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Dr. Juliano Pimentel | hormônio do estresse https://drjulianopimentel.com.br Dicas saudáveis para emagrecer e manter seu corpo em equilíbrio! Wed, 26 Jan 2022 23:18:50 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.6.5 https://drjulianopimentel.com.br/wp-content/uploads/2023/12/CAPAS-LINK-BIO-874-x-1153-px-1080-x-390-px-e1703619372235-150x150.png Dr. Juliano Pimentel | hormônio do estresse https://drjulianopimentel.com.br 32 32 Como Reduzir os Níveis de Cortisol em 10 Passos https://drjulianopimentel.com.br/reduzir-os-niveis-de-cortisol/ https://drjulianopimentel.com.br/reduzir-os-niveis-de-cortisol/#comments Wed, 02 Feb 2022 15:00:00 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=5143 Para evitar doenças como a obesidade, pressão alta e baixa qualidade de vida, é essencial reduzir os níveis de cortisolO cortisol é conhecido como o hormônio do estresse; que é liberado pelas glândulas supra-renais.

Ele ajudar o organismo a lidar com situações estressantes; o cérebro aciona a liberação desse hormônio em resposta a muitos tipos diferentes de estresse.

No entanto, níveis desequilibrados desse hormônio prejudicam o organismo ao invés de ajudar.

A longo prazo isso pode causar ganho de peso e pressão arterial elevada, prejudicar o sono, alterar o humor, reduzir os níveis de energia e contribuir para a diabetes.

Neste artigo, você vai conhecer 10 passos simples para reduzir os níveis de cortisol, e melhorar a sua vida.

Reduzir os Níveis de Cortisol 

Nos últimos 15 anos, estudos têm revelado cada que níveis de cortisol moderadamente elevados podem causar problemas de saúde e qualidade de vida (1). Esses incluem:

>> Complicações crônicas: Incluindo hipertensão arterial, diabetes tipo 2 e osteoporose.

>> Aumento de peso: Cortisol aumenta o apetite e faz seu metabolismo armazenar a gordura.

>> Cansaço: Interfere com os ciclos diários de outros hormônios, perturbando os padrões de sono e causando fadiga.

>> Função cerebral afetada: O cortisol interfere na memória, contribuindo para a obscuridade mental ou “nevoeiro cerebral”.

>> Infecções: Prejudica o sistema imunológico, tornando-o mais propenso a infecções.

Em casos raros, níveis muito elevados de cortisol podem levar à Síndrome de Cushing, uma doença rara, mas grave (2).

Confira a seguir como reduzir os níveis de cortisol.

1. Durma Bem

Reduzir os Níveis de Cortisol: Procure Dormir Melhor. Imagem: (Divulgação)

Uma forma de reduzir os níveis de cortisol é por dormir melhor. A duração e a qualidade do sono influenciam o cortisol.

Por exemplo, uma revisão de 28 estudos feitos com trabalhadores noturnos, descobriu que o cortisol aumenta em pessoas que dormem durante o dia e não à noite.

Ao longo do tempo, a privação do sono provoca níveis altos de cortisol.

Os turnos rotativos também perturbam os padrões hormonais normais, contribuindo para a fadiga e outros problemas associados ao cortisol elevado (3).

A insônia provoca um aumento de cortisol por até 24 horas?

Veja algumas coisas que podem ser feitas para otimizar o sono:

  • Exercícios
  • Evite cafeína à noite
  • Evite a exposição à luz brilhante durante a noite: 
  • Limite as distrações antes de dormir

2. Se Exercite

Dependendo da intensidade do exercício, ele pode aumentar ou diminuir o cortisol.

O exercício intenso provoca um aumento do cortisol logo após a atividade física. Embora aumente à curto prazo, os níveis noturnos de cortisol diminuem.

Este aumento de curto prazo ajuda a coordenar o crescimento do corpo para enfrentar o desafio. Além disso, o tamanho da resposta ao cortisol diminui com o treinamento habitual (4).

Em contraste com o exercício de “esforço máximo”, o exercício moderado não aumenta o cortisol no curto prazo e ainda conduz a níveis mais baixos durante a noite.

3. Reconheça pensamentos estressantes

Pensamentos estressantes são um sinal importante para liberação de cortisol.

Um estudo feito com 122 adultos descobriu que escrever sobre experiências estressantes passadas aumentou o cortisol ao longo de um mês, em comparação com escrever sobre experiências de vida positivas ou planos para o futuro.

Mindfulness baseado em redução do estresse é uma estratégia que envolve tornar-se mais auto-consciente; substituindo preocupação ou ansiedade com o foco em reconhecer e compreender pensamentos e emoções.

Treinar-se para estar ciente de seus pensamentos, respiração, frequência cardíaca e outros sinais de tensão ajuda a reconhecer o estresse quando ele começa (5).

Concentrando-se na consciência de seu estado mental e físico, você pode se tornar um observador objetivo de seus pensamentos estressantes, em vez de uma vítima deles.

4. Relaxe

Vários exercícios de relaxamento foram comprovados para reduzir os níveis de cortisol.

A respiração profunda é uma técnica simples para a redução do estresse que pode ser usada em qualquer lugar.

Um estudo feito com 28 mulheres de meia-idade encontrou uma redução de quase 50% no cortisol com o treinamento habitual de respiração profunda.

A massagem terapêutica pode reduzir os níveis de cortisol em 30%. Outra opção é a ioga, que pode reduzir o cortisol e gerir o estresse (6).

5. Divirta-se

Outra maneira de manter o cortisol baixo é simplesmente ser feliz.

Uma disposição positiva está associada à diminuição do cortisol, bem como à pressão arterial mais baixa, a uma frequência cardíaca saudável e a um sistema imunológico forte (7).

Desenvolver um hobby também pode promover sentimentos de bem-estar, que resulta na diminuição de cortisol.

6. Relacionamentos Saudáveis

Reduzir os níveis de cortisol: Bons relacionamentos. Imagem: (Divulgação)

Amigos e família são fonte de grande felicidade na vida, bem como de grande estresse. Estas dinâmicas são desempenhadas em níveis de cortisol.

Estudos mostram que as crianças com uma vida familiar estável e acolhedora têm níveis mais baixos de cortisol, do que as crianças que vivem em casas com altos níveis de conflito.

Nos casais, o conflito resulta em uma elevação de curto prazo no cortisol, seguida pelo retorno aos níveis normais.

Um estudo baseado nos relacionamentos familiares, realizado com 88 casais descobriu que a atenção ou a empatia sem julgamento ajudaram o organismo a equilibrar os níveis de cortisol após uma discussão (8).

O apoio de entes queridos também pode ajudar a reduzir o cortisol perante o estresse.

7. Cuide de Animais

Outra forma de reduzir os níveis de cortisol é por cuidar de animais de estimação. Relacionamentos com companheiros animais também podem reduzir o cortisol, inclusive ajudar no tratamento da depressão.

Em um estudo, a interação com um cão de terapia reduziu o sofrimento e as alterações de cortisol resultantes durante um procedimento médico realizado em crianças (9).

Curiosamente, os animais de estimação experimentam benefícios semelhantes após interações positivas, sugerindo que o companheirismo animal é mutuamente benéfico.

8. Seja a sua melhor versão

Sentimentos de vergonha, culpa ou inadequação podem levar ao pensamento negativo e elevação do cortisol.

Um programa para ajudar a identificar e a  lidar com esse tipo de sentimento, levou a uma redução de 23% no cortisol em 30 adultos em comparação aos 15 adultos que não participaram.

Aprender a perdoar a si mesmo e a seguir em frente pode melhorar a sua sensação de bem-estar.

Desenvolver o hábito de perdoar os outros também é essencial nos relacionamentos. Um estudo feito com 145 casais comparou os efeitos de diferentes tipos de aconselhamento matrimonial (10).

Casais que receberam intervenções que facilitavam o perdão e técnicas de resolução de conflitos, tiveram os níveis de cortisol reduzidos.

9. Conecte-se com você

Se você se interessa em espiritualidade, o desenvolvimento da fé também pode ajudar a equilibrar o cortisol. Estudos mostram que os adultos que expressaram a fé espiritual apresentaram níveis mais baixos de cortisol durante situações estressantes, como doenças.

Existem também outros métodos para ajudar a reduzir os níveis de cortisol, como: meditação, desenvolvimento de qualidades pessoais, autoconhecimento e realizando atos empatia e amor ao próximo.

10. Alimentos Saudáveis

Reduzir os Níveis de Cortisol: Coma Alimentos Saudáveis. Imagem: (Divulgação)

A nutrição pode influenciar o cortisol para melhor ou para pior. A ingestão de açúcar é um dos gatilhos clássicos para liberação de cortisol. O consumo de açúcar está especialmente ligado ao cortisol mais elevado em indivíduos obesos.

Mas alguns alimentos específicos podem beneficiar os níveis de cortisol (11):

Chocolate amargo

Frutas: Dê preferência às frutas mais ácidas e de baixo carboidrato.

Probióticos e prebióticos: Probióticos são positivos para as bactérias benéficas do intestino. Os prebióticos, tais como a fibra solúvel, fornecem o alimento para estas bactérias. Tanto os probióticos como os prebióticos ajudam a reduzir o cortisol.

Água: A hidratação diminui o cortisol.

Ao longo do tempo, níveis elevados de cortisol podem levar ao aumento de peso, hipertensão arterial, diabetes, fadiga e dificuldade de concentração.

Experimente as dicas de estilo de vida simples acima para reduzir os níveis de cortisol, e procure orientação médica se for necessário.

Como eu falei, o aumento de cortisol e o surgimento de doenças, também estão relacionadas à sua alimentação.

Comece a suprir a necessidade de nutrientes, e saber escolher aqueles que beneficiam a saúde.

Ter todas essas informações é difícil em consultas e até mesmo aqui na internet. 

Por isso, decidi criar uma biblioteca de conteúdo sobre saúde onde você pode aprender com médico especialista como cuidar de fato do seu corpo. Conheça o SAÚDE TODO SANTO DIA

Abraços e fique com Deus!

Dr. Juliano Pimentel.

 

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Efeito Sanfona Pode ser Prejudicial Para a Saúde? https://drjulianopimentel.com.br/efeito-sanfona-prejudicial-saude/ https://drjulianopimentel.com.br/efeito-sanfona-prejudicial-saude/#respond Fri, 25 Dec 2020 11:00:39 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=6650 Quando se está acima do peso, emagrecer de forma rápida é um anseio comum. Porém, a oscilação constante do peso resulta em um problema conhecido como efeito sanfona.

Infelizmente, a maioria dos indivíduos que perdem peso não conseguem manter o padrão de massa corporal por um longo período. Esses períodos repetidos de perda e aumento de peso são conhecidos como efeito sanfona (1).

Neste artigo vou mostrar como o efeito sanfona prejudica a saúde e a qualidade de vida.

Leia até o final e compartilhe!

Efeito Sanfona

Efeito sanfona prejudica sua saúde.

O efeito sanfona resulta em uma resistência do organismo em manter o peso.

Ou seja, ele dificulta o processo do emagrecimento.

Além de não contribuir para um emagrecimento duradouro e saudável, o efeito sanfona prejudica o funcionamento do organismo como um todo.

E a consequência disso é o surgimento de vários problemas de saúde. Dentre eles a baixa imunidade em decorrência do enfraquecimento do sistema imunológico. Bem como, o aumento dos níveis do mau colesterol, hipertensão e doenças coronárias, por exemplo.

Mais problemas…

O efeito sanfona pode resultar em mudanças de fluidos e mudanças eletrolíticas, como o potássio, por exemplo. Ou seja, pode causar arritmias cardíacas mortais em mulheres suscetíveis de meia-idade.

As dietas populares fazem você perder peso rapidamente. No entanto, sem os devidos cuidados e acompanhamento médico, muitas vezes reduzindo a ingestão calórica em 500 a 1.000 calorias por dia.

Quando isso acontece, os níveis de cálcio e magnésio são esgotados, o que pode ser muito perigoso para o corpo.

Por isso, consulte o médico antes de iniciar qualquer tipo de dieta, ou método de emagrecimento.

Além disso, a restrição calórica pode aumentar o hormônio do estresse conhecido como cortisol.

Quando este hormônio está presente no seu corpo durante longos períodos, causa inúmeros efeitos negativos para a saúde. Afinal, ele pode aumentar seu risco de desenvolver doenças cardíacas, câncer e diabetes.

Ademais, o efeito sanfona pode danificar as artérias e causar um aumento do colesterol LDL, que aumentam o risco de doença cardíaca. Esses efeitos surgem particularmente em pessoas que mantém dietas restritivas.

Outros fatores da restrição calórica e do efeito sanfona são a perda muscular e o aumento de peso.

Afinal, o efeito sanfona também diminui o metabolismo, o que pode levar a baixos níveis de energia.

Quando o corpo não possui as calorias necessárias para funcionar, ele faz ajustes necessários, que podem significar função cerebral limitada, cansaço, fadiga e irritabilidade, por exemplo.

Acabe Com O Ciclo

Há maneiras de acabar com o ciclo vicioso e eles não são complicados, embora exijam algum planejamento antecipado.

Essas dicas podem te ajudar a equilibrar a perda de peso. 

  1. Mantenha a determinação. Não deixe que o medo de engordar prejudique o seu objetivo em manter o peso (2,3);
  2. Organize-se: Observe e anote os progressos que você fez, ou seja, o que mudou em sua rotina e hábitos quando estava perdendo peso, e o que mudou em sua rotina quando voltou ganhar peso;
  3. Crie sua própria linha do tempo, anote as mudanças de peso nos últimos tempos;
  4. Anote momentos que impactaram a sua vida e que possam ser uma válvula de escape. Por exemplo: estresse acumulado, mudança de emprego, passou pela gravidez recentemente,  trabalhou mais (ou menos), alguma perda na família.
  5. Monitore quaisquer ganhos, não tenha medo da escala. Pese regularmente e tome as medidas necessárias imediatamente.
  6. Esqueça a palavra “dieta”. Faça com que esse seja seu estilo de vida, ao invés de parar e começar (ou alterar) sua maneira de comer a cada duas semanas ou meses.
  7. Busque ajuda profissional, caso perceba que comer é uma válvula de escape para um problema emocional não resolvido. Dê atenção a como você se sente.

Algumas Dicas

  • Fuja de dietas restritivas.
  • Evite ou exclua o consumo de adoçantes e açúcares adicionados.
  • Não tome medicamento para emagrecer por conta própria.
  • Tome bastante água durante o dia.
  • Faça exercícios físicos.
  • Consuma alimentos de verdade.
  • Fuja dos alimentos processados e industrializados.
  • Inicie uma reeducação alimentar com a ajuda de um profissional e mude os seus hábitos alimentares.

O efeito sanfona é mais do que um problema estético, é um problema de saúde que exige atenção. Assista ao vídeo com mais dicas para você sair desse ciclo!

Abraços e fique com Deus!

Dr. Juliano Pimentel

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Estresse Crônico: os 10 Piores Efeitos Sobre o Corpo https://drjulianopimentel.com.br/estresse-cronico-piores-efeitos/ https://drjulianopimentel.com.br/estresse-cronico-piores-efeitos/#comments Sat, 09 Jun 2018 00:08:28 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=2984 O estresse é um problema que pode afeta tanto as crianças quanto os adultos, e é preciso dar atenção aos sintomas e encontrar formas saudáveis de aliviar ou tratá-lo. Os efeitos do estresse crônico podem prejudicar muito a vida e a saúde de quem o desenvolve.

Neste artigo eu vou mostrar como o estresse crônico pode prejudicar a sua vida, fique atento aos sinais.

Não deixe de ler e compartilhar.

Estresse Crônico

Embora o estresse em si não seja uma coisa boa, cada um de nós só está aqui por causa da resposta ao estresse.

Nossos antepassados reagiram a uma ameaça lutando ou fugindo, literal ou figurativamente, e assim sobreviveram graças a essa luta ou instinto (1).

Adrenalina e o cortisol inundam o corpo. Ocorre o aumento da pressão arterial, respiração e frequência cardíaca. A glicose é liberada na corrente sanguínea para dar energia.

A digestão, crescimento, reprodução e funções do sistema imunológico são suprimidas ou colocadas em espera. O fluxo de sangue para a pele é diminuído, e a tolerância à dor aumenta.

Durante uma crise real, suas ações acabariam por inverter muitos desses processos. Você iria lutar ou fugir para resolver o problema, para só depois voltar a relaxar e restaurar os equilíbrios metabólicos e hormonais.

Na vida atual, muitas vezes não oferece a oportunidade de passar por esse ciclo completo de estresse, e encerá-lo com uma resolução.

Em vez disso, o corpo opera como se estivesse em um estado de emergência constante, de baixo grau, sem nenhum perigo real à vista. 

E quais são os malefícios que o estresse crônico pode causar?

Efeitos do Estresse Crônico

Plus size woman is fed up and tired of exercising

Estresse Crônico: Contribui para o ganho de peso. Imagem: (Divulgação)

Veja como o estresse crônico afeta você:

  1. Funcionamento do Cérebro

De acordo com a Universidade de Maryland Medical Center (UMMC), o estresse crônico afeta a capacidade de concentração, de agir de forma eficiente e torna você mais propenso à acidentes.

Ele tem efeitos devastadores na memória e na aprendizagem; mata células cerebrais. 

O estudo relatou que pessoas com transtorno de estresse pós-traumático experimentam um encolhimento de 8% do hipocampo, o centro de memória do cérebro; afeta mais enfaticamente, a capacidade aprendizado nas crianças. (2)

O Instituto Franklin explica que o hormônio do estresse, o cortisol, leva a glicose para os músculos durante a resposta ao estresse e deixa menos combustível para o cérebro.

O cortisol também interrompe a comunicação das células cerebrais, ao comprometer a função do neurotransmissor.

Toda aprendizagem depende do uso da memória. E se o estresse afeta a capacidade de acessar memórias, logo ele impede que você aprenda coisas novas.

  1. Afeta o Coração

Há uma ligação direta entre o estresse crônico e o risco de ataque cardíaco.

Ele aumenta a frequência cardíaca e força as artérias, afetando os ritmos cardíacos. Aumenta também a pressão arterial e causa danos nos vasos sanguíneos, especialmente porque o estresse crônico contribui para a inflamação.

O aumento da pressão arterial também é um fator de risco para acidente vascular cerebral.

  1. Sistema Imunológico

Lutar contra a infecção não é a prioridade do organismo, quando o corpo pensa que está enfrentando um perigo imediato.

O estresse crônico amortece o sistema imunológico, tornando a luta contra a infecção muito mais difícil.

As pessoas ficam mais suscetíveis a infecções, resfriados ou gripes quando estão estressadas.

A inflamação é associada a uma infinidade de condições de saúde e doenças, como asma, diabetes, câncer, doenças cardíacas, entre outras.

A American Psychological Association (APA), relatou que o estresse pode prejudicar a capacidade do corpo em se recuperar de um ataque cardíaco (3).

  1. Contribui para o Envelhecimento

A resposta ao estresse “desliga” muitos outros processos fisiológicos que não são considerados urgentes.

Como a falta de fluxo de sangue para a pele. Isso certamente vai afetar a saúde da pele e fazer com que você se pareça mais velho do que realmente é.

O estresse crônico afeta o envelhecimento do cérebro. Todos nós perdemos células cerebrais à medida que envelhecemos.

Toxinas, rotinas automáticas, dieta inadequada, falta de exercício e perda de conexões sociais contribuem para isso, assim como o estresse crônico.

Permitindo que mais toxinas atravessem a barreira hematoencefálica; o cortisol prejudica o hipocampo, a função cerebral, o aprendizado e a memória.

A redução da barreira hemato-encefálica é inclusive muito comum em pessoas com doença de Alzheimer.

Um estudo feito com idosos descobriu que o tamanho do hipocampo foi reduzido em 14% naqueles com níveis elevados de cortisol, e que estes participantes mostraram menos capacidade de criar novas memórias e aprendizagem.

O tamanho do hipocampo está ligado à taxa de progressão na doença de Alzheimer.

  1. Aumento de Peso

Diversos distúrbios digestivos podem se desenvolver.

Estômago inchado, cólicas, constipação e diarreia são sintomas comuns de estresse crônico. Assim, também, é o caso de refluxo ácido e síndrome do intestino irritável. Ele pode piorar úlceras e doenças inflamatórias no intestino.

Altos níveis de cortisol contribuem para a acumulação de gordura visceral.

  1. Humor

Ele também pode afetar os padrões de sono, aumentando a irritabilidade e o cansaço. Você pode se tornar incapaz de relaxar e operar em um estado de ansiedade.

A depressão também é uma reação comum ao estresse crônico.

  1. Aumenta a dor

Aumentam as chances de dores de cabeça, dor nas articulações e dor muscular. Ele intensifica a dor da artrite e também a dor nas costas.

  1. Afeta a Sexualidade

O estresse crônico reduz o desejo sexual nas mulheres, e pode contribuir para a disfunção erétil em homens.

Ele está ligado à gravidade da síndrome pré-menstrual, e pode afetar a fertilidade nas mulheres. Durante a gravidez, pode causar o parto prematuro e aborto espontâneo. Também pode afetar como as crianças reagem ao estresse após o nascimento.

  1. Afeta a Pele, Dentes e Cabelo

Desequilíbrios hormonais e a redução do fluxo sanguíneo, podem afetar negativamente a pele, cabelo e dentes.

Eczema, acne, urticária, psoríase, perda de cabelo, doença das gengivas e a rosácea podem ser reações comuns ao estresse crônico. 

  1. Pode Causar Dependência

Em uma tentativa de escapar dos sentimentos negativos associados ao estresse crônico, muitas pessoas pode buscar refúgio em práticas que as façam “relaxar” temporariamente; mas que prejudicam a saúde e só pioram o quadro de saúde.  

Álcool, tabaco e abuso de substâncias tóxicas são formas comuns utilizadas por pessoas que querem esquecer o estresse.

Vícios em alimentos, jogos de azar e vídeo game também são hábitos que podem se desenvolver devido ao estresse crônico.

Todos esses comportamentos acabam piorando o problema a longo prazo, e afetam muito a sua saúde mental e física.

Como Tratar o Estresse Crônico

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Estresse Crônico: Busque uma forma de relaxar saudável. Imagem: (Divulgação)

Pesquisas afirmam técnicas de relaxamento, ajudam a melhorar e tratar o quadro de estresse crônico, como no caso da meditação, yoga, entre outros. 

Grande parte do estresse crônico tem a ver com o sentimento de descontrole ou desamparado.

Preste atenção ao seu humor e tente identificar os pensamentos, e crenças que podem estar contribuindo para eles.

Dedique tempo para se envolver em atividades que são agradáveis e desafiadoras, exercite-se e conectar-se com as outras pessoas.

Aprenda a lidar com o estresse efetivamente, em vez de evitá-lo completamente.

Veja algumas formas de reduzir o estresse em sua vida e promover a saúde:

>> Tire um Momento Para Relaxar

>> Tenha Hobbies Saudáveis

>> Chás: Existem chás que ajudam a reduzir o estresse crônico como a camomila.

>> Aprenda técnicas de respiração

>> Aprenda a dizer “não”

>> Nada de cafeína, nicotina e álcool

>> Exercite-se regularmente: O exercício regular ajuda a melhorar a tensão acumulada, diminui os hormônios do estresse e limpa a mente. A atividade física ajuda a liberar endorfina, para que você se sinta bem.

>> Melhore a qualidade do Sono

>> Conecte-se com Outras Pessoas

>> Trace objetivos: O que você quer alcançar? Quem você quer se tornar? Imprima imagens e escolha frases que irão te lembrar o que é mais importante para você.

O estresse crônico prejudica a saúde, busque métodos saudáveis para viver melhor. 

Caso os sintomas persistam, procure orientação médica e peça ajuda a amigos e familiares.

 

Para quem prefere, o conteúdo deste artigo está disponível também em vídeo a seguir. Basta dar o play!

Abraços e fique com Deus!

Dr. Juliano Pimentel.

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Mitos e Verdades Sobre Emagrecimento no Verão https://drjulianopimentel.com.br/mitos-e-verdades-emagrecimento-verao/ https://drjulianopimentel.com.br/mitos-e-verdades-emagrecimento-verao/#respond Sun, 11 Mar 2018 16:19:22 +0000 https://bkp.rjulianopimentel.com.br/?p=23067 Existem mitos que podem prejudicar a sua perda de peso, prejudicar a saúde e fazer você engordar. Tire as dúvidas agora sobre alguns mitos e verdades sobre emagrecimento; e impulsione a queima de gordura nesse verão.

E lembre-se emagrecer envolve um conjunto de ações saudáveis e regulares.

Emagrecer e manter o peso ideal com saúde é possível.

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Mitos e Verdades Sobre Emagrecimento

Mitos e Verdades sobre Emagrecimento: Glúten engorda? Imagem: (Divulgação)

1- Emagrecer é um processo linear?

Mito- Perder peso, na maioria das vezes emagrecer não é um processo linear mas existem flutuações no peso (que podem ser graves ou leves); em determinados dias e períodos pode sente mais facilidade em perder peso, já em outros é possível perceber a dificuldade em queimar gordura.

E isso pode ser devido a um problema hormonal, estresse, fatores genéticos ou simplesmente o seu organismo não consegue sair do efeito platô; que consiste exatamente em emagrecer durante um tempo, e depois sentir dificuldade para manter o peso ideal, ou continuar perdendo peso.

2-Obesidade é Falta de Força de Vontade?

Mito- Muitas pessoas acreditam que emagrecer é uma questão de força de vontade ou a falta dela.

De acordo com especialistas na área da saúde, a obesidade vai além da força de vontade. É uma questão biológica e que envolve dezenas, senão centenas de fatores que podem influenciar ou contribuir para essa desordem no peso.

No entanto, existem muitas variáveis genéticas que estão associadas à obesidade e inúmeras condições médicas que contribuem para essa doença, como a depressão e o hipotireoidismo, entre outras doenças e distúrbios (1).

A depressão por exemplo, e outros distúrbios psicológicos podem desencadear compulsões alimentares, ou a própria dificuldade em emagrecer.

O estresse também é outro fator que influencia na obesidade e na dificuldade em emagrecer; por exemplo. Quando um indivíduo permanece em estresse emocional por muito tempo, o seu cérebro libera um hormônio conhecido como hormônio do estresse, o cortisol.

OU seja, ele influencia no aumento o apetite; faz o metabolismo desacelerar e com isso armazenar a gordura que deveria ser queimada (2).

Por isso, procure ajuda especializada para tratar os problemas que afetam a sua saúde e emagrecimento.

Como mencionado acima, muitos fatores contribuem para o aumento de peso. Porém, isso não exclui a importância de determinar mudanças significativas na alimentação e estilo de vida.

3- Glúten engorda?

Verdade- O glúten não é prejudicial apenas para quem sofre com a doença celíaca, ou que possui sensibilidade ao glúten.

O consumo do glúten pode prejudicar a saúde de diversas formas. Uma delas, inclusive, envolve o aumento de peso em quem não sofre com os problemas mencionados acima.

Mas como o glúten engorda? Primeiramente o glúten não pode ser digerido por nosso intestino, logo ele consegue alterar as bactérias intestinais, afetando a flora intestinal.

Pesquisas referente ao impacto do glúten no organismo, afirmam que quando ocorre uma alteração ou um desequilíbrio das bactérias intestinais, o metabolismo fica mais lento e pode surgir o perigo da diabetes.

Como eu já expliquei em outros artigos, que ao desacelerar o metabolismo, você prejudica a perda de peso e pode contribuir para o aumento de gordura corporal (3).

Outro fator que contribui para a obesidade ou sobrepeso, envolve a qualidade nutricional dos alimentos que geralmente contém o glúten em sua composição. Esses alimentos na maioria das vezes são ricos em carboidratos, açúcar refinado e outros componentes que favorecem o aumento de peso.

Eles aumentam a produção de insulina e o armazenamento de gordura. Além de não promoverem a saciedade, fazendo você sentir fome pouco tempo depois de comer; esses fatores são contribuintes para a obesidade.

Quer conhecer a dieta sem glúten para iniciantes, então clique aqui.

4-Mudança nos Hábitos ajuda a Emagrecer?

Verdade – A mudança nos hábitos  envolve uma nova consciência alimentar e no estilo de vida, que acaba refletindo no seu peso.

No entanto, isso abarca o comer consciente. Iniciar uma reeducação alimentar saudável que exclua alimentos que engordam e prejudicam a saúde; técnicas para gerenciar o estresseatividades físicas regulares e efetivas.

Todas essas mudanças estão conectadas com o equilíbrio do seu peso, bem-estar, qualidade de vida e saúde.

Tente colocar em prática e veja as mudanças na sua vida.

Lembre-se que para realizar as mudanças necessárias na alimentação e no estilo de vida, é importante foco, determinação e vontade. Sem isso, o seu objetivo fica na promessa eterna de perder peso.

calo nos pésNão deixe de visitar o médico para fazer um check-up.

 

Abraços e fique com Deus!

Dr. Juliano Pimentel

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