O jejum intermitente é um padrão alimentar em que você alterna entre períodos de comer e jejuar.
Existem muitos tipos diferentes de jejum intermitente, como os métodos 16/8, por exemplo.
Numerosos estudos mostram que pode ter benefícios poderosos para o seu corpo e cérebro.
Quando você não come por um tempo, várias coisas acontecem em seu corpo.
Por exemplo, seu corpo inicia importantes processos de reparo celular e altera os níveis hormonais para tornar a gordura corporal armazenada mais acessível.
Algumas das mudanças que ocorrem em seu corpo durante o jejum:
Muitos dos benefícios do jejum intermitente estão relacionados a essas alterações nos hormônios. Bem como, expressão gênica e função das células.
Muitos daqueles que tentam o jejum intermitente estão fazendo isso para perder peso (9).
De um modo geral, o jejum intermitente fará com que você faça menos refeições.
A menos que você compense por comer muito mais durante as outras refeições, nesse caso, acabará consumindo menos calorias.
Além disso, um dos benefícios do jejum intermitente é que ele aumenta a função hormonal para facilitar a perda de peso.
Níveis mais baixos de insulina, níveis mais altos de hormônio do crescimento e aumento da quantidade de norepinefrina (noradrenalina) aumentam a quebra da gordura corporal e facilitam seu uso de energia.
Por esta razão, o jejum de curto prazo realmente aumenta sua taxa metabólica entre 6 a 14%. Ou seja, ajuda você a queimar ainda mais calorias (10, 11).
Em outras palavras, o jejum intermitente funciona em ambos os lados da equação de calorias. Ele aumenta sua taxa metabólica, ou seja, aumenta as calorias e reduz a quantidade de comida que você ingere, então reduz as calorias.
De acordo com uma revisão de 2014 da literatura científica, o jejum intermitente pode causar perda de peso de 3-8% em 3-24 semanas ( 12 ). Isso é uma quantidade enorme.
As pessoas também perderam 4-7% da circunferência da cintura. O que indica que eles perderam muita gordura da barriga, a gordura prejudicial na cavidade abdominal que causa a doença.
Um estudo de revisão também mostrou que o jejum intermitente causou menos perda muscular do que a restrição calórica contínua (13).
Tudo considerado, o jejum intermitente pode ser uma ferramenta de perda de peso incrivelmente poderosa.
Infelizmente o diabetes tipo 2 é cada vez mais comum nas últimas décadas.
Sua principal característica são os altos níveis de açúcar no sangue no contexto da resistência à insulina.
Qualquer coisa que reduza a resistência à insulina deve ajudar a baixar os níveis de açúcar no sangue e proteger contra o diabetes tipo 2.
Curiosamente, o jejum intermitente demonstrou ter grandes benefícios para a resistência à insulina. Além disso, proporciona uma redução impressionante nos níveis de açúcar no sangue (12).
Em estudos em humanos em jejum intermitente, o açúcar no sangue em jejum foi reduzido em 3-6%. Enquanto a insulina em jejum foi reduzida em 20-31%.
Outro estudo também mostrou que o jejum intermitente protege contra danos nos rins. Isso é ótimo, afinal, esta é uma das mais graves complicações do diabetes (13).
O que isso implica, é que o jejum intermitente pode ser altamente protetor para pessoas que estão em risco de desenvolver diabetes tipo 2. Por isso, este é um dos benefícios do jejum intermitente.
No entanto, pode haver algumas diferenças entre os sexos. Um estudo em mulheres mostrou que o controle de açúcar no sangue realmente piorou após um protocolo de jejum intermitente de 22 dias (14).
O estresse oxidativo é um dos passos para o envelhecimento e muitas doenças crônicas (14).
Envolve moléculas instáveis chamadas radicais livres, que reagem com outras moléculas importantes (como proteína e DNA) e as danificam (15).
Vários estudos mostram que o jejum intermitente pode aumentar a resistência do corpo ao estresse oxidativo (16).
Além disso, estudos mostram que o jejum intermitente pode ajudar a combater a inflamação. A inflamação é um fator-chave de todos os tipos de doenças comuns (17, 18, 19).
Vários marcadores de saúde (os chamados “fatores de risco”) estão associados a um aumento ou diminuição do risco de doença cardíaca.
O jejum intermitente tem demonstrado melhorar vários fatores de risco. Incluindo pressão arterial, colesterol total e LDL, triglicerídeos sanguíneos, marcadores inflamatórios e níveis de açúcar no sangue (20, 21, 22, 23).

Benefícios do Jejum Intermitente na saúde cardíaca.
No entanto, muito disso é baseado em estudos com animais. Sendo assim, os efeitos sobre a saúde do coração precisam ser estudados mais em humanos para que recomendações possam ser feitas.
Quando jejuamos, as células do corpo iniciam um processo celular de autofagia que nada mais é que uma “remoção de resíduos” (7, 24).
Isso envolve as células quebrando e metabolizando proteínas quebradas e disfuncionais que se acumulam dentro das células ao longo do tempo.
O aumento da autofagia pode fornecer proteção contra várias doenças, incluindo câncer e doença de Alzheimer, por exemplo (25, 26).
O câncer é uma doença terrível, caracterizada pelo crescimento descontrolado das células.
O jejum tem demonstrado vários efeitos benéficos no metabolismo que podem levar à redução do risco de câncer.
Evidências promissoras de estudos em animais indicam que o jejum intermitente pode ajudar a prevenir o câncer (27, 28, 29, 30).
Além disso, há também algumas evidências em pacientes com câncer humano, mostrando que o jejum reduziu vários efeitos colaterais da quimioterapia (31).
O que é bom para o corpo também é bom para o cérebro.
O jejum intermitente melhora vários aspectos metabólicos conhecidos por serem importantes para a saúde do cérebro.
Isso inclui redução do estresse oxidativo, bem como, redução da inflamação e redução dos níveis de açúcar no sangue e resistência à insulina.
Vários estudos mostraram que o jejum intermitente pode aumentar o crescimento de novas células nervosas. Sendo assim, pode beneficiar a função cerebral (32, 33).
Também aumenta os níveis de um hormônio cerebral chamado fator neurotrófico derivado do cérebro (BDNF). A deficiência deste neurônio tem sido implicada na depressão,assim como, vários outros problemas cerebrais (34, 35, 36).
Por fim, estudos em animais mostraram também que o jejum intermitente protege contra danos cerebrais devido a acidentes vasculares cerebrais (37).
A doença de Alzheimer é a doença neurodegenerativa mais comum no mundo.
Não há cura disponível para a doença de Alzheimer, portanto, impedi-lo de aparecer em primeiro lugar é fundamental.
Um estudo mostra que um dos benefícios do jejum intermitente pode atrasar o início da doença de Alzheimer ou reduzir sua gravidade, por exemplo (38).
Além disso, em uma série de relatos de caso, uma intervenção no estilo de vida que incluiu jejuns diários de curto prazo foi capaz de melhorar significativamente os sintomas de Alzheimer em 9 de 10 pacientes (39).
Estudos em animais também sugerem que o jejum pode proteger contra outras doenças neurodegenerativas. Incluindo as doenças de Parkinson e Huntington, por exemplo (40, 41).
No entanto, mais pesquisas em humanos são necessárias.
Um dos benefícios do jejum intermitente mais empolgantes pode ser sua capacidade de prolongar a vida útil.
Isso porque estudos mostraram que o jejum intermitente prolonga a expectativa de vida de maneira semelhante à restrição calórica contínua (42 , 43).
Em alguns desses estudos, os efeitos foram bastante dramáticos. Em um deles, roedores que jejuaram em dias alternados viveram 83% mais do que os ratos que não estavam em jejum ( 44).
Embora isso esteja longe de ser comprovado em seres humanos, o jejum intermitente tornou-se muito popular entre a multidão antienvelhecimento.
Devido os benefícios conhecidos para o metabolismo e todos os tipos de marcadores de saúde. Ou seja, faz sentido que o jejum intermitente possa ajudá-lo a viver uma vida mais longa e mais saudável.
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Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
]]>Não acontece da noite para o dia.
O primeiro passo requer disposição e determinação para iniciar o processo. A partir do momento em que foi dada a largada, é hora de mudanças.
O início pede mudanças de hábitos alimentares e de estilo de vida, que devem marcar uma jornada mais saudável na sua vida.
Neste artigo apresentarei hábitos matinais que ajudam a emagrecer.

Água com limão é um dos melhores hábitos matinais
Um dos importantes hábitos matinais é tomar água com limão. Pela manhã, antes de qualquer refeição, é recomendado tomar água com limão.
Isso porque a estrutura atômica do suco de limão (sem adoçar) é semelhante aos sucos digestivos encontrados no estômago, ajudando o fígado à produzir bile; o que mantém os alimentos movendo-se através de seu corpo e do trato gastrointestinal suavemente.
Água com limão também ajuda a aliviar a indigestão ou aliviar uma dor de estômago (1).
Os ácidos encontrados no suco de limão também incentivam seu corpo a processos bons nutrientes dos alimentos mais lentamente.
Essa absorção prolongada significa que os níveis de insulina permanecem estáveis e você obtém mais nutrientes dos alimentos que consome.
Melhor absorção de nutrientes significa menos inchaço. Também é um leve diurético, você pode encontrar-se usando o banheiro com mais frequência, o que ajuda o trato urinário a se livrar de toxinas.
Tudo isso ajuda a desintoxicação do corpo e da pele.
Beber chás de ervas, como chá verde, chá branco, chá preto, dentre outros, contribuem para o aumento do metabolismo.
Eles são considerados como alimentos termogênicos, além de possuírem outros benefícios para a saúde.
De acordo com um estudo no American Journal of Clinical Nutrition, chá verde é mais eficaz do que outros chás em promover a perda de peso por causa de seus altos níveis de catequinas.
Então, é recomendável tomar uma xícara de chá pela manhã, antes ou depois do café da manhã (2).
Só não adoce a bebida.
Quem me segue sabe que uma maneira de começar o dia com mais energia é pular o café da manhã e praticar o jejum intermitente. Estudos têm demonstrado que o jejum por curtos períodos, pode aumentar o seu metabolismo.
Procure orientação médica e faça o teste.
Agora, se você ainda não consegue deixar de comer pela manhã, procure fazer uma refeição saudável e evite pães, massas e cereais açucarados.
As frutas são ricas em minerais e diversos nutrientes que contribuem para o bom funcionamento dos órgãos do corpo humano. As frutas também são importantes fontes de energia (3).
Prefira aquelas que possuem um baixo teor de frutose e que sejam mais ácidas, como o kiwi por exemplo. Porém, como eu sempre digo, consuma com moderação devido ao teor de frutose.
Muitas vezes você pode pensar que está com fome, quando na realidade o seu corpo está pedindo por água.
Por isso, é importante beber bastante água pela manhã e ao longo do dia para se manter hidratado.
Água potável não só ajuda a eliminar as toxinas do corpo, ela também mantém o seu metabolismo funcionando de forma ideal.
De fato, em um estudo de 2013, mostrou que homens e mulheres aumentaram sua taxa metabólica em 30% depois de beber, no mínimo, dois litros de água por dia (4).
Como já expliquei aqui, o glúten encontrado na maioria dos grãos pode aumentar a inflamação em seu corpo e colocar uma pressão sobre o seu sistema digestivo.
Além disso, o pão comprado frequentemente tem adicionado xarope de milho de alta frutose, açúcar e conservantes.
Esse açúcar no corpo irá armazenar como gordura. Portanto, evite comer produtos derivados de farinha branca pela manhã.
Preste atenção aos alimentos ricos em glúten.
Coma mais alimentos ricos em fibras pela manhã.
Os alimentos ricos em fibras ajudam a manter a saciedade por mais tempo, e a reduzir o desejo por açúcar.
Além disso, já foi comprovado que os alimentos ricos em fibras ajudam a equilibrar o açúcar no sangue, reduzir o colesterol e muito mais.
Por isso, procure alimentos ricos em fibras (como frutas, legumes e verduras) e garanta uma saciedade maior (5).
É importante não comer alimentos errados pela manhã. Pois, essas guloseimas fazem você comer mais, causam indisposição, e aumentam a ingestão de calorias vazias; sem oferecer os nutrientes necessários ao seu organismo.
Elimine ou pelo menos reduza seriamente os alimentos falsificados. Opte por alimentos de verdade em vez disso.
Quando você come rápido, é fácil comer demais.
Pois, enquanto você mastiga, seu cérebro está processando que você está comendo, e mastigação libera enzimas para pré-digestão em sua saliva para iniciar o processo de digestão.
Então comece a comer consciente, mastigando lentamente e apreciando o sabor da sua comida. Isso também facilita a digestão e ajuda o cérebro a alcançar o seu corpo.
Se você tem problemas para comer devagar, tente colocar o seu garfo ou colher entre mordidas (6).
Evite as distrações durante as refeições.
Realizar exercícios físicos ou praticar esportes pela manhã, faz parte dos hábitos matinais saudáveis e que vão te ajudar a transformar a sua vida.
Eles possuem uma variedade de benefícios: você será energizado durante todo o dia, compromissos de tempo inesperado não irá prejudicar seus planos de uma rotina fitness e você estará mais sujeito a fazer escolhas mais saudáveis.
E aqui está uma dica bônus: configure o despertador para um horário mais cedo do que o de costume, preparando seus fundamentos de treino na noite anterior para que você possa se manter ativo e motivado.
Mudar os seus hábitos matinais é um bom passo para transformar a sua saúde e a sua vida.
Se o seu objetivo é cuidar da saúde e alimentação para perder peso e prevenir doenças, esse é o momento!
Segundo Maxwell Maltz, 21 dias é o tempo necessário para que nós consigamos criar um novo hábito!
Se você quer ter minha ajuda por 21 dias para criar um novo hábito e parar de comer doces, conheça o D21!
Abraços e fique com Deus,
Dr. Juliano Pimentel
]]>Se você já tentou todos os tipos de dietas e mudanças de estilo de vida, mas ainda não está vendo resultados, provavelmente está frustrado e se perguntando: por que eu luto para queimar gordura?
Abaixo, vou numerar quatro hábitos que geralmente impedem as pessoas de atingir sua composição corporal ideal.
Para conseguir emagrecer você precisa de uma rotina e comprometimento. Leia as quatro razoes que te atrapalham nesse processo e evite.
Alimentos ricos em proteínas, como carne, leite, ovos, feijão e peixe, não são apenas satisfatórios e ótimos para controlar o apetite, mas também podem ajudar a acelerar o metabolismo. Seu corpo trabalha mais para quebrar a proteína em comparação com outros macronutrientes (carboidratos e gorduras) e, no processo, usa calorias extras.
A proteína também ajuda a manter mais massa muscular magra, o que é importante para manter uma composição corporal saudável. Portanto comer pouca proteína te atrapalha de conseguir emagrecer.
Alimentos que contêm muita gordura – como óleos, abacate, nozes e sementes – podem ser calóricos, mas as gorduras em sua dieta são essenciais para muitas funções.
Gorduras saudáveis (como azeite, peixes gordurosos e nozes) ajudam seu corpo a absorver vitaminas lipossolúveis e também facilitam a produção de hormônios importantes, incluindo testosterona, estrogênio e outros que podem afetar positivamente os efeitos de queima de gordura.
Se sua dieta carece de gorduras saudáveis, você também está mais propenso a sentir desejos e acabar se enchendo de carboidratos processados e açúcar, o que normalmente aumenta os níveis de glicose no sangue (açúcar) e muitas vezes contribui para excessos e ganho de peso.
Não só o que você come importa quando se trata de queima de gordura, mas quando você come também.
O jejum intermitente (IF) é uma ferramenta dietética que envolve comer dentro de uma curta “janela de alimentação” e depois jejuar por cerca de 14 a 16 horas por dia, incluindo durante a noite enquanto você dorme.
Demonstrou-se que o IF aumenta a queima de gordura e promove a sensibilidade normal e saudável à insulina, o que significa que ajuda seu corpo a permanecer metabolicamente flexível.
Uma das maneiras mais simples de começar a praticar o JI é jantar cedo e jejuar até o final da manhã do dia seguinte. Ou pular o café da manhã completamente.
Se você achar o jejum intermitente muito desagradável, simplesmente tente passar algumas horas entre as refeições sem ingerir calorias. E aponte para jantares cedo.
Seu corpo é composto principalmente de água e precisa se manter hidratado. Só assim, para digerir adequadamente os alimentos, eliminar resíduos, permitir que seus músculos funcionem e mantê-lo metabolicamente saudável. Um corpo desidratado terá dificuldades para conseguir emagrecer.
O ideal é de 25 a 35 ml por peso durante o dia. Além disso, você pode controlar também pela cor da sua urina que deve estar sempre clarinha. Minha dica é que você carregue uma garrafa de água com você durante o dia.
A cafeína é boa? Beber uma xícara de café ou chá verde cerca de uma hora antes de um treino pode fornecer um aumento de energia seguro e eficaz para ajudar na queima de gordura.
Agora uma dica extra pra você que já tentou de tudo sem conseguir emagrecer: Controle a ansiedade.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
]]>A falta de conhecimento sobre essa prática, faz com que a palavra jejum ainda seja uma polêmica.
Afinal de contas milhares de pessoas pelo mundo passam fome, por que você, com acesso à comida deveria se colocar em uma situação dessa?
E a resposta é simples: Porque seu corpo foi feito para períodos de jejum.
Eu poderia terminar o artigo aqui. Mas quero que você realmente entenda os benefícios e os tipos de jejum que você pode lançar mão.

Tipos de Jejum Intermitente. Imagem: (Divulgação)
Podemos resumir todos os tipos de jejum intermitente em dois períodos, o que chamamos de janela. Janela de jejum e janela alimentar.
O que diferencia é realmente o período que você vai ficar em jejum. De modo geral, os tipos de jejum são eficientes para todas as pessoas.
O ponto de atenção necessário, é que pessoas com algumas condições de saúde, que usam medicamentos precisam de uma orientação profissional.
Orientação essa que não se relaciona ao fato de não comer em si, mas à condição.
E sim, essa é uma prática benéfica a milhares de anos.
Pense que nossos corpos evoluíram para serem capazes de ficar sem comida por muitas horas, ou mesmo vários dias ou mais.
Nos tempos pré-históricos, por exemplo, antes que os humanos aprendessem a cultivar, eles eram caçadores e coletores que evoluíram para sobreviver – e prosperar – por longos períodos sem comer.
Então, toda essa fome que você sente a cada 2 ou 3 horas, na verdade é uma condição que você colocou no seu corpo.
E acredite, você pode mudar essa situação.
Leia mais sobre os benefícios do jejum.
Entre todos os tipos de jejum esse é o método mais simples de ser aplicado. Isso porque ele consiste em definir janelas de jejum e alimentação.
Por exemplo, você jejua por 16 horas do dia e é capaz de comer apenas oito horas do dia.
Como a maioria das pessoas já jejua enquanto dorme, esse método é popular. É conveniente, pois você estende o jejum noturno pulando o café da manhã e não comendo até o almoço.
Essa forma de jejum é uma aposta mais segura para muitas pessoas que estão interessadas em experimentar o jejum intermitente pela primeira vez.
Dessa maneira você pode fazer a última refeição antes das 20h e quebrar o jejum, ou seja, fazer a próxima refeição às 12h do dia seguinte.
Isso não é regra. Encontrar as janelas de alimentação e jejum certas para esse método pode levar alguns dias para descobrir.
Mas é importante que a maioria de suas calorias seja ingerida antes de escurecer.
Essa abordagem ao jejum intermitente se concentra em limitar suas calorias em 500 por dois dias por semana. Durante os outros cinco dias da semana, você mantém uma dieta saudável e normal.
Em dias de jejum, essa abordagem geralmente inclui uma refeição de 200 calorias e uma refeição de 300 calorias.
É importante se concentrar em alimentos ricos em fibras e proteínas para ajudar a saciá-lo e manter as calorias baixas durante o jejum.
Você pode escolher quaisquer dois dias de jejum (digamos, terças e quintas-feiras), desde que haja um dia sem jejum entre eles.
O ponto de atenção de estar para os dias de não jejum. Por isso, certifique-se de comer a mesma quantidade de comida que você normalmente comeria em dias sem jejum.
Essa variação envolve o jejum “modificado” a cada dois dias.
Por exemplo, limite suas calorias em dias de jejum para 500 – ou cerca de 25% de sua ingestão normal. Em dias sem jejum, retome sua dieta regular e saudável.
Uma observação interessante: um estudo mostrou que as pessoas que seguiram esse padrão de jejum intermitente por seis meses tiveram níveis significativamente elevados de colesterol LDL (ou ruim) após outros seis meses fora da dieta (1).
Este método envolve jejuar completamente por 24 horas. Muitas vezes, é feito apenas uma ou duas vezes por semana.
A maioria das pessoas jejua do café da manhã ao café da manhã ou do almoço ao almoço. Com esta versão do jejum intermitente, os efeitos colaterais podem ser extremos, como fadiga, dores de cabeça, irritabilidade, fome e baixa energia.
Se você seguir esse método, deve retornar a uma dieta normal e saudável nos dias sem jejum.
Todos os tipos de jejum tem benefícios para corpo, mente e sua conexão espiritual. Por isso, o jejum é uma prática que oriento aos meus alunos que desejam perder peso e ser mais saudáveis de modo geral.
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Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
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É um fato que quando você tem artrite reumatóide (AR), uma dieta saudável que evita alimentos inflamatórios pode ajudá-lo a se sentir melhor.
Mas que tal mudar os horários em que você come? Esse tipo de plano alimentar, é o que chamamos jejum intermitente.
O jejum intermitente é muito falado por pessoas que desejam perder peso, no entanto, mesmo que você esteja no peso ideal, esse plano alimentar é extremamente útil para reduzir as dores.
Isso vai te ajudar a se sentir melhor em geral.
Existem muitas versões do jejum, mas basicamente todas elas envolvem alguns períodos de alimentação normal e outros períodos de restrição calórica severa ou abstinência de alimentos.
1. Existem muitos tipos de jejum intermitenteO jejum intermitente é um termo abrangente que abrange uma variedade de planos alimentares. Em todos os planos, durante os períodos de jejum, você deve apenas beber água, chás (especialmente chás de ervas) e café preto.
Alguns dos tipos mais comuns de Jejum incluem:
Quando se trata de artrite reumatóide, alguns pequenos estudos mostraram que a restrição de calorias, como acontece durante um jejum, pode ter um efeito anti-inflamatório.
E é justamente por esse potencial antiinflamatório que o jejum é tão útil para pacientes com artrite.
Para entender a relação artrite e jejum foi realizado um estudo em pessoas com artrite reumatóide durante o Ramadã, um feriado durante o qual os muçulmanos religiosos jejuam por 30 dias do amanhecer ao anoitecer (ou seja, um jejum intermitente de 12/12 ou mais).
Neste estudo, 35 pessoas com AR foram avaliadas quanto à atividade da doença antes, durante e em média três meses depois (1).
A atividade da doença diminuiu significativamente durante o mês de jejum e nos meses seguintes, embora os benefícios tenham começado a desaparecer por volta dos três meses.
Esse estudo é a base inclusive da recomendação da prática do Jejum a cada três meses para pessoas que não conseguem manter o jejum em constância.
Além da potencial perda de peso e redução da atividade da Artrite reumatoide, o jejum auxilia pacientes com marcadores de açúcar no sangue.
Ou seja, duas condições importantes para pessoas com AR que correm maior risco de desenvolver doenças cardíacas.
A revisão do JAMA Network Open descobriu que adultos que praticam o Jejum Intermitente tiveram algumas melhorias no colesterol de lipoproteína de baixa densidade (LDL), colesterol total, triglicerídeos e pressão arterial, bem como açúcar no sangue e insulina em jejum (2).
É importante esclarecer qualquer novo plano alimentar com seu médico, especialmente para um plano que restringe severamente as calorias em alguns dias ou parte de cada dia, principalmente se você faz uso de medicamento oral.
Lembre-se de que o que você come sempre será mais importante do que quando você come.
Uma dieta de junk food espremida em 8 horas do dia não será tão benéfica para a sua artrite quanto um plano de alimentação saudável e pouco inflamatório estendido por mais tempo.
Artrite e jejum, de fato, é uma combinação necessária para quem sofre com a inflamação nas articulações. Mas, o mais importante é que você limite o consumo de alimentos inflamatórios sempre.
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Dr. Juliano Pimentel.
]]>No entanto, existe uma lista de outros motivos relacionados à sua saúde e seu estilo de vida que podem estar causando o atraso da menstruação.
Um período ausente, também conhecido como amenorreia, é classificado como amenorreia primária ou secundária. Amenorreia primária significa que aos 15 anos você ainda não teve sua primeira menstruação. Considerando que, amenorreia secundária, que é mais provável que você está enfrentando, significa que você teve períodos regulares no passado, mas não está mais.

Motivos para a menstruação atrasada
Para entender melhor o contexto que você está vivendo, é preciso pensar sobre seu estilo de vida e últimos acontecimentos. Isso porque muitas dessas perguntas podem parecer não relacionadas ao seu período, mas na verdade são fatores críticos que ajudaram seu médico a entender melhor a causa raiz de suas preocupações exclusivas. Algumas das perguntas que geralmente faço aos meus pacientes incluem:
Você notou alguma mudança recente em seu peso, incluindo perda ou ganho de peso não intencional?
Como está sua rotina de exercícios hoje em dia? Você tem treinado para novos desafios de condicionamento físico (meia maratona, competição de condicionamento físico)?
O que você tem comido no café da manhã, almoço e jantar? Ou melhor, você fez recentemente alguma nova mudança em sua dieta (iniciou jejum intermitente ou eliminou certos alimentos)
Você notou o início de qualquer secreção mamilar?
Você luta com acne ou pêlos faciais?
Houve alguma nova mudança em sua vida (novo emprego, grande mudança, promoção, novo relacionamento, morte na família?)
O que você classificaria seu estresse em uma escala de 1-10 (10, sendo o mais alto)?
Você esteve recentemente doente com um resfriado, gripe ou tosse?
Você tem notado ondas de calor ou suores noturnos?
Como sabemos, sua menstruação é regulada pelo seu sistema endócrino (hormonal) e envolve uma variedade de órgãos, incluindo útero, ovários, tireoide e cérebro. Por isso, avaliar todos os aspectos do seu sistema endócrino é uma das maneiras mais importantes de realmente entender por que seu período está atrasado e encontrar a causa raiz.
Aliás, é aqui que o teste abrangente desempenha um papel crítico. É também a razão pela qual você deve sempre consultar seu médico se o seu período estiver atrasado. Ter períodos irregulares não é normal e muitas vezes pode ser um sinal de um problema maior. Algumas das causas mais comuns para menstruação tardia incluem:
Os pesquisadores estão aprendendo cada vez mais sobre as profundas implicações que o estresse tem em nossa saúde e em nossos hormônios.
O estresse ativa o hormônio cortisol e empurra seu corpo para o modo de sobrevivência. Se você está passando por estresse crônico, isso pode fazer com que seu corpo evite que seu período venha para protegê-la do estresse adicional, ou seja, gravidez.
A síndrome do ovário policístico é diagnosticada em 2 milhões de brasileiras por ano. E, embora comum, a SOP pode não ser diagnosticada por anos. Uma das maiores razões pelas quais ela não é diagnosticada é porque muitas mulheres estão tomando anticoncepcionais há quase uma década apenas para perceber que, uma vez que param de tomar anticoncepcionais, seus ciclos são muito irregulares ou nunca mais voltam.
Embora você não pense em sua tireoide como uma parte crítica de sua saúde reprodutiva, a tireoide é na verdade uma potência quando se trata da regularidade do seu ciclo.
Na verdade, a função anormal da tireoide pode ser a causa da menstruação atrasada, irregular ou tardia. Ou seja, ter função tireoidiana baixa ou alta pode afetar seus períodos.
Por isso, é importante fazer um exame bem completo que inclui TSH, T3 livre, T4 livre e anticorpos da tireoide, é uma parte crítica do tratamento de seus ciclos anormais. O que nunca te contaram sobre exames de Tireoide!
Estudos descobriram que as mulheres que têm doença celíaca tendem a pular períodos com bastante frequência. De fato, um grande estudo recente descobriu que quase 20% das mulheres com doença celíaca relataram ter menstruação atrasada em comparação com apenas 2,2% das mulheres sem doença celíaca.
Isso acontece dedido a redução da gordura corporal (devido em parte à má absorção), bem como a própria inflamação, podem contribuir para desequilíbrios hormonais.
Se você iniciou recentemente o turno da noite ou mudou para um novo fuso horário, as mudanças no seu sono provavelmente podem estar afetando seus períodos. De acordo com um estudo publicado na Frontiers in Endocrinology, qualquer interrupção no seu ritmo circadiano pode causar períodos irregulares. Higiene do sono – Hábitos para você dormir melhor
A prolactina é um hormônio liberado pelo cérebro para dizer à mama para produzir leite materno. É uma parte essencial da maternidade, mas às vezes pode ser um sinal de disfunção se você estiver produzindo leite materno quando não estiver grávida.
Por isso, se você está tendo ciclos irregulares e notou corrimento semelhante ao leite de seu peito, é importante consultar seu médico. Por fim, a produção de prolactina em uma mulher não grávida pode indicar disfunção na hipófise e também deve ser avaliada com exames de sangue e, se necessário, uma ressonância magnética cerebral.
A insuficiência ovariana primária, também conhecida como POI, é uma condição na qual os ovários de uma mulher começam a declinar antes dos 40 anos.
Muitas mulheres com POI experimentarão “sintomas da menopausa”, incluindo ondas de calor e secura vaginal, por exemplo. Além disso, há também uma elevação em um hormônio reprodutivo específico, conhecido como hormônio folículo estimulante (FSH).
Mesmo que você tenha condições de ter uma alimentação balanceada, você pode estar desnutrida. A falta de nutrientes pode interferir na produção de hormônios e ser a causa da menstruação atrasada.
Percebe como é mais complexo do que ter as informações seguras? Ter todas essas informações é difícil em consultas e até mesmo aqui na internet.
Por isso, decidi criar uma biblioteca de conteúdo sobre saúde onde você pode aprender com médico especialista como cuidar de fato do seu corpo. Conheça o SAÚDE TODO SANTO DIA
Abraços e fique com Deus,
Dr. Juliano Pimentel.
]]>Como eu sempre falo, não existe um método mágico para perder gordura de uma hora para outra. Por isso eu sempre reforço a importância de realizar mudanças significativas.
Leia até o final e compartilhe com a família!
Conheça agora as regras básicas para dieta e emagrecimento, e transforme a sua saúde para esse verão e o resto do ano.

Regras Básicas para Dieta: Mudança nos Hábitos como o Jejum. Imagem: (Divulgação)
Ao invés de adotar uma dieta restritiva, adote um estilo de vida novo e mudança nos hábitos que impulsionam a sua saúde e emagrecimento. Afinal, as dietas acabam, mas o estilo de vida modifica a sua forma de viver e se relacionar com a alimentação.
Sendo asism, um estilo de vida saudável vai agir em várias áreas da sua vida.
Outro benefício de mudar os hábitos é que uma dieta restritiva age durante um período de tempo, e depois você pode voltar a engordar.
No entanto, adotar a mudança nos hábitos vai apoiar a sua perda de peso de forma permanente (2). Por isso, adote mudanças de hábitos como:
Ao queimar calorias e gordura, você acelera o metabolismo durante a construção de músculos como eu já expliquei em outro artigo. Além disso, fique atenta que a quantidade de calorias que você ingere não pode ser maior do que a quantidade gasta.
Para ajudar o seu corpo a queimar calorias e não perder massa, peça auxílio de um profissional. Ele saberá os tipos de treinos que você pode adotar, de acordo com o seu histórico médico.
Entre eles estão o Treino Tabata e o HIIT (Treinamento Intervalado de Alta Intensidade) e os esportes.
O importante é que você não perca o ritmo e a constância. Afinal, sedentarismo não é uma opção se você quer mesmo perder peso.

Regras Básicas para Dieta: Mantenha a Disciplina. Imagem: (Divulgação)
A disciplina e a consistência fazem parte das regras básicas para perder peso. Sem um controle e disciplina, você acaba ganhando todas as calorias perdidas e pode desanimar. Então organize o seu tempo de exercícios e planeje as suas refeições. Além disso, mantenha o foco no objetivo da perda de peso.
Manter a consistência vai ajudar você a manter a sua mudança nos hábitos. Ou seja, fugindo do sedentarismo e da alimentação errada.
4-Cuide Da Saúde Física E Mental
Talvez você nunca tenha pensado nisso, mas a saúde física e mental influenciam no seu peso de forma positiva ou negativa. Por isso, consulte o médico e sabia se hormônios como a leptina e grelina e a tireoide, por exemplo estão equilibrados.
O equilíbrio desses hormônios influencia no seu emagrecimento ou ganho de peso.
Dê atenção também à saúde mental: depressão, compulsão alimentar e outros distúrbios alimentares, assim como a ansiedade também influenciam na perda de peso. Tratar esses problemas é essencial, pois uma mente saudável produz um corpo saudável.
A reeducação alimentar também faz parte das regras básicas para dieta e emagrecimento. Quando o seu organismo detecta a queima de gordura, por exemplo, automaticamente ele aumenta a fome.
Tudo isso, para tentar compensar as calorias perdidas, isso faz parte dos alertas de sobrevivência do seu corpo.
Por isso, é importante consumir alimentos que aumentam a saciedade e não deixam você com fome e fraca em pouco tempo. Afinal, eles precisam ser ricos em nutrientes e baixos em calorias.
Sendo assim, inclua minerais, vitaminas, proteínas, fibras e gordura saudável. Pois, todos esses componentes ajudam a alimentar você corretamente, sustentam e dão o suporte nutritivo para a perda de peso e construção de massa (1).
A reeducação alimentar inclui evitar totalmente alimentos industrializados, processados, açúcar refinado, gorduras prejudiciais, farinha refinada, que causam inflamação, engordam e prejudicam a saúde em diversos aspectos. São esses os alimentos que causam aquela sensação de barriga inchada e estufada.
Se informar sobre o assunto é determinante para conseguir de fato ter saúde. Por isso, se você quer melhorar sua saúde, precisa começar pelo intestino. No Instagram eu faço lives diárias te ensinando como fazer isso. Espero você às 05:59 da manhã para melhorar a saúde do seu corpo e da sua família.
Prepare seu despertador e me siga no Instagrampara ter saúde todo santo dia!
Abraços e fique com Deus.
Dr. Juliano Pimentel
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]]>A gastrite é um problema digestivo causado por inflamação do estômago e erosão do revestimento dele (mucosa gástrica) (1).
Fatores de estilo de vida que são prejudiciais, como: fumar, comer uma dieta pobre em nutrientes, usar analgésicos sem receita frequentemente; contribuem para a inflamação no estômago e aumentam a probabilidade de desenvolver gastrite.
Nesse artigo explicarei o que você pode comer para quebrar o jejum, se você sofre com a gastrite.
Não deixe de ler e compartilhar!
Ajustar a dieta é um passo importante para ajudar no tratamento do estômago, evitar que a inflamação se desenvolva ou retorne.
Certos alimentos podem piorar os sintomas de gastrite e devem ser evitados.
Exclua os alimentos muito ácidos, picantes ou quentes, álcool, cafeína e alimentos processados / embalados.
Por outro lado, alimentos ricos em fibras, antioxidantes como vitamina C, eletrólitos como magnésio e cálcio, vitamina B12, probióticos e ácidos graxos ômega-3 podem ajudar a diminuir a inflamação e aumentar a saúde digestiva.
Uma dieta para quem sofre de gastrite possui principalmente vegetais, frutas, proteínas de alta qualidade, e gorduras saudáveis pode ajudar a gerenciar sintomas dolorosos; essas mudanças vão ajudar você a manter um peso saudável e prevenir deficiências nutricionais.
Se você tem gastrite e quer quebrar o jejum precisa cuidar mais da alimentação. A seguir, você confere uma lista de alimentos que além de serem deliciosos ajudam a combater os efeitos e os sintomas de gastrite.
Alimentos com alto teor de antioxidantes, como os ricos em vitamina C, vitamina A e flavonoides (encontrados em bagas, por exemplo), podem ajudar a diminuir a inflamação do estômago, reduzir o risco de distúrbios digestivos ou complicações.
As melhores fontes de antioxidantes são frutas e vegetais frescos de cores vivas.
Frutas frescas, ervas, especiarias e vegetais que são especialmente benéficos para a gastrite; assim como cebola, alho, abóbora, pimentões, folhas verdes, alcachofra, aspargos, aipo, erva-doce, vegetais marinhos, gengibre, açafrão, vegetais crucíferos, bagas, maçãs e cerejas. (1)

Quebrar o Jejum: Kefir. Imagem: (Divulgação)
Uma revisão de estudos sugere que o consumo de probióticos pode ajudar a controlar bactérias de H. pylori, e tratar infecções que desencadeiam gastrite e úlceras (2).
Os alimentos probióticos, incluindo vegetais, kombucha, kefir e os seus derivados, têm inúmeros benefícios para quase todos os aspectos da saúde.
Esse alimentos reduzem a inflamação, regulam os movimentos intestinais, ajudam a controlar reações a alergias alimentares ou intolerâncias e muito mais.
Os alimentos e suplementos probióticos que contêm bactérias benéficas como Lactobacillus bulgaricus, podem ajudar a regular a quantidade de ácido produzido pelo estômago, e reduzir a inflamação inibindo significativamente a expressão de citocinas e quimiocinas.
O alho é um anti-inflamatório natural e até possui algumas propriedades antibióticas.
Alguns especialistas acreditam que o alho cru pode até mesmo ajudar a reduzir a bactéria H. pylori, e inibir o crescimento de outras bactérias nocivas no microbioma. (3)
Estudos apontam que consumir cerca de dois dentes de alho por dia, oferece a maior proteção contra a inflamação do estômago e benefícios também, assim como tomar suplementos concentrados de extrato de alho.
O alcaçuz é um remédio popular tradicional para todos os tipos de queixas digestivas, incluindo úlceras e refluxo ácido.
A raiz de alcaçuz contém um composto especial chamado glycyrrhizic, que é conhecido por seus efeitos calmantes no estômago e fortalecimento das habilidades dentro do trato gástrico.
Ele possui propriedades anti-inflamatórias, antidiabéticas, antioxidantes, antitumorais, antimicrobianas e anti-virais (4).
Embora o extrato de alcaçuz possa ser mais benéfico; a erva-doce e o uso de especiarias de anis também pode oferecer algum alívio.
Alimentos ricos em fibras são excelentes para tratar a gastrite e outros distúrbios digestivos, e uma ótima opção saudável para quebrar o jejum.
Um estudo realizado americano pela Harvard School of Public Health, descobriu que dietas com fibras elevadas foram associadas com risco reduzido de desenvolver úlceras de estômago em até 60%. (6)
Algumas das melhores fontes de fibras incluem nozes como amêndoas, sementes de chia ou
linho, legumes, e grãos (de preferência sem glúten ou excesso de carboidratos) como a quinoa.
Outra forma saudável de quebrar o jejum para quem tem gastrite, é consumir alimentos ricos em proteínas, gorduras saudáveis e ômega-3.
As proteínas ajudam a reparar a parede intestinal, e tratam problemas digestivos como síndrome do intestino com vazamento, o que pode desencadear a inflamação de gastrite.
As boas fontes de proteína incluem: a carne alimentada com grama, peixe selvagem, sementes de chia, ovos ou aves.
Peixes como o salmão ou sardinha são especialmente benéficos porque são alimentos ricos em ômega-3, que são anti-inflamatórios.
Outras gorduras saudáveis que são fáceis de digerir incluem o óleo de coco ou de azeite, o abacate, a manteiga e a manteiga Ghee.
Mas mesmo que você consuma de vez em quando alguns alimentos naturais, isso não é bastante para garantir a boa saúde e prevenir doenças. Se você costuma comer alimentos industrializados e processados, está à um passo ver a sua saúde minguar aos poucos.
Esse é o momento de transformar a sua saúde de forma efetiva! Inscreva-se para participar do curso sobre Jejum Intermitente.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
Mas como usá-lo de forma segura e responsável para perder peso, e não sofrer com as deficiências nutricionais?
Existem mitos e dúvidas sobre o assunto.
Mas quem me conhece sabe que eu sou adepto ao Jejum Intermitente, e que indico para os meu leitores e pacientes; por isso, nesse artigo eu vou explicar como o jejum pode acelerar o emagrecimento com saúde.
E como eu sempre alerto: não existe mágica para perder peso. O jejum intermitente pode auxiliar no emagrecimento, mas também é essencial fazer exercícios regulares e comer alimentos adequados.
Não deixe de ler e compartilhar!

Jejum Pode Acelerar o Emagrecimento: Alie com Exercícios. Imagem: (Divulgação)
Especialistas e pacientes apoiam que ficar horas sem comer pode ser prejudicial para a saúde, e que deve ser evitado (1,2).
Você já deve ter ouvido a recomendação de comer de 3 em 3 horas, certo? Mas como eu já expliquei em artigos anteriores, isso não é indicativo de saúde ou apoia o emagrecimento.
De acordo com pesquisas, depois de 12 horas de jejum por exemplo, o organismo consome o excesso de carboidratos, e começa a queimar a gordura armazenada.
Mas para exemplificar: o jejum intermitente pode ajudar a emagrecer; pois beneficia a perda de gordura de muitas formas comprovadas pela ciência, além de possuir outros benefícios, como (2):
Ele possui a capacidade de acelerar a queima de gordura e com isso, faz com que o seu organismo perca calorias.
O jejum intermitente força o seu corpo a usar os depósitos de gordura que estão armazenadas, e que se acumulam na cintura e em volta dos órgãos como combustível de energia.
Quando você se alimenta, o organismo usa a glicose (açúcar) dos alimentos como fonte principal de geração de energia, já o excesso de glicose que restou fica armazenado nos músculos e fígado como glicogênio.
Ao consumir menos glicose (que pode vir do próprio açúcar ou de carboidratos), o corpo quebra o glicogênio armazenado como combustível.
Quando esse glicogênio se esgota o corpo vai buscar fontes alternativas de energia, como aquelas presentes em células de gordura.
O jejum intermitente funciona semelhante à dieta cetogênica, que incentiva um consumo melhor de carboidratos, forçando o seu corpo a usar os depósitos de gordura como energia, fazendo assim com que você perca gordura.
Estudos direcionados para a efetividade do Jejum Intermitente, mostraram que dependendo da escala de jejum que você pratica; ele pode ajudar a reduzir o peso corporal em até 7%, e da gordura corporal em até 544 gramas (dependendo dos tipos de alimentos que você consome, para quebrar o jejum) (3).
No método de 18/6 esses estudos perceberam, que não acorreu a perda de massa magra mas somente de gordura armazenada.
O hormônio da saciedade ou leptina, é um hormônio muito importante produzido pelas células de gordura, e responsável por sinalizar o seu cérebro sobre o momento de parar de comer.
Sabe quando você sente que está satisfeita (o)? é a leptina no seu organismo que está trabalhando. Quando você sente fome os níveis de leptina aumentam, e após as refeições eles tendem a cair.
Quanto maior for a sua gordura corporal como no caso de pessoas obesas e com sobrepeso; mais leptina o organismo vai produzir.
Porém, o excesso dela pode provocar a resistência à leptina, que pode induzir você a não conseguir parar de comer e sempre sentir fome, mesmo após as refeições.
Quando esse hormônio está equilibrado e funciona adequadamente, você não sente tanta fome e isso previne o aumento de peso e a compulsão alimentar, que causam o excesso de peso e a obesidade.
Durante o Jejum intermitente, o seu corpo consegue baixar e equilibrar a produção de leptina, e isso é fantástico para quem quer perder peso ou manter o peso ideal.
Mas não pense que fazer jejum basta para emagrecer, quem me acompanha sabe que os exercícios físicos regulares e a alimentação saudável e de baixo carboidratos é essencial.
O Jejum Intermitente ou o jejum cíclico pode durar de 12-16 ou mais, dependendo do seu histórico médico e a recomendação do especialista.
Durante esse período de jejum é essencial e indispensável a ingestão de água, café ou chá (sem açúcar ou adoçantes) para hidratar o seu organismo.
Parece difícil? Mas pense: durante as suas horas de sono, ou quando vai realizar algum tipo de exame você não fica algumas horas consideráveis sem se alimentar?
Todo mundo em algum momento da vida já praticou o Jejum Intermitente sem saber.
Muitas pessoas usam o jejum intermitente para controlar o peso, e evitar o aumento dele.
De acordo com pesquisas voltadas para a prática do jejum intermitente, quando o paciente mantém esse controle e rotina; dificilmente desiste dele pois se torna um hábito saudável.
Ele pode ser considerado um estilo de vida, e não somente um tipo de dieta que restringe a sua alimentação, e ao encerrá-la você volta a engordar todos os quilos perdidos.
Para quebrar o jejum você precisa ter em mente, que precisa nutrir o corpo com alimentos de verdade, saudáveis e que reponham proteínas, fibras, vitaminas e outros nutrientes.
Entenda melhor como funciona o jejum para iniciantes, no meu artigo clicando aqui.
Apesar dos benefícios do jejum intermitente, algumas pessoas devem evitar a sua prática, a menos que o médico tenha permitido (4).
Pessoas com:
Verifique o melhor método de jejum intermitente para você, caso não faça parte do grupo citado acima.
E se você optar por começar o jejum, lembre-se que precisa ingerir líquidos saudáveis e livres de açúcar refinado e conservantes, durante o jejum como água, café e chá, por exemplo.
E para quebrar o jejum e não prejudicar todo o seu esforço para emagrecer, precisa ficar longe dos alimentos industrializados, processados, açúcar refinado e de outros alimentos que engordam e prejudicam a saúde.
Coma comida de verdade e de baixo carboidrato.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
]]>Muitos estudos indicam que o jejum pode ter efeitos poderosos sobre seu corpo e cérebro, e pode até mesmo ajudar viver mais e com mais qualidade de vida.
Nas minhas redes sociais eu costumo falar bastante sobre o Jejum Intermitente, mas muitas pessoas ainda me procuram com dúvidas. Por isso, fiz este o guia para os iniciantes.
Não deixe de ler e compartilhar.
O jejum intermitente (JI) é um termo usada para nomear um padrão alimentar que se alterna entre períodos de jejum e alimentação.
Os métodos de jejum intermitentes comuns envolvem jejuns diários de 16 horas, ou jejum por 24 horas, duas vezes por semana (1).
Muitos ainda temem jejuar, mas essa técnica é na verdade bastante natural.
Basta pensar, os seres humanos fizeram jejum durante a evolução. Às vezes era feito por falta de comida, por questões religiosas, como o Islamismo, o Cristianismo e o Budismo (2).
Quando você reflete sobre o assunto, entende que nossos antepassados não tinham supermercados, geladeiras ou alimentos disponíveis durante todo o ano.
Às vezes eles não conseguiam encontrar nada para comer. E nossos corpos evoluíram para poder funcionar sem comida por longos períodos de tempo. Ou seja, jejum soa bem mais natural do que comer de 3 em 3 horas.
Nós já fazemos jejum durante o sono. Então, o jejum intermitente pode ser tão simples quanto prolongar esse jejum um pouco mais.
Você pode fazer isso pulando o café da manhã, comendo sua primeira refeição ao meio-dia e sua última refeição às 20:00.
Fazendo isso, você faz jejum por 16 horas todos os dias e restringe a sua alimentação a uma janela alimentar de 8 horas (período do dia em que você pode comer).
Esta é a forma mais popular e simples de jejum intermitente, conhecido como o método 16/8.
Nenhum alimento é permitido durante o período de jejum, mas você pode beber água, café, chá e outras bebidas naturais não calóricas (sem adicionar açúcar ou adoçantes, é claro).
Leia também: Mitos sobre o Jejum Intermitente
Todos os tipos de processos no nosso organismo mudam quando não comemos por um tempo. Isso acontece, para ajudar o corpo no funcionamento dos órgãos e regeneração dele.
Esse processo tem a ver com os hormônios, bem como, genes e importantes processos de reparação celular.
Ao jejuar, os nossos níveis de açúcar no sangue caem significativamente e com isso a insulina também cai. Há ainda o aumento na quantidade do Hormônio do Crescimento (HGH).
Muitas pessoas fazem jejum intermitente para perder peso, pois é uma maneira muito simples e eficaz de restringir calorias e queimar gordura (3).
Algumas pesquisas também sugerem que o jejum intermitente pode ajudar a proteger contra doenças, incluindo doenças cardíacas.
Em resumo, o jejum intermitente é eficaz e torna a sua vida mais simples, ao mesmo tempo em que melhora a sua saúde.
Afinal, quanto menos refeições você precisa planejar, mais simples será a sua rotina. Além do mais, não ter que comer de 3 a quatro vezes (ou mais) por dia também economiza tempo.
Mas não se esqueça que para ter efeitos positivos, você deve se alimentar corretamente durante as janelas alimentares.
Além disso, prefira sempre alimentos de verdade, como carnes, frutas e verduras. Esqueça de vez os alimentos industrializados, açucarados e processados.
Por último, pessoas com problema de saúde, ou que sentem dificuldade em jejuar devem sempre procurar orientação médica antes de iniciar a prática.
Um dos momentos mais importantes do Jejum Intermitente é a quebra dele, nesse caso, nosso corpo sente necessidade de nutrientes a cada 26h que se passa, para que você mantenha seu jejum mas se nutri de forma saudável, o certo é alimentar-se de maneira que você selecione os alimentos e que tenha grupos nutricionais diferentes em seu prato. Na hora de montar, escolha por frutas, verduras, carboidratos com baixo índice glicêmico, proteína animal e gorduras boas:
Grupo 1: Frutas (fibras, vitaminas e antioxidantes)
Grupo 2: Verduras (fibras, vitaminas e antioxidantes)
Grupo 3: Aveia, quinoa, arroz integral, fubá (carboidratos)
Grupo 4: Ervilha, lentilha, feijão, grão de bico, carne de boi, frango e porco (proteínas e ferro)
Grupo 5: Ovo caipira ou iogurte natural, queijos maturados (proteínas e cálcio)
Grupo 6: Azeite de oliva extra virgem ou algumas castanha (gorduras boas)
Para hidratar-se você pode optar por chá pois além da hidratação em si, os chás tem funções de limpar nosso organismo e o principal para o jejum, ajuda na queima de gordura localizada. Os chás podem ser tomados a todo instante, visto que o jejum só é quebrado em caso de consumo de carboidrato, proteína, gordura.
E pensando na saúde como um todo, é necessário um conjunto de mudanças e adaptações para você viver melhor; meditar ajuda o seu corpo em muitos aspectos, mas não basta se você continuar consumindo alimentos industrializados e processados.
É necessário implementar uma reeducação alimentar e mudanças no estilo de vida.
Dr. Juliano Pimentel.
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Afinal, de que adianta viver muito, necessitando da ajuda de outras pessoas?
Quer descobrir a receita da longevidade saudável?
Leia, comente e compartilhe!
Você já se perguntou por que algumas pessoas vivem mais que outras? É impressionante como cada vez mais a expectativa de vida dos brasileiros e em várias partes do mundo, aumentam.
Porém, o mais curioso é que muitos momentos desses anos a mais de vida são de sofrimento e de dependência. E isso tem um motivo!
E o principal motivo é que os indivíduos da nova geração estão se alimentando pior, além disso, estão cada vez mais sedentários.
Para se ter ideia, em 2010, Margareth Chan, diretora geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que pela primeira vez na história, as crianças têm uma expectativa de vida menor que a de seus pais por conta de uma alimentação inadequada.
Ou seja, as pessoas que estão vivendo mais, não serão necessariamente as mais jovens!
Só por isso, já dá para compreender que a receita da longevidade não está relacionada à tecnologia, nem mesmo a uma alimentação industrializada.
Situada no extremo norte da Índia na altas montanha do Himalaia, vive o povo Hunza, que é conhecido por sua longevidade e incrível saúde. Para se ter ideia, os habitantes do Vale Hunza vivem entre 120 e 140 anos, em ótima saúde, com quase nenhum caso registrado de câncer, doenças degenerativas ou perda óssea.
E estou dizendo isso, porque, um médico escocês, Dr. Mac Carrisson, passou sete anos convivendo com o povo Hunza para descobrir a receita da longevidade.

A receita da longevidade pode ser encontrada analisando o povo Hunza
E adivinhe qual o segredo da longevidade desse povo? ALIMENTAÇÃO.
E entenda a alimentação sendo não apenas o que se come, mas também a relação com a comida e a frequência.
Vou explicar melhor!
A alimentação desse povo é sempre a base de cereais integrais, frutas (principalmente o Damasco, considerado sagrado na região), verduras, castanhas, e o inusitado pão de Hunza, sempre respeitando uma restrição calórica de 30%.
Porém, com uma grande diferença: tudo 100% orgânico.
Ou seja, sem vitaminas sintéticas (produzidas em laboratórios), sem agrotóxicos e adubos químicos, que são extremamente comuns em boa parte do globo e acabam matando o organismo humano ao longo de uma média de 75 anos, o que explica o crescente número de casos de câncer e AVC no planeta.
Além disso, o mais curioso e que faz total sentido para a nossa receita da longevidade é que o povo Hunza faz apenas duas refeições por dia. Sendo que a primeira acontece só ao meio-dia. Ou seja, eles passam boas horas em jejum, mas nunca parados, agindo como sedentários, e sim com diversas atividades físicas.
Outro ponto interessante da dieta do povo Hunza é que a carne se faz presente, porém apenas em ocasiões especiais, e sempre em pequenas quantidades.
Entenda comer bem, como consumir alimentos vegetais e mais naturais e orgânicos possível. Ou seja, priorizar frutas, legumes, nozes, sementes, grãos integrais e feijão.
Digo isso, porque além do caso do povo Hunza, muitos estudos vinculam uma dieta rica em plantas a um risco menor de morte prematura, bem como a um risco reduzido de câncer, síndrome metabólica, doença cardíaca, depressão e deterioração do cérebro (1, 2, 3, 4).
Esses efeitos são atribuídos aos nutrientes e antioxidantes dos alimentos vegetais, que incluem polifenóis, carotenoides, folato e vitamina C (5).
Por isso, vários estudos vinculam dietas vegetarianas e veganas, que são naturalmente mais altas em alimentos vegetais, a um risco 12 a 15% menor de morte prematura (6).
Esse fato está relacionado não apenas ao fato de não comer carne, mas sim, ao alto consumo de vegetais e alimentos naturais.
Não é surpresa que permanecer fisicamente ativo possa mantê-lo saudável e adicionar anos à sua vida (7).
Apenas 15 minutos de exercício por dia podem ajudar você a obter benefícios, que podem incluir mais 3 anos de vida (8).

Estar em movimento é com certeza um item fundamental na receita da longevidade
Além disso, seu risco de morte prematura pode diminuir em 4% a cada 15 minutos adicionais de atividade física diária (9).
Uma revisão recente observou um risco 22% menor de morte precoce em indivíduos que se exercitaram – apesar de terem se exercitado menos do que os 150 minutos recomendados por semana (10).
Ou seja, as pessoas que acertaram a recomendação de 150 minutos tiveram 28% menos chances de morrer cedo. Além disso, esse número foi de 35% para aqueles que se exercitaram além desta orientação (11).
Por fim, algumas pesquisas vinculam atividade vigorosa a uma redução de risco 5% maior em comparação com atividades de baixa ou moderada intensidade (12).
Falar aqui que é preciso ter uma alimentação balanceada e priorizar os orgânicos é bater na mesma tecla. Afinal, acredito que grande parte das pessoas que buscam por uma alimentação saudável para viver melhor já sabem que a dieta orgânica é fundamental.
O mesmo vale para a prática de exercícios. É preciso movimento para manter o corpo ativo.
Por isso, quero frisar nesse artigo que a receita da longevidade é a prática do jejum.
Muitas pessoas têm dúvidas e receio de praticar o jejum, porém se você quer realmente manter seu corpo funcionando com máximo de potência por muito mais tempo, esse é com certeza o segredo da longevidade.
Foi realizado um estudo em que os cientistas dividiram aleatoriamente 292 ratos machos em dois grupos de dieta.
Um grupo recebeu uma dieta de origem natural que era mais baixa em açúcares e gorduras e mais rica em proteínas e fibras do que a outra dieta.

Estudo comprova que a prática do jejum é a receita da longevidade
Cada grupo foram divididos em três subgrupos com base na frequência com que tiveram acesso à comida.
O primeiro grupo teve acesso a comida o tempo todo. Já o segundo grupo, foi alimentado com 30% menos calorias por dia do que o primeiro grupo. Enquanto o terceiro foi alimentado com uma refeição que somava o número exato de calorias do grupo de 24 horas.
Os ratos alimentados com refeição e com restrição calórica aprenderam a comer rapidamente quando a comida estava disponível, resultando em períodos de jejum diários mais longos para os dois grupos.
Foi acompanhada a saúde metabólica dos camundongos durante o tempo de vida até a morte natural.
O grupo alimentado com refeição e com restrição calórica mostraram melhorias na saúde geral, como evidenciado por atrasos no dano comum relacionado à idade no fígado e outros órgãos e longevidade prolongada.
Já o grupo com restrição calórica também mostraram melhora significativa nos níveis de glicose e insulina em jejum em comparação com os outros grupos.
Curiosamente, os pesquisadores descobriram que a composição da dieta não teve impacto significativo na vida útil dos grupos alimentados com refeição e restrição calórica.
Porém, foi o aumento do tempo de jejum diário que resultou em melhorias gerais na saúde e na sobrevivência de ratos machos.
Isso acontece porque esse período prolongado de jejum diário permite que mecanismos de reparo e manutenção que estejam ausentes de uma exposição contínua aos alimentos.
Como pode ser observado nesse estudo, não é quantidade de calorias que você ingere ao longo do dia que vai influenciar sua saúde. E sim, quanto tempo os mecanismos de reparo do seu corpo têm disponíveis sem o contato com os alimentos.
Acredito que depois de tudo isso você já esteja convencido de que o jejum é o principal item da receita da longevidade. Então vamos colocá-lo em prática!
A melhor maneira de iniciar o jejum é prolongar o período de jejum durante o sono. Ou seja, você vai fazer sua última refeição do dia por volta das 20:00 horas e próxima refeição será às 12:00 do dia anterior!
Ou seja, serão 16 horas de jejum!
É claro que durante esse período de jejum matinal, você deverá tomar bastante água, pode consumir chás e café sem açúcar ou adoçante.
No início pode parecer difícil, afinal, estamos tão acostumados a comer o tempo todo… Porém, com o tempo você acostuma.
Um ótima dica para antes de colocar o jejum intermitente em prática, é fazer uma desintoxicação do corpo. Quando você faz o detox, você ajuda seu corpo a metabolizar com mais potência os alimentos. Ajudando assim, seu corpo a trabalhar com maior capacidade e eficácia.
Conheça o meu programa D7D.
A segunda dica é quanto a alimentação pós jejum, o período conhecido como quebra de jejum. A primeira refeição pós jejum é fundamental para a eficácia do processo.
Para isso, coma ovos, verduras e legumes, frutas, castanhas e amendoins, e lembre-se de não comer em excesso.
Coma para ficar satisfeito e não para compensar o período de jejum!
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
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Provavelmente você já deve ter ouvido, ou até mesmo falado a frase “somos o que comemos” e essa é a mais pura verdade!
Para se ter ideia, mesmo o diabetes existindo desde me 1500 antes de Cristo, é nos dias de hoje que as pessoas estão morrendo por obesidade e diabetes.
Nossa alimentação mudou muito ao londo do tempo. Anos atras as pessoas se alimentavam de alimentos que plantavam e animais que criavam. Era tudo fresco, orgânico e todos sabiam a procedência dos alimentos. Quando alguém queria comer uma verdura que não tinha plantado, por exemplo, trocava com um conhecido que tinha.
Hoje, porém, há disponível nos supermercados muitas opções de alimentos que não sabemos a procedência e, o pior, não fazemos ideia de quais são os ingredientes e os processos que foram realizados para chegar aquele alimento.

Estamos nos alimentando de corantes, açúcares, sabores artificiais, gorduras saturadas e aditivos que não sabemos quais são. E sabe o que acontece quando se come este tipo de comida? As pessoas adoecem!
Ficam obesas, com colesterol alto, diabetes, pressão alta e nesse momento recorrem à industria farmacêutica. Começa a consumir remédios para controlar a pressão, o diabetes, triglicerídeo, tireoide, para emagrecer e quanto mais remédio toma, mais remédio precisa tomar. Afinal, todo mundo sabe que todo remédio tem um efeito colateral.
E por mais triste que seja, hoje é assim, que muitos brasileiros vivem! Comendo mal e consumindo cada dia mais remédios.
Por esse e vários outros motivos que não se vê anúncios sobre o jejum! Ao contrário, a mídia sempre propaga a ideia de que é preciso comer de 3 em 3 horas. E ai sugerem barras de cereais, Shake industrializado, um volume de frutas elevado e por aí vai!
E se esse ciclo de má alimentação não chegar ao fim, o consumo de remédios será cada dia maior!
O jejum é para muitos um assunto controverso, mas isso se dá, pois essas pessoas não entenderam realmente todos seus benefícios para a saúde.
Aqui no blog tem vários artigos sobre o jejum, no entanto, vamos explorar mais sobre ele nas próximas linhas.
Quando você não come por um tempo, várias coisas acontecem no seu corpo.
Seu corpo inicia, por exemplo, importantes processos de reparo celular e altera os níveis hormonais para tornar a gordura corporal armazenada mais acessível.
Aqui estão algumas das mudanças que ocorrem no seu corpo durante o jejum:
Muitos dos benefícios do jejum intermitente estão relacionados a essas alterações hormonais, expressão gênica e função das células.
Agora, imagina o que seria do setor farmacêutico se todas as pessoas soubessem que podem alcançar esses benefícios simplesmente comendo certo e fazendo jejum?
Você não precisa comer o tempo todo para ser saudável. Lembrando que estou dizendo aqui que fazer jejum é saudável! Não estou dizendo que é saudável passar fome ou ficar sem comer por qualquer outro problema de saúde.
O que quero deixar claro é que fazer o jejum, e depois quebrar esse período de jejum com alimentos saudáveis, comida orgânica, segura e de maneira responsável trás benefícios para sua saúde capaz de substituir o consumo de remédios.
A obesidade está associada a maioria das doenças atualmente. E ao invés de se alimentar melhor, buscar ajuda para entender sobre alimentação, as pessoas buscam por remédios. Em 2012, por exemplo, um estudo mostrou que a cirurgia bariátrica, para reduzir a massa corpórea em pacientes com excesso de peso, é mais eficaz no controle da glicemia do que o uso de medicamentos (9).
Ou seja, emagrecer é mais eficiente no controle do diabetes que o próprio remédio. E a bariátrica não é a única maneira de diminuir a massa corpórea. Afinal, existem inúmeras maneiras de alcançar a perda de peso, inclusive com o jejum.
Se você quer aumentar sua saúde, diminuir seu peso, elevar sua energia tenho um convite especial para você!
Preparei uma Jornada incrível de 01 a 08 de junho para ajudar você a ter uma saúde Plena e tornar-se inabalável.
Clique na imagem acima e participe dessa jornada que ajudará você e toda sua família a terem mais saúde, sono de qualidade e disposição para com a vida!
Abraços e fique com Deus!!
Dr. Juliano Pimentel
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]]>Bom, a resposta para esta pergunta pode ser a mais variada. Inclusive, a resposta também depende do estilo de vida de cada um, e principalmente o nível de elevação do colesterol.
Inicialmente é importante entender que o colesterol é uma substância à base de óleo, ou seja, não se mistura com o sangue, que é à base de água. Então, quando há um nível alto de colesterol no organismo ele estreita as artérias, dificultando a passagem do sangue.
Por isso, que pessoas com colesterol alto têm chances maiores de sofrer um ataque cardíaco ou derrame, por exemplo.
O acúmulo de colesterol faz parte do processo que estreita as artérias, chamado aterosclerose. Na aterosclerose, as placas se formam e causam restrição do fluxo sanguíneo.
Reduzir a ingestão de gordura na dieta ajuda a gerenciar os níveis de colesterol.
Em particular, é útil limitar os alimentos que contêm:
Excesso de peso ou obesidade também podem levar a níveis mais altos de LDL no sangue. Fatores genéticos podem contribuir para o colesterol alto. Pessoas com a condição herdada de hipercolesterolemia familiar têm níveis muito altos de LDL.
Mas além de tudo isso, o jejum intermitente também pode ser muito útil para ajudar a reduzir o colesterol.
O do jejum intermitente para redução do colesterol se dá devido a troca metabólica. A troca metabólica acontece quando as células passam do uso de glicose para energia para o uso de corpos cetônicos e depois voltam novamente.
O que acontece é as pessoas estão acostumadas a fazerem mais refeições do que o necessário ao logo do dia. Ou seja, além das típicas três refeições por dia, rica em carboidratos, ainda tem os lanches, que fornece glicose mais do que suficiente para alimentar as células.
Porém, durante o jejum, a glicose se esgota e o fígado responde convertendo ácidos graxos em corpos cetônicos, um processo conhecido como cetose. Os corpos cetônicos fornecem energia constante, derivada de gordura, e parecem regular proteínas e moléculas relacionadas à saúde e ao envelhecimento.
Ou seja, o benefício do jejum intermite se dá por que ao fazer o jejum as pessoas conseguem perder peso, comer de maneira mais saudável diminuindo a pressão arterial, retardando a progressão das doenças de Parkinson e Alzheimer e reduzir o risco de câncer.
Agora que você já entendeu que o jejum ajuda seu metabolismo a acelerar, queimar gordura, perder peso e a ter uma alimentação mais adequada, é o momento de decidir como colocar isso em prática.
Existem várias maneiras de fazer jejum.
O jejum intermitente (JI) é um termo usada para nomear um padrão alimentar que se alterna entre períodos de jejum e alimentação.
Os métodos de jejum intermitentes comuns envolvem jejuns diários de 16 horas, ou jejum por 24 horas, duas vezes por semana (1).
Muitos ainda temem jejuar, mas essa técnica é na verdade bastante natural. Além do jejum, outra alternativa que pode te ajudar a controlar o colesterol e ainda perder alguns quilos extras é a DESINTOXICAÇÃO!
Ao retirar do seu dia a dia tudo o que está prejudicando a sua saúde, causando desanimo, obesidade, e várias doenças, você conquistará uma saúde plena.
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Abraços e fique com Deus!!
Dr. Juliano Pimentel
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Contanto que você não adicione nada como açúcar, creme ou leite a essas três bebidas não calóricas. Basicamente, desde que você siga a regra geral que diz que, se permanecer abaixo de cinquenta calorias durante o período de jejum, permanecerá em jejum.
A água é fácil, o café é puro e preto, mas você tem mais opções quando se trata de chá. Os chás têm muitos sabores e podem tornar sua experiência de jejum muito mais agradável e administrável. Como é que isso funciona? Leia mais para descobrir.
Durante os primeiros dias de jejum é normal as pessoas terem dificuldades de ficar sem comer. Isso acontece porque seu corpo está acostumado a consumir energia durante o dia. No entanto, beber o chá certo pode ajudar a aliviar esses problemas à medida que seu corpo se adapta ao período de jejum.
Um dos melhores chás para reduzir a fome durante o jejum é o chá verde. Isso porque as catequinas presentes no chá inibem a secreção de grelina – o hormônio responsável por sinalizar a sensação de fome. Essas catequinas do chá verde incluem EGCG, ou galato de epigalocatequina, um antioxidante responsável por muitos dos benefícios à saúde do chá, incluindo a eliminação de radicais livres (1).

Melhores chás para jejum intermitente.
Além disso, beber chá pode ajudar a facilitar a experiência de jejum, enquanto ameniza alguns dos efeitos colaterais comuns ou altera seus hábitos alimentares. Em um nível químico, beber chá pode ajudar a bloquear o hormônio da fome, diminuindo os níveis de grelina, interrompendo a fome.
Um fato sobre o jejum intermitente é que ele ajuda na perda de peso, por isso, muitas pessoas pratica o jejum para isso. Sendo assim, se seu objetivo ao fazer o jejum é perder o peso, a escolha do chá que será consumido durante esse período é determinante.
O chá preto, é o melhor chá para ser consumido durante períodos de jejum, se você quer emagrecer.
As catequinas no chá preto ajudam a aumentar a perda de gordura. Uma maneira de o chá fazer isso é aumentando a temperatura interna do corpo. A cafeína também trabalha para aumentar o gasto de energia e a oxidação de gordura, ajudando a perder quilos mais rapidamente (2).
Beber chá junto com o jejum intermitente ajuda o processo natural de desintoxicação do corpo, conhecido como autofagia. O processo é desencadeado pela ativação de uma proteína, que incentiva o corpo a liberar as células danificadas e a regeneração de novas células.
Este processo é essencial quando se trata de preservar a massa muscular e prevenir doenças relacionadas à idade. O melhor chá para isso, é o chá de gengibre.Durante a janela do jejum, as catequinas do chá ativam a autofagia, ajudando o corpo a desintoxicar e reconstruir as células (3).
As catequinas do chá também ajudam a eliminar os radicais livres que podem causar estresse oxidativo. O estresse oxidativo é a forma de ferrugem do corpo e tem sido associada a doenças degenerativas, incluindo o envelhecimento precoce.
Agora, se você sentir ansiedade, durante os períodos de jejum o chá de matchá, morninho, é o melhor para você. Na verdade, o simples fato de beber chá já é ótimo para a saúde do cérebro, assim como o jejum intermitente.
O ato calmante de beber chá pode ajudá-lo a relaxar após um dia estressante e permite que você dedique alguns minutos para se concentrar em sua saúde pessoal. Também foi demonstrado que beber chá ajuda a diminuir os níveis de estresse, inibindo o hormônio do estresse cortisol (4).
Agora, se você deseja fazer o jejum de 3 visando a perda de peso e uma melhor qualidade de vida, eu tenho um convite especial para você!
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Muitas coisas afetam o sistema imune, como o estado mental, a falta de vitaminas e a alimentação. No entanto, acreditava-se que para beneficiar o sistema imunológico era necessário apenas fazer boas escolhas de alimentos, com este estudo fica claro que a frequência alimentar também influencia.
O jejum de 72 horas funciona como um regenerador de células do sistema imunológico.
O mau funcionamento e a fraqueza do sistema imunológico é a base do envelhecimento e de muitas doenças, como o câncer, por exemplo.
Sendo assim, cada vez mais estudos sobre como potencializar o sistema imune são realizados. Essa descoberta entre o jejum de 3 horas e a regeneração de células do sistema imunológico é muito útil, principalmente para pessoas que estão passando por quimioterapia.

Jejum de 3 horas para aumentar a imunidade
De acordo com o estudo: “Quando você passa fome, o sistema tenta economizar energia, e uma das coisas que pode fazer para economizar energia é reciclar muitas células imunológicas que não são necessárias, especialmente aquelas que podem ser danificadas” (1).
Mesmo sabendo que a quimioterapia é um tratamento indicado para salvar vidas de muitas pessoas com células cancerígenas, ela prejudica muito o sistema imune. No entanto, o jejum de 3 horas protegeu os pacientes com câncer do impacto tóxico da quimioterapia.
O jejum prolongado força o corpo a usar reservas de glicose e gordura, mas também quebra uma porção significativa dos glóbulos brancos.
Durante cada ciclo de jejum, esse esgotamento de glóbulos brancos induz mudanças que desencadeiam a regeneração baseada em células-tronco de novas células do sistema imunológico.
Como resultado do estudo ficou claro que o jejum prolongado também reduziu a enzima PKA, que está ligada ao envelhecimento e um hormônio que aumenta o risco de câncer e o crescimento do tumor.
Obviamente fazer o jejum de 3 horas resulta na perda de peso, Afinal, durante esse período de jejum é consumido água, chá e café preto, ou seja, os líquidos ajudam a fazer uma limpeza no corpo.
A perda de peso ocorre quando o corpo passa de um estado alimentado para um estado em jejum. Sem comida para queimar, seu corpo começa a queimar gordura corporal (combustível armazenado) para continuar funcionando.
Quando você atinge a marca de 8 a 12 horas sem alimentos, seus níveis de insulina caem quando você entra em jejum. Seu corpo agora tem que queimar gordura corporal para fornecer-se energia. Jejuns prolongados podem resultar em queima de 1 kg de gordura corporal por dia.
Um benefício primário do jejum é o processo de autofagia – processo natural do corpo de quebrar e reciclar componentes celulares desnecessários ou danificados, acumulados no corpo.
Ou seja, é um mecanismo essencial para a morte de células danificadas que podem levar à doença, incluindo aquelas que formam células tumorais cancerígenas.
Também há evidências de que a autofagia desempenha um papel no aumento da longevidade e do nível de saúde (2).
Por fim, o jejum de 3 horas também melhora a sensibilidade à insulina. A insulina é o hormônio que seu corpo libera quando você inicia o processo de decomposição dos alimentos, para que possa absorver a glicose (açúcar) na corrente sanguínea. A glicose é a fonte de combustível usada pelas células para que elas possam continuar funcionando.
A insulina é vital porque, sem ela, suas células não receberão o sinal para aceitar a glicose na corrente sanguínea. Se o seu corpo perceber que a glicose não está sendo absorvida pelas células, ela será armazenada posteriormente para a forma de gordura corporal.
Quanto mais sensível à insulina você for, menor a probabilidade de sua próxima refeição fraudulenta ir diretamente para sua barriga ou coxas.
Vale lembrar que independente do objetivo que você deseja ao fazer o jejum, é preciso acompanhamento médico.
O jejum de 3 horas pode sim ser muito benéfico para a saúde e vários momentos, inclusive durante tratamento de quimioterapia, no entanto, é fundamental o acompanhamento de um profissional que os resultados sejam positivos.
Agora, se você deseja fazer o jejum de 3 dias visando a perda de peso e uma melhor qualidade de vida, eu tenho um convite especial para você!
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Neste estudo, os pesquisadores descobriram que o jejum intermitente pode regenerar células do pâncreas que foram prejudicadas pelo diabetes. Os resultados mostram que a prática do jejum intermitente pode ser útil para curar o diabetes tipo 1 e tipo 2.
Antes de aprofundar nos benefícios dessa pesquisa, é preciso entender a relação entre o pâncreas e o diabetes.
O pâncreas possui muitas funções em nosso organismo. Na verdade, ele participa de dois sistemas orgânicos diferentes, o sistema endócrino e o sistema exócrino. Neste artigo, vamos explorar mais sua função no sistema endócrino.
O pâncreas é o órgão responsável pela produção do hormônio insulina. E as células que produzem insulina são células beta.

Relação entre pâncreas e Diabetes. Imagem: (Divulgação)
E a insulina é hormônio que ajuda a regular os níveis de açúcar no sangue, auxiliando o transporte de glicose do sangue para as células vizinhas.
No diabetes tipo 1, as células beta que produzem insulina são atacadas pelo sistema imunológico do corpo.
À medida que mais células beta são mortas, o pâncreas luta para produzir insulina suficiente para manter baixos os níveis de açúcar no sangue e os sintomas do diabetes começam a aparecer.
No diabetes tipo 2, o corpo cria resistência à insulina e é necessária mais insulina para reduzir os níveis de glicose no sangue. Como resultado, o pâncreas precisa produzir mais insulina do que normalmente seria necessário.
Se o pâncreas não puder mais produzir insulina suficiente para reduzir os níveis de açúcar, os sintomas do diabetes começarão a aparecer. O diabetes tipo 2 ocorre gradualmente e pode levar até anos para que os sintomas apareçam.
O desenvolvimento adicional de diabetes tipo 2 pode levar à perda de células beta produtoras de insulina no pâncreas, o que pode levar à necessidade de administração de insulina.
No estudo, os ratos foram colocados em uma forma modificada da “dieta de imitação de jejum”.
O teste foi feito durante 30 dias. Nos primeiros cinco dias, os animais receberam uma dieta de baixa caloria, poucas proteínas, pouco carboidrato, mas com muita gordura insaturada. Nos outros 25 dias eles comeram o que quiseram.
Como resultado dessa dieta, os pesquisadores observaram que a dieta regenerou um tipo especial de célula no pâncreas, chamada célula beta.
Ou seja, justamente as células que detectam açúcar no sangue e liberam o hormônio insulina se ficar muito alto.
Valter Longo, da Universidade do Sul da Califórnia, disse: “Nossa conclusão é que, empurrando os ratos para um estado extremo e trazendo-os de volta – passando fome e depois alimentando-os novamente – as células do pâncreas são acionadas para usar algum tipo de reprogramação do desenvolvimento que reconstrói a parte do órgão que não está mais funcionando “.
Enfim, houve benefício tanto para o diabetes tipo 1, quanto para o diabetes tipo 2.
E não é apenas na regeneração do pâncreas que o jejum intermitente é útil.
Há evidencias que mostram o potencial do jejum intermitente na diminuição do processo de envelhecimento, Isso acontece porque o jejum pode aumentar a resistência do corpo ao estresse oxidativo
Além disso, estudos mostram que o jejum intermitente pode ajudar a combater a inflamação, outro fator importante de todos os tipos de doenças comuns.
O jejum intermitente melhora vários fatores de risco diferentes, incluindo pressão arterial, colesterol total e LDL, triglicerídeos sanguíneos, marcadores inflamatórios e níveis de açúcar no sangue.
O jejum tem vários efeitos benéficos no metabolismo que podem levar à redução do risco de câncer. Há também evidências em pacientes com câncer, mostrando que o jejum reduziu efeitos colaterais da quimioterapia.
Com tantos benefícios provavelmente já pensou em praticar o jejum, certo?
Acontece que, mesmo sendo tão benéfico, o jejum precisa de acompanhamento para ser realizado. Isso porque, quando colocado em prática sem super visão pode causar efeitos colaterais graves.
Pessoas idosas, crianças, gestantes e lactantes não devem fazer jejum. Além disso, pessoas com doenças crônicas e até mesmo que tem diabetes, precisa de acompanhamento para conseguir um resultado satisfatório com a prática do jejum.
Isso porém, não significa que você não possa cuidar da sua saúde!
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]]>Foi criada uma rotina alimentar em nossas vidas que começa logo cedo com o café da manhã, sugere comer uma fruta ou um snack antes do almoço. Em seguida, já é o horário de almoçar, logo após, já é o momento de pausa para o lanche da tarde. Daqui a pouco é hora do jantar e para algumas pessoas há ainda ceia…Ufa!
Para cumprir essa rotina alimentar são realizadas pelo menos cinco refeições diariamente. Nenhum animal, a não ser o humano, realiza essa quantidade de refeições por dia. Ou seja, comer tanto assim, não é natural.
Jejuar é uma prática milenar e faz parte de muitas culturas e práticas religiosas. Ao falar sobre os benefícios de jejuar, não é referindo ser benefício, por exemplo, pessoas só terem condições de fazer uma refeição por dia, não é isso!
O objetivo, no entanto, é mostrar que se alimentar de 3 em 3 horas é um mito. E que diferentemente do que muitas pessoas dizem, comer com essa frequência, não vai te proporcionar benefícios ou ajudar emagrecer.

Jejuar é sobre ser saudável
Vamos lá!
Nosso corpo precisa de energia, certo? Pois bem, a principal fonte de energia usada em nosso organismo é um açúcar chamado glicose, que geralmente vem de carboidratos, incluindo grãos, laticínios, frutas, certos vegetais, feijões e até doces.
Ao consumir o açúcar, o fígado e os músculos armazenam a glicose e a liberam na corrente sanguínea sempre que o corpo precisa de energia.
No entanto, durante o jejum, esse processo muda. Isso porque, após aproximadamente 8 horas de jejum, o fígado usará a última de suas reservas de glicose. Nesse ponto, o corpo entra em um estado chamado gliconeogênese, marcando a transição do corpo para o modo de jejum.
Agora, o corpo ainda precisa de energia, porém, a glicose não é mais formada a partir do carboidrato. Então, o corpo aumenta a queima de calorias para cria sua própria glicose usando principalmente gordura.
E aumentar a queima de gordura não é o único benefício de jejuar.
Jejuar também pode ser muito benéfico para o cérebro e para a memória.
Foi realizado um estudo para avaliar se a dieta interfere na formação de células neurais, e adivinhe! Foi relatado que a neurogênese, ou seja, a produção de células neurais pode ser melhor quando há a restrição alimentar.
Além disso, o estudo apontou que jejuar pode ser útil para déficits de memoria relacionados à idade. Justamente por isso, a pratica do jejum tem sido indicada para pessoas que sofrem de Alzheimer.
Outra descoberta significativa é que a restrição alimentar, ou seja, o jejum, aumenta a resistência dos neurônios, aumenta a produção de novas células neurais e ainda contribui para a diminuição da morte de células recém-produzidas.
O autor do estudo, afirma:
Nossos dados são a primeira evidência de que a dieta pode afetar o processo de neurogênese, bem como a primeira evidência de que a dieta pode afetar a produção de fatores neurotróficos. Essas descobertas fornecem informações sobre os mecanismos pelos quais a dieta afeta a plasticidade cerebral, o envelhecimento e os distúrbios neurodegenerativos.
E o melhor é que para perceber esses benefícios não precisa de muito esforço.
Uma maneira simples de jejuar é aproveitar as horas de sono.
Você provavelmente dorme de sete a oito horas por noite, certo? Então, para fazer um jejum de 12 horas, por exemplo, basta acrescentar algumas horas de jejum antes de dormir ou logo que acordar.
Assim, você pode fazer a última refeição às 20:00, dormir e fazer a primeira refeição somente depois das 08:00 da manhã.
Se você tem o hábito de comer assim que acorda, pode ser um pouco mais difícil, no entanto, continue jejuando. Com o tempo se tornará fácil e você poderá aumentar as horas de jejum.
Lembrando que, é muito importante o acompanhamento de um profissional. Como você pode observar seu corpo usa as reservas de gordura para transformar em energia, então é preciso que haja gordura o suficiente que seja benefícios. Caso contrário, o jejum pode proporcionar efeitos contrários.
Isso porém, não significa que você deverá comer muito mais gordura. Por isso, o acompanhamento com um nutricionista será muito útil. Assim, ele poderá te auxiliar qual o melhor tipo de jejum, e quais as melhores refeições.
Além de jejuar é fundamental fazer boas escolhas alimentares, afinal de nada adianta jejuar 18 ou 20 horas e comer alimentos açucarados, ricos em gorduras ruins, sódio, farinha banca e por ai vai…
Por isso, o que eu sempre indico, antes de colocar o jejum em prática, é aprender a fazer boas escolhas. E isso, eu ensino em meu programa DETOX 7 DIAS.
Eu desenvolvi um programa alimentar para te ajudar a eliminar tudo o que não presta da sua vida.
Abraços e fique com Deus!!
Dr. Juliano Pimentel
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Então é possível otimizar a perda de gordura comendo menos refeições?
Sim, e o jejum intermitente pode ser uma estratégia útil. Entenda como isso é natural e pode ser feito por qualquer pessoa desde que seja acompanhada por um médico ou profissional de saúde apto. Pacientes diabéticos devem ter muito cuidado antes de iniciar qualquer modificação em sua dieta!
Assista ao vídeo para saber mais!
Abraços e fique com Deus.
Dr. Juliano Pimentel.
]]>Se você enfrenta esse tipo de problema, então não perca esse artigo e tire as dúvidas.
Veja aqui as 15 principais razões que dificultam o emagrecimento, mesmo após reduzir o consumo de carboidratos.
Não deixe de ler e compartilhar.
Não consegue emagrecer mesmo cortando os carboidratos e entrando na dieta low carb? Veja agora quais são as possíveis razões:
A perda de peso não é um processo linear.
Se você se pesa todos os dias, vai perceber que há dias em que o seu peso baixa, e que em outros dias ele aumenta.
Isso não significa que a reeducação alimentar não está funcionando.
Muitas pessoas perdem peso na primeira semana em que cortam os carboidratos, mas a perda de peso diminui significativamente após essa fase inicial.
Naturalmente, perder peso não é o mesmo que perder gordura.
É possível, especialmente se você pratica atividades físicas, que na verdade esteja ganhando músculos ao mesmo tempo em que perde gordura.
Por isso, não se baseie apenas no que a balança te mostra. Ela mente!
Use uma fita métrica para medir a circunferência da cintura, e veja a porcentagem de gordura corporal medida todos os meses.
Algumas pessoas são mais sensíveis aos carboidratos do que outras.
Se você aderiu à alimentação low carb e ainda assim não perdeu peso, procure orientação médica e discuta sobre a possibilidade de baixar ainda mais o consumo de carboidratos por dia.

Dieta Low Carb: O cortisol prejudica a perda de peso. Imagem: (Divulgação)
Comer de forma saudável e praticar exercícios não é tudo.
Visite o médico para ter certeza que o seu organismo está funcionando de forma ideal; inclusive a saúde hormonal.
Estar estressado o tempo todo mantém o corpo em um estado constante de “luta ou fuga” – com níveis elevados de hormônios do estresse, como o cortisol.
O cortisol pode aumentar a sua fome e o desejo por comidas pouco saudáveis, ele ainda impede que o corpo queime gordura (1, 2).
Se você quer reduzir o estresse, tente praticar meditação e exercícios de respiração profunda. Faça atividades que possam ajudar no relaxamento.
Uma dieta low carb é mais do que apenas diminuir a ingestão de carboidratos. Você tem que substituir os carboidratos por alimentos de verdade e nutritivos.
Jogue fora todos os produtos processados, como barras de cereais, que não são alimentos reais e não são bons para a saúde.
Prefira sempre carnes, peixes, ovo, legumes e gorduras saudáveis, se você precisa perder peso.
Consumir gordura saudável de forma equilibrada também é importante. Se você tentar cortar carboidratos e gordura, vai sentir muita fome.
Comer uma dieta apenas com proteína também é uma ideia ruim. Diminuir o consumo de carboidratos, e focar sua dieta em proteínas e gorduras saudáveis é o melhor caminho para entrar em cetose, que é um processo de queima de gordura.
Nozes são alimentos de verdade. Elas também são ricas em gordura; as amêndoas, por exemplo, têm cerca de 70% de calorias como gordura.
No entanto, é fácil você exagerar nas porções. O consumo excessivo pode aumentar as calorias ingeridas.
Uma das razões que dificultam o emagrecimento envolve dormir pouco.
O sono é incrivelmente importante para a saúde. Estudos mostram que a falta de sono correlaciona-se com ganho de peso e obesidade (3, 4).
A falta de sono aumenta a fome, fazendo com que você coma mais, mesmo que esses alimentos sejm low Carb (5). Dormir pouco também aumenta o cansaço físico e mental, e pode desmotivar a prática de exercícios e a alimentação saudável.
O sono é um dos pilares da saúde. Se você está fazendo tudo certo, mas não dorme corretamente; então os resultados do seu emagrecimento não serão tão bons como o esperado.
Algumas dicas para melhorar o sono:
Outro alimento que pode causar problemas para algumas pessoas são os laticínios.
A composição de aminoácidos na proteína láctea pode elevar os níveis de insulina no sangue. As proteínas lácteas podem aumentar a insulina tanto quanto o pão branco (6, 7).
Mesmo que você tolere bem os produtos lácteos, comê-los com frequência pode prejudicar a sua saúde e emagrecimento.
Neste caso, evite o leite, queijo e iogurte. Dê preferência aos alimentos derivados do kefir e de leite vegetal.
Os alimentos derivados do kefir, como queijo, iogurte e cream cheese, por exemplo; são extremamente saudáveis, ajudam no emagrecimento e podem ser consumidos por quem é intolerante à lactose.
O exercício é fundamental para a saúde física e mental.
Exercícios a longo prazo e de forma regular; ajudam a perder peso, melhoram a saúde metabólica, aumentam a massa muscular, resistência física e disposição.
Mas é importante fazer o tipo certo de exercício.
Levantamento de peso – melhora a saúde hormonal e aumenta a massa muscular, que ajuda a perder peso a longo prazo.
HIIT – Treino Intervalado de Alta Intensidade, é uma excelente forma de cardio, ajuda a perder gordura, melhora o metabolismo e aumenta os níveis de hormônio do crescimento humano.
Caminhadas – ser ativo e fazer algum trabalho de baixa intensidade como caminhar é uma ótima ideia.

Dieta Low Carb: Adoçantes são prejudiciais. Imagem: (Divulgação)
Os adoçantes artificiais podem afetar nossos níveis de apetite.
Vários estudos mostram que eles afetam o apetite negativamente, em alguns casos fazendo com que as pessoas comam mais calorias gerais (8, 9).
Ele também aumenta o ganho de peso a longo prazo (10, 11)
Evite os adoçantes e outros alimentos industrializados da sua alimentação.
Corte também o consumo de açúcar. Se você quer entender melhor os malefícios do açúcar, preencha o formulário no final deste artigo e tenha acesso a um Guia GRATUITO sobre o assunto.
Muitos distúrbios hormonais e doenças podem prejudicar a perda de peso, como o hipotireoidismo; ou causar o aumento de gordura corporal.
Consulte o seu médico explique a sua dificuldade para perder peso.
Comer de 3 em 3 horas não facilita a perda de peso, e isso ainda pode estimular o consumo excessivo de alimentos (12, 13).
O jejum intermitente pode ser uma boa opção para aumentar o metabolismo e a perda de peso.
Algumas pessoas sofrem com a compulsão alimentar.
Se você comete “pequenas fraudes” durante as refeições, como dar uma “escorregada” nas comidas porcarias e processadas, isso pode arruinar o seu progresso.
Caso você não consiga se controlar perto de alimentos não saudáveis, procure ajuda especializada.
Preste atenção à quantidade de comida e calorias que você consome diariamente. Você precisa comer menos calorias do que gasta em um dia.
Perder peso leva tempo.
Perder 1-2 quilos por semana é um objetivo realista.
Algumas pessoas vão perder peso mais rápido do que isso, outros menos.
Mas também é importante ter em mente que nem todos tem o mesmo biotipo, e que nem todos conseguem atingir o corpo de modelo fitness.
As dietas em si não costumam ser permanentes, a menos que envolvam mudanças verdadeiras na alimentação e no estilo de vida.
O que pode acontecer, é você parar a dieta e ganhar todo o peso perdido novamente.
Por isso, eu sempre indico a reeducação alimentar para os meus pacientes e seguidores, ao invés da dieta. A alimentação de verdade deve se tornar um hábito, pautada em alimentos nutritivos e não em contar calorias.
Cortar os carboidratos, principalmente os refinados, da sua alimentação é saudável e pode te ajudar a emagrecer.
Mas se você já está em uma dieta low carb e mesmo assim sente dificuldade de perder os quilinhos indesejados, você pode estar sabotando o seu emagrecimento.
Neste caso, é bom rever suas atitudes e procurar orientação médica.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
]]>Tudo depende do seu comprometimento e responsabilidade.
Esqueça as dietas mirabolantes e restritivas, que vão deixar o seu corpo com deficiências nutricionais e depois fazer você engordar tudo de novo.
Confira algumas dicas úteis que eu preparei para te ajudar, e mãos à obra!
Não de ler e compartilhar!
O primeiro passo é entender que a barriga, o excesso de gordura é a consequência de algo que não está funcionando bem.
O que quero dizer com isso, é que é preciso eliminar as causas do acúmulo de gordura. E como fazer isso?

Uma boa parte da gordura que você vai perder com uma dieta segura e exercícios, virá da gordura abdominal.
Afinal, desinchar o organismo é um dos pontos principais, já que a retenção de líquido aumenta o peso e impede que as toxinas sejam eliminadas (1).
Para isso:
Ao perder o excesso de líquido corporal, é reduzido também, os níveis de insulina e o excesso de carboidratos armazenados do organismo.
Isso acontece porque, o seu organismo só consegue reter cerca de 300-500 gramas de carboidratos, em um processo chamado de glicogênio. O glicogênio armazenado retém cerca de 3 vezes esse peso em água (2).
E ao reduzir os níveis de insulina, os rins recebem apoio para eliminar o excesso de sódio armazenado, evitando assim, a retenção de líquido.
O excesso de carboidratos engorda e além disso, causa diversos problemas para a saúde.
Por outro lado, a proteína controla o apetite e com isso você acaba comendo menos. Outro benefício da proteína está em acelerar o metabolismo e queimar gordura rápido.
Ou seja, se você deseja perder barriga de forma efetiva, nada de pães, bolos, biscoitos, batata frita, e outros alimentos ricos em carboidratos.
Além disso, elimine o consumo de alimentos que sejam ricos também em amido e açúcares refinados.
Aumente a ingestão de alimentos proteicos. Os alimentos ricos em proteínas são quinoa, carne vermelha, frango, semente de abóbora, camarão, couve de Bruxelas e por fim, ovo.
Que tal começar a dieta low carb?
Deseja perder barriga? Então nada de comer alimentos industrializados, processados, embalados e os demais que só ajudar em 2 coisas: fazer você engordar e causar doenças.
Digo isso, porque esses alimentos causam retenção de líquidos, gordura visceral, cansaço, deficiência de nutrientes e um monte de outros problemas que você quer ficar longe.
Aqui no meu site você encontra diversas dicas saudáveis e deliciosas de alimentos, que vão ajudar você a perder peso e cuidar da saúde.
Exercícios para perder barriga com a duração mínima de 1 hora, são (1):
Além desses, você ainda pode adaptar os seus exercícios e atividades físicas com o treino HIIT (Treino Intervalado de Alta Intensidade), que é um método de treino muito eficaz, e pode ser de grande ajuda para o seu corpo queimar gordura.
Esse treino ajuda a queimar gordura até 2 dias após os exercícios.
Pesquisas na área da saúde afirmam que os resultados podem ocorrer de 5-10 minutos de exercícios, e são 5 vezes mais eficazes que os métodos de exercícios tradicionais, por exemplo.
Para isso, você precisa alternar um treino curto de alta intensidade com períodos de recuperação menos intensos e mais longos.
Outras dicas de exercícios :
5 Exercícios para Afinar a Cintura
O jejum intermitente é uma ótima opção para perder barriga. Ele não é somente um método de dieta, mas um estilo de vida (3).
Ele reduz o consumo de calorias, além disso, impulsiona o metabolismo e traz diversos benefícios para a saúde.
Mas para ele ser eficaz, precisa consumir alimentos nutritivos e de baixo carboidrato ao quebrar o jejum, não adianta comer fast food, carboidratos vazios e farinha refinada após iniciar o jejum.
Se você ainda não conhece como funciona o jejum intermitente, confira esse artigo sobre os mitos do jejum intermitente.
Se você já estive familiarizada com o Jejum Intermitente, pode optar por fazer exercícios em jejum.
A dieta low carb oferece a direção para consumir menos carboidratos e mais alimentos proteicos.
Ela ajuda na perda de peso rápido, reduz a fome, melhora os níveis de insulina no corpo, reduz o risco de Síndrome Metabólica, entre outros benefícios.
Alguns dos alimentos low carb estão:
Essas são algumas dicas de dietas e exercícios para quem deseja perder barriga, mas também proteger a saúde.
A perda de peso eficaz é aquela que ajuda você a manter o peso ideal, e não aquela que restringe os alimentos e depois você ganha todos os quilos perdidos de volta.
A mudança no estilo de vida faz toda a diferença, e é isso o que eu aconselho para os meus pacientes e leitores.
Mude a forma como você encara a comida e o seu corpo.
Não viva para comer, mas coma para viver.
E lembre-se: se você costuma comer alimentos industrializados e processados, está à um passo ver a sua saúde minguar aos poucos.
Para ter saúde é preciso estar em equilíbrio. Para entrar nesse estado você precisa eliminar alguns hábitos que te fazem mal e acrescentar hábitos que te fazem bem.
Isso é em relação a atividades, alimentação e até mesmo a pessoas.
Por isso, te convido a conhecer o D7D. Meu program detox que vida deixar sua vida em equilíbrio. E como consequência você perde alguns quilos extras.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
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Cada vez mais estudos mostram que o jejum intermitente é uma opção de tratamento para diabetes.
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De fato, mudanças no estilo de vida são fundamentais no manejo e tratamento para diabetes. Mas essas mudanças por si só, nem sempre podem controlar os níveis de glicose no sangue. E se você pensar em uma cirurgia bariátrica está sempre envolta de muito risco.
Por outro lado, os remédios podem administrar os sintomas e ajudar a evitar complicações. Mas não conseguem curar a doença.
Por isso, cada vez mais, estudos têm associado o jejum intermitente no tratamento para diabetes. Já que, é possível perder peso e controlar a insulina.
Foi realizado um estudo com três homens diabéticos (1). Antes do estudo, os homens participaram de seminários de nutrição, que lhes deram informações sobre o desenvolvimento da doença, ou seja, seus efeitos sobre o corpo e como usar a dieta para controlar o diabetes.
Então, os cientistas pediram que dois deles jejuassem por 24 horas a cada dois dias, enquanto o terceiro jejuava por 3 dias por semana. Durante os dias de jejum, os homens podiam beber bebidas de baixa caloria, como água, chá ou café. Além disso, eles poderiam comer uma refeição de baixa caloria à noite.
O estudo durou 10 meses no total, e os três homens seguiram seu cronograma sem encontrar quaisquer dificuldades. Após o período de jejum, a equipe mediu seu peso e glicemia.
Os resultados revelaram uma melhoria significativa. Todos os três perderam peso, a glicose no sangue foi menor, e eles foram capazes de parar de usar insulina após um mês desde o início do tratamento.
Em um caso, a pessoa parou depois de apenas 5 dias.
Dois dos homens também interromperam todas as drogas diabéticas, enquanto o terceiro participante parou 3 de 4 remédios.
Os autores concluíram que o jejum intermitente pode ajudar pessoas com diabetes, mas o estudo foi limitado a três participantes. Por isso, mais pesquisas são necessárias para confirmar esses achados, mas são encorajadores.
Esta série de casos mostrou que os regimes de jejum de 24 horas podem reverter significativamente ou eliminar a necessidade de medicação diabética.
A comida que comemos é quebrada por enzimas em nosso intestino e acaba sendo moléculas em nossa corrente sanguínea (2, 3).
Carboidratos, particularmente açúcares e grãos refinados (pense em farinhas brancas e arroz), são rapidamente transformados em açúcar, que nossas células usam para energia (4).

Chás para jejum intermitente no tratamento de diabetes
Se nossas células não usarem tudo isso, armazenamos em nossas células adiposas como gordura.
Mas o açúcar só pode entrar em nossas células com insulina, um hormônio produzido no pâncreas. A insulina traz açúcar para as células adiposas e a mantém lá.
Entre as refeições, contanto que não comamos, nossos níveis de insulina diminuirão e nossas células adiposas podem liberar o açúcar armazenado para ser usado como energia. Nós perdemos peso se deixarmos nossos níveis de insulina diminuírem.
Toda a ideia do JI é permitir que os níveis de insulina diminuam o suficiente e por tempo suficiente para que possamos queimar nossa gordura.
A primeira coisa que você precisa saber é que existem diferentes maneiras de fazer o jejum intermitente, que basicamente não é comer por certos períodos de tempo.
Por exemplo, você pode restringir seu consumo de comida a apenas oito horas por dia – por exemplo, das 11h às 19h – e não comer mais nada pelas outras 16 horas (5, 6).
Ou você pode ter apenas uma refeição por dia e depois jejuar por 24 horas.
Outra abordagem é comer normalmente em alguns dias da semana, enquanto reduz significativamente as calorias em outros dias.
O jejum faz parte da cultura humana há milhares de anos. A maioria das principais religiões encoraja seus crentes a restringir a ingestão de alimentos durante certos períodos.
O tipo 2 é a forma mais comum de diabetes, representando 85 a 90 por cento dos casos. Geralmente se desenvolve mais tarde na vida e é frequentemente associado ao excesso de peso (7, 8).
Uma das principais características da doença é uma condição conhecida como resistência à insulina. A insulina é um hormônio que move a glicose (açúcar) da corrente sanguínea para as células do corpo, onde é usada como energia. Por uma variedade de razões que não são totalmente compreendidas, os tecidos do corpo não respondem adequadamente à insulina, assim, a glicose se torna elevada na corrente sanguínea.
Níveis de açúcar no sangue mal controlados podem levar a uma série de complicações médicas. Afinal, aumentam o risco de ataque cardíaco, acidente vascular cerebral, insuficiência renal, cegueira, bem como, amputação de membros.
Diabetes é frequentemente tratado com medicamentos para tornar o corpo mais sensível à insulina. Alguns pacientes também tomam insulina adicional para completar a quantidade produzida por seus próprios corpos.
Porém, podemos considerar que essas alternativas de tratamento não são as mais indicadas. Já que, os medicamentos usados para limpar o açúcar da corrente sanguínea acabam sobrecarregando as células com glicose, que é transformada em gordura. Ou seja, mesmo que o açúcar no sangue melhore, você ganha peso e o diabetes só piora.
Sendo assim, as células são resistentes à insulina porque já estão preenchidas ao máximo com glicose. A resistência à insulina é como uma mala cheia de roupas. Você não pode conseguir mais roupas sem tirar algumas.
Ou seja, períodos de jejum permitem que o corpo elimine o excesso de açúcar e, em seguida, as células se tornem responsivas à insulina mais uma vez.
Além do mais, é fundamental também incentivar os pacientes a modificarem suas dietas. Ou seja, reduzam os carboidratos refinados, como pão e massa feita com farinha branca, que o corpo rapidamente converte em glicose. Além disso, pode ser adicionando gorduras saudáveis encontradas em abacates, nozes e azeite de oliva.
Uma vez que os estoques de glicose estão esgotados, o que acontece após o jejum prolongado, o corpo se desloca para a queima de gordura como combustível.
Jejuando regularmente, os pacientes tendem a perder peso. Sendo assim, a resistência à insulina é superada e eles podem reduzir ou mesmo parar de tomar seus medicamentos para diabetes.
De fato, o jejum precisa ser acompanhado por um profissional. E durante os períodos de jejum o ideal é que o paciente consuma bebidas de baixas calorias. Se você pretende iniciar a prática do JI, confira as receitas de chás.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
]]>Entre as funções que a insulina desempenha, está o transporte do açúcar no sangue para dentro das células, que é transformando em energia.
A insulina alta pode levar a sérios problemas de saúde, como obesidade, doenças cardíacas e câncer.
Isso também faz com que as células se tornem resistentes aos efeitos do hormônio.
Quando você se torna resistente à insulina, o pâncreas produz ainda mais insulina, criando um ciclo vicioso, que engorda e acaba com a saúde.
Vamos quebrar esse círculo?
Então não deixe de conferir e compartilhar este artigo.
A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas, que permite a entrada de glicose (açúcar) nas células para ser transformada em energia (1).
Esse hormônio ajuda a glicose a entrar nas células do corpo. Se a glicose não consegue entrar nas células, acumula-se na corrente sanguínea. E quando não é tratada, a glicemia alta causa complicações a longo prazo (2).
Com os níveis elevados de insulina, o açúcar permanece no sangue.
Quanto maior for a presença da insulina no sangue, ocorre o bloqueio do acesso ao uso de gordura do corpo como fonte de energia e, consequentemente, mais gordura é armazenada.
Ela ocasiona também o desejo de consumir mais calorias e fome constante.
Veja aqui 14 dicas para diminuir seus níveis de insulina no sangue.

Insulina Alta: Invista nas proteínas. Imagem: (Divulgação)
Dos três macronutrientes – carboidratos, proteínas e gordura – os carboidratos são os que mais aumentam os níveis de açúcar no sangue e a insulina.
Por esta e outras razões, dietas de baixo teor de carboidratos (low carb) são eficazes para pessoas que buscam perder peso e controlar a diabetes (3).
Muitos estudos confirmaram sua capacidade de diminuir os níveis de insulina e aumentar a sensibilidade à insulina, em comparação com outras dietas.
Pessoas com condições de saúde caracterizadas pela resistência à insulina, como síndrome metabólica e síndrome do ovário policístico (SOP); podem sofrer uma diminuição eficaz da insulina com a restrição de carboidratos na alimentação (4).
O vinagre de maçã é eficiente prevenção de picos de insulina no sangue após as refeições.
Pesquisas apontam que isso ocorre devido a capacidade do vinagre em adiar o esvaziamento do estômago, levando a uma absorção mais gradual do açúcar na corrente sanguínea e prevenindo o pico de insulina (5).
Embora o pâncreas libere quantidades diferentes de insulina dependendo do tipo de alimento que você come, comer em excesso pode levar à hiperinsulinemia (pico de insulina).
Este fator é especialmente preocupante em pessoas obesas com resistência à insulina (6).
Consumir menos calorias é eficaz para aumentar a sensibilidade à insulina, e diminuir os níveis dela em indivíduos com sobrepeso e obesos.
É essencial evitar o açúcar refinado para abaixar seus níveis de insulina.
A frutose, encontrada em açúcar, mel, xarope de milho de alta frutose e xarope de agave, também precisam ser evitados.
Frutas com alto teor de frutose podem ser substituídas por frutas baixas em frutose.
O açúcar promove a resistência à insulina, e os níveis desse hormônio no sangue (7).
Ou seja, não adianta substituir o açúcar por mel ou adoçantes.
Escolha substitutos naturais do açúcar.
Se comprometer com a prática de atividade física regular possui ótimos efeitos na redução da insulina.
O exercício aeróbio é especialmente eficaz no aumento da sensibilidade à insulina em pessoas obesas ou com diabetes tipo 2.
Há também pesquisas mostrando que o treinamento de resistência pode ajudar a diminuir os níveis de insulina em adultos mais velhos e sedentários.
Combinar a prática de exercícios aeróbicos e de resistência é a maneira mais eficaz de melhor a sensibilidade à insulina e seu nível no sangue (8).
A canela é uma especiaria repleta de antioxidantes que melhoram a sua saúde. Ela pode aumentar a sensibilidade à insulina e diminuir os níveis do hormônio no sangue (9).
Incluir até uma colher de chá (2 gramas) de canela a sua dieta por dia pode fornecer vários benefícios para a saúde.
Carboidratos refinados são uma parte importante da dietas de muitas pessoas atualmente.
No entanto, consumi-los regularmente pode levar a vários problemas de saúde. Que incluem ficar com a insulina alta no sangue, e ganho de peso (10).
Além disso, carboidratos refinados têm um índice glicêmico alto.
O índice glicêmico (GI) é uma escala que mede a capacidade de um alimento específico para aumentar o açúcar no sangue.
A carga glicêmica leva em conta o índice glicêmico de um alimento, bem como a quantidade de carboidratos digeríveis contidos em uma porção.
Carboidratos refinados incluem branco, farinha de trigo, biscoitos, bolachas, arroz branco, macarrão e massas.
Se o seu objetivo é reduzir os níveis de insulina, é importante viver um estilo de vida ativo.
Um estudo feito com mais de 1.600 pessoas descobriu que aqueles que eram os mais sedentários foram quase duas vezes mais propensos a ter síndrome metabólica do que aqueles que realizaram atividade física moderada (11).
Levantar-se e caminhar, ao invés de ficar sentado por longos períodos, é uma maneira eficiente de manter seus níveis de insulina moderados após uma refeição.
O jejum intermitente é uma maneira muito eficaz de perder peso.
Pesquisas sugerem que jejuar reduz a insulina alta, de maneira tão eficaz quanto a restrição calórica diária.
Um estudo descobriu que as mulheres obesas perderam peso, e tiveram outras melhorias de saúde depois de realizar o jejum intermitente (12).
O jejum de dia alternado significa que você vai cortar drasticamente as calorias um dia e comer normalmente no dia seguinte.
Esse processo é eficaz para reduzir os níveis de insulina no sangue.
A fibra solúvel fornece uma série de benefícios para a saúde, incluindo a perda de peso e reduz os níveis de açúcar no sangue (13).
Ela promove a saciedade e impede que o açúcar no sangue, e a insulina aumentem muito rápido após uma refeição.
A fibra solúvel também ajuda a alimentar as bactérias amigáveis que vivem no cólon, que melhoram a saúde intestinal e reduzem a resistência à insulina.
Entre os alimentos com fibra solúvel estão: legumes, laranja, abacate, aspargos, batata doce, entre outros.
A gordura da barriga, também conhecida como gordura visceral, está ligada a vários problemas de saúde.
Ela promove inflamação e resistência à insulina, que impulsiona a hiperinsulinemia (14).
Diminuir a gordura da barriga, aumenta a sensibilidade à insulina e baixa os níveis dela (15).
Existem várias coisas que você pode fazer para perder gordura da barriga de forma eficaz, que ajudam a diminuir os níveis de insulina.
Outra forma de evitar a insulina alta, é por tomar chá verde. Ele é uma bebida incrivelmente saudável.
Contém quantidades elevadas de um antioxidante conhecido como galato de epigalocatequina (EGCG).
Ele ajuda no combate a resistência à insulina (15).
Se você quer perder peso e diminuir a glicose no sangue, inclua o chá verde à dieta.
Peixes gordos como salmão, sardinha, cavala, arenque e anchovas, fornecem proteínas de alta qualidade e são fontes de gorduras de cadeia longa ômega-3, que possuem vários benefícios à saúde.
Eles reduzem a resistência à insulina em pessoas com obesidade, diabetes gestacional e Síndrome do Ovário Policístico (16).
Consumir proteína adequada nas refeições, é benéfico para controlar o peso e a insulina alta (17).
Porém, é necessário consumir de forma equilibrada, o excesso de proteína estimula a produção de insulina de modo que os músculos possam absorver aminoácidos.
Espero que este artigo tenha aberto os seus olhos para os problemas que os níveis elevados de insulina trazem para a saúde.
Aumente a sensibilidade à insulina, e equilibre os níveis desse hormônio para facilitar a perda de peso, reduzir o risco de doenças e aumentar a qualidade de vida.
Para quem prefere, o conteúdo deste artigo está disponível também em vídeo a seguir. Basta dar o play!
Fique com Deus!
Dr Juliano Pimentel.
]]>Indivíduos propensos à obesidade podem não responder ao aumento dos níveis de leptina, da mesma forma que os indivíduos não obesos; isso pode relacionar a obesidade a uma possível “resistência à leptina“.
Estudos apontam que ela pode ativar a queima de gordura corporal.
Mas como a leptina pode ajudar na queima de gordura?
Não deixe de ler e compartilhar!
Leptina é um hormônio que interage com áreas do cérebro que controlam a fome, e o comportamento alimentar.
O apelido de “hormônio da fome” foi dado à leptina porque seus níveis caem quando alguém restringe demais a ingestão de calorias, se exercita mais e perde gordura corporal. Estes são todos os fatores envolvidos no chamado “modo de fome”.
Ela notifica o seu cérebro se você comeu o suficiente ou se a sua ingestão de energia precisa aumentar.
No seu peso ideal, as células adiposas (gordas) produzem uma quantidade determinada de leptina, que mantém o equilíbrio energético interno necessário para a função celular e o controle de peso.
E se você leva uma alimentação pobre em nutrientes preste atenção!!
Muitos especialistas acreditam que comer uma dieta altamente processada, e rica em açúcar é a condição perfeita para o desenvolvimento da resistência à leptina.
Mesmo que alguém seja geneticamente suscetível a ganho de peso ou obesidade, é essencial evitar que isso aconteça, especialmente comendo uma dieta nutritiva, fazendo bastante exercício e tomando medidas para gerenciar o estresse.
Uma série de fatores podem influenciar os níveis de leptina e grelina, incluindo:
O principal regulador da produção de leptina é a gordura corporal (ou tecido adiposo). Os níveis mudam dependendo do seu peso atual, especialmente sua porcentagem de gordura corporal.
Produzida principalmente por adipócitos (células de gordura); razão pela qual os níveis de leptina geralmente aumentam quando alguém ganha mais gordura corporal, e diminui quando alguém perde peso, regula o sistema reprodutivo, glândula tireoide, glândulas adrenais e a produção de hormônio do crescimento.
O aumento de peso geralmente faz com que os níveis do “hormônio da fome” aumentem, e isso prejudica a perda de peso.
Mas este não é o caso da resistência à leptina, o que pode contribuir para um ciclo vicioso de ganho de peso.
Essa resistência pode significar a necessidade mais alimentos do que o necessário para ter saciedade, devido ao cérebro não receber a mensagem de saciedade.
Mas você agir para que esse hormônio trabalhe a seu favor!
Escolhas dietéticas, hábitos e mudanças de estilo de vida que eu vou mostrar a seguir, podem ajudar a regular os níveis de leptina e permitir que você mantenha o peso corporal saudável.
Alimentos de verdade e ricos em nutrientes, são as melhores opções para melhorar a sensibilidade à leptina (1).
A palabilidade dos alimentos refere-se ao gosto e a sensação providos por vários alimentos e bebidas; enquanto a recompensa alimentar, refere-se ao prazer e ao valor momentâneo de um alimento no momento em que está sendo consumido.
Tanto a palatabilidade dos alimentos como a recompensa alimentar, têm um grande impacto nas vias neurais que controlam a ingestão de calorias.
Os aspectos gratificantes dos alimentos e o sabor são controlados por circuitos do sistema nervoso central, que também controlam leptina e grelina.
Quando um alimento é denso em calorias e altamente processado, provoca alterações químicas no cérebro que aumentam o desejo de comer.
Os alimentos que mais interferem nos níveis normais de leptina e grelina são aqueles que são ricos em grãos refinados, açúcar adicionado, gorduras insalubres, sabores artificiais ou edulcorantes e outros ingredientes sintéticos; especialmente quando vários desses atributos são combinados.
Exclua os doces, bolos, rosquinhas, biscoitos, chocolate, sorvetes, refrigerantes e bebidas açucaradas, pizza, pão branco, hambúrgueres, batata frita, carnes processadas, entre outros.

Queima de Gordura: Alimentos Ricos em Proteínas. Imagem: (Divulgação)
Alimentos que aumentam a saciedade e ajudam a ação da leptina:
Fibras– especialmente todos os tipos de legumes frescos e cozidos) – e alto teor de água, pois eles fornecem muitos nutrientes.
Alimentos ricos em proteínas – Uma vez que a proteína ajuda a controlar a fome e retém a massa muscular magra, o aumento da ingestão de proteínas pode ajudá-lo a comer menos em geral e manter seu metabolismo.
Inclua proteína em cada refeição, como iogurte de kefir, carne alimentada com capim, peixe selvagem, ovo, aves de capoeira, e legumes.
Gorduras saudáveis - As gorduras são mais densas em calorias, mas são necessárias para a absorção de nutrientes e para controlar hormônios da fome.
Tente incluir pelo menos uma pequena dose de gordura saudável com todas as refeições, como o azeite de coco ou azeite, abacate, nozes, sementes ou gorduras encontradas naturalmente em produtos de origem animal, como carne ou ovos.
Quem já me conhece sabe que eu sou um grande defensor do jejum, e com motivo!
Várias formas de jejum intermitente, incluindo alimentação com restrição de tempo, foram associadas com melhorias na sensibilidade à leptina e ajudam na perda de gordura.
Os especialistas acreditam que o jejum pode ajudar a controlar a inflamação, o que contribui para o equilíbrio energético e proteção contra a obesidade.
Um estudo encontrou evidências de que o jejum intermitente combinado com o treinamento de resistência poderia melhorar os biomarcadores relacionados à saúde, diminuir a massa gorda e manter a massa muscular.
O exercício é uma das melhores maneiras de construir massa muscular magra, melhorar o seu metabolismo e aumentar a sensibilidade à leptina (do mesmo modo como melhora a sensibilidade à insulina).
À medida que o nível de atividade física aumenta, sua velocidade metabólica e sua capacidade de regular a leptina também aumentam.
Mesmo em pessoas que parecem ter uma predisposição genética ao ganho de peso, o exercício ainda pode ser altamente eficaz.
Ao construir força e massa muscular, o exercício ajuda a desviar as calorias de serem armazenadas como gordura corporal para que elas possam ser usadas para crescer e reparar o tecido magro.
Também promove a liberação de hormônios de crescimento, adrenalina e testosterona, todos os quais permitem que a gordura seja usada como energia em vez de armazenada.
O ideal é fazer pelo menos 30 minutos de exercícios por dia.
De preferência uma combinação de exercícios aeróbicos e de fortalecimento. Tente incorporar o Treinamento Intervalado de alta intensidade (treino HIIT) para maximizar os benefícios metabólicos.
Ao cuidar da alimentação, praticar jejum e se exercitar você mantém a leptina em níveis adequados e consegue queimar gordura com mais facilidade!
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
]]>Pois então, você está praticando Jejum Intermitente! E, como eu venho falando, o jejum não necessariamente é ruim, existem muitos benefícios quando ele é feito corretamente. Eu explico mais sobre o assunto no vídeo. Confira!
O jejum intermitente é atualmente uma das tendências de saúde e atrai muitas pessoas da área fitness. Isso acontece, devido aos benefícios que ele pode trazer. As pessoas se utilizam desta técnica para perder peso, melhorar a saúde e simplificar o seu estilo de vida saudável.
Muitos estudos indicam que o jejum pode ter efeitos poderosos sobre seu corpo e cérebro, e pode até mesmo ajudar viver mais e com mais qualidade de vida.
O jejum intermitente (JI) é um termo usada para nomear um padrão alimentar que se alterna entre períodos de jejum e alimentação.
Os métodos de jejum intermitentes comuns envolvem jejuns diários de 16 horas, ou jejum por 24 horas, duas vezes por semana (1).
Muitos ainda temem jejuar, mas essa técnica é na verdade bastante natural. Além do mais pode ser iniciada com o simples fato de não tomar café da manhã.
Basta pensar, os seres humanos fizeram jejum durante a evolução. Às vezes era feito por falta de comida, por questões religiosas, como o Islamismo, o Cristianismo e o Budismo, por exemplo (2).
Quando você reflete sobre o assunto, entende que nossos antepassados não tinham supermercados, geladeiras ou alimentos disponíveis durante todo o ano.
Às vezes eles não conseguiam encontrar nada para comer. Sendo assim, nossos corpos evoluíram para poder funcionar sem comida por longos períodos de tempo. Ou seja, jejum soa bem mais natural do que comer de 3 em 3 horas.
Nós já fazemos jejum durante o sono, por exemplo. Então, o jejum intermitente pode ser tão simples quanto prolongar esse jejum um pouco mais.
Você pode fazer isso simplesmente ao não tomar café da manhã. Ou seja, comendo sua primeira refeição ao meio-dia e sua última refeição às 20:00.

Se você não tomar café da manhã, precisa saber o que comer.
Fazendo isso, você faz jejum por 16 horas todos os dias e restringe a sua alimentação a uma janela alimentar de 8 horas (período do dia em que você pode comer).
Esta, por exemplo, é a forma mais popular e simples de jejum intermitente, conhecido como o método 16/8.
Nenhum alimento é permitido durante o período de jejum. Mas, você pode beber água, café, chá e outras bebidas naturais não calóricas (sem adicionar açúcar ou adoçantes, é claro).
Porém, não se esqueça que para ter efeitos positivos, de não tomar café da manhã para fazer o JI você deve se alimentar corretamente durante as janelas alimentares.
Além disso, prefira sempre alimentos de verdade, como carnes, frutas e verduras. Por isso, esqueça de vez os alimentos industrializados, açucarados e processados.
Por último, pessoas com problema de saúde, ou que sentem dificuldade em jejuar devem sempre procurar orientação médica antes de iniciar a prática.
É natural passar por esse estágio, já que o nosso organismo é inteligente e consegue se adaptar bem às mudanças alimentares, e mudanças no estilo de vida.
Mas o que fazer para sair do efeito platô, e emagrecer os quilos necessários para ter mais saúde e o peso ideal nesse verão?
Para descobrir, preste atenção ao meu artigo.
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Efeito Platô: Dieta low carb, Macarrão de Abobrinha. Imagem: (Divulgação)
Se você está sofrendo por não conseguir sair do efeito platô, eu trago dicas simples e práticas para te ajudar! Mas não se esqueça de consultar o médico e verificar como estão os níveis dos seus hormônios, como os da tireoide.
Eles também podem influenciar na sua dificuldade para continuar perdendo peso.
Agora veja algumas dicas úteis e práticas para sair do efeito platô.

Pode parece óbvio ter que cortar os carboidratos em excesso das refeições, para conseguir emagrecer, certo? Mas muitas pessoas ainda cometem deslizes que fazem toda a diferença no resultado final e na balança.
Dietas baixas em carboidratos são efetivas para a perda de peso, e possuem a comprovação de especialistas. Então não adianta achar que comer pizza somente no final de semana não fará diferença no seu peso, por que vai.
Quer sair do efeito platô? corte os carboidratos, e pare de se sabotar! Substitua alimentos preparados com farinha branca, e outros alimentos ricos em carboidratos, por opções saudáveis e de baixo carb, como o macarrão de abobrinha.
Especialistas defendem que essa mudança ajuda a impulsionar o metabolismo, ajudar a queimar calorias com mais facilidade, diminuir a fome pela produção de cetonas (1).
Sim, a frequência e a intensidade dos exercícios físicos fazem toda a diferença para sair do efeito platô.
A taxa metabólica geralmente cai quando o corpo perde peso; e com isso o emagrecimento pode ser mais difícil.
Porém, as atividades físicas podem neutralizar esse efeito. Mas como? O treino de resistência pode ajudar a reverter essa estagnação.
Ele ajuda na retenção de massa muscular, e isso é essencial para a queima de calorias que você queima durante o repouso do treino de resistência (2,3).
Outras boas opções são os exercícios aeróbicos e o Treino HIIT (Treinamento de Intervalos de Alta Intensidade).
As proteínas precisam sempre estar em suas refeições.
Ela ajuda a aumentar a taxa metabólica (e como você percebeu, é essencial manter a taxa metabólica alta), ela ajuda na queima de gordura.
Consumindo proteínas você ajuda o seu corpo a produzir hormônios que controlam a fome; e a evitar a perda de massa corporal durante o emagrecimento.
A eficácia do jejum intermitente no emagrecimento saudável e em outros benefícios, foi comprovada por pesquisas científicas.
Esse estilo de vida, ajuda você a consumir menos calorias, perder peso, acelerar o metabolismo e a manter a massa muscular.
Veja o meu artigo Jejum para Iniciantes.
Quer sair do efeito platô? Então hidrate-se. Beba água gelada, água de coco, água saborizada, suco Detox, chás termogênicos.
Mas fuja das bebidas industrializadas, elas vão sabotar você.
A água ajuda a acelerar o metabolismo, perder peso, repõe a água perdida durante as atividades do dia, mantém o bom funcionamento do organismo.
Você já começou a reeducação alimentar? Excluiu alimentos processados, açúcar refinado, glúten, alimentos ricos em carboidratos, alimentos industrializados e ricos em conservantes?
Ou consome esses alimentos de vez em quando, sem que ninguém perceba?
Acredite, manter esse tipo de alimentação vai estacionar o seu emagrecimento, além de causar problemas sérios de saúde como obesidade, problemas cardíacos, diabetes, pressão alta, entre outros.
A reeducação alimentar vai incluir fibras, vitaminas, minerais e outros nutrientes importantes para a perda de peso e a saúde do seu organismo.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
]]>Entenda que a dieta e o jejum intermitente são diferentes. No jejum intermitente você restringe as calorias por um tempo limitado e curto, voltando a comer normalmente após isso; os alimentos indicados para o consumo são ricos em nutrientes e saudáveis.
Pesquisas mostram que o jejum intermitente pode até mesmo acelerar o seu metabolismo. Já a dieta que restringe calorias por um período maior de tempo, semanas ou meses.
Este artigo mostra se as dietas que restringem calorias pode beneficiar ou não a sua saúde.
Não deixe de ler e compartilhar.
Será que dietas que restringem calorias podem ser prejudiciais?
Uma caloria é definida como a quantidade de energia térmica necessária, para elevar a temperatura de 1 grama de água por 1°C .
No entanto, é mais provável que você pense em calorias como a unidade de medida para a quantidade de energia que seu corpo recebe dos alimentos e bebidas que consome.
Seu corpo precisa de calorias para funcionar, e usa-as para sustentar três processos principais (1):
>> Taxa metabólica basal (BMR): Refere-se ao número de calorias necessárias para cobrir as funções básicas, incluindo o bom funcionamento do cérebro, rins, coração, pulmões e sistema nervoso.
>> Digestão: O corpo usa um certo número de calorias para digerir e metabolizar os alimentos que você come. Isso também é conhecido como o efeito térmico dos alimentos (TEF).
>> Atividade física: Refere-se ao número de calorias necessárias para alimentar a execução de tarefas diárias e exercícios.
Mas comer mais calorias que o corpo precisa para manter o bom funcionamento, fará você ganhar peso, principalmente na forma de gordura corporal.
Comer menos calorias que o corpo requer, leva à perda de peso (2).
Este conceito de equilíbrio calórico é o que faz com que tantas pessoas busquem perder peso por restringir a ingestão de calorias (5).
No entanto, restringir calorias demais pode prejudicar a saúde.
Pode ocorrer a queda no metabolismo.
Vários estudos mostram que dietas de baixa caloria, podem diminuir o número de calorias que o corpo queima em até 23% (8).
Além disso, este metabolismo mais baixo pode persistir muito tempo depois que a dieta com restrição calórica é interrompida.
Pesquisadores afirma que a queda do metabolismo pode explicar parcialmente porque mais de 80% das pessoas, recuperam o peso logo após interromper a dieta com restrição calórica (10).
Elas causam a perda muscular (11).
Esse problema pode ser potencializado em dietas baixas em proteínas, e que não incluem exercícios físicos.
Aumentar ligeiramente a ingestão de proteína, e adicionar exercícios de resistência à sua rotina de exercícios é essencial para evitar a perda de massa muscular (14).
Pode causar fadiga e tornar mais desafiador atender às necessidades diárias de nutrientes que o corpo precisa.
Por exemplo, dietas com restrição calórica podem não fornecer quantidades suficientes de ferro, folato ou vitamina B12. Isso pode levar à anemia e fadiga extrema (16, 17).
Essa dietas também podem limitar o consumo de outros nutrientes, incluindo:
>> Proteína: Não comer alimentos ricos em proteínas como carne, peixe, ovos, nozes e sementes pode causar perda de músculos, queda de cabelo e unhas frágeis (25).
>> Cálcio: Não comer alimentos ricos em cálcio, como lácteos e folhas verdes pode reduzir a resistência óssea e aumentar o risco de fraturas (26).
>> Biotina e tiamina: Uma baixa ingestão de leguminosas, ovos e nozes pode limitar a ingestão dessas duas vitaminas B, resultando potencialmente em fraqueza muscular, perda de cabelo e pele escamosa (27).
>> Vitamina A: A vitamina A presente em alimentos como peixe, verduras folhosas ou frutas e vegetais cor de laranja, evitam o enfraquecimento do sistema imunológico, danos permanentes aos olhos (29).
>> Magnésio: Uma ingestão insuficiente de nozes e folhas verdes pode causar fadiga, enxaquecas, cãibras musculares e ritmos anormais do coração (30).
Para evitar a fadiga e deficiências de nutrientes, evite restringir excessivamente as calorias e coma uma variedade de alimentos de verdade, e não alimentos processados.
Outro malefício inclui danos à fertilidade. A capacidade de ovular depende dos níveis hormonais e eles precisam de nutrientes para manter o funcionamento hormonal.
É necessário um aumento nos níveis de estrogênio e de hormônio luteinizante (LH), para que a ovulação ocorra.
Uma pesquisa mostrou que os níveis de LH, dependem em parte do número de calorias disponíveis na dieta da mulher (31, 32).
Consequentemente, estudos mostram que a função reprodutiva é suprimida em mulheres que comem 22-42% menos calorias do que são necessárias para manter o peso (33).
Uma ingestão insuficiente de calorias também pode reduzir os níveis de estrogênio, afetando negativamente a saúde óssea e cardíaca (34).
Sinais de fertilidade reduzida podem incluir ciclos menstruais irregulares ou a falta deles.
No entanto, distúrbios menstruais sutis podem não ter quaisquer sintomas, por isso eles podem exigir um exame médico mais aprofundado para ser diagnosticado (37).
Consumir poucas calorias pode enfraquecer os ossos. A restrição calórica pode reduzir os níveis de estrogênio e testosterona.
Níveis baixos destes dois hormônios reprodutivos, reduzem a formação óssea e aumentam a avaria dos ossos, resultando em ossos mais fracos (40).
Além disso, a restrição calórica pode aumentar os níveis de hormônio do estresse, que pode levar à perda óssea (44).
A perda óssea muitas vezes é irreversível e aumenta o risco de fraturas (45).
As dietas que restringem calorias, também podem aumentar o risco de infecções e doenças.
A necessidade de calorias varia de pessoa para pessoa, e dependem de fatores como idade, sexo, altura, peso atual e nível de atividade física.
O consumo correto de nutrientes e calorias ajudam a prevenir doenças, e manter o bom funcionamento do organismo.
Por isso, procure orientação médica antes de iniciar qualquer mudança na alimentação.
Quando se trata da perda de peso a longo prazo, a paciência é a chave. É melhor evitar as dietas que exigem que você restrinja severamente suas calorias.
Em vez disso, opte pela reeducação alimentar e na qualidade dos alimentos. Escolha ser mais saudável e feliz hoje, e mude o seu amanhã.
Lembrando a que a dieta low carb, tende a incluir alimentos saudáveis e nutritivos às refeições.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
]]>Tire as dúvidas agora dos mitos sobre jejum intermitente, e veja se ele realmente é uma boa opção.
Não deixe de ler e compartilhar.
O jejum intermitente trata-se de um padrão alimentar com períodos de jejum e alimentação, algo natural e saudável. Desvende quais são os principais mitos relacionados ao jejum e frequência alimentar.
As pessoas acreditam que pular o café da manhã vai aumentar a fome, e provocar o ganho de peso.
No entanto, um estudo publicado em 2014 comparando 283 pessoas obesas e com sobrepeso, um grupo que consumiu café da manhã e outro que fez jejum (1).
Após um período de 16 semanas, não houve diferença de peso entre os grupos.
Este estudo mostra que não faz qualquer diferença para perda de peso, consumir ou não o café da manhã, embora possa haver alguma variabilidade individual (2, 3).
Um dos mitos sobre jejum intermitente ,é que ele prejudica o metabolismo.
Muitas pessoas acreditam que comer mais refeições acelera a taxa metabólica, fazendo o corpo queimar mais calorias em geral.
É verdade que o corpo gasta uma certa quantidade de energia digerindo, e assimilando os nutrientes de uma refeição.
Isto é denominado o efeito térmico do alimento (4). Em média, o efeito térmico dos alimentos está em torno de 10% da ingestão calórica total.
No entanto, o que importa aqui é a quantidade total de calorias consumidas, não quantas refeições você come.
Comer seis refeições de 500 calorias, tem exatamente o mesmo efeito que comer três refeições de 1000 calorias.
Dado um efeito térmico médio de 10%, é de 300 calorias em ambos os casos. Vários estudos mostram que o aumento ou diminuição da frequência das refeições não tem efeito sobre o total de calorias queimadas (5).
Algumas pessoas acreditam que comer várias vezes ao dia, ajuda a evitar a fome excessiva.
Apesar de alguns estudos sugerirem que fazer mais refeições leva à redução da fome, outros estudos não apresentam efeitos e mostram aumento dos níveis de fome (6, 7, 8).
Um estudo que comparou 3 refeições ricas em proteínas com 6 refeições ricas em proteínas, descobriu que as 3 refeições foram melhores para reduzir a fome (10).
Não há evidência que confirma que comer mais, reduz a fome para todas as pessoas. Vai depender do histórico de saúde de cada indivíduo e dos alimentos.
As refeições frequentes não aumentam o metabolismo.
Elas também não reduzem a fome. Se comer com mais freqüência não tem nenhum efeito sobre a equação do equilíbrio de energia; ela também não influencia na perda de peso.
A maioria dos estudos mostrou que a frequência das refeições não tem efeito sobre a perda de peso (11,13).
Pessoalmente, eu acho um inconveniente parar para comer tantas vezes, tornando ainda mais difícil manter uma dieta saudável.
Algumas pessoas acreditam em outro mito sobre jejum intermitente: que precisam comer carboidratos a cada poucas horas, para que o cérebro continue funcionando corretamente.
Isso é baseado na crença que o cérebro só pode usar glicose (açúcar no sangue) como combustível.
Mas o corpo pode facilmente produzir a glicose que precisa, através de um processo chamado de gliconeogênese (14).
O corpo armazena glicogênio (glicose) no fígado, para ser usado como energia ao cérebro quando for necessário.
Mesmo durante jejum a longo prazo, o corpo pode produzir corpos cetônicos de gorduras dietéticas (15). Eles podem fornecer energia para parte do cérebro, reduzindo significativamente sua necessidade de glicose.
Assim, durante um jejum prolongado, o cérebro pode facilmente sustentar-se usando corpos cetônicos e glicose produzida a partir de proteínas e gorduras.
No entanto, algumas pessoas relatam que se sentem hipoglicêmicos, quando não comem por um tempo.
Se isto se aplica a você, procure orientação médica antes de mudar sua alimentação.

Mitos Sobre Jejum Intermitente: Não é natural estar sempre alimentado. Imagem: (Divulgação)
Não é natural para o corpo estar sempre alimentado. Quando os seres humanos estavam evoluindo, precisaram superar períodos de escassez de vez em quando.
Há evidências de que o jejum de curto prazo induz um processo de reparação celular chamado autofagia, onde as células usam proteínas antigas e disfuncionais como energia (16).
A autofagia pode ajudar na prevenção do envelhecimento precoce, e de doenças como Alzheimer (17, 18).
A verdade é que jejum de vez em quando possui vários benefícios para a saúde metabólica (19, 20, 21).
Estudos que sugerem que comer frequentemente, pode ter efeitos negativos para a saúde e aumentar o risco de doenças.
Por exemplo, um estudo descobriu que, combinada com uma alta ingestão calórica, uma dieta com refeições mais frequentes causou um aumento maior na gordura hepática (22).
Um dos mitos sobre jejum intermitente é que ele pode colocar seu corpo em “modo de fome”.
De acordo com as alegações, não comer faz seu corpo pensar que está morrendo de fome, por isso, desliga o seu metabolismo e impede que você queime gordura.
É verdade que a perda de peso a longo prazo, pode reduzir a quantidade de calorias que você queima. Este é o verdadeiro “modo de fome” (o termo técnico é termogênese adaptativa) (25).
Este é um efeito real, e pode diminuir muito as calorias queimadas por dia. No entanto, isso acontece com a perda de peso em geral, não importa o método que você usa.
Não há evidência de que isso aconteça mais com o jejum intermitente, do que com outras estratégias de perda de peso.
Estudos comprovam que o jejum à curto prazo aumenta a taxa metabólica.
Isto é devido a um drástico aumento dos níveis sanguíneos de norepinefrina (noradrenalina), que sinaliza as células de gordura para quebrarem a gordura corporal, e estimular o metabolismo (26, 27).
Estudos mostram que jejuar por até 48 horas pode aumentar o metabolismo em 3,6-14% (28). No entanto, se você jejuar muito mais que isso, o efeito pode reverter e o metabolismo pode diminuir (29, 30).
Há quem diga que só podemos digerir 30 gramas de proteína por refeição, e que devemos comer a cada 2-3 horas para maximizar o ganho muscular.
No entanto, isso não é apoiado pela ciência. Estudos não mostram diferença na massa muscular se você comer proteína em doses mais frequentes (31, 32).
Alguns acreditam que o jejum pode colaborar para a perda de músculos.
É verdade que isso acontece com dietas em geral, mas não há nenhuma evidência de que isso acontece mais com o jejum intermitente do que outros métodos.
Alguns estudos sugerem que o jejum intermitente é melhor para manter a massa muscular.
Em um estudo de revisão, o jejum intermitente causou uma quantidade semelhante de perda de peso comparado com a restrição calórica contínua, mas muito menos redução na massa muscular (34).
Um dos grandes mitos sobre jejum intermitente diz que ele prejudica a saúde, mas isso é mentira. Vários estudos mostram que o jejum intermitente traz diversos benefícios para a saúde.
Por exemplo, jejum intermitente muda a expressão de genes relacionados à longevidade e proteção contra doenças (35, 36).
Traz também grandes benefícios para a saúde metabólica; como melhora da sensibilidade à insulina, redução do estresse oxidativo e inflamação e redução de vários fatores de risco para doenças cardíacas (41).
O jejum também ajuda contra a depressão e vários outros problemas cerebrais (42).
Alguns afirmam que o jejum intermitente não causa perda de peso, porque faz com que você coma em excesso durante os períodos de alimentação.
Depois de um jejum, as pessoas tendem a comer um pouco mais. Em outras palavras, elas compensam as calorias “perdidas” durante o jejum comendo mais durante as próximas refeições.
No entanto, o jejum intermitente reduz a ingestão alimentar global enquanto estimula o metabolismo (45). Também reduz os níveis de insulina e aumenta o hormônio de crescimento humano até 5 vezes (47, 48).
Devido a esses fatores, jejum intermitente faz você perder gordura, não ganhar peso.
De acordo com um estudo de revisão feito em 2014, jejuar por 3-24 semanas causa perda de peso corporal de 3-8%, e uma diminuição de 4-7% na gordura da barriga (49).
Na verdade, o jejum intermitente é uma das ferramentas mais poderosas do mundo para perder peso.
Dizer que jejuar faz você comer demais e ganhar peso é mentira.
Jejum intermitente traz vários benefícios para o seu organismo, e é perfeitamente seguro para pessoas saudáveis.
Agora que desvendamos os mitos sobre jejum intermitente, caso você queira começar a jejuar, procure orientação médica.
Mas mesmo que você consuma de vez em quando alguns alimentos naturais, e pratique o jejum, não é bastante para garantir a boa saúde e prevenir doenças.
E se você costuma comer alimentos industrializados e processados, está à um passo ver a sua saúde minguar aos poucos.
Pensando em ajudar pessoas como você eu desenvolvi um e-book para ajudar você a fazer essa transformação alimentar; com todas as informações que você precisa e um guia passo a passo para implementar.
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Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
]]>Se você não estiver familiarizado com o assunto, talvez pense que esse pode ser um método de emagrecimento radical.
Falando sobre o jejum, eu gosto de mencionar o jejum intermitente, é considerado um estilo de vida saudável.
Nesse artigo eu vou falar sobre as indicações, benefícios e precauções para quem deseja aderir aos exercícios em jejum.
Não deixe de ler e compartilhar.
A prática de atividades físicas e exercícios ajudam o seu corpo a manter-se ativo, e ajuda a perder as calorias extras.
Não se deixe levar pelo sedentarismo e pela vida corrida das cidades, mexa-se.
Fazendo atividades físicas em jejum, você melhora vários aspectos da sua vida, e previne a obesidade, que aumenta de forma preocupante a cada ano (1, 2).
Eu tenho o hábito de realizar exercícios físicos em jejum; o jejum intermitente faz parte da minha vida (3, 4).
Estudos comprovam que fazer exercícios aeróbicos (cardio), é uma das formas mais eficazes de exercícios para perder a gordura localizada na barriga.
Ainda não saíram resultados conclusivos sobre qual deve ser a intensidade dos exercícios, mas sabemos que os exercícios regulares são benéficos para a saúde do corpo e da mente (5).
Os exercícios em jejum, ajudam a perder peso e aumentar da sensibilidade à insulina; ou seja, as atividades físicas possibilitam que as células utilizem o açúcar disponível na corrente sanguínea, para gerar a energia necessária para o corpo.
Isso também possibilita as contrações musculares.
Caso você tenha algum problema em controlar o açúcar no sangue, é importante fazer exames de rotina para medir os níveis de açúcar no sangue.
Prestar atenção aos níveis de açúcar no sangue, ajuda a descobrir como o corpo reage às diferentes atividades, e em manter os níveis de açúcar controlados (6).
Ao aliar o jejum com os exercícios físicos, você possibilita que as gorduras corporais que estão armazenadas, sejam usadas como energia (7).
Outro benefício de praticar exercícios em jejum, é o aumento da produção do hormônio HGH (Hormônio do Crescimento Humano) que é produzido pela glândula pituitária.
Esse hormônio traz benefícios como:
Uma das formas de aumentar a produção desse hormônio é perdendo gordura corporal, pois a gordura corporal está intimamente relacionada à produção do hormônio HGH (11, 12, 13,14).
Com o sobrepeso ou com excesso de gordura abdominal você prejudica a produção do hormônio HGH, e ainda aumenta as probabilidades de desenvolver doenças graves (15).
Está comprovado que esse tipo de gordura é a mais perigosa que existe, e envolve o surgimento de muitas doenças.
O jejum intermitente também pode otimizar os níveis do hormônio HGH de várias maneiras; pois ajuda na queda de gordura corporal (16).
Nem todas as pessoas podem usar esse método de emagrecimento e estilo de vida.
Para pessoas que estão abaixo do peso ou que possuem histórico de transtornos alimentares; fazer o jejum pode ser perigoso, e não é recomendado a menos que seja feito com acompanhamento médico.
Mulheres que estão tentando engravidar, que receberam um diagnóstico de infertilidade, no período de amamentação ou grávidas; também não devem fazer o jejum a menos que conversem antes com o seu médico.
Antes de decidir aderir ao jejum e aos exercícios consulte o seu médico, e saiba que apenas isso não é o bastante para manter a saúde e emagrecer.
Para impedir que o seu corpo ganhe toda aquela gordura perdida, é essencial iniciar e manter a reeducação alimentar.
Dedique mais tempo para você e a saúde todos os dias, mesmo que seja alguns minutos.
A reeducação alimentar, vai ajudar a mudar os hábitos ruins de alimentação, e a substituir os alimentos processados e repletos de açúcares adicionados, sódio e carboidratos por alimentos de verdade e naturais.
Pensando hoje na sua saúde você garante um futuro com qualidade de vida e mais feliz.
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Dr. Juliano Pimentel
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]]>Será que é possível perder peso rapidamente, sem sentir fome e ao mesmo tempo acelerar o metabolismo?
Neste artigo vou mostrar algumas dicas que podem ajudar você a conquistar uma qualidade de vida melhor, e a perder de peso rápido.
Não deixe de ler e compartilhar.

Perder Peso Rápido: Fuja do Açúcar. Imagem: (Divulgação)
Uma forma básica e saudável de perder peso rápido é por reduzir, ou excluir o consumo de açúcares adicionados da alimentação.
A parte mais importante para o emagrecimento saudável é reduzir os açúcares e amidos (carboidratos).
Estes são os alimentos que estimulam a secreção de insulina em excesso. A insulina é o principal hormônio de armazenamento de gordura no corpo.
Quando a insulina cai, a o corpo começa a queimar gorduras em vez de carboidratos, para produzir energia.
Outro benefício da redução da insulina é que os rins desintoxicam o excesso de sódio e água do corpo, o que reduz o inchaço e o peso desnecessário da água (1, 2).
Não é difícil perder peso logo na primeira semana cortando açúcar e carboidratos.
Um estudo comparou mulheres obesas que faziam low-carb, com outras que restringiram o consumo de gordura (3).
O grupo low-carb comeu até sentir saciedade, mas o grupo que comeu menos gorduras ainda sentia fome.
Ou seja, cortar os carboidratos pode fazer você comer menos calorias automaticamente, e sem passar fome (4).
Reduzir a insulina coloca a perda de gordura em “piloto automático”.

Perder Peso Rápido com Alimentação Certa. Imagem: (Divulgação)
Outra forma eficaz de perder peso rápido, é por incluir alimentos ricos em proteínas, gorduras saudáveis e vegetais, na alimentação.
Cada uma de suas refeições deve incluir uma fonte de proteína, uma fonte de gordura e vegetais low-carb.
Fontes de Proteínas incluem:
>> Carne: Carne de boi, frango, porco, cordeiro, bacon, etc.
>> Peixes e frutos do mar: Salmão, truta, camarão, lagosta, etc.
>> Ovos.
O consumo de proteínas pode acelerar o seu metabolismo (5, 6).
Dietas ricas em proteínas também podem reduzir os pensamentos obsessivos sobre os alimentos em 60%, reduzir o desejo de lanches noturnos pela metade (8, 9).
Quando se trata de perder peso, a proteína é o rei dos nutrientes.
Também é importante incluir nas refeições os legumes Low-Carb:
>> Brócolis;
>> Couve-flor;
>> Espinafre;
>> Couve;
>> Repolho;
>> Acelga;
>> Alface;
>> Pepino;
>> Aipo.
As gorduras saudáveis também devem aparecer nas suas refeições:
>>Banha de porco;
>> Azeite;
>> Óleo de coco;
>> Óleo de abacate;
>> Manteiga.
Não tenha medo de comer gordura.
A melhor gordura para cozinhar é o óleo de coco. Ele é rico em gorduras chamado Medium Chain Triglycerides (MCTs).
Essas gorduras promovem a saciedade e podem aumentar ligeiramente o metabolismo (10, 11).
Não há nenhuma razão para temer essas gorduras naturais, novos estudos mostram que a gordura saturada não aumenta o risco de doença cardíaca (12, 13).
Saia do sedentarismo. Exercite-se, pratique algum tipo de esporte ou exercício físico.
Você pode ir à academia 3-4 vezes por semana. Fazer aquecimento, levantar pesos e, em seguida, fazer cardio.
Ao levantar pesos, você vai queimar algumas calorias e evitar que o seu metabolismo desacelere, que é um efeito colateral comum da perda de peso (14, 15).
Estudos sobre dietas de baixo teor de carboidratos, mostram que você pode ganhar massa enquanto perde quantidades significativas de gordura corporal (16).
Veja algumas opções de exercícios:
Mas sempre procure orientação profissional, antes de realizar exercícios de alta performance e para obter resultados melhores.
Para perder peso rápido e de forma saudável não é necessário contar calorias; desde que diminua o consumo de carboidratos e invista nas proteínas, gorduras e vegetais de baixo teor de carboidratos.
No entanto, se você realmente quiser, existem aplicativos excelentes que ajudam a acompanhar a quantidade de calorias que você consome e em praticar atividades físicas.
Aqui estão mais 10 dicas que podem te ajudar a perder peso ainda mais rápido:
Nos primeiros dias após cortar os carboidratos, algumas pessoas estranham as sensações.
Como o seu corpo usou a queima de carboidratos durante todos estes anos, pode levar algum tempo para ele se acostumar a queimar gordura.
Mas essa sensação ruim deve passar em alguns dias. Depois disso, a maioria das pessoas se sente muito bem e com energia.
A dieta low carb também melhora a sua saúde de muitas outras maneiras:
É mais fácil manter uma alimentação pobre em carboidratos, que uma alimentação pobre em gordura.
É fundamental e indispensável conversar com o seu médico antes de fazer alterações na sua alimentação, além do acompanhamento constante.
Ao reduzir carboidratos e baixar os níveis de insulina, muda o seu ambiente hormonal e faz com que seu corpo e seu cérebro “queira” perder peso.
Isso reduz o apetite.
E de maneira geral, a low carb é muito mais que uma dieta, é uma reeducação alimentar, que ensina a comer alimentos saudáveis.
Escolha a melhor forma de viver! Coma alimentos naturais e fuja dos industrializados!
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
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Conhecido como bile ou bílis, ela faz parte do nosso organismo e manter o bom funcionamento dela é essencial para a saúde.
Ela faz parte dos agentes de limpeza do corpo, assegurando que tudo que não possui mais utilidade ou é prejudicial seja eliminado.
A vesícula biliar mantém a bile produzida no fígado, até que seja necessária para digerir alimentos gordurosos no duodeno do intestino delgado.
A bílis na vesícula biliar pode cristalizar e formar cálculos biliares, que podem tornar-se dolorosos e potencialmente fatais.
Nesse artigo explicarei mais sobre a importância da bílis.
Não deixe de ler e compartilhar!

Bílis e a Saúde. Imagem: (Divulgação)
Existem duas funções fundamentalmente importantes da bílis: (1)
O fígado secreta constantemente a bile, até 1 litro em um período de 24 horas, mas a maior parte é armazenada na vesícula biliar.
Este órgão só pode conter 30 a 60 ml de bile, e é capaz de armazenar as grandes quantidades de bile do fígado concentrando-a. Além disso, a vesícula biliar é capaz de conseguir isso por reabsorção de água, sódio, cloreto e outros eletrólitos através do forro.
Os outros constituintes da bile, como os sais biliares, colesterol, lecitina e bilirrubina, permanecem na vesícula biliar.
A vesícula biliar funciona como um vaso de armazenamento para a bílis, produzida pelo fígado.
A bílis é produzida por células de hepatócitos no fígado, e passa através dos canais biliares para o ducto cístico.
Do ducto cístico, ela é empurrada para a vesícula biliar pelo peristaltismo (contrações musculares que ocorrem em ondas ordenadas).
Ela é então lentamente concentrada pela absorção de água, através das paredes da vesícula biliar.
A vesícula biliar armazena a bílis concentrada, até que seja necessário digerir a próxima refeição.
As células do fígado (hepatócitos) produzem bile que se acumulam e drenam para dentro do ducto hepático.
A partir daqui, pode entrar no intestino delgado para atuar sobre as gorduras viajando pelo ducto biliar comum, ou pode entrar na vesícula biliar através do ducto cístico, onde é armazenado.
O fígado fabrica entre 600 ml e 1 litro de bile em um dia. À medida que a bile viaja pelos dutos, o revestimento destas passagens, secreta íons de água, sódio e bicarbonato na bile, diluindo-a.
Essas substâncias adicionais ajudam a neutralizar o ácido do estômago, que entra no duodeno com alimentos parcialmente digeridos do estômago.
Os sais biliares são constantemente reciclados no corpo. E por isso, são secretado no duodeno juntamente com outros compostos como bile.
Ele se liga com lipídios para formar micelas e eventualmente retorna para a corrente sanguínea. Mas, ao passar pela cirurgia do portal, os sais biliares entram no fígado.
Para depois atravessar os seios venosos do fígado e é absorvido pelas células do fígado (hepatócitos).
Está pronto para ser segregado novamente pelas células do fígado para fazer a bile. Isso permite que mais de 90% dos sais biliares sejam reciclados dessa maneira (circulação enterohepatica da bile), e após cerca de 15 ciclos, é descartado nas fezes.
O fígado, no entanto, produz constantemente pequenas quantidades de sais biliares para reabastecer as quantidades que não podem ser re-circuladas.
A vesícula biliar tem que concentrar a bile, para que possa armazenar os sais biliares e os resíduos da bile do fígado. Isso orque, ele transporta ativamente o sódio através da mucosa da vesícula biliar.
Os outros constituintes, como água, cloreto e eletrólitos, em seguida, difundem através do revestimento da vesícula biliar.
Ao fazer isso, a bile da vesícula biliar é 5 a 20 vezes mais concentrada do que a bile do fígado.
Neste ponto, a bílis da vesícula biliar é composta principalmente de sais biliares e menores volumes de bilirrubina, colesterol, lecitina e outros eletrólitos permanecem na vesícula biliar.
Os cálculos biliares são massas duras de sais biliares, pigmentos e colesterol que se desenvolvem dentro da vesícula biliar.
Estas massas sólidas se formam quando os componentes da bile cristalizam.
Crescendo lentamente ao longo de muitos anos à medida que ocorre maior cristalização, inclusive os cálculos podem atingir uma polegada de diâmetro.
A maioria dos cálculos biliares permanece na vesícula biliar e é inofensiva, mas podem ser expulsos da vesícula biliar com a bile e potencialmente bloquear o pescoço da vesícula biliar ou um dos ductos biliares.
No entanto, o bloqueio da vesícula biliar ou ducto cístico pode resultar em colecistite, uma inflamação dolorosa da vesícula biliar.
Pior ainda, o bloqueio do ducto biliar comum pode resultar em icterícia e danos no fígado, enquanto o bloqueio da ampola de Vater pode levar à pancreatite.
Tanto o dano no fígado como a pancreatite são condições potencialmente fatais.
Dessa maneira, após conhecer a importância da sua bílis é essencial garantir o bom funcionamento dela. Por isso, invista em uma alimentação de verdade e pratique exercícios físicos.
Como melhorar a produção da bílis (4).
2-Hidratação
3-Manter o peso ideal
4-Alimentos saudáveis
Eles ajudam na produção da bílis: beterraba, aipo, toranja, pepino, cenoura, rabanete, alcachofra, aspargo e limão, por exemplo.
5-Ervas
6-Limão e vinagre de maçã
9-Alimentos ricos em clorofila
10- Alimentos ricos em fibras
11-Controle o estresse
12-Alimentos ricos em magnésio
Cuide de você agora e viva melhor no futuro, escolha uma vida mais saudável.
Evite alimentos como:
Por isso, busque a alimentação saudável como essa descrita acima para cuidar da bílis, como as sementes, legumes, alimentos que ajudem a produzir bílis, brócolis, sementes, probióticos, alimentos desintoxicantes, repolho, nozes, fibras e magnésio (6).
E não se esqueça de conversar com o seu médico para saber qual é a melhor escolha alimentar. Afinal, a escolha depende do seu histórico médico.
Conheça os SUCOS DETOX que selecionei, neste material. Ao desintoxicar seu organismo a produção de bílias por desintoxicar o organismo você ajudará no funcionamento da sua bílis.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
Pensando em pessoas como você que buscam uma forma de emagrecimento efetiva e saudável, é que eu eu decidi falar sobre a Dieta HCG, famosa dieta que aponta a perda de peso efetiva e que pode eliminar de 1 a 2 quilos por dia.
Não conhece essa dieta? Então vem comigo que eu vou explicar o ponto de vista da ciência.
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O HCG ou gonadotropina coriônica humana (1), é um hormônio que está presente no organismo da mulher em níveis elevados no início da gestação; ele serve para a produção de hormônios como a progesterona e o estrogênio, que são importantes para o desenvolvimento do feto e do embrião (2).
Ele também é usado para tratar problemas de fertilidade em homens e mulheres (3).
Pessoas que levantam a bandeira dessa dieta, afirmam que ela é benéfica e eficiente por aumentar o metabolismo e ajudar a perder grandes quantidades de gordura corporal, isso tudo sem você passar fome (4,5).
Porém, essa dieta é considerada por muitas pessoas como extrema, e perigosa devido aos seus resultados.
A Dieta HCG foi testada a primeira vez em 1954, por um médico britânico chamado Albert Simeons. Hoje os produtos dessa dieta são vendidos em várias formatos como em injeções, pellets e gotas orais.

A Dieta HCG gera a perda de peso, porém, depois de vários estudos especialistas concluíram que a perda de peso é consequência da dieta ultra baixa em calorias, e não o hormônio HCG (6,7,8,9).
Não foram encontrados dados que apoiem que o hormônio HCG corta, ou reduz a fome de quem é adepto a ele.
E não existe outros benefícios comprovados da dieta, além da perda de peso.
A maioria dos produtos HCG disponíveis no mercado não são confiáveis, não possuem o hormônio HCG; apenas as injeções são capazes de elevarem os níveis sanguíneos desse hormônio, e não os produtos vendidos online.
Falando dos efeitos colaterais no organismo incluem as dores de cabeça, fadiga e depressão, além de fazer com que o seu corpo perca massa muscular, e em consequência reduza a capacidade do organismo em perder calorias (10).
Os níveis elevados de HCG no sangue pode ser um sintoma para vários tipos de câncer, como o placentário, câncer de ovário e o testicular (11).
Já o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, o FDA (Food & Drug Administration) considera esse método de dieta como fraudulento, arriscado e ilegal, reprovando totalmente o seu uso (12,13).
Antes de praticar qualquer tipo de dieta, pense que emagrecer com saúde é o que vai fazer a diferença na sua vida e na vida da sua família.

Dieta HCG x Emagrecer com Saúde (Foto: Ilustração)
Se você precisa ou simplesmente quer emagrecer, existem métodos para o emagrecimento saudável.
Mas o que adianta você fazer dietas e mais dietas e gastar com diversos produtos para emagrecimento, se você não mudar a forma como se alimenta?
Sem as mudanças hábitos alimentares, todo o peso perdido com dietas voltará no futuro.
A minha dica é que você opte por cortar alimentos processados e açucarados do seu cardápio, ingerir mais água e por consequência hidratar o seu corpo. Se alimentando com produtos da natureza que são mais saudáveis.
Aposte em formas que auxiliem a sua perda de peso de forma saudável e responsável, assim melhorando a sua qualidade de vida.
Veja como funciona o Jejum Intermitente, que faz parte de estilo de vida saudável e eficaz.
Essa forma de alimentação ajuda a perder peso, reduz o risco de várias doenças e aumenta a sua qualidade de vida.
Diversas pesquisas realizadas por especialistas mostram que os efeitos benéficos sobre o metabolismo; que resultam em saúde e perda de peso; são mais eficientes do que a restrição calórica padrão, realizadas nas dietas (14).
O Jejum intermitente pode ajudar as pessoas as perderem de 3 a 8% do seu peso corporal, em um período de 3 a 24 semanas.
Os benefícios vão além do emagrecimento; o jejum intermitente ajuda a acelerar o metabolismo, por exemplo.
Ao invés de tentar dietas milagrosas, invista na alimentação de verdade.
Abraços e fiquem com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
]]>Cuidar da aparência e do corpo é normal e importante para a saúde física e mental; por exemplo: aumenta a autoestima, melhora o humor, além de outros benefícios.
Mas lembre-se: não existem fórmulas mágicas, tudo depende do conjunto de ações saudáveis que você adota para queimar gordura.
Então leia o artigo e aproveite as dicas.
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Queimar Gordura: Saia do Sedentarismo. Imagem: (Divulgação)
A barriga saliente aponta problemas no seu organismo, como a gordura visceral, mau colesterol, diabetes, entre outras doenças.
Para te ajudar a não perder tempo com exercícios que não funcionam, eu trago algumas dicas baseadas na ciência e em pesquisas especializadas na área Fitness e da saúde.
Como ter a barriga chapada de uma vez por todas, sem colocar a saúde em risco?
Você precisa sair do sedentarismo, perder peso e queimar gordura (1).
Consuma menos calorias do que queima em 1 dia; evite o acúmulo de gordura, evite os alimentos industrializados e elimine o excesso armazenado no seu corpo.
Por exemplo: durante os treinos ou queima de gordura, o seu corpo entra em estado catabólico.
Nisso, ele procura por fontes de energia no organismo vindas da sua alimentação; se ele não encontra as calorias para gerar energia, vai se alimentar da gordura corporal presente; e com isso você perde gordura.
Isso pode fazer você perder massa muscular; principalmente se as suas atividades são baseadas em exercícios cardiovasculares de baixa intensidade, como no caso das corridas leves e da esteira.
Então, como prevenir a perda de massa muscular?
Invista na alimentação adequada e mudança de hábitos; como a dieta Low Carb e um estilo de vida saudável como o Jejum Intermitente.
Além disso; é importante investir em estímulos extras para os músculos, que pode ser com treino que evita a perda de massa magra, além de auxiliar o metabolismo.
Um treino saudável e que faz muito sucesso é o Treino HIIT (sigla em inglês para Treinamento Intervalado de Alta Intensidade).
Indicado por profissionais da saúde e autoridades fitness nacionais e internacionais; para quem deseja deixar a barriga chapada, sem prejudicar a saúde (2,3).
Uma das vantagens do Treinamento Intervalado de Alta Intensidade, é que ele produz uma queima acelerada de calorias em pouco minutos, dando resultados efetivos e surpreendentes (4).

Queimar Gordura com o Treino HIIT. Imagem: (Divulgação)
Como funciona o Treinamento Intervalado de Alta Intensidade, ou Treino HIIT?
Ele não é um tipo de exercício físico, mas um modo de treinamento.
Pode ser feito de diversas formas, como por exemplo; ao andar de bicicleta ou correndo. Nele, você alterna o treino intenso com um modo de treino desacelerado de recuperação.
Se você está com a saúde em dia, pode realizar o treino em apenas 20 minutos; com ele o seu organismo precisa de um esforço físico maior.
As pessoas que praticam o Treino HIIT, costumam sentir sintomas como: cansaço, calor e suor em maior escala no pós-treino; podendo durar de alguns minutos até 1 hora.
Isso acontece porque após o treino, o organismo entra no que é chamado de EPOC (sigla em inglês para excesso de consumo de oxigênio após o exercício).
O organismo precisa suprir a necessidade do consumo de oxigênio e calorias, mesmo no pós-treino.
A Universidade de Laval, no Canadá, afirma que o Treino HIIT pode queimar até mesmo 9 vezes mais gordura; comparado a um exercício cardiovascular, sem intervalo e de baixa intensidade.
Ele também queima mais calorias por impulsionar o seu corpo a queimar calorias no pós-treino, diferente do exercício cardiovascular tradicional, que queima as calorias somente durante os exercícios (5).
Foi comprovado que uma série desse treino, faz o seu corpo queimar calorias por até 2 dias. Isso mesmo! eu disse 2 dias.
Essa é uma forma saudável de acabar com a gordura armazenada no corpo. Ele altera o metabolismo e potencializa os seus efeitos para perder gordura acumulada, consequentemente ajuda a deixar a barriga chapada.
Para ser mais efetivo, faça o seu treino sem pausas, tome 2 minutos para se recuperar, e repita a série.
E lembre-se: antes de iniciar treinos ou atividades físicas, visite o médico para avaliar o seu estado de saúde.
Essas dicas são para quem realmente quer uma barriga chapada e ainda cuidar da saúde; porém, você não verá os resultados sem equilibrar o consumo de calorias com a quantidade que você gasta por dia.
Se você consumir mais calorias do que consegue gastar; todo o esforço será em vão, e ao invés de uma barriga chapada, vai continuar com a frustração das gordurinhas abdominais, e pior, com a saúde em risco.
Tome a decisão de mudar isso hoje!
Mantenha o foco em comer equilibradamente; excluir os alimentos industrializados, processados, embutidos e açucarados da sua alimentação e fuja do glúten; substitua essas porcarias alimentares por comida de verdade.
Lembrando que a alimentação correta também é importante no pós-treino.
Mas se você quer mesmo transformar a sua saúde e manter o peso ideal; precisa dar atenção ao seu estilo de vida e alimentação. Não basta consumir de vez em quando alguns alimentos naturais.
Se você come alimentos industrializados, têm mais chances de engordar e ter problemas de saúde.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
]]>Os sintomas de gastrite podem provocar muito estrago na área estomacal.
É comum que os pacientes com gastrite sofram episódios frequentes de dores de estômago, inchaço estomacal, queimação e outras dores.
Eles podem ser sentidos à curto prazo (gastrite aguda) ou durante muitos anos (gastrite crônica) (1)
Nesse artigo, explicarei se as pessoas que sofrem com a gastrite podem tomar café ou fazer jejum.
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Certos alimentos podem piorar os sintomas de gastrite, e devem ser evitados para ajudar a controlar os sintomas.
Alimentos muito ácidos, alimentos picantes ou quentes, álcool, cafeína e alimentos processados / embalados, devem ser evitados.
O café não causa problemas no estômago ou úlceras na maioria dos casos, mas geralmente faz com que os sintomas de gastrite piorem.
Em alguns casos, mesmo quando o café é descafeinado, ele ainda pode provocar dor. O café é ácido por natureza e pode aumentar os sentimentos de queimação – mas a cafeína pode piorar os problemas de gastrite para algumas pessoas.
A azia é o sintoma mais frequentemente relatado após o consumo de café.
O café promove o refluxo gastresofágico, estimula a liberação de gástrica e a secreção de ácido gástrico.
Ele também prolonga o relaxamento do estômago, o que pode retardar o esvaziamento gástrico. (2)
Então, se você tem gastrite, a resposta é não. Você não pode tomar café, mesmo que seja descafeinado.
O café descafeinado contém ainda uma quantidade mínima de cafeína, porém, possui tanto ácido quanto o café com cafeína, o que pode irritar o estômago infectado.
De acordo com o Centro de Ciência do Interesse Público, um copo de café descafeinado contém entre 3 e 11 gramas de cafeína. (3)
Embora isso possa não parecer uma grande quantidade de cafeína, ela ainda pode provocar irritação estomacal.
Se você for diagnosticado com gastrite, também evite bebidas ácidas, como refrigerantes, sucos de frutas cítricas e qualquer bebida contendo ácido cítrico.
Fique com líquidos primariamente claros que são livres de cafeína, e têm baixa acidez.
No entanto, vários estudos mostram que o consumo regular de chá verde está associado a um risco 40% menor de gastrite porque é anti-inflamatório e possui um nível baixo de cafeína.
No caso do jejum, a resposta também é não. Fuja do jejum para piorar os sintomas de gastrite. A explicação é simples.
A gastrite se desenvolve quando o revestimento do estômago está inflamado, o sistema digestivo produz menos ácido e enzimas digestivas, e o estômago fica desprotegido contra os efeitos dos ácidos.
O jejum contribui para que o sistema digestivo produza menos ácido e menos enzimas.
Revestimentos mucosos tipo esponja protegem o revestimento do estômago, e constroem uma defesa contra os efeitos dolorosos dos ácidos; quando a produção mucosa diminui por algum motivo, as sensações de queimação e úlceras de estômago geralmente aumentam.
Para evitar queimações estomacais, mantenha-se sempre hidratado (a).
– Tomar muito café;
– Idade mais avançada, especialmente com mais de 60 anos;
– Baixa função imunológica;
– Infecções causadas pela bactéria Helicobacter pylori (H. pylori);
– O uso excessivo de medicações, como analgésicos, incluindo ibuprofeno e
dependência de aspirina;
– Uma má alimentação e deficiências nutricionais (incluindo deficiência em vitamina B12 ou
baixa em magnésio, cálcio, zinco e selênio);
– Consumir álcool excessivo ou fumar cigarros;
– Estresse;
– Anemia perniciosa, que afeta o revestimento do estômago e dificulta a absorção normal de
vitamina B12;
– A obesidade ou o excesso de peso também podem piorar os sintomas;
Outras condições de saúde que afetam o sistema digestivo, incluindo o refluxo biliar (que faz com que a bile se acumule no estômago), alergias alimentares, distúrbios auto imunes como a doença de Hashimoto ou vírus como HIV e herpes.
A gastrite é causada por danos e inflamações na mucosa gástrica, no revestimento do estômago e no trato gastrointestinal.
A erosão do revestimento do estômago, leva a pessoa que tem gastrite a sentir terríveis sensações de queimação e dor no sistema digestivo – e às vezes o impedimento de absorção de nutrientes.
Certos alimentos podem piorar os sintomas de quem tem gastrite, e devem ser evitados para ajudar a controlar os sintomas. Então, quem tem gastrite o recomendável é não fazer uso de café, mesmo as bebidas descafeinadas e evitar o jejum.
Mas não se desespere, existem alimentos que podem auxiliar a diminuir os sintomas de quem tem gastrite. O que incluem os alimentos de verdade.
É uma opção sábia se alimentar corretamente e mudar os hábitos.
https://www.youtube.com/watch?v=_yJYCf_UftI&t=79s
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
Ele também aumenta o crescimento muscular, força e desempenho durante os exercícios; e ao mesmo tempo ajuda você a se recuperar de lesões e doenças.
Quando os níveis desse hormônio estão baixos pode impactar negativamente na qualidade de vida, aumentar o risco de doenças e fazer você ganhar gordura.
O equilíbrio do HGH no organismo é importante ajuda na perda de peso, na recuperação de lesões e em melhorar o desempenho atlético.
Veja agora 9 maneiras naturais, baseadas em evidências científicas que ajudam a aumentar os níveis do hormônio do crescimento humano.
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A gordura corporal está diretamente relacionada com a sua produção de HGH.
Pessoas com níveis de gordura corporal mais altos ou com mais gordura na barriga, prejudicam a produção desse hormônio e aumentam o risco de doenças.
Pesquisas apontam que indivíduos com 3 vezes a quantidade de gordura na barriga, tinham menos de metade da quantidade de HGH que indivíduos magros.
A pesquisa sugere que o excesso de gordura corporal afeta os níveis de HGH mais em homens. No entanto, diminuir a gordura corporal ainda é a chave para ambos os sexos terem mais saúde.
A gordura da barriga (gordura visceral) é o mais perigoso tipo de gordura armazenada e está ligada a muitas doenças.
Você já conhece o jejum intermitente? Esta é uma abordagem dietética que limita a ingestão de alimentos por curtos períodos de tempo.
Isso pode ser feito de muitas maneiras diferentes.
Uma abordagem comum é a da “janela diária” de 8 horas de alimentação com um jejum de 16 horas. Outra técnica envolve comer apenas 500-600 calorias durante dois dias da semana.
Não tenha medo de praticar o jejum intermitente, pois ele pode ajudar a otimizar os níveis de HGH de várias maneiras.
Primeiro, ele pode ajudá-lo a perder a gordura corporal, o que impacta diretamente a produção de HGH.
Em segundo lugar, ele vai manter os níveis de insulina baixa durante a maior parte do dia, pois a insulina é liberada quando você come.
Isso também pode proporcionar benefícios, uma vez que os picos de insulina podem interromper a sua produção de hormônio de crescimento.
Um estudo descobriu que em 3 dias de jejum, níveis de HGH aumentaram mais de 300%. Após uma semana de jejum, os níveis aumentaram em 1,250%.
É simples, o aumento na insulina pode diminuir a produção de HGH
Carboidratos refinados elevam o açúcar no sangue, reduzindo a sua ingestão você pode ajudar a otimizar os níveis de hormônio do crescimento.
Um estudo descobriu que os indivíduos não diabéticos saudáveis tinham níveis de HGH 3-4 vezes mais elevados do que os diabéticos, com intolerância à carboidratos e função de insulina.
Não se esqueça que a ingestão de açúcar em excesso é um fator chave também para o ganho de peso e obesidade, que afetam os níveis desse hormônio.
Por isso eu te aconselho a ter uma dieta saudável e equilibrada. O que você come terá os efeitos mais profundos sobre a sua saúde, hormônios e composição corporal.
Seu corpo naturalmente libera quantidades significativas de hormônio de crescimento, especialmente à noite.
Como a maioria das refeições irá causar um aumento nos níveis de insulina, alguns especialistas sugerem evitar alimentos antes de dormir.
Em particular, uma alta ingestão de carboidratos ou uma refeição de alta proteína pode alterar sua insulina e, potencialmente, bloquear o HGH liberado durante a noite.
GABA é um aminoácido que funciona como um neurotransmissor, enviando sinais ao cérebro.
Ele é conhecido por ser um agente calmante para o cérebro e o sistema nervoso central, que é muitas vezes usado para ajudar no sono.
Curiosamente, ele também pode ajudar a aumentar seus níveis de HGH.
O estudo mais conhecido sobre este assinto encontrou um aumento de 400% no hormônio do crescimento humano em repouso e um aumento de 200 % após o exercício.
GABA também ajuda a aumentar os níveis de HGH melhorando o seu sono, uma vez que a liberação do hormônio do crescimento está ligada à qualidade do sono e sua profundidade.
No entanto, a maioria desses aumentos foram de curta duração, os benefícios a longo prazo do GABA para os níveis de hormônio de crescimento permanecem desconhecidos.
O exercício é uma das maneiras mais eficazes para aumentar significativamente seus níveis de HGH.
O seu aumento depende do tipo de exercício, intensidade e o que você come no pós-treino.
Devido à sua natureza metabólica e aumento do ácido láctico, exercícios de alta intensidade aumentam mais o HGH.
No entanto, todas as formas de exercício são benéficos.
Tal como acontece com os métodos de suplemento, estes aumentos são principalmente picos de curto prazo.
No entanto, a longo prazo, o exercício pode ajudá-lo a otimizar a sua função hormonal em geral e diminuir a gordura corporal, sendo que ambos irão beneficiar seus níveis de HGH.
A maioria dos HGH é liberado em “pulsos” quando você dorme. Os maiores pulsos ocorrem antes da meia-noite com alguns pulsos menores no início da manhã.
Dessa forma, estudos têm demonstrado que a falta de sono pode reduzir a quantidade de HGH que seu corpo produz.
Na verdade, uma quantidade adequada de sono profundo é uma das melhores estratégias para aumentar a sua produção de HGH a longo prazo.
Vou citar aqui algumas estratégias simples para ajudar a otimizar o seu sono:
– Evite a exposição a luz azul antes de deitar;
– Leia um livro à noite;
– Verifique se o seu quarto está a uma temperatura confortável;
– Não consuma cafeína no final do dia.
Ao seguir as dicas acima, você pode aumentar os níveis do hormônio do crescimento e melhorar sua saúde. Em caso de dúvidas, procure sempre um acompanhamento médico especializado.
Mas mesmo que você consuma de vez em quando alguns alimentos naturais e faça as mudanças necessárias, não é bastante para garantir a boa saúde e prevenir doenças.
Eu desenvolvi um e-book para ajudar você a fazer essa transformação, com todas as informações que você precisa e um guia passo a passo para implementar.
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Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
]]>Mas o que acontece se você perder gordura rapidamente? Será que pode trazer prejuízos para a sua saúde, e até mesmo para a perda de gordura? Descubra agora no meu artigo.
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Perder Gordura Rapidamente e os Perigos. Imagem: (Divulgação)
Eu já expliquei anteriormente que quando você consome menos calorias do que queima por dia, o seu organismo começa a usar as reservas de gordura como combustível de energia e para realizar as funções necessárias; isso faz com que você perca gordura corporal.
Essa ação é chamada de glicogênio; que é armazenado no fígado, músculos e células de gordura. Enquanto o glicogênio atua no seu corpo como combustível, ele libera o excesso de água presente, e problemas como a retenção de líquidos e inchaço abdominal podem ser são evitados (1).
O corpo usa as reservas de glicogênio e com isso você percebe que está perdendo peso, e desinchando o organismo.
Mas perder peso não significa o fim da linha, e sim o início dela. Por isso, muitas pessoas acabam ganhando todo o peso perdido, após seguir uma dieta restritiva.
Manter o peso ideal é o que dá mais “trabalho”, já que é necessário manter a consistência e disciplina nos hábitos saudáveis e alimentação.
Por isso existe a importância em perder peso de uma forma equilibrada, mas constante e saudável.
Pesquisas apontam que as pessoas que perdem peso de forma mais lenta e gradual, tendem a manter o peso ideal, em comparação com aqueles que emagrecem muitos quilos em pouco tempo.
É importante prestar atenção à alguns detalhes da sua rotina que sabotam a sua saúde e o emagrecimento equilibrado como: excesso de exercícios, e uma alimentação pobre em nutrientes e muito restritiva.
Porém, é diferente de quando você inicia as atividades físicas regulares e a reeducação alimentar, em que é comum perder mais quilos nas primeiras semanas (2).
Os especialistas em saúde afirmam que existe uma quantidade segura e saudável de perda de gordura semanal, para não afetar o seu organismo.
Perder peso rapidamente e em excesso, manter dietas pobres em nutrientes e restritivas são perigosos para a saúde e o emagrecimento, que inclui:

O metabolismo determina quantas calorias o seu organismo queima por dia, e ao desacelerar o metabolismo você interfere na queima de gordura, que se torna mais lenta.
Isso acontece quando você consome uma dieta muito baixa em calorias, e os hormônios que regulam o metabolismo ficam desregulados, como pode acontecer com o hormônio da tireoide. Isso faz com que você também perda massa muscular.
Esse problema ainda pode persistir mesmo depois que você encerrou a dieta restritiva.
Sobre a deficiência nutricional também existem sérios alertas. A falta de vitaminas e nutrientes como a vitamina B12, folato, ferro, fibras e proteínas podem causar sérios danos à saúde, e também ao emagrecimento saudável.
Isso pode ocasionar em problemas como:
Os cálculos biliares são outros problemas que podem surgir com a perda de peso muito rápida, e mal executada.
A vesícula biliar possui a função de liberar sucos gástricos que “quebram” os alimentos gordurosos, para efetuar a digestão equilibrada. Com a deficiência nutricional a sua vesícula deixa de liberar a quantidade normal de suco gástrico.
Isso pode ocasionar na formação de cálculos biliares, que ocorre quando as substâncias presentes no suco digestivo se acumulam e se instalam; caso elas fiquem presas na entrada da vesícula biliar, causando dor e indigestão severa.

Perder Gordura Rapidamente X Alimentação Saudável. Imagem: (Divulgação))
Diferente de algumas dietas e métodos de emagrecimento que garantem que você vai perder gordura rapidamente; os métodos de perda de peso que ajudam você a emagrecer de forma mais lenta e gradual, incentivam as mudanças nos hábitos e a reeducação alimentar.
Geralmente eles estão associados a um estilo de vida mais saudável.
Eles incentivam uma boa relação com os alimentos naturais, como proteínas, fibras, minerais e outros nutrientes; exercícios físicos regulares e equilibrados e hábitos que beneficiam a perda de peso e o bem-estar.
Uma delas inclui a dieta low carb, que apesar de ser baseada em alimentos de baixo carboidrato porém, indica o consumo de alimentos nutritivos e naturais e também estimula um estilo de vida saudável.
O jejum intermitente também possui benefícios a curto e a longo prazo, ele envolve mais do que apenas jejuar, é um estilo de vida seguido por muitas pessoas, inclusive por mim. Além de beneficiar a perda de gordura, ele impulsiona o metabolismo e a saúde neurológica, e também incentiva o consumo de alimentos nutritivos para repor vitaminas e minerais.
Resumindo: o seu corpo não pode sofrer de deficiência de nutrientes, e é essencial manter um ritmo equilibrado e regular de exercícios físicos.
O que fazer:
E se o seu objetivo é perder gordura, manter o peso ideal e cuidar da saúde como consequência de uma reeducação alimentar e mudanças no estilo de vida, eu tenho um convite para você!
Eu trago a revolução da saúde, um projeto que pretende mudar a cara da alimentação e da saúde de todos!
Você, os seus filhos e toda a família merecem uma transformação na saúde que realmente seja eficaz, cuidando do corpo de dentro para fora!
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
]]>Nossos ancestrais eram geneticamente iguais aos humanos modernos. Eles prosperaram comendo tais alimentos e estavam livres de doenças como obesidade, diabetes e doenças cardíacas.
Vários estudos sugerem que a dieta paleolítica pode levar à perda de peso significativa (sem precisar contar calorias) e grandes melhorias na saúde.
Neste artigo, eu vou explicar como funciona a dieta paleolítica, e quais são os benefícios para a saúde.
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A dieta paleo emagrece? Sim, ela pode levar a redução do peso, pois promove a redução do consumo de carboidratos, ou seja é uma dieta considerada low carb.
Os carboidratos como pães, massas e arroz são digeridos no estômago rapidamente elevando os níveis de glicose na corrente sanguínea; a glicose em excesso é metabolizada e transformada em gordura, levando ao acúmulo no tecido adiposo.
Os carboidratos refinados são excluídos dessa dieta, contribuindo assim com o emagrecimento.
A dieta paleolítica prevê a eliminação do consumo de alimentos industrializados em geral, com glúten ou lactose; uma vez que o consumo destes alimentos está relacionado ao ganho de peso, aparecimento de inflamações, distúrbios endócrinos e metabólicos.

Dieta Paleolítica: Inclui Peixes. Imagem: (Divulgação)
De maneira geral, a carne era a base da alimentação no período Paleolítico.
Elas são fontes de proteína e nutrientes de extrema importância na nossa alimentação, uma vez que fazem parte da composição muscular e recuperação dos tecidos; além de ajudarem na produção de hormônios, enzimas, anticorpos e outros agentes metabólicos.
É nas carnes que estão concentradas a maior quantidade de aminoácidos essenciais, aqueles que não produzimos naturalmente em nosso organismo.
Como não havia cozinha na época e os homens ainda não plantavam trigo, milho, arroz, por exemplo; que dirá moer e misturar grãos no período paleolítico. As massas não existiam e, portanto, são naturalmente excluídas da dieta. Por isso, as fontes de carboidratos se tornam apenas as naturais.
As fontes de carboidratos na dieta paleolítica são os legumes, verduras e frutas; que nos trazem a quantidade que precisamos desse macro nutriente e uma boa quantidade de fibras, tendo um menor índice glicêmico do que as massas, além de não causarem inflamações.
O consumo exagerado de carboidratos pode atrapalhar o emagrecimento de diversas maneiras.
Eles se convertem em glicose na digestão, que dá energia ao nosso corpo e é levada às células pela insulina. Quando a glicose está sobrando, ela é convertida em triglicérides, uma energia armazenada para mais tarde, que ao não ser usada, se acumula na forma de gordura localizada.
As gorduras são importantes para o organismo, por isso elas não devem ser cortadas. As mais importantes são as insaturadas, que trazem o efeito de reduzir o colesterol LDL, considerado mau colesterol está em grande quantidade, além de aumentar o HDL, conhecido como colesterol bom.
Já os alimentos industrializados estão vetados.
A maioria dos alimentos industrializados possuem carboidratos refinados como farinha e açúcar branco na composição, que são alimentos de alto índice glicêmico, e com baixo teor de fibras; ou seja, eles são rapidamente absorvidos pelo organismo através da ativação de grande quantidade de insulina.
A desvantagem desse processo, além de evitar a quebra das gorduras, é que o organismo fica resistente a esse hormônio, e isso causa a resistência à insulina, condição associada à pré-diabetes.
Também existe uma grande quantidade de compostos químicos presentes nesses produtos, como corantes, conservantes e estabilizantes; que intoxicam o corpo, causam alergias e doenças.
Um detalhe importante: tudo isso vale para os alimentos e as bebidas.
Por fim, a dieta prega o jejum intermitente, provavelmente inspirado na dificuldade desses homens em encontrar comida todos os dias.
Considere isso como uma orientação geral, não algo escrito em pedra.

Dieta Paleolítica: Evite o Refrigerante. Imagem: (Divulgação)
Evite estes alimentos e ingredientes:
>> Açúcar e xarope de milho de alta frutose: refrigerante, sucos de frutas, açúcar de mesa, doces, entre outros.
>> Grãos: Inclui pães e massas, trigo, espelta, centeio, cevada, entre outros.
>> Legumes: feijão, lentilhas e leguminosas.
>> Laticínios: Evite a maioria dos produtos lácteos, especialmente de baixo teor de gordura (algumas versões do paleo incluem gordura completa como manteiga e queijo).
>> Óleos vegetais: óleo de soja, óleo de girassol, óleo de semente de algodão, óleo de milho, óleo de semente de uva, óleo de cártamo e outros.
>> Gorduras trans: encontrado em margarina e vários alimentos processados. Geralmente referidos como óleos “hidrogenados” ou “parcialmente hidrogenados”.
>> Adoçantes Artificiais: Aspartame, Sucralose, Ciclamatos, Sacarina, entre outros.
>> Alimentos altamente processados: Tudo rotulado como “dieta” ou “baixo teor de gordura”. Inclui substituição de refeição artificial.
Uma diretriz simples: Se parece que foi feito em uma fábrica, não coma!

Dieta paleolítica envolve o consumo de carnes. Imagem: (Divulgação)
Veja alguns dos alimentos permitidos na dieta paleolítica:
>> Carnes: Carne, cordeiro, frango, peru, carne de porco e outros.
>> Peixes e frutos do mar: salmão, truta, camarão, mariscos, etc.
>> ovo
>> Legumes: brócolis, couve, pimentão, cebola, cenoura, tomate, etc.
>> Frutas: Maçãs, bananas, laranjas, peras, abacates, morangos e muito mais.
>> Nozes e Sementes: Amêndoas, nozes, sementes de girassol, sementes de abóbora e muito mais.
>> Gorduras e óleos saudáveis: Banha, óleo de coco, azeite, abacate e outros.
>> Sal e especiarias: sal, alho, açafrão, alecrim.
Nos últimos anos, a comunidade paleolítica evoluiu bastante.
Existem agora várias “versões” diferentes da dieta paleo. Isso inclui bacon de qualidade e manteiga.
Outros alimentos, quando em pequenas quantidades, também são perfeitamente saudáveis. Como vinho e chocolate amargo.
Quando se trata de hidratação, a água deve ser a sua bebida. Mas chás e cafés sem adoçante também são aceitos.
Muitas pessoas pensam na dieta paleo como um modelo para basear sua dieta, não necessariamente como um conjunto rigoroso de regras que você deve seguir.
Uma dieta paleolítica melhora a tolerância à glicose.
Um estudo feito com 29 homens com doença cardíaca e níveis elevados de açúcar no sangue ou diabetes tipo 2, mostrou resultados positivos e melhoras na tolerância à glicose, níveis de insulina, peso e circunferência da cintura.
A dieta paleolítica é saudável, não foca sua atenção na quantidade de calorias e sim na qualidade dos alimentos.
Mas viver de uma forma realmente saudável, emagrecer com saúde e prevenir doenças vai além de consumir alimentos naturais. Precisa fazer mudar significativas na sua vida.
Por isso eu trago a revolução da saúde, um projeto que pretende mudar a cara da alimentação e da saúde de todos!
Você, os seus filhos e toda a família merecem uma transformação na saúde que realmente seja eficaz, cuidando do corpo de dentro para fora!
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
]]>Para saber mais acesse o Guia do Jejum Intermitente
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