Muito além da sensibilidade, a doença causada pela intolerância ao glúten ou doença celíaca, atinge hoje de 1% a 2% da população Brasileira.
Saiba aqui o que é a doença celíaca, e como pode afetar você.
Não deixe de ler e compartilhar!
E como a maioria das gorduras omega-3, ele está ligado à muitos benefícios para o organismo.
Ele faz parte de cada célula corporal, e desempenha um papel vital no cérebro.
Se o seu corpo não consegue produzi-lo em quantidades adequadas, você precisa inclui-lo a dieta.
Neste artigo, eu explico tudo o que você precisa saber sobre o DHA.
O ácido docosa-hexaenoico (DHA) é um ácido gordo de cadeia longa omega-3, encontrado principalmente em frutos do mar, como peixes, mariscos, óleos de peixe e alguns tipos de algas.
Ele é um componente presente em cada célula do seu corpo e um componente estrutural vital da pele, olhos e cérebro (1, 2, 3).
O DHA se torna mais de 90% dos ácidos graxos ômega-3 em seu cérebro, e até 25% do conteúdo de gordura total.
Tecnicamente, ele pode ser sintetizado a partir de um outro ácido gordo de origem vegetal omega-3, chamado ácido alfa-linolénico (ALA).
No entanto, este processo é muito ineficiente, e apenas 0,1-0,5% de ALA é convertido em DHA no seu corpo.
Além do mais, a conversão também depende de níveis adequados de outras vitaminas e minerais, bem como a quantidade de ácidos graxos ômega-6 em sua dieta.
O DHA é um ácido gordo insaturado com 6 ligações duplas. Em outras palavras, isto significa que ele é muito flexível.
Ele está localizado principalmente nas membranas das células, onde faz com que as membranas e lacunas entre as células fiquem mais fluidas.
Isto facilita, por exemplo, que as células nervosas enviem e recebam sinais elétricos, que é o seu modo de comunicação.
Sim! Níveis adequados de DHA tornam mais fácil, mais rápido e mais eficiente a comunicação das células nervosas (olha só a sua importância!).
Níveis baixos deste ácido em seu cérebro ou nos olhos pode retardar a sinalização entre as células, resultando em deficiência visual ou função cerebral alterada.
O DHA também possui várias outras funções no corpo. Por exemplo, ele combate a inflamação e reduz as triglicérides no sangue.
Para aumentar os níveis de DHA, algumas opções são:
-Anchovas;
-Semente de linhaça;
-Semente de abóbora;
-Espinafre;
-Couve;
-Mamão;
-Ostras;
– Algas;
– Cavalinha;
– Salmão;
– Arenque;
– Sardinhas;
– Caviar.
Alguns óleos de peixe, como óleo de fígado de bacalhau, fornecem 1 grama de DHA em uma colher de sopa (10-15 ml) (5) .
Mas tenha em mente que alguns óleos de peixe também podem ser ricos em vitamina A, que é prejudicial em grandes quantidades.
Por isso, antes de dosar a quantidade certa de alimentos ricos nesse ácido para o seu organismo, consulte o médico.
Outra fonte de DHA, mas em pequenas quantidades, são as carnes e produtos lácteos vindos de animais alimentados com capim.
No entanto, pode ser difícil obter DHA suficiente apenas com a dieta.
Se você não come regularmente os alimentos mencionados acima, tomar um suplemento pode ser necessário, sempre com a recomendação médica.
O DHA é o ômega-3 mais presente no cérebro, e desempenha um papel crítico no desenvolvimento da sua função.
Colocando em números, os níveis cerebrais de outros ácidos graxos ômega-3, tais como EPA, são tipicamente 250-300 vezes mais baixos.
Encontramos o ácido docosa-hexaenoico principalmente na matéria cinzenta do cérebro, e os lóbulos frontais são particularmente dependentes dele durante o desenvolvimento.
Elas são responsáveis pelo processamento de informação, memórias e emoções, atenção, planejamento e resolução de problemas, desenvolvimento social, emocional e comportamental.
O envelhecimento do cérebro causa estresse oxidativo, metabolismo energético alterado e danos no DNA.
A estrutura do cérebro também muda, o que reduz o seu tamanho, peso e teor de gordura.
Curiosamente, muitas dessas alterações também são observados quando os níveis de DHA diminuem.
Isso inclui propriedades da membrana alterados, perda de memória, atividade da enzima alterada e a função dos neurônios alterados.
A doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência nos idosos.
Ela afeta cerca de 4,4% dos adultos com mais de 65 anos e causa impactos na função do cérebro, humor e comportamento.
Alterações na memória episódica estão entre os primeiros sinais de mudanças cerebrais em adultos mais velhos.
Isso significa ter dificuldade em recordar acontecimentos que ocorreram em um tempo e lugar específicos.
Curiosamente, os pacientes com doença de Alzheimer, têm menores quantidades de DHA no cérebro e no fígado, enquanto os níveis de EPA e DPA são elevados.
Estudos mostram que níveis de DHA superiores no sangue estão ligados a um risco reduzido de desenvolvimento de demência e doença de Alzheimer.
O DHA é um componente da membrana ocular essencial.
Ele ajuda a ativar uma proteína chamada rodopsina, que recebe imagens de seus olhos, alterando a permeabilidade da membrana, fluidez, espessura e outras propriedades dentro do olho.
Uma deficiência de DHA pode causar problemas de visão, especialmente em crianças.
Portanto, alimentos infantis são, geralmente, enriquecidos com DHA, o que ajuda a prevenir a deficiência de visão em bebês.
Os ácidos graxos ômega-3 são associados a um risco reduzido de doença cardíaca.
Por outro lado, níveis baixos estão associados com um risco aumentado da doença.
Isso se aplica especialmente para os ácidos graxos ômega-3 de cadeia longa encontrados em óleos de peixes gordos e peixes, tais como EPA e DHA.
– Triglicérides no sangue: os ácidos graxos de cadeia longa ômega-3 podem reduzir triglicérides no sangue em até 30%.
– Pressão arterial: Os ácidos graxos ômega-3 podem reduzir a pressão arterial em pessoas com pressão arterial elevada.
– Níveis de colesterol: Os óleos de peixe e ômega-3 podem reduzir o colesterol total, e aumentar o HDL em pessoas com níveis elevados de colesterol.
– Função endotelial: pode proteger contra a disfunção endotelial, que pode causar doenças de coração.
O DHA também pode te proteger contra outras doenças:
– Artrite: reduz a inflamação no corpo e pode aliviar a dor e a inflamação nas articulações das pessoas com artrite.
– Câncer: dificulta a sobrevivência de células cancerígenas.
– Asma: pode reduzir os sintomas da asma, bloqueando a secreção de muco e reduzindo a pressão arterial.
Ele é essencial durante os últimos meses de gravidez e no início da vida de um bebê.
Bebês até os dois anos de idade têm mais necessidade do ácido graxo do que as crianças mais velhas e adultos.
Isso porque o cérebro cresce rapidamente e para isso, precisam de grandes quantidades de DHA para formar estruturas de membrana de células vitais no cérebro e olhos.
Os estudos em animais mostram que as dietas deficientes em DHA durante a gravidez, lactação e desmame limitam o fornecimento da substância para o cérebro do bebê em cerca de 20% dos níveis normais.
A deficiência está associada a alterações na função cerebral, incluindo dificuldades de aprendizagem, alterações na expressão genética e deficiência visual.
A quantidade ideal depende de cada organismo, por isso, é importante consultar o médico
Suplementos de DHA são geralmente seguros. No entanto, ingerir mais de 2 gramas por dia não tem nenhum benefício adicional e não é recomendado.
Curiosamente, a curcumina – o composto ativo em cúrcuma – pode melhorar a absorção dele no corpo.
Ela está relacionada com muitos benefícios para a saúde, e estudos em animais mostraram que pode aumentar os níveis de DHA no cérebro.
Portanto, a curcumina pode ser tão útil quanto a suplementação com DHA.
A suplementação de DHA são geralmente bem toleradas pelo organismo.
No entanto, o ômega-3 funciona como anti-inflamatório e pode diluir o sangue.
Consequentemente, o excesso de ômega-3 pode causar o afinamento do sangue ou sangramento excessivo.
Se você planeja passar por cirurgia, deve parar a suplementação de ômega-3 com uma ou duas semanas de antecedência.
Também fale com o seu médico antes de tomar ômega-3, se você tem distúrbio de coagulação do sangue ou toma medicamentos para diluir o sangue.
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Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
]]>Além disso, quem sofre com a obesidade, tem mais chances de desenvolver problemas crônicos de saúde.
Mas afinal, o que é a obesidade e como afeta a sua vida? Ela pode ser um fator decisivo no desenvolvimento de problemas sérios de saúde; afetar a autoestima e prejudicar os planos futuros.
Nesse artigo explicarei o que é obesidade.
Leia, comenta e compartilhe essa informação! 🙂

Obesidade e o Organismo. Imagem: (Divulgação)
Quando você consome calorias em excesso sem gastá-la, corre o risco de desenvolver a obesidade.
A obesidade nada mais que o excesso de tecido adiposo. Uma célula adiposa é uma célula endócrina, e o tecido adiposo é um órgão endócrino.
O tecido adiposo secreta uma série de produtos, incluindo metabólitos, citoquinas, lipídios, fatores de coagulação, entre outros.
O excesso de adiposidade ou obesidade causa o aumentos dos níveis de ácidos graxos circulantes e inflamação, a inflamação nunca vai ser um aspecto positivo para a saúde.
A biologia da ingestão de alimentos é muito complexa; envolve o olfato, sabor, textura, temperatura, respostas cognitivas e emocionais e informações metabólicas, que sinalizam o cérebro sobre a fome e a saciedade.
Os hormônios leptina e grelina possuem um importante papel no consumo de alimentos, e na prevenção da obesidade (1).
A obesidade é um sinal que o seu organismo não está funcionando adequadamente; em consequência, quem sofre com ela pode desenvolver:
O cálculo de Índice de Massa Corporal (IMC) identifica a quantidade de gordura corporal em relação à altura do indivíduo.
Com isso, é possível identificar as chances do desenvolvimento de doenças, relacionadas ao excesso de gordura corporal.
– Um adulto com IMC entre 25 e 29,9 é considerado com sobrepeso.
– Um adulto com IMC de 30 ou superior é considerado obeso.
No entanto, o mais correto é recorrer ao médico para verificar como está o seu IMC.
Além disso, a circunferência da cintura, é outra medida para determinar o teor de gordura abdominal. O excesso de gordura abdominal, quando não é proporcional à gordura corporal total, é considerado um fator de risco relacionado à obesidade.
Como principal causador de obesidade está o estilo de vida.
Além disso, existem algumas situações que podem proporcionar a predisposição para a obesidade, como: desequilíbrio hormonal, estresse, genética, toxinas ou o efeito colateral de medicamentos.

Obesidade e os Alimentos Prejudiciais. Imagem: (Divulgação)
Os hábitos alimentares pouco saudáveis passam dos pais para os filhos, não só pela hereditariedade mas também pela influência da má alimentação e sedentarismo.
Além do mais, a falta de atividade física é um fator importante relacionado à obesidade. Trabalhar durante longos períodos sentado, andar somente de carro ao invés de caminhar ou andar de bicicleta, por exemplo, podem influenciar no excesso de peso.
Estudos mostram que o sedentarismo é uma das principais causas da obesidade. Isso porque, a pessoa que é sedentária e gasta menos energia do que consome nos alimentos, aumenta as chances do acúmulo de gordura no organismo.
O recomendável é que os adultos façam pelo menos 150 minutos (duas horas e meia) de atividade aeróbica de intensidade moderada, como ciclismo ou caminhada rápida, por exemplo, todas as semanas.
Isso não precisa ser feito de uma só vez, mas pode ser dividido em períodos menores. Por exemplo, você pode se exercitar durante 30 minutos por dia durante cinco dias por semana.
Por isso, se você está acima do peso, a primeira dica é: faça boas substituições! Confira a lista de alimentos que você deve consumir!
Lembrando que, essas dicas não excluem a importância da visita médica regular.
Mas se você quer mesmo emagrecer e ter mais saúde?
Então precisa decidir e persistir na mudança alimentar e dos seus hábitos. Faça diferente para ter resultados diferentes!
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Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
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Essa doença, sem os devidos cuidados pode levar à morte prematura.
E você, sabe o que é a doença celíaca, como ela afeta a saúde e como está relacionada ao consumo do glúten?
Muito além da sensibilidade, a doença causada pela intolerância ao glúten ou doença celíaca, atinge hoje de 1% a 2% da população Brasileira.
Saiba aqui o que é a doença celíaca, e como pode afetar você.
Não deixe de ler e compartilhar!
O glúten nada mais é que uma proteína encontrada no trigo, aveia, cevada, centeio e seus derivados como massas, cerveja, uísque, vodka e alguns doces; ele é o responsável por dificultar a absorção de nutrientes dos alimentos, como as vitaminas, sais minerais e água, pelo organismo (1).
A doença celíaca ocorre em pessoas com tendência genética à doença. Seu desenvolvimento na grande maioria dos casos, inicia na infância com crianças de 1 e 3 anos, mas pode surgir em qualquer idade, inclusive em adultos (2).
O quadro clínico da doença pode se manifestar com ou sem sintomas.
E os sintomas e sinais podem variar de pessoa para pessoa; conheça os sintomas mais comuns:
Os exames de sangue são usados para detectar a doença celíaca.
Os exames do anticorpo anti-transglutaminase tecidular (AAT) e do anticorpo anti-endomisio (AAE) são altamente precisos e confiáveis, mas insuficientes para um diagnóstico.
A confirmação pode ser feito por biópsia do intestino delgado, com a coleta mínima de três fragmentos. (3)
Quando a proteína (glúten) é excluída da alimentação os sintomas desaparecem.
No entanto, a maior dificuldade para os pacientes é conviver com as restrições impostas pelos novos hábitos alimentares. (4,5)
A doença celíaca não tem cura, por isso, a dieta deve ser seguida rigorosamente pelo resto da vida.
O paciente celíaco que continuar ingerindo alimentos com glúten apresenta maior risco de desenvolver outras doenças, como doenças de tireoide, fígado, rins e pele.
É de extrema importância que os celíacos fiquem atentos também à possibilidade de desenvolver câncer de intestino, e a ter problemas de infertilidade.
No pior dos casos, sem a exclusão do glúten da alimentação, essa doença pode levar à morte prematura.
Em caso de dúvidas, procure sempre orientação médica.
É preciso cuidar da alimentação para blindar a sua saúde, e por esse motivo, dia 21/06, às 20h, eu vou dar uma aula especial ONLINE e GRATUITA mostrando o motivo de você estar doente, e como você pode superar e evitar complicações de doenças crônicas.
Para se inscrever para essa aula clique aqui.
E para quem é celíaco ou deseja iniciar a reeducação alimentar livre de glúten, veja abaixo do vídeo o que eu preparei para você!
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
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