo, ou uma negação da gravidade do baixo peso corporal

Outros sintomas podem se desenvolver com o tempo, por exemplo:

  • Emagrecimento dos ossos (osteopenia ou osteoporose)
  • Anemia leve e perda de massa muscular e fraqueza
  • Cabelos quebradiços e unhas
  • Pele seca e amarelada
  • Crescimento de pelos finos em todo o corpo
  • Constipação severa
  • Pressão arterial baixa, respiração lenta e pulso
  • Danos à estrutura e função do coração
  • Dano cerebral
  • Falha de múltiplos órgãos
  • Queda na temperatura interna do corpo, fazendo com que a pessoa sinta frio o tempo todo
  • Letargia, lentidão ou cansaço o tempo todo
  • Infertilidade

Bulimia nervosa

Já as pessoas com bulimia nervosa têm episódios recorrentes e frequentes de ingerir quantidades extraordinariamente grandes de alimentos e sentem falta de controle sobre esses episódios (3).

Além disso, esse consumo compulsivo é seguido por um comportamento que compensa o excesso de comida. Como por exemplo, vômitos forçados, uso excessivo de laxantes ou diuréticos.

Distúrbios Alimentares - Bulimia

Distúrbios Alimentares – Bulimia

Além do mais, fazem jejum, exercícios excessivos ou uma combinação desses comportamentos.

Ao contrário da anorexia nervosa, as pessoas com bulimia nervosa geralmente mantêm o que é considerado um peso saudável ou relativamente normal.

Por isso, os sintomas incluem:

  • Cronicamente inflamado e dor de garganta
  • Glândulas salivares inchadas no pescoço e na área da mandíbula
  • Esmalte dentário desgastado e dentes cada vez mais sensíveis e em decomposição, como resultado da exposição ao ácido do estômago, por exemplo. 
  • Distúrbio de refluxo ácido e outros problemas gastrointestinais
  • Angústia intestinal e irritação por abuso de laxantes
  • Desidratação severa da purga de fluidos
  • Desequilíbrio eletrolítico (níveis muito baixos ou muito altos de sódio, cálcio, potássio e outros minerais) que podem, inclusive,  causar derrame ou ataque cardíaco

Transtorno de compulsão alimentar

Pessoas com transtorno da compulsão alimentar periódica perdem o controle sobre sua alimentação.

Ao contrário da bulimia nervosa, os períodos de compulsão alimentar não são seguidos de purgação, exercício excessivo ou jejum.

Distúrbios Alimentares - Compulsão Alimentar

Distúrbios Alimentares – Compulsão Alimentar

Sendo assim, como resultado, as pessoas com transtorno de compulsão alimentar periódica geralmente apresentam excesso de peso ou obesidade (4, 5).

Os sintomas incluem:

  • Comer quantidades invulgarmente grandes de comida num determinado período de tempo
  • Comendo mesmo quando você está cheio ou sem fome
  • Comer rápido durante episódios de compulsão
  • Comendo mesmo que você esteja desconfortavelmente cheio
  • Comendo sozinho ou em segredo para evitar constrangimentos
  • Sentindo-se angustiado, envergonhado ou culpado por sua alimentação
  • Frequentemente fazendo dieta, possivelmente sem perda de peso

Como identificar distúrbios alimentares

Infelizmente, muitas pessoas com transtornos alimentares podem não achar que precisam de tratamento.

Por isso, se você estiver preocupado com alguém próximo, o ideal é orientar essa pessoa a visitar um médico.

Mesmo que seu ente querido não esteja pronto para reconhecer um problema com a comida, esse pode ser o primeiro passo (6, 7).

Portanto, esteja alerta para os padrões alimentares e crenças que podem sinalizar um comportamento não saudável, bem como, a pressão dos colegas que podem desencadear distúrbios alimentares (8).

Sinais que podem indicar um distúrbio alimentar incluem:

  • Pular refeições ou dar desculpas para não comer
  • Adotando uma dieta vegetariana excessivamente restritiva
  • Foco excessivo na alimentação saudável
  • Fazer, por exemplo, as próprias refeições em vez de comer o que a família come
  • Retirada de atividades sociais normais
  • Preocupação persistente ou reclamando de ser gordo e falar de perder peso
  • Verificação frequente no espelho para falhas percebidas
  • Comer repetidamente grandes quantidades de doces ou alimentos ricos em gordura
  • Uso de suplementos dietéticos, laxantes ou produtos fitoterápicos para perda de peso
  • Exercício excessivo
  • Calos nos dedos de induzir vômito
  • Problemas com perda de esmalte dentário, por exemplo, podem ser um sinal de vômito repetido
  • Deixando durante as refeições para usar o banheiro
  • Comer muito mais comida em uma refeição ou lanche do que é considerado normal
  • Expressando depressão, desgosto, vergonha ou culpa pelos hábitos alimentares
  • Comendo em segredo

Se você está preocupado com alguém que pode ter um transtorno alimentar, entre em contato com seu médico para discutir suas preocupações.

Distúrbios alimentares tem que ser tratado.

Abraços e fique com Deus!

Dr. Juliano Pimentel

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Insuficiência Renal Aguda: Sintomas, Causas e Tratamentos https://drjulianopimentel.com.br/insuficiencia-renal-aguda-tratamentos/ https://drjulianopimentel.com.br/insuficiencia-renal-aguda-tratamentos/#respond Wed, 04 Jul 2018 20:32:01 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=4518 Muitos fatores podem prejudicar o funcionamento dos rins, e gerar problemas como insuficiência renal agudaOs rins têm como papel principal auxiliar o corpo com a desintoxicação, por se livrar de resíduos.

Esses resíduos filtrados são partículas deixadas no sistema digestivo, como sódio e várias outras substâncias encontradas no sangue.

Além de eliminar os resíduos através da urina, os rins também ajudam a controlar a pressão arterial, removem drogas ou toxinas do corpo, regulam os hormônios, dentre outras funções importantes  (1).

Insuficiência renal, pode ser muito grave – exigindo um alto nível de intervenção, incluindo tratamentos de hemodiálise, a fim de fazer o trabalho de filtragem, já que nesse caso, os rins não são mais capazes.

Neste artigo, irei destacar os sintomas, tratamentos e causas da insuficiência renal aguda.  

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Insuficiência Renal Aguda

Como os rins são necessários para equilibrar adequadamente as proporções de água, sal e outros minerais (chamados eletrólitos) no sangue, os sintomas de insuficiência renal aguda são muito perigosos e muitas vezes até ameaçam a vida.

No entanto, nem sempre é óbvio para os pacientes que o dano renal está contribuindo para seus problemas de saúde.

Para alguns pacientes com rins insalubres, nenhum sintoma óbvio é sentido. Só que de repente a “falha” dos rins ocorre e, em seguida, provoca uma situação de emergência.

Geralmente, os sintomas de insuficiência renal aguda são:

  • Dor nos rins, na parte traseira do abdômen, abaixo da caixa torácica;
  • Produção de menos urina do que o usual. Esse sintoma é um dos principais de alerta da doença renal. No entanto, pode ser que às vezes apareça sangue ou mudanças de cor na urina.
  • Retenção de líquidos e inchaço devido ao desequilíbrio de eletrólitos, especialmente nas extremidades inferiores, como as pernas, tornozelos ou pés. O rosto e os olhos também podem aparecer inchados e inchados.
  • Indigestão, náuseas, perda de apetite e, em alguns casos, vômitos.
  • Pressão alta.
  • Alterações cognitivas e de humor, principalmente devido à alteração dos níveis de eletrólitos e desidratação. Estes podem incluir confusão, dificuldade para dormir, ansiedade, fadiga, dificuldade de concentração, fraqueza e neblina cerebral.

Fique atento aos sintomas e procure orientação médica.

Causas

Os rins podem falhar por algumas razões diferentes, principalmente devido a grandes quantidades de perda de sangue, desidratação (que afeta os níveis de eletrólitos), reações de certos medicamentos / ingestão de toxinas (3).

Mas, alguns fatores de risco explicam a insuficiência renal aguda, tais como:

>> Ter histórico de diabetes, anemia, pressão arterial alta, doença cardíaca ou insuficiência cardíaca. Estes podem afetar o fluxo sanguíneo para os rins e contribuir para a inflamação.

>> Estar sofrendo de qualquer outra forma de dano renal, como doença renal crônica ou pedras nos rins.

>> Obesidade e uma dieta pouco saudável também podem causar insuficiência renal aguda. Uma dieta pobre em nutrientes e rica em carboidratos pode resultar em desequilíbrios eletrolíticos, deficiências nutricionais, níveis mais elevados de inflamação e alterações na pressão arterial.

>> Idade avançada.

>> Ter história de doença da próstata (aumento da próstata), dano hepático ou doença hepática. Isso afeta como o corpo dissipa resíduos e processa toxinas, drogas, hormônios e / ou produtos químicos.

>> Experiência de trauma ou uma lesão dos rins que provoca súbita perda de sangue.

>> Ter baixa função imunológica devido a outra doença, como um vírus que provoca mudanças nos níveis de eletrólitos. Altas quantidades de estresse emocional, infecções frequentes ou fadiga também podem diminuir a imunidade.

>> Tomar medicamentos que às vezes podem levar a problemas renais, como antibióticos, analgésicos, medicamentos para a pressão arterial ou inibidores da ECA.

Alguns especialistas apontam que há cinco complicações primárias associadas a doenças renais crônicas e danos nos rins: anemia, hiperlipidemia, má nutrição, fatores de risco cardiovasculares e osteodistrofia (crescimento anormal da massa óssea associada a distúrbios no metabolismo do cálcio, e do fósforo) (4).

Tratamentos

Para chegar ao diagnóstico de insuficiência renal aguda, é preciso realizar exames de sangue e testes de amostra de urina.

Em alguns casos também será necessário fazer uma ultrassonografia para investigar sinais de inchaço e inflamação nos rins e órgãos digestivos.

O tratamento da insuficiência renal aguda varia de acordo com o estágio da gravidade da doença. Uma vez que um diagnóstico é feito, insuficiência renal é tratada de várias maneiras:

>> Restaurando os níveis de eletrólitos e tratando a desidratação. Às vezes, os líquidos intravenosos são dados para restaurar a hidratação, ou diuréticos são usados se retenção de líquidos e inchaço é um problema.

>> Alterar os medicamentos que podem estar causando o problema.

>> Se um bloqueio no trato urinário está causando sintomas por não permitir que o paciente a urinar, em seguida, removendo o bloqueio.

>> Caso necessário, iniciar um programa de diálise.

Mas, é recomendado também utilizar tratamentos de prevenção da doença, que inclui:

Dieta

Doença renal altera o metabolismo de proteínas, água, sal, potássio e fósforo.

Uma dieta saudável é absolutamente fundamental para o controle da doença renal ou ajudar alguém com insuficiência renal a ter o melhor resultado possível.

Uma dieta pobre enfatiza os rins fracos ou danificados e contribui para várias complicações como anemia, alterações de colesterol, danos cardíacos e disfunção do metabolismo ósseo (5).

Consuma alimentos naturais, ricos em antioxidantes e alimentos carregados com eletrólitos.

Alimentos específicos indicados: mirtilos, aipo, folhas verdes, suco de vegetais frescos espremido, beterraba, legumes marinhos como algas; espinafre, abacate, bananas e frutas cítricas como limão.

Também é importante evitar a desidratação, uma vez que não beber líquidos suficientes pode colocar a sua saúde em risco e complicações renais (especialmente se você se exercitar muito, viver em um clima quente, beber bebidas diuréticas e suar muito).

Beber água suficiente e outros fluidos hidratantes deve tornar-se um hábito regular, incluindo chá de ervas.

É importante ainda reduzir a ingestão de alimentos ricos em sódio (sal), evitar alimentos embalados, congelados, enlatados e processados; evite também os alimentos fritos, fast foods e carnes processadas ou queijos.

Além disso, evite o consumo de álcool e tabaco.

Busque ajuda médica, e tome as medidas necessárias para mudar o estilo de vida e a alimentação.

Abraços e fique com Deus!

Dr. Juliano Pimentel.

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Perigos da Desidratação: Quais São Eles e os Seus Sintomas https://drjulianopimentel.com.br/perigos-da-desidratacao-quais-sao-sintomas/ https://drjulianopimentel.com.br/perigos-da-desidratacao-quais-sao-sintomas/#respond Thu, 21 Jun 2018 12:14:15 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=4465 Os meses de verão normalmente são os favoritos para aproveitar as férias e os momentos de lazer. Contudo, esses períodos de climas quentes e úmidos, com exposição a altas temperaturas podem trazer os perigos da desidratação. Mas o mesmo pode acontecer em outras estações do ano. 

Desidratação é definida como a perda excessiva de fluidos corporais.

Em outras palavras, ela ocorre quando o corpo necessita de mais fluidos do que está sendo consumido para funcionar normalmente.

Pesquisas mostram que entre 60% e 75% da população não bebe a quantidade diária de água que é necessário (1).

Por isso, certifique-se de ficar adequadamente hidratado, especialmente quando você está perdendo fluidos, é a melhor maneira de afastar possíveis exaustão de calor e sintomas de desidratação.

A desidratação afeta mais os atletas, pessoas que realizam trabalho manual ao ar livre, crianças e os idosos.

Muitas pessoas idosas experimentam sérios problemas de saúde durante períodos climáticos extremos, como o calor do verão.

De fato, a desidratação é uma das principais razões pelas quais os idosos são hospitalizados.

Neste artigo, eu irei explicar mais sobre os perigos da desidratação, sintomas e formas de tratamento.

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Perigos da Desidratação

Existem três tipos principais de desidratação dependendo dos fluidos específicos que são perdidos:

  • Hipotônico ou hiponatrêmico: que é a perda de eletrólitos, principalmente sódio;
  • Hipertônico ou hipernatrêmico:  perda de água;
  • Isotônico ou isonatrêmico:  perda de água e eletrólitos.

Qualquer um destes três tipos de desidratação pode ser leve, moderada ou grave.

Leve é quando o corpo perdeu cerca de 2% de seus líquidos totais, moderado é o corpo a perder 5% dos fluidos totais e, finalmente, desidratação grave é quando o corpo perdeu cerca de 10% de seus fluidos.

A desidratação grave, como você provavelmente pode supor, é considerada uma emergência.

Se você esteve doente, incluindo com febre que causa vômitos ou diarreia, ou você tem um problema gastrointestinal que causa esses sintomas (como doenças inflamatórias do intestino como a doença de Crohn), ou está desidratado.

Por isso, trate de aumentar a ingestão diária de água e procure ajuda médica.

A desidratação causada por doenças pode contribuir para complicações, incluindo cálculos renais, infecções da bexiga, pedras do trato urinário e potencialmente até insuficiência

Pesquisas mostram o quanto a desidratação pode afetar os estados de ânimo e as funções cognitivas, contribuindo para prejuízos na visão, discriminação perceptiva, memória, atenção e habilidades psicomotoras.

Além disso, a desidratação é um problema grave que leva pessoas à morte prematura.

As causas são variadas, entretanto, na maioria dos casos, o problema relaciona-se com diarreias agudas.

Outras causas que podem ser descritas são ingestão insuficiente de líquidos, vômitos intensos, transpiração excessiva, uso exagerado de diuréticos, queimaduras intensas e hemorragias.

Os adultos mais velhos e aqueles que estão doentes podem rapidamente tornar-se desidratado devido à idade associada e relacionadas com a inflamação alterações fisiológicas.

Estes podem incluir deficiência de nutrientes, deficiência de sede, incontinência urinária, mobilidade reduzida (constipação) e confusão mental.

Sintomas da Desidratação

Além de sentir sede constantemente, há muitos outros sintomas relacionados à desidratação.

Os sinais de desidratação também podem incluir espasmos, tensão no pescoço ou mandíbula, constipação, vômitos e problemas cardíacos (4).

Muitas pessoas que sofrem de sintomas como dificuldade de concentração, ou dores musculares persistentes não têm ideia de que eles realmente estão sofrendo de sintomas de desidratação evitáveis.

Os sinais e sintomas mais comuns de desidratação incluem:

  • Boca seca;
  • Sonolência;
  • Sede;
  • Diminuição da micção;
  • Fraqueza muscular;
  • Fadiga;
  • Dor de cabeça;
  • Tontura;
  • Problemas digestivos.

Se a desidratação progride ao longo de um período de tempo, os perigos da desidratação podem piorar e podem surgir sintomas graves como:

  • Sede extrema;
  • Irritabilidade;
  • Confusão;
  • Boca extremamente seca;
  • Olhos fundos;
  • Falta de sudorese;
  • Falta de lágrimas;
  • Pouca ou nenhuma micção;
  • Pressão sanguínea baixa;
  • Batimento cardíaco acelerado;
  • Febre e delírio.

Como tratar a Desidratação?

1 – Beba Bastante Água

Para o bom funcionamento do organismo, é fundamental beber água durante todo o dia.

A água é a melhor maneira de prevenir e vencer a desidratação, especialmente durante os meses de verão quente, quando estamos todos propensos a transpirar ainda mais do que o habitual.

O consumo de oito copos de água diariamente é, geralmente, suficiente para manter os níveis de eletrólitos saudáveis.

Quando se está exposto a temperaturas muito quentes, ou durante e após os treinos, beber mais é uma boa ideia (5).

Você pode optar por água, água saborizada, água de coco e chás sem açúcar.

2- Coma mais Alimentos Hidratantes

Inclua na sua dieta alimentos naturalmente hidratantes, tais como:

– Água de coco ou leite de coco natural;

– Aipo;

– Melancia e melões;

– Pepino;

– Kiwi;

– Abacaxi;

– Pimentões;

– Frutas cítricas, como laranja;

– Cenouras.

Outras boas fontes de água dos alimentos incluem bananas, uvas, mamão, alface, bagas, abacate, abobrinha, tomate e rabanetes.

É importante diminuir o consumo de alimentos ricos em sódio, incluindo aqueles que são embalados, enlatados, congelados ou processados.

3 – Alternativas Saudáveis

Se beber água regular não é sempre atraente para você, você ficará feliz em saber que existem outras opções de baixo teor de açúcar e hidratante.

Água de coco, por exemplo, é uma das melhores bebidas hidratantes da natureza.

Ele contém muitas coisas que contribuem para a hidratação, como potássio, aminoácidos, enzimas, fatores de crescimento e minerais.

Na verdade, a composição química da água de coco é semelhante ao sangue humano, o que o torna perfeito para nos ajudar a recuperar da desidratação ou exercício.

Outras bebidas que podem ajudar a manter o corpo hidratado, são: sucos de vegetais e água com limão.

É importante prestar atenção aos perigos da desidratação e os sintomas, para evitar danos graves à saúde.

Fique atento aos sintomas e, se necessário, procure orientação médica.

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Ressaca? Saiba Como Curar Com Alimentação Adequada https://drjulianopimentel.com.br/ressaca-curar-alimentacao-adequada/ https://drjulianopimentel.com.br/ressaca-curar-alimentacao-adequada/#respond Tue, 19 Jun 2018 14:03:33 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=10443 Umas das coisas mais desagradáveis é acordar no dia seguinte com uma terrível ressaca. Quando você passa da medida do consumo de álcool, sabe que no outro dia poderá sentir muito desconforto.

Experimente essas dicas de como curar a ressaca com produtos naturais e saudáveis.

Experimente não recorrer às  medicações industrializadas.

Não deixe de ler e compartilhar!!

Ressaca

A desidratação é uma das responsáveis por no dia seguinte você sentir todos os sintomas das ressaca.

Ela acontece devido ao álcool ser diurético, ou seja, ele ‘empurra’ líquidos para fora do corpo, e quando não tem mais o que retirar ele utiliza qualquer líquido que encontre por lá, ai vem o perigo da desidratação.

O álcool também produz toxinas no seu organismo, e daí podem surgir as náuseas e as dores também.

E assim como uma infecção age, o álcool pode prejudicar o seu sistema imunológico.

Ele também produz um excesso de ácido gástrico, o que ajudar a desenvolver as dores de estômago tão comuns.

A ressaca também pode impedir que você durma bem e piorar os sintomas e as sensações.

Mas veja essas dicas práticas para resolver esse problema. Com os alimentos naturais e de verdade você melhorar os sintomas desse desconforto ou curá-la.

Você repõe os nutrientes e vitaminas perdidos devido ao consumo de álcool.

1-Beba Água

A rainha de toda alimentação saudável e também uma boa amiga do fim da ressaca. Hidrate-se!!

É também é o motivo de você geralmente sentir dor de cabeça após consumir muito álcool. Ele retirou a água designada á sua cabeça.

Então se beber álcool, consuma água antes de dormir (caso você se lembre) e quando levantar.

2-Água de Coco

A água de coco também é uma boa opção já que possui 5 dos eletrólitos presentes no corpo humano.

Ele possui mais potássio do que a banana, e ainda é baixo em carboidratos e calorias.

3-Chá de Gengibre ou Hortelã

Além de todos os benefícios do gengibre para a saúde, ele ainda ajuda a diminuir a sensação de enjoo e de náusea.

Já o chá de hortelã-pimenta é uma boa opção para aliviar as dores de estômago e náusea.

4- Consuma Suco de Picles Caseiro

Faça um suco de picles. Ele possui propriedades que podem ajudar com a sua ressaca e trazer alívio.

Vai te hidratar e reabastecer, te ajudando a voltar a ter energia.

5-Ovos

Os ovos são alimentos essenciais para o seu organismo, mesmo que você não esteja de ressaca.

Ele é rico em aminoácidos como a taurina e a cisteína.

Que juntas cuidam da função hepática, podendo prevenir o surgimento de doenças hepáticas.

E ajudam a destruir uma substância química por causar a dor de cabeça, que ocorre quando o seu fígado quebra as células do etanol.

Além de possuir vitamina D e ainda fornece cerca de 33% do consumo diário necessário de vitamina B12.

6-Fibras, Vitaminas e Minerais

Alimentos com potássio, vitaminas e fibras ajudam a melhorar a condição de quem quer curar a ressaca. E a banana é um bom alimento

Rico também em eletrólitos, que ajudam a repor aqueles que foram eliminados no suor e na urina devido o consumo do álcool.

Inclua outras frutas nutritivas na primeira alimentação do dia.

7-Abacate

Coma com moderação e o abacate vai beneficiar muito você. Ele é rico em fibras, vitamina B6, do antioxidante carotenóides e de gorduras saudáveis que beneficiam o coração.

O abacate vai ajudar a manter a saúde neuromuscular, função cardíaca, contrações musculares e manter equilibrado o teor de sódio no seu organismo.

8-Sucos Detox

Você pode combinar alimentos como aipo, couve e maçã no seu suco detox. Eles vão ajudar a limpar, desintoxicar e hidratar o seu organismo.

Alimentos para Evitar Quando Estiver com Ressaca

Ressaca: Alimentos para Evitar

Ressaca e os Alimentos para Evitar: Massas. Imagem: (Divulgação)

1-Comida Gordurosa

Comida gordurosa também pode prejudicar o estômago e irritá-lo, aumentando o desconforto. Evite esse tipo de alimento, e nos outros dias também (1,2).

Afinal alimento gorduroso prejudica o seu organismo e o humor.

2-Álcool

Beber álcool enquanto o seu corpo ainda não está reabilitado da última ressaca, é um grande perigo para a saúde.

O corpo desidratado tende a pior com mais consumo de álcool.

3-Suco de Laranja

Evite alimentos ácidos e cítricos quando estiver com ressaca, inclusive para curá-la. Exclua também o tomate devido a sua acidez. Eles podem irritar o estomago mais ainda.

4-Café

O café precisa ser tomado com moderação.

Ele também é diurético, ou seja, vai fazer você perder líquido,o que pode aumentar a sua dor de cabeça.

Opte por bebidas naturais que não sejam diuréticas e ajudem com a hidratação.

Porém, ele também pode ajudar a diminuir a dor de cabeça.

Evite também remédios industrializados como a aspirina e as bebidas açucaradas, que podem piorar os sintomas da ressaca.

Claro que o ideal é que você evite o álcool ou não exagere, mas caso isso aconteça, você pode seguir essas dicas e curar a ressaca de forma saudável e natural.

De qualquer forma espero ter ajudado. E lembre-se de manter uma vida mais saudável e ativa. Coma alimentos saudáveis e que possam ajudar o seu corpo a manter as suas funções normalmente.

Abraços e fique com Deus!!

Dr. Juliano Pimentel

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Hipernatremia: Conheça as Causas, Sintomas e Tratamentos https://drjulianopimentel.com.br/hipernatremia-sintomas-tratamentos/ https://drjulianopimentel.com.br/hipernatremia-sintomas-tratamentos/#respond Wed, 02 May 2018 16:39:09 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=5149 Hipernatremia é uma condição que ocorre devido à desidratação (baixos níveis de água corporal) e um desequilíbrio em eletrólitos, incluindo sódio e potássio. Uma diferença chave entre hipernatremia e desidratação comum, está no grupo de pessoas que geralmente é afetado por esse problema.

Atletas ou indivíduos que não bebem água suficiente são mais propensos a sofrer com a desidratação.

No entanto, os idosos ou pessoas que estão se recuperando de doenças e cirurgia são mais propensos a desenvolver sintomas de hipernatremia (1).

Dependendo de quão grave a condição se torna, sintomas como fraqueza, confusão, boca seca,  problemas cardíacos ou cognitivos podem ocorrer.

Neste artigo, eu vou explicar as causas, sintomas e tratamentos da hipernatremia.

Não deixe de ler e compartilhar.

Hipernatremia

Demasiada perda de água e/ou muito ganho de sódio caracteriza a hipernatremia. Ela é o oposto da hiponatremia, uma condição que leva a uma diminuição grave de sódio.

Tecnicamente a definição está associada a um aumento na concentração de sódio no sangue, para um valor superior a 145 mmol/L (2).

Ela pode ser causada pela perda de água através da pele, urina ou gastrointestinal (GI).

Pode ser uma condição grave, mas não é muito comum. Ocorre somente quando a resposta ao sentimento de sede está danificada ou deficiente.

Estudos descobriram que a prevalência de pacientes hospitalizados com hipernatremia varia. Porém, mais de 60% dos casos são adquiridos pelos pacientes enquanto estão no hospital (3).

Cerca de 1-10% de todos os pacientes hospitalares desenvolvem hipernatremia grave (geralmente entre os pacientes mais velhos). Apenas cerca de 0,1-1,4% dos doentes que visitam um hospital têm a condição antes da admissão.

Pacientes idosos, e aqueles em cuidados críticos sofrem com desequilíbrios eletrolíticos com mais frequência.

Entre 9-26% dos doentes críticos desenvolverá os sintomas da doença.

hipernatremia leve pode afetar até 22,2% dos pacientes hospitalares geriátricos, 19% daqueles em lares de idosos, 6% dos pacientes não-geriátricos e até 7% dos pacientes levados para o hospital através da ambulância (4).

Sintomas 

Às vezes, os pacientes não estão cientes de sua condição até que se torne grave. Isso pode acontecer, pois eles não sentem sinais de sede anormal.

Quando os sintomas de hipernatremia ocorrem, eles podem incluir:

  • Sede, algumas vezes repentina e severa.

Polidipsia é o termo dado à sede excessiva. É um dos primeiros sintomas que surgem com o diabetes (5). A sede intensa pode também ser acompanhada de poliúria, ou a produção de grandes volumes de urina diluída.

Neste caso, a  urina é geralmente mais clara que o normal (menos amarelo). Além disso, a necessidade de urinar acontece com mais frequência (6).

  • Alterações cognitivas envolvendo o sistema nervoso central, que podem incluir nevoeiro cerebral, confusão e tonturas.
  • Fadiga, fraqueza e letargia, incluindo dores musculares ou fraqueza e dificuldade de locomoção.
  • Alterações de humor, como irritabilidade.
  • Espasmos involuntários, cólicas e convulsões.
  • Sinais e sintomas de desidratação incluindo boca seca (mucosa oral seca) e fraqueza.

Em casos graves quando as complicações se desenvolvem, a hiperosmolaridade pode ocorrer pela perda de água.

Isso pode levar a danos neuronais/cerebrais, incluindo encolhimento celular e lesão cerebral. A desidratação pode puxar demasiada água das células para o sangue (aumento da osmolalidade).

Também é possível experimentar inchaço do cérebro (edema cerebral). Essa é uma resposta muito perigosa à retenção de líquidos em resposta à desidratação grave.

Outras complicações incluem problemas cardiovasculares e/ou circulatórios, tais como ritmos cardíacos anormais.

Podem ocorrer batimentos cardíacos rápidos ou irregulares, ou uma frequência cardíaca em repouso que exceda a taxa normal (chamada taquicardia) ou pressão arterial baixa (7, 8).

Essa doença pode ser mortal em alguns casos, especialmente se o paciente já está gravemente doente ou idoso. Estudos feitos em pacientes que estavam recebendo cuidados intensivos no hospital, mostraram taxas de mortalidade de 30-48%.

Causas

Na maioria dos casos, essa doença se desenvolve devido à uma alteração da sede (levando a baixa ingestão de líquidos ou água), acesso restrito à água ou aumento da perda de líquidos.

A hipernatremia só ocorre quando o mecanismo da sede está comprometido. 

Aqueles que estão em maior risco de desenvolver hipernatremia incluem:

  • Os idosos, pois eles podem desenvolver alterações na digestão, produção de hormônio ou sinalização de sede devido ao envelhecimento.
  • Qualquer pessoa que permanece no hospital em cuidados intensivos (9).
  • Adultos com lesão renal ou lesão renal aguda.
  • Pessoas com um hipotálamo danificado, demência, diabetes ou que têm lesões hipotalâmicas que causam mudanças na sede.
  • Deficientes físicos, que às vezes não conseguem beber bastante água ou perceber a sede.
  • Qualquer pessoa que esteja se recuperando de uma infecção aguda, especialmente durante ou após a hospitalização.
  • Quem sofre com alterações na urina e sede (10).
  • Consumir muito sal, consumo de antibióticos contendo sódio por via intravenosa, ou quem recebe outros fluidos durante uma estadia no hospital, como bicarbonato de sódio.
  • Pessoas com vômito, diarreia e náusea, devido à perda de fluídos.
  • Atletas, devido ao treinamento excessivo.
  • Pessoas que têm distúrbios alimentares, tais como bulimia nervosa, ou que têm abusado laxantes, diuréticos “pílulas de água”, quem consome alguns produtos para.

Como ela se desenvolve

A ingestão e excreção de água normalmente equilibra os níveis de sódio no sangue.

Isto inclui níveis ascendentes e descendentes de outros eletrólitos, como potássio. Assim, para que o sódio aumente para níveis perigosamente elevados, deve haver um intercâmbio anormal entre sódio/água/potássio.

Em pessoas saudáveis ​​sem hipernatremia, as alterações na ingestão de água (água potável ou fluidos), juntamente com a excreção de água (micção) normalmente mantém níveis normais de sódio.

Sem que você note, o corpo controla constantemente esses dois fatores através de dois mecanismos primários.

Ele controla a quantidade de sal e água que deixam o corpo através do ajuste, das concentrações urinárias. O corpo também faz você sentir mais sede quando precisa de mais água e menos sal.

Algumas das coisas que podem interferir com este processo de equilíbrio de sódio-água incluem:

  • Liberação de mais ou menos hormônio antidiurético, chamado vasopressina arginina (ou AVP)
  • Perda de circulação normal (uma diminuição no volume de sangue que flui através das artérias)
  • Resposta à infecção ou dor, problemas digestivos como náuseas
  • Efeito colateral de muita tensão ou ansiedade, entre outros

Vários hormônios, especialmente um chamado aldosterona, controlam os níveis de sódio.

Ela faz os rins aumentarem ou diminuírem a liberação de sódio, dependendo da ingestão de água e sal de alguém.

Devido a isso, a disfunção renal ou lesão renal aguda pode ser um grande contribuinte para hipernatremia.

Tratamentos

O tratamento depende da causa subjacente do problema. A maioria dos tratamentos tem o objetivo de restaurar os níveis de água, e reduzir a ingestão de sódio.

De acordo com informações fornecidas pela American Family Physician, alguns tratamentos típicos de hipernatremia incluem:

>> Interromper a perda de água e fluidos, tais como a transpiração excessiva, vômitos, diarreia, uso de diuréticos ou queimaduras graves.

>> Tratamento de lesões que causam perda de fluidos e alterações anormais do eletrólito. Estes podem incluir exaustão pelo calor, níveis elevados de creatinina ou desidratação devido ao excesso de exercício sem consumir água.

>> Corrigir quaisquer níveis elevados de hormônio do estresse (cortisol) ou níveis de glicose, para reduzir a causa subjacente e corrigir o sinal de sede do paciente.

>> Ajustar os níveis de sódio, caso ele esteja aumentando devido ao uso de líquidos intravenosos ou outros medicamentos usados enquanto o paciente estiver no hospital

Tratamentos naturais

  1. Prevenir a Desidratação

Beba água e líquidos saudáveis.

Evite os diuréticos ou pílulas para perda de peso; trate a causa subjacente de vômito ou diarreia; monitore os sintomas que você experimenta ao tomar antibióticos; controle os efeitos secundários da diabetes; e preste atenção nos efeitos colaterais devido ao uso de medicações.

Água, água de coco, água saborizada e chás naturais (não diuréticos).

  1. Visite o médico no caso Desidratação Crônica

Fale com seu médico imediatamente, sobre como tratar a perda de água e reverter o déficit hídrico.

  1. Mantenha uma dieta saudável

Pacientes com diabetes correm mais riscos em desenvolver a doença.

Converse com o médico e faça sempre acompanhamento.

Manter a dieta saudável.

Diminua o teor de sódio, e invista no consumo de legumes frescos, verduras e frutas.

  1. Monitore a urina

Beba água durante todo o dia e fique atento à quantas vezes você vai ao banheiro (a sua urina deve ter uma uma cor amarelo pálido, não claro ou muito escuro) (11).

Se perceber alterações na frequência, cor ou odor, procure orientação médica.

E como eu falei, mudar os hábitos alimentares e a melhorar a ingestão de líquidos é essencial.

Se você quer transformar a forma como se alimenta, e também estimular a sua família a comer melhor, comece hoje mesmo!

Eu desenvolvi um e-book para ajudar você a fazer essa transformação, com todas as informações que você precisa e um guia passo a passo para implementar na sua vida.

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Desidratação: Conheça Quais São os 10 Sintomas https://drjulianopimentel.com.br/desidratacao-conheca-sintomas/ https://drjulianopimentel.com.br/desidratacao-conheca-sintomas/#respond Fri, 25 Aug 2017 11:55:28 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=4332 [vc_row][vc_column][vc_column_text]Você está atento aos sintomas de desidratação que seu corpo dá? A água é absolutamente necessária para a sobrevivência. Assim, a desidratação – ou a falta de água corporal – tem repercussões generalizadas para a nossa saúde.

Embora desidratação leve seja facilmente remediada, desidratação grave é uma condição grave que pode levar à perda de consciência, falência de órgãos ou até mesmo a morte.

Este artigo discute os sinais e sintomas comuns.

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Desidratação: Saiba o que é

A água sai constantemente do seu corpo, principalmente através do suor, urina e fezes. Por isso, uma quantidade adequada de água deve ser consumida para compensar esta perda.

A desidratação ocorre quando mais água está saindo do corpo do que entrando. Pode ser causada por uma falta de ingestão de líquidos ou perda excessiva de líquidos.

Aqui estão algumas das causas comuns de desidratação:

>> Exercício vigoroso: O exercício intenso leva à perda de líquidos através do suor. Se os fluidos não são substituídos por água potável, você pode se tornar desidratado.

>> Exposição ao calor: O calor pode fazer com que você perder fluido através do suor. Você pode tornar-se desidratado se você não beber água extra quando a temperatura está muito quente.

>> Vômitos e diarreia: Vômitos e diarreia causam perda de fluido significante que pode levar à desidratação.

>> Náuseas: Muitas pessoas não sentem vontade de comer ou beber quando estão com náuseas. É importante continuar bebendo água para que você não se desidrate.

>> Queimaduras ou infecções de pele: A água pode ser perdida através de queimaduras graves e infecções de pele.

>> Diabetes: Quando os níveis de açúcar no sangue são elevados, o corpo aumenta a produção de urina para eliminar o açúcar do corpo. Isto pode conduzir à desidratação se esta perda não for combinada com um aumento no consumo de água.

>> Febre: A febre pode contribuir para a perda de líquidos através da transpiração.

A desidratação ocorre quando mais líquido está saindo do corpo do que sendo consumido. Fatores que diminuem o consumo de fluidos ou aumentam as perdas de fluidos podem contribuir para a desidratação.

 

Desidratação: Principais Sintomas 

Confira quais são alguns dos sintomas da desidratação:

  1. Sede

A sede é um desejo por fluido que serve como um lembrete automático para beber água.

É frequentemente o primeiro indicador de que o corpo precisa de mais água.

Curiosamente, seu corpo é equipado com um sistema complexo para regular o equilíbrio de fluidos. Mesmo uma pequena alteração no equilíbrio dos fluidos pode desencadear uma sensação de sede (1, 2, 3).

Para a maioria das pessoas, beber quando estão com sede é um método eficaz para se manter hidratado.

No entanto, existem algumas situações em que a sede pode não ser um indicador confiável do estado de hidratação.

Por exemplo, as pessoas mais velhas podem precisar gerenciar conscientemente sua ingestão de líquidos, já que seu sentimento de sede tende a diminuir com a idade (4).

Além disso, você pode precisar beber além de simplesmente satisfazer sua sede se você está suando muito. Por exemplo, o exercício intenso e a exposição a altas temperaturas podem fazer com que você perca uma grande quantidade de água através do suor.

Nestas situações, você pode precisar beber água adicional para ficar hidratado.

  1. Alterações na cor ou quantidade da sua urina

Sua urina pode dizer muito sobre o seu estado de hidratação, uma vez que representa a maioria do fluido que sai do seu corpo.

Assim, controlar a quantidade e a composição da urina é uma maneira em que o corpo é capaz de manter o equilíbrio adequado dos fluidos.

A urina, que é produzida pelos rins, consiste em água e produtos de desperdício que seu corpo precisa eliminar.

Se você está desidratado, os rins conservam água concentrando urina. Isto permite que os resíduos sejam eliminados enquanto retém a água para funções biológicas importantes (5).

Curiosamente, a concentração da urina afeta a sua aparência. Se você estiver bem hidratado, sua urina deve ser uma cor clara, amarelo pálido e quase inodoro (6, 7).

Por outro lado, a urina amarela escura é um sinal de desidratação. Uma cor amarelada pode indicar desidratação suave, enquanto uma cor amarela intensa com um forte odor pode sinalizar desidratação grave (8, 9).

Além de controlar a concentração de urina, os rins também podem conservar fluido, diminuindo a quantidade de urina produzida. De fato, se o corpo se torna severamente desidratado, os rins podem parar de produzir urina completamente.

No entanto, a produção de urina varia de pessoa para pessoa, por isso não há quantidade definida de urina que você deve produzir todos os dias. Se notar uma diminuição significativa da urina, pode estar desidratado (10).

Tenha em mente que certos alimentos, medicamentos e condições médicas também podem influenciar a cor e a quantidade de urina. Se a sua urina é consistentemente uma cor diferente de amarelo pálido, você deve consultar o seu médico.

  1. Fadiga ou Sonolência

Fadiga ou cansaço pode ter muitas causas diferentes, mas a desidratação pode ser uma delas.

Muitos estudos mostraram que a desidratação causa fadiga e diminui a resistência durante o exercício (11, 12, 13).

Por esta razão, beber uma quantidade adequada de água é particularmente importante durante o exercício.

No entanto, você não precisa se exercitar para experimentar fadiga relacionada à desidratação.

Estudos têm demonstrado que a perda de líquido de 1-3% do seu peso corporal, que é considerado uma desidratação leve, pode causar sentimentos de fadiga e sonolência durante as atividades diárias normais.

Em um estudo feito com mulheres jovens e saudáveis, a restrição de água durante 24 horas causou sonolência, confusão, fadiga e diminuição do estado de alerta.

Todos estes sintomas melhoraram quando as mulheres foram autorizadas a beber água livremente no final do período de 24 horas (9).

Outro estudo realizado em homens descobriu que uma perda de líquido equivalente a 1,6% do seu peso corporal aumentou significativamente a fadiga tanto em repouso como durante o exercício (14).

Esta quantidade de perda de fluido pode facilmente ocorrer durante as atividades diárias normais se você não estiver bebendo uma quantidade adequada de fluido ao longo do dia.

  1. Dores de cabeça

A desidratação pode desencadear dores de cabeça ou enxaquecas em algumas pessoas (5, 15, 16).

Um estudo descobriu que uma perda de líquido de 1,4% do peso corporal causou dores de cabeça e mau humor em mulheres saudáveis (17).

Outro estudo encontrou resultados semelhantes em homens. A restrição de água durante 37 horas, que resultou em uma perda de líquido de 2,7%, resultou em dores de cabeça e dificuldade de concentração (18).

Felizmente, a evidência mostra que as dores de cabeça causadas pela desidratação podem ser aliviadas pela água potável.

De fato, a água potável proporcionou alívio de dor de cabeça em 30 minutos para 22 de 34 pessoas, enquanto 11 outros participantes encontraram alívio dentro de três horas (16).

Tenha em mente que existem muitos tipos diferentes de dores de cabeça, e elas não são todas causadas por falta de hidratação.

No entanto, uma dor de cabeça pode ser um sinal de que seu corpo precisa de mais água.

  1. Alterações na elasticidade da pele

A desidratação pode causar alterações na aparência e textura da pele.

Sua pele é composta de aproximadamente 30% de água, que é responsável pela sua plenitude e elasticidade (5).

A pele saudável e bem hidratada retornará à sua forma normal após ser puxada e esticada. Esta natureza elástica da pele é conhecida como turgor da pele.

Por outro lado, quando o corpo é desidratado, o fluido é puxado para longe da pele e desviado para órgãos principais para mantê-los funcionando corretamente. Esta mudança de fluido longe da pele faz com que ela perca sua elasticidade.

Para testar a elasticidade da pele, belisque a pele entre o polegar e o indicador.

Se você estiver bem hidratado, sua pele deve encaixar imediatamente após ser liberado. Se demorar um segundo ou mais para que sua pele volte à sua forma, você pode estar desidratado (5, 19, 20).

Além disso, a falta de fluido na pele pode causar ressecamento e fazer a pele se sentir fria e úmida ao toque.

  1. Cãibras musculares

Running and sport ankle sprain injury

Cãibras são sintomas de desidratação

Cãibras musculares podem ser um sinal de desidratação. As cólicas são particularmente comuns quando a desidratação é causada pela transpiração excessiva.

Curiosamente, a transpiração pode resultar em uma perda significativa de líquido e sódio, que é um eletrólito que desempenha um papel nas contrações musculares.

Assim, quando o líquido e o sódio se esgotam, os músculos às vezes se contraem involuntariamente. Isso é conhecido como cãibra muscular (21).

Por esta razão, a hidratação adequada é especialmente importante durante o exercício extenuante ou exercício em altas temperaturas.

  1. Diminuição da pressão arterial

A pressão arterial baixa pode ser um sintoma de desidratação (22).

A desidratação reduz o volume de sangue no corpo, o que diminui a pressão sobre as paredes das artérias (5, 23).

Curiosamente, a pressão arterial baixa pode fazer você sentir tonturas quando levanta (24).

Quando você se levanta, pode levar alguns segundos para que o sangue chegue ao cérebro dos membros inferiores.

Além disso, a pressão arterial baixa pode fazer você se sentir fraco e cansado.

No entanto, uma pequena queda na pressão arterial é relativamente inofensiva e geralmente remediado pela água potável (25).

Por outro lado, desidratação grave pode levar a pressão arterial perigosamente baixa. Sintomas como visão turva, náuseas e desmaios podem indicar pressão arterial muito baixa que requer atenção médica (24).

  1. Frequência cardíaca rápida ou palpitações cardíacas

A desidratação pode causar uma frequência cardíaca rápida ou palpitações cardíacas. Palpitações dão a sensação de que seu coração está pulando.

Essas anormalidades são resultado do coração tentar compensar a falta de fluido no corpo.

Quando não há bastante líquido em seu corpo, diminui o volume de sangue em seus vasos sanguíneos. Seu corpo então trabalha duramente para entregar bastante sangue a seus órgãos aumentando sua batida do coração, bombeando o sangue mais rapidamente através de seu corpo (5, 26).

Quando a desidratação se torna mais grave, o coração se torna menos eficaz para compensar a falta de fluido. Se o coração é incapaz de obter sangue para os órgãos, eles acabarão por se “desligar”.

Tenha em mente que a desidratação não é a única condição que afeta a frequência cardíaca. Frequência cardíaca rápida ou palpitações também podem indicar uma condição médica mais grave.

Dito isto, se a sua frequência cardíaca não voltar ao normal após a água potável, você deve consultar um profissional médico.

  1. Irritabilidade ou confusão

A desidratação pode ter um efeito significativo sobre a função cerebral.

Estudos têm demonstrado que mesmo a desidratação leve pode causar irritabilidade e diminuição da função cerebral (10, 27).

Alguns estudos descobriram que uma perda de 1-2% de fluido corporal causa sintomas, tais como ansiedade, mau humor, dificuldade de concentração e um declínio na memória de curto prazo (14, 28).

Além disso, a função cerebral pode deteriorar-se significativamente à medida que a desidratação se torna mais grave. A desidratação grave pode causar confusão e incoerência (29).

Na verdade, confusão e até mesmo delírio são sintomas comuns entre os adultos mais velhos que estão desidratados. Os adultos mais velhos são particularmente suscetíveis à desidratação devido à sensação de que a sede diminui com a idade (30, 31, 32).

Por outro lado, beber muita água tem um efeito positivo sobre a clareza mental e função cerebral. De fato, tanto as crianças como os adultos têm tido melhor desempenho quando estão bem hidratados (33, 34, 35).

Em um estudo, as crianças que receberam mais água para beber melhoraram a memória de curto prazo e apresentaram melhor desempenho na escola (33).

Em geral, parece que o estado de hidratação pode ter um impacto significativo sobre o desempenho mental.

  1. Complicações graves e falência dos órgãos

A desidratação grave pode levar a complicações muito graves.

Cada órgão do corpo requer fluido para funcionar adequadamente. Se a desidratação se torna crítica, os órgãos começam a parar de funcionar.

De fato, uma perda grave de fluido corporal pode levar a choque, que é uma condição potencialmente fatal (36, 37).

Pode causar complicações como perda de consciência, danos cerebrais, insuficiência renal e ataque cardíaco (38).

Estes sintomas são uma consequência rara de desidratação que só ocorre com uma perda extrema de água corporal. É mais provável que aconteça quando o fluido é perdido através de trauma, queimaduras graves ou vômitos prolongados e diarreia.

Como prevenir a desidratação?

Hidrate-se!

A chave para evitar a desidratação é beber muita água ao longo do dia, juntamente com outras bebidas como café e chá sem açúcar.

Alimentos ricos em água, como frutas e legumes também contribuem para a hidratação.

No entanto, não há nenhuma quantidade mágica de líquido que você deve beber todos os dias para ficar hidratado (39).

Os requisitos de fluidos variam de pessoa para pessoa e são afetados pelo nível de atividade, quantidade de suor e clima (40).

No entanto, aqui estão algumas dicas para se manter hidratado:

>> Beba mesmo sem estar com sede: Para a maioria das pessoas, a sede é um indicador confiável de que seu corpo precisa de água. Se sentir sede, beba água e não outras bebidas. Mas mesmo que o seu corpo não indique essa necessidade, não deixe de beber água (1).

>> Beba muita água antes de se exercitar: É importante estar adequadamente hidratado antes de começar a se exercitar, especialmente se estiver calor.

>> Substitua os líquidos perdidos pelo suor: Se você suar muito, você precisará beber água extra para substituir os líquidos perdidos. Neste caso, você pode precisar beber mais do que suas demandas de sede (12).

>> Substitua líquidos perdidos por vômito ou diarreia: Tome bastante líquidos se estiver com vômito ou diarreia. Se os sintomas persistirem por mais de 24 horas, procure orientação médica.

Os sintomas da desidratação variam da sede, no caso da desidratação suave, à falhas dos órgãos quando a desidratação é severa.

Embora a maioria dos casos de desidratação pode ser facilmente remediada por água potável, a desidratação mais grave provavelmente exigirá atenção médica.

Beber bastante líquido pode prevenir a desidratação e seus efeitos colaterais.

Além disso, ficar adequadamente hidratado pode ter benefícios adicionais, como aumentar o seu humor, combater a fadiga e melhorar a memória e concentração.

Como eu sempre digo, beba água!

 

Abraços e fique com Deus!

Dr. Juliano 

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