Essa receita, além de nutritiva ainda é low carb e livre de glúten; perfeita para quem deseja comer bem e ainda cuidar da saúde e do peso.
Não deixe de experimentar e compartilhar.
2 peitos de frango (ou mais).
Cozinhe o peito de frango somente com água.
Se for usar a panela de pressão, cozinhe por 20 minutos. Abra e confira se ainda está sobrando água, leve ao fogo para secar completamente.
Se usar panela comum para cozinhar, leva mais tempo
Cozinhe o frango até que ele desmanche.
Separe ossos e cartilagens e desfie.
Coloque em pequenas porções no liquidificador. Até quase virar uma massa.
Em uma frigideira ou panela baixa e aberta, comece a secar a massa em pequenas porções, apertando e espalhando a massa pela frigideira, até que ela perca toda umidade, fique soltinha e levemente dourada.
Leve ao liquidificador para afinar mais ainda a farinha.
Passe toda a farinha em uma peneira fina.
O que sobrar na peneira, passe novamente no liquidificador e depois passe novamente na peneira. Repita o processo até finalizar toda farinha.
Guarde em recipiente fechado na geladeira.
A Carne de frango, além de deliciosa, é muito nutritiva.
O frango é fonte abundante de vitaminas, em especial, as vitaminas do complexo B: B2 e B12.
O metabolismo celular precisa delas nos processos energéticos e em funções do sistema nervoso. Elas são importantes também para o intestino, a pele, os cabelos, o estômago, a boca e o fígado.
Ela também contém vitamina B3 (PP), que age em mecanismos do aparelho respiratório e na dilatação dos vasos sanguíneos. Sem essa vitamina, ficamos mais propensos a lesões na pele, estomatite, anorexia e fraqueza muscular.
Outro benefício importante de se destacar é que o frango possui aminoácidos essenciais para o nosso organismo; são os aminoácidos que dão origem a diversos tipos de proteínas e enzimas.
Humor, atenção, concentração e qualidade do sono são algumas das funções nas quais esses aminoácidos atuam.
Outro grande benefício da carne de frango é que ela é low cab; ou seja, baixa em carboidratos. Se você deseja cuidar do peso e comer bem, essa carne é uma ótima opção.
Sem contar a praticidade! O frango cortado em iscas fica pronto rapidamente.
Como você pode perceber, a farinha de frango é uma escolha saudável e livre de glúten para preparar os seus pratos favoritos; rica em vitaminas e proteínas mas baixa em carboidratos.
Experimente hoje mesmo, e conte aqui o que achou dessa receita.
E para ajudar você que se preocupa com uma alimentação saudável e low carb, eu convido você a adquirir o e-book da minha esposa, Carol Pimentel.
O livro digital contém mais de 70 receitas deliciosas e low carb; desenvolvido para quem deseja ter uma alimentação extremamente saudável focada em eliminar o sobrepeso, evitar problemas de saúde e reverter os danos causados pela má alimentação passada.
Neste livro você vai aprender as melhores receitas de doces e salgados, sem medo de engordar.
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Dr. Juliano Pimentel.
]]>Ele pode afetar o organismo de diversas formas.
Esse problema pode afetar homens e mulheres, porém, ela pode ser mais comum entre as mulheres (1).
Neste artigo eu explico mais sobre o hipertireoidismo e como ele afeta o organismo.
Não deixe de ler e compartilhar.
A glândula da tireoide é um órgão do sistema endócrino. Ela está localizada na parte da frente do seu pescoço, logo abaixo da laringe. Ela produz os hormônios T4 e T3, que controlam o metabolismo.
Essa excessiva produção de hormônios que ocorre no hipertireoidismo pode impactar em diversas funções do organismo, e pode ser causada por:
– Alterações do sistema imune;
– Ingestão de remédios para controlar o hipotireoidismo;
– Ingestão excessiva de iodo;
– Inflamação da tireoide (tireoidite);
– Nódulos como o adenoma, que é mais comum em idosos;
– Tumores nos testículos ou tumor nos ovários;
– Doença de Graves.
A causa mais comum de hipertireoidismo é a Doença de Graves, uma doença autoimune, que ocorre quando o próprio corpo produz anticorpos contra a tireoide.
As mulheres que possuem hipertireoidismo devido a Doença de Graves, podem transferir essa disfunção da tireoide também para o feto durante a gestação.
Hipertireoidismo tem como fator de risco a genética. Por isso, se você tem parentes que foram diagnosticados com hipertireoidismo, procure um médico.
O hipertireoidismo apresenta diversos sinais e sintomas, independente da causa. No entanto, alguns pacientes não apresentam sintomas. Em pacientes com idade superior a 70 anos, os sinais e sintomas típicos também não aparecer (2).
No geral, os sintomas se tornam mais evidentes à medida que o nível de hipertireoidismo aumenta. Eles estão geralmente ligados ao aumento da taxa metabólica no corpo.
São eles (3):
Para diagnosticar o hipertireoidismo, o médico realizar exame de ultrassonografia, e exames de sangue para medir os níveis hormonais.
Para examinar qual tipo de hipertireoidismo você tem, o médico poderá fazer um teste de absorção de iodo radioativo para medir a quantidade de iodo, que a sua tireoide recolhe da corrente sanguínea.
O exame de imagem também pode ser exigido para descobrir o tamanho da tireoide, e se existe a presença de nódulos.
Se você possui os sintomas acima não se esqueça que o autoexame também é importante.

Hipertireoidismo e Tratamentos. Imagem: (Divulgação)
Existem diversos tratamentos para o hipertireoidismo que dependem da idade, dos sintomas apresentados e do nível da doença. Os tratamentos para hipertireoidismo disponíveis são (4):
Indicados sempre pelo médico, após os exames necessários.
Ele consiste em tomar cápsulas de iodo radioativo que irão destruir o tecido tireoidiano, destruindo também a tireoide permanentemente.
Porém, pode ser necessário fazer uso de comprimidos hormonais tireoidianos pelo resto da vida, para manter os níveis hormonais normais. Este tipo de tratamento é contraindicado em casos de gravidez ou para mulheres que estejam amamentando.
Esse tipo de remédio (tal como o atenolol) não diminuem a produção de hormônios da tireoide, mas conseguem controlar muitos sintomas graves; como a aritimia cardíaca, os tremores e a ansiedade.
A remoção cirúrgica da tireoide (tireoidectomia) é uma solução permanente, mas não é a preferida; devido ao risco de danos às glândulas que controlam os níveis de cálcio no organismo e aos nervos da laringe (cordas vocais).
Ela é indicada quando os outros tratamentos não trazem resultados; ou quando existe a presença de nódulos, aumento exagerado da tireoide ou até mesmo câncer.
A cirurgia pode ser total ou parcial, sendo retirada a tireoide inteira ou apenas uma parte.
A recuperação dela é simples; após a cirurgia é recomendado repouso para não provocar inchaço ou sangramento no local do corte.
Todas estas terapias possuem riscos.
Consulte o seu médico para descobrir qual a melhor opção de tratamento para você.
Se você já teve hipertireoidismo, já foi tratado(a) ou ainda está em tratamento, sempre faça o acompanhamento médico.
É importante garantir que os níveis dos hormônios da tireoide estejam normais, e que você receba cálcio suficiente para manter os ossos fortes.
Assista também ao vídeo
Além do tratamento médico e acompanhamento, é importante prestar atenção à sua alimentação.
Muitos alimentos consumidos atualmente prejudicam a saúde, inclusive o bom funcionamento da sua tireoide.
E mesmo que você consuma de vez em quando alguns alimentos naturais, isso não é bastante para garantir a boa saúde e prevenir doenças. Se você costuma comer alimentos industrializados e processados, está à um passo ver a sua saúde minguar aos poucos.
Pensando nisso, eu desenvolvi um e-book para ajudar você a fazer essa transformação, com todas as informações que você precisa e um guia passo a passo para implementar.
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Dr. Juliano Pimentel
]]>A hemoglobina é a parte dos glóbulos vermelhos que transporta oxigênio para os tecidos do corpo. A mioglobina é a parte das células musculares que retém oxigênio (1).
A melhor maneira de se certificar do consumo desse nutriente chave, é por comer quantidades adequadas de alimentos ricos em ferro todos os dias.
E que alimentos possuem ferro?
Neste artigo, eu vou explicar sobre a importância do ferro, e quais alimentos são ricos no mineral.
Não deixe de ler e compartilhar.

Alimentos Ricos em Ferro: Spirulina. Imagem: (Divulgação)
Que alimentos são ricos em ferro?
Spirulina é uma cianobactéria conhecida por seu sabor intenso e perfil de nutrição ainda mais poderoso. Ela é uma das melhores fontes vegetarianas de ferro.
Também é rica em aminoácidos essenciais, proteínas, vitaminas B e vitaminas C, D e E.
Quando se trata de alimentos com ferro, especificamente heme ferro (a forma mais facilmente absorvível), o fígado de boi é uma das principais escolhas.
Contém ferro, folato e vitamina B12.
A carne bovina é outra fonte de incrível de ferro, bem como muitos outros nutrientes-chave. Rica de vitamina A e E, juntamente com antioxidantes de combate ao câncer.
Lentilhas são leguminosas que têm uma quantidade realmente impressionante de ferro não-heme por porção.
Quando você compra chocolate amargo de boa qualidade, você dá ao seu corpo uma dose significativa de ferro. É também uma boa opção de sobremesa saudável!
O espinafre é rico em ferro e muitos outros nutrientes essenciais. Como uma das principais fontes vegetais de ferro, o espinafre é delicioso cru ou cozido.
As sardinhas são conhecidas pela alta concentração de ácidos graxos ômega-3 e vitamina D.
Elas também são uma fonte significativa de ferro heme.
Estima-se que até 80% da população mundial pode ser deficiente em ferro, e 30% pode ter anemia ferropriva (3).
Os sintomas moderados a graves de anemia por deficiência de ferro incluem:
As pessoas com maior risco de anemia ferropriva incluem (4):
Os alimentos ricos em ferro são importantes para as mulheres pré-menopáusicas, devido às perdas mensais de sangue.
Aumente a ingestão de vitamina C em sua dieta pois ela aumenta a absorção do ferro.
Os principais benefícios do ferro para a saúde, são:
A deficiência de ferro prejudica a produção de oxigênio suficiente para transportar glóbulos vermelhos, nisso ele se esforça para transportar oxigênio para o seu cérebro, tecidos, músculos e células, deixando você exausto e fraco.
Os sintomas de anemia por deficiência de ferro incluem falta de energia e fadiga. Ela também pode causar falta de ar, tontura, dor de cabeça, mãos e pés frios, pele pálida, dor no peito e fraqueza (5).
O ferro melhora a sua energia ao ajudar o oxigênio a atingir células suficientes.
Ajuda com os processos enzimáticos metabólicos que o corpo leva a cabo, para digerir proteínas e absorver nutrientes dos alimentos.
O ferro é necessário para o movimento muscular, porque ajuda a armazenar o oxigênio nos músculos que lhes permite mover e fortalecer.
Cerca de 70% do ferro do seu corpo pode ser encontrado nos glóbulos vermelhos do sangue, chamado hemoglobina, juntamente com células musculares chamadas mioglobina.
A hemoglobina é essencial para a transferência de oxigênio no sangue dos pulmões para os tecidos. A mioglobina, em células musculares, aceita, armazena, transporta e libera oxigênio.
Sem o ferro, as células primárias nos músculos, chamado mioglobina, não podem conter oxigênio. Sem oxigênio, estas células não são capazes de funcionar adequadamente, resultando em fraqueza muscular (6).
O cérebro é muito dependente do oxigênio para funcionar adequadamente.
Se o ferro não está presente, o cérebro não recebe o oxigênio que precisa, resultando em falta de memória, diminuição da produtividade e apatia.
As crianças com deficiência de ferro tendem a tornar-se irritáveis, inquietas e incapazes de prestar atenção na aula.
Estes sintomas normalmente desaparecem uma vez que os níveis de ferro são restaurados.
Vários estudos feitos em humanos mostraram os efeitos negativos da deficiência de ferro na aprendizagem e memória, bem como comportamento social.
A deficiência de ferro durante os primeiros anos de vida é particularmente preocupante. Pode levar a déficits de aprendizagem e memória (7).
As mulheres grávidas devem consumir mais alimentos ricos em ferro do que qualquer outra pessoa, pois não só precisam de ferro, mas também precisam atender às necessidades do feto e da placenta.
Necessidades de ferro das mulheres grávidas são cerca de 27 miligramas por dia.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a deficiência de ferro durante uma gravidez pode aumentar o risco de mortalidade materna e infantil, parto prematuro e baixo peso ao nascer (9).
Síndrome das pernas inquietas é uma condição caracterizada por sentimentos desconfortáveis em suas pernas, dando-lhe um forte desejo de movê-las, a fim de encontrar alívio (10).
Níveis baixos de ferro são conhecidos por desempenhar um papel na ocorrência da síndrome das pernas inquietas (11).
Se uma deficiência de ferro subjacente é a causa raiz de sua perna inquieta; consumir alimentos ricos em ferro, juntamente com alimentos ricos em vitaminas B, incluindo folato, deve melhorar o problema.
É melhor obter ferro em sua dieta ao consumir alimentos ricos em ferro. Você deve usar suplementação apenas com orientação médica, para casos de deficiência do nutriente.
O efeito colateral mais comum de suplementos de ferro incluem dor de estômago, náuseas, diarreia, constipação e azia.
Embora a deficiência de ferro seja extremamente comum, é felizmente fácil de tratar.
A melhor maneira de evitar a deficiência de ferro é comer alimentos ricos no nutriente.
Os melhores alimentos ricos em ferro incluem spirulina, fígado, carne, lentilhas, chocolate amargo, espinafre e sardinha.
Além de ajudar a prevenir a anemia e deficiência de ferro, esses alimentos aumentam a energia, função muscular e função cerebral.
Caso você note sintomas de deficiência em ferro, procure orientação médica.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
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Entenda que a dieta e o jejum intermitente são diferentes. No jejum intermitente você restringe as calorias por um tempo limitado e curto, voltando a comer normalmente após isso; os alimentos indicados para o consumo são ricos em nutrientes e saudáveis.
Pesquisas mostram que o jejum intermitente pode até mesmo acelerar o seu metabolismo. Já a dieta que restringe calorias por um período maior de tempo, semanas ou meses.
Este artigo mostra se as dietas que restringem calorias pode beneficiar ou não a sua saúde.
Não deixe de ler e compartilhar.
Será que dietas que restringem calorias podem ser prejudiciais?
Uma caloria é definida como a quantidade de energia térmica necessária, para elevar a temperatura de 1 grama de água por 1°C .
No entanto, é mais provável que você pense em calorias como a unidade de medida para a quantidade de energia que seu corpo recebe dos alimentos e bebidas que consome.
Seu corpo precisa de calorias para funcionar, e usa-as para sustentar três processos principais (1):
>> Taxa metabólica basal (BMR): Refere-se ao número de calorias necessárias para cobrir as funções básicas, incluindo o bom funcionamento do cérebro, rins, coração, pulmões e sistema nervoso.
>> Digestão: O corpo usa um certo número de calorias para digerir e metabolizar os alimentos que você come. Isso também é conhecido como o efeito térmico dos alimentos (TEF).
>> Atividade física: Refere-se ao número de calorias necessárias para alimentar a execução de tarefas diárias e exercícios.
Mas comer mais calorias que o corpo precisa para manter o bom funcionamento, fará você ganhar peso, principalmente na forma de gordura corporal.
Comer menos calorias que o corpo requer, leva à perda de peso (2).
Este conceito de equilíbrio calórico é o que faz com que tantas pessoas busquem perder peso por restringir a ingestão de calorias (5).
No entanto, restringir calorias demais pode prejudicar a saúde.
Pode ocorrer a queda no metabolismo.
Vários estudos mostram que dietas de baixa caloria, podem diminuir o número de calorias que o corpo queima em até 23% (8).
Além disso, este metabolismo mais baixo pode persistir muito tempo depois que a dieta com restrição calórica é interrompida.
Pesquisadores afirma que a queda do metabolismo pode explicar parcialmente porque mais de 80% das pessoas, recuperam o peso logo após interromper a dieta com restrição calórica (10).
Elas causam a perda muscular (11).
Esse problema pode ser potencializado em dietas baixas em proteínas, e que não incluem exercícios físicos.
Aumentar ligeiramente a ingestão de proteína, e adicionar exercícios de resistência à sua rotina de exercícios é essencial para evitar a perda de massa muscular (14).
Pode causar fadiga e tornar mais desafiador atender às necessidades diárias de nutrientes que o corpo precisa.
Por exemplo, dietas com restrição calórica podem não fornecer quantidades suficientes de ferro, folato ou vitamina B12. Isso pode levar à anemia e fadiga extrema (16, 17).
Essa dietas também podem limitar o consumo de outros nutrientes, incluindo:
>> Proteína: Não comer alimentos ricos em proteínas como carne, peixe, ovos, nozes e sementes pode causar perda de músculos, queda de cabelo e unhas frágeis (25).
>> Cálcio: Não comer alimentos ricos em cálcio, como lácteos e folhas verdes pode reduzir a resistência óssea e aumentar o risco de fraturas (26).
>> Biotina e tiamina: Uma baixa ingestão de leguminosas, ovos e nozes pode limitar a ingestão dessas duas vitaminas B, resultando potencialmente em fraqueza muscular, perda de cabelo e pele escamosa (27).
>> Vitamina A: A vitamina A presente em alimentos como peixe, verduras folhosas ou frutas e vegetais cor de laranja, evitam o enfraquecimento do sistema imunológico, danos permanentes aos olhos (29).
>> Magnésio: Uma ingestão insuficiente de nozes e folhas verdes pode causar fadiga, enxaquecas, cãibras musculares e ritmos anormais do coração (30).
Para evitar a fadiga e deficiências de nutrientes, evite restringir excessivamente as calorias e coma uma variedade de alimentos de verdade, e não alimentos processados.
Outro malefício inclui danos à fertilidade. A capacidade de ovular depende dos níveis hormonais e eles precisam de nutrientes para manter o funcionamento hormonal.
É necessário um aumento nos níveis de estrogênio e de hormônio luteinizante (LH), para que a ovulação ocorra.
Uma pesquisa mostrou que os níveis de LH, dependem em parte do número de calorias disponíveis na dieta da mulher (31, 32).
Consequentemente, estudos mostram que a função reprodutiva é suprimida em mulheres que comem 22-42% menos calorias do que são necessárias para manter o peso (33).
Uma ingestão insuficiente de calorias também pode reduzir os níveis de estrogênio, afetando negativamente a saúde óssea e cardíaca (34).
Sinais de fertilidade reduzida podem incluir ciclos menstruais irregulares ou a falta deles.
No entanto, distúrbios menstruais sutis podem não ter quaisquer sintomas, por isso eles podem exigir um exame médico mais aprofundado para ser diagnosticado (37).
Consumir poucas calorias pode enfraquecer os ossos. A restrição calórica pode reduzir os níveis de estrogênio e testosterona.
Níveis baixos destes dois hormônios reprodutivos, reduzem a formação óssea e aumentam a avaria dos ossos, resultando em ossos mais fracos (40).
Além disso, a restrição calórica pode aumentar os níveis de hormônio do estresse, que pode levar à perda óssea (44).
A perda óssea muitas vezes é irreversível e aumenta o risco de fraturas (45).
As dietas que restringem calorias, também podem aumentar o risco de infecções e doenças.
A necessidade de calorias varia de pessoa para pessoa, e dependem de fatores como idade, sexo, altura, peso atual e nível de atividade física.
O consumo correto de nutrientes e calorias ajudam a prevenir doenças, e manter o bom funcionamento do organismo.
Por isso, procure orientação médica antes de iniciar qualquer mudança na alimentação.
Quando se trata da perda de peso a longo prazo, a paciência é a chave. É melhor evitar as dietas que exigem que você restrinja severamente suas calorias.
Em vez disso, opte pela reeducação alimentar e na qualidade dos alimentos. Escolha ser mais saudável e feliz hoje, e mude o seu amanhã.
Lembrando a que a dieta low carb, tende a incluir alimentos saudáveis e nutritivos às refeições.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
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