Mas o que é gastrite? É um problema digestivo causado pela inflamação do estômago e erosão do revestimento do estômago, chamado de mucosa gástrica. Algumas pessoas usam os termos indigestão e gastrite de forma semelhante, uma vez que ambos causam sintomas semelhantes.
No entanto, embora seja normal experimentar ocasionalmente indigestão, um diagnóstico de gastrite é feito quando os testes revelam inflamação do estômago ou sintomas persistentes de dores no estômago (1).
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É comum que pacientes com gastrite sofram episódios frequentes de dores de estômago, barriga inchada, assim como queimação e outras dores. Esses sintomas podem estar relacionados à gastrite a curto prazo (gastrite aguda) ou por muitos anos (gastrite crônica), por exemplo.
A causa subjacente da gastrite se deve a um revestimento enfraquecido do trato digestivo, especificamente a barreira revestida de muco que normalmente mantém ácidos digestivos e sucos de danificam o seu estômago.
Esse enfraquecimento é causado por hábitos prejudiciais ao estilo de vida, como fumar, ter uma dieta pobre em nutrientes e usar remédios sem receita médica com frequência, por exemplo. Ou seja, todas essas atitudes contribuem para a inflamação do estômago e aumentam as suas probabilidades de desenvolver gastrite.
Além disso, também é preciso ficar atento caso você já esteja na meia-idade, sofre com excesso de peso ou obesidade. O estresse crônico e consumo frequente de alimentos processados, também aumentam as chances de gastrite (2).
Por isso, a melhor maneira de tratar a gastrite é fazer mudanças em sua dieta. Ou seja, diminuir a ingestão de álcool e consumir mais produtos frescos, parar de fumar e fazer exercícios regularmente. Essas são todas atitudes que minimizam e tratam a gastrite.
Além disso, é importante saber qual a sua gastrite, para adotar as medidas corretas!
Os principais tipos de gastrite incluem:
Além desses três tipos de gastrite, o desconforto que você tem, pode ser indigestão. Os sintomas de indigestão são causados também por reações a analgésicos sem receita médica. Além disso, alergias e intolerância alimentar ou outras condições subjacentes de saúde causam indigestão. Por isso, se você está com sintomas contínuos de gastrite sem alívio, procure o seu médico.
Se a gastrite aguda é responsável por seus sintomas, com alguns ajustes nos hábitos, as chances de melhorar as condições são altas.
A gastrite crônica também pode ser tratada e gerenciada, mas geralmente requer o uso de medicação.
O médico pode optar por alterar sua dieta, mudando os medicamentos que você toma, ou ajustando os níveis de dosagem. Além disso, possivelmente fará prescrição de antibióticos ou medicamentos para controlar a infecção.
Veja alguns tratamentos naturais que ajudam a tratar os sintomas de gastrite:

Tratar a Gastrite: Evite alimentos industrializados. Imagem: (Divulgação)
Remova da sua dieta os alimentos que podem irritar o estômago.
Muitas pessoas com gastrite sentem uma piora dos sintomas quando comem alimentos processados, alimentos fritos ou alimentos picantes, por exemplo.
Além disso, uma dieta pobre em nutrientes também é um fator de risco para a gastrite. Afinal, promove a inflamação no trato digestivo, e aumenta o risco de Síndrome do Intestino Gotejante, o que pode contribuir para deficiências de nutrientes que pioram os sintomas de gastrite.
Dicas que ajudam a gerenciar a gastrite através da dieta incluem:
Além disso, acompanhe os sintomas para entender melhor quais são os “alimentos gatilhos” da sua gastrite. Ou seja, retire o álcool, cafeína, tomate, chá, frutas cítricas, produtos lácteos, hortelã-pimenta, que podem afetar a digestão e observe se há melhora (5).

Tratar a Gastrite: Dieta Correta. Imagem: (Divulgação)
A gastrite pode causar sintomas como anemia, inchaço, vômitos, deficiências em nutrientes e desidratação. Por isso, é importante comer alimentos ricos em nutrientes para evitar complicações.
Pesquisas também mostram que o excesso de peso aumenta o risco de gastrite, úlceras e outros problemas digestivos.
Uma dieta para tratar a gastrite é rica em vegetais, frutas, proteínas e gorduras saudáveis. Afinal, ela ajuda a controlar a inflamação, mantêm o seu peso saudável e previne deficiências em vitaminas, minerais e antioxidantes essenciais.
Por isso, opte por alimentos ricos em antioxidantes, como cebola, alho, abóbora, pimentão, nozes, legumes, carnes e aves.
Veja aqui mais dicas de alimentos para tratar a gastrite.
A aspirina, ibuprofeno e naproxeno, podem contribuir para o desenvolvimento de gastrite. Isso porque mudam a forma como seu corpo produz um tipo de enzima que ajuda a construir o revestimento do estômago.
Evite a automedicação, mude para tratamentos naturais sempre que possível. Por exemplo, para dores de cabeça pode ser útil trabalhar a redução do estresse e comer alimentos ricos em magnésio (7).
Um estilo de vida sedentário e altas quantidades de estresse podem aumentar a inflamação do organismo e prejudicar os órgãos digestivos.
Por isso, pratique exercício físico regularmente. A atividade física é uma ótima maneira de aumentar as suas funções imunológicas, ajudá-lo a manter o peso corporal saudável, equilibrar os hormônios e controlar o estresse.
O estresse também pode aumentar a produção de ácido do estômago, o que torna os sintomas da gastrite mais dolorosos. Pessoas com ansiedade e altas quantidades de estresse têm problemas no funcionamento do sistema imune, taxas mais elevadas de infecções, inflamação e úlceras estomacais (8).
Há evidências de que práticas que promovem alívio do estresse como respiração profunda, yoga, tai chi, acupuntura e meditação, são úteis no controle de problemas digestivos, incluindo gastrite.
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Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
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Mas o que é dispepsia? Bem, além de ser uma palavra mais “elegante” para indigestão, a dispepsia é definida como qualquer ou todos os sintomas desagradáveis que estão associados com o mau funcionamento do sistema digestivo (1).
A dispepsia afeta mais de um quarto da população (2).
Então, se você sofre com indigestão, confira como é possível evitar sintomas indesejados e quais são os tratamentos naturais para o problema.
Não deixe de ler e compartilhar.
Primeiro, para definir corretamente a dispepsia, é importante saber que não é uma doença. Em vez disso, a dispepsia é um conjunto de sintomas comuns como eructação (arrotos), inchaço e náuseas.
Indigestão ou dispepsia, também chamada de dor de estômago, é um termo geral usado para descrever o desconforto físico ou dor na parte superior do abdômen mais comumente sentida durante ou logo após o consumo de alimentos.
Algumas pessoas experimentam dispepsia diariamente, enquanto outros sofrem com os sintomas ocasionalmente. Muitas pessoas experimentam azia junto com a dispepsia, mas estes são dois problemas separados (3).
Em condições normais, há um peristaltismo (conjunto de contrações musculares) saudável que ocorre quando consumimos alimentos.
Peristalsis é a contração involuntária e relaxamento dos músculos lisos que propulsiona alimentos através do esôfago e intestinos.
Quando o peristaltismo não ocorre da melhor maneira, isso retarda o processamento de alimentos no trato digestivo e torna a dispepsia mais provável.
A dispepsia funcional é um mau funcionamento crônico do trato digestivo superior, sem anormalidades observáveis para explicar os sintomas crônicos.
Algumas possíveis causas de dispepsia funcional incluem alergias alimentares, inflamação do estômago ou duodeno, secreção ácida excessiva, efeitos colaterais de medicação, fatores psicológicos ou uma infecção com Helicobacter pylori (4).
Algumas pesquisas mostraram que pode haver uma predisposição genética para dispepsia funcional.
Além disso, cerca de 40% das pessoas com dispepsia funcional têm mostrado uma “acomodação prejudicada” ou uma incapacidade para seus estômagos em relaxar como deveriam em resposta ao consumo de alimentos (5).
Você pode estar familiarizado com o que indigestão, mas você sabe especificamente o que causa indigestão?
Na maioria das vezes, as causas mais comuns estão relacionadas com alimentos, bebidas, maus hábitos alimentares e escolhas de estilo de vida.
Outras vezes, uma infecção (como H. pylori) ou outra condição digestiva pode ser a causa.
A indigestão pode ser provocada por:
Outras possíveis causas de dispepsia incluem condições médicas tais como (6);
Indigestão também pode ser comumente causada por medicamentos como antibióticos, esteróides e pílulas anticoncepcionais (7).
Na maioria das vezes, as pessoas descrevem a indigestão como uma sensação desconfortável em seu estômago, acompanhado por dor na parte superior do abdômen ou no peito.
Para a maioria das pessoas, sintomas de indigestão irão aparecer durante ou logo após comer.
Os sintomas clássicos de indigestão (dispepsia) incluem (8):
Fique atento aos sintomas e procure orientação médica (9, 10).
O tratamento convencional da dispepsia, pode envolver o uso de medicamentos prescritos pelo seu médico. Mas alguns tratamentos naturais podem ajudar a aliviar os sintomas de indigestão.
Quando se trata de alívio da dispepsia, o gengibre tem sido usado por milhares de anos como um eficaz auxílio digestivo e remédio natural para náuseas.
Recentemente, pesquisadores taiwaneses descobriram que o gengibre pode ajudar o estômago a liberar seu conteúdo no intestino delgado, em pessoas com dispepsia funcional – uma condição na qual 40% dos pacientes sofrem de um esvaziamento gástrico anormalmente atrasado (11).
Esta é uma das principais razões pelas quais gengibre ajuda as pessoas que estão inchadas, constipadas e têm outras desordens gastrointestinais.
Ele relaxa o músculo liso no revestimento intestinal, e ajuda a mover alimentos ao longo de todo o sistema digestivo.
Este remédio natural pode soar muito simples, mas é verdadeiramente importante para pessoas com dispepsia, porque há uma correlação direta entre estresse e indigestão.
Sintomas de indigestão aumentam quando você está estressado e diminuem quando você está em um estado relaxado.
Métodos de relaxamento ideal podem variar de acordo com o indivíduo, mas algumas opções incluem exercício, yoga, massagem e passar mais tempo em contato com a natureza.
Relaxar o corpo e mente intencionalmente e em uma base regular é uma excelente maneira de aliviar problemas de estômago indesejados.
Alguns alimentos podem funcionar como gatilhos para os sintomas de dispepsia, como alimentos picantes e processados.
Nenhum destes alimentos são facilmente digestivos e podem facilmente desencadear sintomas de indigestão. O café (e outras fontes de cafeína) também contribui para o problema.
Se você está tendo um tempo difícil com sintomas de indigestão, também pode ajudar cortar os seguintes alimentos: lactose, alimentos ácidos (como molho de tomate) e adoçantes artificiais (12).
Aqui estão algumas maneiras naturais para evitar a dispepsia (13):
-Mastigue com a boca fechada;
-Não fale enquanto você mastiga;
-Coma lentamente e mastigue bem seus alimentos;
-Nunca deite-se diretamente depois de comer;
-Evite comer tarde da noite (14).
Fumar cigarros e beber álcool são facilmente dois dos piores hábitos possíveis para quem tem sintomas de indigestão, pois irritam o revestimento do estômago (15).
É importante saber que um ataque cardíaco pode causar alguns sintomas semelhantes à indigestão.
Se você acha que está com indigestão e com problemas respiratórios, sudorese intensa e dor que se move para a mandíbula, pescoço ou braço, procure atendimento médico urgente.
Dispepsia ou indigestão é um problema de saúde extremamente comum.
Para algumas pessoas, pode até se tornar um problema crônico.
Mantenha uma alimentação de verdade e hábitos saudáveis. Caso os sintomas persistam, procure orientação médica.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
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]]>Os episódios de azia podem ser ocasionais ou frequentes, podendo interferir na rotina e qualidade de vida do paciente; ela também pode sinal de algum problema mais grave.
Por isso, é fundamental ficar atento aos sintomas e procurar orientação médica.
Neste artigo, eu explico as causas, sintomas e tratamentos da azia.
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A azia está relacionada ao refluxo ácido, também conhecido como doença do refluxo gastroesofágico.
O que provoca o refluxo ácido e azia? Dieta e hábitos de vida, principalmente. Eles geralmente produzem uma variedade de sintomas temporários, mas desconfortáveis e muitas vezes dolorosos.
Normalmente os sintomas ocorrem à noite, depois de comer uma grande refeição.
Os sintomas mais comuns e visíveis incluem:
Experimentar esses sintomas continuamente pode ser sinal de uma condição crônica, como refluxo gastroesofágico.
Para uma pequena porcentagem de pessoas, a irritação constante do esôfago causa cicatrizes irreversíveis e uma abertura estreita na garganta.
É possível que as células do esôfago fiquem danificadas ao longo do tempo e que ocorram alterações, incluindo perda do apetite, perda de peso inesperada, sangue no vômito, fezes mudadas, dificuldade ou dor ao engolir e até desenvolvimento de células cancerígenas.
Estes são sintomas de uma condição séria chamada “esôfago de Barrett“.
Se você sofre com casos de indigestão frequentes, procure o seu médico.

Ela é causada principalmente por problemas digestivos, como regurgitação ácida do estômago para o esôfago.
O problema se desenvolve quando a válvula muscular que controla o esfíncter esofágico inferior para de funcionar adequadamente, fazendo com que o ácido do estômago atinja o esôfago e, em seguida, possivelmente a garganta ou a boca, causando queimação, dores e gases.
A queimação é causada pelo fluido digestivo do estômago, irritando o revestimento do esôfago e garganta.
As causas subjacentes mais comuns da azia incluem:
Muitas destas causas podem ser facilmente corrigidas ao mudar a sua dieta, evitando comer demais e controlando o estresse.
Embora a maioria dos sintomas desapareçam após o parto, mais de metade de todas as mulheres grávidas também experimentam algum tipo de azia, causada pelo aumento da pressão sobre os órgãos digestivos e alterações hormonais.
Ao invés de simplesmente ignorar os sintomas de indigestão, trate o problema em sua raiz com mudanças alimentares.

Azia: Alivie o estresse. Imagem: (Divulgação)
Descubra quais são os principais tratamentos naturais para melhorar os sintomas de azia:
Comer demais coloca uma grande quantidade de pressão sobre o estômago.
Quando o corpo sente que você comeu uma grande quantidade de uma só vez, a produção de ácido do estômago é transformada para facilitar a digestão.
Depois de comer uma refeição pesada, especialmente uma cheia de alimentos formadores de ácido, parte do conteúdo do estômago pode literalmente vazar para fora e fluir para trás em seu esôfago.
Muitas pessoas comem sua refeição maior, mais pesada à noite, razão pela qual a azia é mais comum antes de deitar.
Comer demais na hora do jantar geralmente um hábito, que se forma quando você não consome comida suficiente durante o dia.
Isso está associado ao ganho de peso, que está associado a maiores taxas de azia.
Um estudo de 2006 publicado no The New England Journal of Medicine, descobriu que a obesidade provavelmente provoca azia devido a muitos fatores, incluindo um aumento na pressão intra-abdominal, uma maior associação de hérnia hiatal e fatores hormonais.
Alimentos e refeições que são capazes de aumentar ácido do estômago e, portanto, pioram os sintomas da azia incluem:
O primeiro passo deve ser evitar os alimentos processados, incluindo qualquer coisa artificialmente aromatizado, fritos ou adoçados (cereais, milho e batatas fritas, muffins, biscoitos, qualquer coisa com óleos vegetais refinados).
Considere reduzir a ingestão de grãos e evitar os óleos como canola, cártamo, girassol, milho e óleo de soja.
Concentre-se em comer uma dieta de alimentos integrais e saudáveis, que não agravam o seu sistema digestivo.
Legumes verdes folhosos, alimentos probióticos, óleo de coco e peixes, podem ajudar a aliviar a azia.
O estresse é um poderoso gatilho hormonal que pode afetar quase todos os sistemas corporais, da imunidade à digestão.
É por isso que o estresse crônico pode matar sua qualidade de vida.
Tal como acontece com outras condições digestivas crônicas, tais como a síndrome do intestino irritável (IBS) ou síndrome do intestino permeável, a intensidade da azia está ligada a mudanças nos principais eventos da vida ou o excesso de estresse.
Exaustão ou síndrome de fadiga crônica resultante de estresse também tem poderosos sintomas psicopatológicos que estão associados com a piora da azia.
Para ajudar a reduzir seus sintoma, procure a causa do problema.
Como você está lidando com o estresse do trabalho ou relacionamentos? Você está dormindo suficiente?
Considere tentar técnicas de redução do estresse, como respiração profunda, massagem, acupuntura ou meditação.
É possível que os sintomas de azia piorem quando você toma certos medicamentos, como a pílula anticoncepcional ou certas drogas usadas para tratar a pressão alta.
Outro passo importante é parar de fumar, pois fumar estimula a produção de ácido do estômago.
Se você sofre com sintomas de azia, é preciso mudar alguns pontos da sua alimentação. Cortar alimentos açucarados e industrializados é fundamental para evitar piorar os sintomas.
Caso a sensação de queimação seja frequente, procure orientação médica.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
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