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Dr. Juliano Pimentel | doenças autoimunes https://drjulianopimentel.com.br Dicas saudáveis para emagrecer e manter seu corpo em equilíbrio! Tue, 01 Nov 2022 13:10:10 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.6.5 https://drjulianopimentel.com.br/wp-content/uploads/2023/12/CAPAS-LINK-BIO-874-x-1153-px-1080-x-390-px-e1703619372235-150x150.png Dr. Juliano Pimentel | doenças autoimunes https://drjulianopimentel.com.br 32 32 Doenças Autoimunes: Causas e Principais Sintomas https://drjulianopimentel.com.br/doencas-autoimunes-causas-sintomas-2/ Fri, 04 Nov 2022 12:59:00 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=53852 Os sintomas de doenças autoimunes nem sempre anunciam sua chegada. Muitas pessoas, inclusive, desenvolvem doenças autoimunes lentamente, sem sequer perceber que algo está errado. E o caminho para um diagnóstico pode ser longo e frustrante.

Na verdade, pode levar cerca de cinco anos para receber um diagnóstico oficial autoimune, isso porque os sintomas destas doenças são díspares e vagos.

Neste artigo, eu vou compartilhar quais são os principais sintomas de doenças autoimunes.

Doenças Autoimunes

Doenças autoimunes

Doenças autoimunes

Pesquisas revelaram que as doenças autoimunes aumentaram nos últimos 40 anos. E afetam cerca de 15 a 20% da população mundial.

As causas que levam a esta condição ainda não são específicas.

O que sabemos é que elas estão relacionadas com fatores ambientais (externos) e fatores intrínsecos do nosso organismo, como por exemplo, alterações nos níveis hormonais, baixo controle imuno-regulatório e predisposição genética (1).

Ou seja, fatores do nosso próprio organismo somados aos fatores ambientais aos quais estamos expostos cotidianamente, podem desencadear um ambiente propício para o surgimento de alguma doença autoimune.

Sintomas

Alguns dos sintomas de doença autoimune mais comuns que você deve ficar atento incluem (2):

  • Dores de cabeça;
  • Ansiedade;
  • Confusão mental, déficit de atenção;
  • Erupções cutâneas, vermelhidão na pele facial e pele vermelha descamando;
  • Acne, eczema, psoríase, dermatite;
  • Alergias, asma;
  • Boca seca, resfriados frequentes;
  • Problemas de tireoide que poderiam apontar para a doença de Hashimoto;
  • Fadiga ou hiperatividade;
  • Ganho ou perda de peso;
  • Sensação geral de mal-estar, dor muscular e fraqueza;
  • Rigidez e dor (pode sugerir artrite reumatoide ou sintomas de fibromialgia);
  • Exaustão, cólicas estomacais;
  • Gases, estômago inchado, diarreia e prisão de ventre.

Por isso, se você tem algum desses sintomas, fique atento às recorrências, pioras e procure sempre orientação médica.

Principais doenças autoimunes

Atualmente são conhecidos pela medicina vários tipos de doenças autoimunes, sendo que cada uma possui sintomas e tratamentos diferenciados e específicos.

Entre algumas das principais doenças autoimunes estão (3):

  1. Lúpus: afeta a pele, rins, cérebro, articulações assim como outros órgãos;
  2. Esclerose Múltipla: afeta, por exemplo, o cérebro e medula espinhal (sistema nervoso central);
  3. Psoríase: afeta a pele causando lesões avermelhadas e descamativas. Além disso, pode agredir o coro cabeludo, cotovelos, joelhos, pés, mãos e unhas;
  4. Tiroidite de Hashimoto: afeta diretamente a glândula da tireoide, comprometendo inclusive, a produção dos hormônios fabricados por ela;
  5. Vitiligo: causa a perda gradativa da pigmentação da pele, causando manchas em todo corpo;
  6. Diabetes do tipo 1: leva ao organismos a não produzir a quantidade necessária de insulina e com isto, o nível de glicose no sangue fica elevado;
  7. Doença Celíaca: leva à intolerância ao glúten. Substância encontrada no trigo, cevada, centeio e seus derivados como massas, pães e pizzas, por exemplo;
  8. Artrite Reumatoide: afeta principalmente as articulações podendo levar à perda da função;
  9. Doença de Graves: leva à hiperatividade da tireóide, causando o que chamamos de hipertireoidismo.
  10. Anemia Hemolítica: causa a baixa concentração de glóbulos vermelhos no sangue.

Doenças autoimunes e a conexão com o intestino

Pesquisadores e clínicos estão se aproximando da ideia de que o intestino permeável, está relacionado à maioria das condições autoimunes.

Isso porque, normalmente, o corpo tem um sistema de verificações e equilíbrios que mantém a atividade de anticorpos funcionando. Quem possui um papel fundamental nesse equilíbrio? O microbioma (4).

Um grupo de pesquisadores da Caltech descobriu que Bacteroides fragilis, uma estirpe de bactérias presente em 70% a 80% dos seres humanos, ajuda o sistema imunológico a manter o equilíbrio ao apoiar funções anti-inflamatórias.

Em estudos com animais, como exemplo, os pesquisadores provaram que, quando B. fragilis está presente, ele basicamente atua como um árbitro. Ou seja, ajuda a restaurar um equilíbrio pacífico entre as células imunes pró e anti-inflamatórias.

Infelizmente, esta é uma das bactérias que se tornaram ameaçadas na história recente. Por isso, os pesquisadores acreditam estar diretamente relacionada ao nosso rápido aumento nas condições autoimunes (5).

Uma das características distintivas tanto do intestino permeável como da doença autoimune, é a sua natureza progressiva.

A síndrome do intestino permeável geralmente começa como uma inflamação intestinal geral, mas ao longo do tempo avança para a má absorção de nutrientes e alimentos ou outras sensibilidades químicas.

Melhor maneira de iniciar o processo de tratamento

Comece a comer de verdade.

Por isso, é importante remover alimentos e fatores que prejudicam o intestino, substituí-los por alimentos anti-inflamatórios, como peixes gordos, brócolis e abacate.

Afinal, os sintomas de uma doença autoimune afeta cérebro, pele, boca, pulmões, tireoide, articulações, músculos, assim como funções do trato gastrointestinal.

Você pode lidar com desordens autoimunes removendo alimentos e fatores que prejudicam o intestino, como o açúcar. E não se esqueça de procurar sempre orientação médica.

Alimentação saudável é um hábito. Segundo Maxwell Maltz, 21 dias é o tempo necessário para que nós consigamos criar um novo hábito! 

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Abraços e fique com Deus,

Dr. Juliano Pimentel

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5 causas de doenças autoimunes (e por que é importante) https://drjulianopimentel.com.br/5-causas-de-doencas-autoimunes-e-por-que-e-importante/ https://drjulianopimentel.com.br/5-causas-de-doencas-autoimunes-e-por-que-e-importante/#respond Mon, 07 Mar 2022 16:14:46 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=51691 O diagnóstico de doenças autoimunes vem sempre acompanhado de uma série de mudanças necessárias para a viver melhor.

É necessário comer bem, movimentar seu corpo, gerenciar seu estresse e tomar um punhado de suplementos, para então ter a possibilidade de seus sintomas melhorarem.

Tudo isso, porém, para muitas pessoas não é suficiente.

Mesmo ajustando tudo o que foi mencionado, ainda se sente mal e sua condição autoimune ainda está progredindo. O que leva muitos a questionar se realmente todo o esforço vale a pena.

Muitas pessoas com doenças autoimunes não estão melhorando e não é porque não estão tentando.

Sua saúde é um quebra-cabeça e há muitas peças. Ou seja, não é suficiente tratar os sintomas ou resolver apenas algumas partes do quebra-cabeça.

A grande mudança

A chave para mudar sua saúde está em abordar os gatilhos e as causas das doenças autoimunes. Só então é possível curar seu corpo e reverter os sintomas e a progressão das doenças autoimunes.

Por isso, procure as causas da inflamação em seu corpo e o que desencadeou seu sistema imunológico a desenvolver autoimunidade.

Embora isso possa parecer uma tarefa cansativa e impossível, na verdade é mais fácil do que você pensa.

Isso porque existem várias causas comuns de condições autoimunes. Sabendo qual é a causa da sua doença se torna mais possível  retardar o processo autoimune e curar seu corpo. 

5 causas de doenças autoimunes

Aqui estão as 5 causas mais comuns de doenças autoimunes. Não é incomum que vários deles possam estar contribuindo para a maneira como você se sente.

Um intestino vazado

Intestino permeável causa doenças autoimunes | Juliano Pimentel

Intestino permeável causa doenças autoimunes. à esquerda o intestino saudável, a esquerda intestino permeável.

Provavelmente, se você tem uma condição autoimune, você tem um intestino permeável.

Isso acontece quando o revestimento do trato digestivo fica danificado. “Buracos” são criados em seus intestinos que não deveriam estar lá e seu intestino perde a capacidade de funcionar adequadamente. Isso é problemático, pois 80% do seu sistema imunológico é encontrado em seu intestino.

Mesmo se você não tiver sintomas digestivos, como diarréia, constipação, inchaço ou dor abdominal, você ainda pode ter um intestino permeável. Por isso, curar seu intestino é uma das primeiras coisas a serem abordadas quando você tem doenças autoimunes.

Exposição a toxinas provoca doenças autoimunes

As toxinas são substâncias que causam uma reação prejudicial em seu corpo. Podemos incluir coisas como metais pesados, micotoxinas (toxinas da exposição ao mofo), bem como produtos químicos em seu ambiente.

Algumas das maiores exposições vêm dos alimentos que você come. Bem como da água que bebe, do ar que respira e dos produtos de higiene pessoal que usa, por exemplo.

Você pode testar seu corpo para metais pesados, exposição a mofo e exposições químicas. Também é importante minimizar sua exposição a toxinas e aumentar a capacidade do seu corpo de desintoxicar.

Infecções Crônicas

Infecções crônicas, como parasitas, bactérias, vírus (como Epstein Barr e o vírus do herpes) e Lyme são comumente encontradas em conexão com a autoimunidade. Sendo assim, eles podem desencadear sua condição autoimune em primeiro lugar ou piorar seus sintomas desencadeando crises.

Muitas dessas infecções podem permanecer adormecidas em seu corpo por anos e podem ressurgir durante períodos de estresse. 

Existem vários testes que seu médico pode solicitar para procurar essas infecções ocultas e tratá-las conforme necessário.

Sensibilidades Alimentares

A comida é uma das substâncias mais poderosas que você coloca em seu corpo. Pode desencadear processos de inflamação e doença em seu corpo. Por outro lado, é um dos medicamentos mais poderosos que podem criar saúde ao longo da vida em seu corpo.

Glúten, laticínios e açúcar são os alimentos mais comumente associados à autoimunidade. Na maioria das pessoas, a remoção desses alimentos é uma parte importante do processo de cura. Você também pode testar outras sensibilidades alimentares.

Estresse crônico provoca doenças autoimunes

O estresse crônico físico, mental, espiritual e emocional é universal em nossa sociedade. O estresse crônico desencadeia inflamação em seu corpo, sobrecarrega seu sistema imunológico e diminui a capacidade do seu corpo de se curar. 

Também pode torná-lo mais suscetível a um intestino permeável e infecções crônicas. Muito estresse também pode levar à fadiga adrenal, que é comumente associada a doenças autoimunes.

Não é fácil, mas é importante reduzir o estresse em sua vida. Encontrar tempo todos os dias para relaxamento repousante, respiração profunda, gratidão, atenção plena e movimento fará uma grande diferença quando se trata de curar seu corpo de doenças autoimunes. 

Importante

Quando se tem doenças autoimunes e só quer voltar a se sentir melhor, abordar suas causas básicas o levará lá rapidamente.

Para encontrar o suporte que você precisa, é melhor trabalhar com um médico treinado em medicina funcional que será capaz de fazer as perguntas certas, solicitar os testes certos e tratar com sucesso suas causas básicas.

Então, você será capaz de retardar a progressão de sua autoimunidade, reverter seus sintomas e curar seu corpo – para que você possa finalmente aproveitar sua vida novamente.

Dia 11 darei início a uma sequência de 4 aulas para te mostrar como limpar as toxinas do seu corpo para conquistar um corpo naturalmente magro, uma saúde forte e muita disposição o dia todo.

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Fique com Deus e até a próxima.

Dr. Juliano Pimentel.

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Quais são as causas das Doenças autoimunes? https://drjulianopimentel.com.br/doencas-autoimunes/ https://drjulianopimentel.com.br/doencas-autoimunes/#respond Wed, 17 Mar 2021 14:34:53 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=49318 As doenças auto imunes, como o próprio nome já diz, são criadas internamente e não têm proteção do organismo.

Uma das funções do sistema imunológico é proteger o corpo. Respondendo a microorganismos invasores, como vírus ou bactérias, produzindo anticorpos ou linfócitos sensibilizados tipos de glóbulos brancos. 

Sendo assim, em condições normais, uma resposta imunológica não pode ser desencadeada contra as células do próprio corpo. 

Em alguns casos, entretanto, as células imunológicas cometem um erro e atacam as próprias células que deveriam proteger. Esse processo causa doenças autoimunes.

Ou seja, as doenças auto imunes são uma ampla categoria de doenças relacionadas ao fato do sistema imunológico de um indivíduo atacar seu próprio tecido.

O que causa doenças autoimunes?

Três motivos causam as doenças auto imunes.

A verdade é que ainda hoje não existe clareza sobre a formação de doenças autoimunes. No entanto, estudos mostram que três fatores contribuem para que o sistema imune se volte contra as células do próprio corpo.

Os gatilhos são: genética, fatores ambientais e imunidade mucosa.

Genética

As doenças autoimunes tendem a ocorrer na mesma família, a chamada “agregação familiar”. 

Para se ter ideia gêmeos idênticos têm cerca de 10 vezes mais chances de desenvolver a mesma doença do que em gêmeos fraternos, por exemplo (1). Isso indica que doenças autoimunes são influenciadas pelos genes do paciente.

Mas, raramente, as doenças autoimunes são causadas por um único defeito genético. Ou seja, geralmente são vários defeitos nos mecanismos regulatórios.

Fatores ambientais

Mas, não vale jogar toda a culpa na genética. Afinal, existem vários fatores ambientais que desencadeiam doenças autoimunes.

O hidróxido de alumínio, por exemplo, presente em silicones usados ​​em implantes mamários, causa a síndrome de Shoenfeld, um distúrbio autoimune (2).

Além disso, mulheres com implantes mamários de silicone frequentemente são diagnósticadas para síndrome autoimune induzida por adjuvantes (ASIA). Os silicones estão associados ao lúpus eritematoso sistêmico, artrite reumatoide, vasculite e esclerose sistêmica progressiva (3).

E não pára por aí, o tabagismo também é um risco conhecido para doenças autoimunes. Estudos demonstraram que o tabagismo pode induzir a citrulinação de proteínas nas células alveolares pulmonares (4).

Por fim, substâncias tóxicas, metais pesados, vírus, bactérias, estresse emocional e drogas pode contribuir para o desenvolvimento de doenças autoimunes.

Imunidade Mucosa

O terceiro elemento da tríade é a imunidade intestinal.  O intestino possui uma área de superfície de aproximadamente 200 metros quadrados, é onde temos maior contato com o mundo exterior.

Além disso, o intestino possui a maior coleção de células do sistema imunológico, consistindo de 70% de todos os tecidos linfóides do corpo (5). Que serve para prevenir o crescimento de organismos patogênicos. 

E o grande problema é que a dieta dos humanos mudou drasticamente. Por milhares de gerações, os humanos comeram logo após a colheita e na época certa. A carne era consumida ocasionalmente e grande parte era capturada na natureza.

A alimentação mudou

Alimentação industrializada e uso de medicamentos contribuem para as doenças autoimunes.

Os alimentos passaram por uma considerável transformação nos últimos 50 anos. Desenvolvemos novas variedades de grãos, especialmente em trigo, arroz, soja e milho, por exemplo.

Além disso, usamos produtos químicos como pesticidas, fungicidas e inseticidas em frutas e vegetais. Injetamos hormônios em vacas leiteiras, que são transmitidos aos produtos lácteos. Sem falar nos antibióticos, metais pesados, como arsênico, e os hormônios usados ​​na alimentação de gado, porcos, perus e galinhas.

Atualmente, existe ingredientes químicos nos alimentos, como conservantes artificiais, corantes e aromatizantes. Usamos adoçantes artificiais em abundância, principalmente em refrigerantes. Por fim, o consumo de sal é maio que o dobro da quantidade recomendada (6). 

Além da alimentação, cada vez é maior o uso generalizado de antibióticos, antiácidos, inibidores da bomba de prótons, bloqueadores de histamina 2 e outros medicamentos. 

Todas essas mudanças na alimentação e consumo de medicamento estão associados ao aumento considerável nas doenças autoimunes. As principais são: diabetes tipo 1, doença de Crohn e esclerose múltipla (EM).

Tanto o diabetes tipo 1, quanto a EM estão associados a baixos níveis de vitamina D e a ingestão de glúten (7, 8). Todas essas mudanças de comportamento e alimentação contribuiram para um aumento estrondoso de doenças autoimunes. E se você observar todas estão relacionadas à inflamação do corpo (9).

Principais doenças autoimunes

Diabetes tipo 1 o sistema imunológico ataca e destrói as células produtoras de insulina do pâncreas. Os resultados elevados de açúcar no sangue podem causar danos nos vasos sanguíneos e em órgãos como o coração, rins, olhos e nervos, por exemplo.

Artrite reumatoide – o sistema imunológico ataca as articulações. Este ataque causa vermelhidão, calor, além de dor e rigidez nas articulações. E vale ficar atento, pois, a artrite reumatoide pode começar aos 30 anos ou antes.

Psoríase –  as células da pele se multipliquem muito rapidamente. Assim, as células extras se acumulam e formam manchas vermelhas inflamadas, geralmente com escamas branco-prateadas de placa na pele. Até 30% das pessoas com psoríase também desenvolvem inchaço, rigidez e dor nas articulações (10).

Esclerose múltipla – danifica a bainha de mielina, revestimento protetor que envolve as células nervosas, em seu sistema nervoso central. Reduzindo assim, a velocidade de transmissão de mensagens entre o cérebro e a medula espinhal de e para o resto do corpo. Ou seja, esse dano pode causar sintomas como dormência, fraqueza, problemas de equilíbrio e dificuldade para caminhar (11).

Lúpus – são erupções que afetam a pele e muitos órgãos, incluindo articulações, rins, cérebro e coração. Dor nas articulações, fadiga e erupções cutâneas estão entre os sintomas mais comuns.

Doença inflamatória intestinal inflamação no revestimento da parede intestinal que afeta diferentes partes do trato GI. A doença de Crohn pode inflamar qualquer parte do trato gastrointestinal, da boca ao ânus, por exemplo. Já, a colite ulcerativa afeta apenas o revestimento do intestino grosso (cólon) e reto.

Tireoidite de Hashimoto – a produção do hormônio tireoidiano diminui tanto que causa deficiência e inicia um processo de inflamação.

Doença celíaca – o sistema imunológico ataca o intestino delgado em contato com o glúten e causa inflamação.

Tratamentos

Os tratamentos não podem curar doenças autoimunes, mas podem controlar a resposta imunológica hiperativa e reduzir a inflamação ou, pelo menos, reduzir a dor e a inflamação.

Os medicamentos ​​para tratar essas condições são anti-inflamatórios como ibuprofeno (Motrin, Advil) e naproxeno (Naprosyn).

Mas, o principal tratamento é a mudança de hábitos. Por isso, mantenha uma dieta balanceada, pratique exercícios regularmente, durma bem e controle o estresse.

Abraços e fique com Deus!

Dr. Juliano Pimentel.

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7 Motivos para Tirar o Glúten Da Alimentação ainda esse ano https://drjulianopimentel.com.br/tirar-o-gluten-alimentacao-verao/ https://drjulianopimentel.com.br/tirar-o-gluten-alimentacao-verao/#comments Sun, 16 Aug 2020 11:00:14 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=4895 Será que tirar o glúten da alimentação realmente é importante, e pode influenciar na sua saúde? Se você ainda tem dúvida, continue leitura desse artigo.

Você já sentiu desconforto intestinal ou estomacal após comer um alimento ou bebida que continha trigo, cevada ou malte?

O glúten é um composto proteico encontrado em vários tipos de grãos, incluindo trigo, espelta, centeio e cevada. Ele consiste em duas proteínas: gliadina e glutenina. É importante que você tenha em mente que, normalmente, as pessoas reagem negativamente à gliadina.

Quando a farinha é misturada com a água, o glúten forma uma rede pegajosa reticulada de proteínas, dando propriedades elásticas à massa e permitindo que o pão aumente de tamanha durante o cozimento (1).

A consciência dos efeitos negativos do glúten para a saúde aumentou nos últimos anos. E, por isso, muitas pessoas tentam eliminá-lo de suas dietas.

Nesse artigo mostrarei os motivos para tirar o glúten da alimentação.

Razões para Tirar o Glúten da Alimentação

Tirar o Glúten da Alimentação: Glúten Pode Afetar a Saúde Cerebral. Imagem: (Divulgação)

Aqui estão 6 razões para você retirar o glúten da dieta.

1 – Sensibilidade ao glúten

Não é preciso ter a doença celíaca para apresentar reações adversas ao glúten. Existe uma outra desordem chamada sensibilidade ao glúten (ou intolerância ao glúten), que é muito mais comum.

Embora não haja uma definição clara de sensibilidade ao glúten, é um tipo de reação adversa à esse composto proteico que melhora com a retirada dele da alimentação.  

Se você tem reações adversas ao glúten, mas a doença celíaca é descartada, então o problema é chamado de sensibilidade ao glúten não celíaca.

Na sensibilidade ao glúten não-celíaca, não há ataque aos próprios tecidos do corpo. No entanto, muitos dos sintomas são semelhantes aos da doença celíaca, incluindo inchaço, dor de estômago, fadiga, diarreia, bem como dor nos ossos e articulações.

O problema é que não há uma maneira clara de diagnosticar a sensibilidade do glúten.

2 – Efeitos adversos

Estudos que mostram que indivíduos sem a doença celíaca, e que não possuem a sensibilidade ao glúten diagnosticada, também têm reações adversas a esta proteína.

Em um desses estudos, 34 indivíduos com Síndrome do Intestino Irritável foram randomizados para uma dieta sem glúten e outra com glúten. O grupo na dieta contendo glúten apresentou mais dor, inchaço, inconsistência nas fezes e fadiga, em comparação com o outro grupo (2).

Com esse estudo confirmou que o glúten pode causar inflamação no intestino e prejudicar o revestimento intestinal (3).

Além disso, ele também pode ter efeitos negativos sobre a barreira do intestino, permitindo que substâncias indesejadas “escapem” através da corrente sanguínea, podendo causar inflamações e outros problemas de saúde, por exemplo (4).

3 – Transtornos cerebrais

O glúten influencia negativamente na saúde do cérebro. Algumas doenças neurológicas podem ser causadas ​​ou exacerbadas pelo consumo de glúten. Isso é chamado de Neuropatia Idiopática Sensível ao Glúten.

Em um estudo feito em pacientes com doenças neurológicas de causas desconhecidas; 30 de 53 pacientes (57%) tinham anticorpos contra glúten no sangue (5).

O principal distúrbio neurológico que se acredita ser pelo menos parcialmente causado pelo glúten é a Ataxia Cerebelar, uma doença grave do cérebro que envolve uma incapacidade de coordenar equilíbrio, movimentos, problemas de fala, entre outros.

Existem vários outros distúrbios cerebrais que respondem bem a uma dieta sem glúten: (6)

Esquizofrenia, autismo e epilepsia.

4 – Problemas de pele

A causa mais famosa de problemas de pele relacionados ao glúten é a doença celíaca, que pode causar uma doença de pele chamada Dermatite Herpetiforme. Os sintomas da dermatite herpetiforme incluem uma erupção cutânea com comichão, vermelha e com bolhas.

E mais uma vez, isso não se limita à doença celíaca. Afinal as eczemas podem aparecer sem que a doença seja diagnosticada (7).

5 – Inflamação intestinal

Inflamação é a resposta natural do seu sistema imunológico a lesões. Você pode vê-la em ação sempre que você se cortar, por exemplo, pois a área fica vermelha e quente. As proteínas no trigo são irritantes intestinais (como o corte na pele), causando uma resposta inflamatória.

O caso mais famoso é a inflamação causada pelo glúten em pessoas com doença celíaca ou sensibilidade ao glúten não celíaca. Mas a inflamação do trigo também é um problema, mesmo para as pessoas que não são sensíveis ao glúten especificamente.

Os inibidores da tripsina da amilase (ATIs) que podem provocar uma resposta imune inflamatória no trato gastro intestinal, estimulando células imunes. Isso ocorre independentemente de ter ou não a doença celíaca.

6 – Engorda

Estudos apontam que o glúten pode ter propriedades viciantes.

Isso porque, quando o glúten é quebrado em um tubo de ensaio, os pépticos que são formados podem ativar receptores opióides. (8).

Dado que o glúten pode causar aumento da permeabilidade no intestino, alguns estudiosos acreditam que estas exorfinas podem encontrar o seu caminho para a corrente sanguínea, em seguida, chegar ao cérebro e causar dependência.

Isso causar o aumento do peso e a obesidade. Além disso, grãos processados são alimentos mais calóricos, ricos em carboidratos (11).

O glúten por não ser digerido pelo intestino, não causa saciedade, e com isso você come mais do que deveria.

7- Doenças autoimunes

Outro motivo para tirar o glúten da alimentação, é por ele causar o desenvolvimento de doenças autoimunes. Doenças autoimunes são causadas pelo sistema imunológico ao atacar as coisas que são encontradas naturalmente no corpo.

Existem muitos tipos de doenças autoimunes que afetam vários sistemas de órgãos.

Todos eles combinados afligem cerca de 3% da população (9).  A doença celíaca é um tipo de doença autoimune e pacientes celíacos estão em um risco drasticamente aumentado de outras doenças autoimunes também.

Muitos estudos têm encontrado fortes associações estatísticas entre a doença celíaca e várias outras doenças autoimunes, incluindo Tireoidite, Diabetes Tipo 1, Esclerose Múltipla e vários outros (10).  

O trigo é um alimento muito ruim mesmo para pessoas que não têm doença celíaca. E os sintomas não aparecem necessariamente com vômitos e diarreia.

Faça o teste: fique duas semanas sem comer o glúten e confira como se sente. Procure também orientação médica.

Como você pode perceber, é importante tirar o glúten da alimentação por questão de saúde e bem-estar.

Comece uma reeducação alimentar para aprender a se alimentar de verdade!

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Abraços e fique com Deus!

Dr. Juliano Pimentel.

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Vitamina D e os Incríveis Benefícios para a Saúde https://drjulianopimentel.com.br/vitamina-d-beneficios/ https://drjulianopimentel.com.br/vitamina-d-beneficios/#respond Fri, 10 Aug 2018 13:18:47 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=4599 A vitamina D é essencial para prevenir diversos problemas de saúde, aumentar a qualidade de vida e contribuir para manter o bom funcionamento de diversas áreas do corpo. Por isso, manter uma alimentação rica nessa vitamina é muito importante.

Trata-se de uma vitamina solúvel em gordura; que é armazenada no fígado e nos tecidos gordurosos.

Isso significa que o aumento da gordura corporal tem a capacidade de absorver a vitamina D, e impedi-la de ser usada no organismo.

Há diferenças entre a vitamina D de outras vitaminas. O organismo é capaz de produzi-la por conta própria (1).

Descubra agora os principais benefícios dessa vitamina e melhore a saúde.

Não deixe de ler e compartilhar!

Vitamina D

A falta de vitamina D no organismo afeta a estrutura esquelética, pressão arterial, imunidade, humor, função cerebral e capacidade de proteção contra o câncer (2).

Existem dois tipos de suplementação de vitamina D: vitamina D2 e vitamina D3. 

Fontes de Vitamina D

Fontes dessa vitamina incluem: peixe, suplementos como óleo de fígado de bacalhau, entre outros alimentos. No entanto, a exposição direta ao sol é a melhor maneira de absorver a vitamina D (3).

Deficiência de Vitamina D

A deficiência dela pode desenvolver problemas no organismo, como:

– Osteoporose, fraturas e outros problemas ósseos;

-Raquitismo ou osteomalacia;

– Doença cardíaca;

Pressão alta;

– Câncer;

– Doenças autoimunes;

– Depressão;

– Insônia;

Artrite;

– Diabetes;

– Asma;

– Esclerose múltipla;

– Dor crônica;

– Psoríase;

-Hiperparatireoidismo (Tireoide hiperativa);

Fibromialgia;

– Autismo.

Benefícios da Vitamina D 

Além de prevenir as doenças citadas acima, existem outros benefícios, como:

  1. Contribui para a saúde dos ossos

Ela desempenha um papel na absorção do cálcio nos ossos. Calcitriol (convertido em vitamina D) mantém os níveis de cálcio equilibrados.

Além disso, ela tem um efeito importantes sobre outras vitaminas e minerais que contribuem para a saúde, incluindo a vitamina K e fósforo.

Parcialmente responsável por manter os níveis de fósforo no sangue; e uma vez que a vitamina D afeta a capacidade do cálcio para se ligar às proteínas, acredita-se que ela também está ligada à vitamina K.

Estudos apontam que ela pode melhorar a saúde musculoesquelética, deixar lento o processo de envelhecimento da estrutura esquelética; e reduzir a taxa de fraturas e quedas em adultos mais velhos (4).

O fósforo, além de cálcio e outros compostos, é necessário para mineralizar adequadamente a densidade óssea.

  1.  Previne diabetes

O diabetes resulta da falta de insulina ou da secreção inadequada de insulina, após aumentos na resistência à insulina.

De acordo com estudos, uma vez que o cálcio é necessário para a secreção de insulina; a vitamina D pode contribuir para manter o seu bom funcionamento e prevenir o diabetes (5).

A suplementação pode aumentar a sensibilidade à insulina e diminuir a inflamação; e estudos indicam que ela ajuda na prevenção e tratamento de ambos os tipos de diabetes (tipo 1 e tipo 2).

  1. Prevenção do câncer

A deficiência dessa vitamina no organismo, pode aumentar o risco de câncer, especialmente câncer de mama, câncer do colo do útero e câncer de próstata.

A vitamina D pode afetar o risco de cânceres de mama, cólon e ovário possivelmente devido ao seu papel no ciclo de vida da célula ou sua capacidade de bloquear excesso de estrogênio (6).

  1. Combate doença cardíaca

Ela pode ajudar a prevenir doenças cardiovasculares, uma vez que está envolvido na regulação da pressão arterial, níveis de colesterol e inflamação.

A deficiência dessa vitamina aumenta as chances de doença cardíaca coronária, e outros sintomas cardíacos (7).

  1. Melhora a imunidade

Ela ajuda com a replicação celular saudável, e pode desempenhar um papel na proteção contra o desenvolvimento de condições autoimunes, além de resfriados comuns.

As células imunes contêm receptores para a vitamina D. Estudos afirmam que ela previne doenças inflamatórias prolongadas ou excessivas.

A inflamação é muitas vezes a raiz de doenças crônicas e doenças autoimunes: esclerose múltipla, artrite reumatoide, síndrome do intestino irritável e outros distúrbios digestivos, pressão arterial elevada e muito mais (8).

  1. Equilíbrio hormonal

Ela age como um hormônio no organismo e sob os efeitos da função cerebral; por isso, a deficiência de vitamina D é associada ao risco de transtornos do humor, incluindo depressão, depressão sazonal e ansiedade (9).

A diminuição dos níveis dessa vitamina no organismo, também podem interferir na produção adequada de testosterona e estrogênio, levando à desequilíbrios preocupantes.

  1. Ajuda na concentração

A falta dessa vitamina no organismo afeta a capacidade de tomar decisões, foco, prejudica o desempenho em exames, concentração e para reter informações (10).

Algumas pesquisas apontam uma correlação entre baixos níveis de vitamina D, e o desenvolvimento da esquizofrenia e esclerose múltipla.

Como você pode observar, essa vitamina desempenha um papel importante em prevenir doenças e cuidar da saúde.

Por isso, não se esqueça da exposição ao sol no período apropriado, e consumir alimentos ricos em vitamina D.

Veja também o vídeo:

Benefícios da Vitamina D

E para a ajudar você que se preocupa em manter uma alimentação correta, saiba que eu tenho uma incrível notícia!

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Glúten Faz Mal à Saúde? Vilão ou Mocinho? https://drjulianopimentel.com.br/gluten-faz-mal-saude/ https://drjulianopimentel.com.br/gluten-faz-mal-saude/#comments Sat, 30 Jun 2018 13:23:47 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=4246 Especialistas afirma que existem “ perigos em cortar o glúten”, afirmando que a dieta sem glúten está ligada à várias doenças. Quem me conhece, sabe que eu sou contra o consumo dessa proteína e que sou celíaco; por isso, sinto a necessidade de explicar melhor essas novas informações que estão circulando. E talvez você se pergunte: Será que o glúten faz mal para a saúde mesmo, ou é um mito? 

Eu sempre uso como referência o estado da minha saúde após cortar o glúten da minha alimentação, e as afirmações de especialistas.

Não deixe de ler e compartilhar.

Glúten Faz Mal ou Faz Bem?

Notícias recentes dizem que retirar o glúten do cardápio virou moda, e a dieta passou a ser adotada não só por quem é celíaco.

Dizem também que essa dieta aumenta o risco de exposição a componentes químicos que podem causar doenças cardiovasculares, câncer e efeitos neurológicos, como arsênio.

Essas notícias não estão necessariamente erradas, mas são difundidas de maneira errada, pois dá a impressão de que retirar o glúten da alimentação foi o problema (não é essa a verdade).

O problema é que quando a dieta sem glúten virou “moda”, muitos falaram que era preciso retirar essa proteína da alimentação, mas não explicaram o próximo passo.

É aí que acontece o erro, muitos retiram o glúten da dieta, mas o substituem pelo excesso de outras farinhas e alimentos prontos e processados, motivados pela praticidade e pela rotina corrida do dia a dia que “pede” alimentos rápidos. 

Gente, essa não é a solução! É claro que você vai continuar doente.

Quem me segue já sabe os malefícios das comidas industrializadas e processadas. Esses “alimentos” podem até ser práticos, mas a maioria possui grandes quantidades de açúcar e conservantes, o que traz prejuízos a sua saúde (1).

O maior dos problemas dos industrializados são os aditivos que eles trazem em sua composição, como acidulantes, adoçantes e os aromatizantes que ressaltam o sabor e o cheiro, além de esconder o gosto ruim de outras substâncias químicas presentes.

Os efeitos colaterais de tanta química, podem causar a descalcificação de dentes e ossos. Afetam as funções gastrointestinais, aumenta o nível de colesterol no sangue, entre tantos outros sintomas (2). 

Já a contaminação por arsênio acontece pelo consumo de arroz. Arroz e alimentos à base de arroz são a maior fonte de arsênio inorgânico dentre diversas culturas, que é a forma mais tóxica.

Ou seja, o problema não foi retirar o glúten da alimentação, e sim os alimentos que foram usados para substituir. 

Deixo aqui, mais uma vez, a dica: substitua o glúten por alimentos de verdade. Além desses prejuízos para a saúde, inclui: transtornos cerebrais, problemas de pele e o desenvolvimento de doenças autoimunes.

Malefícios do glúten para a saúde

Entenda uma coisa, nenhum humano consegue digerir glúten. Estudos mostram que o glúten pode causar efeitos adversos, mesmo em pessoas que não têm sensibilidade ao glúten. 

Em um desses estudos, 34 indivíduos com Síndrome do Intestino Irritável fizeram uma dieta sem glúten, e outra com glúten.

O grupo na dieta contendo glúten apresentou mais dor, inchaço, inconsistência de fezes e fadiga em comparação ao outro grupo (3). 

Há também estudos que mostram que o glúten pode causar inflamação no intestino e um revestimento intestinal degenerado, mesmo em pessoas saudáveis (4, 5).

O glúten também pode ter efeitos negativos sobre a barreira do intestino, permitindo que substâncias indesejadas “escapem” através da corrente sanguínea (6, 7, 8, 9). 

Embora isso precise ser estudado muito mais, parece muito claro que a maioria das pessoas reagem negativamente ao glúten (10).

Outro problema relacionado ao glúten envolve o perigo da obesidade, as lectinas presentes nele causam as inflamações e podem se unir ao revestimento intestinal, aumentando as chances de obesidade e prejudicando o bom funcionamento do seu metabolismo.

Ele também pode prejudicar a capacidade do seu organismo em absorver os nutrientes dos alimentos, ou seja, você consumindo um alimento com glúten, absorve os carboidratos vazios. Isso também afeta a sua capacidade de perder peso.

Alimentos que Contém Glúten

Glúten faz Mal? Cereal Contém Glúten. Imagem: (Divulgação)

Veja a seguir uma lista com os principais alimentos que contêm glúten em sua composição:

  • Trigo;
  • Centeio;
  • Espelta;
  • Cevada;
  • Sêmola;
  • Pão, torrada, bolacha, biscoito, massas, bolos e pizzas;
  • Cerveja;
  • Salgadinhos;
  • Gérmen de trigo, triguilho, sêmola de trigo;
  • Ketchup, maionese, shoyo;
  • Salsicha;
  • Temperos industrializados;
  • Cereais, barrinha de cereais, xaropes;
  • Molhos;
  • Alguns remédios.

Busque cortar esses alimentos da sua dieta.

Como Substituir o Glúten?

Glúten Faz Mal à Saúde? Substitua por sementes de girassol. Imagem: (Divulgação)

Há uma abundância de alimentos saudáveis e nutritivos que são naturalmente sem glúten.

  • Carnes: frango, carne de vaca, cordeiro, etc;
  • Peixes e frutos do mar: salmão, truta, camarão, etc;
  • Ovos;
  • kefir e outros derivados
  • Legumes: brócolis, couves, cenoura, cebola, etc;
  • Frutas: maçãs, abacates, bananas, laranjas, peras, morangos, etc;
  • Leguminosas: lentilhas, amendoim, etc;
  • Nozes: amêndoas, nozes, macadâmias, etc.
  • Tubérculos: batata-doce
  • Gorduras saudáveis: azeite, abacate, manteiga, óleo de coco;
  • Ervas, especiarias e condimentos: alho, pimenta, vinagre, cúrcuma e etc;
  • Grãos sem glúten: quinoa, amaranto, sorgo 
  • Chocolate amargo.
  • Sementes: chia, romã, linho, semente de abóbora, semente de girassol;

IMPORTANTE: Evite alimentos processados e açucarados.

Sim, o glúten faz mal para a saúde e a melhor opção é sempre os alimentos de verdade, carnes, legumes, frutas e gorduras saudáveis. Para esclarecer de vez esse assunto e para te ajudar a fazer uma reeducação alimentar.

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Ácidos Graxos Essenciais: Onde encontrar? Qual a Importância? https://drjulianopimentel.com.br/acidos-graxos-essenciais-importancia/ https://drjulianopimentel.com.br/acidos-graxos-essenciais-importancia/#respond Fri, 15 Jun 2018 16:07:47 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=31588 Ácidos graxos essenciais é um termo que se refere aos PUFAs (Ácidos graxos poli-insaturados) que seu corpo precisa, mas não pode produzir e nem consegue converter a partir de outras gorduras; por isso, eles devem ser obtidos através da alimentação.

Estes ácidos graxos essenciais são baseados no ácido linoleico (grupo ômega-6) e ácido alfa-linolênico (grupo ômega-3) (1).

Precisamos dos dois grupos de ácidos graxos essenciais para sobreviver.

Por várias razões, a deficiência de ácidos graxos essenciais é comum na população em geral; assim como a ingestão desproporcional de ácidos graxos ômega-6 sobre os ácidos graxos ômega-3.

Neste artigo eu vou mostrar a importância dos ácidos graxos essenciais e onde encontrá-los.

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Ácidos Graxos Essenciais

Os ácidos graxos ômega-3 e ômega-6, são importantes no funcionamento normal de todos os tecidos do corpo.

Estudos apontam que o aumento da ingestão de certos ácidos graxos essenciais, isoladamente ou em combinação com outras gorduras e compostos, pode aumentar a saúde.

Eles podem ajudar no tratamento de certas doenças, melhorar a composição corporal, e o desempenho mental e físico.

A deficiência desses ácidos graxos no organismo levam à uma série de sintomas e distúrbios, incluindo anormalidades no fígado e nos rins, redução nas taxas de crescimento, redução da função imunológica, depressão e ressecamento da pele.

A ingestão adequada dos ácidos graxos essenciais resulta em inúmeros benefícios para a saúde.

Os benefícios documentados incluem prevenção da aterosclerose, redução da incidência de doenças cardíacas, de acidente vascular cerebral, alívio dos sintomas associados à colite ulcerativa, cólicas menstruais e dor nas articulações.

Os níveis de ácidos graxos ômega-3 também podem ajudar a diminuir o risco de câncer de mama.

Não só é importante incorporar boas fontes de ômega-3 e ômega-6 em sua dieta, mas também consumir esses ácidos graxos na proporção adequada.

Os ácidos graxos ômega-6 competem com os ácidos graxos ômega-3 para uso no organismo, portanto, a ingestão excessiva de ácidos graxos ômega-6 pode inibir a ação do ômega-3.

Ômega 3

O ômega 3 é um nutriente muito importante para as funções cerebrais, pois 60% do cérebro é constituído por gordura, sendo que na sua maior parte de Ômega 3.

Ele também pode auxiliar na perda de peso, reduz os sintomas de TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade), reduz os sintomas de Síndrome Metabólica, combate doenças autoimunes, entre outros benefícios.

A deficiente ingestão dessa gordura pode influenciar na perda de memória entre idosos, e a elevados níveis de sentimentos de angústia e depressão, por exemplo.

Alimentos ricos em Ômega 3

Os alimentos ricos em ômega 3 são de origem animal, frutos do mar como sardinha, atum, bacalhau, cação, salmão e algas.

Mas, o azeite de oliva, o óleo de linhaça e a própria semente de linhaça, brócolis, rúcula e espinafre também possuem ômega 3, só que em menor proporção.

1-Salmão

Ele contém proteína de alta qualidade e uma variedade de nutrientes, incluindo grandes quantidades de magnésio, potássio, selênio e vitaminas do complexo B (2 ,3).

2-Sardinhas

As sardinhas são altamente nutritivas, especialmente quando comidas inteiras. Eles contêm quase todos os nutrientes que o corpo humano precisa.

3-Semente de linhaça

Essas sementes são, de longe, a fonte de alimento integral mais rica da gordura ômega-3, chamada ácido alfa-linolênico (ALA), e o óleo de linhaça é frequentemente usado como suplemento de ômega-3.

4- Chia

A sementes de chia são ricas em manganês, cálcio, fósforo e vários outros nutrientes (4).

5-Nozes

As nozes são muito nutritivas e carregadas de fibra. Eles também contêm grandes quantidades de cobre, manganês, vitamina E e importantes compostos vegetais (5).

Uma outra boa dica é só cozinhar com azeite, dando preferência aos cozidos e grelhados, e evite cozinhar em altas temperaturas, deixando o fogo sempre baixo.

Ômega 6

Os ácidos graxos ômega-6 (ácido linoleico) são um grupo de cerca de uma dúzia de diferentes gorduras poli-insaturadas que são comumente encontradas em produtos vegetais, particularmente óleos vegetais.

No entanto, eles são encontrados em quantidades pequenas a moderadas em muitos outros alimentos também.

Alimentos ricos em ômega 6

São importantes para manter o funcionamento adequado do cérebro e regular o crescimento e desenvolvimento normal do organismo, pois o ômega 6 é uma substância que está presente em todas as células corporais.

1-Óleo de linhaça

Existem dois gramas de ômega-6 por colher de chá desse óleo.

2-Sementes de gergelim

Há mais de 20 gramas de ômega-6 em 100 gramas dessas sementes (6).

3-Sementes De Abóbora

Estas sementes também têm mais de 20 gramas desse ácido linoleico.

4-Óleo de noz

Quase 53 gramas de ômega-6 estão presentes em 100 gramas desse óleo.

5-Castanha-do-pará

Essas nozes têm mais de 27 gramas por porção de 100 gramas.

Outros alimentos ricos em ômega 6 incluem biscoitos de chocolate, frango, óleo de semente de uva, óleo de prímula, óleo de semente de groselha, óleo de canola, óleo de cânhamo, óleo de soja, óleo de semente de papoula e bagas de açaí.

Consumo

A quantidade diária recomendada de ômega 6 deve ser inferior à quantidade de ômega 3, pois o ômega 6 impede a absorção do ômega 3, fazendo com que haja maior risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

Diferentes gorduras na classificação ômega-6 podem ter propriedades pró-inflamatórias e anti-inflamatórias.

Quando se trata dos benefícios dessa família de gorduras, eles são importantes para (7) o seguinte:

  • Promover o desenvolvimento do cérebro
  • Melhorar a saúde do sistema nervoso
  • Aliviar os sintomas da artrite reumatoide
  • Apoiar a saúde óssea
  • Gerenciar a saúde cardiovascular

É através da alimentação que consumimos os ácidos graxos que serão utilizados como fonte de energia para o funcionamento de nosso corpo.

Aproximadamente 40% do total de nossa necessidade diária de ácidos graxos, são obtidos através da dieta.

Ômega-6 e Ômega-3 não têm os mesmos efeitos. Os ômega-6 são pró-inflamatórios, enquanto os ômega-3 têm efeito anti-inflamatório (8).

A inflamação é essencial para nossa sobrevivência, ajuda a proteger nosso corpo contra infecções e lesões, mas também pode causar danos graves e contribuir para doenças quando a resposta inflamatória é inadequada ou excessiva.

O excesso de inflamação pode ser um dos principais causadores das doenças mais graves com as quais estamos lidando hoje, incluindo doenças cardíacas, síndrome metabólica, diabetes, artrite, doença de Alzheimer, muitos tipos de câncer, etc.

Isso quer dizer que uma dieta rica em ômega-6, mas pobre em ômega-3, aumenta a inflamação.

O ideal então é que a dieta inclua quantidades balanceadas de ômega-6 e ômega-3 para evitar inflamação e outros efeitos negativos (9).

Por isso, é aconselhado consultar um nutricionista, especialmente quando se sofre de alguma doença inflamatória, para adaptar a dieta e evitar o consumo excessivo de ômega 6 em relação ao ômega 3.

E para ajudar você que se preocupa com uma alimentação saudável, eu convido a adquirir o e-book da minha esposa, Carol Pimentel.

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Doenças Autoimunes: Causas e Principais Sintomas https://drjulianopimentel.com.br/doencas-autoimunes-causas-sintomas/ https://drjulianopimentel.com.br/doencas-autoimunes-causas-sintomas/#comments Sat, 02 Jun 2018 16:30:32 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=3856 Os sintomas de doenças autoimunes nem sempre anunciam sua chegada. Muitas pessoas, inclusive, desenvolvem doenças autoimunes lentamente, sem sequer perceber que algo está errado. E o caminho para um diagnóstico pode ser longo e frustrante.

Na verdade, pode levar cerca de cinco anos para receber um diagnóstico oficial autoimune, isso porque os sintomas destas doenças são díspares e vagos.

Neste artigo, eu vou compartilhar quais são os principais sintomas de doenças autoimunes.

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Doenças Autoimunes

Pesquisas revelaram que as doenças autoimunes, aumentaram nos últimos 40 anos. E afetam cerca de 15 a 20% da população mundial.

As causas que levam a esta condição ainda não são específicas.

O que sabemos é que elas estão relacionadas com fatores ambientais (externos) e fatores intrínsecos do nosso organismo, como por exemplo, alterações nos níveis hormonais, baixo controle imuno-regulatório e predisposição genética (1).

Ou seja, fatores do nosso próprio organismo somados aos fatores ambientais aos quais estamos expostos cotidianamente, podem desencadear um ambiente propício para o surgimento de alguma doença autoimune.

Sintomas

Alguns dos sintomas de doença autoimune mais comuns que você deve ficar atento incluem (2):

  • Dores de cabeça;
  • Ansiedade;
  • Confusão mental;
  • Déficit de atenção;
  • Erupções cutâneas, vermelhidão na pele facial e pele vermelha descamando;
  • Acne;
  • Eczema;
  • Psoríase;
  • Dermatite;
  • Alergias;
  • Asma;
  • Boca seca;
  • Resfriados frequentes;
  • Problemas de tireoide que poderiam apontar para a doença de Hashimoto;
  • Fadiga ou hiperatividade;
  • Ganho ou perda de peso;
  • Sensação geral de mal-estar;
  • Dor muscular e fraqueza;
  • Rigidez e dor (pode sugerir artrite reumatoide ou sintomas de fibromialgia);
  • Exaustão;
  • Cólicas estomacais;
  • Gases;
  • Estômago inchado;
  • Diarreia;
  • Prisão de ventre.

Por isso, se você tem algum desses sintomas, fique atento à recorrências, pioras e procure sempre orientação médica.

Principais doenças autoimunes

Atualmente são conhecidos pela medicina vários tipos de doenças autoimunes, sendo que cada uma possui sintomas e tratamentos diferenciados e específicos.

Entre algumas das principais doenças autoimunes estão (3):

  1. Lúpus: afeta a pele, rins, cérebro, articulações assim como outros órgãos;
  2. Esclerose Múltipla: afeta, por exemplo, o cérebro e medula espinhal (sistema nervoso central);
  3. Psoríase: afeta a pele causando lesões avermelhadas e descamativas. Além disso, pode agredir o coro cabeludo, cotovelos, joelhos, pés, mãos e unhas;
  4. Tiroidite de Hashimoto: afeta diretamente a glândula da tireoide, comprometendo inclusive, a produção dos hormônios fabricados por ela;
  5. Vitiligo: causa a perda gradativa da pigmentação da pele, causando manchas em todo corpo;
  6. Diabetes do tipo 1: leva ao organismos a não produzir a quantidade necessária de insulina e com isto, o nível de glicose no sangue fica elevado;
  7. Doença Celíaca: leva à intolerância ao glúten. Substância encontrada no trigo, cevada, centeio e seus derivados como massas, pães e pizzas, por exemplo;
  8. Artrite Reumatoide: afeta principalmente as articulações podendo levar à perda da função;
  9. Doença de Graves: leva à superatividade da tireoide, causando o que chamamos de hipertireoidismo.
  10. Anemia Hemolítica: causa a baixa concentração de glóbulos vermelhos no sangue.

Doenças autoimunes e a conexão com o intestino

Pesquisadores e clínicos estão se aproximando da ideia de que o intestino permeável, está relacionado à maioria das condições autoimunes.

Isso porque, normalmente, o corpo tem um sistema de verificações e equilíbrios que mantém a atividade de anticorpos funcionando. Quem possui um papel fundamental nesse equilíbrio? O microbioma (4).

Receitas para ter vitalidade

Um grupo de pesquisadores da Caltech descobriu que Bacteroides fragilis, uma estirpe de bactérias presente em 70% a 80% dos seres humanos, ajuda o sistema imunológico a manter o equilíbrio ao apoiar funções anti-inflamatórias.

Em estudos com animais, como exemplo, os pesquisadores provaram que, quando B. fragilis está presente, ele basicamente atua como um árbitro. Ou seja, ajuda a restaurar um equilíbrio pacífico entre as células imunes pró e anti-inflamatórias.

Infelizmente, esta é uma das bactérias que se tornaram ameaçadas na história recente. Por isso, os pesquisadores acreditam estar diretamente relacionada ao nosso rápido aumento nas condições autoimunes (5).

Uma das características distintivas tanto do intestino permeável como da doença autoimune, é a sua natureza progressiva.

A síndrome do intestino permeável geralmente começa como uma inflamação intestinal geral, mas ao longo do tempo avança para a má absorção de nutrientes e alimentos ou outras sensibilidades químicas.

Uma maneira de iniciar o processo de tratamento?

Comece a comer de verdade.

Por isso, é importante remover alimentos e fatores que prejudicam o intestino, substituí-los por alimentos anti-inflamatórios, como peixes gordos, brócolis e abacate.

Afinal, os sintomas de uma doença autoimune afeta cérebro, pele, boca, pulmões, tireoide, articulações, músculos, assim como funções do trato gastrointestinal.

Você pode lidar com desordens autoimunes removendo alimentos e fatores que prejudicam o intestino, como o açúcar. E não se esqueça de procurar sempre orientação médica.

Abraços e fique com Deus!

Dr. Juliano Pimentel.

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Alimentos Industrializados Engordam? Descubra Agora https://drjulianopimentel.com.br/alimentos-industrializados-engordam/ https://drjulianopimentel.com.br/alimentos-industrializados-engordam/#respond Thu, 17 May 2018 15:20:09 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=2626 Você tem o hábitos de comer produtos requeijão, doces, iogurte, salgadinhos, bolinhos, biscoitos, refrigerantes, pizza, lasanha congelada, comida de fast food, entre outros alimentos industrializados? Será que os alimentos industrializados engordam?

Você tenta diversas dietas e exercícios físicos e mesmo assim continua engordando, ou não consegue diminuir os quilinhos à mais?

Por isso, hoje vou tirar as dúvidas se esses alimentos engordam ou não.

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Alimentos Industrializados Engordam?

Alimentos Industrializados Engordam? Mito ou Verdade? Imagem: (Divulgação)

Os alimentos industrializados passam por diversos processos industriais, que alteram o estado natural dos alimentos; eles são vendidos como alimentos embalados ou enlatados.

São desenvolvidos durarem mais tempo nas prateleiras e serem práticos, diferente dos alimentos naturais.

Veja como eles podem causar a obesidade:

  1. Alimentos Que Viciam

As empresas alimentícias realizam pesquisas, para detectar quais dos seus produtos causam maiores reações cerebrais com o uso de açúcar, sódio e gordura; e quais desses produtos estimulam mais o desejo e o vício alimentar.

Pense no refrigerante, nos biscoitos, energéticos, bolachas, docinhos, entre outros alimentos que você não consegue parar de comer ou beber.

Eles comercializam o alimentos que mais estimulam as áreas cerebrais ligadas à recompensa alimentar.

O efeito desses alimentos pode ser comparado ao efeitos das drogas no cérebro.

Você sente a necessidade de consumir cada vez mais esses alimentos, e o resultado é a obesidade e diversos problemas de saúde (1).

2.  Aditivos

Os aditivos como acidulantes, adoçantes e os aromatizantes que ressaltam o sabor e o cheiro, além de esconder o gosto ruim de outras substancias químicas presentes.

Os efeitos colaterais de tanta química, pode ocasionar a descalcificação de dentes e ossos, aumentar o nível de colesterol no sangue, pressão alta, colesterol e triglicérides alto, gastrite, refluxo, intestino preso, anemia e debilitações por falta de diversas vitaminas.

Além de engordar, os industrializados acabam com a saúde.

Alguns tipos de aditivos na composição:

>> Corantes: Usado para intensificar a cor dos alimentos;

>> Acidulantes: Intensificam o gosto ácido e mantém a conservação do alimento;

>> Antioxidantes: Tem o poder de não oxidar os alimentos e manter o sabor;

>> Aromatizantes: Dá sabor artificial ao produto;

>> Conservantes: Conservam e aumentam o prazo de validade dos alimentos;

> Estabilizantes: Estabilizam massas e espumas. O sorvete, por exemplo, para ser cremoso precisa ter um estabilizante que mantenha sua consistência.

O que você acha que esses produtos vão fazer com o seu corpo?

3. Açúcar E Carboidratos

O açúcar refinado está presente em quase tudo.

O corpo converte os alimentos que você consome em açúcar, inclusive o amido presente na farinha refinada que é rica em carboidratos é convertido em açúcar no sangue.

E estão presentes em alimentos como pizza, massa de lasanha, pão, biscoitos, bolachas, tortas, bolo, cupcake, entre outros.

A consequência de tanto açúcar no organismo, é que o fígado converte esse excesso em ácidos gordurosos, ou seja, gordura.

Essa gordura vai se instalar principalmente em torno do seu fígado, quadris e cintura.

Se você não consome muito açúcar refinado, mas ingere alimentos ricos em carboidratos através dos alimentos industrializados, vai engordar da mesma forma.

Alimentos industrializados possuem muitas calorias vazias e o valor nutricional baixo; isso significa que engordam e não matam a fome.

O açúcar também prejudica o bom funcionamento dos hormônios e aumenta as inflamações, e isso pode influenciar no aumento de peso.

4. Inflamação

Alimentos cheios de açúcar refinado, farinha branca (glúten) óleos oxidados, inflamam o organismo; essa é a forma como o corpo reage ao ser “atacado” por tanta química.

O glúten presente nesses alimentos, também impede o corpo de absorver os nutrientes de outros alimentos (2).

Outro motivo para evitar o glúten, é que ele possui substâncias que são chamadas de lectinas, que além de outros problemas podem se unir ao revestimento intestinal, fazendo o corpo armazenar gordura e prejudicando o metabolismo.

Com o metabolismo afetado, você sente mais dificuldades para emagrecer.

Isso também facilita a obesidade e o sobrepeso.

Alternativas Saudáveis

Alimentos Industrializados Engordam: Opte Por Alimento Nutritivo. Imagem: (Divulgação)

O cardápio ideal para manter a saúde deve ser composto por proteínas, vitaminas, minerais e fibras, com gorduras saudáveis; e carboidratos em quantidade equilibrada.

Você quer tomar o controle da sua vida? Está insatisfeita (o) com a sua imagem no espelho? Deseja profundamente parar de “envenenar” seu organismo com porcarias?

É importante mudar agora!

Abraços e fique com Deus!

Dr Juliano Pimentel.

 

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Manteiga de Cacau e os Seus Benefícios para a Saúde https://drjulianopimentel.com.br/manteiga-de-cacau-beneficios-para-saude/ https://drjulianopimentel.com.br/manteiga-de-cacau-beneficios-para-saude/#comments Sat, 05 May 2018 17:44:07 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=9875 A manteiga de cacau é rica em propriedades para a saúde, e inclusive pode ser usada como substituta saudável do óleo de soja e canola.

Saiba aqui quais são os benefícios para a saúde desse alimento natural, saudável e versátil.

Não deixe de ler e compartilhar.

Manteiga de Cacau e os Benefícios

Manteiga de Cacau: Provém da fruta Cacau. Imagem: (Divulgação)

A manteiga de cacau não provém de leite e sim através de um processo diferente, em que os grãos de cacau são fermentados e assados.

Para produzir o chocolate, essa manteiga passa por outro processo para soltar um tipo de licor de chocolate, que é onde fica armazenado a maior parte do aroma e sabor do cacau.

É com a manteiga finalizada que são produzidos os saborosos chocolates.

Já na área cosmética, algumas empresas retiram da manteiga de cacau a sua cor e aroma característicos da sua fruta.

Caso você ainda não saiba, a manteiga de cacau é responsável pela gordura saudável na produção do do chocolate, mesmo no caso do chocolate amargo que é o mais saudável.

A verdadeira manteiga de cacau é comestível e versátil, podendo ser usada em vários setores, como o cosmético e no tratamento medicinal.

É uma gordura saudável assim como o óleo de coco, então faz bem incluí-la na sua alimentação.

Ela é considerada uma gordura saturada, ou seja, que mantém os seus nutrientes e a sua composição química mesmo quando aquecida e usada na culinária (1,2).

A  gordura saturada ainda possui um outro grande benefício, que está em cuidar da saúde da pele, prevenindo o ressecamento.

1-Saúde da Pele

Ela é perfeita para tratar e prevenir a pele devido ao ressecamento, pode ser usada para prevenir e tratar o ressecamento, eczema e a dermatite.

Pode ser usada como hidratante para peles sensíveis, e o melhor de tudo é que por ser comestível, a manteiga de cacau pode tratar a sua pele de dentro para fora.

Os seus benefícios duram por um longo período na pele.

Você ainda pode unir os benefícios do óleo de coco com a manteiga de cacau.

2-Saúde dos Lábios

Ela é considerada um bálsamo caseiro para os lábios, devido ao seu processo de hidratação, podendo ser misturado a essências naturais como baunilha e hortelã-pimenta.

A manteiga de cacau também é emoliente, criando uma camada protetora na pele dos lábios contra baixas temperaturas e ressecamento causado pelo sol.

3-Auxilia na Saúde Cardíaca

O mito de que as gorduras saturadas foi quebrada, depois de pesquisadores descobrirem que quando elas provém de plantas são ótimas para ajudar a reduzir as doenças cardiovasculares.

O antioxidante polifenóis presente na manteiga de cacau auxiliam em reduzir os riscos de inflamação presente na aterosclerose, que é o endurecimento das artérias.

Por isso ele é considerado um alimento anti-inflamatório.

Possivelmente também auxilia no metabolismo lipídico. Mas claro, o pó de cacau possui mais polifenóis que a manteiga.

4-Aumenta a Imunidade

Devido a presença de antioxidantes importantes como o polifenóis e os flavonóides; a manteiga de cacau possui uma grande vantagem para proteger o seu organismo contra o envelhecimento precoce.

Os polifenóis ainda auxiliam na melhoria da elasticidade da pele, produção de colágeno e tonificação.

Combatem inflamações, danos ao DNA e contra as mutações celulares, que são as causadoras de doenças como as cardiovasculares, câncer e doenças autoimunes (2)

O seu consumo ainda pode ajudar a equilibrar os hormônios e melhorar a saúde cerebral.

É uma grande ajuda para cuidar do sistema imunológico.

Entre os outros benefícios e usos para a manteiga de cacau estão:

Culinária

Você pode obter os benefícios da manteiga de cacau através da culinária. Aproveite para fabricar o seu chocolate caseiro e super saudável, através da manteiga de cacau, com açúcar de coco e cacau em pó.

A manteiga de cacau verdadeira ainda pode substituir a manteiga convencional e produtos lácteos, ela pode ser considerada tão versátil quanto o óleo de coco.

Para ter certeza de que está adquirindo a verdadeira manteiga de cacau, leia sempre os rótulos e verifique a sua coloração.

Ela não possui a coloração amarelada, e sim mais clara.

Então aproveite para adicioná-la a sua alimentação e adquirir todas essas maravilhas.

Utilize a variedade de alimentos naturais que estão disponíveis, ao invés de gastar dinheiro com alimentos que prejudicam a sua saúde e não possuem nutrientes.

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11 Benefícios da Páprica Para a Saúde https://drjulianopimentel.com.br/beneficios-da-paprica-para-saude/ https://drjulianopimentel.com.br/beneficios-da-paprica-para-saude/#respond Sat, 28 Apr 2018 13:25:38 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=4499 A páprica é um tempero à base de pimenta que ajuda seu corpo a evitar doenças. Recentemente foi descoberto diversos benefícios da páprica para a saúde.

Entre os benefícios da páprica estão: o combate à inflamação e doenças em geral, mas também pode auxiliar na prevenir e combater doenças autoimunes e certos tipos de câncer.

Conheça agora os benefícios da páprica.

Não deixe de ler e compartilhar.

Benefícios da Páprica

Benefícios da Páprica: Auxilia na Saúde do coração. Imagem: (Divulgação)

A páprica é uma especiaria feita a partir de variedades de pimentas da família Capsicum annuum. Este grupo de pimentas inclui o pimentão doce, uma fonte de páprica extremamente comum, bem como versões da pimenta caiena.

Devido à diversidade desse alimento, a nutrição da páprica pode ser diversificada. Em geral, as variedades que possuem a cor vermelha, em particular, têm uma enorme quantidade de vitamina A.

Em segundo lugar, a páprica feita dos pimentões mais apimentados (mais frequentemente o pimentão) incluem um ingrediente importante, a capsaicina.

Este nutriente é o que dá às pimentas o seu sabor apimentado, e quando se trata de saúde, a capsaicina é uma parte fundamental da capacidade da páprica em prevenir doenças.

Uma porção de páprica (uma colher de sopa) contém (10):

  • Proteína;
  • Gordura;
  • Fibra;
  • Vitamina A;
  • Vitamina B6;
  • Vitamina E;
  • Ferro;
  • Vitamina C;
  • Vitamina K;
  • Riboflavina;
  • Niacina;
  • Potássio.

Confira quais são os principais benefícios da páprica:

1. Rica em antioxidantes

 Talvez a qualidade mais impressionante de páprica, é a quantidade de poder antioxidante que ela contém, rica em vitamina A.

Pimentas e temperos feitos a partir de pimenta têm propriedades que combatem doenças, devido em grande parte à sua capacidade de combater o estresse oxidativo (1).

Existem muitos antioxidantes na páprica, incluindo carotenóides (2).

Os carotenóides são um tipo de pigmento encontrado em muitas plantas que servem ao corpo como antioxidantes, prevenindo danos causados pelo estresse oxidativo (causado por uma superabundância de radicais livres no corpo).

Estes são nutrientes solúveis em gordura, o que significa que eles são absorvidos melhor quando consumidos ao lado de uma fonte de gordura saudável, como abacate.

Os carotenóides comumente encontrados na páprica são betacaroteno, beta-criptoxantina e luteína/ zeaxantina.

Betacaroteno é conhecido por sua capacidade de servir na prevenção e redução do risco de doenças cardíacas e câncer.

O benefício mais conhecido da beta-criptoxantina é a capacidade de diminuir a inflamação em doenças como a artrite (3).

E, claro, a luteína e a zeaxantina são conhecidas por seus papéis na saúde dos olhos, ajudando a combater moléculas que são conhecidas por causar danos que levam a condições como degeneração macular.

2. Auxilia no Tratamento de Condições Autoimunes

Um estudo inovador realizado em 2016 descobriu que capsaicina, um ingrediente presente na páprica pode ter poder incrível contra condições auto-imunes.

Estas doenças frequentemente debilitantes, derivam do sistema imunológico atacando o corpo do hospedeiro. Os sintomas de doenças autoimunes afetam cérebro, pele, boca, pulmões, seio, tireoide, articulações, músculos, supra-renais e funções do trato gastrointestinal.

No entanto, embora os distúrbios autoimunes não sejam curáveis, este estudo de 2016 descobriu que a capsaicina estimula reações biológicas consistentes com o tratamento da doença autoimune (4).

A vitamina A presente, ajuda o corpo a combater doenças crônicas, além de aumentar a imunidade.

3. Pode ajudar a tratar e prevenir o câncer

A capsaicina encontrada na páprica pode ajudar no tratamento e prevenção do câncer.

Operando em vários mecanismos diferentes, a capsaicina parece ser responsável por alterar as vias de sinalização que limitam o crescimento do câncer, e até mesmo suprimir os genes que aumentam o tamanho de tumores (5).

Em particular, um benefício da páprica pode ser a sua capacidade de proteger contra o câncer gástrico (6, 7).

4. Diabetes

Como muitos alimentos ricos em nutrientes e especiarias, a páprica tem potencial para regular os níveis de açúcar no sangue e ajudar no tratamento da diabetes.

Quando os pacientes com diabetes consomem páprica contendo capsaicina, eles melhoram o processo de digestão e o processamento de açúcares no sangue (8).

5. Saúde Ocular

Devido à grande quantidade de antioxidantes presentes neste tempero, como a vitamina A, luteína e zeaxantina, já está claro que páprica ajuda a prevenir doenças que prejudicam os olhos.

A existência de vitamina B6 também ajuda a manter seus olhos saudáveis; ela pode retardar a degeneração macular e outras doenças relacionadas aos olhos, especialmente quando consumidos com grandes quantidades de folato.

6. Saúde do coração

Um dos importantes benefícios da páprica para a saúde, inclui a saúde do coração. A páprica ajuda a manter seu coração e sistema cardiovascular em boa forma.

A vitamina B6 ajuda a baixar a pressão arterial elevada e tratar os vasos sanguíneos danificados. 

Uma pesquisa descobriu que a capsantina presente na páprica causou um aumento de colesterol HDL bom, que mantém seu sistema cardiovascular funcionando bem (9).

7-Pressão Arterial

Ela pode ajudar a diminuir a pressão arterial, devido à presença da capsaicina que relaxa os vasos sanguíneos.

8-Saúde da pele

Ela pode auxiliar na redução de marcas de expressão, manchas devido à idade, e isso acontece devido à presença de vitaminas, betacaroteno e de ferro. A vitamina A previne o surgimento de rugas, flacidez e melhora a aparência da pele.

9- Digestão

Por ser um estimulante ele auxilia na boa digestão, normaliza a acidez estomacal e ajuda a aumentar a produção de saliva. Pode ser usado para aliviar a indigestão.

10- Anemia

Essa especiaria é rica em vitamina C, o que beneficia a absorção de ferro no organismo.

Consumir com regularidade pode prevenir o aparecimento da anemia, pois o ferro está envolvido na produção de glóbulos vermelhos.

Ela também ajuda na produção de hemoglobina no sangue, que é a responsável pelo transporte de oxigênio através da corrente sanguínea.

11- Saúde Capilar

A vitamina B6 que fortalece a melanina dos fios capilares, mantendo a pigmentação deles, além de prevenir a perda de cabelo.

O ferro presente na especiaria ainda promove a oxigenação para os folículos pilosos, e isso ajuda a manter a saúde dos fios.

Como usar a Páprica?

Como a páprica é uma especiaria, ele deve ser usada em quantidades adequadas para não sobrecarregar as papilas gustativas. 

Você pode usá-la para temperar saladas e carnes, ou até mesmo para engrossar molhos, o importante é aproveitar todos os benefícios da páprica para a sua saúde.

Precauções 

Há pouquíssimas reações alérgicas registradas em relação à páprica, mas como acontece com qualquer alimento, as alergias são um risco potencial (11).

Por isso, tome cuidado e procure imediatamente o seu médico se notar algum sintoma de alergia, como inchaço da boca ou dos lábios ou dermatite de contacto nas mãos depois de comer e tratar esta especiaria.

De qualquer forma, os benefícios da páprica para quem não sofre de alergia, são impressionantes; vale a pena incluir essa especiaria em sua alimentação.

E se o seu objetivo é melhorar a saúde com a alimentação, esse é o momento!

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Quais São os Benefícios da Uva Para a Saúde? https://drjulianopimentel.com.br/beneficios-uva-para-saude/ https://drjulianopimentel.com.br/beneficios-uva-para-saude/#respond Thu, 05 Apr 2018 15:17:10 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=6303 A uva é uma fruta rica em benefícios importantes para a saúde, como: estímulo da longevidade, redução da obesidade e prevenção contra a diabetes e o câncer. Ela faz parte da família da baga; semelhante aos mirtilos, as uvas são muitas vezes cobertas por uma floração protetora e esbranquiçada.

Eles crescem em videiras (Vitis vinifera) e pertencem à família Vitaceae, e são amplamente utilizadas para o cultivo de frutas, sumos, geleias e vinhos.

Veja agora quais são os benefícios da uva para a sua saúde.

Não deixe de ler e compartilhar.

Uva e os Benefícios

Benefícios da Uva Para a Saúde

Uva e os Incríveis Benefícios Nutricionais. Imagem: (Divulgação)

Com todas as conversas sobre o açúcar nos dias de hoje, muitos têm preocupações sobre as calorias e os carboidratos encontrados nas uvas; mas os benefícios da nutrição superam essas preocupações quando a fruta é consumida com moderação.

1. Longevidade

Uva e a Longevidade. Imagem: (Divulgação)

A uva clássica é rica em fitonutrientes.

O resveratrol, encontrado principalmente na pele da uva, mas também encontrado em sementes e na polpa, ajuda a aumentar a expressão de três genes relacionados à longevidade.

Estudos indicam que o conteúdo de resveratrol varia significativamente com o fundo genético, mas geralmente, os totais do resveratrol são mais baixos nas folhas que nas peles dessa fruta.

A pele é responsável por uma grande quantidade de benefícios nutricionais de uvas, particularmente em estimular a longevidade (1).

2. Reduz Diabetes tipo 2

Uva: Previne a Diabetes tipo 2. Imagem: (Divulgação)

Evidências científicas sugerem que os polifenóis podem reduzir a síndrome metabólica, e prevenir o desenvolvimento de obesidade e diabetes tipo 2, atuando como moduladores multialvos com antioxidantes e efeitos anti-inflamatórios.

Essa fruta possui um baixo nível de índice glicêmico (IG), com valores de ID variando entre 43-53 (2).

No entanto, ter um baixo valor de índice glicêmico não é necessariamente o mesmo que ter benefícios para o açúcar no sangue.

Estudos recentes mostraram que os sumos da fruta e os extratos, podem oferecer um melhor equilíbrio do açúcar no sangue, regular a insulina e aumentar a sensibilidade à insulina.

3. Poder Antioxidante

Os flavonóides, encontrados nas uvas, são antioxidantes importantes que ajudam a reduzir o estresse oxidativo.

Eles podem gerar grandes quantidades de ácidos fenólicos simples, que têm efeitos significativos na eliminação de radicais livres e na melhoria da ação de outros antioxidantes.

A semente e a pele da fruta contêm a mais rica concentração de antioxidantes, que também ajuda a manter o intestino saudável; proporcionando efeitos benéficos no controle da perda de peso.

4. Ação Anti-inflamatória

Os polifenóis nutricionais de uvas demonstraram diminuir a inflamação crônica.

Como compostos naturais, os flavonóides de uva e as proantocianidinas podem direcionar múltiplos caminhos para superar a inflamação crônica e podem ser mais eficazes do que os fármacos anti-inflamatórios sintéticos.

Esses compostos também produzem alguns dos melhores alimentos antiinflamatórios ao redor (3)

E, reduzem as chances de doenças, como câncer, doença de Alzheimer, doenças neurodegenerativas, doenças cardiovasculares, diabetes, artrite, doenças autoimunes e pulmonares.

5 –Protege o Sistema Cardiovascular

A lista de benefícios cardiovasculares fornecidos pelas uvas é bastante surpreendente.

Vários estudos apontam que o consumo de produtos de uva pode ter efeitos benéficos no sistema cardiovascular; aumentando a função endotelial, diminuindo a oxidação do LDL, melhorando a função vascular, alterando os lipídios no sangue e modulando o processo inflamatório.

O consumo de extrato de uva rico em resveratrol, poderia fornecer benefícios de proteção vascular em pacientes com doença arterial coronariana, quando comparado à ação de um extrato de uva convencional ou um placebo (4).

6 – Previne o Câncer

Outra área de benefício especial do consumo de uva é a prevenção do câncer.

O rico suprimento de nutrientes antioxidantes e anti-inflamatórios, podem ajudar a evitar a combinação perigosa de estresse oxidativo crônico e inflamação crônica; tornando este fruto um tremendo alimento para combater câncer.

A fibra é muito necessária para um cólon saudável, e as uvas nos fornecem aproximadamente 1 grama de fibra em cada 60 calorias.

Esta combinação de fibra antioxidante, pode ser uma das razões pelas quais a prevenção do câncer de cólon, se tornou mais prevalente na pesquisa de saúde em uvas.

Um estudo realizado pelo Departamento de Ciências da Saúde da Universidade de Milão e no Hospital San Paolo na Itália, descobriram que os extratos naturais de uva regulam a malignidade das células do câncer de cólon (5,6).

O extrato de pele de uva possui resultados quimioterapêuticos positivos, também contra o câncer de mama.

7. Melhoria na Função Cerebral

Estudos apontam que o consumo de produtos de uva ricos em flavonóides, pode beneficiara função cerebral e o sistema nervoso central.

Os flavonóides, especificamente as antocianinas; podem prevenir processos neurodegenerativos tanto pela inibição da neuro-inflamação como pela redução do estresse oxidativo.

8. Benefícios antimicrobianos

Os fitonutrientes possuem ação antimicrobiana.

Embora seja necessário realizar mais estudos, os pesquisadores acreditam que o consumo de uvas pode ajudar a prevenir problemas relacionados a bactérias, como as doenças transmitidas por alimentos (7).

O suco de uva, a pele e os extratos de semente das uvas de mesa revelaram um forte efeito inibitório contra o crescimento de algumas bactérias.

Os extratos de vinho vermelho e branco sem álcool, possuem ações antimicóticas moderadas em Candida albicans. Esta atividade antifúngica de produtos de uva os tornou atraentes para aplicações comerciais, como produtos para o cuidado da pele.

Inclua esse excelente alimento em suas refeições e receba os seus incríveis benefícios. A alimentação de verdade faz toda a diferença na sua vida.

E pensando em ajudar pessoas como você que desejam melhorar a saúde e prevenir doenças, através da reeducação alimentar, eu trago uma ótima notícia!

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Alimentos Que Desaceleram o Metabolismo https://drjulianopimentel.com.br/alimentos-que-desaceleram-o-metabolismo/ https://drjulianopimentel.com.br/alimentos-que-desaceleram-o-metabolismo/#respond Sat, 10 Mar 2018 13:35:17 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=7421 Os alimentos que aceleram o metabolismo contribuem para o emagrecimento e o bom desempenho físico, além de melhorar outros aspectos da saúde.

Contudo, pouco ainda foi comentado sobre os alimentos que desaceleram o metabolismo. Por isso é essencial prestar atenção aos tipos de comida que você consome.

Não há nada pior do que iniciar um programa de exercícios para queimar gordura, fazer algumas mudanças na alimentação, mas ainda não ver os resultados desejados. Isso aumenta a frustração e pode desanimar quem precisa perder peso

Existem alimentos que prejudicam o desempenho do metabolismo, e com isso trazem problemas para a saúde, inclusive para a perda de gordura, pois o seu organismo trabalha de forma mais lenta. 

Nesse artigo apresentarei os alimentos que desaceleram o metabolismo, e aumentam as chances do desenvolvimento de doenças e debilitam o organismo.

Não deixe de ler e compartilhar!

Alimentos que Desaceleram o Metabolismo

Alimentos Que Desaceleram o Metabolismo: Glúten. Imagem: (Divulgação)

Os alimentos que causam estragos no seu metabolismo são comuns e fazem parte da dieta de muitas pessoas. Abaixo, cito os principais alimentos que diminuem a queima de calorias.

1- Grãos Refinados

Os grãos refinados possuem uma grande quantidade de calorias vazias; produtos como pães, bolos, biscoitos, tortas e outros alimentos preparados com esse tipo de produto alimentício aumentam as chances de obesidade, doenças cardiovasculares.

Esses alimentos ainda podem conter açúcar refinado, sódio, glúten, amido de milho, conservantes sintéticos e ácido fítico, que prejudicam o organismo e desaceleram o metabolismo.

 O glúten presente na farinha branca e em alimentos integrais, causa inflamação intestinal, aumenta as chances de desenvolvimento de doenças autoimunes, além de outros problemas. 

O amido pode aumentar aumentar os níveis de açúcar no sangue, pois o seu organismo transforma o carboidrato presente nele em açúcar de forma muito rápida. O ácido fítico impede o organismo de absorver os nutrientes.

A farinha branca tem pouca ou nenhuma fibra; a falta de fibras na alimentação desacelera o metabolismo, prejudica o movimento saudável intestinal, entre outros malefícios.

Por isso, é aconselhável evitar os alimentos que desaceleram o metabolismo.

Invista em alimentos ricos em fibras, que aumentam o metabolismo devido ao trabalho extra necessário para tentar quebrar a fibra indigestível, além de beneficiar o organismo em diversos aspectos (1).

2- Óleo vegetal processado

Óleos vegetais processados como o óleo de canola, óleo de soja ou o óleo de girassol possuem um processo de refinamento, e podem conter produtos prejudiciais para a saúde, como o solvente.

Além disso eles contém ômega-6 que em excesso no organismo acelera o processo de oxidação das células, aumentando as chances de problemas inflamatórios. 

Os óleos ​vegetais processados, também podem interferir na regulação do apetite, seu humor, produção hormonal e digestão, o que pode desacelerar o metabolismo (2).

3-Refrigerante

Refrigerantes desaceleram seu metabolismo. Imagem: (Divulgação)

Não é segredo que o refrigerante seja um ingrediente que você deve manter longe – consumir pode causar algo chamado “síndrome metabólica“, essencialmente um grupo de fatores de risco para diabetes, doença cardíaca e acidente vascular cerebral.

O xarope de milho rico em frutose, encontrado no refrigerante, pode levar à obesidade por causa de seus efeitos negativos sobre o metabolismo.

Eles ainda contém adoçantes artificiais, que igualmente prejudicam a saúde.

4- Salgadinhos

Alimentos que Desaceleram o Metabolismo. Imagem: (Foto: James Marçal)

Eles são fritos em óleo vegetal processado, incluindo óleos de cártamo ou de girassol, que como eu mencionei neste artigo, prejudicam a saúde e o metabolismo.  

Eles também podem conter amidos, glúten e carboidratos vazios, além de sódio em excesso e açúcar refinado.

E, dependendo do tipo, esses alimentos ultra processados ​​também podem conter óleos hidrogenados, que estão ligados a inúmeros problemas de saúde, inclusive a obesidade.

Se você quiser começar a acelerar seu metabolismo, remova fontes vazias de calorias e ômega-6 em excesso, da sua alimentação (3).

5- Granola

As marcas populares de granola de hoje têm muitas questões, sobretudo devido ao alto teor de açúcar, calorias e grãos processados.

Uma dose mesquinha de 1/2 xícara de granola pode conter mais de 250 calorias, e é improvável que você sinta saciedade ao consumi-la.

A combinação de glúten, ácido fítico e mel processado é o que torna esse tipo de alimento, um atraso e perigo para o emagrecimento e a boa saúde (4).

6- Adoçantes artificiais

Adoçantes desaceleram o metabolismo: Adoçantes Artificias. Imagem: (Divulgação)

Os adoçantes artificiais são alimentos que desaceleram o metabolismo; entre eles estão: edulcorantes artificiais, aspartame e sucralose, são prejudiciais para qualquer organismo.

O consumo desses produtos artificiais aumentam a quantidade de radicais livres no organismo que acelera o envelhecimento, aumentam os processos oxidativos cerebrais, o apetite, e a vontade de comer mais carboidratos, além de trazerem outros problemas de saúde (5).

Dicas Para Acelerar o Metabolismo

Além de substituir os alimentos que desaceleram o metabolismo, é preciso evitar algumas coisas.

Como:

– Dormir pouco;

– Sedentarismo;

Baixo índice de cálcio;

– Desidratação.

Os grupos de alimentos descrito alteram negativamente seu metabolismo em parte, causando problemas como:

Ganho de peso;

– Disfunção da tireoide;

– Fadiga ou fraqueza muscular;

Desequilíbrios hormonais;

– Distúrbio digestivo e alterações intestinais microbianas;

– Flutuações do açúcar no sangue;

– Aumentos no apetite, consumo excessivo de calorias e desejo por açúcar.

Substitua esses alimentos por alimentos que aceleram o metabolismo e garanta sucesso no seu plano de emagrecimento, e da manutenção da boa saúde.

Mas consumir de vez em quando alguns alimentos naturais, não é bastante para garantir a boa saúde, acelerar o metabolismo e prevenir doenças.

Abraços e fique com Deus!

Dr. Juliano Pimentel 

BA
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Chips de Couve: Snack Saudável e Prático https://drjulianopimentel.com.br/chips-de-couve-saudavel/ https://drjulianopimentel.com.br/chips-de-couve-saudavel/#respond Wed, 28 Feb 2018 18:00:20 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=3312 Ao invés de comprar os salgadinhos de mercado, repletos de ingredientes que não são saudáveis, experimente esta receita de chips de couve.

Este chips é uma opção de snack saudável, que irá te ajudar a não meter o “pé na jaca” quando bater aquela vontade de comer besteira. Comer de verdade é um compromisso que você assume com a sua saúde.

É uma receita super simples de fazer e saborosa.

Não deixe de experimentar e compartilhar.

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Chips de Couve

INGREDIENTES

  •         1 punhado de couve;
  •         1 xícara de sementes de girassol (deixar de molho por pelo menos 8 horas);
  •         1/2 colher de chá de azeite de oliva;
  •         Suco de 1 limão;
  •         1 colher (de sopa) de vinagre de maçã;
  •         1 pitada de sal;
  •         1 pitada de pimenta.

MODO DE PREPARO

Pré – aqueça o forno a aproximadamente 180º C.

Em um liquidificador, processe todos os ingredientes menos a couve. Deixe descansar.

Retire os talos da couve e corte em pedaços pequenos. Coloque-os em uma tigela.

Despeje a mistura sobre a couve e misture cuidadosamente até que todas as folhas estejam cobertas com a mistura.

Transfira para uma travessa e leve ao forno. Após 10 minutos, vire as folhas. Deixe assar até ficar crocante, por cerca de 20 minutos. Tome cuidado para que as couves não passem do ponto e queimem.

Sirva.

Benefícios da Couve

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Chips de Couve: Rica em nutrientes. Imagem: (Divulgação)

A Couve é saborosa e nutritiva.

Rica em Vitamina A, vitamina B1, vitamina B2, vitamina B3, vitamina B5, Vitamina C e vitamina K. A Couve ainda é uma excelente fonte de Cálcio, cloro, enxofre, ferro, fósforo, magnésio, silício e sódio.

Além de tudo, ela é fácil de digerir, possui baixíssima quantidade de sódio e pouquíssimas calorias.

Uma xícara de couve contém cerca de 20% da RDA de fibra dietética, que promove a digestão regular, previne a constipação, reduz o açúcar no sangue e promove saciedade.

Ela também contém isotiocianato de glucosinolatos (ITC) que combate a formação de H. pylori (Helicobacter pylori), um crescimento de bactérias no estômago que pode levar ao câncer gástrico.

Mas os benefícios não param por aí…

A couve tem efeito antiinflamatório, pois possui ômega-3 ácidos graxos, que ajudam a regular o processo inflamatório do organismo. A sua dose de Vitamina K ajuda ainda mais a combater os problemas inflamatórios do organismo, tais como artrite, doenças autoimunes e asma.

Quando você coloca essa verdura no prato, também se serve de uma variedade incrível de vitaminas e minerais que, combinados aos fitoquímicos, favorece a absorção dos outros nutrientes da refeição, especialmente do cálcio.

Você manteve a sua alimentação de verdade durante o período de festas de fim de ano?

Se não, ainda dá tempo de mudar de vida!

Faça o DownloadAproveite os benefícios da couve e dos outros ingredientes da receita de chips de couve.

Escolha emagrecer com saúde e aumentar a sua qualidade de vida; aprenda a comer comida de verdade e opte por carnes, legumes, frutas e gorduras saudáveis.

E para desintoxicar o organismo, osucos detox estão aí para te ajudar.

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Abraços e fique com Deus!

Dr. Juliano Pimentel.

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Língua Branca: Saiba O que é, as Causas e Tratamentos https://drjulianopimentel.com.br/lingua-branca-causas-e-tratamentos/ https://drjulianopimentel.com.br/lingua-branca-causas-e-tratamentos/#respond Tue, 02 Jan 2018 13:20:21 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=4215 Você observa a sua boca no espelho e percebe que está com a língua branca? Saiba que esse pode ser um sinal de alerta para um possível problema de saúde, como afta, má higiene bucal ou outros problemas mais sérios de saúde.

A língua é um músculo forte e importante, que nos permite falar, saborear a comida e engolir. Além disso, a língua desempenha um papel importante na determinação e tratamento das condições de saúde. Alguns tratamentos simples ajudam a melhorar os sinais da língua branca, do mau hálito e melhorar a saúde bucal.

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O que é Língua Branca?

A língua quando está saudável apresentam uma coloração rosada coberta com papilas; pequenos nódulos que estão na superfície da língua e têm uma textura áspera.

Quando sua língua aparece branca, isso significa que restos de alimentos, bactérias e células mortas foram alojados entre papilas inflamadas (1).

A língua branca é geralmente inofensiva e temporária, mas também pode ser uma indicação de uma infecção ou algumas condições graves de saúde. As suas causas mais comuns são:

  • Desidratação;
  • Má higiene bucal;
  • Doença ou infecção;
  • Boca seca;
  • Febre;
  • Reação a certos medicamentos, incluindo antibióticos ou esteroides;
  • Candidíase oral;
  • Tabagismo;
  • Uso de álcool;
  • Alimentos picantes;
  • Cardiopatia congênita em adultos.

A causa mais comum de língua branca é a desidratação ou boca seca, que torna o músculo um terreno fértil para bactérias. Na verdade, se você não escovar a língua e os dentes com diligência pelo menos duas vezes por dia, você aumenta o risco de desenvolver a língua branca.

Língua branca é muitas vezes causada por um super crescimento de cândida, um fungo que provoca infecções fúngicas ou aftas.

Na verdade, é perfeitamente normal que o fungo da cândida viva em sua boca, mas quando ele se acumula, pode se espalhar para o teto da boca, gengivas, língua, amígdalas e parte de trás da garganta – causando a língua branca, lesões brancas, vermelhidão e até mesmo sangramento bucal (2).

Além da língua branca, outros sintomas da cândida incluem fadiga crônica, infecções fúngicas na pele e unhas, além de esquecimento.

Caso os sintomas não melhorem após o uso de tratamentos antifúngicos, pode ser um indício para um problema mais sério de saúde. Língua branca acompanhada de dores de garganta podem ser sintomas de garganta estreptocócica.

Outras causas podem envolver: infecções bacterianas, como a sífilis ou doença periodontal, ou até mesmo doenças autoimunes.

HIV/AIDs, leucoplasia (quando as células na boca crescem excessivamente) e língua geográfica (manchas avermelhadas na língua) são outras condições que podem causar língua branca ou manchas brancas na língua e requerem atenção médica (3).

Pesquisas publicadas na BMC Complementar e Medicina Alternativa sugerem que o revestimento da língua é causado por processos do baço e estômago, e o revestimento da língua muda rapidamente e obviamente no desenvolvimento de gastrite crônica ou inflamação do estômago (4).

Também pode ser sinal de um sistema digestivo sobrecarregado, causado por um desequilíbrio de boas bactérias no intestino, deficiências nutricionais e estresse.

Fique atento aos sintomas e procure orientação médica.

 

Tratamentos naturais para língua Branca

Óleo de Coco

Confira quais são os principais tratamentos naturais para a língua branca:

  1. Probióticos

Um desequilíbrio das bactérias saudáveis em seu intestino pode levar a candidíase oral e um revestimento branco da língua. Comer alimentos probióticos ajuda a equilibrar as bactérias em seu intestino e tratar as condições de saúde que estão relacionados com a candida.

Vários estudos sugerem que os probióticos podem ser benéficos para fins de saúde bucal porque inibem a adesão de micróbios indesejados. Bactérias probióticas parecem afetar a microbiota oral e respostas imunes, que ajudam a prevenir a inflamação da língua e o crescimento de bactérias nela (5).

  1. Óleo de coco

O óleo de coco é uma das melhores maneiras de remover as bactérias da boca.

As pesquisas mostram que o óleo pode ser usado como um remédio eficaz na manutenção e melhoria da saúde bucal. Ele mostrou ser tão eficaz quando usado em bochechos ou na alimentação para melhorar o mau hálito, e reduzir os microorganismos que podem causar o acúmulo de bactérias na boca e língua branca (6, 7).

  1. Alho

A atividade antifúngica do alho faz com que ele seja um tratamento natural eficaz para a língua branca. Pesquisas mostram que a alicina, um dos compostos ativos no alho, possuem efeitos anti-cândidos (8).

  1. Higiene Bucal

Uma das coisas mais importantes que você pode fazer para prevenir e tratar a língua branca é manter a higiene bucal adequada. Certifique-se de escovar os dentes e gengivas pelo menos duas vezes por dia, incluindo após as refeições (12). Usar fio dental e enxaguante bucal. Visite o dentista regularmente.

Precauções para a língua branca

Caso a sua língua continue branca, fale com o seu médico para descobrir as possíveis causas do problema. 

Na maioria dos casos, essa condição bucal é inofensiva e pode ser tratada com higiene bucal e remédios naturais, mas às vezes é causada por uma condição mais grave que deve ser tratada por um profissional.

Quando sua língua fica branca, isso significa que os restos de alimentos, bactérias e células mortas foram alojados entre as papilas inflamadas.

A língua branca é geralmente inofensiva e temporária. É mais comumente causada por má higiene oral ou sobrecrescimento de cândida, mas também pode ser uma indicação de uma infecção ou outras condições graves.

Por isso, invista em uma alimentação rica em nutrientes, consuma probióticos, óleo de coco e alho, sempre se atentando também para a higiene bucal. Caso os sintomas persistam, procure orientação médica.

A alimentação adequada vai ajudar a prevenir a língua branca, e também prevenir outros tipos de doenças, aumentar a disposição, bem-estar e cuidar do seu corpo de dentro para fora.

Mas mesmo que você consuma de vez em quando alguns alimentos naturais, isso não é bastante. Se você costuma comer alimentos industrializados e processados, está à um passo ver a sua saúde minguar aos poucos.

Esse é o momento de transformar a sua saúde de forma efetiva!

Por isso eu trago a revolução da saúde, um projeto que pretende mudar a cara da alimentação e da saúde de todos!

Você, os seus filhos e toda a família merecem uma transformação na saúde que realmente seja eficaz, cuidando do corpo de dentro para fora!

Abraços e fique com Deus!

Dr. Juliano Pimentel.

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