No entanto, os chás têm tantos benefícios que deveriam ser consumidos todos os dias. E vou explicar porque!
Leia, comente e compartilhe com suas amigas para que elas também consumam chá dirimente.
Cada erva tem uma função na natureza e ativa nosso corpo de uma determinada maneira, assim também funcionam os chás.
De modo geral o que precisamos pensar é o seguinte: Quais são as principais funções do nosso corpo que precisam funcionar perfeitamente todos os dias?
De fato, nosso corpo precisa estar em pleno funcionamento, certo? Porém, só conseguimos esse resultado se nosso sistema digestivo estiver 100%.
Sendo assim, vamos considerar chás que ativam e impulsionam nosso sistema digestório a funcionar com total eficiência.
Quando nosso fígado e nosso intestino estão trabalhando direitinho, a retenção de líquidos diminui, o desânimo e a falta de energia diminuem, dores de cabeça diminuem. Além disso, a urina e as fezes se mantém saudáveis.
E não é só isso:
E mesmo com todos esse benefícios muitas pessoas não bebem chá!
Confira alguns mitos sobre chá!
O chá verde contém catequinas como EGCG que podem ajudar a impulsionar o sistema digestivo. Estas catequinas oferecem propriedades anti-inflamatórias que ajudam a diminuir a inflamação no estômago, reduzindo as cãibras no estômago. Além disso, as Catequinas como EGCG também podem ajudar a tratar casos de colite – um distúrbio causado por inflamação que afeta a digestão normal (1).
Beber chá verde também é ótimo pois é uma ajuda para perda de peso. Pode ser encontrado em bebidas dietéticas e também é vendido como um suplemento dietético. As catequinas e os antioxidantes do chá verde ajudam a aumentar o metabolismo para se decompor mais rapidamente com mais eficácia. Beba algumas xícaras de chá verde para aumentar a digestão geral.
Chá de raiz de gengibre tem sido muito utilizado para tratar doenças digestivas, incluindo náuseas. O sabor picante do gengibre estimula a produção de sucos gástricos e enzimas digestivas que ajudam a quebrar os alimentos.
Como resultado, beber chá de gengibre pode ajudar a acelerar o metabolismo e aliviar os sintomas digestivos, como inchaço e cãibras no estômago (2).
O benefício de saúde para digestão mais poderoso do gengibre é sua capacidade de minimizar os sintomas de náusea. Além disso, dezenas de estudos mostraram que o gengibre ajuda a inibir a sensação de náusea dentro de uma a seis horas.
Os estudos foram realizados em mulheres grávidas com enjoo matinal, pacientes com quimioterapia e em condições em que as pessoas ficam enjoadas e enjoadas (3).
O chá de hortelã-pimenta é um ingrediente popular nos remédios de ervas para o tratamento da dor. O aroma e o sabor fresco do formigamento podem ajudar a aliviar a dor de estômago, diminuindo a inflamação.
Este chá é particularmente eficaz no tratamento de dores de estômago causadas por dores de estômago, inchaço e excesso de gases. Isso porque contém mentol e mentona, que ajudam a reduzir a inflamação e acalmar o revestimento do estômago e intestinos (4). O beber chá de hortelã-pimenta também é bom devido suas propriedades antibacterianas, que ajudam a combater bactérias ruins que podem deixá-lo doente.
O chá de hortelã-pimenta também pode ajudar a aliviar os sintomas dolorosos da síndrome do intestino irritável (SII). Um estudo da Universidade de Adelaide descobriu que a hortelã-pimenta funciona diretamente nos canais de dor no cólon e no trato gastrointestinal. O chá de hortelã-pimenta funciona diretamente para reduzir a inflamação e desativa as fibras sensíveis à dor ( 5 ).
Este chá possui vários compostos saudáveis que podem melhorar a indigestão e que atuam como antioxidantes e podem proteger contra úlceras estomacais (6, 7, 8).
Um estudo realizado em camundongos com úlceras estomacais constatou que 3 dias de tratamento com chá preto curaram 78 a 81% das úlceras, suprimindo compostos e vias inflamatórias (9).
Outro estudo em ratos descobriu que o extrato de chá preto melhorou o esvaziamento gástrico retardado e a indigestão resultante causada por um medicamento (10).
Portanto, beber chá preto pode ajudar a melhorar a digestão e proteger contra úlceras, mas são necessárias mais pesquisas.
Para fazer chá preto, embeba um saquinho de chá preto em 1 xícara (250 ml) de água fervida por 5 a 10 minutos antes de beber. Você também pode usar folhas de chá preto soltas e coar o chá depois de macerar.
E agora que você já saber quanta vantagem você terá ao beber chá todos os dias, tenho um convite especial para você!
Dos dias 04 a 07 de julho, farei um evento ao vivo e gratuito contando exatamente o que a Carol, minha esposa, fez para eliminar 43kg e conquistar um corpo mais saudável.
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Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
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]]>Se você nunca ouviu esse termo: doenças do estilo de vida, peço que leia atentamente este artigo até o final. Você vai se surpreender com as alterações do seu dia a dia, que podem melhorar sua saúde como da água para o vinho.
Antes de seguir com o conteúdo, quero te fazer um convite para participar do meu grupo no Telegram. Lá você recebe pílulas diárias de saúde e fica por dentro das lives que eu faço diariamente.

Doenças do estilo de vida matam.
Doença do estilo de vida são doenças associadas à maneira como uma pessoa ou grupo de pessoas vive.
Nas últimas décadas, por exemplo, o estilo de vida das pessoas se tornou sedentário e suas dietas pouco saudáveis. Além disso, houve um aumento no uso de tabaco e no consumo abusivo de álcool.
Como resultado, esses fatores de risco contribuem significativamente para as crescentes doenças relacionadas ao estilo de vida, incluindo obesidade, hipertensão, diabetes, câncer, doenças pulmonares crônicas, doenças cardiovasculares e doenças de cólon.
Além desses dois pontos principais de má alimentação e sedentarismo, há ainda a complicação do uso de medicamentos exacerbados.
É preciso compreender que a única função dos remédios é remediar, ou seja, controlam você dentro dos sintomas.
Se você está com azia, por exemplo, um prazol será útil para amenizar o sintoma. No entanto, esse medicamento não vai te tirar desse ciclo de dores e incômodos que são provocados pelo seu estilo de vida.
De maneira geral, tirando os remédios antibióticos, os outros medicamentos não foram feitos para curar você.
Sendo assim, qualquer sintoma que você tenha, pode ser associado a doenças do estilo de vida, e é resolvendo a causa que os sintomas vão desaparecer.
Você já deve estar cansado de saber que precisa exercitar e comer de maneira saudável. Mas, então, porque você ainda faz tudo errado?
Sim, existe uma resposta para isso.
Nos últimos anos você se habituou ao estilo de vida que tem hoje. Foram anos e anos, “resolvendo” a ansiedade comendo doce, comemorando o dia de folga com cerveja, se preparando para o dia de trabalho com pãozinho e café com leite.
Perceba que são anos repetindo a mesma coisa e você acredita verdadeiramente que precisa de tudo isso para viver.
A verdade, porém, é que esses hábitos estão contribuindo para a formação das doenças do estilo de vida.
Sair desse ciclo não será do dia para noite, afinal, chegar onde está também foi demorado. No entanto, existem algumas técnicas que podem te ajudar a lidar melhor com essas situações.
Se você está acima do peso, tem diabetes, pressão alta, problemas na tireoide, azia, má digestão, intestino preso ou solto, gordura no fígado, problemas no coração e outras doenças “comuns”, saiba que nada disso será resolvido com medicamento.
Lembre-se que remédios servem para remediar, por isso, devem ser usados por um período e não pra sempre.
Um paralelo interessante do medicamento é pensar nele como uma muleta usada por uma pessoa recém operada. Ou seja, o paciente usa a muleta como apoio, enquanto faz fisioterapia e se sente pronto para andar sem o suporte.
O mesmo vale para o medicamento de hipertensão, diabetes, dores em geral, tireoides e outros. Devem ser usados para evitar complicações, mas enquanto isso, o indivíduo precisa fazer o necessário para não precisar desse suporte daqui algum tempo.
O paciente com doenças do estilo de vida precisa passar por um período de “fisioterapia” que são adaptações dos hábitos.
Os hábitos vão variar de acordo com a doença, no entanto existe uma base que todos devem seguir, que são alimentação, atividade física, suplementação, sono e emoções.

Alimentos de verdade para combater as doenças do estilo de vida
Os hábitos alimentares talvez seja o mais difícil, porém, é o mais necessário também. Porque a alimentação impacta muito também nos hábitos sociais.
Estamos acostumados a comer porque está triste, feliz, reunir família para comer. E está tudo bem, desde que você tenha consciência sobre o que está sendo consumido.
1 – Para começar, aumente o consumo de água, de dois a três litros diários.
2 – O segundo passo será aumentar o período de jejum no seu dia. Uma maneira simples de executar isso, é fazer a última refeição às 20:00 horas e a primeira refeição, por volta das 12:00 do dia seguinte.
Dessa maneira você consegue ficar 16 horas em jejum. Esse período será ótimo para seu corpo. Os primeiros dias serão mais difíceis, tente ficar o máximo de tempo que conseguir. E lembre-se que a primeira refeição do dia deve ser rica em gorduras boas.
Ou seja, prefira comer abacate, coco, ou adicione uma colher de óleo de coco no seu café.
3 – O terceiro passo será substituir os carboidratos simples por carboidratos complexos. E não estou falando sobre farinhas integrais, nada disso.
Crie o hábito de comer batatas, mandioca, inhame, quiabo. Além disso, acione também vegetais com menos carboidratos como abóbora, cenoura, beterraba.
O objetivo é tirar o macarrão, pães, salgados e outros alimentos farináceos. Durante esse período aposte em verduras, carnes, frutas e sementes.
O importante é fazer o mínimo de refeições o mais nutritivas possível. Conheça 5 opções de farinhas sem carboidrato.
Você precisa mexer seu corpo pelo menos 40 minutos por dia, escolha a atividade que você mais gosta, que dá mais prazer e se comprometa em fazer diariamente.
As vitaminas e os minerais são fundamentais para que seu corpo reaja da maneira necessária para promover saúde para você. Quando você faz essas alterações na alimentação, a suplementação vai melhorar seu humor, sua memória, a libido e as funções do corpo.
Se você já fez os dois primeiros passos já pode então comprar um suplemento. Eu desenvolvi a fórmula do PURE DETOX, um suplemento que vai desinflamar e detoxificar o organismo, promovendo o combate às doenças do estilo de vida e queima de gordura.
Dormir bem é essencial para combater as doenças do estilo de vida, por isso, adote táticas para melhorar a qualidade do sono. Leia este artigo sobre a higiene do sono.
Se você fizer os três primeiros passos e melhorar sua alimentação e ingestão de água, fazer atividade física e suplementar com o pure detox, quase que automaticamente você já terá uma qualidade do sono e emoções melhores.
Por fim, faça meditação, ioga, terapia, oração, melhore sua conexão com seu corpo, sua mente e seu espírito. Isso vai te ajudar a diminuir os níveis de ansiedade, estresse e preocupação.
Abraços e fique com Deus.
Dr. Juliano Pimentel
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]]>De acordo com uma pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde 2017, cerca de 775 milhões pessoas no mundo foram consideradas obesas, incluindo adultos, adolescentes e crianças.
Até o mês de julho de 2017, o Brasil ocupava a quarta posição no ranking dos países mais obesos no planeta.
Com esse problema evidente, aumenta a procura por academias, dietas e outras alternativas para perder peso, porém, muitas delas não são saudáveis e efetivas.
O que precisa ser do conhecimento de todos é que as pessoas que sofrem com o excesso de peso ou com a obesidade, têm mais chances de sofrerem com problemas do coração, diabetes, câncer e até mesmo depressão, por exemplo (1,2).
Nesse artigo você vai saber quais são os males que o excesso de peso pode acarretar para a saúde, e como mudar esse quadro.

Excesso de peso x Consumismo. Imagens: (Divulgação)
A propaganda, os comerciais e o marketing em geral, que é feito agressivamente para promover comidas de fast-foods e comidas industrializadas é muito forte. Aliás, esse é um dos motivos pelos quais o excesso de peso e a obesidade crescem cada vez mais.
Um estudo realizado pelo New England Journal of Medicine, mostrou que mais de 10% da população mundial hoje é obesa. E pior, desde 1980 a taxa de obesidade dobrou em 73 países, e que continuou crescendo com o passar dos anos.
Muitas companhias hoje vendem alimentos processados, industrializados, alimentos integrais, diet e zero açúcar como sendo saudáveis. Fast foods vendem seus produtos como sendo sinônimo de felicidade e de alegria, fazendo que o consumismo exacerbado cresça com essa indústria.
Além do mais, o marketing agressivo dessas companhias também aposta muito em propagandas voltadas para crianças, o que as faz com que elas desejem desde pequenas os produtos que fazem extremo mal à saúde e causam a obesidade . Como são pequenas e não tem consciência disso, é mais fácil dizer a elas que algo é bom ou ruim.

Excesso de Peso X Diabetes Tipo 2. Imagem: (Divulgação)
Veja quais são as principais doenças que o excesso de peso e gordura pode acarretar a sua saúde.
A gordura acumulada em torno dos órgãos aumenta a produção de citocinas, além disso, aumenta o níveis de inflamação, e eleva os níveis de insulina. Quando esses níveis são elevados, a comunicação com outros hormônios diminuem, o que aumenta a chance do desenvolvimento de câncer.
Alguns pesquisadores, por exemplo, acreditam que a obesidade é uma das maiores causas de mortes por câncer, depois do cigarro. (2)
Por motivos de baixa autoestima e pouca aceitação do corpo, pessoas com excesso de peso ou obesos correm mais risco de sofrerem com a depressão, assim como outros distúrbios emocionais.
Além disso, a depressão dispara o gatilho para a pessoa comer em excesso (ou comerem pouco), com isso, aumenta as chances de distúrbios alimentares como a bulimina e a compulsão alimentar.
Ou seja, a pessoa come em excesso geralmente os alimentos errados, optando por comidas processadas, açucaradas e fast-foods, e isso acarreta em mais doenças e mais problemas de saúde.
Um estudo revelou que as pessoas com depressão têm 58% de chance de se tornarem obesos. Além disso, 55% dos obesos correm mais riscos de sofrer com a depressão (3).
É importante procurar um médico especialista se você notar que sofre com distúrbios emocionais ou alimentares. Busque a ajuda de pessoas próximas para conversar sobre o que está sentindo, também será de ajuda.
O excesso de peso também pode causar a resistência à insulina, principalmente se a gordura for acumulada na região abdominal. Além do mais, o excesso de açúcar é uma das causas mais óbvias e evidentes da diabetes tipo 2.
Além desse, outro problema de saúde causado pelo excesso de peso e a má alimentação, é a síndrome metabólica; que possui relação com a resistência à insulina.
Por isso, o alto consumo de açúcar, produtos industrializados e processados, junto com o sedentarismo aumentam as chances do corpo desenvolver a diabetes tipo 2, além das doenças já citadas.
Por isso, é imprescindível cuidar da saúde, alimentar-se bem e praticar atividades físicas regularmente. Afinal, é sua saúde em jogo.
A perda de peso, a alimentação adequada e a melhora na saúde, também podem auxiliar que o seu corpo produza mais hormônios da felicidade, como a oxitocina, por exemplo.
O excesso de peso é mais que uma questão de estética, é uma questão de saúde.
Mas mesmo que você consuma de vez em quando alguns alimentos naturais, isso não é bastante para garantir a boa saúde, ajudar no emagrecimento e prevenir doenças. O estilo de vida e os hábitos alimentares também estão relacionados com o aumento de peso, e como eu disse, se você consome alimentos prejudiciais, vai prejudicar cada vez mais a sua saúde.
Por fim, para ajudar seu corpo a se restabelecer de dentro para fora assista a este vídeo.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
]]>Alguns alimentos, bebidas e ervas podem aliviar os sintomas, e até cortar o resfriado. Eles vão repor a deficiência de nutrientes importantes e proteger o seu organismo.
Nesse artigo apresentarei os melhores alimentos para tratar os sintomas de gripe e resfriado.
Não deixe de ler e compartilhar!
Os remédios caseiros para a gripe e resfriado incluem vitaminas C e D, suplementos de ervas, óleos essenciais, probióticos e alimentação de verdade. Experimente estes alimentos para tratar sintomas de gripe e resfriado.

Tratar Sintomas de Gripe: Consuma alimentos como a Sopa De Galinha. Imagem: (Divulgação)
Além de ser um importante diurético natural, a cebola é capaz de prevenir doenças como câncer, diabetes, infecções no intestino e fortalecer o sistema imunológico.
A alicina, encontrada na cebola é um composto sulforoso e permite os benefícios que o produto oferece. A cebola também possui grande quantidade de vitamina B, o que faz desse alimento um energético natural.
O espinafre fornece altos níveis de vitamina A e vitamina C, que são na verdade considerados antioxidantes especialmente úteis para manter um sistema imunológico forte.
Outras folhas verdes como rúcula, couve e brócolis, por exemplo, são alimentos para tratar os sintomas de gripe e resfriados, de forma natural, quando são consumidos de forma regular.
Elas são ricas em nutrientes como cálcio, ferro, magnésio, potássio, fósforo, zinco e vitaminas A, C, E e K, bem como fibra e ácido fólico.
Repolho é rico em glutationa, e a glutationa é outro nutriente que ajuda o sistema imunológico a funcionar bem para que ele possa combater infecções.
Contém asparagina, um aminoácido que proporciona ao aspargo, o seu poder diurético. Além disso, contém alto teor de fibras, e tem baixo valor calórico.
Portanto, é um excelente alimento para quem deseja ter mais disposição e menos cansaço, e pretende manter longe os sintomas do resfriado.
Um dos alimentos para tratar os sintomas de gripe e resfriado, são aqueles que são ricos em fitoquímicos; eles estão presentes em todas as plantas, como na couve-flor, por exemplo.
O tomate tem vitamina A, que é importante na manutenção da integridade das células do sistema imunológico e, desta forma, ajuda o corpo a se livrar dos sintomas da gripe.
A beterraba e a cenoura, por exemplo, são alimentos ricos em beta caroteno e outros carotenoides, que são essenciais para combater os sintomas da gripe.
É um alimento rico em vitamina C, ou seja, aumenta a produção das células de defesa do corpo, aumentando assim a resistência a infecções.
A laranja é rica em vitamina C, além disso, contém cítrico, tartárico e málico, também contém sais minerais como potássio, cálcio, fósforo e ferro. Juntos, todos esses compostos beneficiam o combate ao resfriado.
A acerola também possui muita vitamina C, o que contribui para combater reações tóxicas presentes nas células. Além disso, a vitamina C também contribui para a formação de acetilcolina que participa do desenvolvimento do corpo.
A melancia possui alto teor de água e também contém licopeno, um antioxidante que fortalece o corpo, prevenindo-o contra os danos causados por radicais livres.
É um elemento recomendado para diversas situações de saúde, como gripe e resfriado, por exemplo. Isso porque a fruta possui enormes quantidades de vitamina C, potássio, manganês, bem como fibras.
Principalmente se tratando da gema do ovo, sendo uma fonte bastante importante de vitamina D, indispensável no cardápio para quem quer se ver livre dos sintomas da gripe.
Rico em ômega 3, ajuda na regulação de algumas células imunológicas e é anti-inflamatório.
Os nutrientes do atum, contribuem para o fortalecimento do sistema imunológico, evitando doenças graves. Por fortalecer o sistema imunológico contribui para o desaparecimento dos sintomas de resfriado. Ele é um dos alimentos para tratar os sintomas de gripes e resfriados.
Você precisa de proteínas para construir e reparar o tecido corporal, e combater infecções virais e bacterianas. Certifique-se de escolher fontes ricas em proteínas, como: peito de frango, carne bovina, amêndoas, peixes, quinoa, camarão, entre outros.
Restaurar as bactérias benéficas no intestino aumentará consideravelmente o sistema imunológico, e isso pode ser feito com alimentos probióticos. Nesse caso, procure comer os derivados de Kefir, vinagre de maçã, ervilhas verdes, entre outros.
Por conter carvacrol e timol, o orégano possui propriedades que combatem fungos e bactérias que causam infecções no organismo, como gripes.
Dos 115 diferentes componentes químicos encontrados na raiz de gengibre; os benefícios terapêuticos vêm de gingerols, a resina oleosa da raiz que atua como um antioxidante altamente potente e agente anti-inflamatório. Por isso, é excelente contra os sintomas da gripe e resfriados.
A sementes de girassol fazem parte dos alimentos que tratam sintomas de gripe e resfriados. Elas possuem alta concentração de vitamina E; essa vitamina ajuda a proteger as células do corpo contra substâncias tóxicas, radiação e os radicais livres.
Alimentos com alto teor de bioflavonóides ajudam a tratar os sintomas da gripe. Elas ajudam na ativação do sistema imunológico, entre outras propriedades que melhoram a saúde.
A sopa de galinha parece ajudar a combater os resfriados, isso ajuda quando estamos congestionados, bem como muco fino, que faz você sofrer tosse.
Além disso, uma pesquisa mostra que a sopa de galinha pode ter um leve efeito anti-inflamatório, que pode ajudar a tratar sintomas de gripe e resfriado. (1)
É importante, além de acrescentar esses alimentos a sua rotina, tomar mais de 2 litros de água diariamente.
Beber chá quente é outro ótimo remédio caseiro. Isso porque o chá quente ajuda a diminuir o muco e a garantir uma boa hidratação do corpo. Você pode optar por chá verde ou preto que são ricos em flavonóides, potentes antioxidantes.
Acrescente também chás de orégano e gengibre.
Mas mesmo melhorando a alimentação, consulte o médico, e não faça automedicação.
E pensando na saúde como um todo, é necessário um conjunto de mudanças e adaptações para você viver melhor; meditar ajuda o seu corpo em muitos aspectos, mas não basta se você continuar consumindo alimentos industrializados e processados.
É necessário implementar uma reeducação alimentar e mudanças no estilo de vida.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
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]]>Meditar pela primeira vez chega a ser um tabu para muitas pessoas. Afinal, acham impossível colocar em prática a meditação, pois, não conseguem se concentrar, têm dificuldades para acalmar o pensamento. E um MITO, muito presente é: As pessoas acham que para meditar é preciso não pensar em nada!
Antes das dicas que vão te ajudar pela primeira vez, quero esclarecer uma coisa! É impossível que sua mente seja como um papel branco, totalmente sem pensamentos. Isso não existe, isso não é meditação!
Muitas pessoas, já tentaram, mas nem todas conseguiram. Ainda assim, vale a pena insistir e continuar tentando meditar.
Digo isso, pois, a meditação ajuda muito na consciência do tempo, e faz com que a mente fique mais calma e focada. Dez a quinze minutos de respiração profunda e concentrada, por exemplo, pode ajudar a superar o estresse, encontrar paz interior e equilíbrio.

Como meditar pela primeira vez? Imagem: (Divulgação)
Meditar pode ajudar você a entender a sua própria mente, transformando o que é negativo em positivo, o que é perturbado em pacífico, o que é infeliz para feliz.
Por incrível que pareça, tirar alguns minutos do seu dia para rever seus pensamentos, ações e reclamações, vai te deixar mais seguro, mais consenciente e mais próximo de si mesmo.
Além disso, meditar vai te ajudar em inúmeros problemas relacionados à saúde.
Dores, doenças e alergias podem ser causadas pelo estresse, pois ele pode enfraquecer a imunidade do organismo. (1)
Por isso a meditação pode inclusive, fazer a diferença em pessoas que sentem dores crônicas e sofrem com doenças.
É claro que, a meditação não substitui o tratamento médico, portanto, sempre converse com o seu médico ao adotar práticas que sirvam para ajudar no tratamento de dores e doenças, e siga as orientações que ele lhe der. Mas ela pode ajudar no controle das emoções e da dor.
Um estudo realizado nos Estados Unidos, na Universidade Wake Forest em 2011, fez com que 15 voluntários saudáveis realizassem exames de ressonância magnética dos seus cérebros, enquanto induziam dor. (2)
Nos quatro dias seguintes, um instrutor certificado de meditação ensinou estes voluntários a meditarem e a se concentrarem na respiração, procurando focalizar no corpo e nos sentidos.
No quinto dia, os pesquisadores examinaram os voluntários novamente. Uma vez enquanto eles estavam meditando, e outra vez enquanto não estavam meditando, induzindo dor em todos os exames.
Certas áreas do cérebro são ativadas no processamento da dor, e a meditação tem o efeito de reduzir a ativação destas partes do cérebro, consequentemente reduzindo a intensidade das dores nos voluntários.
Ou seja, a prática regular da meditação pode te ajudar a ficar mais calmo e relaxado para vivenciar o dia a dia; e também pode lhe dar a força para enfrentar os acontecimentos como eles são, sem sentir inquietação ou ansiedade.
Isso porque a meditação coloca você em equilíbrio com os seus sentimentos, ajudando você a ter mais controle sobre eles.
As dicas abaixo de como meditar pela primeira vez, vale também para você que já tentou meditar e não conseguiu :).
Existe outro artigo em que abordo o tema meditação, você pode conferi-lo aqui: “Meditação: Como a meditação ajuda a controlar a ansiedade?“
Confira os passos simples para você meditar pela primeira vez:
Eu mesmo pratico a meditação.
Procure acrescentar a meditação diária como um hábito em sua vida; é como comprar tempo para cuidar do seu interior e que refletirá no seu exterior, vai ajudar você a ganhar tempo.
Pois com ela você terá mais calma, menos estresse e mais equilíbrio.
Sempre procure um médico para tratar suas dores e para dizer a você quais passos seguir no tratamento de dores e doenças, ouça a sua opinião também sobre a meditação.
Mas pensando na saúde como um todo, é necessário um conjunto de mudanças e adaptações para você viver melhor; meditar ajuda o seu corpo em muitos aspectos, mas não basta se você continuar consumindo alimentos industrializados e processados.
É necessário implementar uma reeducação alimentar e mudanças no estilo de vida.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
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Por isso, a obesidade é um perigo para a saúde. Uma pessoa, por exemplo, com 40% de excesso de peso tem duas vezes mais chances de morrer prematuramente do que uma pessoa de peso médio.
Isso ocorre porque são muitas as doenças causadas pela obesidade. Aliás, cada vez mais, a obesidade tem sido associada a várias condições médicas graves, incluindo:
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Os médicos geralmente concordam que quanto mais obesa a pessoa tem maior probabilidade de ter problemas de saúde.
As pessoas com 20% ou mais de sobrepeso, por exemplo, podem obter benefícios significativos para a saúde devido à perda de peso.

Doenças Causadas pela Obesidade
Além disso, mesmo as pessoas com menos de 20% do peso saudável ainda devem tentar perder peso. Principalmente se tiverem algum dos seguintes fatores de risco:
Felizmente, mesmo uma modesta perda de peso de 4 a 8 quilos pode trazer melhorias significativas na saúde. Como por exemplo, a redução da pressão arterial e dos níveis de colesterol.
Doença cardíaca e acidente vascular cerebral são as principais causas de morte e incapacidade para as pessoas. Isso porque, as pessoas com sobrepeso são mais propensas a ter pressão alta. Um importante fator de risco para doença cardíaca e acidente vascular cerebral, do que as pessoas que não estão acima do peso (1).
Níveis sanguíneos muito altos de colesterol também podem levar a doenças cardíacas e muitas vezes estão ligados ao excesso de peso.
Alem do mais, estar acima do peso também contribui para a angina (dor no peito causada pela diminuição do oxigênio para o coração). Bem como, para morte súbita por doença cardíaca ou acidente vascular cerebral, sem sinais ou sintomas.
A boa notícia você já sabe!
Perder uma pequena quantidade de peso pode reduzir suas chances de desenvolver uma doença cardíaca ou derrame. Reduzir seu peso em 10%, por exemplo, pode diminuir sua chance de desenvolver doenças cardíacas.
Diabetes é de fato uma das doenças causadas pela obesidade. Afinal, o diabetes tipo 2 reduz a capacidade do seu corpo de controlar o açúcar no sangue.
Por isso, é uma das principais causas de morte prematura, doenças cardíacas, derrame e cegueira (2, 3).
Pessoas com excesso de peso têm duas vezes mais chances de desenvolver diabetes tipo 2 em comparação com pessoas com peso normal. Você pode reduzir o risco de desenvolver diabetes tipo 2 perdendo peso e se exercitando mais.
Se você tem diabetes tipo 2, perder peso e se tornar mais ativo fisicamente pode ajudar a controlar seus níveis de açúcar no sangue. Além disso, aumentar sua atividade física também pode reduzir a quantidade de medicação para diabetes que você precisa.
Vários tipos de câncer estão associados ao excesso de peso. Nas mulheres, estas incluem o cancro do útero, vesícula biliar, colo do útero, ovário, mama e cólon (4, 5).
Homens com excesso de peso correm maior risco de desenvolver câncer colorretal e câncer de próstata.
Para alguns tipos de câncer, como cólon ou mama, por exemplo, não está claro se o risco aumentado é devido ao peso extra ou a uma dieta rica em gordura e altamente calórica.
Doença da vesícula biliar e cálculos biliares são mais comuns se você estiver com sobrepeso. Alias, seu risco de doença aumenta à medida que seu peso aumenta. Não está claro como o excesso de peso pode causar doença na vesícula biliar (6, 7, 8).
Ironicamente, a própria perda de peso, particularmente a rápida perda de peso ou a perda de uma grande quantidade de peso, pode realmente aumentar suas chances de desenvolver cálculos biliares. Ou seja, o ideal é que a perda de peso seja lenta e modesta. Cerca de 500 gramas por semana, por exemplo, é menos provável de causar cálculos biliares.
A osteoartrite é mais uma das doenças causadas pela obesidade. A osteoartrite é uma condição comum das articulações que mais frequentemente afeta as articulações do joelho, quadril e lombar, por exemplo.
Carregar quilos extras coloca pressão extra sobre essas articulações e desgasta a cartilagem (tecido que protege as articulações) que normalmente as protege (9, 10).
A perda de peso, porém, pode diminuir o estresse nos joelhos, quadris e parte inferior das costas. Ou seja, pode melhorar os sintomas da osteoartrite.
Gota é uma doença que afeta as articulações que é causada por altos níveis de uma substância chamada ácido úrico no sangue.
A grande quantidade de ácido úrico pode se formar em massas sólidas ou semelhantes a cristais que se depositam nas articulações (11, 12).
A gota é mais comum em pessoas com excesso de peso. Além disso, o risco de desenvolver o distúrbio aumenta com pesos corporais mais altos.
A curto prazo, certas mudanças na dieta podem levar a um ataque de gota em pessoas que têm altos níveis de ácido úrico ou que tiveram gota antes. Por isso, se você tem um histórico de gota, verifique com seu médico antes de tentar perder peso.
A apneia do sono é uma condição respiratória grave associada ao excesso de peso. A apneia do sono pode levar a pessoa a roncar muito e parar de respirar por períodos curtos durante o sono.
A apneia do sono pode causar sonolência diurna e até insuficiência cardíaca. O risco de apneia do sono aumenta com o aumento do peso corporal. A perda de peso geralmente melhora a apneia do sono.
Se você chegou a conclusão que precisa perder peso para manter a boa saúde, eu te convido a conhecer o DESAFIO DETOX 7 DIAS. Um programa que te ajudará a perder peso e eliminar as toxinas do seu corpo, para que você tenha mais saúde, disposição e corra menos riscos de obter uma dessas doenças.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
]]>As glândulas salivares afetadas são chamadas glândulas parótidas; às vezes, o vírus da caxumba também pode causar inflamação do testículo, ovário, pâncreas ou meninges, as membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal (1).
Uma vez que alguém tenha tido caxumba, ela geralmente fica imune a infecções futuras.
Conheça as causas e os tratamentos indicados para a caxumba.
Não deixe de ler e compartilhar!
A caxumba é uma doença comumente encontrada em pacientes pediátricos jovens. Embora as crianças sejam principalmente afetadas por esta doença, os adultos também podem ser afetados (2).
A caxumba é causada por um vírus que causa mais inchaço nas glândulas salivares. As glândulas salivares também são conhecidas como glândulas parótidas e estão localizadas abaixo e à frente de cada orelha.
O vírus é transmitido pelo contato com o espirro ou a tosse do indivíduo infectado. Os humanos são os hospedeiros naturais dessa doença. Esta doença é mais grave se a pessoa for adulta. Os casos relatados são geralmente de crianças entre 5 e 14 anos (3).
A caxumba é causada por um vírus especificamente, e o período de incubação, desde a infecção inicial até os sintomas, varia entre 16 e 18 dias e geralmente varia de 12 a 25 dias após a exposição.
Há um período em que uma pessoa que sofre da doença é mais infecciosa para os outros. Ele varia de 1 a 2 dias antes e 5 dias após o início da inflamação glandular.
A causa da caxumba é o vírus da caxumba, que se espalha facilmente de pessoa para pessoa através da saliva infectada.
Se você não está imune, pode contrair caxumba respirando gotículas de saliva de uma pessoa infectada que acabou de espirrar ou tossir.
Você também pode contrair caxumbas ao compartilhar utensílios ou copos com alguém que tenha caxumba.
As complicações da caxumba são potencialmente graves, mas raras.
A maioria das complicações da caxumba envolve inflamação e inchaço em alguma parte do corpo, como (4)

Dores no corpo e de cabeça são sintomas da caxumba
Os sintomas da caxumba normalmente aparecem 2 a 3 semanas após o paciente ter sido infectado (5).
No entanto, quase 20% das pessoas com o vírus não sofrem nenhum sintoma.
Inicialmente, sintomas semelhantes aos da gripe aparecem, como:
Nos próximos dias, os sintomas clássicos da caxumba se desenvolverão. O principal sintoma é glândulas parótidas dolorosas e inchadas, um dos três conjuntos de glândulas salivares, isso faz com que as bochechas da pessoa sejam expelidas.
O inchaço normalmente não ocorre de uma só vez.
Outros sintomas associados podem incluir:
Raramente, os adultos podem contrair caxumba. Nestes casos, os sintomas são geralmente os mesmos, mas às vezes um pouco pior e as complicações são ligeiramente mais prováveis.
Como a caxumba é um vírus, ela não responde a antibióticos ou outros medicamentos. No entanto, você pode tratar os sintomas para ficar mais confortável enquanto estiver doente. Esses incluem:
Normalmente, você pode retornar ao trabalho ou à escola cerca de uma semana depois de um médico diagnosticar sua papeira, se você se sentir à vontade. Por este ponto, você não é mais contagioso.
A caxumba geralmente segue seu curso em algumas semanas. Dez dias depois da sua doença, você deveria estar se sentindo melhor.
A maioria das pessoas que tem caxumba não pode contrair a doença pela segunda vez. Ter o vírus uma vez protege você contra a infecção novamente.
É considerado imune a caxumba se você já teve a infecção ou se você foi imunizado contra caxumba.
A vacina contra caxumba é geralmente administrada como uma inoculação combinada de sarampo-caxumba-rubéola (MMR), que contém a forma mais segura e eficaz de cada vacina.
Duas doses da vacina MMR são recomendadas antes de uma criança entrar na escola:
Pessoas que são alérgicas a gelatina ou neomicina, ou estão grávidas, não devem receber a vacina MMR.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
]]>A inflamação crônica pode durar semanas, meses ou anos; ocasionando diversos problemas de saúde. Porém, existem muitas coisas que você pode fazer para reduzir a inflamação e melhorar a saúde.
Neste artigo, vou mostrar o que é a dieta anti-inflamatória, e como beneficia a saúde.
Não deixe de ler e compartilhar.
Inflamação é a maneira que o seu corpo encontra para se proteger de infecções, doença ou lesão.
Como parte da resposta inflamatória, seu organismo aumenta a produção de glóbulos brancos, células imunes e substâncias chamadas citocinas que ajudam a combater a infecção.
Os sinais clássicos de inflamação aguda (de curto prazo) incluem vermelhidão, dor, calor e inchaço. Por outro lado, a inflamação crônica (de longo prazo) é muitas vezes silenciosa, e ocorre dentro do corpo sem quaisquer sintomas visíveis.
Este tipo de inflamação pode causar diabetes, doenças cardíacas, doença hepática gordurosa e câncer (1, 2, 3, 4). Inflamação crônica também pode acontecer devido à obesidade ou estresse (5).
Determinados fatores podem promover a inflamação, especialmente quando ocorrem em uma base regular; como um estilo de vida pouco saudável.
Consumir grandes quantidades de açúcar e xarope de milho, que são ricos em frutose é particularmente ruim. Pode levar à resistência à insulina, diabetes e obesidade (7, 8, 9).
O consumo de carboidratos refinados, como o pão branco; também pode contribuir para a inflamação, resistência à insulina e obesidade (12, 13).
Comer alimentos processados e embalados também promovem a inflamação e danificam as células endoteliais que alinham suas artérias (14, 15, 16).
Óleos vegetais usados em muitos tipos de alimentos processados são outro culpado. Consumi-los regularmente resulta um desequilíbrio de ácidos graxos omega-6 em relação ao omega-3, o causa inflamação (21, 22, 23).
A ingestão excessiva de álcool e carne processada também pode ter efeitos inflamatórios no corpo (24, 25, 26).
Por fim, o sedentarismo é um fator não-dietético que também pode promover a inflamação (27, 28).
Então, se você decidir optar pela dieta anti-inflamatória, precisa também decidir mudar os hábitos e lutar contra aqueles que não são nada saudáveis e que podem piorar a sua saúde.
Se você quiser reduzir a inflamação, coma menos alimentos inflamatórios e mais alimentos anti-inflamatórios.
Procure basear sua dieta em alimentos de verdade, ricos em nutrientes, que contêm antioxidantes. E evite alimentos processados.
Os antioxidantes trabalham reduzindo níveis de radicais livres. Essas moléculas reativas são criadas como uma parte natural do seu metabolismo, mas podem levar à inflamação quando não são controladas.
Sua dieta anti-inflamatória deve fornecer um equilíbrio saudável de proteínas, carboidratos não refinados e gordura em cada refeição.
Certifique-se de que você também atende às necessidades do seu corpo para vitaminas, minerais, fibras e água.
Um exemplo de dieta considerada anti-inflamatória é a dieta mediterrânea, que pode reduzir os marcadores inflamatórios como a PCR e a IL-6 (29, 30, 31).
Uma dieta baixa em carboidratos também reduz a inflamação, particularmente para pessoas obesas ou com síndrome metabólica (32, 33, 34). As dietas vegetarianas também podem ajudar a reduzir a inflamação (35).
Alguns alimentos ajudam a promover a inflamação. Considere minimizar ou cortar o seu consumo:
>> Bebidas açucaradas: Bebidas açucaradas e sucos de frutas com açúcar.
>> Carboidratos refinados: Pão branco, massas brancas, etc.
>> Sobremesas: biscoitos, doces, bolo e sorvete.
>> Carne processada: Salsichas, etc.
>> Petiscos processados: biscoitos, batatas fritas e pretzels.
>> Certos óleos: Sementes e óleos vegetais processados, como óleo de soja e milho.
>> Gorduras trans: Alimentos com “parcialmente hidrogenado” na lista de ingredientes.
>> Álcool: Consumo excessivo de álcool.
(Se você quer saber mais sobre os malefícios do açúcar, preencha o formulário no final deste artigo para ter acesso a um Guia GRATUITO sobre o assunto)

Dieta Anti-inflamatória: Quais Alimentos Consumir. Imagem: (Divulgação)
Se você quer evitar as inflamações ou o agravamento delas, precisa tomar a decisão de se alimentar melhor.
Veja quais são alguns dos alimentos anti-inflamatórios:
> Legumes: brócolis, couve, repolho, couve-flor, etc.
>> Frutas: Uvas, morango, etc.
>> Frutos com alto teor de gordura: abacates.
>> Gorduras saudáveis: azeite de oliva e óleo de coco.
>> Peixe gordo: salmão, sardinha, arenque, cavala e anchova.
>> Nozes: Amêndoas e outras nozes.
>> Pimentas: pimentões e pimentas.
>> Chocolate: Chocolate amargo.
>> Especiarias: Como açafrão, canela, etc.
>> Chá: Chá verde, etc.
Vinho Tinto: Com moderação.
<< Sucos Detox: eles desintoxicam o corpo de agentes tóxicos que atacam as defesas do organismo, e aumentam os radicais livres que podem causar o aumento da inflamação.
<<Alimentos probióticos: ajudam a cuidar do sistema imunológico, e a prevenir contra as inflamações.
Uma dieta anti-inflamatória, juntamente com atividades físicas,sono adequado e redução do estresse, pode proporcionar muitos benefícios:
A inflamação crônica é insalubre e pode causar várias doenças.
Em muitos casos, nossos comportamentos alimentares causam inflamação ou as tornam piores. Em vez disso, escolha um estilo de vida anti-inflamatória para melhorar a saúde e o bem-estar.
A decisão é sua em mudar de vida e isso vai refletir na sua saúde. Escolha ser mais feliz e deixar de sofrer com a inflamação.
E lembre-se estou aqui para te ajudar a transformar a sua vida através da reeducação alimentar e pela mudança de hábitos. Você consegue!
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
Seja porque a produção de insulina é inadequada, ou porque as células do corpo não respondem adequadamente à insulina, ou ambos.
Pacientes com níveis altos de açúcar no sangue tipicamente apresentam micção frequente, tornam-se cada vez mais sedentos (polidipsia) e com fome (polifagia).
O termo mellitus ao termo se refere a mel. Pois a urina e o sangue das pessoas com diabetes têm excesso de glicose e a glicose é doce como o mel.
Conheça as causas, os sintomas e os tratamento para o diabetes Mellitus.
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Diabetes mellitus é uma doença que impede o seu corpo de usar adequadamente a energia dos alimentos que você come. Diabetes ocorre em uma das seguintes situações:
Para entender melhor o diabetes, é fundamental entender sobre como o corpo usa a comida como energia, processo chamado metabolismo.
O corpo é composto de milhões de células, para produzir energia, as células precisam de comida de uma forma muito simples.
Quando você come ou bebe, grande parte de sua comida é quebrada em um açúcar simples chamado glicose.
A glicose fornece a energia que seu corpo precisa para as atividades diárias.
Os vasos sanguíneos e sangue são as estradas que transportam o açúcar de onde ele é levado, no estômago, ou fabricado, no fígado, para as células onde é usado, músculos, ou onde é armazenado, gordura.
O açúcar não pode entrar nas células sozinho. O pâncreas libera insulina no sangue, que serve como ajudante, que permite que o açúcar entre nas células para uso como energia.
Quando o açúcar sai da corrente sanguínea e entra nas células, o nível de açúcar no sangue é reduzido. Sem insulina, o açúcar não pode entrar nas células do corpo para uso como energia. Isso faz com que o açúcar suba.
Muito açúcar no sangue é chamado de hiperglicemia ou diabetes (1).

Estar acima do peso é uma das causas da Diabetes
As causas da diabetes não são conhecidas. Os seguintes fatores podem aumentar sua chance de ter diabetes:
É importante notar que o açúcar em si não causa diabetes. Comer muito açúcar pode levar à cárie dentária, mas não causa diabetes.
O corpo não produz insulina. Algumas pessoas podem se referir a esse tipo como diabetes insulino-dependente, diabetes juvenil ou diabetes precoce.
As pessoas geralmente desenvolvem diabetes tipo 1 antes dos 40 anos, geralmente no início da idade adulta ou na adolescência.
Aproximadamente 10% de todos os casos de diabetes são do tipo 1.
O tratamento para diabetes tipo 1 envolve tomar insulina, que precisa ser injetada através da pele no tecido adiposo (2).
Ter diabetes tipo 1 requer mudanças significativas no estilo de vida que incluem:
As pessoas com diabetes tipo 1 podem levar vidas longas e ativas se monitorar cuidadosamente sua glicose, fizerem as mudanças necessárias no estilo de vida e aderirem ao plano de tratamento.
O corpo não produz insulina suficiente para o funcionamento adequado, ou as células do corpo não reagem à insulina, resistência à insulina.
Aproximadamente 90% de todos os casos de diabetes no mundo são do tipo 2.
Pessoas com sobrepeso e obesas têm um risco muito maior de desenvolver diabetes tipo 2.
Com a resistência à insulina, o pâncreas tem que trabalhar excessivamente para produzir mais insulina. Mas mesmo assim, não há insulina suficiente para manter os açúcares normais.
Não há cura para o diabetes tipo 2, no entanto, pode ser controlado com moderação de peso, nutrição e exercícios (6,7).
O diabetes tipo 2 tende a progredir e os medicamentos para diabetes são frequentemente necessários.
Este tipo afeta as mulheres durante a gravidez que têm níveis muito altos de glicose no sangue, e seus corpos são incapazes de produzir insulina suficiente para transportar toda a glicose para as células, resultando em aumento progressivo dos níveis de glicose.
A maioria dos pacientes com diabetes gestacional pode controlar seu diabetes com exercícios e dieta.
Entre 10% e 20% deles precisarão tomar algum tipo de medicamento para controlar a glicose no sangue.
Diabetes gestacional não diagnosticado ou descontrolado pode aumentar o risco de complicações durante o parto.
O tratamento durante a gravidez inclui o trabalho em estreita colaboração com a sua equipe de saúde e:
Faça teste para saber se você tem diabetes. Se positivo, é preciso avaliar qual tipo de diabetes você tem e iniciar o tratamento. Se você não tiver, cuide da sua alimentação e faça caminhadas.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
]]>Trata-se de uma vitamina solúvel em gordura; que é armazenada no fígado e nos tecidos gordurosos.
Isso significa que o aumento da gordura corporal tem a capacidade de absorver a vitamina D, e impedi-la de ser usada no organismo.
Há diferenças entre a vitamina D de outras vitaminas. O organismo é capaz de produzi-la por conta própria (1).
Descubra agora os principais benefícios dessa vitamina e melhore a saúde.
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A falta de vitamina D no organismo afeta a estrutura esquelética, pressão arterial, imunidade, humor, função cerebral e capacidade de proteção contra o câncer (2).
Existem dois tipos de suplementação de vitamina D: vitamina D2 e vitamina D3.
Fontes dessa vitamina incluem: peixe, suplementos como óleo de fígado de bacalhau, entre outros alimentos. No entanto, a exposição direta ao sol é a melhor maneira de absorver a vitamina D (3).
A deficiência dela pode desenvolver problemas no organismo, como:
– Osteoporose, fraturas e outros problemas ósseos;
-Raquitismo ou osteomalacia;
– Doença cardíaca;
– Pressão alta;
– Câncer;
– Doenças autoimunes;
– Depressão;
– Insônia;
– Artrite;
– Diabetes;
– Asma;
– Esclerose múltipla;
– Dor crônica;
– Psoríase;
-Hiperparatireoidismo (Tireoide hiperativa);
– Fibromialgia;
– Autismo.
Além de prevenir as doenças citadas acima, existem outros benefícios, como:
Ela desempenha um papel na absorção do cálcio nos ossos. Calcitriol (convertido em vitamina D) mantém os níveis de cálcio equilibrados.
Além disso, ela tem um efeito importantes sobre outras vitaminas e minerais que contribuem para a saúde, incluindo a vitamina K e fósforo.
Parcialmente responsável por manter os níveis de fósforo no sangue; e uma vez que a vitamina D afeta a capacidade do cálcio para se ligar às proteínas, acredita-se que ela também está ligada à vitamina K.
Estudos apontam que ela pode melhorar a saúde musculoesquelética, deixar lento o processo de envelhecimento da estrutura esquelética; e reduzir a taxa de fraturas e quedas em adultos mais velhos (4).
O fósforo, além de cálcio e outros compostos, é necessário para mineralizar adequadamente a densidade óssea.
O diabetes resulta da falta de insulina ou da secreção inadequada de insulina, após aumentos na resistência à insulina.
De acordo com estudos, uma vez que o cálcio é necessário para a secreção de insulina; a vitamina D pode contribuir para manter o seu bom funcionamento e prevenir o diabetes (5).
A suplementação pode aumentar a sensibilidade à insulina e diminuir a inflamação; e estudos indicam que ela ajuda na prevenção e tratamento de ambos os tipos de diabetes (tipo 1 e tipo 2).
A deficiência dessa vitamina no organismo, pode aumentar o risco de câncer, especialmente câncer de mama, câncer do colo do útero e câncer de próstata.
A vitamina D pode afetar o risco de cânceres de mama, cólon e ovário possivelmente devido ao seu papel no ciclo de vida da célula ou sua capacidade de bloquear excesso de estrogênio (6).
Ela pode ajudar a prevenir doenças cardiovasculares, uma vez que está envolvido na regulação da pressão arterial, níveis de colesterol e inflamação.
A deficiência dessa vitamina aumenta as chances de doença cardíaca coronária, e outros sintomas cardíacos (7).
Ela ajuda com a replicação celular saudável, e pode desempenhar um papel na proteção contra o desenvolvimento de condições autoimunes, além de resfriados comuns.
As células imunes contêm receptores para a vitamina D. Estudos afirmam que ela previne doenças inflamatórias prolongadas ou excessivas.
A inflamação é muitas vezes a raiz de doenças crônicas e doenças autoimunes: esclerose múltipla, artrite reumatoide, síndrome do intestino irritável e outros distúrbios digestivos, pressão arterial elevada e muito mais (8).
Ela age como um hormônio no organismo e sob os efeitos da função cerebral; por isso, a deficiência de vitamina D é associada ao risco de transtornos do humor, incluindo depressão, depressão sazonal e ansiedade (9).
A diminuição dos níveis dessa vitamina no organismo, também podem interferir na produção adequada de testosterona e estrogênio, levando à desequilíbrios preocupantes.
A falta dessa vitamina no organismo afeta a capacidade de tomar decisões, foco, prejudica o desempenho em exames, concentração e para reter informações (10).
Algumas pesquisas apontam uma correlação entre baixos níveis de vitamina D, e o desenvolvimento da esquizofrenia e esclerose múltipla.
Como você pode observar, essa vitamina desempenha um papel importante em prevenir doenças e cuidar da saúde.
Por isso, não se esqueça da exposição ao sol no período apropriado, e consumir alimentos ricos em vitamina D.
Veja também o vídeo:
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Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
]]>Seu esôfago ajuda a mover a comida que você engole do fundo da garganta para o estômago para ser digerido.
O câncer de esôfago geralmente começa nas células que revestem o interior do esôfago, mas pode ocorrer em qualquer lugar ao longo do esôfago. Mais homens que mulheres têm ocorrências da doença.
O câncer de esôfago é a sexta causa mais comum de mortes por câncer em todo o mundo.
As taxas de incidência variam em diferentes localizações geográficas.
Em algumas regiões, taxas mais altas de casos de câncer de esôfago podem ser atribuídas ao uso de tabaco e álcool ou a determinados hábitos nutricionais e obesidade.
Conheça as causas, os sintomas e os tratamentos do câncer de esôfago.
Não deixe de ler e compartilhar!
O câncer de esôfago pode ocorrer quando um tumor maligno se forma no revestimento do esôfago.
Como o tumor cresce, pode afetar os tecidos profundos e musculares do esôfago. Um tumor pode aparecer em qualquer lugar ao longo do comprimento do esôfago, incluindo onde o esôfago e o estômago se encontram.
O tipo de câncer de esôfago que você tem ajuda a determinar suas opções de tratamento.
Existem dois principais tipos comuns de câncer de esôfago:
Ocorre quando o câncer começa nas células planas e finas que compõem o revestimento do esôfago. Essa forma geralmente aparece na parte superior ou no meio do esôfago, mas pode aparecer em qualquer lugar.
Ocorre quando o câncer começa nas células glandulares do esôfago, que são responsáveis pela produção de fluidos como o muco. Os adenocarcinomas são mais comuns na porção inferior do esôfago.
Algumas formas raras de câncer de esôfago incluem carcinoma de pequenas células, sarcoma, linfoma, melanoma e coriocarcinoma.
Sinais e sintomas do câncer de esôfago incluem:
Como com a maioria dos cânceres, a causa do câncer de esôfago ainda não é conhecida.
Acredita-se que esteja relacionado a anormalidades (mutações) no DNA das células relacionadas ao esôfago.
Essas mutações sinalizam para as células se multiplicarem mais rapidamente que as células normais.
Essas mutações também interrompem o sinal de morte dessas células quando deveriam.
Isso faz com que eles se acumulem e se tornem tumores.
Você pode tomar medidas para reduzir o risco de câncer de esôfago. Por exemplo:
O tratamento varia com o tipo de câncer.
Se o câncer é pequeno e não se espalhou, o médico pode remover o tumor usando uma abordagem minimamente invasiva, usando um endoscópio e várias pequenas incisões.
Na abordagem padrão, o cirurgião opera através de uma incisão maior para remover uma parte do esôfago e, às vezes, os gânglios linfáticos ao redor. O tubo é reconstruído com tecido do estômago ou intestino grosso.
Em casos graves, uma parte da parte superior do estômago pode ser removida também.
Os riscos da cirurgia podem incluir dor, sangramento, vazamento na área onde o esôfago reconstruído está ligado ao estômago, complicações pulmonares, problemas de deglutição, náusea, azia e infecção.
A quimioterapia envolve o uso de drogas para atacar as células cancerígenas. A quimioterapia pode ser usada antes ou depois da cirurgia. Às vezes acompanha o uso de radioterapia (1).
A quimioterapia tem vários efeitos colaterais. A maioria surge porque as drogas quimioterápicas também matam as células saudáveis. Seus efeitos colaterais dependerão das drogas que seu médico usa.
Estes efeitos secundários podem incluir:
A radioterapia usa raios de radiação para matar as células cancerígenas (3).
A radiação pode ser administrada externamente com o uso de uma máquina ou internamente com um dispositivo colocado perto do tumor, que é chamado de braquiterapia.
A radiação é comumente usada junto com a quimioterapia, e os efeitos colaterais são geralmente mais graves quando um tratamento combinado é usado.
Os efeitos colaterais da radiação podem incluir:
É possível experimentar alguns efeitos colaterais do tratamento após o término do tratamento.
Estes podem incluir estenose esofágica, onde o tecido se torna menos flexível e pode causar estreitamento do esôfago, tornando-o doloroso ou difícil de engolir.
Terapias direcionadas podem ter como alvo proteínas específicas nas células cancerosas, como forma de tratar o câncer.
Uma pequena porção de câncer de esôfago pode ser tratada com Trastuzumab. Tem como alvo a proteína HER2 na superfície da célula cancerosa, onde a proteína tem ajudado as células cancerígenas a crescer.
Além disso, os cânceres podem crescer e se espalhar criando novos vasos sanguíneos. O ramucirumabe é um tipo de terapia direcionada chamada “anticorpo monoclonal”, e este se liga a uma proteína chamada VGEF, que ajuda a formar novos vasos sangüíneos.
Se o esôfago estiver obstruído devido ao câncer, seu médico poderá implantar um stent, um tubo feito de metal, em seu esôfago para mantê-lo aberto.
Eles também podem ser capazes de usar terapia fotodinâmica, que envolve a injeção do tumor com uma droga fotossensível que ataca o tumor quando exposto à luz.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
]]>Junto com doenças relacionadas com a pele como dermatite e alergias, se desenvolve mais frequentemente em pessoas que já têm a pele muito seca, pele sensível ou sistema imunológico degradado.
Em adultos, os sintomas são geralmente recorrentes e mais graves do que em crianças.
Neste artigo, eu explico as causas, sintomas e tratamentos do eczema.
Não deixe de ler e compartilhar.
Eczema não é uma condição específica, mas sim um termo coletivo para um grupo de doenças relacionadas com a pele que causam sintomas como inflamação, vermelhidão, secura e descamação.
Um diagnóstico dessa doença pode ser usado para descrever qualquer tipo de dermatite.
Enquanto cerca de 2% a 4% de todos os adultos desenvolvem eczema, o problema é muito mais comum em bebês e crianças, que normalmente possuem pele sensível.
Os sintomas mais comuns de eczema são todos relacionados a inflamação que ocorre na camada superior da pele.
Uma vez que a barreira da pele se torna danificada e seca, devido a fatores como perda de umidade ou alergias que levam a uma resposta imune, a sensibilidade e irritação pode ser difícil de controlar.
Existem vários tipos comuns da doença, que se desenvolvem por várias razões e podem ser tratados de diferentes maneiras, incluindo:
Os sintomas podem ser de curto prazo (aguda) ou crônica.
Sintomas como prurido e descamação tendem a ir e vir, causando surtos em resposta a fatores como estresse e baixa função imunológica.
Embora os sinais de inflamação da pele possam permanecer por períodos de tempo, a maioria dos pacientes apresentam sintomas recorrentes, às vezes ao longo de anos, principalmente se as causas subjacentes são deixadas sem tratamento.
Os principais sintomas incluem (1):
Sintomas em bebês e crianças:
Fique atento aos sinais e procure orientação médica.
Eczemas afetam a parte visível, exterior da pele chamada, camada córnea.
A camada córnea pertence a parte da pele chamada epiderme, que fica em cima da camada média (chamada derme) e a camada mais interna (chamada de camada subcutânea).
A camada de córnea é importante para manter o corpo protegido de coisas como micróbios ou bactérias nocivas que podem entrar através de cortes e penetrar em camadas mais profundas da pele.
Porque é uma camada protetora, a córnea está constantemente renovando-se, trocando células antigas e danificadas por células novas e saudáveis.
Este processo ajuda a manter a barreira da pele forte e resistente em pessoas saudáveis sem eczema, mas torna-se interrompido em pessoas com eczema devido à inflamação.
Quando alguém tem eczema, o processo de renovação de células da pele da córnea não funciona adequadamente. As razões para isso incluem (2):
Eczema e psoríase causam tipos semelhantes de irritação da pele, incluindo sintomas como coceira e vermelhidão.
Eczema é mais comum em lactentes e crianças, enquanto psoríase é mais comum entre pessoas com idades de 15-35.
Ambas as condições podem ser desencadeadas por baixa função imune ou estresse. No entanto, eczema é mais relacionada à irritação (de fatores como produtos de higiene) e alergias.
A causa exata da psoríase permanece controversa, mas acredita-se ser uma combinação de genética, infecções, estresse emocional e sensibilidade da pele.
Em comparação com a psoríase, o eczema tende a causar prurido intensos e persistentes, que causam muita coceira.
Sangramento devido ao excesso de coceira é mais comum com eczema do que com psoríase (4).
Há também algumas diferenças em termos de onde os sintomas tendem a aparecer. Eczema mais comumente provoca sintomas nas mãos, rosto ou partes do corpo que dobram como os cotovelos e joelhos.
Psoríase muitas vezes aparece em dobras cutâneas ou em lugares como o rosto e couro cabeludo, palmas e pés, e às vezes no peito, costas e unhas.
Atualmente não há “cura” para o eczema, apenas maneiras de ajudar a gerenciar os sintomas.
Dermatologistas recomendam limpar a pele afetada suavemente, evitando produtos irritantes, e às vezes falando com um médico sobre intervenções dietéticas ou medicamentos, se necessário.
Quando as prescrições são necessárias para controlar os sintomas de eczema, os tratamentos normalmente incluem uma combinação de:
Cremes: Estes são usados para adicionar mais umidade à pele seca.
Sabonetes e shampoos para pele sensível: Porque muitos produtos de beleza e limpeza contêm aromas sintéticos irritantes e aditivos que pioram os sintomas de eczema.
Procure sempre orientação médica antes de iniciar o tratamento.
Alguns tratamentos naturais ajudam a melhorar os sintomas:
A coceira pode fazer você arranhar a pele seca e descamada.
Mas arranhar causa complicações, pois pode provocar feridas abertas que permitem que bactérias provoquem infecções, especialmente se o sistema imunológico já está enfraquecido.
Alimentos, fatores ambientais e produtos de cuidados da pele podem causar reações alérgicas que desencadeiam os sintomas da doença.
As alergias podem ser desencadeadas por:
Pesquisas sugerem que o risco de desenvolver eczema em crianças é reduzido quando a criança é amamentada. Na infância e na idade adulta, uma dieta saudável com alimentos anti-inflamatórios pode ajudar a aumentar a imunidade.
Os alimentos que podem ajudar a reduzir os sintomas de eczema são:
Se os sintomas se tornam graves e os arranhões são contínuos, pode causar feridas, infecções, cicatrizes e propagação de sintomas.
Se você observar sintomas de eczema pela primeira vez e não tiver certeza da causa, fale com seu médico. É importante distinguir entre diferentes condições da pele, a fim de controlar os sintomas e tratar a causa subjacente.
Fique atento aos sintomas e procure orientação médica.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
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]]>Pessoas com intolerância à lactose sofrem com problemas digestivos ao consumirem laticínios e os seus derivados. Isso pode ter um efeito negativo sobre a qualidade de vida e a saúde (1,2).
Neste artigo, você encontrará informações detalhadas sobre intolerância à lactose e como gerenciá-la.
Não deixe de ler e compartilhar.
A intolerância à lactose é um distúrbio digestivo causado pela incapacidade de digerir a lactose, o carboidrato principal dos produtos lácteos.
Pessoas com intolerância não produzem a enzima lactase, em quantidades suficientes para digerir a lactose.
Lactose é um dissacarídeo, composto de uma molécula de glicose e galactose.
A enzima lactase é necessária para quebrar a lactose em glicose e galactose, que podem então ser absorvidas na corrente sanguínea e utilizadas para a produção de energia.
Sem lactase suficiente, a lactose se move através de seu intestino e provoca sintomas digestivos (2, 3, 4).
Existem dois tipos principais da doença:
A intolerância primária à lactose é a mais comum. É causada por uma diminuição na produção de lactase com a idade, de modo que a lactose se torna mal absorvida (5).
Esta forma de intolerância à lactose pode ser parcialmente causada por genes, porque é mais comum em algumas populações do que outros.
A intolerância secundária à lactose é rara. É causada por doenças, como a doença celíaca.
Isso ocorre porque a inflamação na parede do intestino pode levar a um declínio temporário na produção de lactase (6).
Se não for administrada adequadamente, ela pode causar graves problemas digestivos.
Os sintomas mais comuns são (7, 8):
Algumas pessoas também experimentam outros sintomas, como náuseas, vômitos e ocasionalmente, constipação.
A diarreia ocorre devido à lactose não digerida em seu intestino delgado, que faz com que a água se mova em seu aparelho digestivo.
Uma vez que chega ao seu cólon, a lactose é fermentada pelas bactérias no seu intestino, formando ácidos graxos de cadeia curta e gases. Isso causa o inchaço, flatulência e dor.
A gravidade dos sintomas pode variar, dependendo da quantidade de lactose que você pode tolerar e também da quantidade ingerida (9).
A lactose é encontrada em produtos lácteos e produtos que contêm leite (10, 11, 12, 13).
Os seguintes produtos lácteos contêm lactose:
Alimentos que têm alguma forma de laticínios como ingrediente também podem conter lactose, incluindo:
Você pode verificar se um produto contém produtos lácteos observando o rótulo.
Nas listas de ingredientes, o leite ou os produtos lácteos adicionados podem ser descritos como:
Todos os produtos lácteos contêm lactose, mas isso não significa que eles estão totalmente fora dos limites para as pessoas com intolerância à lactose.
A maioria das pessoas com intolerância à lactose pode tolerar pequenas quantidades de lactose.
Por exemplo, algumas pessoas podem tolerar a pequena quantidade de leite no chá, mas não a quantidade que você obteria de uma tigela de cereais.
Pesquisas mostram que pessoas com intolerância à lactose podem tolerar até 18 gramas de lactose, espalhados ao longo do dia (14).
Alguns tipos de produtos lácteos também são naturalmente baixos em lactose quando consumidos em suas porções usuais. A manteiga, por exemplo, contém apenas 0,1 gramas de lactose por porção de 20 gramas.
É possível ter uma dieta muito saudável sem produtos lácteos. Você só precisa incluir outros alimentos que são ricos em cálcio (32, 33).
A ingestão recomendada de cálcio é de 1.000 mg por dia.
Muitos alimentos vegetais contêm quantidades razoáveis de cálcio.
Aqui está uma lista de alimentos isentos de lactose que são ricos em cálcio biodisponível:
>> Ovo cozido: São encontrados 54 mg de cálcio, em uma porção de 100 g de ovo de galinha cozido.
>> Brócolis: Em 100 g de flores de brócolis cruas trazem 400 mg de cálcio, enquanto a mesma quantidade de flores de brócolis cozidas oferece 130 mg da substância.
>> Agrião: 168 mg de cálcio estão presentes em uma porção de 100 g de agrião.
>> Espinafre: Uma porção equivalente a quatro colheres de sopa de espinafre cozido contém 160 mg da substância.
>> Couve: Já duas colheres de sopa de couve refogada contêm 164 mg de cálcio.
>> Amêndoas: Uma porção de 100 g de amêndoas oferece 254 mg do nutriente.
>> Açaí: Um potinho com 200 g de açaí possui 236 mg de cálcio.
>> Ameixa seca: Quem consome 100 g de ameixa seca também ingere 62 mg de cálcio.
Você também pode optar por leite vegetal ou kefir e os seus derivados para preparar queijo, iogurte, entre outros alimentos.
O tratamento principal consiste em evitar o seu consumo.
Porém, existem alguns tratamentos naturais que podem ajudar a melhorar os sintomas da intolerância à lactose.
É possível comprar enzimas para ajudar a digerir a lactose. Estes são comprimidos que você adiciona à alimentos e bebidas.
No entanto, a eficácia destes produtos parece variar de pessoa para pessoa (15, 16, 17).
Um estudo examinou os efeitos de três tipos diferentes de suplementos de lactase em pessoas intolerantes à lactose que tomaram 20 ou 50 gramas de lactose (23).
Em comparação com o placebo, todos os três suplementos de lactase melhoraram os sintomas globais quando tomados com 20 gramas de lactose.
No entanto, não foram eficazes na dose mais elevada de 50 gramas de lactose.
Os probióticos são microorganismos que proporcionam benefícios para a saúde quando consumidos (28).
Prebióticos são tipos de fibras que funcionam como alimento para essas bactérias. Eles alimentam as bactérias benéficas que você já tem em seu intestino, para que elas prosperam.
Tanto os probióticos como os prebióticos reduzem os sintomas de intolerância à lactose (29, 30).
O caldo de osso é ótimo para tratar o intestino.
Este caldo simples e saboroso ajuda o corpo a melhorar intolerâncias alimentares, sensibilidades e até mesmo alergias, melhorando simultaneamente a saúde das articulações, estimulando o sistema imunológico e reduzindo a celulite.
Além disso, o colágeno natural e gelatina encontrados nos ossos ajuda a aliviar as alergias e sensibilidades alimentares, incluindo para produtos lácteos e glúten.
Se você possui intolerância à lactose, saiba que é perfeitamente possível ter uma dieta saudável e equilibrada sem leite.
Apenas certifique-se de incluir outras fontes de cálcio para obter todos os nutrientes que você precisa, e procure orientação médica.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
]]>O ovo é um super alimento à preço acessível, ele é uma excelente fonte de proteína e nutrientes. Há várias maneiras para consumi-lo, e o omelete é uma opção prática para acrescentar ao cardápio.
Aproveite todos os benefícios da receita de omelete de espinafre, e melhore as suas refeições.
Não deixe de experimentar e compartilhar.

Omelete de Espinafre e Tomates: Receita fácil e nutritiva. Imagem: (Divulgação)
Em uma frigideira antiaderente, aqueça o azeite e frite o alho.
Quebre os ovos em uma tigela, bata com um garfo até ficar uniforme e acrescente à frigideira, tempere com sal e pimenta.
Quando o fundo do ovo já estiver sólido, mas ainda liquido em cima, coloque os espinafres e o tomate cortado.
Agora, basta servir.

Omelete de Espinafre e Tomates: Rico em antioxidantes. Imagem: (Divulgação)
Você sabia que além de muito saboroso, o tomate é também muito saudável?
Ele é associado a índices reduzidos de câncer de pâncreas, cervical e próstata. O tomate também protege o organismo de infecções bacterianas, assim como de perturbações digestivas e pulmonares.
A fruta age como desinflamatória, sendo também muito benéfica para a saúde das atividades cerebrais.
Além disso, é ótima para combater as infecções e exerce efeito anti-séptico no corpo, neutralizando resíduos ácidos.
O tomate contém grandes quantidades de vitaminas (A, complexo B e C) e sais minerais (ácido fólico, potássio e cálcio).
Há ainda outros benefícios!
Os tomates são a fonte mais rica em Licopeno, poderoso antioxidante que combate os radicais livres, retarda o envelhecimento e pode proteger contra o câncer.
O licopeno é um carotenoide que confere a cor vermelha ao tomate. Por isso, quanto mais intensa for a cor do fruto, mais rico em antioxidante ele será.
Outra característica observada pelos estudos foi que o calor aumenta a biodisponibilidade do licopeno, ou seja, esse fitoquímico é melhor absorvido pelo nosso organismo quando os tomates são cozidos.
Por todos esses motivos, inclua o tomate a sua dieta.
Quem me segue nas redes sociais, sabe que o ovo possui vários benefícios para a saúde.
Tem gente que ainda acredita que comer ovo aumenta o colesterol, ocasionando inclusive doenças cardíacas. Porém, não há qualquer relação entre aumento de colesterol e doenças cardíacas.
Assim como não há nenhuma relação entre o consumo do ovo e o aumento de colesterol no sangue.
Isto é mito! O ovo não aumenta o colesterol em pessoas saudáveis.
Vários estudos nos mostram que, na verdade, os ovos são alimentos funcionais e fundamentais para a saúde, ajudando a prevenir diversas doenças.
Destaco ainda que a gordura presente nos ovos não engorda e faz bem à sua saúde.
Eles são alimentos completos ricos em vitaminas K, E, D, A, folato, vitamina B12, entre outros nutrientes.
Os ovos também apresentam alto teor de proteína. E o mais importante, proteína de alto valor biológico que contém todos aminoácidos que seu corpo precisa.
Pode comer sem medo.
A receita de omelete de espinafre e tomates resulta em uma refeição prática, saborosa e muito saudável. Todas receitas que eu compartilho com você são baseadas em alimentos saudáveis e nutritivos.
Quando você se alimenta com comida de verdade, logo consegue perceber as melhorias na saúde. Mas primeiro precisa desintoxicar seu organismo de todas as toxinas que estão deixando seu corpo doente.
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Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
Por isso preparei um Guia GRATUITO com os 10 melhores sucos detox para você incluir na dieta. Para ter acesso a esse material basta preencher o formulário abaixo.
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]]>É o gosto de mostarda misturado com a sensação picante do wasabi que muitos aguardam ao comer o sushi, e devido à sua popularidade, agora se tornou um favorito entre outros alimentos, como as ervilhas e pipocas de Wasabi.
Além do seu sabor marcante e irreverente, ele também traz uma série de benefícios para a saúde, desde melhorar a disposição intestinal até o tratamento de doenças transmitidas por alimentos, podendo até mesmo combater células cancerígenas.
Neste artigo explicarei os principais benefícios do Wasabi para a saúde, e para o bom funcionamento de seu organismo.
Não deixe de ler e compartilhar!
A pasta do wasabi é feita a partir da raiz da planta wasabia japonica, que é semelhante ao gengibre fresco. A raíz faz parte da família Cruciferae, que é parente de plantas como couve, couve-flor, brócolis, rábano e mostarda.
Na verdade, é bastante comum ver o rábano europeu como seu substituto em muitos pratos culinários.
Além do seu uso culinário, os cientistas começaram a investigar as propriedades medicinais do wasabi; onde este alimento pode ser utilizado para aliviar os sintomas de uma série de distúrbios, incluindo alergias, asma, câncer, inflamação e doenças neurodegenerativas.
Confira a seguir os benefícios mais importantes para a saúde, que este acompanhamento japonês tão popular fornece:
Estudos mostram que esse alimento fornece um grande benefício, quando se trata de proteção contra algumas bactérias.
Um estudo realizado no Laboratório de Tecnologia de Células Plásticas da Universidade de Chiba no Japão, observou que o uso de wasabi em batatas tornou-as mais resistentes à doenças e bactérias. (1)
Outro estudo publicado no Journal of Applied Microbiology, mostra o mesmo quando aplicado aos tomates, tornando-os também mais resistentes à doenças.
O uso de wasabi mata bactérias ruins que prejudicam o funcionamento do nosso organismo, e deixa o sistema imunológico mais resistente. (2)
Devido à sua capacidade de eliminar as bactérias, o wasabi é um agente antimicrobiano natural frequentemente utilizado com peixes crus. Isto é principalmente devido aos vapores de isotiocianato que o wasabi produz.
Estes vapores ajudam a deter o desenvolvimento de fermento, mofo e bactérias.
Curiosamente, também pode ajudar a prevenir a cárie dentária, destruindo as bactérias que podem causar isso e diminuindo o avanço de alguma cárie já existente. (3)
Ele contém poderosos fitonutrientes (ou fitoquímicos) chamados isotiocianatos.
Os isotiocianatos são fitonutrientes que contêm enxofre com fortes efeitos anticancerígenos. Eles ocorrem naturalmente como em vegetais cruciferantes, como o wasabi.
Quando os vegetais crus são mastigados, as células da planta são quebradas e uma enzima chamada mirosinase converte-se em isotiocianatos.
Seus efeitos anticancerígenos ocorrem à medida que neutralizam os carcinogênicos.
Estudos demonstraram que os isotiocianatos podem ajudar a prevenir câncer de pulmão e câncer de esôfago, além de ajudar a reduzir o risco de outros tipos de câncer, incluindo o câncer gastrointestinal. (4).
Isso significa que você pode adicionar o wasabi à lista de alimentos que ajudam a combater o câncer.
Os compostos desse alimento também podem ajudar os cientistas a desenvolver um novo tratamento contra a dor.
Pesquisadores da Universidade da Califórnia em São Francisco, estudaram isotiocianatos no wasabi que desencadeiam uma reação nos receptores TRP, que são responsáveis pelo envio de um sinal de dor no cérebro, nas células nervosas, na língua e boca.
Um cientista criou camundongos que não possuíam um tipo de receptor de TRP, e descobriu que os ratinhos não reagiam a compostos que continham isotiocianatos.
Além disso, a evidência mostra que o receptor é o responsável pela inflamação, o que significa que os isotiocianatos podem ter bloqueado esse receptor que, por sua vez, poderia resultar em um analgésico bem útil. (5)
Essa raiz possui características que podem suprimir bactérias encontradas no intestino, como inflamação gástrica e, possivelmente, câncer de estômago.
Também é possível que possa prevenir a intoxicação alimentar, que é uma das razões pelas quais é servido com peixe cru.
As ervilhas de Wasabi também são uma ótima opção para o tratamento intestinal, pois auxiliam a remover substâncias tóxicas de seu corpo, ajudando a eliminar a possibilidade de desenvolver complicações de diverticulite.
A desintoxicação acontece porque as ervilhas são alimentos ricos em fibras, e essa fibra é necessária para ajudar a empurrar as fezes para frente e expulsá-las.
Sem as fibras para adicionar volume às fezes, o cólon tem que trabalhar mais do que o normal, e a pressão disso pode fazer com que as bolsas se formem em pontos fracos ao longo do cólon, criando desconforto e potencialmente contribuindo para a Síndrome do Intestino Permeável.
A pasta de wasabi também oferece benefícios muito bons a pele, pois é rica em antioxidantes, e desta forma ajuda a proteger as células de danos, já que ele é também antibacteriano.
Quando um alimento tem propriedades antibacterianas e antioxidantes, acaba ajudando a evitar o surgimento de novas acnes no rosto, uma vez que contribui para a desintoxicação das células.
A raiz forte também é uma ótima aliada a perda de peso, isso porque ela é rica em ômega-3, ômega-6 e proteínas.
Além disso, essa raiz também traz a sensação de saciedade, controlando a vontade de comer.
Mas atenção! É bom consumir com certa cautela, já que a pasta dessa raiz tem um gosto muito picante; ela possui ação diurética e em alguns casos ao ser consumida em excesso, pode prejudicar os rins.
Um copo de raíz de wasabi nativa contém aproximadamente: (6)
– 142 calorias
– 30,6 gramas de carboidratos
– 6,2 gramas de proteína
– 0,8 gramas de gordura
– Fibra de 10,1 gramas
– 54,5 miligramas de vitamina C
– 0,5 miligramas de manganês
– 89,7 miligramas de magnésio
– 738 miligramas de potássio
– 0,4 miligramas de vitamina B6
– 166 miligramas de cálcio
– 2,1 miligramas de zinco
– 0,2 miligramas de tiamina
– 104 miligramas de fósforo
– 0,2 miligramas de cobre
– 0,1 miligramsa de riboflavina
– 1,3 miligramas de ferro
– 23,4 microgramas de folato
Você pode fazer o uso da pasta dessa raiz para temperar saladas, ou mesmo ao degustar o seu sushi favorito.
Que tal experimentar o wasabi com um delicioso e nutritivo Sushi Vegano e low carb de couve-flor?
O importante é saborear cada um dos benefícios desse alimento de gosto peculiar!
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Dr. Juliano Pimentel
]]>Na verdade, pode levar cerca de cinco anos para receber um diagnóstico oficial autoimune, isso porque os sintomas destas doenças são díspares e vagos.
Neste artigo, eu vou compartilhar quais são os principais sintomas de doenças autoimunes.
Não deixe de ler e compartilhar.
Pesquisas revelaram que as doenças autoimunes, aumentaram nos últimos 40 anos. E afetam cerca de 15 a 20% da população mundial.
As causas que levam a esta condição ainda não são específicas.
O que sabemos é que elas estão relacionadas com fatores ambientais (externos) e fatores intrínsecos do nosso organismo, como por exemplo, alterações nos níveis hormonais, baixo controle imuno-regulatório e predisposição genética (1).
Ou seja, fatores do nosso próprio organismo somados aos fatores ambientais aos quais estamos expostos cotidianamente, podem desencadear um ambiente propício para o surgimento de alguma doença autoimune.
Alguns dos sintomas de doença autoimune mais comuns que você deve ficar atento incluem (2):
Por isso, se você tem algum desses sintomas, fique atento à recorrências, pioras e procure sempre orientação médica.
Atualmente são conhecidos pela medicina vários tipos de doenças autoimunes, sendo que cada uma possui sintomas e tratamentos diferenciados e específicos.
Entre algumas das principais doenças autoimunes estão (3):
Pesquisadores e clínicos estão se aproximando da ideia de que o intestino permeável, está relacionado à maioria das condições autoimunes.
Isso porque, normalmente, o corpo tem um sistema de verificações e equilíbrios que mantém a atividade de anticorpos funcionando. Quem possui um papel fundamental nesse equilíbrio? O microbioma (4).
Um grupo de pesquisadores da Caltech descobriu que Bacteroides fragilis, uma estirpe de bactérias presente em 70% a 80% dos seres humanos, ajuda o sistema imunológico a manter o equilíbrio ao apoiar funções anti-inflamatórias.
Em estudos com animais, como exemplo, os pesquisadores provaram que, quando B. fragilis está presente, ele basicamente atua como um árbitro. Ou seja, ajuda a restaurar um equilíbrio pacífico entre as células imunes pró e anti-inflamatórias.
Infelizmente, esta é uma das bactérias que se tornaram ameaçadas na história recente. Por isso, os pesquisadores acreditam estar diretamente relacionada ao nosso rápido aumento nas condições autoimunes (5).
Uma das características distintivas tanto do intestino permeável como da doença autoimune, é a sua natureza progressiva.
A síndrome do intestino permeável geralmente começa como uma inflamação intestinal geral, mas ao longo do tempo avança para a má absorção de nutrientes e alimentos ou outras sensibilidades químicas.
Uma maneira de iniciar o processo de tratamento?
Comece a comer de verdade.
Por isso, é importante remover alimentos e fatores que prejudicam o intestino, substituí-los por alimentos anti-inflamatórios, como peixes gordos, brócolis e abacate.
Afinal, os sintomas de uma doença autoimune afeta cérebro, pele, boca, pulmões, tireoide, articulações, músculos, assim como funções do trato gastrointestinal.
Você pode lidar com desordens autoimunes removendo alimentos e fatores que prejudicam o intestino, como o açúcar. E não se esqueça de procurar sempre orientação médica.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
]]>Tire as dúvidas agora dos mitos sobre jejum intermitente, e veja se ele realmente é uma boa opção.
Não deixe de ler e compartilhar.
O jejum intermitente trata-se de um padrão alimentar com períodos de jejum e alimentação, algo natural e saudável. Desvende quais são os principais mitos relacionados ao jejum e frequência alimentar.
As pessoas acreditam que pular o café da manhã vai aumentar a fome, e provocar o ganho de peso.
No entanto, um estudo publicado em 2014 comparando 283 pessoas obesas e com sobrepeso, um grupo que consumiu café da manhã e outro que fez jejum (1).
Após um período de 16 semanas, não houve diferença de peso entre os grupos.
Este estudo mostra que não faz qualquer diferença para perda de peso, consumir ou não o café da manhã, embora possa haver alguma variabilidade individual (2, 3).
Um dos mitos sobre jejum intermitente ,é que ele prejudica o metabolismo.
Muitas pessoas acreditam que comer mais refeições acelera a taxa metabólica, fazendo o corpo queimar mais calorias em geral.
É verdade que o corpo gasta uma certa quantidade de energia digerindo, e assimilando os nutrientes de uma refeição.
Isto é denominado o efeito térmico do alimento (4). Em média, o efeito térmico dos alimentos está em torno de 10% da ingestão calórica total.
No entanto, o que importa aqui é a quantidade total de calorias consumidas, não quantas refeições você come.
Comer seis refeições de 500 calorias, tem exatamente o mesmo efeito que comer três refeições de 1000 calorias.
Dado um efeito térmico médio de 10%, é de 300 calorias em ambos os casos. Vários estudos mostram que o aumento ou diminuição da frequência das refeições não tem efeito sobre o total de calorias queimadas (5).
Algumas pessoas acreditam que comer várias vezes ao dia, ajuda a evitar a fome excessiva.
Apesar de alguns estudos sugerirem que fazer mais refeições leva à redução da fome, outros estudos não apresentam efeitos e mostram aumento dos níveis de fome (6, 7, 8).
Um estudo que comparou 3 refeições ricas em proteínas com 6 refeições ricas em proteínas, descobriu que as 3 refeições foram melhores para reduzir a fome (10).
Não há evidência que confirma que comer mais, reduz a fome para todas as pessoas. Vai depender do histórico de saúde de cada indivíduo e dos alimentos.
As refeições frequentes não aumentam o metabolismo.
Elas também não reduzem a fome. Se comer com mais freqüência não tem nenhum efeito sobre a equação do equilíbrio de energia; ela também não influencia na perda de peso.
A maioria dos estudos mostrou que a frequência das refeições não tem efeito sobre a perda de peso (11,13).
Pessoalmente, eu acho um inconveniente parar para comer tantas vezes, tornando ainda mais difícil manter uma dieta saudável.
Algumas pessoas acreditam em outro mito sobre jejum intermitente: que precisam comer carboidratos a cada poucas horas, para que o cérebro continue funcionando corretamente.
Isso é baseado na crença que o cérebro só pode usar glicose (açúcar no sangue) como combustível.
Mas o corpo pode facilmente produzir a glicose que precisa, através de um processo chamado de gliconeogênese (14).
O corpo armazena glicogênio (glicose) no fígado, para ser usado como energia ao cérebro quando for necessário.
Mesmo durante jejum a longo prazo, o corpo pode produzir corpos cetônicos de gorduras dietéticas (15). Eles podem fornecer energia para parte do cérebro, reduzindo significativamente sua necessidade de glicose.
Assim, durante um jejum prolongado, o cérebro pode facilmente sustentar-se usando corpos cetônicos e glicose produzida a partir de proteínas e gorduras.
No entanto, algumas pessoas relatam que se sentem hipoglicêmicos, quando não comem por um tempo.
Se isto se aplica a você, procure orientação médica antes de mudar sua alimentação.

Mitos Sobre Jejum Intermitente: Não é natural estar sempre alimentado. Imagem: (Divulgação)
Não é natural para o corpo estar sempre alimentado. Quando os seres humanos estavam evoluindo, precisaram superar períodos de escassez de vez em quando.
Há evidências de que o jejum de curto prazo induz um processo de reparação celular chamado autofagia, onde as células usam proteínas antigas e disfuncionais como energia (16).
A autofagia pode ajudar na prevenção do envelhecimento precoce, e de doenças como Alzheimer (17, 18).
A verdade é que jejum de vez em quando possui vários benefícios para a saúde metabólica (19, 20, 21).
Estudos que sugerem que comer frequentemente, pode ter efeitos negativos para a saúde e aumentar o risco de doenças.
Por exemplo, um estudo descobriu que, combinada com uma alta ingestão calórica, uma dieta com refeições mais frequentes causou um aumento maior na gordura hepática (22).
Um dos mitos sobre jejum intermitente é que ele pode colocar seu corpo em “modo de fome”.
De acordo com as alegações, não comer faz seu corpo pensar que está morrendo de fome, por isso, desliga o seu metabolismo e impede que você queime gordura.
É verdade que a perda de peso a longo prazo, pode reduzir a quantidade de calorias que você queima. Este é o verdadeiro “modo de fome” (o termo técnico é termogênese adaptativa) (25).
Este é um efeito real, e pode diminuir muito as calorias queimadas por dia. No entanto, isso acontece com a perda de peso em geral, não importa o método que você usa.
Não há evidência de que isso aconteça mais com o jejum intermitente, do que com outras estratégias de perda de peso.
Estudos comprovam que o jejum à curto prazo aumenta a taxa metabólica.
Isto é devido a um drástico aumento dos níveis sanguíneos de norepinefrina (noradrenalina), que sinaliza as células de gordura para quebrarem a gordura corporal, e estimular o metabolismo (26, 27).
Estudos mostram que jejuar por até 48 horas pode aumentar o metabolismo em 3,6-14% (28). No entanto, se você jejuar muito mais que isso, o efeito pode reverter e o metabolismo pode diminuir (29, 30).
Há quem diga que só podemos digerir 30 gramas de proteína por refeição, e que devemos comer a cada 2-3 horas para maximizar o ganho muscular.
No entanto, isso não é apoiado pela ciência. Estudos não mostram diferença na massa muscular se você comer proteína em doses mais frequentes (31, 32).
Alguns acreditam que o jejum pode colaborar para a perda de músculos.
É verdade que isso acontece com dietas em geral, mas não há nenhuma evidência de que isso acontece mais com o jejum intermitente do que outros métodos.
Alguns estudos sugerem que o jejum intermitente é melhor para manter a massa muscular.
Em um estudo de revisão, o jejum intermitente causou uma quantidade semelhante de perda de peso comparado com a restrição calórica contínua, mas muito menos redução na massa muscular (34).
Um dos grandes mitos sobre jejum intermitente diz que ele prejudica a saúde, mas isso é mentira. Vários estudos mostram que o jejum intermitente traz diversos benefícios para a saúde.
Por exemplo, jejum intermitente muda a expressão de genes relacionados à longevidade e proteção contra doenças (35, 36).
Traz também grandes benefícios para a saúde metabólica; como melhora da sensibilidade à insulina, redução do estresse oxidativo e inflamação e redução de vários fatores de risco para doenças cardíacas (41).
O jejum também ajuda contra a depressão e vários outros problemas cerebrais (42).
Alguns afirmam que o jejum intermitente não causa perda de peso, porque faz com que você coma em excesso durante os períodos de alimentação.
Depois de um jejum, as pessoas tendem a comer um pouco mais. Em outras palavras, elas compensam as calorias “perdidas” durante o jejum comendo mais durante as próximas refeições.
No entanto, o jejum intermitente reduz a ingestão alimentar global enquanto estimula o metabolismo (45). Também reduz os níveis de insulina e aumenta o hormônio de crescimento humano até 5 vezes (47, 48).
Devido a esses fatores, jejum intermitente faz você perder gordura, não ganhar peso.
De acordo com um estudo de revisão feito em 2014, jejuar por 3-24 semanas causa perda de peso corporal de 3-8%, e uma diminuição de 4-7% na gordura da barriga (49).
Na verdade, o jejum intermitente é uma das ferramentas mais poderosas do mundo para perder peso.
Dizer que jejuar faz você comer demais e ganhar peso é mentira.
Jejum intermitente traz vários benefícios para o seu organismo, e é perfeitamente seguro para pessoas saudáveis.
Agora que desvendamos os mitos sobre jejum intermitente, caso você queira começar a jejuar, procure orientação médica.
Mas mesmo que você consuma de vez em quando alguns alimentos naturais, e pratique o jejum, não é bastante para garantir a boa saúde e prevenir doenças.
E se você costuma comer alimentos industrializados e processados, está à um passo ver a sua saúde minguar aos poucos.
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Dr. Juliano Pimentel.
]]>O corpo precisa de diversas vitaminas e minerais diários para manter o funcionamento correto do organismo; por isso, é preciso equilíbrio e consumir alimentos saudáveis.
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Aumentar a Imunidade: Consuma Alho (Foto: Divulgação)
Invista nos alimentos abaixo. Esses são os 10 alimentos conhecidos por aumentar a imunidade (1,2,4):
O alho possui uma dose grande de selênio e zinco, que são essenciais para a melhoria do sistema imunológico. Para aproveitar o seu efeito benéfico consuma o alho cru.
Devido à presença da quercetina presente na cebola, ela auxilia na saúde de pessoas alérgicas e que estão em tratamento contra doenças virais; onde o corpo precisa de reforço no sistema imunológico para eliminar o problema.
Ela também ajuda a cuidar da saúde óssea e cardíaca.
Assim como o alho, a cebola tem seus benefícios potencializados quando consumida crua. Mas não deixe de usar a cebola em outros preparos.
Não é segredo para ninguém que a vitamina C é considerada uma das melhores para auxiliar o sistema imunológico. A lichia é uma fruta rica em vitamina C e ainda possui uma dose enorme de componentes anti-inflamatórios.
A lichia é uma fruta de baixo carboidrato, pode ser consumida sem medo, porém, todo tipo de alimento precisa ser consumido com moderação pois o excesso é prejudicial de qualquer forma.
O gengibre pode ser usado como tempero, chás, cozidos, sucos e em diversas receitas. Essa raiz poderosa ajuda o sistema imunológico porque mata bactérias e carrega uma boa dose de vitamina B6, além de ter vitamina C.
Se escolher consumir cru tenha cuidado, pois algumas pessoas tem sensibilidade ao gengibre e podem perder o sono. Nesse caso, consuma duas colheres de gengibre ralado durante a manhã.
O cogumelo shiitake é rico em proteína, por isso, é uma boa opção para quem é vegano e não consome nenhum tipo de alimentos de origem animal.
Ele possui um grande índice de lentinana, que funciona como um estimulador da produção das células de defesa do organismo.
Rico em aminoácidos, o que também ajuda a aumentar a imunidade.
É necessário consumir 100 gramas em média por dia para sentir os feitos positivos (porém, a quantidade exata depende da recomendação médica, de acordo com o seu tipo físico).
Um dos melhores alimentos para aumentar a imunidade é o limão. O limão é uma fruta azeda, que tem uma acidez que ajuda a balancear o pH do organismo se consumida na medida certa.
Consumindo o limão você aproveita os antioxidantes e a vitamina C da fruta, e que ajuda a fortalecer o seu sistema imunológico.
A rúcula também possui uma boa dose de vitamina C e por isso ajuda a fortalecer o organismo.
Consumindo rúcula diariamente você consegue prevenir e até a combater infecções. Ela estimula a cicatrização, além de ser rica em antioxidante.
Além de ajudar a aumentar a imunidade, a rúcula é conhecida como um fortalecedor do coração, pois inibe doenças cardiovasculares e o envelhecimento precoce.
E se você está com anemia ou problemas com cálcio tem mais motivos ainda para incluir a rúcula no seu cardápio. Isso porque essa plantinha é rica em cálcio e ferro.
O morango tem poucas calorias, embora também tenha a famosa frutose.
Rico em silício e a vitamina C, essa frutinha vermelha ajuda o seu sistema imunológico a ficar forte. O morango também possui manganês, magnésio, potássio, vitamina K e vitaminas do complexo B.
A couve é usada em sucos detox justamente porque ela uma folha faxineira.
Limpa o organismo e desintoxica no organismo, além de atuar como anti-inflamatório. Ajuda na cicatrização e renovação das células.
A acerola também ajuda a aumentar a imunidade por ser rica em vitamina C. Além disso, a acerola possui potássio, uma dose baixa de carboidratos. Opte por consumir a acerola como é colhida da árvore.
A quantidade necessária de cada um desses alimentos vai depender do seu histórico médico e tipo físico; por isso, consulte o nutricionista para saber quantas porções são necessárias para aumentar a imunidade.
Dica coringa: O segredo é o equilíbrio na alimentação para que o seu sistema imunológico esteja firme e forte.
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Todos esses alimentos listados acima se consumidos com equilíbrio na sua dieta, vão ajudar a ter mais saúde e disposição.
E mesmo que você consuma de vez em quando alguns alimentos naturais, isso não é bastante para aumentar a imunidade e prevenir doenças.
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]]>A má alimentação, aliada à falta de exercícios físicos, uma vida sedentária e hábitos de vida nada saudáveis, podem deixar o organismo dos homens como uma bomba relógio prestes a explodir!
Pequenas mudanças podem transformar o seu futuro.
Então veja aqui quais são as doenças que mais afetam os homens.
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Saúde do Homem: Conheça as Doenças que mais Afetam. Imagem: (Divulgação)
A doença cardiovascular é um dos problemas de saúde que mais afeta a saúde do homem, e que pode ser fatal. Conhecida pelos médicos como aterosclerose, que em outras palavras quer dizer: ” endurecimento das artérias”.
A doença cardiovascular consiste no desenvolvimento de placas de colesterol que bloqueiam as artérias no coração e no cérebro, de forma gradual.
Com esses bloqueios os coágulos de sangue se formam, e impedem o fluxo sanguíneo normal, o que pode ocasionar em um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral.
Na maioria dos casos pode iniciar como um simples sintoma de tosse, mas que pode se desenvolver em um câncer de pulmão ou enfisema.
Um dos grandes responsáveis pelo câncer de pulmão é o tabaco. Ele pode ser extremamente agressivo e se tornar metastático, ou seja, se espalhar para outras áreas do corpo.
O câncer de próstata é o câncer mais comum entre os homens, e só perde para o câncer de pele. Ele pode ser tratado, porém, o seu tratamento pode causar alguns efeitos colaterais como impotência sexual e incontinência urinária masculina. Por isso a prevenção é importante.
O suicídio entre os homens aumentou em grande parte nos últimos anos.
Ela pode estar relacionada à depressão, e ainda falta informação e incentivo para os homens buscarem apoio psicológico. O Suicídio é a oitava maior causa de morte entre os homens.
Não se trata de apenas uma tristeza passageira ou coisa de adolescente. Na realidade é um distúrbio emocional grave que precisa ser tratado.
A depressão afeta a saúde emocional e o corpo em geral, podendo baixar a imunidade do organismo e abrir portas para outros problemas de saúde.
Uma pesquisa afirma que a depressão pode ser um motivo ou estímulo para problemas do coração.
Os homens com depressão, apresentam geralmente sintomas diferentes do que os especialistas observam nas pacientes do gênero feminino.
Como: irritação, agressividade ou raiva que podem tentar camuflar o real problema de saúde.
Em todo caso busque ajuda de um especialista, mesmo que os sintomas da depressão não sejam visíveis.
A diabetes pode agir de forma silenciosa no início, mas assim como acontece com as mulheres, ela é uma vilã cruel e silenciosa.
Preste atenção se você perceber que sente mais sede que o normal, e se aumentou de forma desproporcional de urina por dia.
O excesso de glicose pode ser uma porta aberta para a diabetes, assim como acidentes vasculares cerebrais, cegueira, insuficiência renal, amputações de membros e até ataques cardíacos.
O sobrepeso e a obesidade são os grandes responsáveis por grande parte dos casos da doença.
Não é considerada uma doença fatal, porém, ainda assim muitos homens sofrem com esse problema. A disfunção erétil, ou a ejaculação precoce pode causar depressão, ansiedade, afetar a vida social e profissional.
Ela também é causada em algumas situações pela aterosclerose. Muitos médicos acreditam que a ejaculação precoce pode ser um sinal de problemas cardiovasculares futuros (1,2,3)
A saúde do fígado é extremamente importante, pois ele realiza atividades como de digerir alimentos, absorver os nutrientes e ainda se livre de agentes que podem prejudicar o seu organismo.
Entre as doenças hepáticas estão: cirrose, doença hepática alcoólica, câncer de fígado, hepatite viral, doença hepática autoimune ou genética. A doença hepática pode ser provocada pelo consumo de tabaco e álcool.
Considerado o câncer que mais afeta aos homens e que precisa de atenção redobrada.
Para prevenir o surgimento desse câncer dê atenção à proteção da pele, tanto em protetores solares, como por evitar a exposição ao sol durantes os horários mais críticos do dia e as camas de bronzeamento artificial.
Essa é outra doença que afeta muito os homens.
Como a Aids ou o HIV pode ser confundido com um simples resfriado ou gripe, muitas vezes pode passar despercebido a presença dessa doença tão perigosa.
Outro grande problema dessa doença é que você pode infectar outras pessoas, sem demonstrar os sintomas mais graves da doença. O vírus afeta o sistema imunológico e o ataca, sem que o organismo consiga destruí-lo.
Nem mesmo os sintomas são todos iguais, por isso a infecção pode se alastrar. A forma de contágio pode acontecer com o contato com o sangue contagiado, fluídos vaginais ou sêmen.
O sexo desprotegido sem o uso de preservativos, é uma forma poderosa de contágio.
Pensar em doenças e problemas de saúde pode causar ansiedade e preocupação. Mas se você tomar os devidos cuidados agora, vai prevenir o sofrimento no futuro.
Mude os seus hábitos alimentares, aquilo que você põe no prato vai indicar como será o seu futuro e qualidade de vida.
Os alimentos naturais e de verdade são aqueles que cuidarão de você.
Coma mais legumes, verduras, sementes e frutas, e evite alimentos que são industrializados e que você precisa desembalar, como: bolinhos, salame, biscoitos, salgadinhos.
O açúcar adicionado, o glúten, os conservantes e o sódio presente nesses alimentos vão incentivar o desenvolvimento de todas essas doenças.
Mude os seus hábitos de vida: pare de fumar, diminua ou exclua o consumo de álcool, realize atividades físicas com regularidade, consulte sempre o médico e sempre use preservativo durante as relações sexuais.
Essas mudanças em sua vida vão refletir em outras áreas também.
Mas mesmo que você consuma de vez em quando alguns alimentos naturais, isso não é bastante para garantir a boa saúde e prevenir doenças.
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Dr. Juliano Pimentel
]]>Quando eu ainda cursava a faculdade de medicina, tive uma surpresa que mudou completamente a minha vida. Eu fui surpreendido com o diagnóstico da doença celíaca!
Os exames mostraram algo que eu não queria ver, a degeneração da mucosa duodenal estava muito avançada com pontos de sangramento; no mesmo momento já fui orientado a suspender o glúten da minha dieta e nunca mais voltar a consumi-lo.
Apesar do baque e do medo inicial, essa nova fase da minha vida foi uma dádiva. Resolvi encarar esse diagnóstico como uma porta, uma travessia para uma vida mais saudável que mudou toda a minha forma de pensar e encarar a alimentação.
Mudeios rumos que gostaria de seguir na medicina, e hoje estudo e compartilho informações sobre a doença celíaca.
Resolvi seguir essa área porque muito além de me curar, e entender todos os problemas que envolvem o glúten, eu queria ajudar milhares de pessoas.
Graças a Deus estou trilhando esse caminho com a ajuda de uma corrente do bem, sempre tão participativos nas redes sociais e interessados.
Não deixe de ler e compartilhar!
Você sabe quais são as suas consequência do Glúten para o organismo?
Muito além da sensibilidade, a doença causada pela intolerância ao glúten (doença celíaca) atinge hoje de 1% a 2% da população Brasileira.
Ela é causada pela intolerância ao glúten; que é uma proteína encontrada no trigo, aveia, cevada, centeio e seus derivados, como massas, pizzas, bolos, pães, biscoitos, cerveja, uísque, vodka e alguns doces (é verdade, o glúten está muito presente na alimentação da maioria das pessoas).
A doença celíaca é uma condição crônica, autoimune; que afeta o intestino delgado de pessoas geneticamente predispostas.
Seu desenvolvimento na grande maioria dos casos se inicia na infância, com crianças de 1 e 3 anos; mas pode surgir em qualquer idade, inclusive em adultos.
Quem sofre com essa condição e fica exposto ao glúten (por consumir alimentos, bebidas e produtos), o organismo não consegue absorver os nutrientes dos alimentos, vitaminas, sais minerais e água da maneira ideal (1).

Doença Celíaca: Sintomas. Imagem: (Divulgação)
O quadro clínico da doença pode se manifestar com ou sem sintomas. E os sintomas e sinais podem variar de pessoa para pessoa, no entanto, fique atento aos mais comuns:
É importante lembrar que algumas pessoas com doença celíaca não apresentam sintomas ao serem diagnosticadas.
O diagnóstico pode ser difícil e demorado, pois os sintomas são muito variados, e constantemente associados a outras doenças.
A demora no diagnóstico leva a deficiências no desenvolvimento da criança.
Em alguns casos os sintomas se manifestam somente na idade adulta, dependendo do grau de intolerância ao glúten, afetando homens e mulheres (2).
Os principais exames para diagnóstico da doença celíaca são:
>> Exames de sangue com dosagem de anticorpos específicos para a doença (ex: Antiendomísio e Antitransglutaminase);
>> Biópsia do intestino delgado realizada durante exame de endoscopia digestiva. Neste exame observa-se atrofia da mucosa do intestino e aumento no número de células inflamatórias (linfócitos) no intestino do paciente.
A dieta sem glúten é o único tratamento possível para a doença celíaca.
Quando a proteína (glúten) é excluída da alimentação os sintomas desaparecem.
No entanto, a maior dificuldade para os pacientes é conviver com as restrições impostas pelos novos hábitos alimentares. A doença celíaca não tem cura, por isso, a dieta deve ser seguida rigorosamente pelo resto da vida.
O paciente celíaco que continuar ingerindo alimentos com glúten apresenta maior risco de desenvolver outras doenças, como doenças de tireoide, fígado, rins e pele. É importante que os celíacos fiquem atentos também à possibilidade de desenvolver câncer de intestino, e a ter problemas de infertilidade (3).

Sementes de Linhaça
Atualmente, não há nenhuma cura conhecida para a doença celíaca, razão pela qual é considerada crônica.
Para gerenciar os sintomas da doença celíaca e prevenir futuros problemas de saúde, siga uma dieta sem glúten rigorosa.
É necessário ainda cuidar da função imunológica;através da prevenção de deficiências de nutrientes, reduzindo o estresse e dormindo horas suficientes de sono.
O foco de uma dieta de doença celíaca deve incluir mais alimentos anti-inflamatórios e saudáveis, a fim de reparar o aparelho digestivo/trato gastrointestinal e curar qualquer deficiência de nutrientes.
Esses alimentos incluem produtos orgânicos de origem animal, kefir e os seus derivados, legumes, frutas, nozes, sementes e alimentos probióticos (4).
Como o glúten está “escondido” em vários alimentos industrializados e processados, é recomendado que o doente celíaco conheça quais são as opções de alimentos seguros e inseguros para sua condição.
Entre os alimentos liberados, estão:

Doença Celíaca: Evite massas e cerveja. Imagem: (Divulgação)
Evite todos os produtos que contenham trigo, cevada ou centeio.
O glúten constitui cerca de 80% da proteína encontrada nesses três grãos.
Além de evitar comer esses grãos, em grãos inteiros ou a farinha; tome cuidado com os alimentos embalados e com a comida de restaurante; uma vez que muitos deles podem ter vestígios de trigo ou glúten (5).
Alimentos para evitar em livre de glúten:
Para que a pessoa celíaca tenha mais qualidade de vida, e não corra riscos de desenvolver sintomas agravantes, é necessário que ela restrinja da sua alimentação os alimentos citados acima.
A sensibilidade ao glúten é diferente da doença celíaca.
Algumas pesquisas sugerem que, para cada pessoa diagnosticada com doença celíaca, outros seis pacientes apresentam problemas no intestino relacionados ao glúten.
Em outras palavras, você pode não ter doença celíaca, mas ter uma alergia ao glúten.
No entanto, hoje os estudos de pesquisa em andamento, mostram que os sintomas de sensibilidade ao glúten não são tão bem definidos.
A verdade é que algumas pessoas não têm doença celíaca, mas se sentem melhores quando evitam ingerir glúten (6).
Os sintomas da sensibilidade ao glúten são comuns e podem incluir:
Como o glúten é capaz de causar tantos problemas diferentes? Preocupantes, certo?!
Ao contrário do que a maioria das pessoas pensam, intolerância ao glúten (e doença celíaca) é muito mais do que apenas um problema digestivo.
Isso porque a pesquisa sugere que o glúten pode realmente causar mudanças significativas na microbiota intestinal – um grande problema, considerando que nossa saúde geral depende muito da saúde do nosso intestino.
A intolerância ao glúten pode afetar quase todas as células, tecidos e sistema no corpo; uma vez que as bactérias que povoam o intestino ajudam a controlar tudo, desde a absorção de nutrientes e a produção de hormônios até a função metabólica e os processos cognitivos.
Qualquer quantidade de glúten, por mínima que seja, é prejudicial para o celíaco. Por isso, alguns cuidados são necessários:
Em caso de dúvidas, procure sempre orientação médica. E continue as minhas redes sociais para ter acesso a mais conteúdos sobre o Glúten e suas consequências.
Espero, sinceramente, que este artigo tenha aberto os seus olhos para os perigos do Glúten.
Muitos pensam que o Glúten só não deve ser consumido por pessoas celíacas ou com intolerância; mas isso não é necessariamente verdade. Todos podem se beneficiar de uma alimentação livre de glúten!
A alimentação livre de glúten significa ter uma alimentação de verdade.
E uma alimentação de verdade traz inúmeros benefícios para a sua saúde. Por outro lado, uma alimentação rica em glúten e em alimentos processados e açucarados, te mantém acima do peso e doente.
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Dr Juliano Pimentel.
]]>Além de influenciar negativamente a autoestima, a dor crônica afeta a capacidade de trabalhar ou realizar tarefas simples do dia a dia. Nesse período alguns sintomas como ansiedade, irritabilidade, depressão, insônia, alterações no apetite e preocupação com o corpo, são os mais comuns.
Pessoas portadoras de dores crônicas já acordam se sentindo cansadas, mesmo tendo dormido por muitas horas. Além disso, o sono também é interrompido por causa da dor, e pacientes também apresentam problemas como apneia.
Outro sintoma comum em pacientes que portam dores crônicas é a dificuldade de se concentrar, prestar atenção e focar em atividades que demandem esforços mental. Além de não conseguir exercitar-se (1).
Segundo a Sociedade Brasileira para Estudo da Dor, as dores crônicas afetam pelo menos um terço da população mundial e já atinge 60 milhões de pessoas no Brasil.
À medida que ficamos mais velhos, os incômodos nas articulações, coluna e músculos aumentam. Para melhorar a qualidade de vida do paciente, é importante recorrer à ajuda médica, verificar as causas mais comuns da doença e buscar orientação para tratamento.
Neste artigo, irei explicar as causas mais comuns de dores crônicas.
Não deixe de ler e compartilhar.
As causas de dores crônicas podem estar relacionadas ao distúrbio do sono, sedentarismo, ansiedade e depressão. A seguir confira outras causas comuns que afligem milhões de brasileiros (2):
>> A genética, por exemplo, é uma das causas, visto que a doença é recorrente em pessoas da mesma família, o que pode ser um indicador de que existem algumas mutações genéticas capazes de causar dores crônicas.
>> Infecções por vírus e doenças autoimunes também podem estar envolvidas nas causas de dores crônicas.
>> Ter uma péssima noite de sono ou dormir por menos de 7 horas por dia, pode apresentar diversos distúrbios ao organismo, dentre eles, as dores crônicas. Visto que o corpo precisa de horas de descanso para reparar danos causados no organismo (3).
>> Deficiência de magnésio no corpo também é uma das causas de dores crônicas. Uma das funções do magnésio é justamente bloquear os receptores cerebrais do glutamato, um neurotransmissor que pode tornar seus neurônios hipersensíveis à dor (4).
Além disso, há algumas doenças que estão ligadas às dores crônicas:

A artrite está relacionada com as dores crônicas
>> Artrite: é uma inflamação articular que gera sintomas como dor, deformidade e dificuldade no movimento, que ainda não tem cura. Em geral, seu tratamento é feito com medicamentos, fisioterapia e exercícios, mas, em alguns casos, pode-se recorrer à cirurgia.
A artrite pode ser causada por um traumatismo, excesso de peso, alimentação, desgaste natural da articulação ou devido a uma alteração no sistema imune de indivíduos predispostos ao problema.
Ela pode ser classificada como artrite reumatoide, artrite séptica, artrite psoriática, artrite gotosa (gota) ou artrite reativa, dependendo da sua causa.
(Leia mais sobre os sintomas, causas e tratamentos de artrite )
>> Lombalgia: a lombalgia pode ser definida como uma dor na região lombar, ou seja, na região mais baixa da coluna perto da bacia. A dor pode se estender para a região das nádegas e coxas.
Um por cento dos pacientes com lombalgia aguda tem ciática, que é definida como dor irradiada para o território de uma raiz nervosa lombar, frequentemente acompanhada de sintomas como dificuldade para andar e formigamento (5).
O problema pode ser causado por má postura, um mal jeito nas costas ou pode estar associado a outras doenças ortopédicas. Seu tratamento é feito com antiinflamatórios e analgésicos prescritos pelo seu médico.
(Leia mais sobre as causas e tratamentos para a lombalgia )
>> Cefaléia: é o nome científico para a popular dor de cabeça. As dores de cabeça podem ser desencadeadas por estresse, fadiga, alergias, fadiga ocular, má postura, consumo de álcool ou drogas, baixa de açúcar no sangue, hormônios, constipação e deficiências nutricionais. Seu corpo está dizendo que algo precisa mudar, então comece a prestar atenção aos sinais.
>> Enxaqueca: é um tipo de dor de cabeça intensa, especialmente aquelas que são recorrentes e causam latejamento em um lado da cabeça. Enxaquecas tendem a piorar durante períodos de estressante ou de mudanças significativas de vida.
Antes de um “ataque de enxaqueca“, algumas pessoas têm a sensação de a enxaqueca está chegando porque começam a se sentir um pouco “fora de funcionamento” (sensações que os especialistas se referem como “auras” ou distúrbios visuais).
(Leia mais sobre as causas e tratamentos para enxaqueca )
>> Fibromialgia: a síndrome é causada por um descontrole na forma como o cérebro processa os sinais de dor. Embora homens também sofram com a doença, ela é mais frequente em mulheres entre 20 e 50 anos (6).
A fibromialgia está ligada à fadiga, distúrbio do sono, dores de cabeça, ansiedade e depressão. Além disso, quem sofre da doença sente dores por todo o corpo durante longos períodos e sensibilidade nas articulações, nos músculos, tendões e outros tecidos moles.
(Leia mais sobre os sintomas, as causas e tratamentos para a fibromialgia )
> Tendinite: é uma forma de inflamação dolorosa nos tendões, que são partes do corpo que ligam os músculos aos ossos.
Geralmente, a tendinite é causada por movimentos repetitivos (como exercício intenso ou ficar sentado na mesma posição por horas), lesões ou inflamação acumulada ao longo do tempo. Tendinite pode causar muita dor por longos períodos de tempo. Ela é tratada de diferentes maneiras dependendo de onde está localizada no corpo.
A dor crônica é um problema complexo, difícil de ser curado e que exige um trabalho conjunto de profissionais de diferentes áreas e especialidades. Medicamentos e tratamentos, como a fisioterapia, podem ajudar para o alívio das dores. Por isso, procure ajuda médica se você sofre de dores crônicas.
Abraços e fique com Deus!
Dr Juliano Pimentel.
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