O problema pode ser causado, sobretudo, pela dificuldade em dormir.
Estudos revelam que a fome noturna está presente em pelo menos 25% da população, com aumento de peso. Tanto homens quanto mulheres podem ser acometidos pela síndrome de fome noturna.
Nesse artigo vou explicar o que fazer para evitar a fome noturna.
Não deixe de ler e compartilhar.
A fome noturna pode ser observada através de alguns sintomas que acompanham a compulsão alimentar. Tais como (1):
– Perda de controle sobre a quantidade de alimento consumido;
– Distúrbio marcado (perturbação emocional) em episódios de compulsão;
– Comer mais rapidamente do que o normal (grandes quantidades de alimentos em pouco tempo, por exemplo);
– Comer em excesso até sentir desconforto abdominal;
– Armazenar alimentos para consumir secretamente mais tarde;
– Comer em excesso, mesmo sem sentir fome física;
– Comer isoladamente, por vergonha;
– Nunca sentir saciedade, não importa a quantidade de alimento consumido.
Além dos comportamentos descritos acima, muitas pessoas com transtorno de compulsão alimentar experimentam sintomas físicos, emocionais e sociais relacionados à alimentação (2).
Comer compulsivamente a noite pode resultar em obesidade, doença cardíaca, diabetes; hipertensão, aumento da ansiedade, depressão e irritabilidade, problemas para dormir e insônia, doença na vesícula biliar, dores musculares e articulares.
A fome noturna pode desencadear vários problemas para a saúde, inclusive afetar o funcionamento do organismo.
Por isso, se você possui vontade de comer compulsivamente durante a noite, pode tomar algumas medidas eficazes.
Bom, sabemos que nesse caso trata-se de uma questão comportamental. Então, o primeiro passo é mudar hábitos alimentares e o estilo de vida. Confira algumas dicas para evitar esse problema (3):
1 – Tente não comer pelo menos 1 hora antes de deitar;
2 – Consuma proteínas e vegetais no jantar, para aumentar a melatonina e ajudar a adormecer rapidamente; evitando a vontade por comer alimentos ricos em carboidratos.
3 – Evite comer doces açucarados, chocolate, carboidratos simples, suco ou frutas adoçados durante o dia, e principalmente antes de dormir; esses alimentos ajudam a aumentar o nível de açúcar no sangue, aumentar sua energia e você pode acordar sentindo fome no meio da noite.
4 – Consuma alimentos ricos em nutrientes e fibras; elas aumentam a sensação de saciedade, diminuindo a vontade de comer.
5 – A melatonina é uma das principais chaves para um ciclo de sono natural e saudável. Então, comer alimentos ricos em melatonina à noite, como: banana, morango, tomate, rabanete entre outros alimentos, pode evitar a compulsão alimentar.
6 – Opte pelo comer consciente, que ajudará a controlar o desejo e compulsão alimentar.
7 – Tente manter um horário para dormir 8 horas por noite. O sono regular e tranquilo ajuda a diminuir o estresse, e apoia o sistema reparador do seu organismo, incluindo os hormônios que regulam a fome e o peso.
8 – É importante ainda evitar atividades que possam atrapalhar o sono. Não tome cafeína após as 18:00 hrs, nem faça atividades físicas excessivas próximo ao horário de dormir. Além disso, não durma próximo a ruídos e outros fatores que possam te despertar o sono durante a noite.
09 – Não faça uso de bebidas alcoólicas, cigarros e outras drogas. Além de atrapalhar o sono e gerar problemas para o organismo; esses produtos induzem ao aumento de apetite e compulsão alimentar. Na maioria das vezes, a vontade de comer acontece no meio da noite.
10 – Inicie uma reeducação alimentar.
11 – Tente reduzir o estresse do dia a dia. Especialistas concordam que as questões subjacentes que levam a transtornos alimentares e compulsão alimentar estão relacionadas a comportamento compulsivo e a incapacidade de lidar com sentimentos difíceis, situações estressantes e pensamentos de preocupação.
A vontade compulsiva por comer durante a noite é uma síndrome que faz parte do cotidiano de muitas pessoas. É importante buscar ajuda médica e tentar alternativas para evitar o problema, e as suas consequências.
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Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
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]]>Comer poucos alimentos nutritivos pode ter consequências sobre o funcionamento do seu corpo também. Afinal, certos nutrientes, como as vitaminas A e D, precisam se dissolver na gordura dietética antes de serem transportados para a corrente sanguínea.
Então, se você está comendo muito pouco, seu corpo não poderá usar esses nutrientes que você come. E o peso que você perde não será o tipo que você gostaria.
Se você faz jejum, não esqueça que durante a janela de alimentação você precisa fazer boas escolhas alimentares para suprir sua necessidade de nutrientes.
Neste artigo mostrarei os sinais mais comuns de que você não está comendo suficiente.
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A ingestão inadequada de alimentos pode ser a principal causa de seus problemas de saúde. Ou seja, os primeiros sinais de que você não está comendo suficiente estão relacionados aos seguintes fatores:
As calorias são unidades de energia que seu corpo usa para funcionar, ou seja, quando você não come suficiente e, principalmente quando você não come bem seu corpo sente a falta de nutrientes.
Você se sente cansado, uma vez que não está absorvendo nutrientes suficientes para suportar as funções básicas que o mantêm vivo (1).
É normal perder vários fios de cabelo diariamente. No entanto, se você perceber uma quantidade aumentada de cabelos acumulando em sua escova de cabelo ou dreno do chuveiro, pode ser um sinal de que você não está comendo corretamente.
Além disso, muitos nutrientes são necessários para manter o crescimento normal e saudável do cabelo. A ingestão inadequada de calorias, proteínas, biotina, ferro e outras vitaminas e minerais é uma causa comum de perda de cabelo (2).
Basicamente, quando você não absorve calorias e nutrientes essenciais, seu corpo dará prioridade à saúde do seu coração, bem como ao cérebro e outros órgãos sobre o crescimento do cabelo.
Estar com fome o tempo todo é um dos sinais mais óbvios de que você não está comendo comida suficiente.
Estudos confirmam que o apetite e os desejos alimentares aumentam em resposta à má alimentação, devido a mudanças nos níveis de hormônios que controlam a fome assim como a saciedade (3).
O hipotálamo e a glândula pituitária localizadas no seu cérebro, trabalham em conjunto para manter o equilíbrio hormonal, incluindo a saúde reprodutiva.
Além disso, ele recebe sinais do corpo que permitem saber quando os níveis hormonais precisam ser ajustados.
Com base nos sinais que recebe, o hipotálamo produz hormônios que estimulam ou inibem a produção de estrogênio, progesterona e outros hormônios pela glândula pituitária.
A pesquisa mostrou que este sistema complexo é altamente sensível às mudanças na ingestão calórica e no peso (4).
Por fim, quando a ingestão de nutrientes ou a porcentagem de gordura corporal caem muito baixas, os sinais podem se tornar prejudicados, levando a mudanças na quantidade de hormônios liberados.
Além disso, enquanto o consumo excessivo pode causar dificuldade de sono, parece que uma dieta rigorosa pode levar a problemas de sono também.
Isso ocorre porque a restrição calórica de nível de fome leva a interrupções do sono e uma redução no sono de ondas lentas, também conhecido como sono profundo (5).
Se pequenas coisas começaram a te irritar, isso pode estar relacionado a não comer os nutrientes suficientes.
Um estudo mais recente feito com 413 estudantes da faculdade e do ensino médio, também descobriu que a irritabilidade foi associada à dieta e padrões de alimentação restritivos (6).
Se você constantemente se sentir frio, não comer comida suficiente pode ser a causa. Afinal, seu corpo precisa queimar um certo número de calorias para criar calor, e manter uma temperatura corporal saudável e confortável (7).
Os movimentos intestinais infrequentes, também podem estar relacionados à falta de nutrientes inadequados.
Além disso, a constipação é tipicamente descrita como tendo três ou menos movimentos intestinais por semana, ou com fezes pequenas e duras que são difíceis de evacuar.
Isso é muito comum em pessoas mais velhas, e pode ser piorado pela má alimentação (8).
Quando você não está comendo o suficiente, pode gerar distúrbios, bem como, ansiedade e depressão em adolescentes e adultos.
Para minimizar a ansiedade, certifique-se de consumir calorias suficientes e de comer uma dieta saudável.
Por isso, inclua na alimentação os peixes gordurosos para garantir que você receba ácidos graxos ômega-3, o que pode ajudar a reduzir o problema (9).
Então, quanto é a quantidade certa para comer para perda de peso saudável?
Depende do seu peso.
O seu peso corporal determina a sua “taxa metabólica basal”, que é uma medida de quantas calorias você queima em repouso – basicamente, a quantidade de energia que seu corpo precisa simplesmente para funcionar.
Mantenha-se nutrido com a alimentação de verdade e procure orientação médica. Além disso, procure maneiras de impulsionar seu emagrecimento mantendo a saúde.
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Quando não são tratadas, as feridas de herpes geralmente duram cerca de 10 a14 dias e são desconfortáveis por uma variedade de razões – causando vermelhidão, dor, queimação e muitas vezes constrangimento.
Embora tecnicamente o vírus que causa a herpes (seja na boca ou herpes genital) não é curável, existem muitas maneiras de tratar (1).
Ao impulsionar o sistema imunológico através de uma dieta saudável e com algumas mudanças no seu estilo de vida, você pode ajudar a manter qualquer vírus da herpes dormente.
Neste artigo, eu irei falar sobre as causas, sintomas e tratamentos da herpes.
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Herpes, seja na boca ou genitais, é causado por uma família de mais de 70 vírus relacionados.
Estas infecções virais causam bolhas pequenas, cheias de líquido, que se desenvolvem na pele e membranas mucosas.
Há realmente oito tipos diferentes de vírus do herpes simples que as crianças e os adultos podem adquirir, mas dois são os mais comuns: HSV-1 e HSV-2.
A razão mais comum das feridas de herpes na bocas é devido ao vírus HSV-1 (2). O HSV-1 geralmente provoca ferida ao redor dos lábios ou boca.
Alguém pode se infectar com HSV-1 desde criança, o vírus fica adormecido no corpo até que o sistema imunológico é enfraquecido, momento em que os sintomas podem aparecer.
O HSV-2 é comumente conhecido como herpes genital, porque geralmente provoca erupção e bolhas em torno da genitália.
De fato, o herpes genital é a causa número 1 de úlceras genitais em todo o mundo e afeta até um em cada três adultos (embora a maioria dos que estão infectados nem sequer sabem disso) (3).
Esses dois tipos de vírus de herpes são altamente contagiosos, e podem causar feridas em qualquer área do corpo.
Os sintomas mais comuns de herpes incluem:
Algumas pessoas são capazes de prever um surto de herpes porque sentem formigamento e coceira perto da área afetada.
Algumas pessoas desenvolvem outros sintomas durante surtos de herpes que são semelhantes aos causados por um resfriado ou a gripe. Isso pode incluir fadiga, irritabilidade, dores ou uma febre baixa.
Causas de herpes incluem a aquisição do vírus através do contato sexual, juntamente com supressão do sistema imunológico e, por vezes, deficiências nutricionais.
As infecções por HSV-1 e HSV-2 são adquiridas pelo contato direto com alguém que carrega o vírus. As secreções infecciosas que transmitem HSV-1 ou HSV-2 vivem em superfícies mucosas orais, genitais ou anais, por exemplo.
Eles são passados através do contato pele a pele, e qualquer forma de contato direto com feridas na boca, nádegas ou genitais pode transmitir o vírus.
O HSV-1 é transmitido principalmente por contato oral. Por outro lado, HSV-2 (ou herpes genital) é considerado uma doença sexualmente transmissível e geralmente é transmitido durante o sexo oral ou vaginal.
As taxas altas de casos de herpes se devem em grande parte porque a maioria das pessoas não sabem que estão infectadas (4).
Fatores de risco para a aquisição de herpes incluem: (5)
Para a maioria das pessoas com herpes, o vírus normalmente representa nada mais do que uma inconveniência.
No entanto, o risco real é para pacientes imunocomprometidos que não conseguem gerenciar facilmente infecções.
Quem possui HIV, por exemplo, a infecção por herpes simples está associada com o aumento da morbidade e mortalidade (6).
Os médicos, por vezes, prescrevem medicamentos para suprimir o vírus herpes ou para acelerar a cicatrização de feridas, reduzindo as bactérias que podem causar infecções.
No entanto, é importante entender que, mesmo com a detecção precoce e medicamentos de prescrição, qualquer forma do vírus do herpes não pode ser totalmente curada, por isso a transmissão ainda é possível.
Medicamentos para vírus nem sempre funcionam a longo prazo e não são uma cura para todos.
É fundamental tornar-se educado sobre sexo seguro e limitar o risco de transmissão do vírus. Medicamentos só devem ser usados com prescrição médica.
Como eu já mencionei, é fundamental melhorar a função imunológica, aumentando a ingestão de nutrientes. Inclua estes alimentos na sua dieta:
Este aminoácido pode impedir a replicação do vírus do herpes. Os alimentos incluem legumes, peixe, peru, frango e legumes, por exemplo.
Estes vegetais incluem antioxidantes, tais como carotenóides, flavonóides e vitamina C para ajudar na cicatrização da ferida e aumentar sua imunidade geral.
O peixe fornece ácidos graxos essenciais omega-3, que ajudam com a inflamação, bem como, na reparação de tecidos.
O zinco é necessário em muitas reações químicas, pois ajudam a reconstruir a pele e proteger o corpo de vírus ou infecções (7).
Para aumentar sua ingestão de alimentos ricos em zinco, consuma mais fontes de proteína. Como carnes e órgãos (como o fígado), sementes de abóbora, nozes e legumes como espinafre, por exemplo.
Certos alimentos podem aumentar a inflamação, enfraquecer as defesas imunitárias e tornar a irritação da pele ainda pior.
Evite os seguintes alimentos, tanto quanto possível, para limitar a gravidade do surto e duração:
O excesso de açúcar suprime a função imune e pode piorar a inflamação.
Evite bebidas açucaradas, produtos processados, barrinhas de cereais e os grãos refinados. (Para saber mais sobre os malefícios do açúcar, preencha o formulário no final deste artigo)
Altas quantidades de álcool suprimem a função imunológica e podem piorar os sintomas como fadiga, dores e inflamação da pele.
A maioria dos alimentos processados e embalados contêm ingredientes geneticamente modificados (OGMs), óleos hidrogenados e grãos que podem enfraquecer a função imunológica. Estes alimentos tendem a causar sensibilidades ou alergias, piorando a inflamação.
Este aminoácido pode estimular ligeiramente a replicação do vírus do herpes. Por isso, evite alimentos com trigo.
Quando um surto de herpes ocorre, ele leva cerca de 10 a 14 dias para passar, em média.
Durante este período de tempo, o vírus é considerado ativo, e você deve ter muito cuidado para evitar o contato direto entre uma ferida e outra pessoa.
Se depois de realizar as mudanças na sua alimentação você ainda experiência surtos frequentes, converse com seu médico sobre outras abordagens.
Às vezes, a imunidade é suprimida devido a outra infecção ou vírus, ou mesmo como um efeito colateral de alguns medicamentos.
Quando a ferida se torna muito inflamada e forma pus, ela pode estar infectada.
Por isso, fale com o seu médico se a situação se torna grave e dolorosa. Especialmente se é o seu primeiro surto e você quer ter certeza de que não há outra causa para suas feridas.
Ou seja, o acompanhamento médico é fundamental.
O herpes oral e genital são doenças muito comuns que são passadas através do contato direto. O HSV-1 é geralmente transmitido através do contato boca a boca, enquanto o HSV-1 é quase sempre sexualmente transmitido.
Os vírus HSV-1 e HSV-2 podem causar erupções cutâneas e úlceras, embora muitas pessoas não sintam nenhum sintoma após serem infectadas.
Por isso, é fundamental praticar sexo seguro. Além de, manter uma alimentação de verdade e rica em nutrientes, ficar atento ao aparecimento de sintomas e procurar orientação médica.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
]]>Desidratação é definida como a perda excessiva de fluidos corporais.
Em outras palavras, ela ocorre quando o corpo necessita de mais fluidos do que está sendo consumido para funcionar normalmente.
Pesquisas mostram que entre 60% e 75% da população não bebe a quantidade diária de água que é necessário (1).
Por isso, certifique-se de ficar adequadamente hidratado, especialmente quando você está perdendo fluidos, é a melhor maneira de afastar possíveis exaustão de calor e sintomas de desidratação.
A desidratação afeta mais os atletas, pessoas que realizam trabalho manual ao ar livre, crianças e os idosos.
Muitas pessoas idosas experimentam sérios problemas de saúde durante períodos climáticos extremos, como o calor do verão.
De fato, a desidratação é uma das principais razões pelas quais os idosos são hospitalizados.
Neste artigo, eu irei explicar mais sobre os perigos da desidratação, sintomas e formas de tratamento.
Não deixe de ler e compartilhar.
Existem três tipos principais de desidratação dependendo dos fluidos específicos que são perdidos:
Qualquer um destes três tipos de desidratação pode ser leve, moderada ou grave.
Leve é quando o corpo perdeu cerca de 2% de seus líquidos totais, moderado é o corpo a perder 5% dos fluidos totais e, finalmente, desidratação grave é quando o corpo perdeu cerca de 10% de seus fluidos.
A desidratação grave, como você provavelmente pode supor, é considerada uma emergência.
Se você esteve doente, incluindo com febre que causa vômitos ou diarreia, ou você tem um problema gastrointestinal que causa esses sintomas (como doenças inflamatórias do intestino como a doença de Crohn), ou está desidratado.
Por isso, trate de aumentar a ingestão diária de água e procure ajuda médica.
A desidratação causada por doenças pode contribuir para complicações, incluindo cálculos renais, infecções da bexiga, pedras do trato urinário e potencialmente até insuficiência
Pesquisas mostram o quanto a desidratação pode afetar os estados de ânimo e as funções cognitivas, contribuindo para prejuízos na visão, discriminação perceptiva, memória, atenção e habilidades psicomotoras.
Além disso, a desidratação é um problema grave que leva pessoas à morte prematura.
As causas são variadas, entretanto, na maioria dos casos, o problema relaciona-se com diarreias agudas.
Outras causas que podem ser descritas são ingestão insuficiente de líquidos, vômitos intensos, transpiração excessiva, uso exagerado de diuréticos, queimaduras intensas e hemorragias.
Os adultos mais velhos e aqueles que estão doentes podem rapidamente tornar-se desidratado devido à idade associada e relacionadas com a inflamação alterações fisiológicas.
Estes podem incluir deficiência de nutrientes, deficiência de sede, incontinência urinária, mobilidade reduzida (constipação) e confusão mental.
Além de sentir sede constantemente, há muitos outros sintomas relacionados à desidratação.
Os sinais de desidratação também podem incluir espasmos, tensão no pescoço ou mandíbula, constipação, vômitos e problemas cardíacos (4).
Muitas pessoas que sofrem de sintomas como dificuldade de concentração, ou dores musculares persistentes não têm ideia de que eles realmente estão sofrendo de sintomas de desidratação evitáveis.
Os sinais e sintomas mais comuns de desidratação incluem:
Se a desidratação progride ao longo de um período de tempo, os perigos da desidratação podem piorar e podem surgir sintomas graves como:
Para o bom funcionamento do organismo, é fundamental beber água durante todo o dia.
A água é a melhor maneira de prevenir e vencer a desidratação, especialmente durante os meses de verão quente, quando estamos todos propensos a transpirar ainda mais do que o habitual.
O consumo de oito copos de água diariamente é, geralmente, suficiente para manter os níveis de eletrólitos saudáveis.
Quando se está exposto a temperaturas muito quentes, ou durante e após os treinos, beber mais é uma boa ideia (5).
Você pode optar por água, água saborizada, água de coco e chás sem açúcar.
Inclua na sua dieta alimentos naturalmente hidratantes, tais como:
– Água de coco ou leite de coco natural;
– Aipo;
– Melancia e melões;
– Pepino;
– Kiwi;
– Abacaxi;
– Pimentões;
– Frutas cítricas, como laranja;
– Cenouras.
Outras boas fontes de água dos alimentos incluem bananas, uvas, mamão, alface, bagas, abacate, abobrinha, tomate e rabanetes.
É importante diminuir o consumo de alimentos ricos em sódio, incluindo aqueles que são embalados, enlatados, congelados ou processados.
Se beber água regular não é sempre atraente para você, você ficará feliz em saber que existem outras opções de baixo teor de açúcar e hidratante.
Água de coco, por exemplo, é uma das melhores bebidas hidratantes da natureza.
Ele contém muitas coisas que contribuem para a hidratação, como potássio, aminoácidos, enzimas, fatores de crescimento e minerais.
Na verdade, a composição química da água de coco é semelhante ao sangue humano, o que o torna perfeito para nos ajudar a recuperar da desidratação ou exercício.
Outras bebidas que podem ajudar a manter o corpo hidratado, são: sucos de vegetais e água com limão.
É importante prestar atenção aos perigos da desidratação e os sintomas, para evitar danos graves à saúde.
Fique atento aos sintomas e, se necessário, procure orientação médica.
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Dr. Juliano Pimentel.
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]]>Atletas ou indivíduos que não bebem água suficiente são mais propensos a sofrer com a desidratação.
No entanto, os idosos ou pessoas que estão se recuperando de doenças e cirurgia são mais propensos a desenvolver sintomas de hipernatremia (1).
Dependendo de quão grave a condição se torna, sintomas como fraqueza, confusão, boca seca, problemas cardíacos ou cognitivos podem ocorrer.
Neste artigo, eu vou explicar as causas, sintomas e tratamentos da hipernatremia.
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Demasiada perda de água e/ou muito ganho de sódio caracteriza a hipernatremia. Ela é o oposto da hiponatremia, uma condição que leva a uma diminuição grave de sódio.
Tecnicamente a definição está associada a um aumento na concentração de sódio no sangue, para um valor superior a 145 mmol/L (2).
Ela pode ser causada pela perda de água através da pele, urina ou gastrointestinal (GI).
Pode ser uma condição grave, mas não é muito comum. Ocorre somente quando a resposta ao sentimento de sede está danificada ou deficiente.
Estudos descobriram que a prevalência de pacientes hospitalizados com hipernatremia varia. Porém, mais de 60% dos casos são adquiridos pelos pacientes enquanto estão no hospital (3).
Cerca de 1-10% de todos os pacientes hospitalares desenvolvem hipernatremia grave (geralmente entre os pacientes mais velhos). Apenas cerca de 0,1-1,4% dos doentes que visitam um hospital têm a condição antes da admissão.
Pacientes idosos, e aqueles em cuidados críticos sofrem com desequilíbrios eletrolíticos com mais frequência.
Entre 9-26% dos doentes críticos desenvolverá os sintomas da doença.
A hipernatremia leve pode afetar até 22,2% dos pacientes hospitalares geriátricos, 19% daqueles em lares de idosos, 6% dos pacientes não-geriátricos e até 7% dos pacientes levados para o hospital através da ambulância (4).
Às vezes, os pacientes não estão cientes de sua condição até que se torne grave. Isso pode acontecer, pois eles não sentem sinais de sede anormal.
Quando os sintomas de hipernatremia ocorrem, eles podem incluir:
Polidipsia é o termo dado à sede excessiva. É um dos primeiros sintomas que surgem com o diabetes (5). A sede intensa pode também ser acompanhada de poliúria, ou a produção de grandes volumes de urina diluída.
Neste caso, a urina é geralmente mais clara que o normal (menos amarelo). Além disso, a necessidade de urinar acontece com mais frequência (6).
Em casos graves quando as complicações se desenvolvem, a hiperosmolaridade pode ocorrer pela perda de água.
Isso pode levar a danos neuronais/cerebrais, incluindo encolhimento celular e lesão cerebral. A desidratação pode puxar demasiada água das células para o sangue (aumento da osmolalidade).
Também é possível experimentar inchaço do cérebro (edema cerebral). Essa é uma resposta muito perigosa à retenção de líquidos em resposta à desidratação grave.
Outras complicações incluem problemas cardiovasculares e/ou circulatórios, tais como ritmos cardíacos anormais.
Podem ocorrer batimentos cardíacos rápidos ou irregulares, ou uma frequência cardíaca em repouso que exceda a taxa normal (chamada taquicardia) ou pressão arterial baixa (7, 8).
Essa doença pode ser mortal em alguns casos, especialmente se o paciente já está gravemente doente ou idoso. Estudos feitos em pacientes que estavam recebendo cuidados intensivos no hospital, mostraram taxas de mortalidade de 30-48%.
Na maioria dos casos, essa doença se desenvolve devido à uma alteração da sede (levando a baixa ingestão de líquidos ou água), acesso restrito à água ou aumento da perda de líquidos.
A hipernatremia só ocorre quando o mecanismo da sede está comprometido.
Aqueles que estão em maior risco de desenvolver hipernatremia incluem:
A ingestão e excreção de água normalmente equilibra os níveis de sódio no sangue.
Isto inclui níveis ascendentes e descendentes de outros eletrólitos, como potássio. Assim, para que o sódio aumente para níveis perigosamente elevados, deve haver um intercâmbio anormal entre sódio/água/potássio.
Em pessoas saudáveis sem hipernatremia, as alterações na ingestão de água (água potável ou fluidos), juntamente com a excreção de água (micção) normalmente mantém níveis normais de sódio.
Sem que você note, o corpo controla constantemente esses dois fatores através de dois mecanismos primários.
Ele controla a quantidade de sal e água que deixam o corpo através do ajuste, das concentrações urinárias. O corpo também faz você sentir mais sede quando precisa de mais água e menos sal.
Algumas das coisas que podem interferir com este processo de equilíbrio de sódio-água incluem:
Vários hormônios, especialmente um chamado aldosterona, controlam os níveis de sódio.
Ela faz os rins aumentarem ou diminuírem a liberação de sódio, dependendo da ingestão de água e sal de alguém.
Devido a isso, a disfunção renal ou lesão renal aguda pode ser um grande contribuinte para hipernatremia.
O tratamento depende da causa subjacente do problema. A maioria dos tratamentos tem o objetivo de restaurar os níveis de água, e reduzir a ingestão de sódio.
De acordo com informações fornecidas pela American Family Physician, alguns tratamentos típicos de hipernatremia incluem:
>> Interromper a perda de água e fluidos, tais como a transpiração excessiva, vômitos, diarreia, uso de diuréticos ou queimaduras graves.
>> Tratamento de lesões que causam perda de fluidos e alterações anormais do eletrólito. Estes podem incluir exaustão pelo calor, níveis elevados de creatinina ou desidratação devido ao excesso de exercício sem consumir água.
>> Corrigir quaisquer níveis elevados de hormônio do estresse (cortisol) ou níveis de glicose, para reduzir a causa subjacente e corrigir o sinal de sede do paciente.
>> Ajustar os níveis de sódio, caso ele esteja aumentando devido ao uso de líquidos intravenosos ou outros medicamentos usados enquanto o paciente estiver no hospital
Beba água e líquidos saudáveis.
Evite os diuréticos ou pílulas para perda de peso; trate a causa subjacente de vômito ou diarreia; monitore os sintomas que você experimenta ao tomar antibióticos; controle os efeitos secundários da diabetes; e preste atenção nos efeitos colaterais devido ao uso de medicações.
Água, água de coco, água saborizada e chás naturais (não diuréticos).
Fale com seu médico imediatamente, sobre como tratar a perda de água e reverter o déficit hídrico.
Pacientes com diabetes correm mais riscos em desenvolver a doença.
Converse com o médico e faça sempre acompanhamento.
Manter a dieta saudável.
Diminua o teor de sódio, e invista no consumo de legumes frescos, verduras e frutas.
Beba água durante todo o dia e fique atento à quantas vezes você vai ao banheiro (a sua urina deve ter uma uma cor amarelo pálido, não claro ou muito escuro) (11).
Se perceber alterações na frequência, cor ou odor, procure orientação médica.
E como eu falei, mudar os hábitos alimentares e a melhorar a ingestão de líquidos é essencial.
Se você quer transformar a forma como se alimenta, e também estimular a sua família a comer melhor, comece hoje mesmo!
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Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
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