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Dr. Juliano Pimentel | doença renal crônica https://drjulianopimentel.com.br Dicas saudáveis para emagrecer e manter seu corpo em equilíbrio! Mon, 03 May 2021 17:34:19 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.6.5 https://drjulianopimentel.com.br/wp-content/uploads/2023/12/CAPAS-LINK-BIO-874-x-1153-px-1080-x-390-px-e1703619372235-150x150.png Dr. Juliano Pimentel | doença renal crônica https://drjulianopimentel.com.br 32 32 Alimentos que Causam Inflamação: Saiba Quais São https://drjulianopimentel.com.br/alimentos-que-causam-inflamacao/ https://drjulianopimentel.com.br/alimentos-que-causam-inflamacao/#respond Tue, 04 May 2021 12:30:25 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=4360 Os alimentos que causam inflamação podem estar ai na sua casa e você nem percebeu.

A inflamação é a maneira natural do seu corpo de se proteger quando você está ferido ou doente. Ela ajuda o organismo a se defender de invasores e estimular a cura.

Por outro lado, inflamação crônica pode ser muito prejudicial a saúde. Afinal, ela pode aumentar o risco de doenças como diabetes, doenças cardíacas, obesidade e muitos outros (1).

Curiosamente, os alimentos que você come pode ter um efeito importante sobre a inflamação no corpo.

Neste artigo você vai conferir uma lista de 6 alimentos que causam inflamação, e que influenciam no seu peso.

Leia até o final e compartilhe no grupo da família.

Alimentos que Causam Inflamação

1 – Açúcar e xarope de milho de alta frutose

Alimentos que causam Inflamação: Açúcar Refinado. Imagem: (Divulgação)

Um dos alimentos que causam inflamação é o açúcar. O açúcar de mesa (sacarose) e o xarope de milho rico em frutose são os dois principais tipos de açúcares adicionados na dieta.

O açúcar é 50% de glicose e 50% de frutose, enquanto o xarope de milho rico em frutose é cerca de 55% de frutose e 45% de glicose. Saiba mais sobre como o açúcar age no seu organismo. 

 

Uma das razões pelas quais os açúcares são prejudiciais a saúde é que eles aumentam as inflamações que desenvolver doenças no organismo (4).

Além disso, os açúcares também fornecem quantidades excessivas de frutose. Enquanto as pequenas quantidades de frutose em frutas e legumes são saudáveis, receber grandes quantidades de açúcares adicionados à dieta é uma má ideia.

Por isso, comer muita frutose aumenta as chances de obesidade, resistência à insulina, diabetes, doença hepática gordurosa, câncer e doença renal crônica (9).

A frutose causa inflamação dentro das células endoteliais (16). Por isso opte por adoçantes naturais e alternativas para substituir o açúcar, como o xylitol e a canela.

2 – Gorduras trans artificiais

As gorduras trans artificiais ou as gorduras insalubres, por exemplo, estão na lista dos alimentos que causam inflamação.

Afinal, elas são criadas pela adição de hidrogênio para as gorduras insaturadas, a fim de dar-lhes a estabilidade de uma gordura mais sólida.

Nas listas de ingredientes nos rótulos dos alimentos as gorduras trans aparecem como óleos “parcialmente hidrogenados”

A maioria das margarinas contém gorduras trans, e muitas vezes são adicionados aos alimentos processados, a fim de estender a vida útil.

Ao contrário das gorduras trans naturais encontradas nos produtos lácteos e na carne, por exemplo, as gorduras trans artificiais causam inflamação e aumentam o risco de doenças (21).

Além de diminuir o colesterol HDL benéfico, as gorduras trans artificiais prejudicam a função das células endoteliais que revestem as artérias (26).

Elas também aumentam os níveis de marcadores inflamatórios como a interleucina 6 (IL-6), o fator de necrose tumoral (TNF) e a proteína C reativa (PCR).

Por fim, estudos em homens saudáveis e homens com colesterol elevado mostraram aumentos semelhantes em marcadores inflamatórios em resposta a gorduras trans.

3 – Óleos Vegetais

Consumir óleos vegetais não é saudável. Ao contrário do azeite virgem e do óleo de coco, os óleos vegetais são frequentemente extraídos de alimentos usando solventes como o hexano, um componente da gasolina.

Os óleos vegetais feitos dessa forma incluem milho, cártamo, girassol, óleo de canola, óleo de amendoim, gergelim e por fim, óleo de soja.

Devido à estrutura dos ácidos gordos poliinsaturados nestes óleos, eles são muito propensos a danos por oxidação.

Por isso, prefira óleos saudáveis, gordura de porco e alimentos ricos em ômega-3, como peixes, a fim de melhorar a nossa relação ômega-6 e ômega-3 (33).

4 – Carboidratos Refinados

Comer carboidratos refinados como as farinhas refinadas pode causar inflamação e evoluir para doenças (34).

Um dos grandes problemas é que esse tipo de carboidrato tem a maioria da sua fibra removida.

A fibra promove saciedade, melhora o controle de açúcar no sangue e alimenta as bactérias benéficas em seu intestino. Ou seja, é uma forma de cuidar da saúde e prevenir a obesidade.

Além disso, carboidratos refinados aumentam o crescimento de bactérias intestinais inflamatórias. 

Por fim, eles possuem um maior índice glicêmico do que os carboidratos não processados. 

5 – Álcool 

O consumo moderado de álcool pode fornecer alguns benefícios. No entanto, o excesso pode levar a problemas graves.

Pessoas que bebem frequentemente desenvolvem problemas com bactérias que se deslocam do cólon para dentro do corpo e pode conduzir inflamação generalizada que leva a danos nos órgãos (40).

6 – Carne processada

O consumo de carne processada está associado aos riscos de doenças cardíacas, diabetes, câncer de estômago e câncer de cólon, por exemplo (42).

Por isso, está na lista dos alimentos que causam inflamação.

Tipos comuns de carne processada incluem salsichas, presunto, salame, peito de peru, hambúrguer industrializado, entre outros.

A carne processada contém produtos de glicação mais avançados do que a maioria das outras carnes. Eles são conhecidos por causar alterações inflamatórias que causam doenças (45).

De todas as doenças ligadas ao consumo de carne processada, a associação do câncer de cólon é a mais forte (47).

A inflamação pode ocorrer em resposta a muitos gatilhos.

Alguns destes você não consegue controlar, como a poluição, ferimento ou doença. No entanto, você tem muito mais controle sobre os alimentos e bebidas que você escolhe para comer e beber. Opte por uma alimentação mais natural. Inclusive com bebidas desintoxicantes. 

Para permanecer o mais saudável possível, evite totalmente o consumo de alimentos que causam inflamação e doenças como a obesidade e o câncer.

Pois se você costuma comer alimentos industrializados e processados, está à um passo ver a sua saúde minguar aos poucos.

Agora que você já sabe o que inflama seu corpo evite colocar esses alimentos na sua casa. Faça compra de alimentos de verdade e que vão contribuir para sua saúde.

Aliás, gravei um vídeo com uma lista de alimentos que desinflamam seu corpo. Assista e coloque em pratica!

Abraços e fique com Deus!

Dr. Juliano Pimentel.

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Pré-Diabetes: 4 Tratamentos Naturais para Combater os Sintomas https://drjulianopimentel.com.br/pre-diabetes-4-tratamentos-naturais/ https://drjulianopimentel.com.br/pre-diabetes-4-tratamentos-naturais/#comments Fri, 04 May 2018 19:43:02 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=2841 Diabetes é um grande problema de saúde no mundo, e milhões de pessoas sofrem com ela e com outras doenças consequentes da diabetes. Porém, também é importante dar atenção ao diagnóstico de pré-diabetes.

Felizmente, pesquisas mostram que mudanças simples na alimentação e estilo de vida, pode ajudar a diminuir a porcentagem de pacientes pré-diabéticos, de 37% para 20% (2).

Neste artigo eu vou falar melhor sobre esse assunto, e explicar quais são as mudanças que podem ajudar no controle da doença.

 

Não deixe de ler e compartilhar.

Pré-diabetes

Pré-diabetes ocorre quando o indivíduo apresenta níveis de glicose no sangue acima do normal, mas abaixo do limite definido para a doença. É considerado um estado de risco, com altas chances de desenvolver a doença.

Sem intervenção, as pessoas com pré-diabetes são suscetíveis a se tornarem diabéticos tipo 2 dentro de 10 anos.

Para esses casos, os danos a longo prazo para o coração e sistema circulatório, que estão associados com diabetes, podem ter se instalado (3).

 

Existem várias maneiras de diagnosticar essa doença.

O primeiro sinal é não ter níveis normais de açúcar no sangue (1).

Por exemplo, o teste A1C mede a glicemia média nos últimos dois a três meses. A diabetes é diagnosticada quando o A1C for maior ou igual a 6,5 %. Para a pré-diabetes, o A1C é entre 5,7% e 6,4%.

Outra forma de diagnosticar a condição é através da glicose plasmática em jejum, um teste que verifica os níveis de glicose no sangue em jejum (sem comer ou beber por pelo menos 8 horas).

Diabetes é diagnosticada com glicemia em jejum, maior ou igual a 126 miligramas por decilitro. Para pré-diabetes, a glicose em jejum fica entre 100 a 125 miligramas por decilitro.

É importante entender que o pré-diabetes não é uma condição nova; mas um novo nome para um distúrbio que os médicos conhecem há muito tempo.

O diagnóstico de pré-diabetes é uma forma clara de alerta, para quem está com os níveis de glicose no sangue mais elevados do que o normal e corre o risco de desenvolver a doença.

Outro perigo envolve maiores chances de desenvolvimento de doença renal crônica, e doença cardíaca.

Quando o diagnóstico é positivo para a doença, as pessoas ficam mais propensas a fazerem mudanças no estilo de vida e alimentação, o que ajuda a reduzir o risco de desenvolver diabetes tipo 2 (4).

A lógica do tratamento para pré-diabetes é a prevenção da evolução da doença.

Vários estudos mostram o sucesso das intervenções feitas para o tratamento de pré-diabetes, com redução acentuada na incidência da doença (5).

Sintomas 

Muitas vezes não há sintomas, e isso pode fazer a doença passar despercebida.

Por outro lado, alguns pacientes podem sentir alguns sintomas, como: sede em excesso sem motivo aparente, excesso de urina e cansaço, e visão turva.

Às vezes, uma ou mais áreas da pele possam escurecer e engrossar. Esse sintoma está relacionado com a hiperinsulinemia, e pode indicar um aumento do risco de diabetes mellitus tipo 2 (6).

Algumas pessoas apresentam hipoglicemia reativa, duas a três horas após uma refeição. A hipoglicemia também é chamada de baixa glicemia ou baixa de açúcar no sangue.

Ocorre quando o nível de glicose no sangue cai abaixo do normal.

Para muitas pessoas com diabetes, isso significa um nível de 70 miligramas por decilitro ou menos.

A hipoglicemia é um dos sintomas mais comuns de pré-diabetes, e um sinal de comprometimento do metabolismo da insulina, indicando um possível desenvolvimento de diabetes (7).

Sintomas de hipoglicemia tendem a vir rapidamente, e eles podem variar de pessoa para pessoa. Porém, os sintomas mais comuns incluem:

  • Nervos trêmulos;
  • Nervoso;
  • Sudorese;
  • Excesso de sono ou cansaço;
  • Palidez,
  • Tontura;
  • Fome exacerbada.

Causas e Fatores de Risco

Pessoas com pré-diabetes não processam a glicose corretamente, o que faz com que o açúcar se acumule na corrente sanguínea, ao invés de abastecer as células que compõem os músculos e outros tecidos.

A maior parte da glicose em seu corpo vem dos alimentos que você come, especialmente alimentos açucarados e carboidratos simples.

Durante a digestão, o açúcar desses alimentos entra na corrente sanguínea. Então, com a ajuda da insulina, o açúcar entra nas células do corpo, onde é utilizado como fonte de energia.

O hormônio insulina é responsável por diminuir a quantidade de açúcar em sua corrente sanguínea. Para pessoas com pré-diabetes, este processo não funciona adequadamente.

O açúcar não é usado para alimentar suas células, mas se acumula na sua corrente sanguínea porque o pâncreas não produz insulina suficiente ou suas células se tornam resistentes à ação da insulina. (8)

Existem variáveis acessíveis para determinar quem corre risco de desenvolver a doença. Os fatores de risco incluem:

1-Idade

O risco de desenvolver a doença aumenta à medida que envelhecemos. Se você tem mais de 45 anos, as chances são maiores.

2-Gênero

Mulheres desenvolvem diabetes 50% à mais que os homens.

3-Glicose em jejum

Glicose em jejum entre 100 a 125 miligramas por decilitro, é caracterizada como pré-diabetes (9).

4-Pressão arterial

A pressão arterial elevada é um fator de risco para pré-diabetes.

5-Colesterol HDL

Se o colesterol HDL (bom colesterol) é inferior a 35 miligramas por decilitro, ou o nível de triglicérides é acima de 250 miligramas por decilitro, você está no grupo de risco para pré-diabetes (10).

6-Peso

Pessoas acima do peso com o índice de massa corporal acima de 25, correm maiores riscos em desenvolver pré-diabetes. Quanto mais gordura abdominal (gordura visceral) você tiver, mais resistentes suas células se tornarão à insulina.

7-Sedentarismo

Pessoas sedentárias aumentam as chances de desenvolver pré-diabetes.

A prática de exercícios ajuda a manter o controle do peso, e garante que o corpo use a glicose como energia, tornando as células mais sensíveis à insulina (11).

8-Genética

A hereditariedade também pode influenciar no desenvolvimento da doença.  

9-Síndrome do ovário policístico

A síndrome do ovário policístico é caracterizada por períodos menstruais irregulares, excesso de crescimento do cabelo e obesidade.

Pesquisas mostraram que ela pode influenciar no desenvolvimento da diabetes (12).

10-Problemas do Sono

Problemas do sono como a apneia, podem aumentar as chances de resistência à insulina. Um estudo descobriu que até 83% dos pacientes com diabetes tipo 2, sofrem de apneia do sono (13).

Pessoas que acordam diversas vezes ao longo da noite, ou trabalham em turnos noturnos também têm maiores riscos de sofrerem com a pré-diabetes.

Caso você apresente algum desses sintomas ou fatores de risco, é bom ficar atento.

Para controlar a pré-diabetes, é necessária orientação médica.

Mas alguns tratamentos naturais também podem ajudar.

4 tratamentos Naturais

1. Perder o excesso de peso

O estilo de vida voltado para a perda de peso como as atividades físicas e mudanças na dieta, podem reduzir significativamente o risco de desenvolver diabetes.

Um estudo publicado no New England Journal of Medicine, descobriu que após essas mudanças os pacientes reduziram o risco de diabetes.

Outro estudo realizado na Universidade George Washington, mostrou que para cada quilo perdido o risco de desenvolver a doença reduziu em 16%.

Reduzir a ingestão de gordura hidrogenada entre outras que prejudicam a saúde, aumentar o consumo de fibras e gorduras funcionais como a monoinsaturada; aliado à prática de exercício físico pelo menos quatro horas por semana, trouxeram resultados positivos aos pacientes.

2. Dieta para diabéticos

Siga um plano de dieta para diabéticos, e consuma alimentos que ajudam a equilibrar os níveis de açúcar no sangue.

Escolha refeições ricas em proteínas, fibras e gorduras saudáveis.

Alimentos ricos em proteínas incluem salmão, carnes e ovos, entre outros

Alimentos que são ricos em fibras incluem figos, ervilhas, couve de Bruxelas, linhaça, quinoa, entre outros.

Estes alimentos vão ajudar a desintoxicar o corpo, e a manter níveis saudáveis de açúcar no sangue.

Gorduras saudáveis, como o óleo de coco e abacate, beneficiam os níveis de glicose no sangue e ajudam a reverter os sintomas da pré-diabetes.

Um componente muito importante é ficar longe do açúcar, e reduzir a ingestão de carboidratos.

O açúcar refinado aumenta os níveis de glicose no sangue. Sucos de frutas e outras bebidas açucaradas entram na corrente sanguínea rapidamente e podem causar elevações extremas na glicemia.

Use substitutos naturais do açúcar o xylitol ou a canela, com moderação. O ideal mesmo é que você não adoce os alimentos.

3. Magnésio

A deficiência de magnésio é uma das principais deficiências nutricionais em adultos, e pode causar outras deficiências de nutrientes.

Isso pode prejudicar o sono e causar hipertensão, que são fatores de risco para o desenvolvimento de sintomas de pré-diabetes.

Você pode obter magnésio a partir dos vegetais de folhas verdes, abacates, legumes, nozes e sementes.

4. Canela

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Pré-diabetes: Canela ajuda a regular o açúcar no sangue. Imagem: (Divulgação)

A canela é rica em polifenóis e tem sido usada há séculos na medicina chinesa, para regular a glicose no sangue e também a insulina.

Pesquisas mostram que a canela pode ajudar a prevenir o diabetes naturalmente. 

Conclusão

A pré-diabetes acontece em pessoas com níveis de glicose no sangue acima do normal, mas que ainda está abaixo do limite definido de diabetes.

Porém, esse considerado um estado de risco, com altas chances de desenvolver diabetes.

Para quem prefere, o conteúdo desse artigo está disponível também em vídeo. Basta dar o play!

Vídeo: Será Que Estou Pré Diabético?

Abraços e fique com Deus!

Dr. Juliano Pimentel

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Alimentos Ricos Em Vitamina D https://drjulianopimentel.com.br/alimentos-ricos-em-vitamina-d/ https://drjulianopimentel.com.br/alimentos-ricos-em-vitamina-d/#respond Sun, 08 Apr 2018 11:19:28 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=4018 A vitamina D é uma vitamina lipossolúvel, que dissolve em gordura/óleo e é armazenada no organismo durante muito tempo. Ela é necessária para o bom funcionamento de muitos órgãos do corpo, e ajuda a prevenir danos causados pelos radicais livres. Por isso é essencial consumir alimentos ricos em vitamina D.

Favorece a absorção do cálcio, é importante para fortalecer os ossos e os dentes, além de evitar o raquitismo. A carência dessa vitamina no corpo é fator de risco para doenças cardiovasculares, diabetes, câncer, doenças autoimunes como esclerose múltipla e diminuição da expectativa de vida.

Neste artigo, vou mostrar quais são os alimentos ricos em vitamina D, e a sua importância para a saúde.

Não deixe de ler e compartilhar.

Alimentos Ricos em Vitamina D

Alimentos Ricos Em Vitamina D: Ostras. Imagem: (Divulgação)

A principal fonte de produção dessa vitamina se dá por meio da exposição solar, pois os raios ultravioletas do tipo B (UVB) são capazes de ativar a síntese desta substância.

Alguns alimentos (como salmão, atum, sardinha e ovo) também são fontes da vitamina.

No entanto, é o sol o responsável por 80 a 90% de toda a vitamina D que o corpo recebe. Um adulto deve consumir, em média, cinco microgramas por dia dessa vitamina e garantir uma exposição à luz solar de 20 minutos diários.

Por isso é importante consumir alimentos ricos em vitamina D.

Podemos encontrar nos alimentos dois tipos de vitaminas D: a vitamina D3 e D2. A primeira é a forma mais poderosa e efetiva da vitamina, sendo até duas vezes mais poderosa do que a D2.

Confira os principais alimentos ricos em vitamina D, especialmente de origem animal (34):

– Óleo de fígado de bacalhau e Arenque fresco: uma das fontes mais generosas de vitamina D;

– Ostras: também são ricas em proteínas, baixas em calorias e possuem outros tantos nutrientes que proporcionam saúde para o organismo;

– Salmão: Seja cru, assado ou frito, além do sabor, é fonte de ômega 3 e outros nutrientes importantes para o corpo humano;

O consumo de peixes gordos aumentam a quantidade dessa vitamina no organismo de forma considerável (6).

– Atum: contribui para o fortalecimento do sistema imunológico, evitando doenças graves, como o câncer;

– Sardinha: também é rica em omega 3, e recomendada no combate aos diversos tipos de doenças, incluindo problemas cardiovasculares;

– Ovos: principalmente a gema, pois se trata de uma fonte bastante importante de vitamina D, sendo indispensável no cardápio; o ovo é um dos alimentos ricos em vitamina D mais versáteis e nutritivos.

– Fígado de galinha e fígado bovino

– Laranja: também possui grandes quantidades de vitamina C e cálcio.

-Cogumelos shiitake: o processo de secagem dos cogumelos ajudam a liberar uma boa quantidade de vitamina D.

Leite de amêndoas

Benefícios da vitamina D

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Alimentos Ricos Em Vitamina D: A exposição ao sol é essencial. Imagem: (Divulgação)

A vitamina D ajuda a emagrecer, contribui para o crescimento do corpo, fortalece os dentes e ossos, ajuda a prevenir a hipertrofia, diminui a acne e melhora a fertilidade. Mas, seus benefícios não param por aí.

Consumir alimentos ricos em Vitamina D é extremamente benéfico para a saúde, que incluem (1):

1-Resistência física

 Essa vitamina pode ser utilizada para melhorar o condicionamento físico.

Isso é possível porque aumenta a energia e reduz os níveis de estresse oxidativo nos músculos após o exercício. Também melhora a força muscular tanto dos membros inferiores quanto superiores ao eliminar a fadiga e promover a circulação sanguínea;

2-Fortalece os ossos

Doses diárias de vitamina D fortalece os ossos e reduzem o risco de osteoporose e fraturas na terceira idade. Além disso, também fortalece os dentes.

Isso é possível, pois ela aumenta a absorção de cálcio e fósforo no intestino e facilita a entrada desses minerais nos ossos, que são essenciais para a sua formação;

3-Previne o diabetes

Ajuda a prevenir a diabetes. Ela atua na manutenção da saúde do pâncreas, que é o responsável pela produção de insulina;

4-Previne a obesidade

Baixos níveis dessa vitamina no sangue provocam o aumento da fome e a diminuição do metabolismo, fazendo com que o organismo gaste menos energia e acumule mais gordura. Portanto, o consumo de vitamina D ajuda a prevenir a obesidade;

5-Melhora a imunidade

Ela ajuda a melhorar o sistema imunológico e reduzir a inflamação no organismo, porque diminui a produção de substâncias inflamatórias e ajuda no combate a doenças autoimunes, como psoríase, artrite reumatoide e lúpus;

6-Combate a depressão

A vitamina D reduz os sintomas de depressão, visto que estimula a energia do corpo e reduz os níveis de estresse;

7-Previne o câncer

Um dos motivos para você consumir os alimentos ricos em vitamina D, é por ela controlar a morte de células, diminuindo a formação de células deficientes que provocam o câncer, principalmente de mama, próstata, colorretal e renal;

8-Previne doenças cardíacas

Promove a produção de um hormônio que regula a pressão arterial; a vitamina D também participa no controle da contração do músculo cardíaco e permite o relaxamento dos vasos sanguíneos.

Além disso, também reduz o risco de mortalidade e aumenta a perspectiva de vida.

É importante salientar que a falta de vitamina D no organismo não produz nenhum benefício, gera deficiências no organismo e aumenta as chance de várias doenças, como: gripe, doenças respiratórias, fraqueza muscular, Psoríase, doença renal crônica, diabetes, asma, doença periodontal, doenças cardiovasculares, esquizofrenia, depressão, e câncer (2).

É importante marcar uma consulta com o seu médico para prevenção. A melhor maneira de descobrir a deficiência de vitamina D é realizar um teste de sangue, que irá medir o nível de vitamina.

Por isso, inclua alimentos nutritivos em sua  alimentação, tome sol de maneira saudável e use protetor solar.

E pensando em ajudar pessoas como você, que desejam melhorar a saúde com a alimentação correta, eu desenvolvi um e-book para ajudar você a fazer essa transformação; com todas as informações que você precisa e um guia passo a passo para implementar.

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Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.

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