A crioterapia pode ser realizada em apenas uma área ou você pode optar pela crioterapia de corpo inteiro. A crioterapia localizada pode ser administrada de várias maneiras, inclusive através de compressas de gelo, massagem com gelo, sprays, banhos de gelo e até mesmo através de sondas administradas no tecido.
A teoria da crioterapia de corpo inteiro (WBC) é que, ao imergir o corpo em ar extremamente frio por vários minutos, você pode receber vários benefícios à saúde.
Ou seja, o indivíduo ficará em uma câmara fechada ou em um pequeno compartimento que envolve o corpo, mas tem uma abertura para a cabeça no topo, a uma temperatura de 150 graus negativo. Geralmente a pessoa fica exposto a esta temperatura super baixa por um período de dois a quatro minutos.
A crioterapia pode ajudar a tratar a enxaqueca, esfriando e entorpecendo os nervos na área do pescoço.
Um estudo demonstrou encontrou que a aplicação de um envoltório do pescoço contendo duas bolsas de gelo congeladas nas artérias carótidas do pescoço reduziu significativamente a dor de enxaqueca nas pessoas testadas (1).

crioterapia no corpo todo
Os pesquisadores acreditam que isso funciona pois esfria o sangue que passa através dos vasos intracranianos. E as artérias carótidas estão próximas da superfície da pele e são acessíveis.
Muitos atletas usam a crioterapia para tratar lesões há anos, e uma das razões é que ela pode entorpecer a dor (2). É que o frio pode realmente entorpecer um nervo irritado, por isso, os médicos tratarão a área afetada com uma pequena sonda inserida no tecido próximo. Sendo assim, isso pode ajudar a tratar nervos comprimidos ou neuromas, dor crônica ou até lesões agudas.
As temperaturas ultra-frias na crioterapia de corpo inteiro podem causar respostas hormonais fisiológicas. Isso inclui a liberação de adrenalina, assim como noradrenalina e endorfinas.
Isso pode ter um efeito positivo naqueles que sofrem de transtornos do humor, como ansiedade e depressão, por exemplo (3).Um estudo encontrou que a crioterapia de corpo inteiro foi realmente eficaz no tratamento a curto prazo para ambos.
O tratamento localizado com crioterapia não é a única coisa eficaz no tratamento de condições graves, um estudo mostra que crioterapia de corpo inteiro reduziu significativamente a dor em pessoas com artrite (4).
Eles descobriram que o tratamento foi bem tolerado e também permitiu fisioterapia mais agressiva e terapia ocupacional como resultado. Isso finalmente tornou os programas de reabilitação mais eficazes.
A crioterapia localizada e direcionada pode ser usada como tratamento de câncer (5). Nesse contexto, é chamado de “criocirurgia”. Ele funciona congelando as células cancerígenas e circundando-as com cristais de gelo. Atualmente, está sendo usado para tratar alguns tumores de baixo risco para certos tipos de câncer, incluindo câncer de próstata.
Embora sejam necessárias mais pesquisas para avaliar a eficácia dessa estratégia, teoriza-se que a crioterapia de corpo inteiro pode ajudar a prevenir a doença de Alzheimer e outros tipos de demência.

crioterapia pode prevenir doença de Alzheimer
Acredita-se que esse pode ser um tratamento eficaz, porque os efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios da crioterapia podem ajudar a combater as respostas inflamatórias e ao estresse oxidativo que ocorrem com a doença de Alzheimer (6).
A dermatite atópica é uma doença inflamatória crônica da pele com sintomas característicos de pele seca e com coceira. Porque a crioterapia pode melhorar os níveis de antioxidantes no sangue e pode reduzir simultaneamente a inflamação, faz sentido que a crioterapia localizada e de corpo inteiro possa ajudar a tratar a dermatite atópica. Outro estudo examinou seu efeito para a acne, visando as glândulas sebáceas (7).
Você pode obter benefícios de apenas uma sessão de crioterapia, mas é mais eficaz quando usado regularmente. Alguns atletas usam crioterapia duas vezes por dia. Outros vão diariamente por 10 dias e depois uma vez por mês depois.
A teoria por trás da crioterapia é que congela as células de gordura em todo o corpo e as mata. Isso faz com que sejam filtrados para fora do corpo pelo fígado e removidos permanentemente de áreas de tecido adiposo.
Um estudo de 2013 descobriu que a exposição diária a temperaturas baixas 17 ° C por 2 horas por dia durante 6 semanas reduzia a gordura corporal total em cerca de 2% (8).
Isso ocorre porque uma substância em seu corpo chamada tecido adiposo marrom (BAT) queima gordura para ajudar a gerar energia quando seu corpo é exposto ao frio extremo.
Ou seja, o estudo sugere que o corpo pode ter mecanismos para reduzir a gordura devido a temperaturas frias.
No ano seguinte, outro estudo analisou participantes que foram expostos a temperaturas cada vez mais baixas e temperaturas cada vez mais quentes todas as noites durante 4 meses. O estudo começou em 23,9 ° C até 19,2 ° C e voltou a 27,2 ° C até o final do período de quatro meses (9).
Os pesquisadores descobriram que a exposição a temperaturas progressivamente mais frias e mais quentes pode tornar seu BAT mais sensível a essas mudanças de temperatura e ajudar seu corpo a melhorar o processamento da glicose.
Isso não está necessariamente associado à perda de peso. Mas o aumento do metabolismo do açúcar pode ajudar a perder peso ao longo do tempo, ajudando seu corpo a digerir melhor os açúcares que, de outra forma, podem se transformar em gordura corporal.
Outras pesquisas também apoiam a ideia de que a crioterapia funciona melhor quando combinada com outras estratégias para perda de peso – como exercícios.
Existem clínicas específicas para realizar o tratamento com crioterapia. A escolha da clínica vai depender do tratamento que você precisa.
Além disso, algumas academias têm aderido ao tratamento para recuperação dos músculos. Para isso, enchem uma banheira com gelo e os adeptos permanecem no gelo de 2 a 4 minutos.
Agora que você já sabe mais sobre a crioterapia te convido a conhecer meu programa D7D. São 7 dias de mudanças de hábitos para te ajudar a eliminar de 3 a 10 quilos em uma semana.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
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Por exemplo, a cabeça de uma semente de lótus ou o corpo de um morango pode desencadear desconforto em alguém com essa fobia.
A fobia não é oficialmente reconhecida. Os estudos sobre a tripofobia são limitados, e a pesquisa disponível é dividida sobre se deve ou não ser considerada uma condição oficial.
Conheça os sintomas e os tratamentos da tripofobia.
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Há pouca pesquisa conhecida sobre o assunto. Alguns sugerem que a tripofobia é um medo instintivo de danos causados por coisas legitimamente perigosas que foram transferidas para objetos inofensivos.
Não se sabe muito sobre a tripofobia. Mas os gatilhos mais comuns incluem coisas como:
Animais, incluindo insetos, anfíbios, mamíferos e outras criaturas que tenham manchas e cicatrizes com pequenas marcas, também podem desencadear sintomas de tripofobia.
Um dos primeiros estudos sobre a tripofobia, publicado em 2013, sugeriu que a fobia pode ser uma extensão de um medo biológico de coisas prejudiciais (1).
Os pesquisadores descobriram que os sintomas foram desencadeados por cores de alto contraste em um determinado arranjo gráfico.
Eles argumentam que as pessoas afetadas pela tripofobia estavam subconscientemente associando itens inofensivos, como vagens de sementes de lótus, com animais perigosos, como o polvo de anéis azuis.
Um estudo publicado em abril de 2017 contesta essas descobertas (2).
Pesquisadores pesquisaram pré-escolares para confirmar se o medo de ver uma imagem com pequenos buracos é baseado no medo de animais perigosos ou em resposta a traços visuais.
Seus resultados sugerem que as pessoas que experimentam a tripofobia não têm um medo inconsciente de criaturas venenosas. Em vez disso, o medo é desencadeado pela aparência da criatura.
Alguns pesquisadores não reconhecem a tripofobia como uma fobia oficial. Mais pesquisas são necessárias para entender todo o escopo da tripofobia e as causas da doença.
Não se sabe muito sobre os fatores de risco ligados à tripofobia. Um estudo de 2017 encontrou uma possível ligação entre a Tripofobia e o Transtorno Depressivo maior e o Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) (3,4,5)
Outro estudo publicado em 2016 também observou uma ligação entre ansiedade social e tripofobia (6).
Os sintomas são supostamente acionados quando uma pessoa vê um objeto com pequenos grupos de furos ou formas que se assemelham a buracos.
Ao ver um grupo de buracos, as pessoas com tripofobia reagem com nojo ou medo. Alguns dos sintomas incluem:
Para diagnosticar uma fobia, o médico fará uma série de perguntas sobre seus sintomas. É levado em consideração sua história médica, psiquiátrica e social (7).
A tripofobia não é uma condição diagnosticável porque a fobia não é oficialmente reconhecida pelas associações médicas e de saúde mental.
O Problema emocional profundamente enraizado, como algum objeto associado à infância que desencadeia memórias traumáticas associadas a buracos.
Possíveis picadas de abelha no passado que levaram a um inchaço em que a pele inchada exibia todos os poros.
Além disso, cientistas também relataram que a evolução pode ser uma das principais causas por trás do medo de buracos.
Algumas partes primitivas do cérebro percebem ou associam essas “marcas” com algo perigoso.
Os buracos também tendem a estar associados a objetos orgânicos, como erupções cutâneas ou bolhas na pele, que geralmente acompanham um episódio de sarampo ou catapora.

Terapia é uma forma de tratamento para a tripofobia
Existem diferentes maneiras pelas quais uma fobia pode ser tratada. A forma mais eficaz de tratamento é a terapia de exposição.
A terapia de exposição é um tipo de psicoterapia que se concentra em mudar sua resposta ao objeto ou situação que causa seu medo.
Outro tratamento comum para uma fobia é a terapia cognitivo-comportamental (TCC).
A TCC combina a terapia de exposição com outras técnicas para ajudá-lo a administrar sua ansiedade e evitar que seus pensamentos se tornem esmagadores.
Terapia Cognitiva do Comportamento se concentra em alterar o pensamento de uma pessoa.
Isso inclui converter padrões de pensamento prejudiciais ou improdutivos em padrões controlados e positivos.
Isso eventualmente ajuda o indivíduo tripofóbico a distinguir entre realidade e imaginação.
Além disso, se um problema emocional profundamente enraizado é a causa provável por trás do medo de buracos, a terapia comportamental, o aconselhamento e a hipnose também podem ser muito eficazes no tratamento da tripofobia.
Outras opções de tratamento que podem ajudá-lo a gerenciar sua fobia incluem:
Embora os medicamentos tenham sido testados com outros tipos de transtornos de ansiedade, pouco se sabe sobre sua eficácia na tripofobia.
Também pode ser útil:
A tripofobia não é uma fobia oficialmente reconhecida. Alguns pesquisadores descobriram evidências de que existe de alguma forma e tem sintomas reais que podem afetar a vida cotidiana de uma pessoa se eles forem expostos a gatilhos.
Como todas as fobias, não há apenas uma resposta e é diferente em cada indivíduo. Tente descobrir o que o perturba, seja uma má memória, uma má experiência ou simplesmente repugnância.
Finalmente, é recomendável determinar se você precisa procurar ajuda de um terapeuta de saúde mental.
O profissional pode ajudar a encontrar a raiz do medo e gerenciar seus sintomas.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
]]>Em outras palavras, ele afeta as funções executivas necessárias para avaliar, planejar e executar a vida.
Isso significa coisas diferentes para pessoas diferentes.
O TDAH inclui uma combinação de problemas persistentes, como dificuldade para manter a atenção, hiperatividade e comportamento impulsivo.
Conheça as causas, sintomas e os tratamentos mais indicados para o TDAH.
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Ele é um transtorno cerebral complexo que causa grande dificuldade em focalizar e gerenciar muitos aspectos da vida cotidiana, embora muitos adultos e crianças com essa condição consigam se concentrar bem em outras tarefas (1).
A “desregulamentação da atenção” pode ser uma descrição mais precisa, já que a maioria das pessoas com esse transtorno tem atenção mais do que suficiente (2).
O que acontece é que elas não podem aproveitá-la na direção certa, na hora certa, com alguma consistência (3).
O TDAH é um transtorno comportamental. É tipicamente diagnosticado em crianças, mas os adultos também podem sentir os sintomas.
Os sintomas são geralmente divididos em categorias.
Ele pode se apresentar de duas maneiras distintas, ou uma combinação de ambas (4).
E há também os indivíduos com TDAH do tipo combinado, que exibem uma mistura de todos os sintomas descritos acima.
Quando alguém tem seis ou mais sintomas de cada tipo, eles combinam o tipo de TDAH.
Tipo predominantemente desatento
Tipo predominantemente hiperativo-impulsivo
Uma pessoa com TDAH do tipo combinado exibirá seis ou mais desses sinais.
O TDAH é um distúrbio biológico baseado no cérebro. Estudos de imagem do cérebro e outras pesquisas mostram muitas diferenças fisiológicas nos cérebros de indivíduos com TDAH (5).
Criança com TDAH têm quatro vezes mais chances de ter um parente também diagnosticado com a doença, claramente apontando para um fator genético (7).
Fatores que podem estar envolvidos no desenvolvimento do TDAH incluem:
O objetivo do tratamento é gerenciar os sintomas e promover comportamentos positivos.
Existem dois tipos de medicamentos para o TDAH.
Adultos com TDAH geralmente se beneficiam da mesma combinação de tratamentos que crianças mais velhas.
Enquanto a medicação trabalha em um nível neurológico para regular o cérebro, a terapia comportamental aborda comportamentos problemáticos específicos ao estruturar o tempo em casa, estabelecendo previsibilidade e rotinas, e aumentando a atenção positiva.
A terapia comportamental opera em uma premissa simples. Pais e outros adultos na vida de uma criança estabelecem expectativas claras para o comportamento da criança.
Eles elogiam e recompensam o comportamento positivo e desencorajam o comportamento negativo. A terapia comportamental exige a participação de pais e professores.
Má nutrição e hábitos alimentares não causam TDAH. No entanto, as mudanças nutricionais podem fazer uma grande diferença para alguns pacientes (9).
Pesquisas mostram que o que você alimenta seu corpo tem uma correlação direta com o funcionamento do cérebro. Nutrição afetam a cognição, atenção, sono e humor (10).
Estudos mostram que pessoas que comem alimentos “limpos” ou “integrais”, como vegetais, frutas, grãos não processados e carnes magras, têm mais probabilidade de ter melhor saúde emocional e 25 a 35% menos chance de experimentar transtornos de humor (11).
Nem todos comem os alimentos em quantidades certas para atingir os níveis de nutrientes e o corpo também nem sempre produz os nutrientes necessários. Por isso há a necessidade de suplementos.
Existem vitaminas, ervas e suplementos que podem diminuir os sintomas de TDAH em alguns indivíduos, mas antes de consumir é fundamental uma indicação médica (12).
É fundamental consultar um médico para saber quais são os suplementos adequados.
A atividade física rotineira fortalece o cérebro, tornando-o um tratamento alternativo simples e alternativo para o TDAH.
O exercício faz com que as crianças sejam menos impulsivas, o que as torna mais preparadas para aprender (13).
O exercício estimula os neurotransmissores do cérebro – produtos químicos que muitas pessoas com TDAH correm escasso.
Ele prepara o cérebro para o aprendizado, e o enriquecimento ambiental ajuda a fazer com que as conexões importantes aconteçam (16).
As pessoas com TDAH nem sempre conseguem manter as informações porque a atenção delas é sequestrada.
Melhorar a capacidade de memória de trabalho com o treinamento do cérebro, permite que um indivíduo preste atenção, resista às distrações, controle melhor as emoções e aprenda.
O acompanhamento médico e compreensão são essenciais.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
]]>Os pesquisadores acreditam que a fibromialgia amplifica sensações dolorosas, afetando a forma como o cérebro processa os sinais de dor.
Os sintomas às vezes começam após um trauma físico, cirurgia, infecção ou estresse psicológico significativo.
Em outros casos, os sintomas gradualmente se acumulam com o tempo, sem nenhum evento desencadeante.
Muitas pessoas que têm fibromialgia também têm dores de cabeça tensionais, distúrbios da articulação temporomandibular (ATM), síndrome do intestino irritável, ansiedade e depressão.
Não existe cura para a fibromialgia; porém, uma variedade de medicamentos, alimentação adequada e mudanças nos hábitos podem ajudar a controlar os sintomas.
Saiba qual o tipo de alimentação mais adequada para aliviar os sintomas da fibromialgia neste artigo.
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Aliviar os Sintomas da Fibromialgia: ovos e legumes. Imagem: (Divulgação)
A fibromialgia é um distúrbio crônico ou de longo prazo. Está associada a dores generalizadas nos músculos e ossos, áreas de sensibilidade e fadiga geral.
Pessoas com fibromialgia muitas vezes acordam cansadas, embora relatem que dormem por longos períodos.
O sono é muitas vezes interrompido pela dor, e muitos pacientes possuem outros distúrbios do sono, como a síndrome das pernas inquietas e a apneia do sono.
Dificuldades cognitivas. Um sintoma comumente referido como “fibro neblina” prejudica a capacidade de se concentrar e prestar atenção.
A fibromialgia coexiste com outras condições dolorosas, como:
Além da medicação, um plano de autocuidado pode ajudar a aliviar os sintomas da fibromialgia.
Mudanças de estilo de vida e remédios alternativos para a fibromialgia, podem reduzir a dor ao mesmo tempo em que você se sente melhor no geral.
Muitos desses tratamentos alternativos se concentram em reduzir o estresse e a dor. Você pode usar sozinho ou em conjunto com tratamentos médicos convencionais.
Fisioterapia, exercício regular, dormir o suficiente à noite e uma dieta equilibrada e saudável.
A terapia pode reduzir potencialmente o estresse que desencadeia os sintomas, e a depressão frequentemente associada a esse transtorno.
A nutrição adequada pode ajudar seu corpo a se manter saudável, e fornecer um suprimento constante de energia boa.
Se a sua dieta não está equilibrada e você não está comendo corretamente, seus sintomas podem piorar.
Você pode achar que certos alimentos pioram seus sintomas, ou que você se sente pior depois de comer um determinado alimento com frequência.
Se for esse o caso, é uma boa ideia criar um diário alimentar onde possa acompanhar o que come, e como se sente após as refeições.
Evite alimentos processados e escolha mais alimentos integrais. Os alimentos processados normalmente têm mais aditivos e menos fibras e nutrientes, que os alimentos não processados.
Carboidratos refinados como farinha branca, macarrão branco e arroz branco, são exemplos de alimentos processados que foram desprovidos de nutrientes naturais.
Ao escolher alimentos contendo carboidratos para suas refeições, escolha grãos integrais como quinoa, amaranto, batata-doce, farinha sem glúten.
Evite carnes curadas. Quando você compra carne, evite produtos processados com sal ou com conservantes adicionados ou carnes que tenham sido fumadas ou curadas.
Evite carne enlatada, salsicha, bacon, cachorro-quente, presunto, carne de vaca e charque.
Tenha também cuidado com produtos de carne com as palavras “sabor natural adicionado” no rótulo.
Um exemplo de tal produto é o peito de peru infundido com caldo (para dar mais sabor).
Coma peixe de água fria e alimentos enriquecidos para vitamina D
A suplementação de vitamina D pode reduzir a dor em pessoas com fibromialgia, que são deficientes neste nutriente (1).
Você pode obter vitamina D naturalmente em peixe-espada, atum, salmão e ovos. Alguns alimentos, como suco de laranja e leite, são enriquecidos com vitamina D.
Ela também pode ser tomada como suplemento ou em óleo de fígado de bacalhau, que fornece vitamina D e ácidos graxos ômega-3.
Tomar sol também aumenta os níveis de vitamina D do seu corpo, embora a exposição excessiva aumente o risco de câncer de pele e doenças oculares (2).
Escolha folhas verdes, nozes e sementes para Magnésio.
O magnésio é necessário para ajudar a prevenir a toxicidade causada pelo glutamato. O magnésio é encontrado em muitos alimentos saudáveis, incluindo leguminosas e lentilhas secas.
Nozes e sementes, abacate, iogurte de kefir, banana, peixe gordo, chocolate amargo e folhas verdes escuras.
Coma peixe, semente de linhaça e chia, além de outros alimentos ricos em ácidos graxos ômega-3.
Os ácidos graxos ômega-3 podem reduzir os níveis de estresse oxidativo, assim como níveis mais baixos de inflamação e aumentar a imunidade.
O estresse oxidativo ocorre quando o corpo tem muitos radicais livres, ou moléculas instáveis, que danificam as células. Está implicado no desenvolvimento de muitas condições médicas.
Omega-3 é abundante em frutos do mar selvagens, nozes, sementes de chia e sementes de linhaça. Também pode ser tomado como um complemento.
No entanto, as cápsulas de ômega-3 não são recomendadas, pois contêm gelatina, que contém o aminoácido aspartato.
O aspartato pode ativar um receptor de glutamato nas células nervosas envolvidas na fibromialgia (4).
Para combater os efeitos das excitotoxinas dietéticas nos sintomas da fibromialgia, você pode precisar de mais antioxidantes em sua dieta, pois as excitotoxinas também criam estresse oxidativo (5).
Opte por aumentar o consumo de alimentos em tons vermelho, verde, laranja, amarelo e roxo para obter um impulso antioxidante.
Combine proteínas ou gorduras com carboidratos saudáveis para retardar sua absorção. Escolha alimentos frescos e integrais ricos em fibras e com baixo teor de açúcares adicionados.
E para ajudar você que se preocupa com uma alimentação saudável, que ajude a aliviar os sintomas da fibromialgia e low carb, eu convido a adquirir o e-book da minha esposa, Carol Pimentel.
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Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
]]>Trata-se de um dos diagnósticos psiquiátricos mais comuns em mulheres jovens, e também um dos mais mortais.
Nem sempre é fácil detectar sinais de anorexia uma vez que muitas pessoas com transtornos alimentares tentam comer “normalmente” em torno de outras pessoas, mas depois comem muito pouco, ou nada, quando estão sozinhos.
Quando os comportamentos associados à anorexia se tornam óbvios para familiares e amigos, eles geralmente incluem mentir sobre a ingestão de alimentos, seguindo estritamente certos rituais ou regras alimentares.
Neste artigo, eu explico as causas, sintomas e formas de tratamentos da anorexia nervosa.
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Anorexia Nervosa: O que é. Imagem: (Divulgação)
A intervenção precoce é considerada uma das formas mais importantes de prevenir complicações devido à anorexia.
De acordo com a Organização Nacional de Transtornos Alimentares, a anorexia nervosa é um tipo sério, às vezes até fatal, de transtorno alimentar caracterizado por auto-inanição e perda excessiva de peso.
Uma característica fundamental da anorexia nervosa é estar extremamente abaixo do peso.
Isso não significa que todos os indivíduos que estão abaixo do peso têm anorexia, é claro; mas alguém não pode ser diagnosticado com o transtorno sem ter um peso significativamente baixo.
Há uma estreita relação entre a anorexia nervosa e outros distúrbios alimentares oficialmente reconhecidos, de acordo com especialistas.
Isso pode tornar difícil o diagnóstico e o tratamento da doença, que é uma das razões pelas quais a recuperação da anorexia é tão difícil e o tratamento tão complexo (2).
Os sintomas anoréxicos podem se misturar com a alimentação normal: em uma extremidade do espectro, as pessoas comem de uma maneira “normal” (principalmente equilibrada) que normalmente suporta as suas necessidades nutricionais quando em um peso corporal saudável.
Aqueles no outro extremo do espectro comem de forma restritiva ou atípica, por isso eles são diagnosticados com anorexia nervosa ou outros distúrbios alimentares reconhecidos oficialmente (como distúrbio alimentar, compulsão alimentar, bulimia, entre outros), ou uma combinação entre eles.
Por exemplo, hoje é comum para muitas pessoas que lutam para manter um peso saudável fazerem dietas “iô-iô” repetidamente, perdem e ganham peso, ou tentam programas dietéticos diferentes ao longo de suas vidas (às vezes de forma restritiva).
Quando esses comportamentos começam a trazer consequências negativas para a saúde, ou diminuir a qualidade de vida; um transtorno alimentar é geralmente diagnosticado.
Em alguns casos, comportamentos associados à anorexia podem levar a episódios de compulsão alimentar.
Não é incomum que os pacientes anoréxicos relatem que lutam com distúrbios alimentares compulsivos juntamente com a purga (indução ao vômitos, fazer uso de laxantes ou excesso de exercício, por exemplo).
Isso é frequentemente descrito como “anorexia tipo compulsivo/purgante”. Mas nem todas as pessoas diagnosticadas com anorexia comem compulsivamente.
Os anoréxicos restritivos raramente consomem grandes quantidades de alimentos / calorias de uma só vez.
Sinais de alerta, comportamentos e sintomas associados à anorexia nervosa geralmente incluem:
Essa doença faz com que alguém consuma menos calorias do que o corpo precisa para funcionar corretamente, muitos problemas de saúde podem se desenvolver.
As complicações físicas e mentais associadas à anorexia podem incluir (3):
Em geral, os transtornos alimentares não são causados por uma única coisa, mas sim devido a uma combinação de diferentes fatores sobrepostos.
Estes podem incluir a suscetibilidade genética, a educação de alguém, influências da mídia, pressão ou intimidação de pares ou familiares, transtornos mentais coexistentes, histórico de distorção do corpo e uso de drogas (5).
Pesquisas também mostram que fatores neurobiológicos, como o mau funcionamento da serotonina no cérebro, traços de personalidade e experiências de vida traumática, podem ser fatores associados ao desenvolvimento de transtornos alimentares.
Fazer dieta por muitos anos é outro fator de risco significativo.
As principais causas da anorexia incluem:

Anorexia Nervosa e os Tratamentos. Imagem: (Divulgação)
Embora muitos pacientes com anorexia nervosa melhoram ao longo do tempo, uma proporção substancial continua sofrendo com distúrbios da imagem corporal, distúrbios alimentares e outras dificuldades psiquiátricas (6).
Aqueles que se recuperam mais plenamente recebem: tratamento precoce, apoio contínuo especializado, praticam o auto-cuidado emocional através de meditação e outras formas de controlar o estresse, e falam abertamente sobre o transtorno.
Para fazer um diagnóstico de anorexia nervosa, o médico irá realizar uma avaliação dos sintomas de transtorno alimentar com o objetivo de identificar os principais sinais e comportamentos.
A anorexia nervosa é geralmente tratada através de uma combinação de métodos, incluindo:
Hoje, uma ampla gama de tratamentos eficazes estão disponíveis, incluindo terapia, grupos de apoio, meditação guiada e outras práticas que envolvem mente-corpo e, em alguns casos, medicamentos para tratar o distúrbio.
Confira quais são os principais tratamentos naturais para tratar a anorexia nervosa:
A anorexia é uma maneira insalubre de tentar lidar com problemas emocionais. Quando você tem anorexia, você costuma equiparar a magreza com autoestima (7). A terapia cognitivo-comportamental (ou TCC) é uma maneira de descobrir padrões de pensamento relacionados com a baixa autoestima e obsessão em relação à magreza (8).
2. Ajuda de um nutricionista
Um nutricionista pode oferecer orientação e apoio para que a pessoa anoréxica mantenha uma dieta equilibrada, que inclui energia suficiente e nutrientes específicos, a fim de satisfazer as necessidades do corpo e evitar que os sintomas piorem.
Em alguns casos, cuidados hospitalares são necessários para tratar complicações existentes e prevenir problemas de saúde graves como desmaios, insuficiência cardíaca, entre outros.
O apoio da família e dos amigos do paciente pode ser extremamente útil no tratamento da doença.
A família ou amigos próximos também ajudam o paciente a reconstruir a intimidade e a confiança com os outros; podem contribuir para melhorar a autoestima, estabelecer limites apropriados, fornecer feedback útil, entre outros fatores positivos.
4. Grupo de Apoio Contínuo
Durante a recuperação, muitos pacientes optam por se juntar a um grupo de apoio online ou pessoal, a fim de se sentirem compreendidos e que não estão sozinhos.
Falar com outras pessoas que conseguiram superar a desordem alimentar, pode ser útil para impulsionar a recuperação e a esperança de quem sofre com essa doença.
Anorexia nervosa é um distúrbio alimentar emocional caracterizado por auto-inanição ou um desejo obsessivo de perder peso.
É preciso que o paciente procure apoio social e profissional, reduza o estresse, faça terapias e seja orientado por um médico especialista.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
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]]>Saiba agora sobre a importância desse tipo de medicação e os efeitos colaterais.
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Os remédios antidepressivos ajudam a combater a depressão e outras condições como ansiedade, fobias, bulimia, distúrbios alimentares e algumas condições físicas.
Os antidepressivos não curam essas doenças, mas aliviam e reduzem os sintomas. Somente um médico pode prescrevê-los e por isso, você não deve tomar nenhum tipo de antidepressivo sem recomendação e receita médica.
Eles balanceiam os químicos naturais do cérebro, e normalmente levam algumas semanas para começarem a funcionar.
Existem diversos tipos de antidepressivos e o seu médico irá encontrar o melhor tipo para você baseando-se nos seus sintomas, no seu histórico médico e nos remédios que você já toma.
Eles trabalham aumentando ou prolongando a atividade de determinadas substâncias químicas cerebrais, como noradrenalina e serotonina, que são reguladoras do humor.
Estas substâncias são neurotransmissoras, isso significa que elas passam mensagens entre as células nervosas do cérebro e entre os nervos e outros órgãos do resto do corpo.
Os remédios antidepressivos podem elevar o seu humor e alterar o comportamento; eles causam uma alteração na química cerebral através desses neurotransmissores.
O tratamento da depressão e de outras condições psicológicas geralmente é acompanhado por um médico psiquiatra, que trata dos sintomas e utiliza-se de remédios para corrigir certas disfunções.
É extremamente necessário buscar um médico para entender se você precisa ou não de antidepressivos; e para indicar sessões de terapia (1, 2).
Os antidepressivos podem aliviar a depressão. Os sintomas da doença incluem:
A maioria dos antidepressivos leva 1 a 2 semanas para surtir efeito, dependendo do organismo de cada paciente. Se não sentir qualquer melhorar após 2 ou 4 semanas, discuta isso com o seu médico.
Todas as drogas receitadas possuem níveis de risco em diferentes circunstâncias, e podem agir de formas diferentes de pessoa para pessoa.
Contudo, é importante considerar algumas circunstâncias antes de tomar esses remédio, como:
Alguns efeitos colaterais muito comuns dos antidepressivos são (3):
Por isso é importante que o médico acompanhe estes sintomas.
A alimentação adequada e mudança nos hábitos também pode ajudar a aliviar os sintomas.
Veja algumas dicas:
Converse com o seu médico sobre os tratamentos alternativos para a sua saúde.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
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]]>Quando os comportamentos associados a ela se tornam óbvios para a família e amigos; geralmente tentam forçar a ingestão de alimentos, seguindo rigorosamente certos rituais ou regras para comer – o que não é o certo, também.
Neste artigo apresentarei os principais sintomas da Anorexia, para te ajudar a identificar esse problema.
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As pessoas que sofrem com essa doença, frequentemente fazem comentários sobre se sentirem “gordos” ou pouco atraentes.
A anorexia tem sido considerada como um problema feminino – e, embora seja verdade que historicamente estima-se de que 90% a 95% de quem sofre com a anorexia sejam do sexo feminino, a desordem está se tornando cada vez mais comum entre os homens. (1)
A intervenção precoce é considerada uma das formas mais importantes de prevenção de complicações decorrentes dela, que pode incluir infertilidade, danos ao sistema cardiovascular, ossos debilitados (ou diminuição da massa óssea) e em casos graves, até mesmo a morte.
Entre 5% e 20% dos indivíduos com anorexia morrerão devido a complicações da doença, o que significa que tem uma das maiores taxas de mortalidade de qualquer outra condição de saúde mental.
Enquanto a anorexia é uma desordem notoriamente muito difícil de tratar permanentemente (muitos sofrem liquidando os sintomas do transtorno, uma e outra vez ao longo de suas vidas).
No entanto, há mais esperança do que nunca para superar todos os transtornos alimentares. Hoje em dia, estão disponíveis uma ampla gama de tratamentos efetivos, incluindo terapia, grupos de apoio, meditação guiada e outras práticas mente-corpo e, em alguns casos, medicamentosa prescritos por um médico especialista. (2)
Os sinais de alerta, comportamentos e sintomas associados à anorexia geralmente incluem:
1-Ganho ou perda de peso frequentes
Aquelas pessoas sem distúrbios alimentares geralmente mantêm um peso relativamente estável, ou ganham peso lentamente à medida que envelhecem, mas mudanças frequentes de peso que podem ser muito extremas, para mais ou para menos, são sinais de alerta.
Alguns dos sinais mais comuns são:
A negação da fome, a mentira sobre comportamentos alimentares, a recusa ao comer em torno de outras pessoas ou em situações sociais, a exclusão de situações sociais normais, e apresentação de desculpas consistentes para evitar situações envolvendo alimentos, estão entre os principais sintomas.
2-As rígidas regras com a alimentação
A tentativa de seguir regras dietéticas e rígidas é comum entre os anoréxicos.
Por exemplo, as regras podem incluir apenas comer em momentos específicos do dia, apenas comendo um número muito pequeno de calorias, o que coloca o corpo em modo de fome.
Normalmente, infringir essas regras leva a extrema culpa ou ansiedade sobre o ganho de peso, além de baixa autoestima, especialmente relacionada a imagem corporal e a outros aspectos da aparência
As pessoas que se encontram com o distúrbio, sentem incapacidade de apreciar as consequências do transtorno alimentar, incluindo não querer receber ajuda ou admitir o problema (negação da gravidade da situação).
É comum que a anorexia seja acompanhada de excesso de treinamento ou “dependência do exercício”, que é uma quantidade insalubre de exercício excessivo e rígido. O exercício é visto como uma forma de “queimar” calorias e evitar o ganho de peso, o que ajuda a diminuir o medo/ansiedade.
A desenvoltura de outros problemas

A Anorexia Pode Levar Ao Consumo Desenfreado De Medicamentos Sem Acompanhamento
As pessoas que sofrem de anorexia, geralmente tendem evitar o contato com os amigos e a família, e além disso param de realizar atividades que faziam antes, justamente por desânimo e tristeza.
Muitas vezes, os sintomas associados a outras doenças mentais também estão presentes, incluindo aqueles relacionados à depressão, distúrbios dismórficos corporais, abuso de substâncias ou abuso de medicamentos prescritos.
Como a anorexia faz com que alguém consuma menos calorias do que o corpo precisa para funcionar corretamente, muitos problemas de saúde podem se desenvolver como resultado.
As complicações físicas e mentais associadas a doença, de acordo com a organização Hope Disorder Hope, podem incluir: (3)
1- Mudanças menstruais, períodos irregulares ou infertilidade.
2- A amenorreia, ou a ausência anormal de menstruação durante três ciclos menstruais consecutivos, é comum entre aqueles com anorexia. Entre as mulheres em idade reprodutiva, isso pode causar infertilidade ou dificuldade em engravidar, além de maior risco de aborto espontâneo e complicações durante a gravidez.
3- Depressão, fadiga, baixa motivação e letargia.
4- Abandono social e isolamento.
5- Doenças cognitivas, incluindo nevoeiro cerebral, desorientação e, às vezes, tonturas.
6- Alterações nos ritmos cardíacos e pressão sanguínea, incluindo palpitações, diminuição da frequência cardíaca e baixa pressão arterial.
7- Perda de massa muscular, fraqueza e, por vezes, dificuldades ou dores.
8- Redução da densidade óssea (osteoporose). Isso é causado por ossos secos e quebradiços devido à baixa ingestão de nutrientes / calorias. Este é um efeito grave, às vezes irreversível, da desnutrição que pode se desenvolver em uma idade jovem e levar a fraturas ou outras complicações na estrada.
9- Pele seca e, às vezes, descamação ou descoloração da pele (inclusive aparecendo muito pálida, doente ou cansada).
10- Desenvolvimento de Lanugo, que é cabelo macio e fino que cresce anormalmente no rosto e no corpo. Alguns acreditam que esta é a maneira do corpo de tentar manter a temperatura interna do corpo próxima ao normal.
11- Sensação de frio frequentemente sem motivos aparentes, especialmente nos dedos dos pés e extremidades.
12- Desbaste do cabelo, uma vez que a ingestão de baixa caloria não fornece nutrientes suficientes para suportar o crescimento saudável do cabelo.
13- Entre as mulheres jovens (entre 15-24 anos) que sofrem de anorexia, a taxa de mortalidade associada à doença, é 12 vezes maior do que a taxa de mortalidade de todas as outras causas de morte. (4)
Aqueles que parecem estar no maior risco de desenvolver anorexia inclui:
– Qualquer um com histórico de dieta repetida ou outro transtorno alimentar. A dieta a longo prazo e o efeito iô-iô podem levar a um medo intenso em ganhar peso. Como mencionado acima, transtorno dismórfico do corpo, bulimia e anorexia podem coexistir.
– Aqueles com outras doenças psiquiátricas, incluindo ansiedade, depressão, transtorno bipolar, transtorno de personalidade e transtorno obsessivo-compulsivo.
– Aqueles com antecedentes familiares de anorexia ou outros distúrbios alimentares.
– Os adolescentes são os mais propensos a desenvolver distúrbios alimentares, mas os que são de meia-idade também sofrem.
– Pessoas que tendem a ter personalidades muito orientadas, ambiciosas, rígidas, penetrantes, controladoras, inflexíveis e críticas.
– Aqueles que têm problemas de abuso de substâncias, incluindo álcool, maconha, prescrições ou outras drogas ilegais. Estudos descobriram que o álcool e outros distúrbios do abuso de substâncias são quatro vezes mais comuns em pessoas com transtornos alimentares do que na população em geral.
– Pessoas que abusaram de “drogas para perda de peso”, ervas, laxantes, chás ou medicamentos no passado.
Um nutricionista ou terapeuta pode ajudar alguém a lutar contra a anorexia, oferecendo orientação e apoio na alimentação de uma dieta equilibrada, que contenha energia suficiente (calorias) e nutrientes específicos, para atender às necessidades do corpo e evitar que os sintomas se agravem.
As necessidades precárias de calorias e os planos alimentares dependem do estado de saúde específico do paciente, a disposição de mudar a dieta e os sintomas.
Mas lembre-se, os distúrbios alimentares são motivo de preocupação. Quem sofre com esse tipo de doença, precisa do apoio de amigos e familiares, sentir confiança para conversar sobre as suas frustrações e medos, e de acompanhamento psicológico.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
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