Muitos casos de depressão não são diagnosticados, e mais, poucos pacientes recebem tratamento adequado quando diagnosticados.
O hábito de atividades físicas, diminuição do estresse, alimentação saudável e também o controle das vitaminas no corpo são de grande ajuda para tratar o problema.
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Os médicos ainda não entendem completamente as causas da depressão. No entanto, vários fatores podem contribuir, incluindo:
Diferenças cerebrais físicas – pessoas com depressão podem ter alterações físicas em seus cérebros.
Em mais de 75% dos casos de depressão, há também um diagnóstico de transtorno de ansiedade. Além do mais, os transtornos de pânico também estão presentes com frequência (1).
Depressão muitas vezes se manifesta com sintomas como longos períodos de tristeza ou falta de entusiasmo pela vida, por exemplo.
Alguns dos sintomas mais tangíveis são distúrbios do sono, alterações no apetite, perda de autoestima, bem como, exaustão, perda de peso excessiva, pensamento autodestrutivo ou suicídio.
Existem também os alimentos que aumentam a depressão, como:
As vitaminas que previnem a depressão e ajudam a aliviar os sintomas.

Vitaminas que Previnem a Depressão: Verduras de folhas verdes. Imagem: (Divulgação)
Vitaminas do complexo B são importantes para a saúde do cérebro.
Elas atuam na produção de certos neurotransmissores, que são importantes na regulação do humor e de outras funções cerebrais. Inclusive, a deficiência de ácido fólico tem sido notada entre pessoas com depressão.
A vitamina B6, ou piridoxina, é o cofator de enzimas que convertem o L-triptofano em serotonina, portanto a deficiência de vitamina B6 pode resultar em depressão.
Ajudam a produzir e controlar os produtos químicos que influenciam o humor e outras funções cerebrais.
Elas podem ajudar a evitar os sintomas da depressão.
Entre as fontes dessa vitamina estão:
E há algumas evidências de que pessoas com depressão respondem melhor ao tratamento, com níveis mais altos de vitamina B12.
Isso porque, a vitamina contribui para o metabolismo celular. Além do mais, ela também é responsável pela regulação de vários processos corporais.
Inclusive, é uma das vitaminas essenciais na produção de serotonina, o químico cerebral responsável pela regulação do humor, e por isso, melhora os sintomas de depressão.
Por exemplo, um estudo de 2005 descobriu que uma combinação de vitamina B12 e ácido fólico (outro tipo de vitamina B) reduz os sintomas de depressão (3).
Entre as fontes alimentares estão:
Embora a suplementação de B12 possa ajudar a diminuir os efeitos da depressão, ainda assim, é recomendável que você consulte um profissional de saúde para ajudá-lo a lidar com os sintomas (2).
Umas das vitaminas que previnem a depressão é ácido fólico.
Inclusive, os baixos níveis de ácido fólico (a forma sintética de folato) são um perigo para a saúde.
Numerosos estudos apontam a relação que há entre as pessoas que sofrem com depressão e de deficiência da vitamina B9, também conhecida como ácido fólico (4).
Segundo várias pesquisas, os baixos níveis dessa vitamina podem provocar uma diminuição na produção de serotonina. Ou seja, elemento crucial para prevenir a depressão.
Esse nutriente ajuda a combater os estados de melancolia e tristeza, os quais podem derivar em transtornos mais graves se não forem tratados da maneira adequada.
Cerca de 500 microgramas de ácido fólico, por exemplo, têm sido associado à melhoria da eficácia de outros medicamentos antidepressivos.
Para aumentar os níveis de folato consuma diariamente alimentos ricos nessa vitamina. Estes incluem feijões, lentilhas, cereais fortificados, bem como, verduras de folhas verdes escuras como o espinafre, aspargo, frutas cítricas, sementes de girassol e abacates.
A inclusão de alimentos ricos em vitamina D e minerais essenciais, como cálcio, ferro e zinco, também ajudam a aliviar os sintomas da depressão.
Níveis adequados da vitamina e a exposição correta ao sol, também, ajudam o corpo a absorver cálcio, o que mantém os ossos fortes.
Além disso, ela também pode proteger contra o câncer, a pressão alta e outras doenças.
De acordo com estudos científicos, pessoas com depressão tendem a ter baixos níveis de vitamina D, por isso, aumentar seus níveis de vitamina pode aliviar os sintomas da doença (5).
Algumas fontes dessa vitamina são: óleo de fígado de bacalhau, ostras, bem como, cogumelo shiitake, sardinha e ovos.
Por fim, uma das incríveis vitaminas que previnem a depressão, é a vitamina C.
A inflamação gastrointestinal, doenças autoimunes, doenças cardiovasculares, doenças neurodegenerativas, diabetes tipo 2 e câncer podem provocar a depressão (6).
A depressão pode ser uma manifestação neuropsiquiátrica de uma síndrome inflamatória crônica. Ou seja, a principal causa de inflamação pode ser uma disfunção no eixo intestino-cérebro.
Por ser uma vitamina antioxidante, a vitamina C reduz a inflamação do corpo (7).
Sendo assim, ela ajuda a diminuir citocinas pró-inflamatórias e proteína C-reativa, dois marcadores inflamatórios.
Além do mais, reduz os níveis de estresse nos níveis físico e psicológico (8).
O tratamento adequado, inclusive, pode oferecer alívio para a maioria das pessoas que sofrem desta condição.
A ingestão de alimentos ricos em vitaminas ajuda a lidar com a doença de forma mais saudável.
Mesmo assim, a consulta médica é crucial para avaliar os níveis de vitaminas no corpo, e ajustar as deficiências junto ao tratamento.
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Dr Juliano Pimentel.
]]>Isso porque, vitaminas são nutrientes que seu corpo precisa para funcionar e combater doenças.
Fato é que, seu corpo não pode produzir vitaminas em si, então você deve obtê-los através de alimentos que você come ou, em alguns casos, suplementos.
Existem 13 vitaminas essenciais para o seu corpo a funcionar bem. O conhecimento dos diferentes tipos e a compreensão do objetivo dessas vitaminas são importantes para uma boa saúde.
Antes de seguir com o conteúdo, quero te convidar para participar do meu grupo no Telegram. Lá você recebe pílulas diárias de saúde e fica por dentro das lives que eu faço diariamente.
No grupo de vitaminas essenciais a vitamina A aparece em primeiro lugar. Isso porque, Inclui retinol, retina, esteres de retinilo e ácido retinoico e também são referidos como vitamina “pré-formada”.
Além do mais, o betacaroteno pode ser facilmente convertido em vitamina A, conforme necessário (1, 2, 3).
A vitamina A é essencial para a visão, alimentos ricos em carotenoides luteína e zeaxantina podem proteger contra a catarata.
Assim como, mantém os tecidos e a pele saudáveis, e desempenha um papel importante no crescimento ósseo e no sistema imunológico.
Dietas ricas em carotenoides alfa-caroteno e licopeno parecem diminuir o risco de câncer de pulmão. Além do mais, o licopeno pode diminuir o risco de câncer de próstata.
Os carotenoides atuam como antioxidantes.
Fontes de retinoides são fígado bovino, ovos, camarão, peixe, leite fortificado, manteiga, queijo cheddar, assim como queijo suíço.
Fontes de betacaroteno são batata-doce, cenoura, abóboras, abóbora, espinafre, além de manga e nabo.
Ajuda a converter comida em energia. Além do mais, é necessário para manter a pele saudável, cabelo, músculos e cérebro e é fundamental para a função do nervo.
Boas fontes de alimentos são costeletas de porco, arroz integral, presunto, leite de soja, melancias, polpa de abóbora (4, 5).
Além desses, a maioria dos alimentos nutritivos tem alguma tiamina.
Vitaminas essenciais VitaminaB2
Ajuda a converter comida em energia. Necessário para pele saudável, cabelo, sangue e cérebro.
Boas Fontes de alimentos são ovos, carnes, vegetais de folhas verdes, grãos integrais e enriquecidos com cereais, por exemplo (6, 7).
Inclusive, esse nutriente é um dos mais fáceis de conseguir ingerir de maneira suficiente.
Ajuda a converter comida em energia. Essencial para uma pele saudável, células sanguíneas, cérebro e sistema nervoso.
Boas fontes de alimentos incluem carne, aves, peixe, cereais fortificados e integrais, cogumelos, batatas, manteiga de amendoim (8).
A niacina ocorre naturalmente nos alimentos, além disso, também pode ser feita pelo organismo a partir do aminoácido triptofano, com a ajuda de B 6.
Ajuda a converter comida em energia. Além do mais, ajuda a produzir lipídios (gorduras), neurotransmissores, hormônios esteróides e hemoglobina (9).
Grande variedade de alimentos nutritivos, incluindo frango, gema de ovo, cereais integrais, brócolis, cogumelos, abacate e produtos de tomate, por exemplo.
A deficiência de Vitamina B 5 dormência nos pés, náusea, vômito, câimbras entre outros.
Auxilia na redução dos níveis de homocisteína e pode reduzir o risco de doenças cardíacas. Além do mais, ajuda a converter o triptofano em niacina e serotonina, um neurotransmissor que desempenha papéis-chave no sono, apetite e humor.
Ainda assim, ajuda a produzir glóbulos vermelhos, influencia habilidades cognitivas e função imunológica.
Boas fontes de alimentos incluem carne, peixe, aves, leguminosas, assim como tofu e outros produtos de soja. Além do mais, está presente nas batatas, frutas não cítricas, como bananas e melancias (10, 11).
Auxilia na redução dos níveis de homocisteína e pode diminuir o risco de doença cardíaca. Auxilia na criação de novas células e na quebra de alguns ácidos graxos e aminoácidos. Além do mais, protege as células nervosas e estimula seu crescimento normal, assim como ajuda a produzir glóbulos vermelhos e DNA.
Boas fontes de alimentos incluem carne, aves, peixe, leite, queijo, ovos, assim como cereais fortificados, leite de soja fortificado.

Vitaminas essenciais – vitamina B12
Algumas pessoas, particularmente adultos mais velhos, são deficientes em vitamina B 12 porque têm dificuldade em absorver essa vitamina dos alimentos.
Aqueles que fazem uma dieta vegana ou vegetariana, por exemplo, muitas vezes não recebem o suficiente B 12, como é encontrado principalmente em produtos de origem animal (12, 13).
Por esse motivo, eles podem precisar tomar suplementos. A falta de vitamina B 12 pode causar perda de memória, demência e dormência nos braços e pernas, por isso é fundamental.
Ajuda a converter alimentos em energia e sintetizar glicose. Além disso, ajuda a fazer e quebrar alguns ácidos graxos. É também necessário para ossos e cabelos saudáveis.
Boas fontes de alimentos incluem grãos integrais, assim como, carnes de órgãos, gema de ovo, soja e peixe (14, 15).
Alimentos ricos em vitamina C podem reduzir o risco de alguns tipos de câncer, incluindo os da boca, esôfago, estômago e mama.
Além do mais, o uso prolongado de vitamina C suplementar pode proteger contra a catarata. Assim como, ajuda a fazer colágeno, um tecido conjuntivo que une as feridas e sustenta as paredes dos vasos sanguíneos.
Por fim, ajuda também a fazer os neurotransmissores serotonina e noradrenalina, atua como um antioxidante, neutralizando moléculas instáveis que podem danificar as células. E ainda, reforça o sistema imunológico (16, 17, 18).
Boas fontes de alimentos incluem frutas e sucos de frutas, especialmente cítricos, batatas, brócolis, pimentão, espinafre, assim como morangos, tomate e couve de Bruxelas.
Ajuda a manter os níveis sanguíneos normais de cálcio e fósforo, que fortalecem os ossos. Além do mais, ajuda a formar dentes e ossos. Suplementos podem reduzir o número de fraturas não espinhais.
Boas fontes de alimentos incluem leite fortificado ou margarina, assim como cereais fortificados, peixe gordo.
Muitas pessoas não se alimentam desse nutriente. Mas é uma das vitaminas essenciais, por isso, enquanto o corpo usa a luz solar para produzir vitamina D, ela não consegue produzir o suficiente se você vive em climas do norte ou não passa muito tempo ao sol (19, 20).
Atua como um antioxidante, neutralizando moléculas instáveis que podem danificar as células. Protege a vitamina A e certos lipídios contra danos. Além do mais, dietas ricas em vitamina E podem ajudar a prevenir a doença de Alzheimer (21, 22).
Boas fontes de alimentos incluem óleos vegetais, saladas e margarinas feitas com óleos vegetais, germe de trigo, verduras, assim como grãos integrais e nozes.
Ácido fólico também está entre as vitaminas essenciais. Vital para a criação de novas células. Além disso, ajuda a prevenir defeitos congênitos no cérebro e coluna quando tomada no início da gravidez.
Inclusive, devem ser tomados regularmente por todas as mulheres em idade fértil, uma vez que as mulheres podem não saber que estão grávidas nas primeiras semanas de gravidez.
Além do mais, pode diminuir os níveis de homocisteína e pode reduzir o risco de doença cardíaca Pode reduzir o risco de câncer de cólon. Compensa o risco de câncer de mama entre mulheres que consomem álcool (23, 24).
Boas fontes de alimentos incluem grãos e cereais fortificados, aspargos, quiabo, espinafre, nabo, brócolis, leguminosas como ervilhas e grão-de-bico, assim como suco de laranja, suco de tomate.
Ativa proteínas e cálcio essenciais para a coagulação do sangue. Além disso, pode ajudar a prevenir fraturas de quadril.
Boas fontes de alimentos incluem, repolho, fígado, ovos, leite, espinafre, assim como brócolis, couve e outros vegetais verdes (25, 26).
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]]>Quase 99% do cálcio do corpo é armazenado na estrutura dos ossos e dentes. Ele também é usado como uma área de armazenamento para liberar cálcio na corrente sanguínea, quando necessário.
Nesse artigo você vai conhecer os benefícios do cálcio para a sua saúde, e as principais fontes alimentares.
Confira os principais benefícios do cálcio para a sua saúde.

O consumo de cálcio é útil para saúde dos ossos.
O cálcio está envolvido no crescimento e na manutenção dos ossos. Ele trabalha com outros minerais essenciais, como a vitamina K e a vitamina D para manter a densidade mineral óssea, e para evitar ossos e fraturas fracos e quebradiços.
Além disso, ajuda a formar uma parte da hidroxiapatita. Ou seja, o complexo mineral que dificulta seus ossos e dentes e mantém a densidade óssea e ajuda os ossos a curar.
Sendo assim, sem cálcio suficiente no corpo, os ossos são susceptíveis a fraturas e outras lesões.
Para a prevenção da perda óssea, vitamina D, vitamina K e as proteínas são tão importantes como o cálcio (1).
O cálcio fortalece os ossos à medida que eles acumulam reservas do mineral ao longo do tempo.
Por isso, a suplementação de cálcio, tem sido um dos métodos de tratamento padrão utilizados para prevenir e diminuir os casos de osteoporose há décadas.
A osteoporose é mais comum em mulheres, especialmente mulheres pós-menopáusicas. Uma doença que resulta em ossos frágeis ao longo do tempo, devido à deterioração óssea e perda de mineral e massa óssea.
Durante a osteoporose os ossos se tornam porosos (daí o nome). No entanto, comer alimentos com ricos em cálcio juntamente com proteínas, vitamina K e vitamina D podem ajudar a reduzir seu risco de problemas relacionados aos ossos.
Esse mineral está envolvido na regulação das funções cardíacas, isso porque possui um importante papel na dilatação dos vasos sanguíneos e ao envio de sinais químicos nervosos do cérebro para o coração.
E isso é importante para regular ritmos cardíacos, assim como para a pressão sanguínea e circulação.
Além disso, ele ajuda a baixar os níveis de pressão alta, enquanto que as dietas de cálcio restritas tendem a elevar a pressão arterial. (2)
Por fim, acredita-se que o cálcio pode alterar a pressão arterial. Além de alterar o metabolismo de outros eletrólitos e desempenhando um papel na atividade dos vasos sanguíneos e na força muscular.
Esse mineral está envolvido na liberação de neurotransmissores no cérebro, que controlam o movimento muscular e a sinalização nervosa.
Sendo assim, o cálcio ajuda as células a se comunicarem para retransmitir as respostas nervosas, e ativar certas proteínas no corpo que são necessárias pelos músculos para se movimentarem (5).
Além disso, ele também ajuda com o controle e liberação de glicose (açúcar) na corrente sanguínea, que é usada pelos músculos para “combustível”.
A vitamina D e o cálcio juntos podem apresentar benefícios na otimização do metabolismo da glicose, bem como na prevenção da diabetes.
Eles possuem efeitos diretos sobre as células pancreáticas que controlam a secreção de insulina e, portanto, os níveis de açúcar no sangue.
São componentes essenciais dos processos celulares que ocorrem em tecidos sensíveis à insulina, como músculo esquelético e tecido adiposo, por exemplo.
Cálcio é armazenado parcialmente nos dentes e é necessário para a saúde e manutenção dos dentes. Além disso, ele pode ajudar a defender contra a cárie dentária e tem sido correlacionado com o aumento da saúde dental por razões semelhantes que protege os ossos.
O mineral também tem sido útil para aliviar os sintomas de TPM, incluindo inchaço, cólicas, dores de cabeça, sensibilidade mamária, dores musculares, fadiga e mau humor, por exemplo (7).
Os níveis desse mineral flutuam durante o ciclo menstrual, porque, à medida que os níveis de estrogênio aumentam, as concentrações do mineral caem.
Portanto, o consumo desse mineral ajuda a equilibrar essa relação e a reduzir os sintomas dolorosos.
Confira os alimentos que podem ser acrescentados na sua dieta, e aproveite todos os benefícios do cálcio para o seu organismo.
Comer alimentos ricos nesse mineral possibilita que o nosso corpo obtenha uma transmissão ideal do nervo, coagulação do sangue, secreção hormonal e contração muscular. Além de prevenir o surgimento de muitas doenças.
Mas lembre-se que é importante o equilíbrio, nenhum alimento em excesso faz bem á saúde. E sempre consulte um médico antes de determinar a sua dieta.
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]]>Aqui o tempero é o segredo para deixar o prato ainda mais apetitoso, feito com manteiga, mostarda, limão, alho e salsa. O resultado final vai surpreender o seu paladar.
Não deixe de experimentar e compartilhar.
Pré-aqueça o forno em fogo médio.
Em uma panela, usando o fogo baixo, derreta a manteiga junto com a mostarda, o suco de limão, o alho e a salsa.
Assim que a manteiga derreter completamente, retire do fogo.
Coloque os camarões em uma assadeira rasa. Regue com a manteiga derretida.
Leve para assar em forno preaquecido por 12 a 15 minutos ou até os camarões ficarem rosados.
Sirva imediatamente.

Camarão com Manteiga: Rico em proteínas e ômega-3. Imagem: (Divulgação)
O camarão é um fruto do mar delicioso, com sabor único, que apresenta vários benefícios à saúde e ao mesmo tempo conquista os paladares.
>> O Camarão é uma excelente fonte de Selênio que neutraliza os efeitos prejudiciais dos radicais livres, que é a principal causa de câncer e outras doenças degenerativas;
>> Baixo teor de gordura e proteína de baixa caloria, uma porção quatro porção de camarão contêm cerca de 23,7 gramas de proteína por apenas 112 calorias e menos de um grama de gordura;
>> Boa fonte de Vitamina D. Esta vitamina regula a absorção de Cálcio e Fósforo, que é essencial para dentes e ossos fortes;
>> Ele possui propriedades antiinflamatórias que podem ajudar a reduzir o inchaço da gengiva, e evitam inflamações;
>> Camarão é uma boa fonte de Vitamina B12. Esta vitamina é importante para o funcionamento adequado do cérebro e essencial para a formação e maturação de células de sangue.
>> Uma ótima fonte de ômega-3, que reduz o risco de problemas cardiovasculares, pois reduz o colesterol no sangue.
>> Ômega-3 ácidos gordos também podem aliviar os sintomas da síndrome pré-menstrual, evitar a formação de coágulos sanguíneos, impedir o desenvolvimento da artrite reumatoide, retarda o crescimento de tumores cancerígenos, e ajuda a evitar a doença de Alzheimer.
Além de saboroso, o camarão é muito nutritivo.

Camarão com Manteira: O limão é rico em vitamina C. Imagem: (Divulgação)
O limão é rico em nutrientes e bastante versátil.
O limão pode ser utilizado como tempero em diversos pratos ou sucos ricos em vitamina C. Cada 100 gramas de limão possui apenas 26 calorias, e os seus benefícios podem ser obtidos usando o seu suco ou raspas da casca, rica em óleos essenciais.
O limão ajuda a melhorar a sua imunidade, sendo por isso um ótimo aliado para combater gripes e resfriados. Mas ele possui outros benefícios que incluem:
>> Ajuda a tratar a prisão de ventre, pois estimula o funcionamento intestinal;
>> Desintoxica o organismo, ajuda a emagrecer e melhora a aparência da pele;
>> Protege os órgãos de doenças degenerativas e infecções como candidíase, pois diminui a acidez do sangue;
>> Acelera o processo de cicatrização, por ser rico em vitamina C;
>> Diminui o inchaço e a pressão arterial, devido às suas propriedades diuréticas;
>> Alivia a dor da gota ou reumatismo, devido às suas propriedades anti-inflamatórias;
>> Previne o envelhecimento precoce, pois é rico em antioxidantes;
>> Trata a anemia, pois aumenta a absorção de ferro dos alimentos vegetais quando consumido durante as refeições.
O Limão é tipicamente conhecido como uma fruta rica em vitamina C, porém ele também é rico em vitamina A, vitamina B (b1, b2 e b3), vitamina I e vitamina P. Além de ser uma excelente fonte de cálcio, cobre, magnésio, iodo, ferro, fósforo, silício, ácido cítrico, ácido málico e uma pequenas quantidades de ácido fórmico e ácido acético.
Frutos do mar, como o camarão, combinam muito bem com o verão. Aproveite essa receita de camarão com manteiga, que é prática, e vai incluir muitos nutrientes às suas refeições, mesmo no período de férias e festas.
Assuma um compromisso com a alimentação de verdade e com a sua saúde.
Os chás termogênicos também ajudam a manter o seu metabolismo acelerado durante esses dias. Eu preparei um Guia GRATUITO com os melhores chás para você, basta preencher o formulário.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
]]>Existem algumas funções biológicas complexas que provocam o envelhecimento precoce, como a glicação e a superoxidação das células.
Esta aceleração no processo de envelhecimento é causada, pelo excesso de açúcar, estresse e toxicidade.
Neste artigo, eu vou dar dicas como prevenir o envelhecimento precoce.
Não deixe de ler e compartilhar.
Para evitar o envelhecimento precoce, a alimentação deve ser a sua maior aliada: os alimentos antioxidantes combatem os radicais livres responsáveis pelo envelhecimento da pele.
Alguns exemplos são: limão, laranja e castanhas (1).
Um outro grande causador do envelhecimento precoce é o cigarro e ele não agride só quem fuma ativamente, como também compromete a saúde e a beleza dos chamados fumantes passivos; que são aqueles indivíduos que não fumam, mas estão por perto de quem fuma.
Também é fundamental usar um bom protetor solar para evitar o câncer, e outras doenças de pele.
Evitar o estresse, preocupações excessivas, momentos de fúria, angústia, ansiedade e depressão é fundamental para manter a mente e o corpo jovem.
Procure manter uma vida equilibrada pensando sempre no seu bem-estar.
Uma boa saúde mental tem um impacto favorável sobre a nossa aparência física.
Quando vivemos de mau humor nossa aparência fica mais envelhecida. Por outro lado, se a nossa atitude perante a vida é otimista, aparentamos ser mais joviais e assim podemos prevenir o envelhecimento precoce (2).
Os efeitos mais devastadores do estresse e ansiedade são a perda de cabelo, aumento de peso, aparecimento de rugas e outros sinais que revelam o envelhecimento.
Portanto, a melhor coisa que se pode fazer é tentar evitar situações que desencadeiam o estresse e se engajar em atividades relaxantes, como atividades físicas, meditação e ioga.
O simples fato de praticar um pouco de exercício físico nos dá mais vitalidade, colaborando para uma aparência mais jovem e saudável.
Praticar exercício regularmente traz uma série de benefícios para a saúde, previne a obesidade, melhora a circulação do sangue e aumenta a capacidade respiratória (3).
O descanso adequado é reparador e muito importante para recarregar as células com novas energias, e ajudar a manter a sua saúde de dentro para fora.
O ideal é que você durma em média, sete horas por noite: pouquíssimas pessoas conseguem dormir menos que isso sem danos reais à saúde.
Quando você não consegue dormir as horas necessárias para o funcionamento do organismo, você corre o risco de causar um rápido avanço no processo de envelhecimento (4).
Existem certos nutrientes que você deve receber em sua dieta diariamente, incluindo antioxidantes, gorduras saudáveis, minerais, vitaminas e fitonutrientes (5).
>> Alimentos antioxidantes: fígado de boi, grão de bico, rabanete, couve, brócolis, couve de Bruxelas, alho, maça, chocolate amargo, batata-doce, quinoa, ameixa, mirtilo, alcaparra, cebola roxa, cereja, groselha, pimentão, aspargo, ervilha, manjericão, alho poró, truta, salmão, camarão, caranguejo, lagosta, abobrinha, pepino, entre outros; alimentos ricos em vitamina C como a goiaba; alimentos ricos em vitamina E como amêndoas, couve, abacate, mamão e semente de girassol;
>> Chás antioxidantes: chá verde, chá branco, chá oolong e chá preto contêm antioxidantes chamados polifenóis que protegem suas células de danos de radicais livres.
>> Peixes gordos: O omega-3 pode retardar o processo de envelhecimento. O salmão, por exemplo, contém vitamina D e astaxantina. Tanto a vitamina como a astaxantina são poderosos antioxidantes que ajudam a combater os sinais do envelhecimento (6).
>> Vegetais de folhas verdes: Couve e espinafre, por exemplo, são importantes para apoiar a saúde óssea, saúde ocular e até mesmo prevenir o câncer. São também ricos em antioxidante.
>> Bagas: São ricas em poderosos antioxidantes conhecidos como antocianinas que ajudam a manter o músculo e podem prevenir o câncer.
>> Ervas: Açafrão e outras ervas contêm antioxidantes e nutrientes desintoxicantes que podem retardar o processo de envelhecimento (7).

Envelhecimento Precoce: Evite o Açúcar Refinado. Imagem: (Divulgação)
Em contrapartida, alguns alimentos podem colaborar para o envelhecimento acelerado (8):
>> Açúcar refinado: Promove um processo chamado glicação. A glicação danifica células e causa rugas. É o alimento que mais acelera o envelhecimento na maioria das pessoas. (Para saber mais sobre os malefícios do açúcar para a saúde, basta preencher o formulário no final deste artigo)
>> Grãos: Muitos grãos são pró-inflamatórios, que irá acelerar o processo de envelhecimento (9).
>> Gorduras trans e óleos hidrogenados: Essas gorduras processadas promovem inflamação que pode levar ao envelhecimento prematuro, doenças cardíacas e certos tipos de câncer.
>> Álcool: Embora um copo ocasional de vinho tinto pode ser benéfico para a saúde, o consumo global de álcool é pró-inflamatório e acelera o processo de envelhecimento.
>> Adoçantes ou outros ingredientes artificiais: Estes contêm um grande número de produtos químicos que podem acelerar o processo de envelhecimento.
O envelhecimento precoce pode ser causado pelo excesso de estresse e dietas ricas em açúcar e alimentos processados.
Por isso, invista em atividades relaxantes e em uma alimentação de verdade, com alimentos antioxidantes.
Mude a sua vida hoje para prevenir esse tipo de problema causado pela alimentação inadequada, e hábitos negativos.
Tome o controle de sua vida hoje!
Caso os sinais de envelhecimento precoce persistam, procure orientação médica.
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]]>A primeira é um produto de origem animal, já a segunda é gordura criada artificialmente.
Tire as suas dúvidas e faça a escolha certa na hora das refeições (1,2)?
Hoje eu irei tirar as suas dúvidas sobre esses alimentos para que você faça a escolha certa na hora da refeição.
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Manteiga: quais são os benefícios. Imagem: (Divulgação)
Para começar, vamos derrubar um velho mito: ao contrário do que muita gente pensa, manteiga não é mais gordurosa do que margarina.
Na verdade, elas possuem quantidades de calorias e gorduras semelhantes, e a mesma concentração de água (20%).
A diferença principal, certamente está na origem delas e nos valores nutricionais.
A manteiga é um produto de origem animal. Ou seja, trata-se de um derivado do leite, produzido por meio do batimento do creme de leite, composto exclusivamente da gordura retirada do leite.
Para te ajudar a decidir de vez, e comprovar que a manteiga está voltando à posição de comida saudável, irei listar sete razões pelas quais ela pode fazer bem para a saúde quando consumida com moderação:
Já a margarina é um produto à base de óleo vegetal hidrogenado, e possui características em sua composição que aumentam os riscos de doenças cardíacas, acidente vascular cerebral e possivelmente aumentam as chances do desenvolvimento de diabetes tipo 2.
Além disso, ela também possui conservantes em sua composição.
O processo de hidrogenação consiste na adição de hidrogênio ao óleo vegetal; permitindo, assim, a transformação da consistência líquida para a sólida, em temperatura ambiente.
Ou seja, a margarina é uma gordura criada artificialmente.
Podemos comparar inclusive, a manteiga a um suco natural e a margarina um suco de pó. Qual o mais saudável? Pois bem, tudo que é de origem animal é conhecido do nosso corpo. Por isso, tende a ser mais saudável.
Por falar em suco, selecionei receitas de sucos vegetais que podem beneficiar, e muito, sua saúde.
Resumindo, é importante entender que embora a manteiga seja rica em gordura saturada e colesterol, trata-se de um produto natural.
Isso quer dizer que, nosso corpo sabe metabolizar naturalmente esta gordura. Ao contrário da margarina.
E se você se preocupa com o colesterol, evidências sugerem que o consumo moderado da manteiga, comparado ao consumo de margarina, não leva ao aumento do LDL (mau colesterol) (3,4).
Como tudo na vida vale o equilíbrio na hora de consumir, principalmente para quem segue algum tipo de dieta restritiva.
Por isso, faça escolhas alimentares baseando-se na nutrição e nos benefícios para a saúde.
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]]>Pensando em trazer informação prática sobre esse assunto, preparei um artigo falando exatamente sobre a dieta vegetariana.
Neste artigo, vou explicar sobre como funciona essa dieta.
Não deixe de ler e compartilhar.

Além da perda de peso, a dieta vegetariana pode beneficiar a saúde cardiovascular, controle de diabetes e o gerenciamento dela.
Basicamente, trata-se de uma dieta que elimina o consumo de carnes, com uma adaptação ao estilo de vida.
Há várias maneiras de realizar essa dieta. Inicialmente, é preciso decidir qual o tipo de vegetariano que você será.
Se irá comer laticínios, por exemplo, ou se irá eliminar todos os subprodutos de origem animal do cardápio. Se optar pela primeira opção, é necessário observar quantas calorias deverão ser consumidas.
Grande parte dos brasileiros são acostumados a comer carne diariamente nas refeições. Portanto, deixar de utilizar carne no cardápio é uma tarefa difícil para algumas pessoas.
A dieta vegetariana retira do cardápio o consumo da carne, mas aproveita outros benefícios de uma alimentação de verdade, com baixo teor de gordura e sódio.
Nesse caso, o único alimento cortado desse tipo de dieta é a carne: carne bovina, suína e aves.
Os tipos mais comuns de vegetarianos incluem (1):
>> Lacto-ovo vegetarianos: vegetarianos que evitam toda a carne animal, mas consomem produtos lácteos e ovos.
>> Lacto vegetarianos: Vegetarianos que evitam carne e ovos, mas consomem produtos lácteos.
>> Ovo vegetarianos: vegetarianos que evitam todos os produtos de origem animal, exceto ovos.
>> Veganos: vegetarianos que evitam todos os produtos derivados de animais.
Aqueles que não comem carne ou aves, mas consomem peixe são considerados pescetariano. Enquanto que os vegetarianos de meio período são muitas vezes referidos como flexitarianos.
Embora às vezes considerados vegetarianos, pescetarianos e flexitarianos comem carne animal. Portanto, eles não se enquadram tecnicamente na definição de vegetarianismo.
A dieta vegetariana tem como objetivo ser uma mudança de estilo de vida. Contudo, pode ser utilizada como solução temporária para perder peso, devido a restrição de alimentos no cardápio.
A dieta vegetariana tende a conter grandes quantidades de vitaminas, minerais, fibras e plantas saudáveis compostos.
Além do mais, contém uma grande quantidade de alimentos nutrientes densos. Estes podem incluir frutas, legumes e nozes (2).
Em relação a outros tipos de dietas, esta é considerada a mais fácil.
Visto que os adeptos estão livres para explorar as diferentes opções disponíveis para montar os planos alimentares, de acordo com o gosto de cada um (3).
Por outro lado, as dietas vegetarianas mal planejadas podem resultar em baixas ingestões de alguns nutrientes, particularmente ferro, cálcio, zinco e vitamina D.
Tanto a dieta vegetariana quanto a vegana, também tende a conter quantidades limitadas de vitamina B12 e ácidos graxos omega-3 de cadeia longa (4).

Dieta vegetariana é rica em frutas. Imagem: (Divulgação)
Os tipos de alimentos em seu cardápio vão afetar significativamente sua dieta. As dietas vegetarianas contêm vários níveis de frutas, legumes, grãos, legumes, nozes e sementes. A inclusão de laticínios e ovos depende do tipo de dieta que você seguir.
Uma dieta vegetariana bem planejada e feita com acompanhamento médico pode fornecer todos os nutrientes que você precisa.
Visto que certos alimentos vegetais contêm proteína. E dietas com maior teor proteico podem promover a força muscular, saciedade e perda de peso (5).
Confira alguns alimentos que contém uma quantidade significativa de proteína por porção:
Com 18 gramas de proteína por copo cozido (240 ml), as lentilhas são uma boa fonte de proteína.
Também contém boas quantidades de carboidratos digeridos lentamente, e um único copo (240 ml) fornece aproximadamente 50% da sua ingestão de fibra diária recomendada. É um alimento rico em manganês e ferro.
Além disso, o tipo de fibra encontrada em lentilhas tem sido mostrado para alimentar as boas bactérias em seu cólon, promovendo um intestino saudável.
Lentilhas também podem ajudar a reduzir o risco de doenças cardíacas, diabetes, excesso de peso corporal e alguns tipos de câncer (6).
Ele contém cerca de 15 gramas de proteína por copo cozido (240 ml), e são excelentes fontes de carboidratos complexos, fibras, ferro, fósforo, potássio, manganês e vários compostos de plantas benéficas (7).
Além disso, vários estudos mostram que uma dieta rica em leguminosas pode diminuir o colesterol, ajudar a controlar os níveis de açúcar no sangue, baixar a pressão arterial e até mesmo reduzir a gordura da barriga (6).
Ervilhas contém 9 gramas da proteína por copo cozido (240 ml), que é ligeiramente mais do que um copo do leite.
Além disso, uma porção de ervilhas verdes cobre mais de 25% de suas necessidades diárias de fibra, vitamina A, C, K, tiamina, folato e manganês.
Ervilhas verdes também são uma boa fonte de ferro, magnésio, fósforo, zinco, cobre e várias outras vitaminas do complexo B (7).
As sementes de chia possuem 6 gramas de proteína e 13 gramas de fibra por 35 gramas.
Essas pequenas sementes contêm uma boa quantidade de ferro, cálcio, selênio e magnésio, bem como ácidos graxos omega-3, antioxidantes e outros compostos benéficos de plantas (8).
Todas as frutas e vegetais contêm proteínas, mas as quantidades geralmente é pequena. No entanto, alguns contêm mais do que outros.
Legumes com mais proteínas incluem brócolis, espinafre, aspargos, alcachofras, batata doce e couve. Eles contêm cerca de 4-5 gramas de proteína por copo cozido.
Frutas frescas geralmente têm um menor teor de proteínas do que os vegetais. Os mais abrangentes incluem morangos, amoras, nectarinas e bananas.
Dietas restritivas podem ser perigosas. Quem me segue já sabe que carnes são alimentos saudáveis que devem estar inclusos em uma alimentação de verdade.
Por mais que outros alimentos também contenham proteína, a quantidade é pequena comparada com as carnes.
As proteínas são um nutriente necessário para pele, ossos, e músculos crescerem e se manterem saudáveis.
Além disso, a proteína pode ajudar na correta contração dos músculos; melhora o sistema imunológico; ajuda a evitar alterações hormonais e auxilia na transformação dos alimentos ingeridos.
No entanto, se você quer seguir a dieta vegetariana por princípios ou qualquer aversão à carne, procure orientação médica para que não falte nenhum nutriente na sua alimentação.
Mas não esqueça que uma alimentação de verdade precisa conter todos os nutrientes que vão ajudar na manutenção do seu organismo, evitar o desenvolvimento de doenças, ajudar a no seu funcionamento diário e fortalecimento das defesas, e assim por diante.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
Como eu expliquei em outro artigo, as causas estão relacionadas à predisposição genética, estresse crônico, dieta pobre em nutrientes, nível inadequado de atividade física, entre outras coisas.
Especialmente a dieta rica em açúcar e carboidratos refinados podem causar ou piorar os sintomas da doença. Por isso, é importante evitar esses alimentos e buscar uma alimentação de verdade para auxiliar no tratamento da síndrome.
Nesse artigo apresentarei os alimentos que precisam ser consumidos por quem sofre com a síndrome do ovário policístico.
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Síndrome do Ovário Policístico e Alimentação Certa: Nozes. Imagem: (Divulgação)
Pense em “nutrição” como seu objetivo. Os alimentos anti-inflamatórios naturais podem auxiliam muito no controle da doença (1). Assim como aqueles ricos em fibras, proteínas (1).
Confira alguns alimentos que vão te ajudar na síndrome do ovário policístico.
A vitamina D é uma vitamina lipossolúvel, que dissolve em gordura/óleo e é armazenada no organismo durante muito tempo.
Ela é necessária para o bom funcionamento de muitos órgãos, e ajuda a prevenir danos causados pelos radicais livres. Além disso, ajuda o organismo a ter mais disposição e energia.
A Vitamina D favorece a absorção do cálcio, sendo importante também para fortalecer os ossos e os dentes, além de evitar o raquitismo.
Ela pode ser encontrada em alimentos como bacalhau, salmão, atum, ostras, ovo, sardinhas, fígado de boi e de galinha, laranja, cogumelo shiitake, entre outros.
Um dos alimentos mais ricos em omega 3 é o salmão, que possui um grande potencial para melhorar o desempenho cognitivo e o funcionamento do organismo e o aceleramento do metabolismo.
Além disso, esse alimento contribui também para a redução de colesterol no organismo e a melhora significativa no funcionamento do coração.
Peixes de água fria como atum e sardinha também possuem essas mesmas características. Sendo assim, é um excelente alimento que ajuda na síndrome do ovário policístico (2).
Folhas verdes como espinafre, rúcula, couve e brócolis são conhecidos por combater a fadiga, produzindo energia. Elas são ricas em nutrientes como cálcio, ferro, magnésio, potássio, fósforo, zinco e vitaminas A, C, E e K, bem como fibra e ácido fólico.
As amêndoas são embaladas com nutrientes que aumentam a energia, como manganês, vitamina E, magnésio, triptofano, cobre, vitamina B2 (riboflavina) e fósforo.
O magnésio, por exemplo, tem uma infinidade de usos benéficos.
Acelera a produção de energia, apoia o sistema imunológico, ajuda a dormir melhor, relaxa os músculos, reduz os níveis de estresse e estimula o seu humor. Por isso, ajuda também na síndrome do Ovário Policístico.
A quinoa é um alimento rico em proteína, ferro, cálcio, vitaminas do complexo B e o ácido graxo omega 3, que compõe a membrana externa das células cerebrais, sendo essencial para uma troca rápida de mensagens no cérebro.
Também controla a saciedade e fortalece as unhas, cabelo e pele. A quinoa é um dos alimentos que ajudam na síndrome do Ovário Policístico (3).
As nozes são recomendadas para dar energia ao organismo, pois também é importante fonte de omega 3.
Elas possuem ainda vitamina E que, por ser antioxidante, evita o esquecimento, pois diminui o envelhecimento das células do cérebro. Os poderes das nozes podem ajudar na síndrome do ovário policístico.
Todo mundo já ouviu falar no quanto o amendoim é utilizado para dar energia ao organismo.
E essa conversa não é mito. O amendoim é rico em vitamina B3 que participa da manutenção de substâncias químicas nervosas e hormônios que regulam a memória.
Os benefícios dos abacates são tão numerosos por se tratar de uma das frutas mais saudáveis para o consumo.
Eles são ricos em gorduras monoinsaturadas, que elevam os níveis de colesterol bom ao diminuir o ruim.
Os abacates também são embalados com os benefícios da vitamina E, que ajudam a prevenir os danos dos radicais livres, reforça a imunidade e atua como um nutriente antienvelhecimento para a pele.
Além disso, é cheio de proteína saudável. Na verdade, tem mais do que qualquer outra fruta.
Os benefícios do óleo de coco são muitos. Ele é rico em ácidos graxos de cadeia média, que são de fácil digestão, não facilmente armazenados pelo corpo, permitindo-lhes infundir células com energia quase que imediatamente.
Estes ácidos graxos também melhoram as atividades do cérebro e função de memória.
Além disso, a grande quantidade de gorduras saturadas naturais no óleo de coco significa que ele aumenta o colesterol bom e promove a saúde do coração; enquanto os antioxidantes encontrados no óleo de coco o tornam um alimento anti-inflamatório eficaz para reduzir a artrite (4).
Os benefícios do azeite são tão profundos. Em primeiro lugar, o azeite é ótimo para a saúde do coração.
Em um estudo de 2013 descobriu que quando as pessoas comiam uma dieta mediterrânea com azeite extra virgem, ele reduziu a incidência de ataque cardíaco; provavelmente devido aos seus altos níveis de gorduras monoinsaturadas.
A alta quantidade de antioxidantes do azeite, protege as células do organismo de danos. Ele também ajudam a melhorar a memória e a função cognitiva, e funciona como um anti-inflamatório.
Inclua na alimentação, especiarias naturais como tomate, couve, azeite, amêndoas, nozes, frutas vermelhas, açafrão, peixes gordos ricos em ômega-3 que são alimentos anti-inflamatórios.
A dieta low carb também pode beneficiar quem sofre com essa síndrome, ajudando a aliviar os sintomas e prevenindo a obesidade, que também pode causar ou aumentar os sintomas da Síndrome.
– Excesso de álcool ou cafeína;
– Fontes de açúcar refinado e adoçantes (incluindo xarope de milho rico em frutose, produtos doces embalados e grãos refinados que acionam picos de insulina; são inflamatórios); substitua por alimentos naturais.
– Alimentos embalados e processados, ricos em conservantes, açúcares e sódio;
– Hidrogenados e refinados (soja, canola, cártamo, girassol e milho), que são altamente inflamatórios;
– Farinha processada (causa inflamação).
Faça mudanças na sua alimentação, e procure orientação médica para tratar a síndrome do ovário policístico.
E para ajudar você a ter uma alimentação mais saudável e low carb para aliviar os sintomas da Síndrome do Ovário Policístico, prevenir outras doenças como a obesidade, que podem agravar o seu estado de saúde, e ajudar você a ter mais qualidade de vida; eu convido a adquirir o e-book da Carol Pimentel.
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Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
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]]>Durante este tempo pelo menos dois terços das mulheres, experimentam alguns sintomas desconfortáveis, que incluem suores noturnos, alterações de humor, irritabilidade e cansaço.
Além disso, elas são mais suscetíveis a osteoporose, obesidade, doenças cardíacas e diabetes.
Estes fatores fazem com que muitas mulheres procurem suplementos, e remédios naturais para aliviar os sintomas.
Se você está passando pelo período da menopausa; leia esse artigo e veja a lista que eu preparei para você reduzir os sintomas da menopausa naturalmente.
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Reduzir os Sintomas da Menopausa: Consuma Ovos. Imagem: (Divulgação)
As mudanças hormonais durante a menopausa podem enfraquecer os ossos, aumentando o risco de osteoporose.
Cálcio e vitamina D estão ligados à saúde dos ossos; a ingestão adequada ajuda a reduzir o risco de fraturas.
A luz solar é a sua principal fonte, uma vez que sua pele produz essa vitamina quando é exposta ao sol. Com o envelhecimento a pele fica menos eficiente em produzir o nutriente.
Fontes alimentares ricas nesta vitamina incluem peixes gordos, ovos, óleo de fígado de bacalhau e alimentos fortificados com vitamina D.
O cálcio pode ser encontrado em produtos lácteos, como iogurte e queijo; saladas e vegetais folhosos, como couve e espinafre e em peixes como a sardinha.
É comum ganhar peso durante a menopausa, e isso acontece devido a mudanças hormonais, envelhecimento, estilo de vida e genética.
O excesso de gordura corporal, especialmente em torno da cintura, aumenta o risco de doenças, como doenças cardíacas e diabetes; ele também pode agravar os sintomas da menopausa.
Estudos feitos com mulheres na pós-menopausa, que perderam peso corporal ao longo de um ano mostraram, apontaram que elas apresentaram uma queda nas ondas de calor e suores noturnos.
Uma dieta rica em frutas e vegetais, pode ajudar a prevenir uma série de sintomas da menopausa.
Frutas e legumes são baixos em calorias e ajudam a aumentar a saciedade, perder e manter o peso.
Eles também podem ajudar a prevenir uma série de doenças, incluindo doenças cardíacas. Isto é importante, uma vez que o risco de doença cardíaca tende a aumentar após a menopausa.
Isto pode ser devido a fatores tais como a idade, o ganho de peso ou níveis de estrogênio possivelmente reduzidos.
Eles também cuidam da saúde óssea.
Certos alimentos podem desencadear ondas de calor, suores noturnos e alterações de humor, ainda mais se ingeridos durante a noite.
Gatilhos comuns da menopausa incluem a cafeína, álcool e alimentos que são açucarados ou picantes demais.
Minha dica é que você mantenha um diário de sintomas.
Se você sentir que determinados alimentos pioram os sintomas da menopausa, procure reduzir o seu consumo ou evitá-las completamente.
São vários os benefícios dos exercícios físicos para o seu organismo!
Você melhora a energia, metabolismo, sono, articulações e a saúde óssea; os exercícios também ajudam a relaxar e desestressar.
Outros benefícios incluem a prevenção de doenças como: câncer, doenças cardíacas, acidente vascular cerebral, hipertensão arterial, diabetes tipo 2, obesidade e osteoporose.
Outro passo importante é o consumo de alimentos fitoestrogênios.
Eles são compostos naturais de plantas que podem imitar os efeitos do estrogênio no corpo. Ou seja, podem ajudar a equilibrar os hormônios.
A elevada ingestão de fitoestrogênios em países asiáticos como o Japão é, inclusive, a razão pela qual as mulheres na menopausa nestes locais, raramente sentem ondas de calor.
Os alimentos ricos em fitoestrogênios incluem linhaça, alho, damasco, ameixa, tâmara e sementes de gergelim.
No entanto, o teor de fitoestrogênio em alimentos varia dependendo dos métodos utilizados no processamento.
Alimentos naturais compostos de fitoestrogênio, são melhores que suplementos ou alimentos processados com proteína de soja adicionada.
Durante a menopausa, as mulheres podem sofrer com a desidratação, provavelmente devido à diminuição dos níveis de estrogênio. Beber de 8 a 12 copos de água por dia pode ajudar com esses sintomas.
Beber água também pode reduzir o inchaço decorrente das alterações hormonais.
Além disso, a água pode ajudar a prevenir o aumento de peso, pois causa sensação de saciedade e aumenta o metabolismo ligeiramente.
Beber 500 ml de água, 30 minutos antes de uma refeição, pode fazer com que você consuma 13% menos calorias durante a refeição.
Uma dieta rica em carboidratos refinados e açúcar aumenta a glicose no sangue, fazendo você se sentir cansada e irritada (1,2,3).
Na verdade, um estudo descobriu que as dietas ricas em carboidratos refinados podem aumentar o risco de depressão em mulheres na pós-menopausa.
Preocupante, não é mesmo?
As dietas ricas em alimentos processados, afetam a saúde dos ossos e de todo o organismo.
Comer proteína regularmente ajuda a prevenir a perda de massa muscular magra que ocorre com a idade.
Um estudo descobriu que o consumo de proteína em cada refeição, pode retardar a perda muscular devido ao envelhecimento.
Dietas com alta ingestão de proteína também auxiliam na perda de peso, porque aumentam a saciedade e a quantidade de calorias queimadas.
Alguns alimentos ricos em proteínas incluem carne, peixe, ovos, legumes e nozes.
Lembre-se que a menopausa não é uma doença, e sim uma parte natural da vida.
Embora os sintomas possam ser difíceis de tratar, manter uma dieta saudável e exercícios regulares auxiliam a aliviar e prevenir os incômodos.
Experimente as dicas que dei acima de como reduzir os sintomas da menopausa e melhore a sua qualidade de vida.
Esse é o melhor período da sua vida!
Procure sempre orientação médica para fazer o acompanhamento da menopausa.
E como eu disse no início do artigo, a alimentação correta é importante e faz toda a diferença para a saúde; e se você se preocupa com isso, eu tenho uma novidade!
Meu programa de DETOX 7 DIAS vai te ajudar a se alimentar melhor e ainda ter mais saúde!
>> Confira o áudio de pessoas que já fizeram!
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
Porém, não é bem assim! Cerca de 50% da população mundial pode não receber sol suficiente, e os brasileiros fazem parte desse grupo (1 ).
E existem algumas razões pelas quais os brasileiros estão com deficiência de Vitamina D.
Antes de saber quais são, compartilhe e escreva nos comentários se você faz parte desta parcela de pessoas deficientes de Vitamina do Sol! 😉
É verdade que o sol beneficia a saúde, no entanto em excesso pode causar manchas na pele, queimaduras e até mesmo câncer. Por isso, muitas pessoas o evitam e quando vão a praia ou piscina e se besuntam de protetor solar. Com protetor solar seu corpo não consegue produzir a vitamina.
Além disso, as pessoas trabalham em ambientes fechados e por isso não têm o contato com o sol.
Ainda assim, tem aqueles que trabalham na rua ou até mesmo no campo, tem a pele marcada pelo sol e ainda assim, possuem deficiência de vitamina D.

Como reduzir os níveis de cortisol: Mantenha bons relacionamentos
Isso acontece porque a exposição solar é feita de maneira equivocada.
E você deve estar se questionando se existe maneira certa de tomar sol. Sim, existe!
O ideal é expor o tronco, os braços e as pernas, sem filtro solar, entre 5 a 10 minutos, antes das 10:00 e depois das 15:00 horas. Além disso, pessoas com predisposição ou que já tiveram câncer de pele devem evitar essa exposição, devendo assim, procurar orientação médica para avaliar a necessidade de suplementação.
O tempo de exposição ao sol varia, dependendo do tipo de pele, local, horário e principalmente época do ano.
Mesmo tomando sol como indicado para que a síntese da vitamina D aconteça, uma dieta equilibrada representa cerca de 20% da produção do nutriente. Ou seja, se sua dieta não incluir vitamina D para ajudar na absorção do cálcio e do fósforo, o risco de fraqueza óssea e muscular aumenta.
Durante algum tempo acreditava-se que a vitamina D era benéfica apenas para o metabolismo ósseo, assim como a manutenção dos dentes e balanço de cálcio sanguíneo.
No entanto, estudos recentes demonstraram que o papel da vitamina D é muito mais abrangente, afinal ela age no funcionamento de vários órgãos e sistemas e na prevenção de doenças não comumente associadas a esta vitamina.
Um exemplo é a redução do risco de gripe. Crianças que receberam 12 ml de vitamina D por dia durante 4 meses durante o inverno reduziram o risco de infecção por influenza A em mais de 40% (2). Isso acontece porque a vitamina D aumenta a imunidade do corpo (3).
Além disso, tanto o diabetes tipo 1 quanto o tipo 2 têm sido associados a baixos níveis de vitamina D (4, 5). Em pessoas com diabetes tipo 2, níveis insuficientes de vitamina D podem afetar negativamente a secreção de insulina e a tolerância à glicose.
Existe um grande conjunto de dados epidemiológicos que mostram uma associação entre o risco incidente de câncer e a deficiência de vitamina D. A redução de risco para câncer de mama, por exemplo, é de até 70% quando há vitamina suficiente no corpo (6).
A ingestão diária de referência (IDR) é de 600 UI de vitamina D.
Além de pegar sol, como o indicado anteriormente, é preciso ter um dieta equilibrada. Para isso, você precisa ingerir alimentos que ajudem seu corpo a absorver a vitamina.
O arenque é um peixe comido em todo o mundo. Pode ser servido cru, enlatado, defumado ou em conserva.
Este peixe pequeno também é uma das melhores fontes de vitamina D, uma porção de 100 gramas contém quase três vezes do recomendado diariamente (7).

Peixes São Benéficos: Salmão
As sardinhas também são uma boa fonte de vitamina D, uma porção de 100 gramas contém 45% do recomendado (8).
Outros tipos de peixe gordo como linguado e a cavala também são boas fontes (9, 10).
O salmão também é um peixe gordo popular e uma ótima fonte de vitamina D.
Ovos inteiros são outra boa fonte, além de alimentos maravilhosamente nutritivos.
Enquanto a maioria das proteínas de um ovo é encontrada na clara, a gordura, as vitaminas e os minerais são encontrados principalmente na gema.
Uma gema de ovo típica de galinhas de granja contém 18 a 39 UI de vitamina, que não é muito alta (11, 12).
No entanto, galinhas caipiras criadas a pasto e que vagam para fora à luz do sol produzem ovos com níveis 3 a 4 vezes mais altos (13).
Excluindo alimentos fortificados, os cogumelos são a única fonte vegetal de vitamina D. Pois, assim como os humanos, os cogumelos podem sintetizar essa vitamina quando expostos à luz UV (14).
No entanto, os cogumelos produzem vitamina D2, enquanto os animais produzem vitamina D3.
Embora a vitamina D2 ajude a aumentar os níveis sanguíneos de vitamina D, ela pode não ser tão eficaz quanto a vitamina D3 (15, 16).
Por fim, uma característica da Vitamina é que ela promove o metabolismo da gordura, cortando a produção do hormônio da paratireoide, o que acelera a quebra da gordura pelo fígado.
Além de todos esses benefícios ela ainda atua no emagrecimento.
Se seu objetivo é perder peso, faça exames para ver como está sua vitamina D e conheça meu Programa Detox 7 Dias.
Desenvolvi esse projeto para ajudar as pessoas a perderem peso de maneira eficiente e segura.
Meu objetivo com esse programa é ensinar a você com simplicidade e eficiência a fazer boas escolhas para potencializar seu corpo a trabalhar sempre em 100%.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
Trata-se de uma vitamina solúvel em gordura; que é armazenada no fígado e nos tecidos gordurosos.
Isso significa que o aumento da gordura corporal tem a capacidade de absorver a vitamina D, e impedi-la de ser usada no organismo.
Há diferenças entre a vitamina D de outras vitaminas. O organismo é capaz de produzi-la por conta própria (1).
Descubra agora os principais benefícios dessa vitamina e melhore a saúde.
Não deixe de ler e compartilhar!
A falta de vitamina D no organismo afeta a estrutura esquelética, pressão arterial, imunidade, humor, função cerebral e capacidade de proteção contra o câncer (2).
Existem dois tipos de suplementação de vitamina D: vitamina D2 e vitamina D3.
Fontes dessa vitamina incluem: peixe, suplementos como óleo de fígado de bacalhau, entre outros alimentos. No entanto, a exposição direta ao sol é a melhor maneira de absorver a vitamina D (3).
A deficiência dela pode desenvolver problemas no organismo, como:
– Osteoporose, fraturas e outros problemas ósseos;
-Raquitismo ou osteomalacia;
– Doença cardíaca;
– Pressão alta;
– Câncer;
– Doenças autoimunes;
– Depressão;
– Insônia;
– Artrite;
– Diabetes;
– Asma;
– Esclerose múltipla;
– Dor crônica;
– Psoríase;
-Hiperparatireoidismo (Tireoide hiperativa);
– Fibromialgia;
– Autismo.
Além de prevenir as doenças citadas acima, existem outros benefícios, como:
Ela desempenha um papel na absorção do cálcio nos ossos. Calcitriol (convertido em vitamina D) mantém os níveis de cálcio equilibrados.
Além disso, ela tem um efeito importantes sobre outras vitaminas e minerais que contribuem para a saúde, incluindo a vitamina K e fósforo.
Parcialmente responsável por manter os níveis de fósforo no sangue; e uma vez que a vitamina D afeta a capacidade do cálcio para se ligar às proteínas, acredita-se que ela também está ligada à vitamina K.
Estudos apontam que ela pode melhorar a saúde musculoesquelética, deixar lento o processo de envelhecimento da estrutura esquelética; e reduzir a taxa de fraturas e quedas em adultos mais velhos (4).
O fósforo, além de cálcio e outros compostos, é necessário para mineralizar adequadamente a densidade óssea.
O diabetes resulta da falta de insulina ou da secreção inadequada de insulina, após aumentos na resistência à insulina.
De acordo com estudos, uma vez que o cálcio é necessário para a secreção de insulina; a vitamina D pode contribuir para manter o seu bom funcionamento e prevenir o diabetes (5).
A suplementação pode aumentar a sensibilidade à insulina e diminuir a inflamação; e estudos indicam que ela ajuda na prevenção e tratamento de ambos os tipos de diabetes (tipo 1 e tipo 2).
A deficiência dessa vitamina no organismo, pode aumentar o risco de câncer, especialmente câncer de mama, câncer do colo do útero e câncer de próstata.
A vitamina D pode afetar o risco de cânceres de mama, cólon e ovário possivelmente devido ao seu papel no ciclo de vida da célula ou sua capacidade de bloquear excesso de estrogênio (6).
Ela pode ajudar a prevenir doenças cardiovasculares, uma vez que está envolvido na regulação da pressão arterial, níveis de colesterol e inflamação.
A deficiência dessa vitamina aumenta as chances de doença cardíaca coronária, e outros sintomas cardíacos (7).
Ela ajuda com a replicação celular saudável, e pode desempenhar um papel na proteção contra o desenvolvimento de condições autoimunes, além de resfriados comuns.
As células imunes contêm receptores para a vitamina D. Estudos afirmam que ela previne doenças inflamatórias prolongadas ou excessivas.
A inflamação é muitas vezes a raiz de doenças crônicas e doenças autoimunes: esclerose múltipla, artrite reumatoide, síndrome do intestino irritável e outros distúrbios digestivos, pressão arterial elevada e muito mais (8).
Ela age como um hormônio no organismo e sob os efeitos da função cerebral; por isso, a deficiência de vitamina D é associada ao risco de transtornos do humor, incluindo depressão, depressão sazonal e ansiedade (9).
A diminuição dos níveis dessa vitamina no organismo, também podem interferir na produção adequada de testosterona e estrogênio, levando à desequilíbrios preocupantes.
A falta dessa vitamina no organismo afeta a capacidade de tomar decisões, foco, prejudica o desempenho em exames, concentração e para reter informações (10).
Algumas pesquisas apontam uma correlação entre baixos níveis de vitamina D, e o desenvolvimento da esquizofrenia e esclerose múltipla.
Como você pode observar, essa vitamina desempenha um papel importante em prevenir doenças e cuidar da saúde.
Por isso, não se esqueça da exposição ao sol no período apropriado, e consumir alimentos ricos em vitamina D.
Veja também o vídeo:
E para a ajudar você que se preocupa em manter uma alimentação correta, saiba que eu tenho uma incrível notícia!
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]]>Saiba quais são as causas sintomas e as estratégias dos tratamentos para melhorar os efeitos da doença, e ajudar na prevenção.
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Cientistas acreditam que, para a maioria das pessoas, a doença de Alzheimer é causada por uma combinação de fatores genéticos, de estilo de vida e ambientais que afetam o cérebro ao longo do tempo.
Algumas evidências sugerem que os mesmos fatores que o colocam em risco de doença cardíaca, também podem aumentar a chance de você desenvolver o mal de Alzheimer, por exemplo:
Esses fatores de risco também estão ligados à demência vascular, um tipo de demência causada por vasos sanguíneos danificados no cérebro.
Trabalhar para controlar esses fatores ajudará a proteger seu coração, e também pode ajudar a reduzir o risco de doença de Alzheimer e demência vascular.
A doença de Alzheimer danifica e mata as células cerebrais. Um cérebro afetado por essa doença possui menos menos células, e conexões entre as células sobreviventes do que um cérebro saudável.
À medida que mais e mais células cerebrais morrem, a doença leva à um encolhimento significativo do cérebro.
No início, o aumento do esquecimento ou a confusão leve podem ser os únicos sintomas perceptíveis.
Mas ao longo do tempo, ela prejudica mais a memória, especialmente as memórias recentes. A taxa em que os sintomas pioram varia de pessoa para pessoa.
Todo mundo tem lapsos de memória ocasionais. Mas a perda de memória associada à doença de Alzheimer persiste e piora, afetando sua capacidade de funcionar no trabalho e em casa.
Pessoas com Alzheimer podem:
Essa patologia causa dificuldades na concentração e raciocínio, especialmente em conceitos abstratos como números.
Dificuldade com problemas do cotidiano, como comida queimando no fogão ou situações inesperadas de direção, torna-se cada vez mais desafiador.
Eventualmente, pessoas com Alzheimer avançado podem esquecer como executar tarefas básicas, como vestir-se e tomar banho.
Além disso, alterações cerebrais que ocorrem podem afetar a maneira como você age e como se sente.
E experimentar depressão, apatia, retraimento social, mudanças de humor, desconfiança nos outros, irritabilidade e agressividade, delírios, como acreditar que algo foi roubado, entre outras dificuldades.
A capacidade de ler, dançar e cantar, apreciar música antiga, participar de trabalhos manuais e hobbies, contar histórias e relembrar podem ser perdidas com o avançar da doença.
Agora, não há maneira comprovada de prevenir a doença de Alzheimer. A pesquisa sobre estratégias de prevenção está em andamento.
A evidência mais forte até agora sugere que você pode diminuir o risco de desenvolvimento da doença, reduzindo o risco de doença cardíaca e do diabetes (1).
Muitos fatores que aumentam o risco de doença cardíaca, também podem aumentar o risco de doença de Alzheimer e demência vascular.
Fatores importantes que podem estar envolvidos incluem pressão alta, colesterol alto, excesso de peso e diabetes.
A dieta mediterrânea, pode ser uma forma de alimentação que beneficie a prevenção e controle da doença.
Ela enfatiza o consumo de produtos frescos, óleos saudáveis e alimentos com baixo teor de gordura saturada, pode reduzir o risco de morte por doença cardiovascular e derrame.
Esta dieta também pode ajudar a reduzir o risco de doença de Alzheimer.
Por isso, alguns hábitos alimentares podem auxiliar na prevenção da doença.
Controle dos níveis de frutose, mantendo o consumo diário menor que 25 gramas (2) .
Pesquisas apontam que o aumento do magnésio no organismo, pode ajudar na diminuição dos sintomas de Alzheimer.
Ligações fortes entre baixos níveis de vitamina D em pacientes de Alzheimer, e resultados ruins em testes cognitivos foram revelados (3).
Pesquisadores acreditam que os níveis ideais de vitamina D, podem aumentar a quantidade de substâncias químicas importantes em seu cérebro e proteger as células cerebrais, aumentando a eficácia das células gliais na recuperação de neurônios danificados.
Preste atenção ao consumo da frutose, que pode causar a resistência à insulina.
De acordo com um pequeno estudo finlandês publicado recentemente na revista Neurology, pessoas que consomem alimentos ricos em vitamina B12 podem reduzir o risco de Alzheimer em seus últimos anos (4).
Para cada aumento de unidade no marcador de vitamina B12 (holotranscobalamina), o risco de desenvolver Alzheimer foi reduzido em 2%.
Doses muito altas de vitaminas B também foram encontradas para tratar a doença e reduzir a perda de memória (5,6).
Legumes, sem dúvida, são sua melhor forma de folato, e todos nós devemos comer muitos vegetais crus frescos todos os dias.
Ômega-3 de alta qualidade baseados em animais como o óleo de krill. A alta ingestão de ômega-3 EPA e DHA ajuda a prevenir danos celulares causados pela doença de Alzheimer, retardando sua progressão e diminuindo o risco de desenvolver o distúrbio.
Evite o uso de panelas de alumínio.
Tem sido sugerido que o exercício pode desencadear uma mudança na forma como a proteína precursora da amilóide é metabolizada, diminuindo assim o início e a progressão da doença de Alzheimer (7).
A estimulação mental, como no aprendizados de coisas novas, como: tocar um instrumento, dançar ou aprender uma nova língua, estão associadas à redução de risco da doença.
Os pesquisadores suspeitam que o desafio mental ajuda a construir o seu cérebro, tornando-o menos suscetível às lesões associadas à doença de Alzheimer.
Manter-se ativo fisicamente, mentalmente e socialmente pode tornar sua vida mais agradável e também ajudar a reduzir o risco de Alzheimer.
A reeducação alimentar livre de açúcar refinado, alimentos industrializados, glúten e excesso de carboidratos, pode ajudar a prevenir a doença de Alzheimer entre outras, além de melhorar a saúde em geral.
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Dr. Juliano Pimentel.
]]>Os pesquisadores acreditam que a fibromialgia amplifica sensações dolorosas, afetando a forma como o cérebro processa os sinais de dor.
Os sintomas às vezes começam após um trauma físico, cirurgia, infecção ou estresse psicológico significativo.
Em outros casos, os sintomas gradualmente se acumulam com o tempo, sem nenhum evento desencadeante.
Muitas pessoas que têm fibromialgia também têm dores de cabeça tensionais, distúrbios da articulação temporomandibular (ATM), síndrome do intestino irritável, ansiedade e depressão.
Não existe cura para a fibromialgia; porém, uma variedade de medicamentos, alimentação adequada e mudanças nos hábitos podem ajudar a controlar os sintomas.
Saiba qual o tipo de alimentação mais adequada para aliviar os sintomas da fibromialgia neste artigo.
Não deixe de ler e compartilhar!

Aliviar os Sintomas da Fibromialgia: ovos e legumes. Imagem: (Divulgação)
A fibromialgia é um distúrbio crônico ou de longo prazo. Está associada a dores generalizadas nos músculos e ossos, áreas de sensibilidade e fadiga geral.
Pessoas com fibromialgia muitas vezes acordam cansadas, embora relatem que dormem por longos períodos.
O sono é muitas vezes interrompido pela dor, e muitos pacientes possuem outros distúrbios do sono, como a síndrome das pernas inquietas e a apneia do sono.
Dificuldades cognitivas. Um sintoma comumente referido como “fibro neblina” prejudica a capacidade de se concentrar e prestar atenção.
A fibromialgia coexiste com outras condições dolorosas, como:
Além da medicação, um plano de autocuidado pode ajudar a aliviar os sintomas da fibromialgia.
Mudanças de estilo de vida e remédios alternativos para a fibromialgia, podem reduzir a dor ao mesmo tempo em que você se sente melhor no geral.
Muitos desses tratamentos alternativos se concentram em reduzir o estresse e a dor. Você pode usar sozinho ou em conjunto com tratamentos médicos convencionais.
Fisioterapia, exercício regular, dormir o suficiente à noite e uma dieta equilibrada e saudável.
A terapia pode reduzir potencialmente o estresse que desencadeia os sintomas, e a depressão frequentemente associada a esse transtorno.
A nutrição adequada pode ajudar seu corpo a se manter saudável, e fornecer um suprimento constante de energia boa.
Se a sua dieta não está equilibrada e você não está comendo corretamente, seus sintomas podem piorar.
Você pode achar que certos alimentos pioram seus sintomas, ou que você se sente pior depois de comer um determinado alimento com frequência.
Se for esse o caso, é uma boa ideia criar um diário alimentar onde possa acompanhar o que come, e como se sente após as refeições.
Evite alimentos processados e escolha mais alimentos integrais. Os alimentos processados normalmente têm mais aditivos e menos fibras e nutrientes, que os alimentos não processados.
Carboidratos refinados como farinha branca, macarrão branco e arroz branco, são exemplos de alimentos processados que foram desprovidos de nutrientes naturais.
Ao escolher alimentos contendo carboidratos para suas refeições, escolha grãos integrais como quinoa, amaranto, batata-doce, farinha sem glúten.
Evite carnes curadas. Quando você compra carne, evite produtos processados com sal ou com conservantes adicionados ou carnes que tenham sido fumadas ou curadas.
Evite carne enlatada, salsicha, bacon, cachorro-quente, presunto, carne de vaca e charque.
Tenha também cuidado com produtos de carne com as palavras “sabor natural adicionado” no rótulo.
Um exemplo de tal produto é o peito de peru infundido com caldo (para dar mais sabor).
Coma peixe de água fria e alimentos enriquecidos para vitamina D
A suplementação de vitamina D pode reduzir a dor em pessoas com fibromialgia, que são deficientes neste nutriente (1).
Você pode obter vitamina D naturalmente em peixe-espada, atum, salmão e ovos. Alguns alimentos, como suco de laranja e leite, são enriquecidos com vitamina D.
Ela também pode ser tomada como suplemento ou em óleo de fígado de bacalhau, que fornece vitamina D e ácidos graxos ômega-3.
Tomar sol também aumenta os níveis de vitamina D do seu corpo, embora a exposição excessiva aumente o risco de câncer de pele e doenças oculares (2).
Escolha folhas verdes, nozes e sementes para Magnésio.
O magnésio é necessário para ajudar a prevenir a toxicidade causada pelo glutamato. O magnésio é encontrado em muitos alimentos saudáveis, incluindo leguminosas e lentilhas secas.
Nozes e sementes, abacate, iogurte de kefir, banana, peixe gordo, chocolate amargo e folhas verdes escuras.
Coma peixe, semente de linhaça e chia, além de outros alimentos ricos em ácidos graxos ômega-3.
Os ácidos graxos ômega-3 podem reduzir os níveis de estresse oxidativo, assim como níveis mais baixos de inflamação e aumentar a imunidade.
O estresse oxidativo ocorre quando o corpo tem muitos radicais livres, ou moléculas instáveis, que danificam as células. Está implicado no desenvolvimento de muitas condições médicas.
Omega-3 é abundante em frutos do mar selvagens, nozes, sementes de chia e sementes de linhaça. Também pode ser tomado como um complemento.
No entanto, as cápsulas de ômega-3 não são recomendadas, pois contêm gelatina, que contém o aminoácido aspartato.
O aspartato pode ativar um receptor de glutamato nas células nervosas envolvidas na fibromialgia (4).
Para combater os efeitos das excitotoxinas dietéticas nos sintomas da fibromialgia, você pode precisar de mais antioxidantes em sua dieta, pois as excitotoxinas também criam estresse oxidativo (5).
Opte por aumentar o consumo de alimentos em tons vermelho, verde, laranja, amarelo e roxo para obter um impulso antioxidante.
Combine proteínas ou gorduras com carboidratos saudáveis para retardar sua absorção. Escolha alimentos frescos e integrais ricos em fibras e com baixo teor de açúcares adicionados.
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]]>De acordo com OMS (Organização Municipal da Saúde) em 2015 estima-se que 480.000 pessoas desenvolveram a tuberculose multirresistente (MDR-TB).
Além do pulmão, a doença também pode atingir outros órgãos do corpo, como ossos, rins e meninges (membranas que envolvem o cérebro).
A tuberculose é transmitida por via aérea em praticamente todos os casos.
A infecção ocorre a partir da inalação de gotículas contendo bacilos expelidos pela tosse, fala ou espirro do doente com tuberculose ativa de vias respiratórias.
Neste artigo, eu irei falar mais sobre as causas, sintomas e tratamentos da tuberculose.
Não deixe de ler e compartilhar.
Ela é uma doença infecciosa e é transmitida através do ar.
A doença, geralmente afeta os pulmões, porém, pode afetar outros órgãos e tecidos do corpo, sendo neste caso chamada de tuberculose extra-pulmonar (1).
De maneira geral, a tuberculose é classificada em:
>> Tuberculose pulmonar: É a forma mais comum da doença e ocorre devido a entrada do bacilo nas vias respiratórias.
>> Tuberculose miliar: É uma das formas mais graves da doença e ocorre quando o bacilo entra na corrente sanguínea e chega a todos os órgãos do corpo, causando um grande risco de meningite. Afeta gravemente o pulmão, mas vários outros órgãos também podem ser afetados.
>> Tuberculose óssea: Apesar de não ser muito comum, ocorre quando o bacilo consegue penetrar e se desenvolver nos ossos, o que pode provocar dor e inflamação, que nem sempre é inicialmente tratada como sendo tuberculose.
>> Tuberculose ganglionar: É causada pela entrada do bacilo no sistema linfático, a área geralmente mais afetada é a do pescoço.
>> Tuberculose pleural: Ocorre quando o bacilo afeta a pleura, tecido que reveste os pulmões, causando intensa dificuldade em respirar.
>>Tuberculose Multirresistente: São causados por bactérias que não respondem aos medicamentos isoniazida e á rifampicina, que são antituberculosos potentes.
É considerada a forma mais resistente e grave de tuberculose.
Ela no geral é causada por uma infecção por Mycobacterium tuberculosis ou Bacilo de Koch (BK).
Outras espécies de micobactérias também podem causar essa doença.
São elas: Mycobacterium bovis, africanum e microti (2).
A transmissão é direta, de pessoa para pessoa, portanto, a aglomeração de pessoas é o principal fator de transmissão.
A pessoa com essa doença expele, ao falar, espirrar ou tossir, pequenas gotas de saliva que contêm o agente infeccioso e podem ser aspiradas por outro indivíduo.
Má alimentação, falta de higiene, tabagismo, alcoolismo ou qualquer outro fator que baixe a imunidade, também favorece o estabelecimento da tuberculose.
Por isso, preste atenção aos seus hábitos de vida e de alimentação.
A tuberculose pode ser manifestada por sintomas como cansaço, falta de apetite, suores ou febre. No entanto, é comum surgir outros sintomas, de acordo com o órgão que é afetado pela doença.
Alguns pacientes não exibem nenhum indício dela, outros apresentam sintomas aparentemente simples que são ignorados durante algum tempo.
Contudo, na maioria dos infectado, os sinais e sintomas mais frequentemente são (3):
Além destes há sintomas relacionados ao local onde o bacilo está instalado.
Fique atento aos sinais e procure orientação médica.
A transmissão se dá pelo ar, de pessoa para pessoa através da inspiração de gotículas infectadas liberadas através da tosse, espirro ou fala.
O indivíduo só pode transmitir a tuberculose se ele desenvolver uma tuberculose pulmonar e a doença deixa de ser transmissível após 15 dias de tratamento.
Todas as faixas etárias estão propensas ao contágio dessa doença, porém, 95% da taxa de contágio e morte por tuberculose ocorrem em países em desenvolvimento.
Indivíduos mais propensos a sofrer dessa doença, são os que se enquadram nas seguintes condições (4):
A prevenção das formas mais graves da tuberculose pode ser feita com a tomada da vacina BCG ainda na infância.
Além disso recomenda-se evitar locais fechados, mal ventilados e com pouca ou nenhuma exposição solar.
Felizmente ela tem cura, tratamento e existem formas de evitar o seu contágio (5).
O tratamento dela é á base de antibióticos.
Ao todo, o tratamento leva seis meses, mas muitas vezes o paciente não recebe o devido esclarecimento e acaba desistindo antes do tempo.
Para evitar o abandono do tratamento dessa doença é importante o acompanhamento médico (6).
O tratamento dela é gratuito, e por isso, se o indivíduo desconfia que está com a doença, deverá procurar o hospital ou posto de saúde imediatamente.
Nos primeiros 15 dias o indivíduo deverá permanecer em isolamento para evitar a transmissão da doença para outros e após este período poderá voltar à sua rotina normal.
Reforçando, todo tratamento deve ter o acompanhamento médico.
A vitamina D foi um dos primeiros remédios utilizados para tratar a tuberculose antes da existência de medicamentos específicos para tratar a doença.
Antigamente, os pacientes eram expostos à luz do sol e, embora não se conhece a razão pela qual a luz solar funcionava, muitos pacientes melhoraram.
Atualmente, sabe-se a vitamina D é um importante regulador do sistema imune que ajuda as células de defesa a eliminarem proteínas inflamatórias e a produzirem mais proteínas que de fato ajudam a eliminar bactérias, como as que provocam a doença (7).
Assim, para melhorar o tratamento ou evitar a infecção por tuberculose, é recomendado aumentar os níveis de vitamina D no organismo através da ingestão de alimentos ricos em vitamina D e exposição solar.
Ela é uma doença infecciosa e transmissível que afeta principalmente o pulmão, mas pode atingir também outros órgãos.
Entre os principais sintomas estão febre, falta de apetite, mal-estar e tosse seca.
Se você desconfia de que está com essa doença, procure imediatamente orientação médica.
Aumentar a exposição ao sol e manter uma alimentação rica em nutrientes ajuda a controlar os seus sintomas.
Uma alimentação de verdade sempre vai beneficiar a sua saúde e prevenir o surgimento de doenças.
Como manter a imunidade em alta é importante para manter a saúde e a qualidade de vida, eu convido você a assistir o meu vídeo abaixo:
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
Experimente essas dicas de como curar a ressaca com produtos naturais e saudáveis.
Experimente não recorrer às medicações industrializadas.
Não deixe de ler e compartilhar!!
A desidratação é uma das responsáveis por no dia seguinte você sentir todos os sintomas das ressaca.
Ela acontece devido ao álcool ser diurético, ou seja, ele ‘empurra’ líquidos para fora do corpo, e quando não tem mais o que retirar ele utiliza qualquer líquido que encontre por lá, ai vem o perigo da desidratação.
O álcool também produz toxinas no seu organismo, e daí podem surgir as náuseas e as dores também.
E assim como uma infecção age, o álcool pode prejudicar o seu sistema imunológico.
Ele também produz um excesso de ácido gástrico, o que ajudar a desenvolver as dores de estômago tão comuns.
A ressaca também pode impedir que você durma bem e piorar os sintomas e as sensações.
Mas veja essas dicas práticas para resolver esse problema. Com os alimentos naturais e de verdade você melhorar os sintomas desse desconforto ou curá-la.
Você repõe os nutrientes e vitaminas perdidos devido ao consumo de álcool.
A rainha de toda alimentação saudável e também uma boa amiga do fim da ressaca. Hidrate-se!!
É também é o motivo de você geralmente sentir dor de cabeça após consumir muito álcool. Ele retirou a água designada á sua cabeça.
Então se beber álcool, consuma água antes de dormir (caso você se lembre) e quando levantar.
A água de coco também é uma boa opção já que possui 5 dos eletrólitos presentes no corpo humano.
Ele possui mais potássio do que a banana, e ainda é baixo em carboidratos e calorias.
Além de todos os benefícios do gengibre para a saúde, ele ainda ajuda a diminuir a sensação de enjoo e de náusea.
Já o chá de hortelã-pimenta é uma boa opção para aliviar as dores de estômago e náusea.
Faça um suco de picles. Ele possui propriedades que podem ajudar com a sua ressaca e trazer alívio.
Vai te hidratar e reabastecer, te ajudando a voltar a ter energia.
Os ovos são alimentos essenciais para o seu organismo, mesmo que você não esteja de ressaca.
Ele é rico em aminoácidos como a taurina e a cisteína.
Que juntas cuidam da função hepática, podendo prevenir o surgimento de doenças hepáticas.
E ajudam a destruir uma substância química por causar a dor de cabeça, que ocorre quando o seu fígado quebra as células do etanol.
Além de possuir vitamina D e ainda fornece cerca de 33% do consumo diário necessário de vitamina B12.
Alimentos com potássio, vitaminas e fibras ajudam a melhorar a condição de quem quer curar a ressaca. E a banana é um bom alimento
Rico também em eletrólitos, que ajudam a repor aqueles que foram eliminados no suor e na urina devido o consumo do álcool.
Inclua outras frutas nutritivas na primeira alimentação do dia.
Coma com moderação e o abacate vai beneficiar muito você. Ele é rico em fibras, vitamina B6, do antioxidante carotenóides e de gorduras saudáveis que beneficiam o coração.
O abacate vai ajudar a manter a saúde neuromuscular, função cardíaca, contrações musculares e manter equilibrado o teor de sódio no seu organismo.
Você pode combinar alimentos como aipo, couve e maçã no seu suco detox. Eles vão ajudar a limpar, desintoxicar e hidratar o seu organismo.

Ressaca e os Alimentos para Evitar: Massas. Imagem: (Divulgação)
Comida gordurosa também pode prejudicar o estômago e irritá-lo, aumentando o desconforto. Evite esse tipo de alimento, e nos outros dias também (1,2).
Afinal alimento gorduroso prejudica o seu organismo e o humor.
Beber álcool enquanto o seu corpo ainda não está reabilitado da última ressaca, é um grande perigo para a saúde.
O corpo desidratado tende a pior com mais consumo de álcool.
Evite alimentos ácidos e cítricos quando estiver com ressaca, inclusive para curá-la. Exclua também o tomate devido a sua acidez. Eles podem irritar o estomago mais ainda.
O café precisa ser tomado com moderação.
Ele também é diurético, ou seja, vai fazer você perder líquido,o que pode aumentar a sua dor de cabeça.
Opte por bebidas naturais que não sejam diuréticas e ajudem com a hidratação.
Porém, ele também pode ajudar a diminuir a dor de cabeça.
Evite também remédios industrializados como a aspirina e as bebidas açucaradas, que podem piorar os sintomas da ressaca.
Claro que o ideal é que você evite o álcool ou não exagere, mas caso isso aconteça, você pode seguir essas dicas e curar a ressaca de forma saudável e natural.
De qualquer forma espero ter ajudado. E lembre-se de manter uma vida mais saudável e ativa. Coma alimentos saudáveis e que possam ajudar o seu corpo a manter as suas funções normalmente.
Abraços e fique com Deus!!
Dr. Juliano Pimentel
]]>Antes de mais nada, vale ressaltar que uma dieta sem a presença de todos os nutrientes por um longo tempo, significa perda de nutrientes vitais para a nossa saúde.
O risco de desnutrição é extremamente elevado de acordo com especialistas (1).
Nesse artigo vou explicar com detalhes como funciona essa dieta.
Não deixe de ler e compartilhar!

Dieta Frutariana É Benéfica ou Traz Perigos para a Saúde? Imagem: (Divulgação)
As frutas são ricas em antioxidantes, especialmente vitamina C e beta-caroteno, que são conhecidos por ter efeitos positivos para a saúde.
Na dieta frutariana as pessoas consomem principalmente frutas, mas não somente as frutas. Em média o consumo não deve passar de 75% da sua alimentação.
Algumas pessoas consomem nozes, sementes e vegetais. Mas os grãos e todos os produtos de origem animal estão fora de questão.
Adicionar nozes e sementes à uma dieta de frutas é definitivamente melhor do que restringir a alimentação, pois as nozes e as sementes adicionam proteínas e gorduras muito necessárias.
Porém, essa dieta é considerada por muitos especialistas como uma das dietas mais restritivas que existe. E que o consumo de frutas acima de 50% podem desencadear desequilíbrio hormonais.
Os adeptos consomem muitas frutas, o que tecnicamente inclui alimentos que geralmente são consumidos como se fossem vegetais, como tomates, pepinos, pimentões e abobrinha.
O abacate também é considerado uma fruta, essa é uma das poucas frutas que realmente tem conteúdo significativo de gordura (2).
De acordo com Melissa Moore, porta-voz da Academia de Nutrição e Dietética, quando a fruta é o único alimento consumido, você perde muitos nutrientes essenciais (5).
Isso é preocupante, uma vez que as deficiências nutricionais aumentam a possibilidade de todos os tipos de problemas de saúde.
Médicos e nutricionistas estão preocupados com o impacto que a dieta pode ter na saúde, principalmente à longo prazo.
Aqui estão alguns dos possíveis riscos para a saúde quando se trata de uma dieta frutariana:
Você pode perder peso, mas é provável que volte a ganhar a gordura perdida, durante ou ao encerrar a deita (6).
O açúcar presente na frutose é transformado em gordura ao comer frutas em excesso.
Um dos nutrientes mais importantes a serem consumidos é a proteína. As proteínas são moléculas constituídas por moléculas menores conhecidas como aminoácidos.
Eles são usados para construir praticamente tudo no corpo da pele, cabelo e unhas para a hemoglobina em seu sangue.
As proteínas podem ser encontradas em carnes de animais terrestres, bem como peixes e aves.
Nozes e sementes também possuem proteínas.
A quinoa também é rica em proteínas.
As únicas fontes de proteínas sólidas permitidas na maioria das dietas frugiliana são certas nozes e sementes em pequenas quantidades.
Outra grande preocupação das dietas de frutas é a falta de gorduras boas, especialmente ácidos graxos essenciais ômega-3.
O consumo de ácidos graxos essenciais e outras gorduras boas é vital para muitas funções corporais, incluindo a manutenção de níveis hormonais adequados e funções cerebrais.
Uma dieta frutariana só permite algumas fontes de gorduras boas em quantidades mínimas.
Algumas das melhores fontes de ácidos graxos ômega-3 que não são permitidos em uma dieta frutariana incluem salmão e sardinhas.
Mas, mesmo com a variedade de frutas, ainda existe a deficiência de vitaminas e minerais essenciais.
O nosso organismo perderia ácidos graxos essenciais o que inclui um dos mais importantes, que é o B12.
A falta de vitamina B12 no organismo pode desencadear anemia e outros problemas de saúde (3).
Essas deficiências aumentam as chances de osteoporose e prejudica a função imune do seu organismo.
Vitaminas e minerais que faltam nessa dieta também tendem a incluir cálcio, ferro, zinco, vitamina D, bem como todas as vitaminas do complexo B.
Estamos falando de nutrientes que são absolutamente necessários para o funcionamento saudável do organismo.
Baixos níveis de vitamina D foram associados à obesidade, câncer de mama, câncer de cólon, câncer de próstata, depressão e pressão alta. (7)
A maioria das frutas é naturalmente rica em frutose que é o açúcar das frutas.
Se você é diabético, pré-diabetes ou luta com o equilíbrio de açúcar no sangue, precisa evitar esse tipo de dieta.
O excesso de açúcar também pode prejudicar o pâncreas.
E é por isso que eu alerto contra dietas mirabolantes que afetam a sua vida e disposição.
Consuma frutas com equilíbrio, junto com outros alimentos nutritivos e viva melhor.
Eu sempre falo sobre a reeducação alimentar aliada a uma mudança no estilo de vida são importantes para salvar e transformar vidas.
Como eu sei disso? Simples! eu sou a prova viva de que isso realmente funciona.
Quer saber como eu consegui mudar de vida e como você pode mudar a sua? Fácil, mantenha a determinação, foco e adquira conhecimento!
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
]]>Neste artigo, eu vou listar as 7 deficiências nutricionais que você precisa evitar.
Não deixe de ler e compartilhar!

Deficiências Nutricionais : Evite a deficiência de Ferro com Couve. Imagem: (Divulgação)
O ferro é um mineral essencial. Trata-se de um componente principal das células vermelhas do sangue, que se une com a hemoglobina e transporta oxigênio às células.
Existem dois tipos de ferro:
O ferro heme – Ele é muito bem absorvido. Encontrado apenas em alimentos de origem animal; como a carne vermelha, que contém quantidades elevadas do nutriente.
O ferro não-heme – Ele é mais comum, e é encontrado em alimentos animais e vegetais. Porém, não é absorvido tão facilmente como o ferro heme.
A deficiência de ferro é uma das deficiências mais comuns em todo o mundo, afetando mais de 25% da população mundial (1).
O número sobe para 47% em pré-escolares, pois as crianças nesta idade são muito propensas a falta de ferro. O número fica em 30% no caso das mulheres menstruadas, que podem sofrer a deficiência do nutriente devido à perda de sangue todos os meses.
E até 42% dos jovens e mulheres grávidas também podem sofrer com menores quantidades de ferro.
Além disso, os vegetarianos e veganos correm mais riscos de sofrerem com a falta de ferro. Isso porque eles consomem apenas ferro não-heme, que não é absorvido tão facilmente como o ferro heme (2, 3).
A consequência mais comum de deficiência de ferro é a anemia.
A quantidade de células vermelhas do sangue cai, e o sangue se torna menos capaz de transportar oxigênio para todo o corpo. Os sintomas normalmente incluem cansaço, fraqueza, queda no sistema imunológico e nas funções cerebrais (4).
As melhores fontes alimentares de ferro heme incluem: Carne vermelha, Fígado, Mariscos e Sardinhas enlatadas.
As melhores fontes alimentares de ferro não-heme incluem: Gergelim, Semente de abóbora, Brócolis, Couve e Espinafre.
O excesso de ferro também pode ser muito prejudicial.
Além disso, a vitamina C pode aumentar a absorção de ferro. Comer alimentos ricos em vitamina C como laranja, goiaba, couve e pimentão, juntamente com alimentos ricos em ferro, maximiza a absorção do nutriente.

Deficiências Nutricionais: Peixes e Algas são fontes de Iodo. Imagem: (Divulgação)
O iodo é um mineral essencial para o funcionamento da tireoide (5).
Os hormônios da tiroide estão envolvidos em muitos processos do corpo, tais como o crescimento, o desenvolvimento do cérebro e a manutenção dos ossos.
Eles também regulam nossa taxa metabólica.
A deficiência de iodo é uma das deficiências nutricionais mais comuns no mundo, e afeta cerca de um terço da população do mundo (6, 7).
O sintoma mais comum da falta de iodo é um aumento da glândula tireoide, também conhecido como bócio. Ela pode causar um aumento na frequência cardíaca, falta de ar e o ganho de peso (5).
Quando a carência de iodo é grave, ela pode também causar efeitos adversos sérios, especialmente em crianças. Estes incluem retardo mental e anormalidades do desenvolvimento (5).
Há várias boas fontes alimentares de iodo, entre elas Algas, Peixes e Ovos. O iodo é encontrado principalmente no solo do mar, por isso, se o solo é pobre em iodo, a comida também terá pouca quantidade do nutriente.
Alguns países (como o Brasil) têm respondido à deficiência de iodo, adicionando-o ao sal, uma medida eficaz para reduzir a gravidade do problema.
Quase todas as células do corpo têm um receptor para a vitamina D.
A Vitamina D é produzida a partir da pele quando exposta à luz solar. Por este motivo, as pessoas que vivem longe do trópico de equador são altamente susceptíveis à deficiência do nutriente, uma vez que têm menos exposição ao sol (9, 10).
Idosos e pessoas negras também sofrem mais com a deficiência de vitamina D, uma vez que sua pele produz menos deste nutriente em resposta à luz solar.
Acontece que a falta dela não é perceptível normalmente.
Os sintomas são sutis e podem se desenvolver ao longo de anos ou décadas (11, 12). Entre eles estão: fraqueza muscular, perda óssea e aumento do risco de fraturas. Em crianças, pode causar atrasos de crescimento e ossos moles (raquitismo) (14).
Além disso, a deficiência de vitamina D também desempenha um papel na queda da imunidade e no aumento do risco de câncer (15).
Infelizmente, muito poucos alimentos contêm quantidades significativas de vitamina D. Algumas fontes alimentares do nutriente são: Óleo de fígado de bacalhau, peixes gordos (como salmão, cavala, sardinha ou truta) e gema do ovo.
Conserve com o médico sobre tomar suplementos ou sobre aumentar a exposição ao sol.
A vitamina B12, também conhecida como cobalamina, é uma vitamina solúvel em água. Ela é essencial para saúde do sangue, para a função cerebral e do sistema nervoso.
Cada célula do seu corpo precisa dela para funcionar normalmente; mas o corpo é incapaz de produzi-la.
A vitamina B12 só é encontrada em alimentos de origem animal (com exceção de algas nori). Portanto, as pessoas que não comem produtos de origem animal correm mais riscos em sofrer com essa deficiência.
Estudos apontam que os vegetarianos e veganos são altamente propensos a sofrer com a falta dessa vitamina. Alguns números chegam a 80-90% (17).
Outro grupo de risco são os idosos, mais de 20% deficiência em vitamina B12, uma vez que a absorção do nutriente diminui com a idade (18, 19).
Um sintoma comum da deficiência é a anemia megaloblástica, uma doença sanguínea que aumenta o número de células vermelhas.
Outros sintomas incluem: disfunção na função cerebral e níveis elevados de homocisteína, que é um fator de risco para várias doenças (20, 21).
As fontes dietéticas de vitamina B12 incluem: moluscos, carnes, ovos e kefir.
Grandes quantidades de B12 não são consideradas prejudiciais, porque muitas vezes o nutriente é mal absorvido e quantidades excessivas são expelidas através da urina.

Deficiências Nutricionais: O cálcio protege os ossos. Imagem: (Divulgação)
O cálcio é essencial para nossas células. Ele é muito importante para a manutenção óssea.
Ele atua como molécula de sinalização em todo o corpo. Sem ele, o coração, músculos e nervos não seriam capazes de funcionar.
A concentração de cálcio no sangue é muito regulada, e qualquer excesso é armazenado nos ossos. Se houver falta de cálcio na dieta, ele é liberado dos ossos.
É por isso que o sintoma mais comum de deficiência é a osteoporose, caracterizada por ossos mais frágeis.
Pesquisas apontam que a maioria das pessoas ainda não recebem quantidade suficiente de cálcio.
Os sintomas mais graves incluem: ossos fracos (raquitismo), em crianças, osteoporose especialmente em idosos (22).
Entre as fontes dietéticas de cálcio estão o kefir e os Vegetais verde-escuro (como couve, espinafre e brócolis).
A vitamina A é uma vitamina essencial solúvel em gordura.
Ela ajuda a formar e manter a sua pele saudável, aumenta a imunidade, cuida dos dentes, ossos e membranas celulares. Além disso, ela traz benefícios para a visão (23). Existem dois tipos diferentes de vitamina A na dieta:
<<Pré-vitamina A: Ela é encontrada em produtos de origem animal, como carne, peixe, aves e produtos lácteos.
<<Pró-vitamina A: Este tipo de vitamina A é encontrada em alimentos de origem vegetal, como frutas e legumes. O beta-caroteno, que no corpo se transforma em vitamina A, é a forma mais comum.
Mais de 75% das pessoas que comem uma dieta ocidental estão recebendo mais do que suficiente de vitamina A e não precisam se preocupar com a deficiência do nutriente (24).
No entanto, deficiência de vitamina A é muito comum em muitos países em desenvolvimento.
44-50% das crianças em idade pré-escolar em certas regiões do mundo, têm deficiência de vitamina A. Este número é cerca de 30% em mulheres indianas (25, 26).
A deficiência pode causar dano ocular temporária e permanente, ocasionando inclusive em cegueira. A falta dessa vitamina é a principal causa de cegueira no mundo.
Outros problemas de saúde incluem: supressão da função imune e aumento da mortalidade; especialmente entre crianças, mulheres grávidas e lactantes (27).
Fontes alimentares de pré-vitamina A incluem: Carne e Óleo de fígado de peixe. Já as fontes alimentares de beta-caroteno (pró-vitamina A) incluem: Batata doce, cenoura e vegetais de folhas verde escuro.
O excesso de pré-vitamina A que pode ser tóxico ao organismo.
Isto não se aplica a pró-vitamina A, tal como beta-caroteno. Aumentar a sua ingestão pode fazer com que a pele se torne um pouco laranja, mas isso não é perigoso.
O magnésio é um mineral chave para o nosso corpo. É essencial para a estrutura dos ossos e dentes, e também está envolvido em mais de 300 reações enzimáticas no nosso corpo (28).
Baixos níveis desse mineral pode causar doenças como: diabetes tipo 2, síndrome metabólica, doenças cardíacas e osteoporose (29).
Umas das deficiências nutricionais mais comuns, principalmente entre pacientes hospitalizados, é a deficiência de magnésio.
Alguns estudos apontam que 9-65% deles são deficientes de magnésio (30). Isso pode ser causado por doenças, uso de drogas, redução da função digestiva ou a ingestão de magnésio inadequada (31).
Os sintomas incluem ritmo anormal do coração, cãibras musculares, síndrome das pernas inquietas, fadiga e enxaquecas (32).
Mais sutis, os sintomas a longo prazo incluem resistência à insulina e pressão alta.
Entre as fontes alimentares estão: amêndoas, chocolate escuro e vegetais verdes.
Crianças, jovens, idosos e vegetarianos parecem sofrer mais com deficiências destes vários nutrientes, que é mais comum do que imaginamos.
Lembre-se que a melhor maneira de prevenir as deficiências nutricionais no seu organismo, é mantendo uma dieta equilibrada, baseada em comida de verdade. Uma boa opção é consumir sucos de vegetais. Dessa maneira você ingere muitos nutrientes de uma maneira mais simples e rápida.
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Também é importante procurar sempre orientação médica.
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Fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
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]]>Existem pelo menos seis genótipos diferentes e 50 subtipos da doença.
Neste artigo você vai conhecer causas, os sintomas e formas de tratamentos de Hepatite C.
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Essa doença provoca uma resposta inflamatória no fígado (1).
Algumas pessoas são capazes de combater o vírus quando ainda está na fase aguda. Pesquisas mostram que 75% a 85% das pessoas infectadas, progridem para uma infecção crônica que persiste por mais de seis meses.
A hepatite C crônica causa pequenas cicatrizes no fígado, incapacitando a função hepática adequada.
A infecção ocorre com o contato direto com o sangue de uma pessoa infectada. Essa é a principal causa da doença.
O vírus da hepatite C (HCV) é distribuído através do contato com o sangue contaminado com a doença. Algumas formas de propagação da infecção incluem:
– Compartilhamento de agulhas não esterilizadas, particularmente agulhas injetáveis para drogas recreativas.
– Partilhamento de navalhas ou escovas de dentes.
– Durante a gestação.
– Sexo sem proteção, embora isso seja muito raro.
Em todo o mundo, a maioria das infecções por hepatite C ocorre em pessoas que injetam drogas, ou as injetaram no passado.
Estima-se que cerca de metade das pessoas que injetam drogas têm a infecção.
O Centro para Controle e Prevenção de Doenças sugere que os seguintes grupos de pessoas devem realizar o teste para essa hepatite (2):
– Adultos nascidos de 1945 a 1965
– Usuários de drogas injetáveis
– Portadores de HIV
– Pessoas que receberam concentrados de fator de coagulação, feitos antes de 1987
– Quem já esteve em hemodiálise de longo prazo
– Pessoas que receberam transfusão de sangue ou transplante de órgão antes de 1992
Abraçar, segurar as mãos, espirrar, tossir, compartilhar utensílios ou beijar não espalhará o vírus.
Ele se espalha quando existe o contato ou a exposição de uma pessoa saudável, com o sangue de uma pessoa infectada.
Assim, evite compartilhar lâminas de barbear, escovas de dentes ou cortadores de unha com outros; evitando correr o risco de infectar-se com a hepatite C e outras doenças.
Ela não é uma doença hereditária (3).

Hepatite C: Preste Atenção aos Sintomas. Imagem: (Divulgação)
A hepatite C muitas vezes não possui sintomas visíveis, até o fígado ter sido significativamente danificado. Isso significa que muitas pessoas têm a infecção sem perceber.
Quando os sintomas ocorrem, eles podem ser confundidos com outras doenças.
Os sintomas podem incluir:
– Sintomas gripais, como dores musculares
– Dores nas articulações
– Febre
– Cansaço constante
– Perda de apetite
– Perda de peso excessivo e sem motivo
– Inchaço na barriga
– Olhos e pele amarelados
– Urina de cor escura
– Confusão mental
– Dor abdominal
– Sensação de adoecimento
– Enjoos e náuseas
– Fadiga
– Sangramento
– Diarreia
O primeiro passo para o tratamento, é procurar o seu médico para avaliar a presença ou a gravidade da doença hepática.
O diagnóstico é feito através de exame de sangue.
Após a confirmação da doença, podem ser realizados testes de função hepática para determinar se existe algum dano ao fígado.
O tratamento dependerá da condição atual do fígado, e do genótipo da hepatite C que você possui.
Uma pessoa com hepatite C aguda pode ser tratada com medicamentos. Isso às vezes pode ajudar a prevenir o desenvolvimento de hepatite C crônica.
No entanto, a maioria das pessoas não sabem que adquiriram o vírus até que a doença seja crônica e exista os danos ao fígado.
O tratamento para hepatite C crônica envolve medicamentos antivirais, que são indicados pelo médico especialista.
Por isso não deixe de consultar o médico e seguir as indicações (4,5,6).
Existem também métodos naturais para aliviar os sintomas, confira a seguir 4 formas naturais para ajudar nos sintomas da doença:
O zinco possui muitos benefícios para a saúde; ele é necessário para manter as funções normais do fígado e desempenha um papel em múltiplos aspectos do sistema imunológico.
A suplementação de zinco ajuda a melhorar os sintomas da hepatite C, incluindo problemas digestivos, perda de peso e perda de cabelo.
Ele também é um poderoso antioxidante que aumenta a função imunológica, o que é importante para pessoas que combatem o vírus da hepatite C (6).
Inclua na alimentação os alimentos ricos em zinco.
A pesquisa mostra que os probióticos cuidam da saúde do fígado, através das bactérias benéficas que são alimentadas com os alimentos ricos em probióticos.
Eles também melhoram as defesas do sistema imunológico, que combate o crescimento excessivo de patógenos que levam à doença (7).
Pesquisas mostram que é comum pessoas com hepatite C crônica, sofrem com a deficiência de vitamina D.
Essa vitamina é armazenada no fígado e nos tecidos gordurosos.
A obtenção de vitamina D suficiente ajudará a melhorar a função imune, o humor e a concentração; ajuda a combater a diabetes, o que é comum entre as pessoas com hepatite C.
O uso de suplementos de vitamina D juntamente com medicamentos contra a hepatite C podem ter efeitos positivos; eles ajudam a aumentar níveis dessa vitamina no organismo.
Conheça os alimentos ricos em vitamina D e ajude o seu corpo (8).
Perda de apetite e perda de peso são sintomas comuns dessa hepatite.
Mas é importante que as pessoas com o vírus comam uma dieta saudável, e equilibrada para garantir que eles estejam obtendo vitaminas e minerais essenciais.
Se você está tendo problemas para comer ou está com problemas digestivos, mantenha pequenas e simples refeições, e água ao longo do dia.
Coma muitas frutas e vegetais frescos, gorduras saudáveis (como abacates e óleo de coco) e alimentos ricos em fibras que ajudarão a regular a digestão.
Além disso, o consumo de alimentos probióticos pode ser benéfico, assim como os alimentos que ajudam a limpar o fígado para que ele possa funcionar corretamente.
Entre esses alimentos estão: a batata doce, banana, raiz de gengibre, e até mesmo fígado de boi.
Consulte o médico sobre a falta de apetite.
Fique longe de carboidratos refinados e açúcares, bebidas açucaradas e alimentos processados que só prejudicam o fígado, e de bebidas alcoólicas e demais drogas.
Se essa doença não for tratada pode causar danos fatais para o fígado, ao longo dos anos. No entanto, com os tratamentos adequados, é possível curar a infecção, e ter uma expectativa de vida normal.
Comer alimentos adequados e naturais vai ajudar a diminuir os sintomas, e melhorar a sua qualidade de vida. Dê prioridade a alimentação de verdade.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
]]>Ela fica cremosa, saborosa e super nutritiva!
Essa é uma receita da minha querida esposa, a Dra. Carol Pimentel.
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Chocolate Quente Vegano e Low Carb: Leite de Amêndoas. Imagem: (Divulgação)
1/2 xícara de leite de amêndoas (ou de outro leite vegetal que preferir)
1 colher (de chá) de óleo de coco (preferível derreter antes de medir)
2 colheres (de sopa) de cacau em pó (100%)
1 a 2 colheres (de sopa) de Stevia ou xylitol
1 pitada de sal marinho
canela a gosto (opcional)
gengibre em pó (opcional)
pimenta (opcional)

Chocolate Quente Vegano: Cacau em Pó. Imagem: (Divulgação)
-Junto todos os ingredientes em uma panelinha e leve ao fogo até ferver,
-Desligue o fogo
-Sirva quente com canela e os outros ingredientes que podem ser opcionais.
O leite de amêndoas é uma boa opção de leite vegetal e saudável.
Alguns dos seus incríveis benefícios são:
Por ser baixo em calorias, esse leite não aumenta o nível de calorias e carboidratos do organismo. O que vai ajudar a não ter um aumento de peso devido ao seu consumo.
Outro benefícios é que ele é baixo em sódio e não possui colesterol. Ele também é rico em gorduras saudáveis.
Essas características ainda cuidam da saúde do coração e previne doenças como o aumento da pressão arterial.
Ele possuir cerca de 30% do cálcio necessário por dia, 25% de vitamina D. As suas propriedades podem ajudar a evitar o risco de osteoporose e artrite, cuidar dos dentes e dos ossos em geral.
Ele possui 50% de vitamina E recomendada por dia para um adulto, o que favorece a saúde da pele.
O leite de amêndoas conta também com a presença de poderosos antioxidantes que além de manter a beleza da pele ainda protege contra os danos causados pelos radicais livres.
O leite de amêndoas é livre de aditivos, possui muito pouco carboidratos o que é uma boa notícia para quem está na dieta de low carb e para quem é diabético.
Esse leite não aumenta os níveis de açúcar no sangue.
Ajuda a reduzir os riscos de diabetes.
O leite de amêndoas possui proteínas, vitaminas do tipo B como a riboflavina e o ferro. Essas vitaminas trabalham para manter a boa saúde muscular e a cicatrização.
Ele ajuda a manter uma boa digestão por ser rica em fibras.
Por ser livre de lactose pode ser bebido por pessoas intolerante e por aqueles que querem viver de forma mais saudável, sem precisar ingerir leite de vaca.
O leite de amêndoas é uma boa opção substituta.
O leite vegetal é mais benéfico para a saúde que o leite de vaca que a população está mais acostumada (1).
Como você pode perceber essa receita de chocolate quente vegano e low carb é uma escolha excelente para a sua saúde.
E se você que se preocupa com uma alimentação saudável e low carb; eu convido a adquirir o e-book da Carol Pimentel.
O livro digital contém mais de 70 receitas deliciosas e low carb; desenvolvido para quem deseja ter uma alimentação extremamente saudável focada em:
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A Carol desenvolveu um estilo de vida e alimentação extremamente saudáveis; com o foco em eliminar o sobrepeso, evitar problemas de saúde e reverter os danos causados pela má alimentação passada.
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Dr. Juliano Pimentel
]]>Neste artigo eu vou falar sobre a comida japonesa de verdade, sobre o que é servido no Brasil que não é saudável, e o que é mais adequado consumir.
Não deixe de ler e compartilhar!
A dieta dos japoneses é considerada a chave da longevidade, pois ela é pobre em sal e repleta de alimentos antioxidantes que protegem de doenças como obesidade, problemas cardíacos e câncer.
Ao contrário do que se pensa, os japoneses não comem só sushi e sashimi! A comida japonesa é constituída, principalmente por verduras e legumes refogados, frutas, grãos, carnes brancas (especialmente peixe e frango) e alimentos ricos em nutrientes e baixas calorias.
As algas também são consumidas, e são extremamente saudáveis!
Os japoneses tomam bastante chá verde, que é um poderoso antioxidante que combate os radicais livres que provocam o envelhecimento das células; além de combater agentes cancerígenos.
Por ser rico em flavonoides, o consumo de chá verde reduz o risco de derrames.
A cafeína presente no chá contribui para a memória e saúde mental em geral, desde que usada com cautela. O chá verde também aumenta a imunidade e ajuda a desintoxicar o fígado.
Outro ponto positivo que pode ser visto sobre a alimentação no Japão, é a baixa quantidade de sódio na comida, diferentemente do Brasil onde os pratos são exageradamente salgados.
O molho de soja (molho shoyu) não é tão consumido lá quanto é aqui; ele possui altíssimas quantidades de sódio. Além disso, enquanto na cultura ocidental o hábito de lanchar é bastante comum, no Japão os horários das refeições são mais fixos.
A “comida japonesa” servida aqui no Brasil é bem diferente; até porque são acrescentados ingredientes que não estão na culinária oriental; mas foram adicionados aos pratos aqui, para “abrasileirar” o alimento e deixá-lo mais apetitoso para o nosso “olho grande”.
Por isso, é muito comum aqui no Brasil, restaurantes japoneses que servem sushi, sashimi e temaki com cream-cheese, ou o chamado “hot-roll” que é empanado e frito… com muito glúten. Existe até sushi de chocolate.
Por isso, você pode ouvir que a comida japonesa é extremamente saudável, mas na verdade; esses vários ingredientes que são colocados nela aqui no Brasil fazem com que ela seja bastante engordante, especialmente se for em excesso.
Os japoneses praticam vários hábitos saudáveis que contribuem para sua aparência saudável, e para sua longevidade.
– Cultivam um jardim: muitos japoneses possuem um jardim em casa, o que os obriga a fazerem atividade física, e se alimentem de coisas naturais.
– Passam bastante tempo ao ar livre: com isso absorvem vitamina D.
– São ativos até a terceira idade: gostam bastante de passear ao ar livre, e fazer atividades físicas, e eles continuam ativos até o fim da vida.
– Fazem alongamento pela manhã: eles fazem exercícios simples e rápidos, que ajudam a manter a forma e a energia ao longo do dia.
– Postura correta: alguns japoneses possuem poucos móveis em casa, eles sentam em tatames, o que os obriga a manter a postura ereta, e o abdômen “tenso”, pois não possuem encosto – isso ajuda muito a evitar dores no corpo.
– Medicina preventiva: possuem o costume de fazer exames anualmente, para descobrirem doenças no seu estágio inicial e curá-las antes que seja tarde demais. Isso contribui bastante para a expectativa de vida, e deveria ser mais praticado no Brasil.
Eu falo sempre sério quando peço que consultem um profissional da saúde sobre os possíveis problemas que você possa ter!
Agora que você sabe um pouco mais da cultura japonesa, espero que considere começar alguns hábitos saudáveis como estes em sua vida.
Procure ter uma alimentação de verdade, assim como os japoneses e outras milhões de pessoas no mundo que cuidam da saúde.
E se o seu objetivo é melhorar a alimentação e viver melhor, prevenindo doenças e potencializando a saúde; eu tenho uma notícia incrível!
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Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
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]]>Existem 13 vitaminas principais que todas as pessoas precisam consumir para manter a saúde, prevenir doenças e manter a qualidade de vida equilibrada.
Acredita-se que cerca de 30% de todas as pessoas sejam deficientes em uma ou mais vitaminas e minerais; e para muitas mulheres o risco só aumenta com a idade.
Muitas pessoas dão preferência para os alimentos industrializados, e excluem aqueles que realmente podem ajudar do corpo de dentro para fora.
Nesse artigo vou trazer qual é a importância das vitaminas para a sua saúde.
Não deixe de ler e compartilhar!

Vitaminas e a Saúde. Imagem: (Divulgação)
Saiba agora a importância das vitaminas e como você pode obtê-las.
Confira:
Esses antioxidantes lipossolúveis combatem os danos dos radicais livres; que são a causa subjacente do envelhecimento e de muitas doenças que afetam o coração, os olhos, a pele e o cérebro.
A vitamina C não só melhora a imunidade contra resfriados, infecções e outras doenças, mas também é importante para proteger a visão e pele de danos causados pela luz UV e a poluição ambiental.
Certifique-se de consumir uma abundância de alimentos com vitamina C.
A vitamina A e E funcionam de maneiras semelhantes para proteger células saudáveis, e interromper as mutações celulares, além de possuírem outros benefícios.
Pesquisas realizadas pelo Instituto Nacional do Olho, mostram que uma dieta baixa nessas vitaminas, é um importante fator de risco para a degeneração macular relacionada à idade, e o aparecimento de catarata em mulheres em idade avançada.
Tanto a vitamina A como a E, também são conhecidas por ajudar a proteger a pele dos sinais de envelhecimento e câncer de pele.
Alguns dos benefícios da vitamina E incluem manter o bom funcionamento de muitos órgãos, equilíbrio hormona, atividades enzimáticas, processos neurológicos.
Ele ajuda a tratar e prevenir doenças do coração e dos vasos sanguíneos; tais como dores no peito, pressão arterial elevada e artérias bloqueadas ou endurecidas.
A vitamina E é encontrada em alimentos vegetais, amêndoas, semente de girassol, avelã, nozes, kiwi, ovo, tomate, entre outros.
A vitamina D pode ser obtida de certos alimentos como ovos; leite de amêndoas, cogumelo shiitake; óleo de fígado de bacalhau; laranja, fígado de galinha e bovino; mas obtemos a maioria esmagadora da vitamina D através da exposição ao sol.
Ela é importante para a saúde óssea, funções cerebrais, prevenção de distúrbios de humor incluindo a prevenção da depressão, equilíbrio hormonal, uma vez que atua de forma muito semelhante a um hormônio, entre outros benefícios (2).
A vitamina K é importante para a construção e manutenção de ossos fortes, coagulação sanguínea e prevenção de doenças cardíacas.
Ela ajuda a prevenir o risco de mortalidade cardiovascular.
Antibióticos por um longo período de tempo, problemas intestinais como IBS ou doença inflamatória intestinal, ou medicamentos para reduzir o mau colesterol; podem causar a deficiência dessa vitamina.
Existem dois tipos principais de vitamina K, que nós adquirimos através da alimentação. A vitamina K1 é encontrada em vegetais, enquanto a vitamina K2 é encontrada em alimentos como: carne de boi, aves, ovos, manteiga e fígado de frango (2).
A melhor maneira de prevenir a deficiência de vitamina K é comer abundância de vegetais diferentes, incluindo vegetais de folhas verdes, brócolis, repolho, peixe e ovos.
As vitaminas B, incluindo vitamina B12 e folato, são importantes para o metabolismo, evitando a fadiga e aumentando as funções cognitivas.
Eles ajudam com os processos celulares, o crescimento e o gasto de energia celular; essas vitaminas trabalham com outros nutrientes como o ferro na produção de glóbulos vermelhos, e ajudam a transformar as calorias que você come em combustível utilizável.
Ele pode ser encontrado em: samão, sardinha, truta, fígado de galinha, carne de boi, cavala, arenque, carne de cordeiro, kefir e derivados, entre outros.
Folato (que se chama ácido fólico quando é criado sinteticamente) é fundamental para uma gravidez saudável, desenvolvimento de fetos e prevenção de defeitos congênitos, uma vez que ajuda a construir o cérebro e a medula espinhal do bebê.
É por isso que a deficiência de folato é extremamente perigosa para as mulheres grávidas.
A vitamina B1, que também é referida como tiamina, é uma coenzima usada pelo organismo
para metabolizar alimentos para energia e para manter a função cardíaca e nervosa adequada.
A tiamina é usada para digerir e extrair energia dos alimentos que você come, transformando
os nutrientes em energia para o seu corpo.
Sem níveis elevados de tiamina, as moléculas encontradas em carboidratos e proteínas (na forma de aminoácidos de cadeia ramificada), não podem ser utilizadas corretamente pelo organismo para desempenhar várias funções importantes.
Você pode obter muitas vitaminas B a partir de produtos de origem animal, como ovos, peixe e carne.
Pessoas em idade avançada, com anemia, veganos e vegetarianos devem conversar com o médico para se certificar de opções alimentares para a vitaminas B, pois correm o maior risco de deficiência.
Alimentos especialmente elevados em folato incluem espinafre e folhas verdes, aspargos, frutas cítricas e melão, por exemplo.
E se o seu objetivo é melhorar a alimentação e com isso prevenir doenças, melhorar a qualidade de vida e ter mais saúde, eu tenho um convite!
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Dr. Juliano Pimentel
Existem várias receitas diferentes de ceviche. Esta é mais clássica, mas você pode incrementar com outros temperos e o seu toque pessoal.
Não deixe de experimentar e compartilhar.
Faça pequenos cubinhos do filé de peixe.
Fatie a cebola bem fina.
Coloque o peixe, a cebola e a pimenta em um recipiente, acrescente o sal e misture.
Acrescente o suco dos limões e leve para a geladeira por 1 hora.
Na hora de servir, acrescente o tomate cortado em cubinhos, o coentro (ou salsa) e um fio de azeite.
Sirva o ceviche imediatamente.
O atum é um alimento saudável com propriedades interessantes.
Ele é fonte de proteínas, omega 3, ferro, magnésio, potássio, fósforo, selênio, vitaminas B3, vitamina B6 e vitamina B12, além de ter, em cada 100g, 108 calorias, 0,95 g de gorduras, 23 g de proteínas e 0 g de carboidratos a cada 100 g. Vale ressaltar que essas propriedades são do atum sem óleo.
O Atum é um alimento extremamente nutritivo. É rico em proteínas de alta qualidade e uma excelente fonte de nutrientes importantes, como o complexo de Vitamina B e 0mega-3.
Além do omega-3, o atum contém boas quantidades de Vitamina B6 que, juntamente com o ácido fólico, reduz os níveis de homocisteína; prejudiciais para as paredes das artérias, um importante fator de risco para aterosclerose.
Comer atum também protege contra a degeneração macular (DMRI), uma condição na qual a visão fina se deteriora, resultando em perda de visão central. Essa é a principal causa de cegueira em pessoas com mais de 50 anos.
Há ainda outros benefícios em consumir atum que envolvem o cérebro.
O Omega-3 pode ajudar a diminuir o declínio cognitivo e prevenir a doença de Alzheimer.

Ceviche: A tilápia é rica em vitaminas. Imagem: (Divulgação)
A Tilápia é um peixe delicioso com vários benefícios para saúde, e também é baixa em calorias.
Ele ajuda a reduzir o peso, acelera o metabolismo, reduz o risco de várias doenças crônicas, equilibra os níveis de triglicérides, previne a artrite, reduz os sinais de envelhecimento, melhora a saúde do seu cabelo e fortalece seu sistema imunológico.
A Tilápia é importante também por sua riqueza de nutrientes, como vitaminas e minerais, incluindo quantidades significativas de proteínas, ômega-3 os ácidos gordos, Selênio, Fósforo, Potássio, vitamina B12, Niacina, Vitamina B6, e Ácido pantotênico.
Um dos aspectos mais importantes deste peixe é o seu teor de proteína, mais de 15% da nossa necessidade diária.
A proteína está diretamente ligada ao crescimento e desenvolvimento de órgãos, membranas, células e músculos.
Outro ingrediente importante do ceviche é o salmão.
O Salmão é uma boa fonte de proteína, gorduras saturadas e ainda fornece uma quantidade significativa de ômega-3, Vitamina A, Vitamina B6, Vitamina B12, Vitamina C e Vitamina D.
Ele é também uma boa fonte de minerais como Ferro, Potássio, sódio, Cálcio e Magnésio.
O Salmão pode ser considerado como um dos alimentos mais saudáveis para o coração. Justamente por ser rico em ácidos graxos ômega-3, que ajudam a reduzir significativamente o colesterol LDL (ruim) e podem até mesmo aumentar o nível de colesterol HDL (bom) no organismo.
Podemos citar outros benefícios:
É rico em proteínas, portanto ajuda no crescimento muscular e dos tecidos;
Rico em omega 3, vitamina A, selênio e outros nutrientes que ajudam a melhorar a qualidade da textura do cabelo;

Ceviche: O tomate é rico em licopeno. Imagem: (Divulgação)
O tomate é saboroso, fácil de encontrar e saudável!
Ele é associado a índices reduzidos de câncer de pâncreas, cervical e próstata. O tomate também protege o organismo de infecções bacterianas, assim como de perturbações digestivas e pulmonares.
A fruta age como antiinflamatório, sendo também muito benéfica para a atividade cerebral. Além disso, é ótima para combater as infecções e exerce efeito antisséptico no corpo, neutralizando resíduos ácidos.
Rico em vitaminas (A, complexo B e C) e sais minerais (ácido fólico, potássio e cálcio).
É a fonte mais rica em Licopeno, poderoso antioxidante que combate os radicais livres, retarda o envelhecimento e pode proteger contra o câncer.
O licopeno é um carotenoide que confere a cor vermelha ao tomate. Por isso, quanto mais intensa for a cor do fruto, mais rico em antioxidante ele será.
Por todos esses motivos, inclua o tomate a sua dieta.
Essa receita é mais um exemplo de como se alimentar de verdade pode ser prático e fácil.
E como você pode perceber essa receita de ceviche é muito saudável e nutritiva.
Com poucos ingredientes e sem perder muito tempo, você prepara uma refeição saudável e nutritiva, sem usar qualquer produto industrializado ou açucarado.
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]]>Favorece a absorção do cálcio, é importante para fortalecer os ossos e os dentes, além de evitar o raquitismo. A carência dessa vitamina no corpo é fator de risco para doenças cardiovasculares, diabetes, câncer, doenças autoimunes como esclerose múltipla e diminuição da expectativa de vida.
Neste artigo, vou mostrar quais são os alimentos ricos em vitamina D, e a sua importância para a saúde.
Não deixe de ler e compartilhar.

Alimentos Ricos Em Vitamina D: Ostras. Imagem: (Divulgação)
A principal fonte de produção dessa vitamina se dá por meio da exposição solar, pois os raios ultravioletas do tipo B (UVB) são capazes de ativar a síntese desta substância.
Alguns alimentos (como salmão, atum, sardinha e ovo) também são fontes da vitamina.
No entanto, é o sol o responsável por 80 a 90% de toda a vitamina D que o corpo recebe. Um adulto deve consumir, em média, cinco microgramas por dia dessa vitamina e garantir uma exposição à luz solar de 20 minutos diários.
Por isso é importante consumir alimentos ricos em vitamina D.
Podemos encontrar nos alimentos dois tipos de vitaminas D: a vitamina D3 e D2. A primeira é a forma mais poderosa e efetiva da vitamina, sendo até duas vezes mais poderosa do que a D2.
Confira os principais alimentos ricos em vitamina D, especialmente de origem animal (3, 4):
– Óleo de fígado de bacalhau e Arenque fresco: uma das fontes mais generosas de vitamina D;
– Ostras: também são ricas em proteínas, baixas em calorias e possuem outros tantos nutrientes que proporcionam saúde para o organismo;
– Salmão: Seja cru, assado ou frito, além do sabor, é fonte de ômega 3 e outros nutrientes importantes para o corpo humano;
O consumo de peixes gordos aumentam a quantidade dessa vitamina no organismo de forma considerável (6).
– Atum: contribui para o fortalecimento do sistema imunológico, evitando doenças graves, como o câncer;
– Sardinha: também é rica em omega 3, e recomendada no combate aos diversos tipos de doenças, incluindo problemas cardiovasculares;
– Ovos: principalmente a gema, pois se trata de uma fonte bastante importante de vitamina D, sendo indispensável no cardápio; o ovo é um dos alimentos ricos em vitamina D mais versáteis e nutritivos.
– Fígado de galinha e fígado bovino
– Laranja: também possui grandes quantidades de vitamina C e cálcio.
-Cogumelos shiitake: o processo de secagem dos cogumelos ajudam a liberar uma boa quantidade de vitamina D.

Alimentos Ricos Em Vitamina D: A exposição ao sol é essencial. Imagem: (Divulgação)
A vitamina D ajuda a emagrecer, contribui para o crescimento do corpo, fortalece os dentes e ossos, ajuda a prevenir a hipertrofia, diminui a acne e melhora a fertilidade. Mas, seus benefícios não param por aí.
Consumir alimentos ricos em Vitamina D é extremamente benéfico para a saúde, que incluem (1):
Essa vitamina pode ser utilizada para melhorar o condicionamento físico.
Isso é possível porque aumenta a energia e reduz os níveis de estresse oxidativo nos músculos após o exercício. Também melhora a força muscular tanto dos membros inferiores quanto superiores ao eliminar a fadiga e promover a circulação sanguínea;
Doses diárias de vitamina D fortalece os ossos e reduzem o risco de osteoporose e fraturas na terceira idade. Além disso, também fortalece os dentes.
Isso é possível, pois ela aumenta a absorção de cálcio e fósforo no intestino e facilita a entrada desses minerais nos ossos, que são essenciais para a sua formação;
Ajuda a prevenir a diabetes. Ela atua na manutenção da saúde do pâncreas, que é o responsável pela produção de insulina;
Baixos níveis dessa vitamina no sangue provocam o aumento da fome e a diminuição do metabolismo, fazendo com que o organismo gaste menos energia e acumule mais gordura. Portanto, o consumo de vitamina D ajuda a prevenir a obesidade;
Ela ajuda a melhorar o sistema imunológico e reduzir a inflamação no organismo, porque diminui a produção de substâncias inflamatórias e ajuda no combate a doenças autoimunes, como psoríase, artrite reumatoide e lúpus;
A vitamina D reduz os sintomas de depressão, visto que estimula a energia do corpo e reduz os níveis de estresse;
Um dos motivos para você consumir os alimentos ricos em vitamina D, é por ela controlar a morte de células, diminuindo a formação de células deficientes que provocam o câncer, principalmente de mama, próstata, colorretal e renal;
Promove a produção de um hormônio que regula a pressão arterial; a vitamina D também participa no controle da contração do músculo cardíaco e permite o relaxamento dos vasos sanguíneos.
Além disso, também reduz o risco de mortalidade e aumenta a perspectiva de vida.
É importante salientar que a falta de vitamina D no organismo não produz nenhum benefício, gera deficiências no organismo e aumenta as chance de várias doenças, como: gripe, doenças respiratórias, fraqueza muscular, Psoríase, doença renal crônica, diabetes, asma, doença periodontal, doenças cardiovasculares, esquizofrenia, depressão, e câncer (2).
É importante marcar uma consulta com o seu médico para prevenção. A melhor maneira de descobrir a deficiência de vitamina D é realizar um teste de sangue, que irá medir o nível de vitamina.
Por isso, inclua alimentos nutritivos em sua alimentação, tome sol de maneira saudável e use protetor solar.
E pensando em ajudar pessoas como você, que desejam melhorar a saúde com a alimentação correta, eu desenvolvi um e-book para ajudar você a fazer essa transformação; com todas as informações que você precisa e um guia passo a passo para implementar.
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Dr. Juliano Pimentel.
Saiba mais neste artigo.
Não deixe de ler e compartilhar!!
A principal fonte de produção da vitamina D se dá por meio da exposição solar, pois os raios ultravioletas do tipo B (UVB) são capazes de ativar a síntese desta substância (1,2).
Ou seja, a vitamina D e o sol são essenciais para a saúde.
Alguns alimentos (como salmão, atum, sardinha e ovo) também são fontes da vitamina, mas é o sol o responsável por 80 a 90% de toda a vitamina D que o corpo recebe.
O ideal é se expor ao sol entre 15 e 20 minutos todos os dias, sem proteção solar e com braços e pernas expostos, para sintetizar uma quantidade suficiente de vitamina D.
Infelizmente, o uso do protetor solar prejudica a absorção da substância por meio da exposição ao sol.
Para se ter uma ideia, o protetor fator 8 inibe a retenção de vitamina D em 95% e um fator maior do que isso praticamente zera a sua produção.
Mas nem por isso devemos esquecer o risco do câncer de pele.
É importante se expor ao sol somente durante o tempo recomendado e após isso aplicar o filtro solar (2,3,4).
Você pode passar o protetor no rosto e deixar as pernas e braços sem, desta maneira as quantidades de vitamina D ainda estão garantidas.
É importante ressaltar que a vitamina D também pode ser produzida em laboratório na forma de suplemento, para ser utilizada por pessoas que apresentam deficiência da substância.
Este tipo de tratamento deve ser realizado somente por médicos, pois o consumo em excesso da vitamina por conta própria pode causar sérios problemas para a saúde.

Sol: Qual a é Importância dele. Imagem: (Divulgação)
São várias as razões! A vitamina D é necessária para a manutenção do tecido ósseo, influencia consideravelmente no sistema imunológico, sendo interessante para o tratamento de doenças autoimunes.
Como a artrite reumatoide e a esclerose múltipla, e no processo de diferenciação celular, a falta deste nutriente favorece 17 tipos de câncer.
Ela também age na secreção hormonal e em diversas doenças crônicas não transmissíveis, entre elas a síndrome metabólica que tem como um dos componentes o diabetes tipo 2.
E se você está grávida, o consumo da vitamina D é ainda mais essencial, pois a falta dela pode levar a abortos no primeiro trimestre de gestação.
Já no final da gravidez, a carência do nutriente favorece a pré-eclâmpsia e aumenta as chances de que a criança seja autista.
Lembrando que um exame simples de sangue detecta os níveis de vitamina D e deve ser solicitado por um médico experiente, sobretudo na presença de sinais e sintomas de carência desse nutriente.
As queixas mais comuns são de dores ósseas (latejamento/desconforto) na coluna lombar, quadril e pernas e dor e fraqueza na musculatura dos braços. Existe também um risco aumentado de quedas e osteoporose.
E muitos pacientes se queixam de fraqueza e desânimo. Atente-se aos sinais.
Como você pode perceber, a exposição ao sol no período certo é importante para a saúde.
Cuide-se e preste atenção aos seus hábitos e alimentação.
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Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
]]>Faça escolhas alimentares saudáveis e transforme a sua alimentação.
Você pode servir a omelete com salmão no café da manhã, no almoço ou no jantar, acompanhada de legumes e salada.
Não deixe de experimentar e compartilhar.

Omelete com salmão é ótimo para variar suas receitas. Imagem: (Divulgação)
Pré-aqueça o forno.
Derreta o ghee em uma panela salteada em fogo médio-alto. Adicione a cebola e os pimentões e cozinhe, mexendo ocasionalmente, por cerca de 3 minutos. Adicione os cogumelos e cozinhe até amolecer e dourar levemente. Então, tire a panela do fogo.
Coloque o molho com o ghee sobre o fundo de uma bandeja untada e espalhe pedaços de salmão.
Bata os ovos em uma tigela média com o manjericão, sal, pimenta e a noz moscada.
Despeje a mistura de ovos sobre a mistura com as cebolas e pimentões.
Asse por 35-40 minutos
Polvilhe queijo de cabra e sirva.

Omelete com Salmão: O ovo é um super alimento. Imagem: (Divulgação)
Quem me segue nas redes sociais, já sabe muito bem que o ovo possui vários benefícios para a saúde.
Tem gente que ainda acredita que comer ovo aumenta o colesterol, ocasionando inclusive doenças cardíacas. Porém, não há qualquer relação entre aumento de colesterol e doenças cardíacas. Assim como não há nenhuma relação entre o consumo do ovo e o aumento de colesterol no sangue.
Isto é mito! O ovo não aumenta o colesterol em pessoas saudáveis.
Vários estudos nos mostram que, na verdade, os ovos são alimentos funcionais e fundamentais para a saúde, ajudando a prevenir diversas doenças.
Destaco ainda que a gordura presente nos ovos não engorda e faz bem à sua saúde.
Eles são alimentos completos ricos em vitaminas K, E, D, A, folato, vitamina B12, entre outros nutrientes.
Os ovos também apresentam alto teor de proteína. E o mais importante, proteína de alto valor biológico que contém todos aminoácidos que seu corpo precisa e causam a sensação de saciedade ajudando até mesmo no emagrecimento.
Pode comer sem medo.

Omelete com salmão: é uma boa fonte de proteínas. Imagem: (Divulgação)
O Salmão é uma boa fonte de proteína, gorduras saturadas e ainda fornece uma quantidade significativa de ômega-3, Vitamina A, Vitamina B6, Vitamina B12, Vitamina C e Vitamina D.
Ele é também uma boa fonte de minerais como Ferro, Potássio, sódio, Cálcio e Magnésio.
O Salmão pode ser considerado como um dos alimentos mais saudáveis para o coração. Justamente por ser rico em ácidos graxos ômega-3, que ajudam a reduzir significativamente o colesterol LDL (ruim) e podem até mesmo aumentar o nível de colesterol HDL (bom) no organismo.
Podemos citar outros benefícios:
Como você pode perceber essa receita de omelete com salmão é nutritiva e vale a pena incluir na sua alimentação.
No site você encontra artigos sobre os benefícios dos ovos e também receitas para incluí-los em sua alimentação, como essa. Espero que eles possam te ajudar a mudar a sua alimentação e também a sua vida para melhorar.
No começo pode não ser fácil, mas vai valer a pena. E você não está sozinho, aqui nós somos uma corrente do bem, repleta de apoio e informações importantes.
E se o seu objetivo é aprender e melhorar mais a alimentação saudável e eficaz para prevenir doenças, nutrir o corpo e ajudar na queima de gordura, eu tenho um convite para você!
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Além dessas receitas, outro passo que você pode inserir a sua dieta são os chás para perder peso. Preenchendo o formulário abaixo, você irá receber um Guia GRATUITO com os 10 melhores chás para você começar a fazer já.
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]]>Você também pode comer o strogonoff de camarão como recheio de tapioca, ou com outros alimentos, e use a criatividade.
Confira essa receita.
Não deixe de experimentar e compartilhar!

Strogonoff de camarão: Óleo de oliva. Imagem: (Divulgação)
Limpe os camarões, tirando a cabeça e a tripa, caso ainda tenham.
Você pode temperá-los com limão, se quiser.
Numa panela grande, acrescente a manteiga ghee e deixe esquentar.
Logo em seguida despeje a cebola picada juntamente com o alho e mexa até a cebola ficar douradinha.
Acrescente os camarões, o sal e a pimenta do reino e mexa bem para não grudar no fundo da panela.
Assim que secar a água do camarão, acrescente o molho de tomate e a mostarda moída, misture e deixe ferver.
Depois que ferver, acrescente o leite de coco e mexa.
Sirva com arroz de couve-flor ou chips de legumes!
O camarão é um fruto do mar delicioso, com sabor único, que apresenta vários benefícios à saúde e ao mesmo tempo conquista os paladares.
A receita de strogonoff de camarão é uma dica de alimentação saudável, saborosa e muito nutritiva. Aproveite para incluir na alimentação.
E como eu sempre alerto, os alimentos industrializados precisam ser evitados, para evitar a obesidade e outros problemas de saúde. Mas se o seu objetivo é transformar a sua saúde e alimentação, eu tenho um convite para você!
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Dr. Juliano Pimentel
]]>Uma revisão de 2012 publicada no Jornal de Saúde Ambiental descobriu que equilibrar o pH do seu corpo através de uma dieta alcalina pode ser útil na redução da mortalidade, evitar numerosas doenças crônicas e outras doenças, como hipertensão, diabetes, artrite e a deficiência de vitamina D (1).
Neste artigo, eu irei abordar melhor os benefícios da dieta alcalina.
Não deixe de ler e compartilhar.
Mas como funcionam as dietas alcalinas?
Consiste em alimentos altamente alcalinos, como legumes frescos, frutas e fontes vegetais não-processadas de proteína; que resultam em um nível de pH mais alcalino da urina; e isso ajuda a proteger as células saudáveis e equilibrar os níveis de minerais essenciais do organismo (2).
As dietas alcalinas podem ajudar a prevenir a formação de placas nos vasos sanguíneos, impedir que o cálcio se acumule na urina, prevenir pedras nos rins, construir ossos mais fortes, reduzir a perda muscular, espasmos e muito mais.
Uma dieta alcalina é aquela que ajuda a equilibrar o nível de pH dos fluidos em seu corpo, incluindo sangue e urina.
Seu pH é parcialmente determinado pela densidade mineral dos alimentos que você come.
Quase todos os especialistas concordam que a vida humana requer um nível de pH muito bem controlado do sangue de cerca de 7,365-7,4 (3).
O pH pode variar entre 7,35 e 7,45, dependendo da hora do dia, da sua dieta, do que você comeu pela última vez e quando foi a última vez que você foi ao banheiro (4).
Se você desenvolver desequilíbrios de eletrólitos e frequentemente consumir muitos alimentos ácidos, o seu corpo muda o nível de pH que pode resultar em aumento da acidez.
Por isso, a importância de comer uma dieta alcalina, para voltar a equilibrar o pH.
pH significa potencial de hidrogênio.
Trata-se de uma medida da acidez ou alcalinidade dos fluidos e tecidos do nosso corpo, feita em uma escala de 0 a 14. Quanto mais ácida é uma solução, menor seu pH. Quanto mais alcalino for o pH, maior o número é.
Um pH 7 é considerado neutro, mas uma vez que o corpo humano ideal tende a ser em torno de 7,4, consideramos o pH mais saudável para nós como sendo ligeiramente alcalino, e os níveis de pH variam em todo o corpo, com o estômago sendo a região mais ácida.
Mesmo pequenas alterações no nível de pH de vários organismos podem causar grandes problemas. Por exemplo, devido a preocupações ambientais, como o aumento da deposição de CO2, o pH do oceano caiu de 8,2 para 8,1 e várias formas de vida marítima foram afetadas.
O nível de pH também é crucial para o crescimento de plantas, e, portanto, afeta muito o conteúdo mineral dos alimentos que comemos.
Os minerais no oceano, no solo e no corpo humano são usados como tampões para manter níveis de pH ótimos. Por isso, quando a acidez aumenta, os minerais são reduzidos.
Normalmente os rins mantêm equilibrados os nossos níveis de eletrólitos (os de cálcio, magnésio, potássio e sódio). Quando estamos expostos a substâncias excessivamente ácidas, estes eletrólitos são usados para combater a acidez.
De acordo com o Journal of Environmental Health, a proporção de potássio para sódio na maioria das dietas das pessoas mudou drasticamente. Pessoas que comem uma dieta padrão agora consomem três vezes mais sódio do que potássio, em média.
Muitas crianças e adultos hoje possuem uma dieta alta em sódio que é muito baixa em magnésio, potássio, antioxidantes, fibras e vitaminas essenciais. Além disso, a dieta típica ocidental é alta em gorduras processadas, açúcares, sódio e cloreto.
Todas essas mudanças na dieta humana causaram o aumento da “acidose metabólica“. Em outras palavras, os níveis de pH dos corpos de muitas pessoas não são mais tão equilibrados.
Além disso, muitos estão sofrendo de baixa ingestão de nutrientes e problemas como a deficiência de potássio e magnésio.
Isto acelera o processo do envelhecimento, causa a perda gradual de funções do órgão, e degenera a massa do tecido e do osso. Isso porque, graus elevados de acidez força nossos corpos a “roubar” minerais dos ossos, células, órgãos e tecidos para utilizá-los.
A dieta alcalina é justamente cortar o consumo de sódio, açúcar e produtos industrializados, para focar a alimentação em alimentos alcalinos que irão melhorar o pH do seu organismo.
Entre os benefícios da dieta alcalina, é importante destacar:
Sua ingestão de minerais desempenha um papel importante no desenvolvimento e manutenção de estruturas ósseas (5). Quanto mais alimentos alcalinos você come, melhor será a sua proteção contra a sarcopenia, ou seja, contra a perda de massa e força na musculatura esquelética.
Uma dieta alcalina pode ajudar a equilibrar os minerais no seu corpo, que são importantes para a construção de ossos e para a manutenção de massa muscular magra, incluindo cálcio, magnésio e fosfato.
Dietas alcalinas também ajudam a melhorar a produção de hormônios de crescimento e absorção de vitamina D.
A dieta alcalina diminui a inflamação e provoca um aumento na produção de hormônio do crescimento. Isso melhora a saúde cardiovascular e oferece proteção contra problemas comuns como mau colesterol, hipertensão, cálculos renais, acidente vascular cerebral e até mesmo perda de memória.
Estudos têm encontrado uma conexão entre a dieta alcalina e níveis reduzidos de dor crônica.
Esta alimentação contribui para tratar a dor crônica nas costas, dores de cabeça, espasmos musculares, sintomas menstruais, inflamação e dor nas articulações (6)
O magnésio é necessário para a função de centenas de sistemas enzimáticos e processos corporais. Ele também é necessário para ativar a vitamina D, que é importante para o funcionamento global do sistema imunológico e endócrino.
Quando as células não possuem minerais suficientes para eliminar adequadamente os resíduos ou oxigenar o corpo completamente, o corpo inteiro sofre.
A absorção de vitamina é comprometida pela perda mineral, enquanto toxinas e patógenos se acumulam no corpo, enfraquecendo o sistema imunológico (7).
Limitar o consumo de alimentos formadores de ácido e comer alimentos mais alcalinos, pode proteger seu corpo contra a obesidade, diminuindo os níveis de leptina e inflamação, o que afeta sua fome e habilidades de queima de gordura.
Os alimentos alcalinos são antiinflamatórios, colaboram para que o seu corpo atinja níveis normais de leptina e promovem a saciedade.
>> Frutas e vegetais: Isso inclui espinafre, tomate, abacate, rabanete, pepino, couve, brócolis, orégano, alho, gengibre, repolho, aipo, melancia, figos e bananas maduras.
>> Alimentos crus: Busque consumir uma boa parte das frutas, verduras e legumes crus. Frutas e vegetais não cozidos são ditos biogênicos ou “vivificantes”. Os alimentos cozidos podem perder os minerais alcalinizantes.
>> Proteínas vegetais: Amêndoas.
>> Sucos Verdes: Bebidas feitas de vegetais verdes são carregadas com alimentos alcalinos e clorofila. A clorofila é estruturalmente semelhante ao nosso sangue e ajuda a alcalinizá-lo.
Os alimentos que mais contribuem para a acidez do seu organismo incluem:
>> Alimentos ricos em sódio: Os alimentos processados contém muito cloreto de sódio, que constringe os vasos sanguíneos e cria acidez;
>> Frios e carnes processadas;
>> Cereais processados (tais como flocos de milho);
>> Lentilhas;
>> Ovos;
>> Bebidas com cafeína e álcool;
>> Aveia e produtos de trigo integral: Todos os grão criam acidez no corpo;
>> Leite: Eles criam acidez no corpo.
>> Amendoim e nozes;
>> Produtos à base de massas, arroz, pão e grãos embalados.
Alguns hábitos também são responsáveis por aumentar a acidez no seu corpo:
>> Uso de álcool e drogas;
>> Alta ingestão de cafeína;
>> Mau uso de antibióticos;
>> Adoçantes artificiais;
>> Estresse crônico: (veja os 10 piore efeitos do estresse no seu corpo);
>> Baixos níveis de fibra na dieta;
>> Sedentarismo;
>> Excesso de hormônios nos alimentos e produtos de saúde e beleza;
>> Exposição a produtos químicos: como produtos de limpeza domésticos, materiais de construção, computadores e microondas;
>> Alimentos com colorantes e conservantes;
>> Excesso de exercício;
>> Poluição;
>> Má mastigação e hábitos alimentares;
>> Alimentos processados e refinados;
>> Respiração superficial.
Certos alimentos presentes na “lista ácida” podem surpreendê-lo, como ovos e nozes.
Eles podem ser ácidos em seu corpo, mas não deixe de comê-los. Eles contêm uma série de outros benefícios para a saúde, como antioxidantes e ácidos graxos ômega-3, que os torna muito valiosos para a sua saúde.
No que diz respeito ao seu pH, é possível torna-lo alcalino, e ainda assim consumir alimentos ácidos.
Você não precisa comer apenas alimentos alcalinos, só se certifique de incluí-los em boas quantidades na sua dieta, e de balanceá-los com alimentos ácidos saudáveis, como o ovo.
Coma uma variedade de alimentos de verdade e evite alimentos industrializados e açucarados, cuide do estresse e reduza o consumo de álcool.
Assim você estará no caminho para alcançar ótimos níveis de pH.
A dieta alcalina pode melhorar a saúde do coração e dos ossos, diminuir dores e combater a deficiência de nutrientes.
Estimula um alto consumo de frutas, legumes e alimentos vegetais saudáveis, ao mesmo tempo em que restringe os alimentos processados.
No entanto, as alegações sobre o funcionamento da dieta não são apoiadas por evidências evolutivas, pela fisiologia humana ou por qualquer estudo confiável feito em seres humanos.
Os ácidos são realmente alguns dos mais importantes blocos de construção da vida, incluindo aminoácidos, ácidos graxos e seu DNA (ácido desoxirribonucleico).
Assim, a dieta alcalina é saudável porque é baseada em alimentos de verdade, não processados. Da mesma forma você pode continuar comendo alimentos ácidos de verdade, não processados.
Concentre-se em tirar da sua alimentação os alimentos que são realmente prejudiciais à sua saúde, como o açúcar. Para saber mais sobre como o açúcar está te adoecendo, basta preencher o formulário abaixo.
E mesmo que você consuma de vez em quando alguns alimentos naturais, isso não é bastante para garantir a boa saúde e prevenir doenças. Se você costuma comer alimentos industrializados e processados, está à um passo ver a sua saúde minguar aos poucos.
Esse é o momento de transformar a sua saúde de forma efetiva!
Por isso eu trago a revolução da saúde, um projeto que pretende mudar a cara da alimentação e da saúde de todos! Você, os seus filhos e toda a família merecem uma transformação na saúde que realmente seja eficaz, cuidando do corpo de dentro para fora!
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
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]]>Você ainda pode comer esse delicioso molho acompanhado de carnes ou saladas.
A couve-flor é a estrela da nossa receita, principalmente por seus benefícios para a saúde. Rica em vitamina C, com baixo teor de sódio, açúcar e gordura.
Esse molho é perfeito para quem iniciou a dieta sem glúten na sua alimentação (1).
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Orégano
1 cabeça pequena de couve-flor pequena (cerca de 3 copos amassados)
2 colheres (de sopa) de azeite
2 dentes de alho amassados e picados
2 colheres de chá de pinhão
2 1/4 xícara de leite de amêndoas
2 colheres (de chá) de pimenta, orégano e manjericão
suco de meio limão

Modo de Preparo do Molho de Couve-flor Vegana
Em uma panela de tamanho médio, cozinhe o azeite, o alho e os pinhões a fogo médio de 3-4 minutos, ou até dourar o alho;
Adicione o leite de amêndoas e deixe ferver;
Reduza o fogo e adicione a couve-flor e as especiarias;
Cozinhe até que a couve-flor esteja macia (cerca de 8 minutos);
Bata os ingredientes no liquidificador de alta potência;
Adicione o suco de limão, e misture até ficar homogêneo;
Coloque a pasta em seu macarrão sem glúten ou carne, e sirva com manjericão fresco.
Bom Apetite!
Tempo de Preparo: 15 minutos
Rende: 4 porções

Ingrediente do Molho: Pinhão
O pinhão é rico em benefícios para a saúde,
Alguns Benefícios
Sempre inclua alimentos saudáveis na sua alimentação, favorecem a saúde, disposição e bem-estar.
A reeducação alimentar é um passo importante para a qualidade de vida.
Os pinhões possuem alto teor de antioxidantes e minerais
Abraços e fique com Deus!!
Dr. Juliano Pimentel
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