Felizmente essa gordura pode ser perdida, e pesquisas recentes mostram que o consumo de fibra reduz o risco de gordura na barriga (2).
Mas esse efeito inclui apenas um tipo de fibra, a fibra solúvel.
Neste artigo, eu explico como ela ajuda a perder gordura na barriga.
A fibra é muitas vezes dividida em duas categorias – fibra insolúvel e solúvel. Elas diferem na maneira como interagem com a água em seu corpo.
Ela não se mistura com água, e age principalmente como um agente de volume para ajudar a formar fezes e passá-la através do intestino. Isso pode ajudar a evitar a constipação (3).
A fibra solúvel, como o beta-glucano e o glucomanano, mistura-se com água para formar uma substância viscosa semelhante à um gel, que retarda a rapidez com que o estômago libera alimentos digeridos no intestino.
Aumentar o seu consumo também pode ajudar a perder gordura na barriga, e evitar o ganho de gordura.
Um estudo associou um aumento de 10 gramas na ingestão diária de fibra solúvel à uma diminuição em 3,7% no risco de aumento de gordura na barriga (4).
Na verdade, ela pode ajudar a reduzir a gordura na barriga de várias maneiras.
Existem mais de 100 trilhões de bactérias úteis que vivem em seu intestino.
Ao contrário de outras bactérias, elas são inofensivas e benéficas para a saúde intestinal.
Os seres humanos fornecem às bactérias “casa” e nutrientes, enquanto elas ajudam a cuidar de processos como a produção de vitaminas e o processamento de resíduos.
Existem muitos tipos diferentes de bactérias; e ter uma maior variedade de bactérias intestinais reduz o risco de doenças como diabetes tipo 2, resistência à insulina e doenças cardíacas (5).
Muitos estudos mostram que as pessoas que consomem mais fibra solúvel, têm uma maior variedade de bactérias e mais saúde, e um risco menor de ter gordura abdominal.
O corpo não pode digerir a fibra, ela chega ao intestino praticamente inalterada; uma vez lá, enzimas específicas em bactérias intestinais podem digeri-la. Essa é uma maneira importante delas promoverem a saúde.
Enquanto isso, a fibra solúvel atua como um prebiótico, fornecendo nutrientes às bactérias.
Este processo de digestão e quebra de fibra solúvel é chamado de fermentação. Ele produz ácidos graxos de cadeia curta, um tipo de gordura que pode ajudar a reduzir a gordura da barriga.
Eles por sua vez, ajudam a regular o metabolismo de gordura por aumentarem a taxa de queima de gordura, e diminuírem a taxa de armazenamento de gordura (6).
Muitos estudos mostram uma conexão entre um nível mais elevado de ácidos graxos de cadeia curta, com a redução de chances de gordura na barriga; ambos relacionados ao consumo de fibra.
Uma maneira de perder gordura da barriga é por perder peso. E dado que a fibra solúvel é um poderoso supressor de apetite natural, ela pode ajudá-lo a fazer isso.
Ao suprimir o apetite, é mais provável que você reduza sua ingestão de calorias, o que pode promover a perda de peso.
Ela ajuda a regular os hormônios envolvidos no controle do apetite.
Alguns estudos descobriram que comer fibra solúvel reduz os níveis de hormônios da fome produzidos pelo corpo, incluindo a grelina (7).
Ela também aumenta a produção de hormônios que aumentam a saciedade, como a colecistoquinina, leptina, GLP-1 e peptídeo YY.
Pode reduzir o apetite, retardando o movimento dos alimentos através do intestino.
Quando nutrientes como glicose são liberados lentamente no intestino, seu corpo libera insulina à uma taxa mais lenta. Isto está ligado ao aumento da saciedade.
Ela é fácil de ser adicionada à dieta, e é encontrada em uma variedade de alimentos à base de plantas.
Alguns alimentos incluem batata-doce, frutas como damascos e laranja; couve e legumes. Você pode encontrar outras dicas no meu artigo: quais são os 16 alimentos ricos em fibras.
Mas consuma com moderação (8).
Isso pode causar efeitos colaterais, como cólicas no estômago, diarreia e inchaço. É melhor aumentar sua ingestão lentamente, ao longo do tempo, para ajudar a melhorar a tolerância do seu corpo.
A ingestão diária recomendada para os homens é de 30-38 gramas de fibra por dia, enquanto as mulheres devem consumir 21-25 gramas por dia.
Porém, existem muitas variáveis que precisam ser consideradas como: o seu peso, estrutura corporal e histórico médico; por isso, para saber a quantidade correta para você comer por dia consulte o nutricionista.
Comer alimentos ricos em fibra solúvel pode ajudá-lo a perder gordura na barriga.
Combine a sua ingestão dela com uma alimentação balanceada e saudável, com alterações no estilo de vida e se exercitar mais.
Com pequenas mudanças você verá que acontecerá grandes transformações em você!
Porém, não adianta comer de vez em quando alguns alimentos naturais como aqueles ricos em fibra solúvel; isso não vai garantir a boa saúde e ajudar no emagrecimento.
Se você costuma comer alimentos industrializados e processados e mantém uma vida sedentária, está prejudicando o seu organismo.
Se você tem o desejo de assumir o controle da sua vida e ser mais saudável, conheça o D21.
O único programa de detoxificação que vai te ajudar a viver de maneira livre e mais saudável em apenas 21 dias. Você vai eliminar os quilos extras e ter um corpo mais saudável.
Abraços e fique com Deus,
Dr Juliano Pimentel
]]>Os sintomas variam muito de pessoa para pessoa e tendem a ir e vir.
Ela afeta mais de 10% da população mundial, e embora possa afetar qualquer pessoa é mais comum em mulheres jovens e de meia-idade (1).
De acordo com a Fundação Internacional para Distúrbios Gastrointestinais Funcionais, alguns dos maiores sinais e sintomas da síndrome do intestino irritável incluem dor abdominal recorrente e desconforto, além de mudanças nos hábitos intestinais, como frequência e consistência das fezes (2).
A boa notícia é que você pode identificar os sintomas do problema e, em seguida, tratá-los naturalmente através de mudanças de estilo de vida e também na dieta.

Síndrome do Intestino Irritável
A Síndrome do Intestino Irritável é diagnosticada quando os sintomas digestivos incômodos, surgem por pelo menos três a seis meses.
A maioria das pessoas sofrem com dores estomacais, dificuldade para ir ao banheiro ou fezes com aspecto diferente que o habitual, por isso a duração dos sintomas da doença é um importante fator distintivo.
Além da duração, a frequência dos sintomas também diz muito. Eles precisam estar presentes por menos três dias ao mês, ou podem ser mais recorrentes.
Para algumas pessoas, vários sintomas ocorrem juntos, enquanto para outros apenas um ou dois sintomas se manifestam com mais intensidade.
Os sintomas mais comuns da Síndrome do Intestino Irritável incluem (3):
>> Alterações nos movimentos intestinais normais, incluindo constipação e diarreia. Algumas pessoas tendem sentir constipação ou diarreia mais frequentemente do que outros, mas também é possível sentir os dois sintomas de uma vez;
>> Alterações na aparência de fezes, incluindo textura e cor;
>> Inchaço do estômago;
>> Gases excessivos e arrotos;
>> Dores abdominais e cólicas;
>> Náusea, azia ou refluxo ácido;
>> Perda de apetite.
O alívio dos sintomas geralmente ocorre para a maioria das pessoas após ir ao banheiro.
Embora estes não sejam “problemas digestivos”, os seguintes sintomas também podem surgir (4):
>> Ansiedade ou depressão;
>> Problemas para dormir e fadiga;
>> Dores de cabeça;
>> Gosto desagradável na boca;
>> Dores musculares, especialmente na parte inferior das costas;
>> Problemas sexuais, incluindo redução do desejo sexual;
>> Palpitações cardíacas;
>> Vontade frequente de urinar.
Fique atento a esses sinais e procure orientação médica.

Ao notar sintomas, é fundamental procurar orientação médica para iniciar o tratamento mais indicado.
Alguns tratamentos naturais também podem ajudar a melhorar os sintomas.
Embora cada pessoa tenha reações diferentes a vários alimentos; certos alimentos tendem a desencadear sintomas da doença mais do que outros.
Alguns carboidratos não absorvidos pelo intestino e passam pela fermentação intestinal, podendo causar problemas gastrointestinais significativos (5).
As reações à fibra também são diversas, às vezes elas ajudam a aliviar a constipação, mas outras vezes causam gases e dores.
Alguns alimentos que você deve cortar da sua dieta, para aliviar os sintomas da síndrome do intestino irritável incluem:
Níveis mais elevados de estresse estão ligados a distúrbios na digestão; ele aumenta a inflamação no organismo.
Estudos descobriram que a ansiedade, depressão, transtornos de personalidade e histórico de abuso sexual na infância são todos fatores de risco para a Síndrome do Intestino Irritável.
Mas mesmo o estresse causado a partir de situações cotidianas, como o trabalho ou as obrigações familiares, pode afetar a digestão (6).
O que você pode fazer para diminuir o estresse? Exercício, meditação, acupuntura, yoga e passar mais tempo na natureza.
Pesquisas descobriram que o exercício regular (incluindo aeróbico, levantamento de pesos, ou ioga) ajuda a controlar o estresse e pode melhorar a saúde digestiva.
Um estudo de 2011 publicado no American Journal of Gastroenterology, descobriu que o aumento da atividade física melhora os sintomas gastrointestinais e a qualidade de vida (7).
Estudos mostram que as causas exatas da doença são complexas e diferentes para cada pessoa, uma vez que muitos fatores na vida de alguém podem afetar a digestão (8).
Os pesquisadores acreditam que a causa subjacente dos sintomas da síndrome, é o funcionamento anormal dos nervos, enzimas e músculos dentro do trato digestivo.
Estes ajudam a controlar a absorção de nutrientes depois de comer, níveis de líquidos, gás e liberação de evacuações.
Um fator importante que determina como funciona o sistema digestivo, são os níveis de estresse e humor, uma vez que o intestino está intimamente ligado ao cérebro.
Estresse e digestão também estão diretamente relacionados, pois o intestino é capaz de produzir, ou não produzir, certos neurotransmissores como a serotonina (10).
Embora não haja uma causa específica, fatores comuns que contribuem para a síndrome do intestino irritável incluem:
>> Alimentos alérgenos;
>> Estresse crônico;
>> Hereditariedade;
>> Mudanças na rotina de sono;
>> Desequilíbrios ou alterações hormonais.
Ela é diferente de outros problemas digestivos; não existem problemas estruturais no intestino de pessoas com essa condição (por exemplo, não existem bloqueios do cólon), o que dificulta o seu diagnóstico.
Não existem testes que possam revelar definitivamente se alguém tem a Síndrome ou não (11). O diagnóstico só pode ser feito através de um processo de eliminação e observação de sintomas.
Os médicos muitas vezes gostam de discutir com os pacientes como os sintomas são desencadeados, e também como eles tendem a desaparecer.
A doença afeta mais de 10% da população mundial, sendo mais comum entre mulheres jovens.
Nenhum teste pode realmente confirmar se alguém tem ou não a doença, por isso é tão importante ficar atento aos sintomas.
Você pode tratar naturalmente os sintomas evitando alérgenos, reduzindo o estresse e praticando atividades físicas.
Também recomendo que você suplemente seu corpo de maneira eficiente para ajustar todas as deficiências nutricionais e promover a saúde do intestino.
Dr. Juliano Pimentel.
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Pois bem, identificar como está a saúde intestinal é determinante para que você saiba quais medidas tomar para estar realmente saudável.
O cuidado com o intestino interfere desde o sistema imunológico, seu peso até a saúde mental.

Cuidados com a saúde intestinal.
O termo microbioma refere-se aos trilhões de microrganismos – bactérias, fungos e outros microrganismos vivos que existem em seu intestino.
É um mundo complexo, com centenas de diferentes tipos de bactérias. Esses microrganismos são a base do eixo intestino-cérebro, a rede de comunicação bidirecional entre o cérebro e o intestino.
A manutenção do microbioma requer um delicado equilíbrio de bactérias. Isso porque as bactérias “boas” ajudam a digerir os alimentos, absorvem nutrientes, ajudam a produzir vitaminas e hormônios e protegem contra as bactérias “ruins”.
Uma infinidade de fatores pode afetar esse equilíbrio.
Alimentos ricos em fibras, por exemplo, são benéficos. As bactérias intestinais quebram a fibra para digeri-la, um processo que estimula a produção de mais bactérias. Uma dieta variada e rica em nutrientes é importante para um bioma diversificado, algo que normalmente não é possível se você comer muitos alimentos processados.
Estresse, álcool e muitos medicamentos também podem alterar a composição do microbioma.
Caso você não saiba responder a essa pergunta, confira abaixo os cinco sinais para entender como está a saúde do seu intestino.
O ponto alto para manter o microbioma é ter uma digestão saudável, e uma indicação disso é o tempo de trânsito, ou seja, o tempo que os alimentos levam para passar pelo sistema digestivo.
Isso importa porque uma digestão mais lenta pode levar à formação de bactérias nocivas. Por outro lado, quando os alimentos passam pelo seu corpo muito rapidamente, você pode não absorver os nutrientes essenciais.
Cada corpo é um, e a digestão vai depender também do que foi consumido, no entanto, o tempo de trânsito ideal é de 12 a 24 horas, o que, para a maioria de nós, significa uma a duas evacuações por dia.
Agora, se você não tem ideia de quanto tempo leva para digerir os alimentos, tente comer cerca de meia xícara de beterraba crua e fique de olho na cor das fezes.
Como melhorar o tempo de trânsito:
Não é o assunto favorito de ninguém, mas a condição do seu cocô na verdade dá uma boa indicação da sua saúde intestinal.
Algumas coisas importantes para procurar incluem:
Qualquer esforço ou dor durante os movimentos intestinais deve ser investigado, assim como qualquer sangue. Conheça seu próprio corpo e fique atento a quaisquer alterações.
Como fazer COCÔ do JEITO CERTO e soltar o intestino
Outra maneira de identificar como está sua saúde intestinal é observando os gases após as refeições.
Alguns gases são inevitáveis após uma refeição, e alguns alimentos, como feijão e vegetais crus, certamente provocam gases mais do que outros.
O excesso de gás, no entanto, pode indicar que algo está errado em seu intestino. Embora todos tenham uma linha de base diferente, preste atenção se notar mudanças no seu nível de gases ou se esse gás causa dor ou desconforto.
Dicas para aliviar os gases
Como você se sente ao acordar? Se você acorda descansado esse é um bom indicador da sua saúde intestinal.
Como obtemos energia à medida que os alimentos são digeridos, sua saúde intestinal é essencial para seu nível de energia e para o quão pronto você está para enfrentar o dia.
Mas, se você não conseguir decompor os alimentos adequadamente, não receberá nutrientes essenciais vitais. No entanto, o papel do seu intestino na luta contra a fadiga é mais profundo do que isso.
As bactérias no microbioma produzem vitaminas do complexo B, que são essenciais para a energia. Eles também regulam o sistema imunológico, o que é imperativo para uma boa energia.
O eixo intestino-cérebro também influencia seu sono. Afinal, é um canal de comunicação bidirecional: seu sono influencia o equilíbrio das bactérias, mas as bactérias também influenciam seus ritmos circadianos.
Vale lembrar que a baixa energia também pode ser um sinal de síndrome do intestino permeável, que acontece quando o revestimento do intestino se torna muito permeável, o que permite que bactérias intestinais insalubres e substâncias inflamatórias vazem na corrente sanguínea. Pessoas com síndrome do intestino permeável correm alto risco de problemas como Crohn e Síndrome Inflamatória do Intestino, condições que levam à fadiga.
Por fim, a última maneira de verificar como está sua saúde intestinal é através da memória, humor e foco.
Isso porque até 90% da serotonina do seu corpo é produzida no intestino.
Mais uma vez, esta é uma via de mão dupla, pois o estresse altera a composição intestinal, o que, por sua vez, pode deixá-lo ainda mais estressado porque a produção de hormônios do intestino que afetam seu humor muda.
Em última análise, é um sinal da importância de reconhecer e abordar problemas intestinais precocemente.
Os neuroquímicos em seu intestino também afetam sua capacidade de aprender novas informações e retê-las. Se você notar uma mudança em suas habilidades cognitivas, é uma boa ideia avaliar os outros sinais de um intestino saudável para ver se há uma conexão.
Você precisa cuidar da sua saúde intestinal.
O primeiro ponto para ter uma boa saúde intestinal é ELIMINAR o que faz mal, estão no topo dessa lista glúten e leite, em seguida o açúcar e alimentos industrializados de maneira geral.
O segundo passo é ingerir o que faz bem para sua saúde intestinal. Minha sugestão é o PURE DETOX.
Abraços e fique com Deus,
Dr. Juliano Pimentel.
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]]>Especialmente se seus sintomas persistirem por um tempo e estiverem associados a fadiga crônica, dores de cabeça e reações alérgicas.
É fácil entender que seu intestino precisa de uma limpeza de tempos em tempos. Afinal de contas é um grande tubo que recebe diariamente uma carga de substâncias que precisam ser processadas e eliminadas.
Nossos ancestrais faziam menos refeições do que a grande maioria dos brasileiros, atualmente. Hoje é comum famílias que fazem três grandes refeições durante o dia (café da manhã, almoço e jantar) e entre essas refeições ainda fazem pequenos lanches.
É um grande volume para o intestino.
E por que você precisa de uma limpeza intestinal?
70% das células do nosso sistema imunológico vivem no intestino, o intestino é autônomo, não precisa do comando do cérebro para funcionar.
O intestino é tão poderoso que quando não é bem cuidado se torna gatilho para o desenvolvimento de doenças autoimunes e crônicas.
A limpeza intestinal nada mais é que uma ajuda para o intestino se livrar do que possa estar agarrado em suas paredes, causando inflamação e permeabilidade intestinal.
Temos bactérias boas e ruins dentro de nosso sistema digestivo, e algumas dessas bactérias são projetadas para nos ajudar a ter um intestino saudável, para que possamos evitar sintomas como dores de cabeça e artrite.

Limpeza Intestinal para ser mais saudável
O cólon trabalha duro para garantir que você tenha a quantidade adequada de bactérias boas e ruins em seu intestino. Mas não há nada de errado em dar um pequeno empurrão na forma de uma limpeza intestinal para garantir que as coisas estejam saudáveis.
As toxinas chegam ao nosso corpo ao longo do tempo, e uma limpeza intestinal pode ajudar a limpar as toxinas restantes que retardam a maneira como pensamos. Isso porque interferem em nossas atividades diárias com doenças ou adicionam alguns dígitos extras ao número na escala. Ou seja, uma limpeza intestinal pode ajudar a equilibrar as bactérias boas e ruins em seu cólon.
Quando você está passando por uma limpeza intestinal, é provável que você tenha alguns movimentos intestinais que ajudarão a expelir o acúmulo de toxinas e resíduos antigos em seu corpo. Quando isso acontece, você pode perder alguns quilos porque não está carregando um acúmulo de toxinas e qualquer resíduo que estava à espreita em seu trato digestivo.
No entanto, não espere perder muito peso apenas com uma limpeza intestinal.
O nevoeiro cerebral pode ser causado por muitas coisas. A névoa cerebral é caracterizada por falta de foco, memória nebulosa e uma sensação reduzida de nitidez. Quando você tem um intestino permeável, partículas de alimentos e toxinas não digeridas podem escapar do trato digestivo e entrar na corrente sanguínea, o que pode resultar em alguns sintomas, como névoa cerebral, por exemplo.
Uma limpeza intestinal pode ajudar a redefinir seu corpo e cérebro e tornar suas funções do dia-a-dia um pouco mais fáceis.
Se você sofre de constipação, uma limpeza intestinal pode ajudar com isso. Quando você inicia sua limpeza, você terá alguns movimentos intestinais, e isso ajudará a limpar bactérias antigas e se acumular em seu sistema digestivo, por exemplo.
No entanto, uma limpeza intestinal pode colocá-lo no caminho certo para prevenir a constipação em geral, porque seu sistema digestivo entrou em ação. Sendo assim, o alívio da constipação pode eliminar alguns de seus sintomas, como bloqueio no reto, fezes duras ou irregulares ou tensão quando você evacua.
Uma limpeza intestinal ajudará a eliminar toxinas e resíduos antigos em seu trato digestivo, no entanto, também pode melhorar outras áreas do seu corpo. Se você tiver gordura adicional em seu corpo, uma limpeza intestinal o ajudará a iniciar sua jornada de perda de peso e o deixará alguns quilos mais leve.
Quando você pesa menos, você terá menos estrogênio em seu corpo, e um excesso de estrogênio pode tornar a concepção um pouco mais difícil. Enquanto isso, para os homens, o esperma pode ser afetado por toxinas em seu corpo. Além disso, se o seu cólon estiver pesado devido ao acúmulo adicional, ele pode pressionar seus órgãos reprodutivos e fornecer outro obstáculo em sua missão de engravidar, por exemplo.
Por isso, mesmo os melhores corpos precisam de mais manutenção quando se trata de checar seu intestino. Sendo assim, é importante manter os olhos abertos para os sintomas de um intestino doente e considerar uma limpeza intestinal se esse for o próximo passo mais razoável para você.
Afinal, uma limpeza intestinal pode ser o início de um modelo para perda de peso, alívio da névoa cerebral e um corpo mais leve e saudável.
>> Saiba como fazer uma limpeza intestinal.
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Dr. Juliano Pimentel.
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Embora existam certos fatores de risco para hipertensão como tabagismo, obesidade e consumo excessivo de álcool, a hipertensão e intestino também estão relacionados.
Mais que 19% dos adultos norte-americanos com hipertensão têm uma forma resistente ao tratamento da doença, em que os medicamentos não reduzem a pressão arterial a um nível saudável (1).
Além disso, as intervenções no estilo de vida não funcionam para todos. Esse contexto fortalece a vertente que considera a disfunção do sistema imunológico e do sistema nervoso autônomo. Este é o ramo do sistema nervoso que controla as funções “automáticas”, como respiração, digestão e pressão arterial.
Uma adição relativamente nova a esta lista de potenciais fatores de risco é a disbiose intestinal, que se refere a uma comunidade microbiana desequilibrada.

Hipertensão e intestino: A influência das bactérias intestinais na sua pressão arterial
Um estudo na revista Microbioma analisou as bactérias intestinais de 41 pessoas com níveis ideais de pressão arterial, 99 indivíduos com hipertensão e 56 pessoas com pré-hipertensão (2).
A pré-hipertensão refere-se à pressão alta que ainda não é alta o suficiente para uma pessoa receber um diagnóstico de hipertensão. Porém, pessoas nesta faixa têm um risco aumentado de desenvolver hipertensão no futuro.
Eles descobriram que nos participantes com pré-hipertensão ou hipertensão, houve uma redução na diversidade de bactérias intestinais. Em particular, espécies como Prevotella e Klebsiella, por exemplo, tendiam a crescer demais.
Em seguida, os cientistas transplantaram matéria fecal dos participantes em camundongos livres de germes, que são animais que não possuem bactérias intestinais. Os camundongos que receberam matéria fecal de pessoas com hipertensão também desenvolveram hipertensão.
Outro estudo investigou as bactérias residentes de gestantes com obesidade e gestantes com sobrepeso, ambas com risco aumentado de hipertensão. Eles descobriram que em ambos os grupos de participantes, as bactérias do gênero Odoribacter eram significativamente mais raras.
Aqueles com os níveis mais baixos de Odoribacter, por exemplo, tiveram as leituras de pressão arterial mais altas.
Embora haja evidências sobre a hipertensão e intestino, a maioria dos estudos até o momento foi observacional.
Isso significa que não foi possível determinar se as alterações nas bactérias intestinais influenciam a pressão arterial ou se a hipertensão (ou os fatores que a produzem) alteram as bactérias intestinais.
Além disso, ainda não está claro exatamente como as bactérias intestinais conduzem essas mudanças.
Embora o intestino e a pressão arterial possam não parecer companheiros óbvios, a conexão não é, talvez, tão surpreendente.
Muitos dos fatores que aumentam o risco de hipertensão – como o consumo de álcool e alimentos salgados – entram no corpo através do sistema digestivo.
Ou seja, nutrientes, juntamente com certos produtos químicos que as bactérias produzem, têm a oportunidade de entrar no suprimento sanguíneo.
Além disso, o trato gastrointestinal hospeda vários processos que têm o potencial de desempenhar um papel na hipertensão, incluindo metabolismo, produção de hormônios e uma conexão direta com o sistema nervoso.
Uma das ligações entre a hipertensão e intestino são os ácidos graxos de cadeia curta (SCFAs). Algumas bactérias intestinais produzem essas moléculas à medida que digerem a fibra alimentar.
Depois que as bactérias produziram SCFAs, o suprimento de sangue do hospedeiro os absorve. Sendo assim, SCFAs afetam uma série de processos fisiológicos, um dos quais parece ser a pressão arterial.
Estudos mostraram que a hipertensão está associada ao aumento da atividade do nervo simpático (um ramo do sistema nervoso autônomo). Isso aumenta a permeabilidade intestinal.
Além disso, as paredes do intestino se tornarem mais permeáveis, é mais fácil para o conteúdo do intestino vazar para o resto do corpo.
Essa mudança na permeabilidade afeta o ambiente intestinal e altera o microbioma. Ao mesmo tempo, os produtos bacterianos podem passar mais facilmente para o sangue.
Outros fatores, incluindo fumar tabaco e estar estressado, também alteram o sistema simpático. Isso pode ajudar a fornecer mais razões pelas quais esses fatores também podem levar a alterações cardiovasculares.
Todos esses estudos nos mostram uma coisa: É preciso manter a saúde intestinal em dia. Para isso, é necessário eliminar o consumo do que inflama o intestino e aumentar o consumo do que faz bem para o intestino como os probióticos, por exemplo.
O primeiro passo para isso é fazer um detox. Em março vou te mostrar em 4 aulas gratuitas como limpar as toxinas do seu organismo para conquistar um corpo naturalmente magro, uma saúde forte e muita disposição o dia todo. Clique aqui para garantir sua vaga!
Abraços e fique com Deus,
Dr. Juliano Pimentel.
]]>A constipação representa em média mais de 2,5 milhões de visitas aos consultórios médicos todos os anos. Essa condição afeta mais as mulheres adultas.
Esse problema pode causar inchaço, excesso de gases, dor lombar, assim como ansiedade, fadiga e problemas sérios de saúde.
A boa notícia é que existem muitos remédios naturais de alívio de constipação disponíveis, que podem ajudar a melhorar a função intestinal.
Nesse artigo apresentarei dicas para regular o intestino, e se livrar da sensação do inchaço abdominal.
Não deixe de ler e compartilhar!
Quando estão com intestino preso, as pessoas tendem a comprar laxantes para melhorar o fluxo do intestino. No entanto, existem maneiras naturais de fazer isso. Confira!
Inclua alimentos ricos em fibras na sua dieta para regular o intestino. Esse tipo de alimento ajuda a dar volume no bolo fecal, facilitando assim seu caminho.
Os seguintes alimentos estão entre as melhores fontes de fibra dietética.
Vegetais de folhas verdes além das fibras, também são uma boa fonte de magnésio que podem ajudar a melhorar o funcionamento do intestino.
Como eles são muito baixos em calorias, têm um alto teor de água e são densos em nutrientes, por isso, podem ser consumidos diariamente.
Ameixas e figos são frutas ricas em fibras e tendem a ter um efeito laxante.
Vários por dia podem ajudar o intestino a trabalhar regularmente. Mas, em geral, tenha cuidado para não comer muitos frutos secos, pois contém uma quantidade razoável de açúcar natural, dado o tamanho pequeno.
Líquidos quentes ou à temperatura ambiente especialmente quando consumido primeiro pela manhã, tendem a estimular a digestão.
Por isso, experimente chá de ervas, água quente infundida com limão, café com moderação e sem açúcar ou caldo de osso.
Probióticos também é uma excelente fonte de proteína para a saúde intestinal.
Beba muita água e líquidos hidratantes. Afinal, a fibra precisa de água para passar pelo sistema digestivo e formar fezes.
Consumir mais fibra sem beber o suficiente pode realmente tornar a constipação e a dor abdominal piorar. Então beba água e outros líquidos saudáveis.
Alimentos vazios em calorias com poucas fibras ou nutrientes, devem ser reduzidos ou eliminados.
Estes podem incluir alimentos relatados como muito comuns nas dietas atuais. Ou seja, queijo, cereais açucarados, batatas fritas, fast food e sorvete, por exemplo.
Carne processada com cortes a frio ou cachorro-quente, assim como alimentos congelados com alto teor de sódio e embutidos precisam ser evitados (2).
Alimentos fritos são ricos em Trans-gorduras comumente encontrados em alimentos fritos, fast food e produtos embalados gordurosos. Eles diminuem o tempo de trânsito das fezes através dos intestinos e essencialmente obstruem a digestão.
Álcool pois aumenta a produção de urina e perda de fluidos. Além disso, o álcool é difícil no sistema digestivo e pode deixar o intestino preso.
Para evitar a desidratação consuma álcool apenas em quantidades pequenas a moderadas. Além disso, beba bastante água ao mesmo tempo.
Produtos lácteos pasteurizados pode deixar muitas pessoas constipadas devido ao consumo de à lactose.
Farinha refinada por natureza não contém nenhuma fibra e, portanto, não ajudará com constipação.
Cafeína tem vários efeitos na digestão dependendo da pessoa. Para alguns, a cafeína pode causar aumento da produção de urina e às vezes agrava sentimentos de ansiedade e constipação.
Para outras pessoas, no entanto, ajuda a melhorar os movimentos intestinais estimulando as contrações musculares.
De qualquer forma, apenas planeja beber café com moderação. Além disso, é fundamental consumir outros líquidos hidratantes ao longo do dia para compensar a desidratação da perda de fluido (3).
A atividade física aumenta a atividade muscular em seus intestinos. Por isso, tente se encaixar em mais movimentos e exercícios formais na maioria dos dias da semana.
O exercício pode ser útil na parte da manhã para melhorar o sistema digestivo, bem como reduzir o estresse.
Eu recomendo exercícios aeróbicos, pois estimulam os intestinos e o sistema linfático.
O exercício leve também pode ser benéfico para o intestino. Incluindo alongamento, caminhada, yoga, natação ou dança, por exemplo.
Você acreditaria que 75% a 90% de todas as visitas a consultórios médicos, estão relacionadas a condições causadas pelo estresse?
O estresse se manifesta de múltiplas maneiras, mas você nem sempre consegue sentir, como por exemplo:
As maneiras de aliviar o estresse incluem yoga, meditação, oração, passar tempo ao ar livre, ler ou escrever, exercícios, dança e uso de óleos essenciais relaxantes, por exemplo.
Por último, para regular o intestino é preciso evitar também o o uso de laxantes.
Pois os mesmos causam diversos problemas de saúde, como:
Ou seja, a alimentação de verdade aliada a hábitos de vida saudáveis podem ajudar a regular o intestino e ainda melhorar outros aspectos da sua saúde.
Por isso, uma vida saudável e a longevidade dependem muito das escolhas alimentares que fazemos hoje.
Dr. Juliano Pimentel.
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]]>Afinal, o intestino é o grande responsável por definir o que sai e o que vai para a corrente sanguínea.
Neste artigo você vai conferir os sinais de intestino inflamado que podem estar prejudicando sua saúde.
Antes de seguir com o conteúdo, quero te fazer um convite para participar do meu grupo no Telegram. Lá você recebe pílulas diárias de saúde e fica por dentro das lives que eu faço diariamente.
Leia até o final e compartilhe no grupo da família.

Intestino inflamado cérebro prejudicado.
A saúde intestinal é necessária para harmonia do corpo todo. Afinal, o intestino impacta na qualidade do sangue, na sua imunidade, na produção de vitaminas e no bom funcionamento do cérebro.
Cada parte do sistema digestivo tem um papel único. Dentre eles quebrar e absorver calorias e nutrientes dos alimentos. Ou seja, atividades é vital para o bom funcionamento do seu corpo.
Um intestino saudável é essencial para um sistema digestivo que funcione de maneira eficiente e para uma boa saúde geral.
Quando um segmento do sistema digestivo não funciona corretamente, ele interfere no processo geral de decomposição dos alimentos e remoção de resíduos do corpo.
Um exemplo é a prisão de ventre que acontece quando o intestino não está funcionando bem e as fezes ficam duras. E você tem sintomas de desconforto abdominal e inchaço, sem falar na fissura anal e hemorroidas que pode acontecer devido à força para expelir.
Por outro lado, quando o intestino não absorve a água ocorre a diarreia. E o grande problema é que a diarreia leva a perda de eletrólitos, como sódio, magnésio e potássio.
O desequilíbrio dos eletrólitos gera problemas, como desidratação, batimentos cardíacos irregulares, fraqueza muscular e, em casos graves, até a morte.
Leia sobre a relação do intestino e sua imunidade.
Existem alguns tipos de colite e e outras condições que podem causar inflamação do cólon.
Infecção por Vírus, bactérias e parasitas podem causar colite infecciosa. Uma pessoa com colite infecciosa, por exemplo, terá diarreia e febre. Além disso, uma amostra de fezes com resultado positivo para enteropatógenos, como: salmonela, Campylobacter e Escherichia coli (E. coli).
Doença de Crohn causa inflamação do revestimento do trato digestivo. Qualquer parte do trato digestivo pode ser afetada, mas geralmente se desenvolve no íleo, a última parte do intestino delgado.
Os primeiros sintomas da doença de Crohn podem desenvolver-se lentamente ao longo do tempo e alguns podem piorar.
Colite ulcerativa causa inflamação crônica e úlceras no revestimento interno do cólon e do reto. Pessoas com colite ulcerosa apresentam risco aumentado de câncer de cólon
Quando algo está fora do controle o intestino dá sinais. Por isso, fique atento e cuide do seu intestino.
Intestino inflamado reflete na sua saúde em geral.
Ganhar ou perder peso sem fazer mudanças em sua dieta ou hábitos de exercícios pode ser um sinal de que o intestino está doente. Afinal, um intestino inflamado e desequilibrado pode prejudicar a capacidade do corpo de absorver nutrientes, regular o açúcar no sangue e armazenar gordura.
Além disso, a perda de peso pode ser causada pelo crescimento excessivo de bactérias no intestino delgado, enquanto o ganho de peso pode ser causado pela resistência à insulina ou pela necessidade de comer em excesso devido à diminuição da absorção de nutrientes.
Outro sinal de que seu intestino não está nada bem são distúrbios do estômago, como gases, inchaço, constipação, diarreia e azia, por exemplo.
As intolerâncias alimentares são o resultado da dificuldade de digerir certos alimentos. Isso é diferente de uma alergia alimentar, por exemplo, que é causada por uma reação do sistema imunológico a certos alimentos.
De maneira geral, as intolerâncias alimentares podem ser causadas por bactérias de baixa qualidade no intestino. Isso pode causar dificuldade em digerir os alimentos desencadeadores e sintomas desagradáveis, como inchaço, gases, diarreia, dor abdominal e náusea, por exemplo.
Um intestino doente pode contribuir para distúrbios do sono, como insônia ou sono insalubre e, portanto, levar à fadiga crônica. Além disso, a maior parte da serotonina do corpo, um hormônio que afeta o humor e o sono, é produzida no intestino.
Sendo assim, o dano intestinal pode prejudicar sua capacidade de dormir bem. Alguns distúrbios do sono também foram associados ao risco de fibromialgia.
Problemas de pele como eczema, por exemplo, podem estar relacionados a um intestino inflamado. Afinal, a inflamação no intestino causada por uma dieta pobre ou alergias alimentares pode causar aumento do “vazamento” de certas proteínas para o corpo. Ou seja, pode irritar a pele e causar doenças como eczema.
Um intestino doente aumenta a inflamação sistêmica e altera o funcionamento adequado do sistema imunológico. Isso pode levar a doenças autoimunes, em que o corpo ataca a si mesmo.
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Dr. Juliano Pimentel
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]]>Um número crescente de estudos está revelando como os grupos sanguíneos podem nos tornar mais propensos à doenças letais – ou mesmo nos proteger.
A pesquisa mais recente sobre os tipos sanguíneos, por exemplo, mostra que o sangue do grupo O pode diminuir o risco de ataques cardíacos.
Nesse artigo explicarei como o tipo sanguíneo pode influenciar a saúde.
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O seu tipo sanguíneo pode revelar padrões complexos de saúde pessoal? Vamos avaliar a seguir alguns padrões através de pesquisas realizadas em todo o mundo.
Em outubro passado, cientistas dos EUA mostraram que o grupo sanguíneo de uma mulher
pode afetar as chances de engravidar.
O estudo de mais de 560 mulheres que realizaram tratamento de fertilidade descobriu que aqueles com sangue tipo O, eram duas vezes mais propensos a ter uma menor contagem de ovos e uma menor qualidade, o que poderia afetar as chances de conceber.
As mulheres com o tipo sanguíneo A pareciam estar melhor protegidas contra a contagem de ovos caindo ao longo do tempo.
Os grupos sanguíneos foram associados a outros problemas reprodutivos. Um estudo na Universidade de Harvard descobriu que as mulheres com sangue do grupo AB ou B apresentam risco elevado de desenvolver câncer de ovário.
Há também medos de que o sangue AB pode dobrar ou até agravar o risco de gestantes sofrendo de condição pré-eclâmpsia potencialmente letal. (1)
Seu cérebro e sistema vascular têm mais em comum do que você pensa.
Um estudo recente descobriu que as pessoas com sangue do tipo AB eram 82% mais propensas a ter dificuldades com o recall, a linguagem e a atenção da memória do que as pessoas com outros tipos.
Um dos motivos, segundo os pesquisadores, é devido à proteína de coagulação chave, conhecida como fator VIII de coagulação, que pode realmente reduzir a qualidade do fluxo sanguíneo para o cérebro, em vez de selar os locais de lesões.
Pessoas com sangue tipo O estão em menor risco de câncer de pâncreas.
Em um estudo realizado em julho passado, cientistas do Centro de Câncer da Universidade analisaram casos de uma espécie comum de bactéria chamada Helicobacter pylori, ou H. pylori, que vive no intestino das pessoas.
Eles descobriram que as pessoas com H. pylori eram significativamente mais propensas a desenvolver câncer de pâncreas, devido à forma como os antígenos A e B ajudam as bactérias a prosperar.
Pessoas com sangue tipo O não possuem antígenos na superfície de seus glóbulos vermelhos. Isto é o que lhes permite doar para qualquer um.
Um estudo realizado em 2012 pela Universidade de Harvard, revelou que as pessoas que não possuem sangue O também apresentam maior risco de doenças cardiovasculares.
Mas aqueles com sangue do tipo AB foram os mais em risco em geral, demonstrando uma chance de 23% maior de sofrer de doença cardíaca do que indivíduos de tipo O.
Segundo o estudo, a composição particular dos antígenos das pessoas deve receber o mesmo
peso que já atribuímos ao colesterol e à pressão arterial.
Embora as pessoas não possam mudar seu tipo de sangue, nossas descobertas podem ajudar os médicos a entender melhor quem está em risco de desenvolver doenças cardíacas, afirma a pesquisa.
Como certos tipos de sangue são mais propensos a ocorrer com níveis variáveis de hormônios
no corpo, os médicos costumam adaptar suas recomendações de exercícios ao tipo do paciente.
As pessoas com sangue tipo A, por exemplo, são mais propensas à ter níveis mais altos de cortisol, o hormônio do estresse, em seu corpo.
Assim, exercícios de redução do estresse, como ioga e meditação, podem ser mais benéficos ao cortar essa tensão do que correr ou levantar pesos.
Quando a glândula adrenal derrama mais e mais cortisol no sangue, a resposta ao estresse das
pessoas cresce mais.
As pessoas com sangue tipo A podem encontrar-se ansiosas mais rapidamente e ter um tempo mais difícil deixando os problemas se espalharem pelas costas.
Além de viver em seus glóbulos vermelhos, os antígenos são frequentemente encontrados no revestimento do trato digestivo – cerca de 80% das pessoas se enquadram nesta categoria.
Muitas das bactérias que vivem no intestino das pessoas usam esses antígenos como alimento, o que determina em grande parte quais as bactérias que florescem e que desaparecem.
Pesquisas anteriores estimaram, por exemplo, que as pessoas com sangue tipo B contêm até 50.000 vezes o número de cepas de bactérias amigáveis do que pessoas com sangue tipo A ou O.
Estudos mostram que as mudanças no conteúdo de microflora do trato digestivo podem estar ligadas a doenças metabólicas, incluindo diabetes tipo II (adulta) e obesidade.
Uma novidade que tem chamado a atenção de muitas celebridades é a dieta pelo tipo sanguíneo.
Criado pelo médico e nutrólogo Peter J. D. Adamo, a dieta com base no tipo de sangue – O, A, B ou AB – pode ajudar a emagrecer e ter uma vida mais saudável.
D. Adamo afirma que os alimentos que você come reagem quimicamente com seu tipo de sangue. Se você seguir uma dieta projetada para o seu tipo de sangue, seu corpo irá digerir os alimentos de forma mais eficiente.
Você vai perder peso, ter mais energia e ajudar a prevenir doenças.
Nesse caso, o indicado para cada tipo de sangue é:
Uma dieta rica em proteínas como carne magra, aves, peixes e vegetais, e luz sobre grãos. D. Adamo também recomenda vários suplementos para ajudar com problemas de barriga inchada, e outras questões digestivas que as pessoas com tipo O tendem a ter.
Uma dieta sem carne baseada em frutas e vegetais, legumes e grãos inteiros – idealmente orgânicos e frescos, de acordo com estudos, pessoas com sangue tipo A possuem um sistema imune sensível.
Evite o milho, o trigo, o trigo sarraceno, lentilha, tomate, o amendoim e as sementes
de gergelim. Frango também é problemático. O nutrólogo incentiva comer vegetais verdes, ovos, certas carnes magras.
Alimentos para se concentrar incluem tofu, frutos do mar e vegetais verdes. Ele diz que as
pessoas com sangue tipo AB tendem a ter baixo ácido estomacal. Evite a cafeína, o álcool e as carnes fumadas ou curadas.
Se você ainda não conhece seu tipo de sangue, você precisará descobrir isso.
Os resultados determinarão exatamente o que você precisa fazer. Dependendo do seu tipo de sangue, você pode precisar restringir severamente os alimentos que você come.
Mas mesmo que você consuma de vez em quando alguns alimentos naturais, isso não é bastante para garantir a boa saúde e prevenir doenças.
E se você costuma comer alimentos industrializados e processados, está à um passo ver a sua saúde minguar aos poucos.
Pensando nisso é que eu desenvolvi um e-book para ajudar você a fazer essa transformação, com todas as informações que você precisa e um guia passo a passo para implementar.
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Dr. Juliano Pimentel
Embora as pessoas gostem principalmente de sua aparência e sabor únicos, as evidências sugerem que ela também pode fornecer benefícios à saúde.
Um dos benefícios mais conhecidos da pitaya é o apoio à perda de peso. No entanto, ela também é útil para manter a saúde óssea, melhorando a digestão, retardar o processo de envelhecimento, aumentar a taxa metabólica e combater infecções microbianas e fúngicas.
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Quando pensamos em aumentar a imunidade logo pensamos em vitamina C, certo? Pois bem, a pitaya é rica em vitamina C e também em flavonóides (1, 2).
Ou seja, é excelente para o combate a grupe e perfeita para melhorar os sistema imunológico. Para se ter ideia uma pitaya possui mais vitamina C que um cenoura.

Pitaya é uma fruta excelente para a perda de peso
Além disso, a fruta do dragão é repleta de antioxidantes que ajudam a combater os radicais livres e ainda vem com as vitaminas B1, B2 e B3, além de vários minerais como fósforo, cálcio, ferro e niacina, além de proteínas e fibras saudáveis para manter o bom funcionamento do sistema imunológico.
A cada 100g de pitaya nosso corpo absorve 3 gramas de fibra (3). E isso é ótimo para quem sofre de prisão de ventre. Afinal, a melhor maneira de ter o intestino funcionando corretamente é consumindo fibra.
Uma dica é consumir a fruta logo de manhã, isso ajudará no movimento intestinal da manhã. A fruta do dragão também contém oligossacarídeos, que funcionam como prebióticos e, com isso, melhoram a digestão e a saúde intestinal.
Outro fator que faz a pitaya ser uma boa opção para o funcionamento do intestino é fato dela ser uma fruta com alto teor de água, assim, ajuda a manter nosso sistema digestivo funcionando perfeitamente.
Uma das principais razões pelas quais nossa pele envelhece rapidamente são os radicais livres. Embora existam muitos produtos comerciais que pretendem interromper o processo de envelhecimento da pele, essas criações artificiais podem fazer mais mal do que bem.
A pitaya é uma maneira natural de retardar o processo de envelhecimento por causa de seu alto conteúdo antioxidante, o que impede o efeito antienvelhecimento dos radicais livres. Você pode comer a fruta do dragão ou aplicá-la em sua pele para obter uma pele mais jovem e reduzir a aparência de rugas e linhas finas.
O ferro desempenha um papel crucial na decomposição de alimentos em energia e a pitaya é uma das poucas frutas frescas que contém ferro (4).
A fruta do dragão é uma ótima opção de alimento rico em ferro, pois uma porção contém 8% da sua ingestão diária recomendada (RDI). E o melhor é que a vitamina C, também presenta na fruta, ajuda seu corpo a absorver ferro (5).
A pitaya possui a combinação perfeita para aumentar a taxa metabólica, afinal ela contém proteínas e fibras.
A fruta do dragão ajudará nosso corpo a absorver nutrientes em uma capacidade muito maior e, de acordo com vários estudos, essa fruta exótica pode ajudar a eliminar toxinas com mais eficiência e a limpar nosso sistema com eficiência.
Elevar a taxa metabólica e extremamente útil para ter mais sucesso na perda de peso.
Além de todos os benefícios citados acima que ajudam no emagrecimento a pitaya é ainda uma fruta de baixa caloria, possui apenas 52 calorias a cada 100 gramas, o que o torna um substituto perfeito para suas frutas comuns.
O melhor é que a pitaya é uma fruta muito versátil e saborosa, o que é ótimo para manter a alimentação adequada e saudável.
Antes de comprar, aperte a fruta suavemente, ela deve estar macia, porém, não muito mole. Fique atento e evite frutas com manchas visíveis ou folhas secas – estes são sinais de que está madura demais.
Ao apertar se a fruta estiver muito dura, deixe-a amadurecer por mais alguns dias antes de comer. Guardar a fruta com bananas por perto é uma a maneira de ajudá-la a amadurecer mais rapidamente.
Para preparar a fruta, corte-a em quatro. Retire a pele ou remova a carne com uma colher. O mais importante é saber que não se deve comer com a casca.
Você pode comer fruta do dragão de algumas maneiras.
Faça uma salada salada de frutas com outros frutos tropicais como abacaxi e manga, por exemplo. Bata a polpa da fruta em um liquidificador junto com água ou água de coco e beba o suco fresco sem açúcar ou adoçante.
Além disso, é possível remover toda a polpa da fruta, colocar em saco plástico e guardar no congelador para fazer suco com a popa congelada.
As sobras da fruta podem ficar na geladeira por até 5 dias e congeladas por até 3 meses.
Gostou das dicas?
Inserir novos alimentos no dia a dia é ótimo para manter a dieta equilibrada. Além disso, é fundamental retirar também tudo o que não é saudável. Uma das maneiras de fazer isso é através do DETOX.
Ouça os áudios de pessoas que fizeram o detox e tiveram suas vidas transformadas!
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Dr. Juliano Pimentel.
]]>Saiba agora se o glúten engorda, e como ele pode prejudicar o seu organismo.
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Glúten Engorda? Pode prejudicar a saúde? Imagem: (Divulgação)
Enquanto o glúten funciona bem na produção de alimentos, ele não é tão benéfico para o seu corpo. Pesquisas mostram que o glúten pode ser bastante prejudicial para você por causa da vasta gama de complicações que pode causar.
Ele geralmente se esconde em alimentos processados, como sopas prontas, molho de soja, doces, frios e vários produtos com pouca ou nenhuma gordura, além de produtos de grãos refinados como pão, massa de pizza, biscoitos e doces.
Quando você corta todos esses alimentos de sua dieta, você acaba cortando principalmente os carboidratos refinados, que estão ligados ao ganho de peso e à obesidade.
Portanto, é possível que mudar para uma dieta sem glúten possa ajudá-lo a perder peso, especialmente se você estiver comendo muitos alimentos refinados contendo glúten.
Ao comer sem glúten, no entanto, você precisa ter cuidado para substituir por opções saudáveis, como vegetais e outros alimentos integrais.
Se você optar por alimentos processados sem glúten, como a grande variedade de biscoitos sem glúten, massas e pães que estão agora disponíveis comercialmente, pode acabar ganhando peso.
De fato, um estudo de pessoas com doença celíaca que seguiu uma dieta livre de glúten descobriu que 81% ganharam peso depois de dois anos (2).
Portanto, lembre-se de que, só porque um alimento é sem glúten, não necessariamente o torna saudável ou automaticamente bom para a perda de peso.
Para perder peso de forma eficaz, você ainda precisa seguir os princípios de uma dieta saudável, que inclui evitar grãos contendo glúten e concentrar-se em escolhas alimentares completas, e não em alternativas processadas (3).
A dieta low carb é uma boa opção.
O glúten impede a decomposição e absorção adequada dos nutrientes dos alimentos, independentemente de terem glúten ou não.
Isso pode impedir a digestão saudável, porque o excesso de glúten leva à formação de um caroço de constipação colado no intestino.
Depois, o glúten não digerido estimula o sistema imunológico a atacar as vilosidades, ou as projeções em forma de dedos que revestem o intestino delgado. Isso pode causar efeitos colaterais como diarreia, constipação, náusea e dor abdominal (1).
Pode causar danos e inflamação do intestino delgado, predispor a pessoa a má absorção de nutrientes e deficiências nutricionais.
Anemia, osteoporose, outras doenças neurológicas ou psicológicas e complicações ligadas à pele, fígado, articulações, sistema nervoso e muito mais.
Com um número crescente de pessoas sem doença celíaca também está saltando sobre o movimento livre de glúten, e experimentando uma série de benefícios para a saúde incluindo a perda de peso.
O glúten age em nosso corpo e causa uma série problemas de saúde como:
O corpo não é capaz de reconhecer e digerir completamente o glúten e, por isso, reage contra ele. Uma das principais consequências deste processo é a inflamação, que causa problemas diversos.
Ela está associada à diabetes e ao câncer, além de problemas digestivos, dificuldade em perder peso, aumento na concentração de cortisol (hormônio do estresse), retenção de líquidos e fadiga.
Outro fator que aponta que o glúten engorda é que além do inchaço em si, ele estimula a formação de gordura.
Outro problema é resistência à leptina, o hormônio que controla a fome.
A leptina é o hormônio responsável por enviar ao seu cérebro a mensagem de quando você está satisfeito.
Porém, quando você se torna insensível a este hormônio, o cérebro não consegue compreender a mensagem de saciedade, e você passa a comer mais. Por isso, cuidado pois o glúten engorda.
Essa proteína pode inibir a absorção dos nutrientes, uma vez que danifica as paredes do intestino e compromete o processo digestivo.
Além de causar déficits no organismo, comprometendo a imunidade e favorecendo doenças, um corpo mal nutrido é incapaz de perder peso e se manter saudável.
Além de provocar o inchaço das células de gordura, o glúten está associado à dificuldade em ganhar massa magra.
Além de ser importante para a saúde, a massa muscular é essencial para o emagrecimento e manutenção de um peso saudável, uma vez que eleva o metabolismo de repouso.
Em sua maioria, os alimentos que contêm glúten são pães, massas, pizzas, bolos, entre outros. Ou seja, alimentos com glúten são altamente calóricos e, por isso, o próprio consumo destes produtos favorece diretamente o ganho de peso.
O glúten é encontrado em muitos alimentos ricos em carboidratos, porque muitas vezes eles são baseados em grãos. Mas também está presente em produtos de uso geral.
Eles podem elevar o açúcar no sangue, portanto seja cauteloso ao consumi-los e olhe os rótulos.
Veja alguma dicas de alimentos saudáveis:
Mudar para carboidratos ricos em amido sem glúten não significa que você pode parar de contar carboidratos. Você terá muitas alternativas saudáveis se os grãos contendo glúten estiverem fora da lista.
Cuidado com os alimentos ricos em açúcares adicionados ou sódio, leia atentamente os rótulos.
Muitos produtos sem glúten também contêm menos fibra. Isso pode fazer com que os carboidratos sejam absorvidos mais rapidamente, o que pode aumentar o açúcar no sangue.
Então, pense na sua saúde e na perda de peso antes de consumir e comprar alimentos, pois o glúten engorda e ainda pode causar diversos problemas de saúde.
E para ajudar você que se preocupa com uma alimentação saudável, low carb e livre de glúten, eu convido a adquirir o e-book da minha esposa, Carol Pimentel.
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Dr Juliano Pimentel.
]]>Conhecido como bile ou bílis, ela faz parte do nosso organismo e manter o bom funcionamento dela é essencial para a saúde.
Ela faz parte dos agentes de limpeza do corpo, assegurando que tudo que não possui mais utilidade ou é prejudicial seja eliminado.
A vesícula biliar mantém a bile produzida no fígado, até que seja necessária para digerir alimentos gordurosos no duodeno do intestino delgado.
A bílis na vesícula biliar pode cristalizar e formar cálculos biliares, que podem tornar-se dolorosos e potencialmente fatais.
Nesse artigo explicarei mais sobre a importância da bílis.
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Bílis e a Saúde. Imagem: (Divulgação)
Existem duas funções fundamentalmente importantes da bílis: (1)
O fígado secreta constantemente a bile, até 1 litro em um período de 24 horas, mas a maior parte é armazenada na vesícula biliar.
Este órgão só pode conter 30 a 60 ml de bile, e é capaz de armazenar as grandes quantidades de bile do fígado concentrando-a. Além disso, a vesícula biliar é capaz de conseguir isso por reabsorção de água, sódio, cloreto e outros eletrólitos através do forro.
Os outros constituintes da bile, como os sais biliares, colesterol, lecitina e bilirrubina, permanecem na vesícula biliar.
A vesícula biliar funciona como um vaso de armazenamento para a bílis, produzida pelo fígado.
A bílis é produzida por células de hepatócitos no fígado, e passa através dos canais biliares para o ducto cístico.
Do ducto cístico, ela é empurrada para a vesícula biliar pelo peristaltismo (contrações musculares que ocorrem em ondas ordenadas).
Ela é então lentamente concentrada pela absorção de água, através das paredes da vesícula biliar.
A vesícula biliar armazena a bílis concentrada, até que seja necessário digerir a próxima refeição.
As células do fígado (hepatócitos) produzem bile que se acumulam e drenam para dentro do ducto hepático.
A partir daqui, pode entrar no intestino delgado para atuar sobre as gorduras viajando pelo ducto biliar comum, ou pode entrar na vesícula biliar através do ducto cístico, onde é armazenado.
O fígado fabrica entre 600 ml e 1 litro de bile em um dia. À medida que a bile viaja pelos dutos, o revestimento destas passagens, secreta íons de água, sódio e bicarbonato na bile, diluindo-a.
Essas substâncias adicionais ajudam a neutralizar o ácido do estômago, que entra no duodeno com alimentos parcialmente digeridos do estômago.
Os sais biliares são constantemente reciclados no corpo. E por isso, são secretado no duodeno juntamente com outros compostos como bile.
Ele se liga com lipídios para formar micelas e eventualmente retorna para a corrente sanguínea. Mas, ao passar pela cirurgia do portal, os sais biliares entram no fígado.
Para depois atravessar os seios venosos do fígado e é absorvido pelas células do fígado (hepatócitos).
Está pronto para ser segregado novamente pelas células do fígado para fazer a bile. Isso permite que mais de 90% dos sais biliares sejam reciclados dessa maneira (circulação enterohepatica da bile), e após cerca de 15 ciclos, é descartado nas fezes.
O fígado, no entanto, produz constantemente pequenas quantidades de sais biliares para reabastecer as quantidades que não podem ser re-circuladas.
A vesícula biliar tem que concentrar a bile, para que possa armazenar os sais biliares e os resíduos da bile do fígado. Isso orque, ele transporta ativamente o sódio através da mucosa da vesícula biliar.
Os outros constituintes, como água, cloreto e eletrólitos, em seguida, difundem através do revestimento da vesícula biliar.
Ao fazer isso, a bile da vesícula biliar é 5 a 20 vezes mais concentrada do que a bile do fígado.
Neste ponto, a bílis da vesícula biliar é composta principalmente de sais biliares e menores volumes de bilirrubina, colesterol, lecitina e outros eletrólitos permanecem na vesícula biliar.
Os cálculos biliares são massas duras de sais biliares, pigmentos e colesterol que se desenvolvem dentro da vesícula biliar.
Estas massas sólidas se formam quando os componentes da bile cristalizam.
Crescendo lentamente ao longo de muitos anos à medida que ocorre maior cristalização, inclusive os cálculos podem atingir uma polegada de diâmetro.
A maioria dos cálculos biliares permanece na vesícula biliar e é inofensiva, mas podem ser expulsos da vesícula biliar com a bile e potencialmente bloquear o pescoço da vesícula biliar ou um dos ductos biliares.
No entanto, o bloqueio da vesícula biliar ou ducto cístico pode resultar em colecistite, uma inflamação dolorosa da vesícula biliar.
Pior ainda, o bloqueio do ducto biliar comum pode resultar em icterícia e danos no fígado, enquanto o bloqueio da ampola de Vater pode levar à pancreatite.
Tanto o dano no fígado como a pancreatite são condições potencialmente fatais.
Dessa maneira, após conhecer a importância da sua bílis é essencial garantir o bom funcionamento dela. Por isso, invista em uma alimentação de verdade e pratique exercícios físicos.
Como melhorar a produção da bílis (4).
2-Hidratação
3-Manter o peso ideal
4-Alimentos saudáveis
Eles ajudam na produção da bílis: beterraba, aipo, toranja, pepino, cenoura, rabanete, alcachofra, aspargo e limão, por exemplo.
5-Ervas
6-Limão e vinagre de maçã
9-Alimentos ricos em clorofila
10- Alimentos ricos em fibras
11-Controle o estresse
12-Alimentos ricos em magnésio
Cuide de você agora e viva melhor no futuro, escolha uma vida mais saudável.
Evite alimentos como:
Por isso, busque a alimentação saudável como essa descrita acima para cuidar da bílis, como as sementes, legumes, alimentos que ajudem a produzir bílis, brócolis, sementes, probióticos, alimentos desintoxicantes, repolho, nozes, fibras e magnésio (6).
E não se esqueça de conversar com o seu médico para saber qual é a melhor escolha alimentar. Afinal, a escolha depende do seu histórico médico.
Conheça os SUCOS DETOX que selecionei, neste material. Ao desintoxicar seu organismo a produção de bílias por desintoxicar o organismo você ajudará no funcionamento da sua bílis.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel