A compulsão alimentar é um problema muito sério de saúde, e uma das principais razões que impedem o emagrecimento de algumas pessoas. E não se engane, isso prejudica outros aspectos da saúde e precisa de atenção.
O transtorno alimentar compulsivo é um tipo de transtorno alimentar que pode afetar tanto crianças quanto adultos, e que pode desencadear outros problemas de saúde.
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Alguns sintomas que acompanham a compulsão alimentar:

Tratamento de Compulsão Alimentar: Sintomas. Imagem: (Divulgação)
Comer compulsivamente aumenta as chances de obesidade, doença cardíaca, diabetes e hipertensão, aumento da ansiedade, bem como, depressão e irritabilidade, insônia, doença da vesícula biliar, dores musculares e articulares.
Veja algumas dicas que irão te ajudar a controlar a compulsão.
A compulsão alimentar tem tratamento sim, e pode ser feito de várias maneiras, bem como a associação de vários tratamentos.
Primeiramente, é importante não enfrentar esse problema sozinha!
Várias formas de terapias profissionais ajudam que está lutando com a compulsão alimentar.
Além disso a terapia pode ajudar a abordar problemas emocionais subjacentes, e crenças profundas que não têm nada a ver com os alimentos, mas ainda geram o desejo de comer demais.
A terapia profissional pode ajudar muito quem sofre e luta contra a compulsão alimentar.
Estes incluem tratamento familiar. Ou seja, tratamento focado em adolescentes e adultos, sendo considerado o primeiro tratamento eficaz para tratar o problema, se trata da Terapia Cognitiva Comportamental (TCC).
Sendo assim, ela concentra na interrupção impulsiva e na importância de pensar na determinação de comportamentos.
Ela é eficaz quando realizada em três estágios:
Primeiramente o cognitivo (abordando pensamentos subjacentes).
Bem como, comportamento (comportamentos alimentares estabilizadores)
Por fim, fases de manutenção/prevenção de transposição (estabelece estratégias de longo prazo para lidar com estresse, compulsões e gatilhos) (3).
Como a dieta e a tentativa constante de perda de peso são fatores de risco para a compulsão alimentar, a maioria dos especialistas recomendam aprender a mudar a abordagem primeiramente, para então, gerenciar o peso.
A preocupação excessiva com perda de peso, bem como, obsessão com a contagem de calorias e outros comportamentos restritivos são preocupantes e precisam ser levados à sério.

Tratamento de Compulsão Alimentar: Faça Um Plano Alimentar Com Indicação Médica. Imagem: (Divulgação)
Inclusive, isso aumenta as chances de compulsão alimentar.
É o que eu sempre falo, esqueça as dietas malucas e foque sua energia na reeducação alimentar.
Afinal, mudar verdadeira sua alimentação é algo gerenciável e a longo prazo. Ou seja, naturalmente vai se tornar parte do seu dia-a-dia e você não vai mais precisar ficar se preocupando em contar calorias.
Muitos terapeutas e conselheiros de nutrição agora usam uma forma de comer intuitiva chamada de método “sem dieta”. Usam esse método, para ensinar pessoas com Transtorno Compulsivo Alimentar a reconhecer e responder a sensações de fome física. Assim, além de aprender a regular sentimentos associados à satisfação, ânsias de certos alimentos e comer para o conforto.
Além do mais, um nutricionista pode ajudar a estabelecer um plano alimentar que seja gerenciável a longo prazo, que atenda às suas necessidades de calorias e nutrientes.
Por fim, especialistas em distúrbios alimentares sugerem que comer por razões emocionais, é normal e não é necessariamente uma coisa ruim. Desde que, a comida não se torne a principal fonte de conforto (2,3).
Os especialistas concordam que as questões que geram distúrbios alimentares e compulsão alimentar, são comportamentos compulsivos e refletem a incapacidade de lidar com sentimentos. Ou seja, situações e pensamentos difíceis.
O estresse muitas vezes pode desencadear a necessidade de busca por consolo. E os alimentos industrializados cumprem bem esse papel, afinal, estão disponíveis em qualquer supermercado.
Por isso, aprender a lidar com situações estressantes ou emoções difíceis sem descontar na comida pode ser difícil no começo, mas uma das melhores coisas que você pode fazer para aumentar suas chances de recuperação, é estabelecer e praticar várias outras maneiras de acalmar-se e aliviar o estresse.
Então, para reduzir o estresse, invista em exercícios regulares, meditação e ioga. Escute suas músicas preferidas, passe um tempo com outras pessoas, leia ou escreva, ou seja, mantenha passatempos divertidos.
Vale até mesmo experimentar a aromaterapia, a lavanda, por exemplo, é indicada para quem tem altos níveis de estresse e acaba descontando na comida.
Siga essas dicas simples e, de preferência, se consulte com um médico. Um especialista pode orientar e receitar a melhor forma de se livrar da compulsão alimentar e de outros problemas alimentares de acordo com o seu histórico médico.
Ah, não desista de melhorar a sua qualidade de vida, você consegue!
Tanto a meditação quanto a yoga podem ser usados para trabalhar a ansiedade, depressão, estresse. Pois, te ajudam a lidar com os sentimentos negativos, aumenta a criatividade, aumenta a felicidade e gratidão e ajuda a regular o sono.
De acordo com o Centro Nacional de Medicina Complementar e Alternativa, a meditação e a yoga podem reduzir a compulsão alimentar, bem como, melhorar a autoestima e até mesmo melhorar aspectos da saúde relacionados à obesidade/excesso de consumo. Incluindo hipertensão, colesterol, açúcar no sangue e níveis de cortisol elevados (4).
No entanto, lembre-se sempre de consultar o seu médico para avaliar a saúde.
Por fim, manter a boa saúde requer mais do que comer alimentos saudáveis, você precisa excluir os alimentos industrializados e embutidos, e buscar um estilo de vida mais saudável como eu mencionei acima.
Por isso, mude a sua realidade e você viverá melhor!
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
]]>Há uma série de efeitos colaterais graves ligados aos anticoncepcionais, tanto mentais como físicos. Pesquisas mostram que os efeitos incluem: ganho de peso, aumento do risco de câncer de mama e câncer cervical, entre outros.
Agora há pesquisas que demonstram também a relação entre as pílulas e a depressão. Eu falo mais sobre esses estudos durante o artigo.
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Os contraceptivos orais podem conter estrogênio e progestina, progesterona sintética ou apenas progestina.
Colocar esses hormônios em seu corpo altera artificialmente os níveis naturais de estrogênio e progesterona do corpo, afetando o equilíbrio natural do seu organismo.
Com os níveis desses hormônios alterados, o sistema de resposta do cérebro é consequentemente modificado, levando à efeitos colaterais psicológicos.
Por isso, esse controle de natalidade e a depressão têm sido associados há algum tempo.
Algumas mulheres sofrem com a falta de libido (desejo sexual), falta de apetite, desamparo e desinteresse em geral, enquanto estão sobre os efeitos da pílula.
Um estudo feito recentemente e publicado pela Universidade de Copenhague, é um passo dado para provar os efeitos nocivos das pílulas anticoncepcionais, e determinar se as pílulas anticoncepcionais causam depressão (1).
O estudo citado acima analisou 1,061,997 mulheres na Dinamarca, com idades entre 15 e 34, que não tinham nenhum diagnóstico prévio de depressão ou quaisquer outros problemas psiquiátricos importantes.
Para determinar se as mulheres no estudo foram afetadas pela medicação de controle de natalidade após iniciá-lo, os pesquisadores monitoraram novas prescrições de antidepressivos ou diagnósticos de depressão.
No final, o número de mulheres que usaram anticoncepcional e desenvolveram depressão, foi comparado ao número de mulheres que desenvolveram a doença, mas que não estavam usando esse controle de natalidade.
Os resultados do estudo mostraram que as participantes que utilizavam esses métodos, eram mais propensas a ter depressão e a tomar antidepressivos.
E isso se mostrou ainda mais significativo na faixa etária dos 15 aos 19 anos, em que o uso de pílulas que combinam hormônios ou que contêm apenas progesterona aumentou em 1,8 e 2,2, respectivamente, a probabilidade de as meninas começarem a ingerir remédio para combater a depressão.
No caso das garotas adeptas a métodos não orais, como os adesivos, esse risco foi três vezes maior.
Além da relação com a depressão, também é interessante notar que 10% das mulheres pararam de usar anticoncepcionais ainda no primeiro ano.
Entre as causas da desistência eram os efeitos indesejáveis ocasionados pela pílula.
Pílulas Anticoncepcionais: Podem causar enxaqueca. Imagem: (Divulgação)
Pílulas anticoncepcionais promovem níveis de estrogênio continuamente elevados no corpo da mulher, algo que não é nem natural nem seguro.
O ciclo natural de uma mulher é composto por níveis crescentes e decrescentes de estrogênio e progesterona.
Elas funcionam mantendo o estrogênio a um nível suficientemente alto que enganam o corpo para ele pensar que está em gestação, portanto outra gravidez não pode ocorrer.
Os efeitos dos níveis de estrogênio continuamente elevados no corpo podem incluir:
A maioria das pessoas não sabe que, para que o corpo metabolize a pílula, o fígado requer quantidades extras de vitaminas do complexo B, vitamina C, magnésio e zinco.
Isso significa que, se uma mulher tem tomado anticoncepcional por anos, ela acaba criando uma deficiência de nutrientes em seu corpo.
Ele também pode diminuir a libido feminina.
Pílulas Anticoncepcionais: Preservativos previnem Doenças Sexualmente Transmissíveis. Imagem: (Divulgação)
Existem outras alternativas de controle de natalidade para eliminar qualquer preocupação.
Veja quais são:
>> Preservativos masculinos: A sua taxa de eficácia é de 98%, o que fazem dele quase tão eficazes quanto a pílula, e ainda previne contra as DSTs.
>> Preservativos Femininos: Embora estes não sejam tão familiares para a maioria das pessoas, eles são 95% eficazes e são menos propensos a rasgar do que os preservativos masculinos. É constituída por uma pequena bolsa que se encaixa dentro da vagina antes do sexo. Ela também previne as DSTs.
>> Diafragmas: Estes devem ser ajustados por um médico e são 92-98% eficazes na prevenção da gravidez. Eles são finos, feitos de borracha macia montada em um anel que são inseridos na parte superior da vagina para cobrir o colo do útero e agir como uma barreira para o esperma. Não previne contra DSTs.
>> Método do calendário: Consiste na abstenção de sexo durante a semana que a mulher está ovulando. Esta técnica funciona melhor quando o ciclo menstrual dela é muito regular. Não previne contra DSTs.
Há ainda outros métodos contraceptivos que as mulheres podem usar.
Entre eles está o DIU, um dispositivo intrauterino que é conhecido por ser um dos mais eficientes contra uma gravidez não planejada.
Este dispositivo em formato de “T” é inserido pelo ginecologista no útero da mulher e, ao contrário de alguns outros métodos, não necessita de manutenção diária.
No caso do DIU de cobre, a mulher pode trocá-lo após dez anos de uso e isso não afeta em nada a fertilidade e nem o uso de outros medicamentos durante este período.
Algumas mulheres se preocupam com a aparência deste método, mas o DIU é apenas um plástico flexível com revestimentos ou fios de cobre que previne a gravidez por um longo período, sem que interfira nos hábitos sexuais.
O DIU age basicamente afetando os espermatozoides, matando-o ou diminuindo sua movimentação.
Além disso, ele pode alterar o muco cervical, a cavidade uterina e a movimentação das trompas, afinando também o endométrio, o que impede a fixação do óvulo.
Diferente do que se fala por falta de informação, este método não causa infertilidade e não é abortivo.
Só tenha em mente que o DIU é contraceptivo, e não serve para casos de cólica ou endometriose.
Com base em tudo o que foi dito aqui, você pode entender um pouco mais sobre os malefícios da pílula anticoncepcional.
Mas ainda são necessárias novas pesquisas para confirmar se elas realmente causam depressão, ou o risco de depressão e outros efeitos colaterais graves.
De qualquer forma, ao tomar a pílula anticoncepcional você está ingerindo uma bomba hormonal. Existem outros métodos contraceptivos que podem ser avaliados por você e pelo médico.
Por isso, antes de tomar uma decisão converse com o seu ginecologista e cuide-se, não somente contra a gravidez indesejada, mas também contra as doenças sexualmente transmissíveis.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
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