Os inhames são a variedade silvestre da batata-doce vulgarmente conhecida, e passam pelo nome científico Dioscorea villosa.
Existem mais de 600 variedades de inhame selvagem, mas apenas uma dúzia é considerada comestível (1).
No entanto, seus tubérculos são valiosos devido a um composto químico encontrado no interior chamado diosgenina.
Este composto é um precursor de certos hormônios esteroides, como a progesterona, que é importante para impulsionar a saúde reprodutiva feminina.
Embora os extratos e tinturas deste vegetal sejam usados há muito tempo na medicina tradicional, ainda há algum debate sobre a eficácia do inhame cru no corpo.
Neste artigo é possível conhecer as características do inhame, vantagens e desvantagens do consumo.
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Inhame: Carne de porco com inhame. Imagem: (Divulgação)
O Inhame tem índice glicêmico de médio para alto, por isso demora mais para ser transformado em açúcar no sangue, evitando picos de insulina no organismo.
É rico em fibras, tem baixo conteúdo lipídico e muitos micronutrientes.
Além disso, o inhame ajuda no combate a celulite. Os efeitos do consumo de inhame são o reflexo da ingestão de um alimento saudável, com capacidade antioxidante e anti-inflamatória.
Ele contém alantoína, um composto natural que pode acelerar o crescimento de tecido saudável e reduzir o tempo de cicatrização.
Topicamente, ele pode ser aplicado a úlceras, furúnculos e abscessos na pele para tratamento. Seus sucos foliares também podem tratar picadas de escorpiões e picadas de cobra.
A diosgenina em suas raízes é um fitoestrógeno, um estrogênio natural à base de plantas.
Quando processada em laboratório, a diosgenina pode ser usada para fabricar progesterona, embora em sua forma original, o inhame não contenha progesterona ou outros hormônios humanos.
Mas há evidências limitadas de que o extrato de inhame pode ser um remédio útil para alguns dos sintomas desagradáveis da menopausa.
Um estudo em 22 mulheres na pós-menopausa descobriu que uma alta ingestão de inhame durante 30 dias melhorou os níveis hormonais, reduziu o colesterol LDL e aumenta os níveis de antioxidantes (4).
Ele está disponível na forma de cápsula, tintura e suplemento de ervas.
Para ter um efeito, os compostos no inhame precisam ser processados em laboratório para serem eficazes.
Alguns fito terapeutas ainda recomendam extratos deste tubérculo vegetal para seus pacientes (5).
Às vezes, extratos deste vegetal têm sido usados como uma opção alternativa para a terapia de estrogênio.
Em sua forma natural, o inhame chinês pode ser comido
Proteínas vegetais naturais encontradas nesse alimento podem ser tóxicas, e causar doenças se consumidas cruas. Descascar e cozinhar completamente os fios removerá quaisquer substâncias nocivas (6).
Ele também está disponível:
O inhame também é administrado em cremes e géis, que podem ser aplicados diretamente na sua pele.
Algumas delas podem conter progesterona sintética, embora possam ser promovidas como contendo progesterona natural. Outras adições a estes compostos podem incluir vitaminas, minerais e outras ervas.
O inhame é seguro para a maioria dos adultos, mas se você estiver tomando medicamentos, converse com seu médico sobre possíveis efeitos colaterais.
Embora o inhame não contenha estrogênio, ele tem propriedades que podem fazer com que ele aja como uma forma leve de estrogênio.
Pode interagir negativamente com terapia de reposição hormonal ou pílulas anticoncepcionais, e mulheres grávidas ou lactantes devem evitá-la, assim como mulheres com distúrbios sensíveis a hormônios, como
As pessoas com deficiência de proteína S, proteína plasmática, dependente da vitamina K, que funciona como inibidor fisiológico da coagulação.
Também devem evitar o inhame, porque suas propriedades similares ao estrogênio podem aumentar o risco de coágulos sanguíneos.
O extrato de inhame selvagem pode causar complicações durante a gravidez e amamentação.
Ele também é contraindicado para as pessoas que estão lutando contra um câncer relacionado à hormônios, como câncer uterino ou câncer de ovário.
Por isso, o mais indicado é conversar com o médico antes de consumir a raiz, para que não haja a possibilidade de piorar os sintomas (7).
Há também algumas preocupações de que consumir extrato de inhame pode causar coágulos sanguíneos, o que pode ser um problema para pessoas com distúrbios hemorrágicos.
O inhame é um tubérculo versátil, com muitas qualidades benéficas para a saúde, para aliviar os sintomas do diabetes e até benefícios antioxidantes em geral.
Certifique-se de conversar com seu médico antes de adicioná-lo à sua dieta, e sobre possíveis efeitos colaterais.
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Abraços e fique com Deus,
Dr Juliano Pimentel.
]]>Os nomes comerciais desse medicamento são Prozac, Fluxene, Verotinana ou Eufor 20, mas também é encontrado como genérico.
Fluoxetina é na verdade, um antidepressivo oral de até 20 mg, comercializado em forma de comprimido ou gotas. O medicamento também pode ser utilizado para tratar bulimia nervosa. Ou seja, só pode ser tomado sob prescrição médica sob casos clinicamente diagnosticados (1).
Além da depressão e da bulimia nervosa, a fluoxetina também é indicada para casos de ansiedade, transtornos obsessivo compulsivo e transtorno menstrual.
Saiba agora se a fluoxetina emagrece mesmo, e quais os efeitos colaterais dessa medicação.
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O ponto principal que precisa estar claro, é que a fluoxetina não é indicada para tratamentos de emagrecimento. O que acontece é que o emagrecimento é um dos efeitos colaterais dessa medicação, devido ao fato, da diminuição no apetite do consumo desse medicamento.
O remédio não atua no centro de controle da fome, mas pode ajudar a controlar a ansiedade, que é um dos principais fatores que levam ao apetite compulsivo, mesmo sem fome. O que, consequentemente, resulta na perda de peso.
Isso acontece porque a fluoxetina aumenta os níveis de serotonina, e com isso causa a sensação de bem estar, diminuindo os sintomas de ansiedade, humor e demais problemas já citados.
A serotonina é importante, porque quando seus níveis estão baixos, causa mau humor, irritação, cansaço, sonolência, além de ficar com vontade de comer a todo momento.
O que se pode concluir é que o efeito de perda de apetite está relacionado com a perda de peso. Contudo, em alguns casos o efeito colateral do medicamento pode ser inverso e aumentar o apetite, o que, consequentemente, faz engordar (2).
Por isso o medicamento não é indicado para o emagrecimento, e só deve ser utilizado com prescrição médica.
Essa medicação, assim como outras, apresenta efeitos colaterais.
Normalmente, a fluoxetina causa muito sono no início do tratamento, o que pode desaparecer durante a continuação do uso.
É preciso cuidado e atenção em relação aos efeitos colaterais.
Mais de 10% dos pacientes que utilizaram esse medicamento relataram as seguintes reações (3):
– Diarreia, náusea, cansaço e fadiga, perda da força muscular, dor de cabeça, insônia, palpitações, boca seca, visão turva, desconforto gastrointestinal, vômitos, calafrios, sensação de tremor, diminuição de peso, anorexia, distúrbio de atenção, vertigem, alteração no paladar, diminuição do apetite, distúrbio de atenção, sensação de lentidão nos movimentos e raciocínio, ansiedade, diminuição do desejo sexual, nervosismo, cansaço, tensão, micção frequente, suor em excesso, perda de cabelo, tendência para equimose aumentada, e por fim, redução da pressão arterial.
Além dessas, outras reações que aconteceram de forma rara, também foram relatadas por alguns pacientes. Tais, como:
– Dor no esôfago, reação alérgica generalizada, problemas no sistema nervoso que atingem a boca, convulsão, crise de euforia, estrias roxas na pele, reação de fotossensibilidade, inflamação dos vasos sanguíneos, como vasculite, vasodilatação, bem como, lesões avermelhadas na pele.
Fato é que, os efeitos colaterais desse medicamento apresentam variação de acordo com cada pessoa, pois cada organismo responde de uma maneira às substâncias presente no medicamento. Com isso, algumas pessoas podem sentir muito os efeitos da fluoxetina, enquanto outras podem nem notar as reações.
Vale lembrar que a fluoxetina também tem suas restrições de uso. Se a pessoa fizer uso de medicamentos Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO), por exemplo, a fluoxetina é contraindicada.
Nesse último caso, o paciente deverá esperar no mínimo 14 dias após a suspensão do tratamento com IMAO para iniciar o tratamento com o cloridrato de fluoxetina.
Além disso, o uso combinado deste medicamento com o IMAO pode causar eventos adversos graves, podendo ser fatal (4).
Ele também não deve ser usado por pacientes alérgicos à fluoxetina, ou a qualquer um dos seus excipientes. Além disso, a fluoxetina é contraindicada para mulheres grávidas.
O cloridrato de fluoxetina é excretado no leite humano. Portanto, deve-se ter cuidado quando este medicamento for administrado a mulheres que estejam amamentando.
Em outras palavras, ele não pode ser utilizado de forma compulsiva. É preciso buscar ajuda médica antes de fazer uso da fluoxetina ou de qualquer medicamento.
Por fim, é importante salientar que não existem milagres quando o assunto é emagrecer. Além desse medicamento não ser indicado para emagrecer, muitas pessoas que fazem uso de remédios próprios para emagrecer acabam engordando novamente.
É preciso uma reeducação alimentar, uma busca por alimentação de verdade, associada a exercícios físicos e à mudança nos hábitos.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
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Pensando em pessoas como você que buscam uma forma de emagrecimento efetiva e saudável, é que eu eu decidi falar sobre a Dieta HCG, famosa dieta que aponta a perda de peso efetiva e que pode eliminar de 1 a 2 quilos por dia.
Não conhece essa dieta? Então vem comigo que eu vou explicar o ponto de vista da ciência.
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O HCG ou gonadotropina coriônica humana (1), é um hormônio que está presente no organismo da mulher em níveis elevados no início da gestação; ele serve para a produção de hormônios como a progesterona e o estrogênio, que são importantes para o desenvolvimento do feto e do embrião (2).
Ele também é usado para tratar problemas de fertilidade em homens e mulheres (3).
Pessoas que levantam a bandeira dessa dieta, afirmam que ela é benéfica e eficiente por aumentar o metabolismo e ajudar a perder grandes quantidades de gordura corporal, isso tudo sem você passar fome (4,5).
Porém, essa dieta é considerada por muitas pessoas como extrema, e perigosa devido aos seus resultados.
A Dieta HCG foi testada a primeira vez em 1954, por um médico britânico chamado Albert Simeons. Hoje os produtos dessa dieta são vendidos em várias formatos como em injeções, pellets e gotas orais.

A Dieta HCG gera a perda de peso, porém, depois de vários estudos especialistas concluíram que a perda de peso é consequência da dieta ultra baixa em calorias, e não o hormônio HCG (6,7,8,9).
Não foram encontrados dados que apoiem que o hormônio HCG corta, ou reduz a fome de quem é adepto a ele.
E não existe outros benefícios comprovados da dieta, além da perda de peso.
A maioria dos produtos HCG disponíveis no mercado não são confiáveis, não possuem o hormônio HCG; apenas as injeções são capazes de elevarem os níveis sanguíneos desse hormônio, e não os produtos vendidos online.
Falando dos efeitos colaterais no organismo incluem as dores de cabeça, fadiga e depressão, além de fazer com que o seu corpo perca massa muscular, e em consequência reduza a capacidade do organismo em perder calorias (10).
Os níveis elevados de HCG no sangue pode ser um sintoma para vários tipos de câncer, como o placentário, câncer de ovário e o testicular (11).
Já o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, o FDA (Food & Drug Administration) considera esse método de dieta como fraudulento, arriscado e ilegal, reprovando totalmente o seu uso (12,13).
Antes de praticar qualquer tipo de dieta, pense que emagrecer com saúde é o que vai fazer a diferença na sua vida e na vida da sua família.

Dieta HCG x Emagrecer com Saúde (Foto: Ilustração)
Se você precisa ou simplesmente quer emagrecer, existem métodos para o emagrecimento saudável.
Mas o que adianta você fazer dietas e mais dietas e gastar com diversos produtos para emagrecimento, se você não mudar a forma como se alimenta?
Sem as mudanças hábitos alimentares, todo o peso perdido com dietas voltará no futuro.
A minha dica é que você opte por cortar alimentos processados e açucarados do seu cardápio, ingerir mais água e por consequência hidratar o seu corpo. Se alimentando com produtos da natureza que são mais saudáveis.
Aposte em formas que auxiliem a sua perda de peso de forma saudável e responsável, assim melhorando a sua qualidade de vida.
Veja como funciona o Jejum Intermitente, que faz parte de estilo de vida saudável e eficaz.
Essa forma de alimentação ajuda a perder peso, reduz o risco de várias doenças e aumenta a sua qualidade de vida.
Diversas pesquisas realizadas por especialistas mostram que os efeitos benéficos sobre o metabolismo; que resultam em saúde e perda de peso; são mais eficientes do que a restrição calórica padrão, realizadas nas dietas (14).
O Jejum intermitente pode ajudar as pessoas as perderem de 3 a 8% do seu peso corporal, em um período de 3 a 24 semanas.
Os benefícios vão além do emagrecimento; o jejum intermitente ajuda a acelerar o metabolismo, por exemplo.
Ao invés de tentar dietas milagrosas, invista na alimentação de verdade.
Abraços e fiquem com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
]]>Transtornos alimentares são um problema real, que pode afetar homens e mulher, mas que especialmente atinge meninas e mulheres. Colocando isso em números, de acordo com pesquisa no New York Times, 95% dos pacientes com anorexia e cerca de 85% dos pacientes com bulimia nervosa são do sexo feminino (1).
Mas como é possível saber se você ou alguém conhecido está sofrendo os efeitos da bulimia, e porque este tipo de transtorno alimentar deve ser reconhecido?
Existem muitas razões, e todos elas podem levar a perigosos efeitos colaterais, sérios danos corporais tais como menstruação irregular, desequilíbrios hormonais e muito mais, além de problemas neurológicos.
Existe uma enorme quantidade de estresse causado pela luta contra a bulimia nervosa, que prejudica ainda mais a vida do indivíduo que sofre com esse distúrbio alimentar.
Alguém com bulimia costuma lutar com uma excessiva preocupação com a sua imagem corporal, o que leva a severas restrições calóricas, além do sentimento de inadequação e vergonha corporal, sentimentos contínuos de ansiedade, culpa e remorso.
Infelizmente, o risco de morte por suicídio ou complicações médicas aumenta para quem sofre com transtornos alimentares de qualquer tipo.
Muitas pessoas com bulimia ou outros distúrbios alimentares tendem a ser extremamente críticos consigo mesmos.
Sem ajuda, o estresse crônico causado por esta doença pode deteriorar o corpo e organismo, juntamente com os seus relacionamentos, senso de autoestima e autocontrole.
Quanto mais cedo a bulimia é descoberta, maiores são as chances do paciente resgatar sua saúde e prevenir futuras recaídas. Neste artigo, vou compartilhar os principais sintomas da doença, como ela afeta o organismo e as formas de tratamento.
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Bulimia é considerado um transtorno alimentar grave que gira em torno de comer grandes quantidades de alimentos de uma vez, seguido de tentar “livrar-se” das calorias que foram consumidas.
A bulimia é considerada uma doença potencialmente fatal que afeta milhões de pessoas, especialmente mulheres, e é mais comum do que a anorexia nervosa.
Ela envolve padrões de alimentação erráticos e geralmente vômitos vigorosos, abuso de laxantes e, por vezes, excesso de exercícios físicos; existem múltiplos sintomas e riscos envolvidos, tanto físicos como mentais.
O que diferencia a bulimia nervosa de outros transtornos alimentares é o comportamento de tentar livrar-se do que comeu regularmente, independentemente de como exatamente isso acontece. A ênfase está sempre na eliminação de calorias extras com objetivo de evitar ganho de peso ou para alcançar a perda de peso, isso acontece de maneiras insalubres.
De acordo com a National Eating Disorders Organization, bulimia nervosa é caracterizada por sintomas que incluem (2):
>> Consumo de alimentos em quantidade desequilibrada e excessiva, seguido por comportamentos de compensação para evitar ganho de peso;
>> Sentimentos intensos de estresse crônico e de estar fora de controle em relação à comida;
>> Autoestima altamente dependente do peso corporal e da sua imagem.
A maioria das pessoas pensam que apenas pessoas muito magras possuem padrões alimentares distorcidos, mas a verdade é que homens e mulheres de todas as formas e tamanhos podem sofrer com transtornos alimentares.
Na verdade, a maioria das pessoas com bulimia não parecem ter sinais visíveis de um problema, e estão geralmente na média em termos de peso corporal.
Bulimia pode desenvolver-se por muitas razões diferentes, e é geralmente uma combinação de vários fatores ambientais e genéticos. Alguns dos fatores de risco conhecidos, e que tornam alguém mais propenso a desenvolver bulimia nervosa incluem (3):
Se você suspeita que sofre de bulimia, especialistas recomendam fazer as perguntas abaixo. Quanto mais você responder “sim”; maior a probabilidade de que você lide com um transtorno alimentar(4):
>> Você é obcecado pelo seu corpo, tamanho e peso?
>> Quando você come, você se sente culpado, envergonhado ou deprimido?
>> Você pensa frequentemente sobre alimentos, calorias e dietas; ao ponto disso interferir em sua vida, trabalho e relacionamentos?
>> Você tem medo de ganhar peso, sentir-se fora de controle e teme que quando você começar a comer, você não será capaz de parar?
>> Você come até que esteja excessivamente cheio?
>> Você toma laxantes regularmente ou vomita para ajudar a controlar o peso?
>> Você se exercita compulsivamente?
Contrariamente à crença popular, todos os que sofrem de bulimia não vomitam necessariamente.
A bulimia geralmente é categorizada em dois grupos: aqueles que envolvem vômitos regularmente ou uso de laxantes e diuréticos, e aqueles que envolvem a compensação de calorias de outras maneiras.
Algumas das maneiras comuns que um bulímico não purgante usa para “compensar” comer grandes quantidades de calorias incluem restringir severamente a ingestão de alimentos, períodos regulares de jejum / jejum intermitente ou exercício excessivo além de uma quantidade saudável.
Muitas pessoas com bulimia não se encaixam perfeitamente em uma categoria e podem demonstrar comportamentos de ambas. Por exemplo, alguém pode passar longos períodos sem usar laxantes ou vômitos, mas em vez disso se concentrar no exercício extremo para queimar muitas calorias juntamente com uma dieta restritiva.
Na verdade, a maioria das pessoas com bulimia nervosa tem alguns sintomas sobrepostos e comportamentos de outros transtornos alimentares, como a anorexia (restrição de calorias). Embora a gravidade da bulimia pode variar muito dependendo do caso, o desejo subjacente e distorção são geralmente os mesmos: tornar-se mais magro e conseguir uma forma corporal específica utilizando qualquer meio necessário, mesmo que seja prejudicial para a saúde.
O que diferencia as pessoas com bulimia nervosa dos milhões de outras pessoas que desejam mudar suas formas corporais? Como os transtornos alimentares são questões psicológicas tão complexas, podem ser desencadeados por fatores sobrepostos e interligados, como (5):

Mudanças notáveis de peso são sintomas da bulimia
Um dos efeitos colaterais mais perigosos e comuns da bulimia são os danos causados ao sistema digestivo, uma vez que comer demais e depois se livrar do alimento têm efeitos negativos sobre a produção de enzimas digestivas, equilíbrio de fluidos e níveis de eletrólito.
Vomitar e tomar laxantes podem levar a desequilíbrios eletrolíticos e químicos, que causam efeitos em cascata em outros sistemas e órgãos, como um batimento cardíaco anormal e sintomas de depressão.
Ao mesmo tempo, altas quantidades de estresse juntamente com deficiências de nutrientes podem alterar os níveis hormonais e alterar o funcionamento do neurotransmissor.
Alguns dos efeitos negativos da bulimia nervosa para a saúde são (6):
>> Desequilíbrio de potássio e sódio, uma vez que o vômito/purga pode alterar os balanços de nutrientes, eletrólitos e fluidos chave.
>> Batimentos cardíacos irregulares e maior probabilidade de ataques cardíacos, insuficiência cardíaca e morte devido a um desequilíbrio eletrolítico.
>> Desidratação, que pode afetar negativamente a digestão, capacidades mentais, movimentos musculares e funcionamento do coração.
>> Capacidade reduzida de digerir os alimentos corretamente e absorver nutrientes.
>> Problemas para ir ao banheiro normalmente, incluindo estômago inchado, constipação e diarreia, causada por tomar laxantes e alterar os níveis de enzimas e eletrólitos.
>> Maior risco de úlceras e rupturas gástricas.
>> Maior probabilidade de ter mudanças de peso que afetam negativamente a tireoide e a saúde hormonal.
>> Maior probabilidade de lidar com infertilidade e menstruações irregulares.
>> Diminuição da resposta imunológica a infecções ou doenças mais comuns.
>> Maior risco de depressão, transtornos de ansiedade e suicídio.
>> Níveis mais elevados de inflamação, o que pode aumentar o risco de várias doenças crônicas.
Pessoas com bulimia muitas vezes descrevem suas situações como constantes batalhas internas, quase como se tivessem duas ou até três vozes opostas em suas cabeças, todas com desejos diferentes.
De um lado ela pode sentir um forte desejo de perder peso ou ficar magro, por outro lado há a vontade de comer compulsivamente.
Antes de seguir, é importante evidenciar que, a melhor estratégia é sempre optar por uma alimentação de verdade, com legumes, verduras, grãos, frutas e carnes.
Além disso, você pode incluir diariamente sucos vegetais. Esses sucos além de nutritivos, desintoxicam o corpo, eliminando inflamação e excessos.
Alguns sinais comuns que podem indicar bulimia incluem (7):
Distúrbios alimentares precisam ser acompanhadas por um médico especialista, e não há nenhuma “cura” conhecida para a bulimia.
Alguns dos passos mais importantes para combater o distúrbio incluem:
Todos os transtornos alimentares são problemas complexos que normalmente exigem a busca de ajuda, como de um terapeuta, médico e nutricionista.
Acredita-se que os padrões de pensamento compulsivos que causam bulimia funcionam como um ciclo, uma vez que se tornam habituais e “o novo normal” para alguém que está sofrendo.
No entanto, com ajuda e treinamento adequado para mudar os padrões de pensamento de alguém e comportamentos; esse ciclo mortal pode ser quebrado (8).
Um dos métodos de tratamento mais bem sucedidos para combater a bulimia e outros transtornos alimentares é chamado de terapia cognitivo-comportamental (TCC), que se concentra na mudança de padrões de pensamento que pode auxiliar na mudança de comportamentos negativos (9,10).
Ironicamente, o vômito e a purga geralmente não resultam em perda de peso.
Vômito, exercício excessivo e uso de laxantes na maioria dos casos não compensa as calorias consumidas em excesso, por isso as pessoas com bulimia normalmente nunca atingem seu “peso ideal” e só perpetuam o ciclo alimentar distorcido, além das consequências negativas para a saúde que esses hábitos trazem.
Alguns especialistas acreditam que o vômito, por exemplo, só “apaga” cerca de 50% das calorias consumidas, enquanto os laxantes cerca de apenas 10%. Muitas pessoas realmente acabam ganhando peso a longo prazo, em vez de emagrecer.
Para uma alta porcentagem de pessoas com transtorno alimentar, suas intenções começam inocente – geralmente querendo perder algum peso.
Mas a restrição pode agir como um gatilho e acabar causando uma obsessão com a alimentação, dieta e perda de peso. Como consequência, o corpo responde com aumento da fome, e com compulsões prejudicam a saciedade.
Na verdade, o próprio ato de “dieta” é visto como uma das maiores causas de compulsão alimentar. Por isso, eu sempre falo com meus pacientes sobre reeducação alimentar, e não dietas restritivas.
Explorar outras maneiras de ser feliz sem atingir um determinado peso corporal, é geralmente considerado a chave final para resolver problemas emocionais que causam padrões alimentares distorcidos.
Enfatizar a saúde, apreciar mais as situações sociais, sentir-se mais relaxado em relação ao alimento e por ter mais energia em outras áreas da vida (relacionamentos, espiritualidade, passatempos, família e carreira) é crucial para a recuperação da bulimia.
É claro que quebrar esses padrões de pensamento e relacionamento distorcido com o alimento não é fácil, e a pessoa irá precisar de ajuda.
Procurar ajuda profissional, como já foi falado, é fundamental. Assim como se cercar de um grupo de pessoas de apoio, falar abertamente sobre os seus sentimentos, medos e ansiedades é muito importante!
Se abrir com a sua família e amigos é muito útil para o tratamento da bulimia.
Nas minhas redes sociais nós formamos uma corrente do bem, repleta de apoio e informação. Te convido a fazer parte dela!
Falando ainda sobre a importância da reeducação alimentar e da exclusão dos alimentos industrializados e processados, eu trago a oportunidade de você transformar a sua saúde de forma efetiva!
Por isso eu trago a revolução da saúde, um projeto que pretende mudar a cara da alimentação e da saúde de todos!
Você, os seus filhos e toda a família merecem uma transformação na saúde que realmente seja eficaz, cuidando do corpo de dentro para fora!
Eu desenvolvi um e-book para ajudar você a fazer essa transformação, com todas as informações que você precisa e um guia passo a passo para implementar.
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Dr. Juliano Pimentel.
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