Além disso, quem sofre com a obesidade, tem mais chances de desenvolver problemas crônicos de saúde.
Mas afinal, o que é a obesidade e como afeta a sua vida? Ela pode ser um fator decisivo no desenvolvimento de problemas sérios de saúde; afetar a autoestima e prejudicar os planos futuros.
Nesse artigo explicarei o que é obesidade.
Leia, comenta e compartilhe essa informação! 🙂

Obesidade e o Organismo. Imagem: (Divulgação)
Quando você consome calorias em excesso sem gastá-la, corre o risco de desenvolver a obesidade.
A obesidade nada mais que o excesso de tecido adiposo. Uma célula adiposa é uma célula endócrina, e o tecido adiposo é um órgão endócrino.
O tecido adiposo secreta uma série de produtos, incluindo metabólitos, citoquinas, lipídios, fatores de coagulação, entre outros.
O excesso de adiposidade ou obesidade causa o aumentos dos níveis de ácidos graxos circulantes e inflamação, a inflamação nunca vai ser um aspecto positivo para a saúde.
A biologia da ingestão de alimentos é muito complexa; envolve o olfato, sabor, textura, temperatura, respostas cognitivas e emocionais e informações metabólicas, que sinalizam o cérebro sobre a fome e a saciedade.
Os hormônios leptina e grelina possuem um importante papel no consumo de alimentos, e na prevenção da obesidade (1).
A obesidade é um sinal que o seu organismo não está funcionando adequadamente; em consequência, quem sofre com ela pode desenvolver:
O cálculo de Índice de Massa Corporal (IMC) identifica a quantidade de gordura corporal em relação à altura do indivíduo.
Com isso, é possível identificar as chances do desenvolvimento de doenças, relacionadas ao excesso de gordura corporal.
– Um adulto com IMC entre 25 e 29,9 é considerado com sobrepeso.
– Um adulto com IMC de 30 ou superior é considerado obeso.
No entanto, o mais correto é recorrer ao médico para verificar como está o seu IMC.
Além disso, a circunferência da cintura, é outra medida para determinar o teor de gordura abdominal. O excesso de gordura abdominal, quando não é proporcional à gordura corporal total, é considerado um fator de risco relacionado à obesidade.
Como principal causador de obesidade está o estilo de vida.
Além disso, existem algumas situações que podem proporcionar a predisposição para a obesidade, como: desequilíbrio hormonal, estresse, genética, toxinas ou o efeito colateral de medicamentos.

Obesidade e os Alimentos Prejudiciais. Imagem: (Divulgação)
Os hábitos alimentares pouco saudáveis passam dos pais para os filhos, não só pela hereditariedade mas também pela influência da má alimentação e sedentarismo.
Além do mais, a falta de atividade física é um fator importante relacionado à obesidade. Trabalhar durante longos períodos sentado, andar somente de carro ao invés de caminhar ou andar de bicicleta, por exemplo, podem influenciar no excesso de peso.
Estudos mostram que o sedentarismo é uma das principais causas da obesidade. Isso porque, a pessoa que é sedentária e gasta menos energia do que consome nos alimentos, aumenta as chances do acúmulo de gordura no organismo.
O recomendável é que os adultos façam pelo menos 150 minutos (duas horas e meia) de atividade aeróbica de intensidade moderada, como ciclismo ou caminhada rápida, por exemplo, todas as semanas.
Isso não precisa ser feito de uma só vez, mas pode ser dividido em períodos menores. Por exemplo, você pode se exercitar durante 30 minutos por dia durante cinco dias por semana.
Por isso, se você está acima do peso, a primeira dica é: faça boas substituições! Confira a lista de alimentos que você deve consumir!
Lembrando que, essas dicas não excluem a importância da visita médica regular.
Mas se você quer mesmo emagrecer e ter mais saúde?
Então precisa decidir e persistir na mudança alimentar e dos seus hábitos. Faça diferente para ter resultados diferentes!
Depende de você, mudar a sua realidade.
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Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
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Saiba agora se a obesidade pode causar o câncer de mama.
Não deixe de ler e compartilhar!
Há evidências consistentes de que maiores quantidades de gordura corporal estão associadas ao aumento dos riscos de vários tipos de câncer (2,6).
Muitos estudos mostraram que com a pós-menopausa, um IMC mais alto está associado a um aumento modesto no risco de câncer de mama.
Por exemplo, um aumento de 5 unidades no IMC está associado a um aumento de 12% no risco (3,4).
Entre as mulheres na pós-menopausa, as que são obesas têm um aumento de 20% a 40% no risco de desenvolver câncer de mama em comparação com as mulheres com peso normal
Os maiores riscos são observados principalmente em mulheres que nunca usaram terapia hormonal na menopausa, e em tumores que expressam receptores hormonais.
A obesidade também é um fator de risco para câncer de mama em homens (4).
As pessoas obesas geralmente apresentam inflamação crônica de baixo nível, o que pode, com o tempo, causar danos no DNA que levam ao câncer.
O sobrepeso e a obesidade aumentam a probabilidade ao câncer, e a condições ou distúrbios que causam inflamação local crônica e que são fatores de risco para certos tipos de câncer (5).
O tecido adiposo produz quantidades excessivas de estrogênio, esse fator também está relacionado ao aumento do risco de câncer de mama, endometrial, ovariano, entre outros.
As células de gordura produzem adipocinas, hormônios que podem estimular ou inibir o crescimento celular.
Por exemplo, o nível de uma adipocina chamada leptina, que parece promover a proliferação celular, aumenta no sangue com o aumento da gordura corporal (6,7).
E outra adipocina, a adiponectina, que é menos abundante em pessoas obesas do que naquelas com peso normal – pode ter efeitos antiproliferativos.
Células de gordura também podem ter efeitos diretos e indiretos em outros reguladores de crescimento celular, incluindo alvo de rapamicina em mamíferos e proteína quinase ativada (8).
Outros possíveis mecanismos pelos quais a obesidade pode afetar o risco de câncer incluem alterações nas propriedades mecânicas do andaime, que envolve as células da mama e respostas imunes alteradas, efeitos no sistema kappa beta do fator nuclear e estresse oxidativo (9).
Muitos estudos observacionais forneceram evidências consistentes, aponta que pessoas com um menor ganho de peso durante a vida adulta corre menos riscos de câncer de cólon, câncer renal, câncer de mama, endométrio e ovário em mulheres na pós-menopausa (11).
Poucos estudos examinaram possíveis associações entre perda de peso e risco de câncer. Alguns deles encontraram diminuição dos riscos de câncer de mama, endométrio, cólon e próstata entre pessoas que perderam peso.
Evidências mais fortes para uma relação entre perda de peso e risco de câncer vêm de estudos de pessoas que foram submetidas a cirurgia bariátrica (cirurgia realizada no estômago ou intestinos para induzir a perda de peso).
Pessoas obesas que fazem cirurgia bariátrica parecem ter menos riscos de cânceres relacionados à obesidade, do que pessoas obesas que não fazem cirurgia bariátrica (12).
Um estudo de acompanhamento de peso e câncer de mama, descobriu que mulheres que já estavam com sobrepeso ou obesas no início do estudo; a mudança de peso (ganho ou perda) não foi associada ao risco de câncer de mama durante o acompanhamento (13,14, 15).
No entanto, para as mulheres que estavam com peso normal no início do estudo, o ganho de mais de 5% do peso corporal foi associado ao aumento do risco de câncer de mama.
A maioria das evidências sobre obesidade em sobreviventes de câncer, vêm de pessoas que foram diagnosticadas com câncer de mama, próstata e colorretal.
Pesquisas indicam que a obesidade pode piorar vários aspectos da sobrevivência ao câncer, incluindo qualidade de vida, recidiva do câncer, progressão do câncer e prognóstico (14).
Por exemplo, a obesidade está associada ao aumento de risco para linfedema relacionado ao tratamento em sobreviventes de câncer de mama, e incontinência em sobreviventes de câncer de próstata tratados com prostatectomia radical (16,17).
Vários ensaios clínicos randomizados em sobreviventes de câncer de mama relataram intervenções de perda de peso, que resultaram em perda de peso e mudanças benéficas em biomarcadores que têm sido associados à associação entre obesidade e prognóstico (19,20).
Os estudos estão reunindo informações sobre fatores relacionados ao balanço de energia.
A obesidade interfere, ainda, com a produção de insulina e com o fator de crescimento conhecido como IGF-1, que também contribuem para aumentar o risco do aparecimento da doença (21).
Muitas vezes, o câncer de mama está ligado a fatores que não podem ser modificados, como a herança genética. Mas adotar hábitos saudáveis pode ser uma boa medida para afastar tumores nos seios.
Ou seja, o ideal é que você mantenha uma alimentação saudável e a prática de exercícios físicos. Além do mais, o exercício também pode reduzir o risco de câncer de mama e ter impacto na perda de peso.
É claro que, ao praticar atividade física ou até comer de forma mais equilibrada, você não vai apenas minimizar o risco dessa doença, mas de tantas outras que também podem levar a ela a exemplo da obesidade.
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Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
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