Meditar pela primeira vez chega a ser um tabu para muitas pessoas. Afinal, acham impossível colocar em prática a meditação, pois, não conseguem se concentrar, têm dificuldades para acalmar o pensamento. E um MITO, muito presente é: As pessoas acham que para meditar é preciso não pensar em nada!
Antes das dicas que vão te ajudar pela primeira vez, quero esclarecer uma coisa! É impossível que sua mente seja como um papel branco, totalmente sem pensamentos. Isso não existe, isso não é meditação!
Muitas pessoas, já tentaram, mas nem todas conseguiram. Ainda assim, vale a pena insistir e continuar tentando meditar.
Digo isso, pois, a meditação ajuda muito na consciência do tempo, e faz com que a mente fique mais calma e focada. Dez a quinze minutos de respiração profunda e concentrada, por exemplo, pode ajudar a superar o estresse, encontrar paz interior e equilíbrio.

Como meditar pela primeira vez? Imagem: (Divulgação)
Meditar pode ajudar você a entender a sua própria mente, transformando o que é negativo em positivo, o que é perturbado em pacífico, o que é infeliz para feliz.
Por incrível que pareça, tirar alguns minutos do seu dia para rever seus pensamentos, ações e reclamações, vai te deixar mais seguro, mais consenciente e mais próximo de si mesmo.
Além disso, meditar vai te ajudar em inúmeros problemas relacionados à saúde.
Dores, doenças e alergias podem ser causadas pelo estresse, pois ele pode enfraquecer a imunidade do organismo. (1)
Por isso a meditação pode inclusive, fazer a diferença em pessoas que sentem dores crônicas e sofrem com doenças.
É claro que, a meditação não substitui o tratamento médico, portanto, sempre converse com o seu médico ao adotar práticas que sirvam para ajudar no tratamento de dores e doenças, e siga as orientações que ele lhe der. Mas ela pode ajudar no controle das emoções e da dor.
Um estudo realizado nos Estados Unidos, na Universidade Wake Forest em 2011, fez com que 15 voluntários saudáveis realizassem exames de ressonância magnética dos seus cérebros, enquanto induziam dor. (2)
Nos quatro dias seguintes, um instrutor certificado de meditação ensinou estes voluntários a meditarem e a se concentrarem na respiração, procurando focalizar no corpo e nos sentidos.
No quinto dia, os pesquisadores examinaram os voluntários novamente. Uma vez enquanto eles estavam meditando, e outra vez enquanto não estavam meditando, induzindo dor em todos os exames.
Certas áreas do cérebro são ativadas no processamento da dor, e a meditação tem o efeito de reduzir a ativação destas partes do cérebro, consequentemente reduzindo a intensidade das dores nos voluntários.
Ou seja, a prática regular da meditação pode te ajudar a ficar mais calmo e relaxado para vivenciar o dia a dia; e também pode lhe dar a força para enfrentar os acontecimentos como eles são, sem sentir inquietação ou ansiedade.
Isso porque a meditação coloca você em equilíbrio com os seus sentimentos, ajudando você a ter mais controle sobre eles.
As dicas abaixo de como meditar pela primeira vez, vale também para você que já tentou meditar e não conseguiu :).
Existe outro artigo em que abordo o tema meditação, você pode conferi-lo aqui: “Meditação: Como a meditação ajuda a controlar a ansiedade?“
Confira os passos simples para você meditar pela primeira vez:
Eu mesmo pratico a meditação.
Procure acrescentar a meditação diária como um hábito em sua vida; é como comprar tempo para cuidar do seu interior e que refletirá no seu exterior, vai ajudar você a ganhar tempo.
Pois com ela você terá mais calma, menos estresse e mais equilíbrio.
Sempre procure um médico para tratar suas dores e para dizer a você quais passos seguir no tratamento de dores e doenças, ouça a sua opinião também sobre a meditação.
Mas pensando na saúde como um todo, é necessário um conjunto de mudanças e adaptações para você viver melhor; meditar ajuda o seu corpo em muitos aspectos, mas não basta se você continuar consumindo alimentos industrializados e processados.
É necessário implementar uma reeducação alimentar e mudanças no estilo de vida.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
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Além disso, ela também pode ser criada em laboratório para ser usada na produção de suplementos que beneficiem a saúde do coração, o desempenho do exercício, as capacidades mentais e muito mais (1).
Nesse artigo explicarei o que é a L-arginina e o seus benefícios para a sua saúde.
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A L-arginina não é um aminoácido essencial – o que significa que é um aminoácido que o corpo não pode produzir sozinho e, portanto, precisamos consumir alimentos que contenham esse aminoácido.
Ela é considerada essencial porque é altamente importante para muitas funções.
Um dos maiores benefícios desse aminoácido é a sua capacidade de melhorar o fluxo e a
circulação sanguínea.
No corpo, a L-arginina é convertida em óxido nítrico, o que faz com que os vasos sanguíneos se dilatem.
Isso tem múltiplos benefícios, incluindo a melhoria da função imune, fertilidade, desintoxicação e poder cerebral.
Outro aspecto importante da L-arginina é que estimula a produção de certos hormônios, especialmente hormônios de crescimento benéficos; e ajuda a usar a glicose nas células para serem utilizadas para o crescimento e produção de energia.
Esta é uma das razões pelas quais acredita-se que melhora o desempenho físico, resistência e força (3).
Os principais benefícios da L-arginina incluem:
– Atua contra a inflamação
– Reduz o risco de arteriosclerose e ataque cardíaco
– Reparação de vasos sanguíneos
– Luta contra insuficiência cardíaca congestiva (ICC) e doença arterial coronariana
– Ajuda a baixar a pressão arterial elevada
– Melhora o desempenho atlético
– Aumenta a função imunológica
– Reduz dores musculares (especialmente nas pernas causadas por artérias bloqueadas)
– Melhora a função renal
-Melhora a capacidade mental
– Luta contra a demência
– Corrige impotência, disfunção erétil (ED) e infertilidade masculina
– Evita o resfriado comum
– Melhora a saúde cardíaca
A L-arginina é benéfica para reduzir a inflamação e melhorar a saúde dos vasos sanguíneos e
do sistema cardiovascular, e é por isso que é um dos suplementos mais populares recomendados pelos cardiologistas.
Para pessoas com altos fatores de risco para doença cardíaca coronária, os suplementos de L-arginina podem ser uma medida eficaz para prevenir um ataque cardíaco, ou acidente vascular cerebral.
Algumas das maneiras como a L-arginina melhora a saúde cardiovascular incluem:
A L-arginina possui capacidades substanciais de eliminação de radicais livres, devido aos seus efeitos sobre a enzima chamada superóxido dismutase (SOD), bem como outros mecanismos antioxidantes.
Ela também afeta positivamente o sistema nervoso central e as funções do sistema imunológico, uma vez que no cérebro atua como um neurotransmissor, e agente protetor contra ameaças externas.
Útil para desintoxicar o corpo, a L-arginina pode até diminuir a presença de amônia no sangue; por isso, às vezes é usado para tratar pessoas com problemas metabólicos e os danos à uretra onde a amônia é excretada do corpo (5).
A amônia (hidróxido de amônio) é um produto do corpo que quebra proteínas; ela pode causar: necrose dos tecidos, e levar à destruição celular e inflamação (6)
A L-arginina de baixa circulação foi encontrada em alguns pacientes que sofrem de doenças, traumas e câncer.
Acredita-se que certas células supressoras do sistema imunológico (chamadas MSCs) podem causar deficiência de arginina, ou níveis baixos que circulam dentro do sangue.
Isso é problemático porque os linfócitos protetores e as células T do sistema imune, dependem da arginina para defender o corpo.
A L-arginina é utilizada com óleos de peixe ômega-3 e outros suplementos para:
– Reduzir o risco de infecções (especialmente infecções respiratórias ou problemas
pulmonares);
– Melhorar a cicatrização de feridas;
– Reduzir o tempo de recuperação após câncer, doença ou cirurgia.
Às vezes, é adicionado a unguentos tópicos, usados em tratamentos de feridas por várias razões: ajuda
a manter o fluxo de sangue mais livre; pode combater a dor e o inchaço; forma a L-prolina, o
que é importante para a síntese de colágeno na pele e aumenta a atividade antioxidante.
Também é usado para melhorar a função proteica para ajudar a curar queimaduras, assim como
prevenir as cáries dentárias.
E embora ainda sejam necessárias mais pesquisas, ela também é administrada à pessoas submetidas a quimioterapia; pós-operatório; para tratar vírus e infecções (incluindo HIV).
Algumas das melhores fontes naturais de L-arginina incluem:
– Ovos
– Produtos derivados de kefir
– Carne bovina ou aves (incluindo peru e frango)
– Fígado bovino e órgãos de aves (como fígado de frango)
– Peixe selvagem
– Sementes de gergelim
– Sementes de abóbora
– Sementes de girassol
– Algas marinhas e vegetais marinhos
– Castanha-do-pará
– Nozes
– Amêndoas
– Polpa de coco
Inclua esses alimentos na sua dieta diária e obtenha todos os benefícios dela para a sua saúde.
Mas lembre-se que todo alimento deve ser consumido com equilíbrio, sem excessos ou deficiências.
Não deixe de visitar o médico para ver como anda a sua saúde, e não espere ficar doente para marcar uma consulta.
Dê preferências aos alimentos de verdade.
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Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
Este artigo explica como seu cérebro é afetado por bactérias intestinais, e o papel que os probióticos desempenham na saúde dele.
Não deixe de ler e compartilhar.
Existem cerca de 40 trilhões de bactérias vivendo dentro de você. A maioria dessas bactérias residem no intestino e não causam problemas de saúde.
Essas bactérias são essenciais para a sua saúde física. Pesquisas mostram que elas também podem ser benéficas para o cérebro e a saúde mental.
Os probióticos são microorganismos vivos, geralmente bactérias. Quando consumidos em quantidades suficientes, proporcionam benefícios para a saúde (1).
Então podemos dizer que os alimentos probióticos e a boa saúde andam lado a lado.
A palavra “probiótico” é derivada das palavras latinas “pro”, que significa promover, e “biótico”, que significa vida.
Infelizmente, a palavra probiótico foi banalizada por alimentos e empresas farmacêuticas que estavam chamando algumas bactérias de probióticos, mesmo sem qualquer benefício de saúde cientificamente comprovada.
No entanto, há uma grande quantidade de novas evidências científicas mostrando que algumas espécies bacterianas têm verdadeiros benefícios para a saúde.
Eles podem beneficiar pessoas com Síndrome do Intestino Irritável, eczema, dermatite, níveis de colesterol insalubre e doença hepática (2, 3, 4).
A maioria dos probióticos pertence a um dos dois tipos de bactérias: Lactobacillus ou Bifidobacteria. Existem muitas espécies diferentes e estirpes dentro destes grupos, e eles podem ter diferentes efeitos sobre o corpo.
Alimentos ricos em probióticos incluem kefir, ervilhas e vinagre de maçã.
O intestino e o cérebro estão conectados bioquimicamente. A conexão é através do sistema nervoso central, que controla todas as atividades do corpo. O nervo vago é um grande nervo que envia sinais entre os intestinos e o cérebro (7).
O cérebro também está ligado ao intestino através dos seus micróbios intestinais. As moléculas podem agir como sinais que o cérebro detecta (8).
Uma pessoa tem aproximadamente 100 trilhões de células bacterianas em seu corpo, e apenas cerca de 30 trilhões de células humanas e 40 trilhões de bactérias (9).
A maioria dessas bactérias estão no intestino, então eles estão em contato direto com as células que alinham o intestino e com tudo o que entra no corpo. Isso inclui alimentos, remédios e micróbios.
Ao lado das bactérias intestinais, existem muitos outros micróbios, como leveduras e fungos. Coletivamente, eles são conhecidos como microbiota intestinal (10).
Cada uma dessas bactérias pode produzir diferentes compostos, tais como ácidos graxos de cadeia curta, neurotransmissores e aminoácidos. Muitas destas substâncias têm efeitos no cérebro (11).
Além de produzir substâncias que alteram o cérebro; essas bactérias também podem influenciar o cérebro e o sistema nervoso central, controlando a inflamação e a produção hormonal (12).
O termo “disbiose intestinal” ocorre quando o intestino e as bactérias intestinais estão doentes. Isto pode ser devido à presença de bactérias que causam doenças, que também podem levar à inflamação crônica.
Uma microbiota alterada pode surgir em pessoas com obesidade, cardiopatia, diabetes tipo 2 e outras doenças (14).
Alguns estudos mostram que certos probióticos podem restaurar a microbiota para um estado saudável, e reduzir os sintomas das doenças (18).
Curiosamente, alguns estudos apontam que as pessoas com certos transtornos mentais, também possuem uma microbiota alterada. No entanto, não está claro que se trata de uma causa de tais doenças ou o resultado de uma dieta alterada e estilo de vida (22).
Bactérias intestinais produzem produtos que podem influenciar o cérebro, os probióticos podem beneficiar a função cerebral e consequentemente a saúde mental.
O estresse e a ansiedade são cada vez mais comuns e a depressão, é uma das principais causas de doenças em todo o mundo (26).
Eles estão associados a altos níveis sanguíneos de cortisol, o hormônio do estresse humano (27).
Apenas um estudo examinou como os probióticos afetam pacientes com depressão clinicamente diagnosticada.
No estudo, o consumo de uma mistura de três estirpes de Lactobacillus e Bifidobacteria durante oito semanas, reduziu significativamente os sintomas depressivos. O probiótico também reduziu a inflamação nos pacientes (30).
Em pessoas saudáveis, certos probióticos podem reduzir:
A Síndrome do Intestino Irritável está diretamente relacionada à função do cólon; mas a doença é por vezes considerada um distúrbio psicológico (37).
Ansiedade e depressão são comuns em pacientes com o problema. Curiosamente, pessoas com a Síndrome tendem a ter uma microbiota alterada (39).
Certos probióticos podem reduzir os sintomas, incluindo dor e inchaço (42).

Função Cerebral e Probióticos: Melhorar o humor. Imagem: (Divulgação)
Em pessoas sem distúrbio psicológico, alguns probióticos podem ajudar a melhorar o humor, e diminuir sentidos de tristeza (45).
Infecções em pessoas com lesões cerebrais traumáticas podem levar a complicações adicionais.
A adição de certos probióticos à nutrição enteral, pode reduzir o número de infecções nos pacientes com traumatismo crânio-encefálico, e o tempo gasto na unidade de terapia intensiva (47, 48).
Os probióticos possuem benefícios para o sistema imunológico.

Função Cerebral e os Probióticos. Imagem: (Divulgação)
Os probióticos podem ter muitos benefícios para o cérebro.
Consumir probióticos afeta regiões do cérebro que controlam emoção e sensação (50).
Alguns estudos apontam que o consumo de probióticos específicos pode reduzir alguns sintomas de esclerose múltipla e esquizofrenia, porém, as investigações continuam (51).
Mesmo com todos os benefícios, os alimentos probióticos ainda não podem ser considerados como um tratamento para quaisquer distúrbios relacionados ao cérebro, mas ele beneficiam as funções cerebrais e outras áreas do corpo, trabalhando junto com outros métodos saudáveis.
Se você está procurando para tratar tais distúrbios, consulte um médico.
Existem boas evidências de que os alimentos probióticos podem beneficiar outros aspectos da saúde, incluindo a saúde do coração, distúrbios digestivos, eczema e dermatite (53).
Uma microbiota intestinal saudável pode ser obtida por uma dieta e estilo de vida saudáveis. Uma série de alimentos probióticos como chucrute e o kefir e os seus derivados por exemplo, podem ser consumidos.
E para realmente obter benefícios efetivos para a função cerebral, mude a sua alimentação e o seu estilo de vida. Isso requer determinação para ter mais saúde e qualidade de vida.
Exclua alimentos prejudiciais do seu cardápio, e consuma alimentos de verdade.
Se você costuma comer alimentos industrializados e processados, está à um passo ver a sua saúde minguar aos poucos.
Mas se você realmente deseja transformar a sua saúde, eu tenho um convite para fazer.
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Você, os seus filhos e toda a família merecem uma transformação na saúde que realmente seja eficaz, cuidando do corpo de dentro para fora!
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Dr. Juliano Pimentel.
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]]>Evidências indicam que os primeiros gregos e romanos valorizavam o agrião por sua capacidade de melhorar a função cerebral. Europeus na Idade Média fizeram uma pomada dele para tratar de ferimentos de espada.
O agrião, um vegetal de folhas verdes rico em minerais, é uma planta cruciforme cultivada há séculos. Seus benefícios de saúde são obtidos a partir do alto teor de vitaminas e minerais.
As propriedades antioxidantes da estrutura fitoquímica da planta de agrião, também é um fator chave para a saúde (1).
Saiba quais são os 10 motivos para comer agrião.
Não deixe de ler e compartilhar!
Evidências científicas indicam que o agrião contém mais de 15 vitaminas e minerais essenciais.
De fato, ela fornece mais ferro do que espinafre, mais cálcio do que leite e mais vitamina C que as laranjas.
Estão entre as propriedades medicinais do agrião o tratamento de:
Um estudo sugere que a vitamina C, juntamente com a vitamina E, são eficazes na redução do dano oxidativo aos eritrócitos (3).
Embora o estudo seja baseado em suplementos, também é sugerido que o consumo de alimentos como o agrião com esses nutrientes pode ser benéfico para a saúde.
Um estudo europeu sugere que a vitamina C, pode ser eficaz na redução do risco de desenvolvimento de catarata (4).
Uma inclusão de agrião com boa quantidade de vitamina C pode ser benéfica na proteção contra a catarata.
Baixos níveis de folato podem ser causados pela falta de ingestão alimentar, ou consumo excessivo de álcool.
Uma meta-análise de 19 estudos, incluindo 15.315 participantes, mostrou que o baixo nível de folato aumenta o risco de depressão.
O folato funciona com neurotransmissores, as vias do sistema nervoso central, afetando a produção de substâncias neuroquímicas, como a serotonina (1).
Com a depressão afetando uma porcentagem significativa da população mundial, a adição de alimentos com alto teor de folato como o agrião é um importante suplemento dietético.
Ele pode ajudar a reduzir o risco dessa doença crônica.
O folato pode agir como um preventivo contra o declínio cognitivo.
Os resultados de um estudo de homens com idade entre 50 e 70 anos, mostraram que os participantes que receberam 800 mcg de folato diariamente mostraram ter um efeito benéfico na cognição e fluência verbal (5).
O folato é um nutriente essencial que desempenha um papel na prevenção de defeitos congênitos, e na manutenção diária da saúde. Os níveis de folato são afetados pelo consumo de álcool (6).
A ingestão de alimentos contendo folato pode ajudar a reduzir o risco de depressão, derrame, câncer de mama, câncer colorretal, osteoporose, declínio cognitivo e deficiência de tubo neural em bebês.
A vitamina C é uma vitamina solúvel em água que indica que ela é excretada diariamente através da excreção urinária.
O agrião contém maior quantidade de vitamina C do que uma laranja, e é benéfico para fornecer e manter os níveis sanguíneos (7).
A ingestão de alimentos ricos em vitamina C, como o agrião, é benéfica na redução do risco de danos às células sanguíneas e resfriados comuns.
Muitos pesquisadores concordam que o cálcio através da ingestão dietética é necessário e talvez o mais benéfico na prevenção de muitas doenças; como doenças cardiovasculares, diabetes, síndrome metabólica e hipertensão.
O cálcio através de fontes alimentares, como o agrião, também se mostra seguro contra efeitos cardíacos adversos.
As fontes gerais de alimentos continuam sendo a melhor maneira de manter níveis saudáveis de cálcio no organismo (8).
O agrião tem mostrado um efeito benéfico na saúde da tireoide. Ele age reduzindo a produção do hormônio tireoidiano e é mais benéfico quando ingerido cru.
É bom cozinhar levemente o agrião, para aproveitar todo o seu valor nutricional (9).
Além do conteúdo de nutrientes do agrião, ele também tem muitos metabólitos secundários que podem ajudar a diminuir o risco de várias doenças crônicas (10).
Plantas crucíferas como o agrião demonstram ser benéficas na redução do LDL ou do mau colesterol, o que reduz o risco de doenças cardiovasculares como arteriosclerose e outras doenças cardíacas crônicas.
O agrião contém vitamina C, que atua como antioxidante, e ajuda a reduzir os danos aos tecidos cardíacos causados pelo estresse oxidativo (11).
A vitamina C é um componente ativo no processo de desenvolvimento de células embrionárias em miócitos cardíacos, e melhora do coração saúde.
Estudos mostram que a inclusão de alimentos ricos em cálcio, como o agrião, contribui para reduzir o risco de osteoporose (12).
O cálcio trabalha na reparação e na construção dos ossos, causando um aumento na produção de osteoblastos, as células responsáveis por essa atividade benéfica.
A deficiência de cálcio estimula o envelhecimento precoce, e promove a perda de densidade óssea.
Embora os estudos tenham mostrado resultados mistos, muitos concluíram que a ingestão dietética de folato como parte de uma dieta diária pode agir como um preventivo contra o câncer colorretal (13).
O agrião é um alimento benéfico e preventivo quando é ingerido diariamente.
Ele ajuda a reparar os danos celulares, previne doenças cardiovasculares, o câncer e cuida da saúde da tireoide.
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Abraços e fique com Deus,
Dr Juliano Pimentel.
]]>Perder gordura corporal nem sempre é uma tarefa fácil, realmente muitas pessoas encontram dificuldades em emagrecer.
Por isso é bom saber quais são os benefícios dos corpos cetônicos no processo de perder gordura.
Não deixe de ler e compartilhar.
Corpos cetônicos são moléculas solúveis em água, que podem atravessar a barreira hematoencefálica.
Essas barreiras são as estruturas no sistema nervoso central que mantém as substâncias encontradas na corrente sanguínea, fora do cérebro. Eles ultrapassam essas barreiras e levam energia necessária para o cérebro (1).
Enquanto isso, as barreiras hematoencefálicas permitem a passagem de substâncias que são essenciais para a função metabólica, como no caso do oxigênio (2,3).
O processo de cetose é o momento em que o uso da glicose vinda de alimentos como os carboidratos é reduzida (de alimentos como os grãos, fontes de açúcares e frutas); fazendo com que o organismo encontre outra fonte de energia, como a gordura (4).
Com a ausência da glicose que é normalmente usada pelas células para produzir energia de forma mais rápida, o organismo busca outras formas de sobrevivência.
O corpo entende que precisa queimar a gordura corporal, existente e produzir as cetonas.
É uma forma natural de sobrevivência e em consequência a aceleração do metabolismo do seu organismo.
Com base em estudos, pesquisadores descobriram que os pacientes podem induzir o corpo a entrar em cetose, através da dietas cetogênicas.
O fígado sintetiza os corpos cetônicos para produzir energia, isso ocorre quando os níveis de ácidos graxos no sangue ficam elevados.
Pode acontecer por:
Porém, ao comer regularmente e não praticar exercícios físicos regulares, os níveis de corpos cetônicos serão maiores durante o jejum noturno (5).
Existem benefícios comprovados da dieta cetônica, inclusive para pacientes com doenças crônicas, neurológicas, metabólicas ou que se relacionam ao uso da insulina.
Veja alguns benefícios:
Estudos recentes mostraram que a dieta cetônica possa ser de ajuda na terapia contra o câncer; talvez por deixar as células cancerígenas privadas de glicose, causando a sua morte (6,7).
O aumento dos corpos cetônicos no organismo através da alimentação rica em gordura, pouca proteína e poucos carboidratos; acelera o processo de metabolismo e ajuda na queima de gordura corporal.
Estudos mostram que essa é uma forma eficaz de perder peso. Muito mais produtiva que as dietas que exigem baixo teor de gordura, e restrição calórica (8).
Na adesão à essa dieta, alguns pacientes sentiram a redução do apetite.
Por sentir maior saciedade após as refeições, você acaba comendo menos (9).
A alimentação regular e rica em carboidratos, faz com que os níveis dessas moléculas caiam, prejudicando o processo de queimar gordura.
Outra boa alternativa da dieta cetogênica, são os benefícios do óleo de coco para perder peso.
De acordo com pesquisas, essa dieta pode melhorar a sensibilidade á insulina em até 75 %, e em alguns casos.
Ela também pode ser capaz de reduzir ou eliminar a necessidade de medicações para diabéticos (10,11).
Dietas com baixo teor de carboidratos pode auxiliar no equilíbrio das pressão arterial, flicemia pós-prandial e secreção de insulina.
Porém, é importante consultar o médico.
De acordo com pesquisas os sintomas da doença de Parkinson melhoraram após 28 dias com essa dieta, em 5 pacientes com a doença (10). Ela também pode trazer melhorias para quem sofre com a doença de Alzheimer (12).
O óleo de coco se mostrou eficaz durante os testes para o tratamento da doença de Alzheimer, aumentando o nível de cetona nesses pacientes, assim como em outras doenças degenerativas do sistema nervoso.
A dieta cetogênica pode ajudar no tratamento da epilepsia; podendo reduzir a quantidade de convulsões epiléticas, em especial em crianças que respondem bem aos tratamentos convencionais (13).
O óleo de coco que é rico em ácidos graxos saturados, que diferente de outras gorduras são metabolizados de forma diferente; é resistente ao calor elevado e pode transformar-se em corpos cetônicos no fígado de forma muito rápida (14,15).
A gordura do óleo vai rapidamente para o fígado através do trato digestivo.
Existem efeitos colaterais para quem decide adotar a dieta cetogênica, e eles ocorrem por diversos motivos; alguns efeitos podem surgir e logo desaparecer.
Mas é importante ficarem atentos.
Algumas células do cérebro só funcionam com o uso da glicose como combustível.
Sem o consumo de alimentos que possam ser transformados em glicose, o cérebro pode utilizar a cetona para obter a energia necessária.
Isso porque o corpo é tão inteligente que caso falte no seu organismo uma pequena porção de glicose para as funções cerebrais durante o processo de cetose, ele vai reproduzi-la a partir das proteínas presentes no organismo (18).
Esse processo é conhecido por glicogeogênese, e junto com a cetose eles são capazes de produzir a energia necessária para cérebro.
A glicogeogênese possui a habilidade de produzir a glicose sem o uso de carboidratos, a sua produção geralmente ocorre no fígado e nos rins (19).
E para ajudar você que se preocupa com uma alimentação saudável e low carb, para você e para a sua família; eu convido a adquirir o e-book da minha esposa, Carol Pimentel.
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Dr. Juliano Pimentel
A deficiência em iodo ou transtornos de deficiência de iodo, pode causar o distúrbio da tireoide.
Nesse artigo apresentarei a importância dos alimentos ricos em iodo.
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Iodo e a Importância para a Sáude. Imagem: (Divulgação)
A seguir confira os principais motivos para você inserir os alimentos ricos em iodo, na sua alimentação de verdade.
A tireoide é uma das principais glândulas do corpo responsável pelo equilíbrio de hormônios; e a interrupção das funções da tireoide, é causada parcialmente por uma dieta baixa em alimentos ricos nesse nutriente.
A deficiência desse nutriente pode criar reações tão negativas quanto a fadiga, ganho ou perda de peso excessivo, desequilíbrios hormonais, mudanças de humor e muito mais.
A tireoide precisa ter acesso à níveis equilibrados de iodo no organismo, para produzir hormônios-chave, incluindo a tiroxina.
Os hormônios tireoidianos regulam muitas reações bioquímicas importantes todos os dias – alguns dos mais significativos incluem a síntese de aminoácidos de proteínas, atividade enzimática digestiva, desenvolvimento adequado do sistema esquelético e do sistema nervoso central.
A função tireoidiana saudável e normal, é regulada principalmente por hormônios estimulantes da tireoide (TSH), também conhecidos como tirotropina.
Este hormônio é secretado pela glândula pituitária, e trabalha para controlar a produção e secreção de hormônio da tireoide em todo o corpo; isso protege o organismo do hipotireoidismo e do hipertireoidismo (produção excessiva ou muito pequena de hormônios tireoidianos).
A secreção de TSH aumenta a absorção de iodo na tireoide e estimula a síntese e liberação de hormônios T3 e T4; portanto, na ausência de iodo os níveis de TSH permanecem perigosamente elevados. (1)
Quando os distúrbios da tireoide ocorrem, os sintomas podem variar em: metabolismo lento, complicações cardíacas, mudanças no apetite, alteração na temperatura corporal, alterações na sede e transpiração, flutuações de peso e mudanças de humor.
O iodo melhora a imunidade e ajuda a induzir apoptose – a autodestruição de células cancerosas perigosas.
Enquanto o iodo pode ajudar a destruir células cancerosas em mutação, não destrói células saudáveis no processo.
Por exemplo, a evidência mostra a capacidade das algas ricas em iodo, para inibir o desenvolvimento do tumor mamário.
Em países como o Japão onde consomem grandes quantidades de alimentos ricos em iodo, é possível perceber a taxa relativamente baixa de câncer de mama (3)
Pesquisas mostram que uma deficiência desse nutriente durante a gravidez e a infância, podem perturbar o crescimento saudável e o desenvolvimento do cérebro.
Os bebês com deficiência desse nutriente são mais suscetíveis à mortalidade e a problemas neurodegenerativos; como o cretinismo, baixa taxa de crescimento, problemas de função motora e dificuldades de aprendizagem. (2)
Muitos especialistas em saúde, agora incentivam as mulheres a aumentarem a ingestão de alimentos ricos em iodo, considerando as deficiências comuns.
Ele ajuda no desenvolvimento saudável do cérebro, manter habilidades cognitivas contínuas; já a deficiência dele é uma das causas mais comuns de transtornos mentais no mundo. (4)
Um sinal comum de deficiência de iodo é a pele seca, áspera e irritada que se torna escamosa e inflamada.
Ele ajuda a regular a transpiração, para que as pessoas possam experimentar mudanças em quanto suor se seus níveis de iodo se tornam desequilibrados.
Mas, é preciso atenção. O excesso desse nutriente pode prejudicar a saúde, por aumentar as chances de deficiência de ferro.
Converse com o seu médico para saber qual é a quantidade correta desse nutriente que você precisa consumir.
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