A soja é uma leguminosa nativa da Ásia Oriental, e é considerada um componente importante na dieta asiática, sendo consumida há milhares de anos (1).
Pessoas intolerante à lactose talvez pensem que o leite de soja, é uma opção saudável para substituir o leite de vaca, mas será que é mesmo?
Conheça agora os 7 malefícios para a saúde.
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Soja e os derivados. Imagem: (Divulgação)
É comum as pessoas consumirem a soja na forma processada e refinada.
Seja como no leite de soja, tofu, shoyu, proteína de soja, óleo e a carne de soja, substituindo a carne (2).
Ela também é usada em alimentos fermentados como no misso, natto, tempeh (alimentos consumidos originalmente na gastronomia asiática).
O que talvez não saiba é que a proteína de soja, também é o ingrediente principal em fórmulas infantis baseadas no grão.
Veganos e vegetarianos, por exemplo, tendem a incentivar uma alimentação à base de soja devido seu valor proteico.
No entanto, não se engane, os malefícios são mais maiores que os benefícios.
A soja é rica em ácido fítico ou fitatos. Ou seja, substância que bloqueia a absorção dos minerais como o zinco e o Ferro, e em pequenas quantidades o cálcio.
Esse bloqueio funciona em apenas uma única refeição, ou seja, não interfere nas demais refeições.
Sendo assim, você consome alimentos ricos em minerais, e o seu organismo não consegue absorvê-los totalmente devido ao bloqueio.
A soja contém ácidos graxos, que são principalmente gorduras poli-insaturadas Ômega-6. Quando você consume muitos alimentos ricos em ômega-6 na dieta, pode levar à inflamação e vários problemas de saúde.
Por isso, o ideal é aumentar o consumo de ômega-3.
Ela contém uma grande quantidade de um composto biologicamente chamado de isoflavona. Que funciona como fitoestrógeno compostos à base de plantas que podem ativar receptores de estrogênio no corpo humano (6).
São classificadas como diruptores endócrinos. Ou seja, substâncias químicas que interferem na função normal do corpo humano. As isoflavonas presentes na soja são: a genisteína, a daidzeína e a glicetina.
Essas susbtâncias podem causar o aumento da atividade do estrogênio natural do corpo, bem como reduzi-lo, interrompendo a função normal do corpo (7).
Os homens, por exemplo, possuem o estrogênio no organismo. No entanto, em quantidades elevadas pode ocasionar em alguns problemas de saúde para o homem.
Estudos em animais apontam que a isoflavona presente na soja, pode causar câncer de mama. (8,9,10) Além de estimular a proliferação e a atividade das células cancerígenas nos seios.
Em um estudo, 7 de 24 mulheres (29,2%) mostraram um maior número de células epiteliais de mama, quando foram suplementadas com proteína de soja, por exemplo (11).
Existe a preocupação no meio médico, de que consumir produtos com alto teor de soja possa eliminar a função da tireoide em algumas pessoas, e provocar o hipotireoidismo, por exemplo (12).
Além de possuir outras funções importantes, a tireoide é uma importante glândula que regula o crescimento e controla a taxa de energia gasta pelo corpo.
Estudos indicam que as isoflavonas encontradas na soja, podem suprimir a formação de hormônios da tireoide em animais e humanos (13, 14).
Um estudo japonês feito em 37 adultos, por exemplo, relatou sintomas relacionados com a função da tireoide suprimida, depois de comerem 30 gramas de soja todos os dias durante 3 meses.
Ou seja, o consumo regular de produtos do grão, ou suplementos de isoflavona pode levar ao hipotiroidismo em indivíduos predispostos.
Expor os filhos à isoflavona, presente na fórmula infantil à base de soja, é muito perigoso. Afinal, a soja pode causar problemas neurológicos nos bebês e TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade) (15,16).
Sem falar que a fórmula infantil de soja, também é alta em alumínio, ou seja, é prejudicial à saúde (17,18).
Em um estudo feito em bebês do sexo feminino e alimentadas com a fórmula de soja, constataram uma quantidade significativa à mais de tecido mamário aos 2 anos de idade, em comparação com aquelas alimentadas com o leite materno ou com uma fórmula à base de leite, por exemplo (19).
Além disso, também existem evidências de que a fórmula de soja durante a infância, possa levar a um aumento nas dores menstruais na idade adulta (20).
Sem comparação, o leite materno sempre será a melhor opção para o seu bebê. E no caso das mamães que não podem amamentar, fórmulas à base de leite de cabra pode ser uma opção ou a utilização de bancos de leite.
Como a maioria dos grãos, ela possui fibras insolúveis. Algumas delas são a rafinose e estaquiose, que podem causar flatulência e diarreia em indivíduos sensíveis (21,22).
A rafinose e a estaquiose pertencem a uma classe de fibras chamada FODMAPs, que podem piorar a Síndrome do Intestino Irritável (SII) um distúrbio digestivo comum, mas muito desagradável. (23)
A minha dica é que você considere os perigos que ela e os seus derivados podem trazer para a saúde. Por isso, tome as decisões necessárias para evitar o surgimento de doenças sérias.
Use outros alimentos para substituir os derivados da soja, como:
Evitar o consumo de soja ajuda seu corpo a desinflamar, desinchar e proporciona mais saúde e energia no seu dia a dia. Além de retirar o que não presta é necessário ingerir o que te faz bem.
Por isso, desenvolvi a fórmula do PURE DETOX, um suplemento que vai desinflamar e detoxificar o organismo, promovendo o combate às doenças do estilo de vida e queima de gordura.
Nele você encontra a quantidade de nutrientes ideal para promover a saúde do seu corpo.
Abraços e fique com Deus.
Dr. Juliano Pimentel
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]]>Em outras palavras, ele afeta as funções executivas necessárias para avaliar, planejar e executar a vida.
Isso significa coisas diferentes para pessoas diferentes.
O TDAH inclui uma combinação de problemas persistentes, como dificuldade para manter a atenção, hiperatividade e comportamento impulsivo.
Conheça as causas, sintomas e os tratamentos mais indicados para o TDAH.
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Ele é um transtorno cerebral complexo que causa grande dificuldade em focalizar e gerenciar muitos aspectos da vida cotidiana, embora muitos adultos e crianças com essa condição consigam se concentrar bem em outras tarefas (1).
A “desregulamentação da atenção” pode ser uma descrição mais precisa, já que a maioria das pessoas com esse transtorno tem atenção mais do que suficiente (2).
O que acontece é que elas não podem aproveitá-la na direção certa, na hora certa, com alguma consistência (3).
O TDAH é um transtorno comportamental. É tipicamente diagnosticado em crianças, mas os adultos também podem sentir os sintomas.
Os sintomas são geralmente divididos em categorias.
Ele pode se apresentar de duas maneiras distintas, ou uma combinação de ambas (4).
E há também os indivíduos com TDAH do tipo combinado, que exibem uma mistura de todos os sintomas descritos acima.
Quando alguém tem seis ou mais sintomas de cada tipo, eles combinam o tipo de TDAH.
Tipo predominantemente desatento
Tipo predominantemente hiperativo-impulsivo
Uma pessoa com TDAH do tipo combinado exibirá seis ou mais desses sinais.
O TDAH é um distúrbio biológico baseado no cérebro. Estudos de imagem do cérebro e outras pesquisas mostram muitas diferenças fisiológicas nos cérebros de indivíduos com TDAH (5).
Criança com TDAH têm quatro vezes mais chances de ter um parente também diagnosticado com a doença, claramente apontando para um fator genético (7).
Fatores que podem estar envolvidos no desenvolvimento do TDAH incluem:
O objetivo do tratamento é gerenciar os sintomas e promover comportamentos positivos.
Existem dois tipos de medicamentos para o TDAH.
Adultos com TDAH geralmente se beneficiam da mesma combinação de tratamentos que crianças mais velhas.
Enquanto a medicação trabalha em um nível neurológico para regular o cérebro, a terapia comportamental aborda comportamentos problemáticos específicos ao estruturar o tempo em casa, estabelecendo previsibilidade e rotinas, e aumentando a atenção positiva.
A terapia comportamental opera em uma premissa simples. Pais e outros adultos na vida de uma criança estabelecem expectativas claras para o comportamento da criança.
Eles elogiam e recompensam o comportamento positivo e desencorajam o comportamento negativo. A terapia comportamental exige a participação de pais e professores.
Má nutrição e hábitos alimentares não causam TDAH. No entanto, as mudanças nutricionais podem fazer uma grande diferença para alguns pacientes (9).
Pesquisas mostram que o que você alimenta seu corpo tem uma correlação direta com o funcionamento do cérebro. Nutrição afetam a cognição, atenção, sono e humor (10).
Estudos mostram que pessoas que comem alimentos “limpos” ou “integrais”, como vegetais, frutas, grãos não processados e carnes magras, têm mais probabilidade de ter melhor saúde emocional e 25 a 35% menos chance de experimentar transtornos de humor (11).
Nem todos comem os alimentos em quantidades certas para atingir os níveis de nutrientes e o corpo também nem sempre produz os nutrientes necessários. Por isso há a necessidade de suplementos.
Existem vitaminas, ervas e suplementos que podem diminuir os sintomas de TDAH em alguns indivíduos, mas antes de consumir é fundamental uma indicação médica (12).
É fundamental consultar um médico para saber quais são os suplementos adequados.
A atividade física rotineira fortalece o cérebro, tornando-o um tratamento alternativo simples e alternativo para o TDAH.
O exercício faz com que as crianças sejam menos impulsivas, o que as torna mais preparadas para aprender (13).
O exercício estimula os neurotransmissores do cérebro – produtos químicos que muitas pessoas com TDAH correm escasso.
Ele prepara o cérebro para o aprendizado, e o enriquecimento ambiental ajuda a fazer com que as conexões importantes aconteçam (16).
As pessoas com TDAH nem sempre conseguem manter as informações porque a atenção delas é sequestrada.
Melhorar a capacidade de memória de trabalho com o treinamento do cérebro, permite que um indivíduo preste atenção, resista às distrações, controle melhor as emoções e aprenda.
O acompanhamento médico e compreensão são essenciais.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
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