Esse transtorno afeta principalmente mulheres, mas o tratamento e a cura são alcançáveis.
Leia com atenção até o final!

Choro, raiva e depressão são algumas consequências da compulsão alimentar.
A compulsão alimentar é como um ciclo de fome fora de controle. O pior é que a maioria das vezes essa vontade é de comer alimentos industrializados e processados (não-saudáveis), seguido por sentimentos de intensa vergonha e culpa, muitas vezes seguido por raiva.
Para muitas pessoas com transtorno de compulsão alimentar, comer de forma regrada e equilibrada é muito difícil. Porém os pensamentos sobre alimentos e peso corporal são quase constantes.
Sendo assim, uma das consequência do transtorno são dietas intensas e restrição de calorias. Porém, isso dura por pouco tempo, e então o ciclo se repete.
A pessoa vive se perguntando: eu como demais? Preciso fazer dieta? Quando devo comer novamente? O que devo comer em seguida? Por que não consigo parar de comer? Por que estou tão fora de controle em relação aos alimentos?
É comum, por exemplo, que pessoas com todos os tipos de transtornos alimentares se envolvam em comportamentos como comer demais, fazer dieta, exagerar nos exercícios físicos, tomar laxantes ou pílulas dietéticas de tempos em tempos. Além de apresentar sintomas de depressão e ansiedade.
Na verdade, dieta, obsessão em relação ao peso, visualização de certos alimentos como proibidos são todos comportamentos que aumentam as chances em desenvolver compulsão alimentar.
Como outros transtornos alimentares, a causa para o Transtorno Alimentar Compulsivo, não é inteiramente compreendido. É causado por uma combinação de fatores genéticos, biológicos, ambientais e de estilo de vida, por exemplo.
Confira alguns fatores desempenham um papel na formação da doença (1):
Os genes desempenham um papel importante nos transtornos alimentares. Afinal, a genética é uma das responsáveis por algumas pessoas terem mais dificuldades de controlar o excesso de comida ao longo de suas vidas.
Mas, os genes sozinhos não são responsáveis pelo excesso de peso ou compulsão alimentar.
A genética só influencia em combinação com problemas físicos e emocionais. Ou seja, um conjunto de motivos é o que leva o indivíduo à pensamentos destrutivos e decisões sobre alimentos que definem o transtorno.
A incidência de depressão e ansiedade, é muito alta entre as pessoas com compulsão alimentar.
Afinal, é como um ciclo vicioso: a compulsão alimentar contribui para causar a ansiedade, e então a ansiedade faz com que seja mais difícil você se livrar do transtorno.
Aliás, ansiedade, depressão, abuso de álcool e drogas contribuem para padrões negativos de pensamentos que levam desencadeiam a baixa autoestima.
Além disso, os sentimentos de culpa, vergonha e desesperança é o que mantém alguém preso em um transtorno alimentar.
Muitas pessoas com Transtorno Alimentar Compulsivo, se sentem pressionadas para perder peso e entrar dentro do “padrão de beleza”.
Sentir frustração e discriminação devido ao peso, obesidade infantil, bullying e alterações significativas de peso, por exemplo, são todos fatores de risco para o TCAP.
Aproximadamente um em cada cinco adultos obesos luta contra o Transtorno Alimentar Compulsivo.
A maioria dos indivíduos obesos estão plenamente conscientes do seu problema e tentam perder peso e controlar a sua alimentação através de dietas.
Porem essas dietas são muitas vezes restritivas, o que causa um sentimento ainda maior de fome e frustração.
É uma incidência comum em pessoas com transtornos alimentares, incluindo compulsão alimentar, ter experimentado infâncias difíceis.
Muitas delas relatam que a comida se tornou um conforto na juventude, um hábito difícil de quebrar na idade adulta.
Pare um momento para refletir, você se encaixa em uma ou mais destas causas de transtornos alimentares? A comida se tornou um refúgio para os problemas e ansiedades? Quando foi que você perdeu o controle em relação a sua alimentação?
Atualmente, os critérios oficiais para o diagnóstico do Transtorno Alimentar Compulsivo incluem (9):

Além desses três sinais, outros sintomas devem estar presentes para que o TCAP seja diagnosticado (10):
Comer mais rapidamente do que o comum, comer até sentir desconforto e estufamento constantemente, comer grandes quantidades de alimentos sem estar com fome, comer sozinho por estar envergonhado da quantidade de comida ingerida.
Além disso, se sentir deprimido, ansioso ou muito culpado depois de comer demais, guardar alimentos para consumir em segredo, experimentar sentimentos de estresse ou ansiedade que só podem ser aliviados comendo.
Por fim, outros sintomas são o sentimentos de dormência enquanto come compulsivamente e a sensação de não se sentir saciado mesmo após comer.
Além dos comportamentos descritos acima, muitas pessoas com Transtorno Alimentar Compulsivo experimentam sintomas físicos, emocionais e sociais relacionados à sua alimentação, incluindo (11):
Por isso, preste atenção aos sinais e sintomas.
![Large group of happy people standing embraced and looking at the camera. [url=http://www.istockphoto.com/search/lightbox/9786738][img]http://dl.dropbox.com/u/40117171/group.jpg[/img][/url]](https://bkp.rjulianopimentel.com.br/wp-content/uploads/2016/12/Compulsao-Alimentar-Dr-Juliano-Pimentel-3-e1481224547130.jpg)
Transtorno Alimentar Compulsivo: Busque Ajuda de Pessoas de Confiança Imagem: (Divulgação)
Várias formas de terapias profissionais são úteis para ajudar as pessoas que lutam contra a compulsão alimentar.
Estes incluem terapia em família e terapia cognitivo-comportamental (TCC).
De maneira geral, a terapia é eficaz quando feita em três fases (2):
Tanto a dieta quanto a vontade obsessiva de perder peso são fatores de risco para a compulsão alimentar. Sendo assim, o ideal é mudar a abordagem para gerenciar seu peso.
Comer alimentos saudáveis e fazer exercícios é fundamental para manter o peso saudável. Porém, colocar todo o seu foco na perda de peso e contar obsessivamente as calorias pode aumentar a sua ansiedade em relação aos alimentos.
Por isso, o pensamento não é sobre dieta, e sim reeducação alimentar.
Comer por razões emocionais, em certas ocasiões, pode acontecer, porém, não pode se tornar um hábitos. Além do mais a comida não pode ser uma válvula de escape do mundo e fonte de conforto.
Ou seja, o ideal é que você desenvolva uma forma de comer intuitiva para reconhecer quando a sua fome é física ou emocional (3).
O Transtorno Alimentar Compulsivo é um comportamento compulsivo ligado à incapacidade de lidar com sentimentos difíceis, situações difíceis e pensamentos difíceis.
O estresse, por exemplo, usa a comida como um consolo. Por isso, é muito importante aprender a gerenciar situações estressantes ou emoções difíceis sem recorrer a alimentos.
Pode ser difícil, mas é essencial para a recuperação de qualquer transtorno alimentar, incluindo compulsão alimentar.
Nesse contexto, uma das melhores coisas que você pode fazer é encontrar outras atividades para aliviar o estresse durante os momentos difíceis sem recorrer à comida.
A verdade é que, diferentes coisas funcionam para diferentes pessoas.
No entanto, algumas técnicas para reduzir o estresse incluem a prática de exercício regular, meditação e ioga.
Além disso, ouvir música, passar tempo com outras pessoas, ler e escrever, estar ao ar livre na natureza e manter hobbies divertidos também pode ser útil.
Meditação, respiração profunda e yoga podem ser muito úteis no tratamento do TCAP. Afinal, são ferramentas usadas para relaxar e refletir sobre sentimentos difíceis.
Além disso, essas práticas te ajudam a se sentir mais feliz e grato, por fim, melhora a qualidade do sono.
Tanto a meditação, como a oração e ioga praticadas de seis a oito semanas podem reduzir a compulsão alimentar.
Isso porque essas práticas melhoram a autoestima e aspectos da saúde relacionados à obesidade, incluindo a pressão arterial, níveis de colesterol, açúcar no sangue e cortisol, por exemplo (4).
A meditação reduz a atividade no sistema nervoso simpático, responsável pela resposta de luta ou fuga e ansiedade. Além disso, aumenta a atividade no sistema nervoso parassimpático, responsável pelo controle emocional, sentimentos de tomada de decisão calma e clara.
Mulheres que fizeram um curso de seis semanas de meditação e yoga reduziram os casos de compulsão alimentar e outros sintomas relacionados ao comportamento compulsivo, como estresse e depressão, por exemplo (5).
Além disso, Yoga e respiração profunda podem melhorar a visão que você tem do seu corpo, pois aumentam os sentimentos de apreciação e gratidão (6).
Ter a ajuda de outras pessoas, especialmente familiares e amigos próximos, é essencial para superar os transtornos alimentares.
É certamente difícil de admitir que você está lutando contra a compulsão alimentar. No entanto, ser honesto sobre o assunto e se conectar com pessoas que estão passando pelo mesmo problema, faz toda a diferença.
Você pode começar a procurar apoio dizendo contando para alguém sobre a sua compulsão alimentar, pesquisando sobre a condição e participando de um grupo on-line. Aqui, a nossa corrente do bem nas redes sociais pode ser muito útil. Aprenda e divida o que você vive com outras pessoas.
Distinguir a diferença entre comer demais e a compulsão alimentar pode ser difícil. No entanto, a compulsão alimentar é diferente de comer demais.
Até as pessoas que dizem “comer normalmente” comem por razões emocionais. Isso pode acontecer em ocasiões especificas, quando você vai jantar fora com amigos, em situações sociais, em feriados ou durante as férias, por exemplo.
Algumas pessoas também comem em excesso, mesmo sem fome, para lidar com sentimentos como tédio, tristeza, estar cansado ou sentindo ansioso.
Porém, o que torna a compulsão alimentar diferente de simplesmente comer demais é que os episódios de compulsão ocorrem com mais frequência. Além disso, interferem na vida, nos relacionamentos e no trabalho da pessoa.
Indivíduos que sofrem com transtorno de compulsão alimentar sentem-se frequentemente com vergonha. Além disso, muitas vezes escondem seus comportamentos ou mentem sobre sua ingestão de alimentos.
As pessoas com problemas de compulsão alimentar passam anos escondendo essa condição. Infelizmente, quanto mais o tempo passa, mais difícil será quebrar o ciclo da compulsão alimentar.
Antes de ir, assista ao vídeo com dicas de como vencer a compulsão alimentar!
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
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]]>O transtorno de compulsão alimentar é uma situação séria que precisa de atenção e tratamento.
A compulsão alimentar é caracterizada por excessos compulsivos ou pelo consumo de quantidades anormais de alimentos. Ao mesmo tempo em que se sente incapaz de parar e de perder o controle.
Porém, muitas vezes um episódio de tristeza, como uma briga com alguém próximo, o fim de um relacionamento, ou problemas no trabalho, por exemplo, pode resultar em uma comilança desenfreada, devida a ansiedade e aflição.
Se você já passou por uma situação dessa, no entanto, não significa que você sofre de compulsão alimentar.
Mas como identificar um episódio de compulsão alimentar? E o que fazer?
Bom, é exatamente sobre isso, que vou destacar neste artigo.
Então se você gostou desse tema, leia, compartilhe e deixe seu comentário! 😉
Uma característica de uma ocorrência de compulsão alimentar é a frequência. Os episódios de compulsão alimentar, são geralmente classificados como ocorrendo em média, no mínimo duas vezes por semana, por um período de seis meses.
Um outro atributo que pode ser relacionado a compulsão alimentar é o peso. Embora o transtorno da compulsão alimentar aconteça com homens e mulheres com peso normal, isso frequentemente leva ao desenvolvimento de ganho de peso indesejado ou obesidade, o que pode indiretamente reforçar a compulsão alimentar.

A compulsão alimentar leva ao desenvolvimento de ganho de peso indesejado ou obesidade.
O fato é que as pessoas que sofrem de transtorno da compulsão alimentar, na verdade, estão lutando com emoções de repulsa e culpa e muitas vezes têm uma comorbidade relacionada, como depressão ou ansiedade.
Os sentimentos negativos que geralmente acompanham a compulsão alimentar muitas vezes levam-no a continuar a usar a comida para lidar com isso. Criando assim um ciclo vicioso, de ansiedade, comida exagerada e ganho de peso.
Você pode estar com peso normal, mas a maioria das pessoas com transtorno da compulsão alimentar periódica está com sobrepeso ou obesidade.
Os principais sinais e sintomas comportamentais e emocionais do transtorno de compulsão alimentar incluem:
Diante todos esses sintomas o que a gente pode observar é que comer compulsivamente é promove um estado de prazer, enquanto se come. Afinal a comida é usada como um elemento para sair da dor.
Mas logo depois, se transforma em uma situação constrangedora de mais dor.
Eu mencionei que a compulsão alimentar está relacionada ao peso, justamente porque quem sofre desse transtorno, ao contrário de uma pessoa com bulimia, que depois de uma compulsão, usa o vômito, laxante, exercícios físicos exageradamente pear reparar o quanto comeu.
As pessoas que comem compulsivamente normalmente não fazem nada para compensar a comida em excesso. Ou seja, tendem a ganhar peso dia após dia.
Normalmente quando as pessoas percebem o ganho de peso, tentam fazer dieta ou comer refeições normais. Mas, restringir a dieta pode simplesmente levar a mais compulsão alimentar.
A causa exata do transtorno da compulsão alimentar é desconhecida. No entanto, existe uma variedade de fatores que influenciam o desenvolvimento desse transtorno.
Esses fatores são:
Anomalias biológicas, como irregularidades hormonais ou mutações genéticas, por exemplo, podem estar associadas à compulsão alimentar e alimentar.
Uma forte correlação foi estabelecida entre depressão e compulsão alimentar.
Além do mais a insatisfação corporal, a baixa autoestima e a dificuldade em lidar com os sentimentos, por exemplo, também podem contribuir para o transtorno da compulsão alimentar periódica.
Situações traumáticas, como uma história de abuso sexual, podem aumentar o risco de compulsão alimentar.
Além disso, as pressões sociais, que são tipicamente influenciadas pela mídia, podem desencadear uma alimentação emocional.
E mais, pessoas sujeitas a comentários críticos sobre seu corpo ou peso podem ser especialmente vulneráveis ao transtorno da compulsão alimentar periódica.
São muitas e variadas as causas que motivam uma pessoa a desencadear um transtorno alimentar compulsivo.
E o pior é que além de todo o mal psicológico que a pessoa já está enfrentando, sua saúde também fica prejudicada devido a alimentação desenfreada.
Afinal, as consequências do transtorno da compulsão alimentar envolvem muitas dificuldades físicas, sociais e emocionais.
Por isso, volto a repetir compulsão alimentar tem que ser tratada. Sendo assim, é preciso estar atenta ao comportamento alimentar das crianças, principalmente adolescentes, e aos seus também.

As consequências da compulsão alimentar envolvem dificuldades físicas, sociais e emocionais.
Ao identificar a combinação de alguns desses sintomas, procure um médico.
Então, vamos aos tratamentos.
Algumas medidas podem ser tomadas aí mesmo dentro de casa, a fim de reverter essa situação e amenizar a ansiedade para evitar um episódio de compulsão alimentar.
Porque isso doutor? Andar a pé também pode melhorar o seu humor e reduzir alguns dos sentimentos negativos que podem desencadear uma alimentação emocional.
E de fato, a atividade física pode estimular a liberação de neurotransmissores importantes, como a serotonina e a norepinefrina, que podem ajudar a proteger contra condições como depressão e ansiedade (1).
Além do mais, o exercício também demonstrou melhorar o humor e reduzir os sentimentos de estresse, o que pode ajudar a prevenir futuros episódios de compulsão (2, 3).
Praticar yoga pode promover hábitos alimentares saudáveis, consequentemente, pode reduzir o risco de excessos (4, 5).
Um pequeno estudo analisou a eficácia do yoga como um tratamento para o transtorno da compulsão alimentar periódica e descobriu que ele ajudou a reduzir a compulsão alimentar e até levou a reduções no índice de massa corporal (6).
Não só isso, mas a ioga pode ter um efeito positivo no seu humor para ajudar a evitar uma alimentação emocional e mantê-lo motivado depois de uma compulsão não planejada.
Também foi mostrado para diminuir os níveis de cortisol. Isso pode ajudar a reduzir a ansiedade e a depressão, influenciando a captação do neurotransmissor serotonina (7, 8).
Existem também três tipos de terapia que podem ser especialmente úteis no tratamento do transtorno da compulsão alimentar. Essas terapias são:
A prática da alimentação consciente é a prática de prestar muita atenção à maneira como você se sente enquanto come, em vez de simplesmente jogar a comida em sua boca.
Tudo se resume em reconhecer como você se sente enquanto come e aprecia o sabor, a textura e o cheiro de seus alimentos.
A alimentação consciente pode ajudar a tratar o transtorno da compulsão alimentar (12).
Para se ter ideia, uma revisão de 14 estudos mostrou que a prática da atenção plena reduziu efetivamente a incidência de compulsão alimentar e emocional (13).
Além desse, outro pequeno estudo descobriu que quando as mulheres com problemas de compulsão alimentar colocaram em prática a alimentação consciente elas experimentaram melhores comportamentos alimentares e aumentaram a autoconsciência (14, 15).
Para começar então, a praticar a alimentação consciente, minimize as distrações externas e tente comer e apreciar sua comida lentamente. Aprenda a reconhecer quando está se sentindo satisfeito para saber quando é hora de parar de comer.
Se você identificou que pode estar sofrendo com compulsão alimentar, já sabe o que fazer.
Procure um médico, adote bons hábitos e se mantenha hidratada. Para estimular esse processo, vou disponibilizar 10 receitas de sucos desintoxicantes, para limpar seu organismo.
Te proporcionar mais vitalidade e energia para se alimentar e viver melhor.
Abraços e fique com Deus.
Dr. Juliano Pimentel.
]]>Trata-se de um dos diagnósticos psiquiátricos mais comuns em mulheres jovens, e também um dos mais mortais.
Nem sempre é fácil detectar sinais de anorexia uma vez que muitas pessoas com transtornos alimentares tentam comer “normalmente” em torno de outras pessoas, mas depois comem muito pouco, ou nada, quando estão sozinhos.
Quando os comportamentos associados à anorexia se tornam óbvios para familiares e amigos, eles geralmente incluem mentir sobre a ingestão de alimentos, seguindo estritamente certos rituais ou regras alimentares.
Neste artigo, eu explico as causas, sintomas e formas de tratamentos da anorexia nervosa.
Não deixe de ler e compartilhar.

Anorexia Nervosa: O que é. Imagem: (Divulgação)
A intervenção precoce é considerada uma das formas mais importantes de prevenir complicações devido à anorexia.
De acordo com a Organização Nacional de Transtornos Alimentares, a anorexia nervosa é um tipo sério, às vezes até fatal, de transtorno alimentar caracterizado por auto-inanição e perda excessiva de peso.
Uma característica fundamental da anorexia nervosa é estar extremamente abaixo do peso.
Isso não significa que todos os indivíduos que estão abaixo do peso têm anorexia, é claro; mas alguém não pode ser diagnosticado com o transtorno sem ter um peso significativamente baixo.
Há uma estreita relação entre a anorexia nervosa e outros distúrbios alimentares oficialmente reconhecidos, de acordo com especialistas.
Isso pode tornar difícil o diagnóstico e o tratamento da doença, que é uma das razões pelas quais a recuperação da anorexia é tão difícil e o tratamento tão complexo (2).
Os sintomas anoréxicos podem se misturar com a alimentação normal: em uma extremidade do espectro, as pessoas comem de uma maneira “normal” (principalmente equilibrada) que normalmente suporta as suas necessidades nutricionais quando em um peso corporal saudável.
Aqueles no outro extremo do espectro comem de forma restritiva ou atípica, por isso eles são diagnosticados com anorexia nervosa ou outros distúrbios alimentares reconhecidos oficialmente (como distúrbio alimentar, compulsão alimentar, bulimia, entre outros), ou uma combinação entre eles.
Por exemplo, hoje é comum para muitas pessoas que lutam para manter um peso saudável fazerem dietas “iô-iô” repetidamente, perdem e ganham peso, ou tentam programas dietéticos diferentes ao longo de suas vidas (às vezes de forma restritiva).
Quando esses comportamentos começam a trazer consequências negativas para a saúde, ou diminuir a qualidade de vida; um transtorno alimentar é geralmente diagnosticado.
Em alguns casos, comportamentos associados à anorexia podem levar a episódios de compulsão alimentar.
Não é incomum que os pacientes anoréxicos relatem que lutam com distúrbios alimentares compulsivos juntamente com a purga (indução ao vômitos, fazer uso de laxantes ou excesso de exercício, por exemplo).
Isso é frequentemente descrito como “anorexia tipo compulsivo/purgante”. Mas nem todas as pessoas diagnosticadas com anorexia comem compulsivamente.
Os anoréxicos restritivos raramente consomem grandes quantidades de alimentos / calorias de uma só vez.
Sinais de alerta, comportamentos e sintomas associados à anorexia nervosa geralmente incluem:
Essa doença faz com que alguém consuma menos calorias do que o corpo precisa para funcionar corretamente, muitos problemas de saúde podem se desenvolver.
As complicações físicas e mentais associadas à anorexia podem incluir (3):
Em geral, os transtornos alimentares não são causados por uma única coisa, mas sim devido a uma combinação de diferentes fatores sobrepostos.
Estes podem incluir a suscetibilidade genética, a educação de alguém, influências da mídia, pressão ou intimidação de pares ou familiares, transtornos mentais coexistentes, histórico de distorção do corpo e uso de drogas (5).
Pesquisas também mostram que fatores neurobiológicos, como o mau funcionamento da serotonina no cérebro, traços de personalidade e experiências de vida traumática, podem ser fatores associados ao desenvolvimento de transtornos alimentares.
Fazer dieta por muitos anos é outro fator de risco significativo.
As principais causas da anorexia incluem:

Anorexia Nervosa e os Tratamentos. Imagem: (Divulgação)
Embora muitos pacientes com anorexia nervosa melhoram ao longo do tempo, uma proporção substancial continua sofrendo com distúrbios da imagem corporal, distúrbios alimentares e outras dificuldades psiquiátricas (6).
Aqueles que se recuperam mais plenamente recebem: tratamento precoce, apoio contínuo especializado, praticam o auto-cuidado emocional através de meditação e outras formas de controlar o estresse, e falam abertamente sobre o transtorno.
Para fazer um diagnóstico de anorexia nervosa, o médico irá realizar uma avaliação dos sintomas de transtorno alimentar com o objetivo de identificar os principais sinais e comportamentos.
A anorexia nervosa é geralmente tratada através de uma combinação de métodos, incluindo:
Hoje, uma ampla gama de tratamentos eficazes estão disponíveis, incluindo terapia, grupos de apoio, meditação guiada e outras práticas que envolvem mente-corpo e, em alguns casos, medicamentos para tratar o distúrbio.
Confira quais são os principais tratamentos naturais para tratar a anorexia nervosa:
A anorexia é uma maneira insalubre de tentar lidar com problemas emocionais. Quando você tem anorexia, você costuma equiparar a magreza com autoestima (7). A terapia cognitivo-comportamental (ou TCC) é uma maneira de descobrir padrões de pensamento relacionados com a baixa autoestima e obsessão em relação à magreza (8).
2. Ajuda de um nutricionista
Um nutricionista pode oferecer orientação e apoio para que a pessoa anoréxica mantenha uma dieta equilibrada, que inclui energia suficiente e nutrientes específicos, a fim de satisfazer as necessidades do corpo e evitar que os sintomas piorem.
Em alguns casos, cuidados hospitalares são necessários para tratar complicações existentes e prevenir problemas de saúde graves como desmaios, insuficiência cardíaca, entre outros.
O apoio da família e dos amigos do paciente pode ser extremamente útil no tratamento da doença.
A família ou amigos próximos também ajudam o paciente a reconstruir a intimidade e a confiança com os outros; podem contribuir para melhorar a autoestima, estabelecer limites apropriados, fornecer feedback útil, entre outros fatores positivos.
4. Grupo de Apoio Contínuo
Durante a recuperação, muitos pacientes optam por se juntar a um grupo de apoio online ou pessoal, a fim de se sentirem compreendidos e que não estão sozinhos.
Falar com outras pessoas que conseguiram superar a desordem alimentar, pode ser útil para impulsionar a recuperação e a esperança de quem sofre com essa doença.
Anorexia nervosa é um distúrbio alimentar emocional caracterizado por auto-inanição ou um desejo obsessivo de perder peso.
É preciso que o paciente procure apoio social e profissional, reduza o estresse, faça terapias e seja orientado por um médico especialista.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
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]]>Transtornos alimentares são um problema real, que pode afetar homens e mulher, mas que especialmente atinge meninas e mulheres. Colocando isso em números, de acordo com pesquisa no New York Times, 95% dos pacientes com anorexia e cerca de 85% dos pacientes com bulimia nervosa são do sexo feminino (1).
Mas como é possível saber se você ou alguém conhecido está sofrendo os efeitos da bulimia, e porque este tipo de transtorno alimentar deve ser reconhecido?
Existem muitas razões, e todos elas podem levar a perigosos efeitos colaterais, sérios danos corporais tais como menstruação irregular, desequilíbrios hormonais e muito mais, além de problemas neurológicos.
Existe uma enorme quantidade de estresse causado pela luta contra a bulimia nervosa, que prejudica ainda mais a vida do indivíduo que sofre com esse distúrbio alimentar.
Alguém com bulimia costuma lutar com uma excessiva preocupação com a sua imagem corporal, o que leva a severas restrições calóricas, além do sentimento de inadequação e vergonha corporal, sentimentos contínuos de ansiedade, culpa e remorso.
Infelizmente, o risco de morte por suicídio ou complicações médicas aumenta para quem sofre com transtornos alimentares de qualquer tipo.
Muitas pessoas com bulimia ou outros distúrbios alimentares tendem a ser extremamente críticos consigo mesmos.
Sem ajuda, o estresse crônico causado por esta doença pode deteriorar o corpo e organismo, juntamente com os seus relacionamentos, senso de autoestima e autocontrole.
Quanto mais cedo a bulimia é descoberta, maiores são as chances do paciente resgatar sua saúde e prevenir futuras recaídas. Neste artigo, vou compartilhar os principais sintomas da doença, como ela afeta o organismo e as formas de tratamento.
Não deixe de ler e compartilhar.
Bulimia é considerado um transtorno alimentar grave que gira em torno de comer grandes quantidades de alimentos de uma vez, seguido de tentar “livrar-se” das calorias que foram consumidas.
A bulimia é considerada uma doença potencialmente fatal que afeta milhões de pessoas, especialmente mulheres, e é mais comum do que a anorexia nervosa.
Ela envolve padrões de alimentação erráticos e geralmente vômitos vigorosos, abuso de laxantes e, por vezes, excesso de exercícios físicos; existem múltiplos sintomas e riscos envolvidos, tanto físicos como mentais.
O que diferencia a bulimia nervosa de outros transtornos alimentares é o comportamento de tentar livrar-se do que comeu regularmente, independentemente de como exatamente isso acontece. A ênfase está sempre na eliminação de calorias extras com objetivo de evitar ganho de peso ou para alcançar a perda de peso, isso acontece de maneiras insalubres.
De acordo com a National Eating Disorders Organization, bulimia nervosa é caracterizada por sintomas que incluem (2):
>> Consumo de alimentos em quantidade desequilibrada e excessiva, seguido por comportamentos de compensação para evitar ganho de peso;
>> Sentimentos intensos de estresse crônico e de estar fora de controle em relação à comida;
>> Autoestima altamente dependente do peso corporal e da sua imagem.
A maioria das pessoas pensam que apenas pessoas muito magras possuem padrões alimentares distorcidos, mas a verdade é que homens e mulheres de todas as formas e tamanhos podem sofrer com transtornos alimentares.
Na verdade, a maioria das pessoas com bulimia não parecem ter sinais visíveis de um problema, e estão geralmente na média em termos de peso corporal.
Bulimia pode desenvolver-se por muitas razões diferentes, e é geralmente uma combinação de vários fatores ambientais e genéticos. Alguns dos fatores de risco conhecidos, e que tornam alguém mais propenso a desenvolver bulimia nervosa incluem (3):
Se você suspeita que sofre de bulimia, especialistas recomendam fazer as perguntas abaixo. Quanto mais você responder “sim”; maior a probabilidade de que você lide com um transtorno alimentar(4):
>> Você é obcecado pelo seu corpo, tamanho e peso?
>> Quando você come, você se sente culpado, envergonhado ou deprimido?
>> Você pensa frequentemente sobre alimentos, calorias e dietas; ao ponto disso interferir em sua vida, trabalho e relacionamentos?
>> Você tem medo de ganhar peso, sentir-se fora de controle e teme que quando você começar a comer, você não será capaz de parar?
>> Você come até que esteja excessivamente cheio?
>> Você toma laxantes regularmente ou vomita para ajudar a controlar o peso?
>> Você se exercita compulsivamente?
Contrariamente à crença popular, todos os que sofrem de bulimia não vomitam necessariamente.
A bulimia geralmente é categorizada em dois grupos: aqueles que envolvem vômitos regularmente ou uso de laxantes e diuréticos, e aqueles que envolvem a compensação de calorias de outras maneiras.
Algumas das maneiras comuns que um bulímico não purgante usa para “compensar” comer grandes quantidades de calorias incluem restringir severamente a ingestão de alimentos, períodos regulares de jejum / jejum intermitente ou exercício excessivo além de uma quantidade saudável.
Muitas pessoas com bulimia não se encaixam perfeitamente em uma categoria e podem demonstrar comportamentos de ambas. Por exemplo, alguém pode passar longos períodos sem usar laxantes ou vômitos, mas em vez disso se concentrar no exercício extremo para queimar muitas calorias juntamente com uma dieta restritiva.
Na verdade, a maioria das pessoas com bulimia nervosa tem alguns sintomas sobrepostos e comportamentos de outros transtornos alimentares, como a anorexia (restrição de calorias). Embora a gravidade da bulimia pode variar muito dependendo do caso, o desejo subjacente e distorção são geralmente os mesmos: tornar-se mais magro e conseguir uma forma corporal específica utilizando qualquer meio necessário, mesmo que seja prejudicial para a saúde.
O que diferencia as pessoas com bulimia nervosa dos milhões de outras pessoas que desejam mudar suas formas corporais? Como os transtornos alimentares são questões psicológicas tão complexas, podem ser desencadeados por fatores sobrepostos e interligados, como (5):

Mudanças notáveis de peso são sintomas da bulimia
Um dos efeitos colaterais mais perigosos e comuns da bulimia são os danos causados ao sistema digestivo, uma vez que comer demais e depois se livrar do alimento têm efeitos negativos sobre a produção de enzimas digestivas, equilíbrio de fluidos e níveis de eletrólito.
Vomitar e tomar laxantes podem levar a desequilíbrios eletrolíticos e químicos, que causam efeitos em cascata em outros sistemas e órgãos, como um batimento cardíaco anormal e sintomas de depressão.
Ao mesmo tempo, altas quantidades de estresse juntamente com deficiências de nutrientes podem alterar os níveis hormonais e alterar o funcionamento do neurotransmissor.
Alguns dos efeitos negativos da bulimia nervosa para a saúde são (6):
>> Desequilíbrio de potássio e sódio, uma vez que o vômito/purga pode alterar os balanços de nutrientes, eletrólitos e fluidos chave.
>> Batimentos cardíacos irregulares e maior probabilidade de ataques cardíacos, insuficiência cardíaca e morte devido a um desequilíbrio eletrolítico.
>> Desidratação, que pode afetar negativamente a digestão, capacidades mentais, movimentos musculares e funcionamento do coração.
>> Capacidade reduzida de digerir os alimentos corretamente e absorver nutrientes.
>> Problemas para ir ao banheiro normalmente, incluindo estômago inchado, constipação e diarreia, causada por tomar laxantes e alterar os níveis de enzimas e eletrólitos.
>> Maior risco de úlceras e rupturas gástricas.
>> Maior probabilidade de ter mudanças de peso que afetam negativamente a tireoide e a saúde hormonal.
>> Maior probabilidade de lidar com infertilidade e menstruações irregulares.
>> Diminuição da resposta imunológica a infecções ou doenças mais comuns.
>> Maior risco de depressão, transtornos de ansiedade e suicídio.
>> Níveis mais elevados de inflamação, o que pode aumentar o risco de várias doenças crônicas.
Pessoas com bulimia muitas vezes descrevem suas situações como constantes batalhas internas, quase como se tivessem duas ou até três vozes opostas em suas cabeças, todas com desejos diferentes.
De um lado ela pode sentir um forte desejo de perder peso ou ficar magro, por outro lado há a vontade de comer compulsivamente.
Antes de seguir, é importante evidenciar que, a melhor estratégia é sempre optar por uma alimentação de verdade, com legumes, verduras, grãos, frutas e carnes.
Além disso, você pode incluir diariamente sucos vegetais. Esses sucos além de nutritivos, desintoxicam o corpo, eliminando inflamação e excessos.
Alguns sinais comuns que podem indicar bulimia incluem (7):
Distúrbios alimentares precisam ser acompanhadas por um médico especialista, e não há nenhuma “cura” conhecida para a bulimia.
Alguns dos passos mais importantes para combater o distúrbio incluem:
Todos os transtornos alimentares são problemas complexos que normalmente exigem a busca de ajuda, como de um terapeuta, médico e nutricionista.
Acredita-se que os padrões de pensamento compulsivos que causam bulimia funcionam como um ciclo, uma vez que se tornam habituais e “o novo normal” para alguém que está sofrendo.
No entanto, com ajuda e treinamento adequado para mudar os padrões de pensamento de alguém e comportamentos; esse ciclo mortal pode ser quebrado (8).
Um dos métodos de tratamento mais bem sucedidos para combater a bulimia e outros transtornos alimentares é chamado de terapia cognitivo-comportamental (TCC), que se concentra na mudança de padrões de pensamento que pode auxiliar na mudança de comportamentos negativos (9,10).
Ironicamente, o vômito e a purga geralmente não resultam em perda de peso.
Vômito, exercício excessivo e uso de laxantes na maioria dos casos não compensa as calorias consumidas em excesso, por isso as pessoas com bulimia normalmente nunca atingem seu “peso ideal” e só perpetuam o ciclo alimentar distorcido, além das consequências negativas para a saúde que esses hábitos trazem.
Alguns especialistas acreditam que o vômito, por exemplo, só “apaga” cerca de 50% das calorias consumidas, enquanto os laxantes cerca de apenas 10%. Muitas pessoas realmente acabam ganhando peso a longo prazo, em vez de emagrecer.
Para uma alta porcentagem de pessoas com transtorno alimentar, suas intenções começam inocente – geralmente querendo perder algum peso.
Mas a restrição pode agir como um gatilho e acabar causando uma obsessão com a alimentação, dieta e perda de peso. Como consequência, o corpo responde com aumento da fome, e com compulsões prejudicam a saciedade.
Na verdade, o próprio ato de “dieta” é visto como uma das maiores causas de compulsão alimentar. Por isso, eu sempre falo com meus pacientes sobre reeducação alimentar, e não dietas restritivas.
Explorar outras maneiras de ser feliz sem atingir um determinado peso corporal, é geralmente considerado a chave final para resolver problemas emocionais que causam padrões alimentares distorcidos.
Enfatizar a saúde, apreciar mais as situações sociais, sentir-se mais relaxado em relação ao alimento e por ter mais energia em outras áreas da vida (relacionamentos, espiritualidade, passatempos, família e carreira) é crucial para a recuperação da bulimia.
É claro que quebrar esses padrões de pensamento e relacionamento distorcido com o alimento não é fácil, e a pessoa irá precisar de ajuda.
Procurar ajuda profissional, como já foi falado, é fundamental. Assim como se cercar de um grupo de pessoas de apoio, falar abertamente sobre os seus sentimentos, medos e ansiedades é muito importante!
Se abrir com a sua família e amigos é muito útil para o tratamento da bulimia.
Nas minhas redes sociais nós formamos uma corrente do bem, repleta de apoio e informação. Te convido a fazer parte dela!
Falando ainda sobre a importância da reeducação alimentar e da exclusão dos alimentos industrializados e processados, eu trago a oportunidade de você transformar a sua saúde de forma efetiva!
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Dr. Juliano Pimentel.
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