Com a crescente epidemia de obesidade, resistência à insulina, diabetes tipo 2, e as doenças do coração continuam sendo uma das principais causas de morte, afetando milhões de pessoas. (1).
Neste artigo, você vai entender o que são os triglicerídeos, como fazer para diminuir os seus níveis e como eles afetam saúde do coração.
Os triglicerídeos são um tipo de lipídio ou gordura, presentes no seu sangue.
Qualquer excesso de caloria gerada dos alimentos que você consome, são convertidos em triglicerídeos e armazenados em suas células.
Em seguida, seus hormônios liberam os triglicéridos para produzir energia.
Este ciclo só se torna problemático quando você come mais calorias do que queima, o que leva a triglicérides elevados, também chamado de hipertrigliceridemia.
O Programa Nacional de Educação sobre o Colesterol, classifica os níveis de triglicéridos da seguinte maneira (2):
Triglicerídeos e colesterol são diferentes tipos de lipídios que circulam no sangue.
Enquanto os triglicérides armazenam calorias que não são usadas e fornecem energia ao corpo, o colesterol é usado para construir células e produzir certos hormônios.
A lipoproteína de alta densidade, ou bom colesterol (HDL) ajuda a remover a gordura do corpo, através da ligação com ela na corrente sanguínea e transportá-la de volta ao fígado para eliminação.
Lipoproteína de baixa densidade, ou mau colesterol (LDL) carrega principalmente gorduras, e apenas uma pequena quantidade de proteína do fígado para outras partes do corpo.
Altos índices de colesterol LDL são importantes indícios para uma possíveis doenças do coração, mas evidências sugerem que um nível elevado de triglicérides também é um fator de risco.
A maioria dos especialistas consideram os triglicerídeos um terceiro fator de risco importante para acúmulo de placa nas artérias, juntamente com níveis de bom colesterol HDL, e mau colesterol LDL.
Em estudos em que os níveis de colesterol LDL foram significativamente reduzidos, muitos pacientes ainda tinham níveis elevados de triglicerídeos, colocando-os em risco contínuo de desenvolver doença cardiovascular.
Isso prova que, além do papel crítico que o colesterol LDL desempenha no acúmulo de placa dentro das artérias, que é chamado de aterosclerose, triglicérides elevados também desempenham um papel significativo (3).
Os triglicérides elevados podem ser causados pelas seguintes condições:
Uma pesquisa publicada no Canadian Journal of Cardiology, analisou dados sobre as associações de triglicérides, HDL e LDL com fatores de risco de doença arterial coronariana.
Os pesquisadores descobriram que entre homens e mulheres com níveis baixos de colesterol HDL e altos níveis de triglicerídeos, tabagismo, diabetes, sedentarismo, hipertensão e obesidade; foram mais prevalecentes que os indivíduos com baixo risco de colesterol HDL e baixos níveis de triglicerídeos (4).
A hipertrigliceridemia é frequentemente observada em doentes com diabetes tipo 2; a insulina desempenha um papel importante na regulação da homeostase lipídica.
Quando o corpo é resistente à insulina, os órgãos que são sensíveis à regulação da insulina – como o tecido adiposo, fígado e músculo esquelético – são incapazes de funcionar adequadamente.
Pesquisas apontam que os níveis de triglicerídeos predizem doenças cardiovasculares, uma das principais causas de morbidade e mortalidade na sociedade ocidental (5).
Pessoas com triglicérides elevados correm o risco de doença cardiovascular, mesmo que os níveis de colesterol LDL estejam bons (6,7).
Hipertrigliceridemia desempenha um papel cada vez mais importante na atual epidemia de obesidade.
Pesquisas recentes publicadas no American Journal of Clinical Nutrition, apontam que altos níveis de colesterol e triglicerídeos também podem manter a vitamina E, um micronutriente essencial, presa na corrente sanguínea, impedindo que ela atinja os tecidos que precisam desse nutriente.
A vitamina E é importante para o cérebro, fígado, olhos, pele e paredes da artéria (9).
Existem maneiras naturais para reduzir os níveis de colesterol, e triglicerídeos naturalmente com dieta e mudanças de estilo de vida.
Antes de mais nada, procure orientação médica (10, 11).
Algumas mudanças simples na alimentação também podem ajudar a tratar o problema:
Reduzir as calorias e perder peso pode ter um grande impacto sobre os níveis de triglicéridos.
Em um estudo realizado na Escola de Medicina e Farmacologia na Austrália, apontou que a perda de peso ajuda a diminuir a insulina, triglicérides, colesterol total e níveis de colesterol LDL (12).
Evite o consumo de calorias vazias ao longo do dia. Isso significa reduzir as bebidas adoçadas, carboidratos refinados e produtos industrializados.
Um estudo publicado no American Journal of Physiology, descobriu que quando a frutose foi administrada a ratos, houve um aumento de 20% na produção de triglicéridos.
Os resultados sugerem que a frutose dietética não só aumenta a produção de triglicérides, mas também prejudica a remoção dos mesmos. Frutose é um açúcar simples encontrado em frutas, legumes e mel.
Concentre a sua dieta em proteínas, carboidratos complexos e gorduras saudáveis (13).
Além disso, evite xarope de milho de alta frutose e outros açúcares. Substitua por alimentos saudáveis como stevia, por exemplo.
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Alimentos ricos em ácidos graxos omega-3 reduzem os níveis de triglicérides. Coma alimentos como salmão, sardinha, carne e ovos (14).
De acordo com a pesquisa publicada no Current Opinion, a ingestão elevada de álcool pode ser prejudicial e pode aumentar os triglicerídeos, juntamente com doenças cardiovasculares, doença hepática alcoólica e desenvolvimento de pancreatite (16).
Um estudo avaliou 11 mulheres saudáveis que praticaram caminhada.
Os resultados mostraram que a concentração de triglicéridos era aproximadamente 30% menor após o exercício comparado com o grupo controle (17).
A melhor maneira de prevenir ou reduzir os níveis elevados de triglicéridos, é mudando a sua dieta e estilo de vida.
Comer gorduras saudáveis e reduzir a sua ingestão de açúcar, são as melhores maneiras de reduzir naturalmente os níveis de triglicéridos.
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Dr. Juliano Pimentel.
]]>Triglicerídeos e colesterol são sempre vistos juntos porque são tipos de lipídios que circulam no sangue:
Os triglicerídeos são um tipo de gordura (lipídio) encontrado no sangue.
Quando você come, seu corpo converte todas as calorias que não precisa usar imediatamente em triglicerídeos.
Os triglicerídeos são armazenados em suas células de gordura. Mais tarde, os hormônios liberam triglicerídeos para energia entre as refeições.
Se você come regularmente mais calorias do que queima, principalmente de alimentos ricos em carboidratos, pode ter triglicerídeos altos (hipertrigliceridemia).

Triglicérides alto.
Triglicerídeos elevados podem contribuir para o endurecimento das artérias ou espessamento das paredes das artérias (arteriosclerose). O que aumenta o risco de acidente vascular cerebral, ataque cardíaco e doença cardíaca.
Triglicérides alto também podem causar inflamação aguda do pâncreas (pancreatite).
Triglicerídeos elevados são muitas vezes um sinal de outras condições que aumentam o risco de doenças cardíacas e derrame, incluindo obesidade e síndrome metabólica – um conjunto de condições que inclui muita gordura ao redor da cintura, pressão alta, triglicerídeos altos, açúcar elevado no sangue e anormalidades níveis de colesterol.
Às vezes, Triglicérides alto são um efeito colateral de tomar certos medicamentos, como:
Diferente do colesterol, triglicérides alto sempre é negativo.
E você pode fazer alguns ajustes em seus costumes para manter os níveis de triglicerídeos adequados.
Sempre que falo sobre perder peso, recebo comentários do tipo: “Dr. eu já fiz de tudo para emagrecer e não consigo”.
Se você é uma dessas pessoas eu preciso te dizer que você não fez de tudo.
Estar acima do peso não é natural, é normal, mas não é natural nem saudável. Então, você pode e deve fazer todo o necessário para perder os quilos que te deixam inflamada, atrapalham o funcionamento dos seus órgãos e baixam sua energia.
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]]>Neste artigo você vai compreender qual a relação entre colesterol e triglicerídeos e quando um deles alto é motivo de preocupação.
Antes de seguir com o conteúdo, quero te convidar para participar do meu grupo no Telegram. Lá você recebe pílulas diárias de saúde e fica por dentro das lives que eu faço diariamente.
Os triglicerídeos são o tipo de gordura mais comum que existe no corpo. Se formam a partir das colorias extras. Ou seja, aquele pão, bolo que você come, mas seu corpo não precisa e fica armazenado nas células de gordura.
Quando seu corpo precisa de energia, ele libera os triglicerídeos. Por isso, o triglicerídeos alto está relacionado não a gordura em si, mas a quantidade de carboidratos que você consome. Principalmente os carboidratos refinados, como o pão branco, por exemplo. Que oferece pouca nutrição e adiciona calorias à dieta.
As pessoas devem limitar a ingestão total de carboidratos a menos de 60% da ingestão calórica diária recomendada. Pois, se uma pessoa ingere mais carboidratos do que precisa, o corpo os armazena como gordura.
80% do colesterol é produzido pelo nosso fígado, ou seja, apenas 20% é proveniente da alimentação.
Isso porque a maioria das nossas células precisam de colesterol para serem formadas. Quando o corpo libera o colesterol é justamente para produção de hormônios e células.
Na prática, ao realizar um exame para checar o colesterol é percebido três tipos de pacientes
1 – Colesterol total controlado e triglicérides controlado
2 – Colesterol total alto e triglicérides controlado
3 – Colesterol total alto e triglicérides alto

Preciso baixar triglicerídeos
Um colesterol de 210, 220 por exemplo, é considerado um colesterol normal. Agora, o triglicérides acima de 80, já é algo que requer mais atenção.
O sinal de que a alimentação está ruim é quando colesterol e triglicérides estão altos.
Sendo assim, se o triglicérides está alto é preciso reduzir a quantidade de carboidratos. Triglicerídeos é açúcar, então, quando está muito elevado pode correr o risco do paciente estar pré diabético.
Pacientes com colesterol alto (260) e triglicérides alto (150), por exemplo, precisam alterar a alimentação. Principalmente com uma dieta low carb. Além disso, incluir carboidratos complexos e atividade física.
Colesterol alto (260) e triglicérides controlado (60), por exemplo, o aumento do colesterol não está relacionado ao consumo de gordura e sim a síndrome metabólica. Ou seja, está relacionada à uma inflamação da glândula tireoide.
O colesterol é metabolizado pela glândula tireoide. Então, quando há um aumento do colesterol e o triglicérides está controlado é provável que haja uma alteração na tireoide. Já que a glândula não metaboliza e acumula o colesterol.
As doenças cardiovasculares ainda são mistério na medicina. Ninguém ainda desvendou o mistério dela.
Lipo A é um tipo de colesterol que não é solicitado nos exames do dia a dia. No entanto, a Lipo A alta aumenta as chances de doenças cardiovasculares. E o mecanismo para baixar esse colesterol é muito difícil, já que é uma predisposição genética.
Ter a informação sobre o nível de Lipo A é determinante para ajudar no tratamento em geral. Ainda que ela não consiga ser reduzida, é possível otimizar os outros sinais.
Existem mais de 30 tipos de LDL. No entanto, há o LDL natural produzido pelo corpo para as células e o LDL oxidado. Então, avaliar a alteração do LDL isoladamente não é suficiente.
Colesterol baixo, porém, não significa saúde. Pois, quando há baixos níveis de colesterol há também a diminuição da renovação celular e hormonal. Hormônios sexuais, inclusive, precisam de colesterol. Já que é a matéria prima para a produção.
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Dr. Juliano Pimentel.
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]]>O consumo dele pode ter efeitos nocivos sobre o metabolismo, causar inflamações e contribuir para todos os tipos de doenças.
A verdade é que o açúcar engorda, e muito.
Leia até o final e envia no grupo da família.

Açúcar e os Perigos para a Saúde. Imagem: (Divulgação)
Açúcar (sacarose) e xarope de milho de alta frutose contém duas moléculas: glicose e frutose.
Glicose é absolutamente vital para a vida, aliás é uma parte integrante do nosso metabolismo. Nossos corpos produzem e temos um reservatório constante de glicose na corrente sanguínea.
Cada célula do corpo pode usar glicose para obter energia. Se não obtemos glicose da dieta, nossos corpos produzem o que precisamos de proteínas e gorduras.
Frutose, no entanto, é muito diferente. Esta molécula não é uma parte natural do metabolismo e os seres humanos não a produzem. Na verdade, poucas células do corpo podem fazer uso dela, exceto as células do fígado.
Quando comemos muito açúcar, por exemplo, a maior parte da frutose é metabolizada pelo fígado. Lá é transformado em gordura, que é então segregada no sangue.
Estudos revelaram que os açúcares simples, chamados de monossacarídeos, prejudicam a saúde.
O açúcar da cana-de-açúcar, tão popular no Brasil, cujo nome específico é sacarose, quando digerido, se transforma em glicose e frutose, por exemplo.
De maneira geral, o excesso de glicose não é bom. Mas, nos últimos anos sabemos que o excesso de frutose pode ser ainda pior.
Afinal, a frutose é derivada do açúcar das frutas e do xarope de milho, que contém frutose concentrada.
Esse xarope com alta concentração de frutose e sabor muito doce, é usado pela indústria alimentícia. O xarope é composto por uma combinação quase em partes iguais de glicose e frutose.
Após a absorção desses açúcares pelo intestino, a frutose é metabolizada no fígado primeiro que a glicose.
Quando ocorre excesso de frutose, ocorre uma ação metabólica anormal chamada de resistência à insulina.
A insulina é um dos principais hormônios que regulam o metabolismo humano e uso de energia.
Ela é secretada pelo pâncreas e viaja no sangue para células periféricas, como células musculares, por exemplo, permitindo que a glicose entre nas células onde ela pode ser usada.
Quando você come uma refeição rica em carboidratos, os níveis da glicose sobem. Excesso de glicose é tóxico, portanto, a insulina rapidamente sobe para tirar a glicose da corrente sanguínea.
Em pessoas saudáveis, este mecanismo funciona muito bem. No entanto, ele tende a falhar.
As células tornam-se resistentes aos efeitos da insulina, e faz com que o pâncreas tenha de trabalhar ainda mais para conduzir a glicose para dentro das células.
Quando você se torna resistente à insulina, tem um excesso de insulina no sangue o tempo todo. Ou seja até que o sistema inteiro “quebre” e leve ao diabetes tipo II, o que pode acontecer eventualmente.
Mas a insulina também tem outras funções, afinal ela envia sinais para as células de gordura.
Quando os níveis de insulina são cronicamente elevados, grande parte da energia na corrente sanguínea é seletivamente depositada nas células de gordura e armazenadas.
O consumo excessivo de frutose é uma causa conhecida de resistência à insulina (1, 2).
Nisso, o corpo tem dificuldade em acessar a gordura armazenada e o cérebro começa a pensar que está com fome. Ou seja, isso impulsiona você a comer demais, aumentando as chances de engordar.
Consumir muito açúcar aumenta cronicamente os níveis de insulina no sangue, que seletivamente deposita energia dos alimentos em células de gordura.
A frutose também causa ganho de peso por seus efeitos sobre um hormônio chamado leptina.
A leptina é secretada por células de gordura. Quando o cérebro sente o aumento da leptina, ele “vê” que temos bastante gordura armazenada e que não precisamos comer mais.
Este é o mecanismo que faz você sentir saciedade, e coma menos quando há muita gordura nas nossas células de gordura, o que preveni a obesidade.
Mais gordura = mais leptina = energia suficiente = não precisa comer. Simples assim.
Porém, o aumento da leptina também nos faz liberar mais gordura “estocada” e aumenta a taxa metabólica.
Esse seria o funcionamento correto do hormônio, mas se o cérebro se torna resistente à leptina, então este processo regulador não vai funcionar.
Se o cérebro não vê a leptina, ele não vai saber que as células de gordura estão cheias. Ou seja, não haverá qualquer sinal para dizer ao cérebro que ele precisa parar de comer.
É assim que a resistência à leptina nos torna gordos. O cérebro pensa que o corpo está morrendo de fome e nos faz comer mais e queimar menos calorias.
É por isso que a maioria das pessoas não pode simplesmente “comer menos, mover-se mais” e viver felizes para sempre.
Temos de nos livrar da resistência à leptina, para que o nosso cérebro “veja” toda a gordura que guardamos.
Uma dieta rica em frutose pode causar resistência à leptina. A frutose aumenta os níveis de triglicerídeos no sangue, o que bloqueia o transporte de leptina do sangue para dentro do cérebro (3, 4).
O excesso de açúcar interfere na regulação da gordura corporal, fazendo o cérebro pensar que ele precisa continuar comendo.
O corpo e o cérebro regulam a ingestão de alimentos, e envolve múltiplos hormônios e circuitos neurais.
Há uma região no cérebro chamada hipotálamo, onde todos esses sinais são interpretados. Além disso, é onde a leptina funciona no cérebro, juntamente com vários neurônios e outros hormônios.
Um estudo publicado em 2013 examinou os efeitos da frutose e glicose sobre a saciedade e a ingestão de alimentos (5).
A bebida adocicada com frutose, apesar de ter as mesmas calorias que a bebida de glicose, não aumentou tanto a saciedade.
Outro importante hormônio é chamado grelina, o hormônio da fome. Quanto mais grelina, mais fome sentimos. Outro estudo mostrou que a frutose não reduziu os níveis sanguíneos de grelina quase tanto quanto a glicose.
Estes estudos sugerem que a frutose não faz você se sentir completo após uma refeição, da mesma forma que a glicose, mesmo com o mesmo número de calorias.
Isso não se aplica a frutas inteiras, que são alimentos reais com fibra e uma baixa densidade de energia. Afinal, as frutas são uma fonte relativamente pequena de frutose na dieta.

Açúcar possui um potencial aditivo. Imagem: (Divulgação)
O açúcar causa atividade de opiáceos e dopamina nos centros de recompensa do cérebro. Ou seja, pode levar a comportamentos e alterações neuroquímicas que se assemelham aos efeitos de drogas como a nicotina e cocaína (6).
Em um grande artigo de revisão publicado em 2008 na revista Neuroscience and Biobehavioural Reviews, os pesquisadores examinaram as evidências do potencial aditivo do açúcar (7).
A evidência é muito forte de que o açúcar é viciante.
Comer açúcar nos dá “prazer” e libera opiáceos e dopamina no sistema de recompensa do cérebro, especificamente em uma área chamada o Núcleo Accumbens (8).
A dificuldade para parar de comer doces apesar de consequências físicas negativas mostra que algumas pessoas já estão viciadas em açúcar.

Açúcar Engorda. Imagem: (Divulgação)
O açúcar pode te engordar.
O consumo excessivo provoca resistência à insulina e aumenta os níveis de insulina no organismo, além disso, aumenta a deposição de gordura nas células de gordura.
Frutose provoca resistência a um hormônio chamado leptina, o que faz o cérebro não “enxergar” que as células de gordura estão cheias de gordura.
Isso leva ao aumento da ingestão de alimentos e diminuição da queima de gordura.
Para piorar, você não se sente satisfeito. Ou seja, isso aumenta a ingestão alimentar global.
O açúcar, com seu poderoso efeito sobre o sistema de recompensa, provoca dependência em certos indivíduos. Isso ativa um poderoso comportamento de recompensa que também aumenta a ingestão de alimentos.
Sendo assim, quanto mais açúcar você comer, mais poderoso ele se torna.
A resistência à insulina e a leptina aumenta ao longo do tempo e o comportamento de busca de recompensas se torna mais forte.
Você come mais e esse é um ciclo vicioso, que ajuda a explicar o porquê suas calças não estão fechando.
Por isso, eu sempre recomendo para meus pacientes e seguidores que cortem o açúcar da alimentação.
Além de te engordar, o açúcar também pode adoece você.
Mas o açúcar não é todo o problema. Afinal, não adianta consumir de vez em quando alguns alimentos naturais, isso não é bastante para garantir a boa saúde.
Assista ao vídeo com atenção e comece a implementar essas dicas hoje mesmo!
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
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]]>Outras doenças também aparecem com o consumo do açúcar como a obesidade, doenças cardíacas, alguns tipos de câncer e diabetes.
Hoje, consumimos cerca de 20 vezes mais açúcar do que os nossos antepassados, e temos muito pouco controle sobre a quantidade ingerida desde que ele se tornou um alimento básico.
Nesse artigo explicarei os efeitos do açúcar no fígado.
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O açúcar é ruim para você. Ele pode aumentar significativamente o risco de morte precoce.
Afeta a função cerebral, pode causar doença hepática gordurosa não alcoólica e aumenta o risco de doença cardíaca.
Um dos órgãos mais funcionais do corpo, o fígado, trabalha incansavelmente para desintoxicar o nosso sangue, produzir uma quantidade de bile necessária para digerir gordura, quebrar hormônios e armazenar vitaminas, minerais e ferro essenciais.
É por isso que é tão importante cuidar do fígado e desintoxicá-lo.
Quando ele não funciona de forma adequada, o organismo não consegue digerir adequadamente os alimentos.
A doença hepática gordurosa não alcoólica está em ascensão em todo o mundo.
O xarope de milho, por exemplo, possui um alto teor de frutose que se esconde em bebidas e alimentos processados (4).
O Doença Hepática não alcoólica ocorre quando a gordura se acumula no fígado.
De acordo com um estudo realizado na Universidade de Sydney no Westmead Hospital, na Austrália, a Doença Hepática não alcoólica está presente em 17% a 33% das pessoas.
Esta porcentagem crescente é paralela à frequência de obesidade, resistência à insulina, síndrome metabólica e diabetes tipo 2.
No entanto, muitas pessoas com a doença não apresentam sintomas (1).
Curiosamente, o microbioma também está em jogo. Ele serve como a interface entre dieta e fígado, e modifica os efeitos dietéticos (2).
A cirrose também está relacionada ao fígado gorduroso não alcoólico. que ocorre quando a inflamação no fígado cicatriza, tornando ele mais pesado do que qualquer outro órgão sólido no organismo.
Essa cicatriz pode prejudicar as funções do fígado, causando, por exemplo, insuficiência hepática.
O fígado possui uma capacidade muito limitada para metabolizar o açúcar e a frutose.
Por isso, o açúcar no fígado que pode levar à diabetes, e causar todos os problemas de saúde consequentes dela (3).
Para se ter ideia, seu corpo metaboliza com segurança apenas cerca de seis colheres de chá de açúcar por dia.
No entanto, as pessoas consumem 20 colheres de chá de açúcar por dia.
Ou seja, todo esse excesso é metabolizado em gordura corporal, e leva a muitas doenças metabólicas crônicas, incluindo:
– Hipertensão (pressão alta), demência e câncer.
Uma pesquisa mostrou que o consumo em excesso de açúcar, pode estressar e danificar órgãos, incluindo o pâncreas e o fígado, por exemplo (4).
Isso porque, o pâncreas produz insulina para processar o açúcar, quando ele fica sobrecarregado pode não regular o açúcar no sangue adequadamente.
Além disso, grandes doses de frutose também podem sobrecarregar o fígado, que metaboliza frutose.
No processo, o fígado irá converter excesso de frutose em gordura, que é armazenado no fígado e também liberado para a corrente sanguínea.
Este processo contribui para elementos-chave de síndrome metabólica, incluindo altas gorduras ou triglicerídeos, colesterol alto, pressão alta e gordura corporal extra (5).
Ou seja, à medida que você faz uso do açúcar, seu cérebro fica sobrecarregado com os níveis consistentes de insulina.
Isso faz com que os níveis de insulina, leptina e a sinalização se alterem profundamente, prejudicando a saúde cerebral.
Além das doenças citadas acima que estão relacionadas aos efeitos do açúcar no fígado, o açúcar causa outros sintomas instantâneos no organismo, tais como:
– Cansaço excessivo e fadiga, perda de peso e de apetite, fraqueza e náusea. Além disso, pode causar confusão mental e dificuldade de concentração, dor no centro ou na parte superior direita da barriga.
Por fim, sintomas como o fígado alargado, inchaço, urina escura, contusões, suor excessivo, prisão de ventre e manchas secas e escuras no pescoço e sob os braços.
O fígado tem muitas funções importantes atua no aumento dos níveis de energia, mantem o ciclo menstrual mais regular e além disso reduz a TPM.
Além disso o fígado tem age na melhora da imunidade, melhora a saúde digestiva e melhora do humor.
É responsabilidade do fígado processar os nutrientes absorvidos pelos intestinos para que eles sejam bem absorvidos.
Além disso, o fígado também regula a composição sanguínea para equilibrar proteínas, gorduras e açúcares.
Ou seja, ele remove toxinas do sangue. Por isso, é tão necessário cuidar do nosso fígado e nos manter longe do açúcar.
Sendo assim, evite alimentos e bebidas processadas. Use substitutos naturais como xylitol, stevia, canela, por exemplo, ou simplesmente opte por não adoçar.
Consuma proteínas, fibras e alimentos fermentados de alta qualidade.
Afinal, você também melhora a qualidade de vida, evitando o surgimento de doenças causadas pelo consumo do açúcar.
Tome a determinação de comer de forma saudável.
Cuide-se!
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel
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]]>Ela uma glândula situada do lado direito do abdômen por onde circula uma grande quantidade de sangue.
O fígado possui normalmente pequenas quantidades de gordura, que compõe cerca de 10% do seu peso. Quando o percentual de gordura excede esse valor, estamos diante de um fígado que está acumulando gordura.
Ele exerce mais de 500 funções fundamentais para o nosso organismo.
E o aumento de gordura dentro dos hepatócitos pode ocasionar uma inflamação capaz de evoluir para quadros graves de hepatite gordurosa, cirrose hepática e até mesmo câncer.
Nesses casos, o fígado não só aumenta de tamanho, como perde a coloração vermelho-escuro e adquire um aspecto amarelado.
Veja agora as causas, sintomas, diagnóstico e tratamento da esteatose hepática.
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Esteatose Hepática: Bebidas alcoólicas e a má alimentação. Imagem: (Divulgação)
A esteatose hepática é uma condição muito comum, que se manifesta também na infância e atinge com mais frequência as mulheres.
A estimativa é que 30% da população sofrem com o problema, e aproximadamente metade dos casos podem evoluir para formas mais graves da doença (1).
Ela pode ser classificada em duas categorias, alcoólica e não alcoólica.
Sobrepeso, diabetes, alimentação desregrada, perda brusca de peso, gravidez, hepatites virais, resistência à insulina, níveis elevados de mau colesterol, níveis elevados de estrogênio, cirurgias e sedentarismo são fatores de risco para o aparecimento da esteatose hepática gordurosa não alcoólica (2).
Indícios mostram que a Síndrome Metabólica e a obesidade abdominal (gordura visceral) estão diretamente associadas ao excesso de células gordurosas no fígado.
Há ainda um número bem menor de casos em pessoas magras, que não ingerem bebidas alcoólicas, sem alterações de colesterol e glicemia, que desenvolvem casos de esteatose hepática gordurosa (3).
Mas esses casos são menos frequentes, pois mais de 70% dos pacientes com esteatose são obesos. E atenção, quanto maior for o sobrepeso, maior o risco!

Esteatose Hepática e a Obesidade. Imagem: (Divulgação)
Esteatose hepática é uma doença benigna. No entanto, se não for tratada corretamente, pode resultar em condições mais graves a longo prazo.
No fígado são armazenados os ácidos graxos e os triglicerídeos, que fazem com que este órgão fique doente. Ele “entra em colapso”, e já não é capaz de realizar suas funções de metabolização e depuração de substâncias tóxicas com a mesma eficácia de antes.
Quando existe o excesso de gordura no fígado, ele sofre pequenas feridas constantes, que tenta reparar. Aparecem algumas cicatrizes, pequenas lesões permanentes que são conhecidas como cirrose.
Nos quadros leves de esteatose hepática, a doença é assintomática (não possui sintomas), com evolução lenta e gradual.
Os sintomas aparecem quando a doença se complica. Inicialmente, as queixas mais comuns são de dores, cansaço, fraqueza, perda de apetite e aumento do fígado.
Nos casos mais avançados de gordura no fígado, caracterizados por inflamação e fibrose que resultam em insuficiência hepática.
Os sintomas mais frequentes são acúmulo anormal de líquido dentro da cavidade abdominal, confusão mental, hemorragias, queda no número de plaquetas, aranhas vasculares, icterícia (coloração amarela da pele e dos olhos).
Outros sintomas são: boca seca, dores abdominais na zona superior direita e sensação de indisposição após uma refeição rica em gorduras.
Por não possuir sintomas em sua fase inicial, a esteatose hepática é frequentemente descoberta através de ultrassonografia abdominal de rotina, ou na investigação de alteração de exames laboratoriais relativos ao fígado.
O médico pode suspeitar de que há o excesso de gordura no fígado pela histórico clínico, através de exames físicos, com detecção de aumento do fígado, ou por aumento da sua circunferência abdominal.
Quando o ultrassom ou tomografia mostram esteatose hepática, é preciso fazer exames complementares para avaliar se há ou não a presença de inflamação.
Na ultrassonografia é possível ver bem a gordura, mas não é possível descartar ou confirmar a presença de inflamação no fígado, nem saber o grau da lesão causada pela doença.
A confirmação do diagnóstico de esteatose é feito através da biopsia do fígado, com a retirada de uma amostra para estudo. Somente a biopsia pode revelar com exatidão se há ou não o acúmulo de gordura nas células hepáticas.

Esteatose Hepática: Coma mais alimentos com fibra e saudável. Imagem: (Divulgação)
Não existe um tratamento específico para o fígado com excesso de gordura. Mas a boa notícia é que se trata de uma doença reversível!
A maneira de tratar a esteatose é determinada de acordo com as causas da doença e segue basicamente três pilares: estilo de vida saudável, alimentação equilibrada e prática regular de exercícios físicos.
São mais raros os casos em que é necessário também utilizar medicação, mas o acompanhamento médico regular é fundamental.
A medida mais eficaz para controlar a gordura no fígado é a perda de peso.
Uma redução de 7% no peso corporal pode trazer bons resultados no combate à doença.
Porém, é recomendado que a perda de peso seja de forma gradual, pois perdas muito rápidas podem agravar a esteatose.
Se a origem do excesso de gordura no fígado tem a ver com a obesidade e com uma alimentação ruim, a reeducação alimentar é necessária, rica em fibras, gordura saudável, entre outros nutrientes.
Quando a doença é causada pelo consumo excessivo de álcool, o tratamento envolve deixar de consumir esse tipo de bebidas.
Se a gordura no fígado for motivada por outras doenças, como a diabetes, é preciso tratá-la corretamente para que não causem mais problemas colaterais no fígado.
Algumas medidas são importantes para prevenir o acúmulo de gordura no fígado, ou para reverter o quadro:
A presença em excesso de gordura no fígado é um risco para a saúde que, se não for tratado adequadamente, pode gerar problemas mais graves.
Tenha em mente todos os sintomas citados acima e consulte o médico.
Para saber mais sobre a Gordura no Fígado- causas, sintomas e Tratamento, não perca o meu vídeo explicativo.
Dê o PLAY abaixo e saiba como evitar essa doença!
E se o seu objetivo é transformar a sua saúde de forma efetiva, eu tenho um convite para você!
Eu trago a revolução da saúde, um projeto que pretende mudar a cara da alimentação e da saúde de todos!
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
]]>Pesquisas mostram claramente que a alimentação Low Carb pode reverter muitas doenças comuns e graves. Isso inclui obesidade, diabetes tipo 2, síndrome metabólica e algumas outras.
Coletivamente, estes são os maiores problemas de saúde do mundo.
Esta é uma consequência de um fenômeno chamado pensamento grupal, que é comum em círculos nutricionais e pode levar a uma visão distorcida da ciência.
Sendo assim, nesse artigo eu desmistificarei os mitos da alimentação Low Carb.
Não deixe de ler e compartilhar!

Mitos da Alimentação Low Carb. Imagem: (Divulgação)
Confira a seguir os principais mitos espalhados sobre esse estilo de alimentação.
Um dos mitos da alimentação low carb acredita que o cérebro não pode funcionar sem carboidratos , e que eles são o combustível preferido para o cérebro.
De acordo com esse mito, o cérebro precisa de cerca de 130 gramas de carboidratos diários.
Algumas células do cérebro não podem usar nenhum combustível, exceto a glicose (carboidratos). No entanto, outras partes do cérebro são perfeitamente capazes de usar cetonas como combustível.
Este é o lugar onde uma via metabólica chamada gluconeogênese torna-se importante.
Quando não comemos carboidratos, o corpo (principalmente fígado) pode produzir glicose de proteínas e subprodutos do metabolismo das gorduras. (1)
Mas com a cetose e da gluconeogênese, o corpo não sente a necessidade do consumo de carboidratos – pelo menos não com o objetivo de alimentar o cérebro.
E após a fase de adaptação inicial terminar, muitas pessoas relatam melhorias na função cerebral com a alimentação low carb. (2)
A maioria dos atletas realizam uma dieta alta em carboidratos, e muitas pessoas acreditam que os carboidratos são essenciais para o desempenho físico.
É verdade que reduzir os carboidratos inicialmente reduz o desempenho. No entanto, isso geralmente é temporário. Isso pode ocorrer (não como regra) devido à adaptação do corpo à queima da gordura ao invés de carboidratos. (3)
Estudos apontam que as dietas com baixo teor de carboidratos são benéficas para o desempenho físico, especialmente para os exercício de resistência como HIIT ou o Treino Tabata; enquanto as pessoas recebem algumas semanas para se adaptarem à dieta (4).
Ela ainda pode beneficiar o ganho de massa muscular e resistência (5).
Isso não faz absolutamente nenhum sentido, pois o baixo teor de carboidratos mostrou ser efetivo em mais de 20 estudos científicos.
Ele é praticado à décadas, e não tem o perfil de uma dieta passageira.
Outro mito da alimentação low carb, é que elas são insustentáveis por restringem os grupos de alimentos comuns.
Isso faz sentido, mas a verdade é que todas as dietas restringem algo. Alguns restringem grupos de alimentos ou macronutrientes, outros restringem calorias.
A questão é que ao consumir alimentos com baixo teor de carboidratos você reduz o apetite, e aumenta a saciedade; com isso você sente fome de forma equilibrada e sem exageros (6). Você inicia a reeducação alimentar, e isso é essencial para o peso e a saúde.
As dietas baixas em carboidratos tendem a ser elevadas em colesterol e gorduras, incluindo gorduras saturadas. Por esta razão, muitas pessoas afirmam que ela aumenta o mau colesterol no sangue e o risco de doença cardíaca.
No entanto, novos estudos mostraram que nem o colesterol na dieta nem a gordura saturada, têm algum efeito significativo no risco de doença cardíaca (7).
Contrariamente ao que se costuma alegar, a dieta low carb previne os fatores de risco para a doença cardíaca (8):
Os níveis de colesterol LDL não aumentam (10).
Uma dieta baixa em carboidratos não significa excluir totalmente os carboidratos.
Você pode comer uma grande quantidade de legumes, bagas, nozes e sementes sem exceder 50 gramas de carboidratos por dia.
Pode incluir alimentos vegetais e de outros alimentos saudáveis que sejam baixos em carboidratos.
O que descobrimos aqui é que a dieta low carb pode ter benefícios para a saúde. Eles são muito eficazes para pessoas com obesidade, síndrome metabólica e diabetes tipo 2.
Procure o médico para avaliar a quantidade diária necessária de carboidratos, que o seu corpo precisa.
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Dr. Juliano Pimentel
]]>O diabetes tipo 1 ou diabetes juvenil é um distúrbio metabólico caracterizado por níveis anormalmente altos de açúcar no sangue no corpo.
Muitos especialistas consideram o diabetes tipo 1 como o resultado final de uma resposta autoimune do seu próprio corpo (1).
Sem insulina produzida pelo corpo, os níveis de açúcar no sangue não podem ser modulados, e esses pacotes de energia fundamentais não podem ser distribuídos pelos sistemas de órgãos.
Ao contrário do diabetes tipo 2, que é causado pela resistência à insulina e pela falha na sinalização da leptina devido a dieta inadequada e falta de exercício, as pessoas com diabetes tipo 1 não produzem insulina e devem injetar insulina várias vezes ao dia para permanecerem vivas.
Saiba quais são as causas, os sintomas e os tratamentos do diabetes tipo 1.
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O diabetes tipo 1 aparece na maioria dos casos ser uma combinação de fatores genéticos, e ambientais que impedem seu corpo de produzir insulina no pâncreas.
Mais de 50 genes estão associados ao diabetes tipo 1 de várias maneiras, dificultando a determinação de um padrão ou causa genética precisa.
Mas estudos apontam uma relação entre a frutose e a diabetes (2).
A presença de enormes quantidades de frutose na dieta ocidental atual, é uma força por trás da nossa epidemia de diabetes.
Açúcar de mesa regular é de 50 por cento de frutose e 50 por cento de glicose, e os dois são metabolizados de forma muito diferente.
Quase todas as células do seu corpo foram projetadas para usar a glicose como energia – especialmente as células do cérebro, mas a frutose se decompõe em uma variedade de toxinas que podem ter efeitos devastadores na sua saúde.
A frutose tem os seguintes efeitos metabólicos adversos:
Alguns dos primeiros sinais e sintomas do diabetes tipo 1 e, portanto, alto teor de açúcar no sangue, incluem:
Diabetes pode danificar os nervos e levar a uma condição chamada neuropatia diabética. Isso é comum nos pés.
Pequenos cortes, especialmente na parte inferior dos pés, podem se transformar rapidamente em úlceras e infecções graves. Isso é porque você não pode sentir ou ver os cortes, então você não os trata.
É por isso que é importante verificar regularmente os seus pés se tiver diabetes. Se você notar alguma lesão nos pés, avise seu médico imediatamente
Se notar qualquer combinação destes sintomas, deve ser imediatamente examinado por um médico.
Diabetes tipo 1 é geralmente diagnosticado através de uma série de testes. Como ela geralmente se desenvolve rapidamente, as pessoas são diagnosticadas se satisfizerem um dos seguintes critérios.

Diabetes tipo 1: Evite o excesso de carboidratos. Imagem: (Divulgação)
Além de acompanhamento médico e a aplicação da insulina, existe uma série de mudanças no estilo de vida, e remédios naturais que podem moderar significativamente os sintomas e ajudar os pacientes a viver uma vida mais normal.
A principal maneira de fazer isso é aumentar sua sensibilidade à insulina e à leptina, aumentando assim as chances de tratar o diabetes, ou até prevenir a doença.
Além de uma longa lista de alimentos e ervas que você deve adicionar à sua dieta, há também um pouco que você deve eliminar. Isso inclui a estreita limitação de carboidratos, particularmente os açúcares simples.
Quando esses açúcares básicos são decompostos no corpo, eles causam um pico rápido de açúcar no sangue que o corpo não consegue controlar naturalmente.
Ao manter a sua ingestão de carboidratos sob controle, você é mais capaz de gerenciar a flutuação do açúcar no sangue e os sintomas consequentes.
A dieta low carb pode ser de grande ajuda.
Uma grande razão para o fracasso do tratamento convencional do diabetes nos últimos 50 anos, tem a ver com recomendações dietéticas seriamente falhas.
Frutose e grãos são amplamente responsáveis pelas reações adversas à insulina do seu corpo.
É fundamental eliminar todos os açúcares e grãos e o excesso de carboidratos, até os integrais, orgânicos ou germinados. Isso significa evitar todos os pães, massas, cereais, arroz, batatas e milho.
Você pode até precisar evitar frutas até que o açúcar no sangue esteja sob controle.
Otimizar os níveis de vitamina D auxilia o controle do diabetes. O ideal é que você exponha uma grande quantidade de sua pele para uma quantidade adequada de sol.
Você pode optar por usar um suplemento oral de vitamina D3. Mas lembre-se, se você optar por tomar um suplemento oral, é essencial que você obtenha o seu nível testado regularmente por um laboratório (3).
Altos níveis de ansiedade e estresse podem causar estragos no corpo, causando pressão sanguínea elevada, insônia, metabolismo fraco, depressão, hábitos alimentares imprevisíveis e um sistema imunológico enfraquecido.
Quando combinado com diabetes, o estresse crônico pode ser francamente mortal, particularmente com um conjunto tão variado e perigoso de efeitos colaterais.
Use técnicas como yoga, acupuntura, meditação, massagem, técnicas de respiração e exercícios regulares para manter seus níveis de estresse baixos e garantir que seu corpo tenha uma chance de lutar normalmente (4).
O exercício é um fator absolutamente essencial e, sem ele, é improvável que você consiga controlar essa doença devastadora. É uma das formas mais rápidas e poderosas de reduzir a resistência à insulina e à leptina.
O diabetes tipo 1 pode ser gerenciado com tratamento adequado, como tomar insulina, ter uma dieta saudável e fazer exercício físico. Pessoas que gerenciam seu diabetes podem ter uma vida saudável.
Mas prevenir o diabetes tipo 1 é com certeza sua melhor opção.
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Dr Juliano Pimentel.
]]>Neste artigo eu vou abordar quais são os principais benefícios do ômega-3.
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Ômega-3 é abreviação de ácidos graxos omega-3.
Ele faz parte dos ácidos graxos essenciais que desempenham papéis importantes no corpo humano (1).
Não podemos produzi-los por conta própria, por isso devemos obtê-los a partir da dieta.
Ácidos graxos ômega-3 são poliinsaturados, o que significa que eles têm várias ligações duplas na estrutura química.
Os três tipos mais importantes são: ALA (ácido alfa-linolênico), DHA (ácido docosahexaenóico) e EPA (ácido eicosapentaenóico).
ALA é encontrado principalmente em plantas, enquanto DHA e EPA são principalmente encontrados em alimentos de origem animal e algas (2).
Alimentos comuns que são ricos em ácidos graxos ômega-3 incluem peixes, bem como óleo de peixe, sementes de linho, sementes de chia e nozes.
Foi provado cientificamente que ele pode emagrecer.
Estudos da Universidade do Sul da Austrália, descobriu que consumir esse nutriente combinado com exercícios aeróbicos moderados ajuda a estimular a perda de peso.
Por um período de 12 semanas, pesquisadores deram a um grupo de adultos obesos doses de ômega-3, e supervisionaram exercícios aeróbicos moderados três vezes por semana, eles compararam os resultados desse grupo a outros grupos que não tomaram e se exercitaram três vezes por semana.
Como resultado, o grupo que tomou o ômega-3 perdeu significativamente mais peso, principalmente na região abdominal, do que as pessoas que não consumiram o nutriente e não se exercitaram.
O ômega-3 ativa as enzimas responsáveis pela queima de gordura e, combinado com exercícios e aumento de oxigênio, por exemplo, ele aumenta a taxa metabólica, o que tem um efeito na queima de gordura e perda de peso.

Ômega-3 ajuda a combater a depressão. Imagem: (Divulgação)
Além da perda de peso, a ingestão do composto traz diversos benefícios para a saúde.
A depressão é um dos distúrbios mentais mais comuns no mundo. Os sintomas incluem tristeza, letargia e uma perda geral de interesse na vida.
Além disso, a ansiedade é também um distúrbio muito comum, e é caracterizada por constante preocupação e nervosismo (3).
No entanto, as pessoas que consomem ômega-3 regularmente estão menos propensas a depressão, e quem sofre com esses distúrbios pode sentir melhoras nos sintomas (4).
O DHA, um tipo de ômega-3, é um importante componente estrutural do cérebro e da retina do olho; por isso, quando você não recebe DHA suficiente, podem surgir problemas graves na visão (5).
O consumo equilibrado desse nutriente previne a degeneração macular; uma das principais causas de danos oculares permanentes e cegueira.
O ômega é crucial para o crescimento e desenvolvimento do cérebro do feto. Para se ter ideia o DHA representa 40% dos ácidos graxos poliinsaturados no cérebro e 60% na retina do olho (6).
Portanto, não é nenhuma surpresa que as crianças alimentadas com DHA tenham melhor visão do que as crianças alimentadas sem esse nutriente (7).
A ingestão de omega-3 durante a gravidez tem sido associada a inúmeros benefícios para a criança, incluindo:
Os ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais fazem parte das principais causas de morte no mundo(8).
Benefícios para a saúde cardíaca incluem:
>> Triglicerídeos: o ômega-3 pode reduzir os triglicerídeos, geralmente na faixa de 15-30%.
>> Pressão arterial: omega-3 pode reduzir os níveis de pressão arterial em pessoas com pressão arterial elevada.
>> HDL-colesterol: Os omega-3 podem elevar os níveis de HDL (o “bom”) colesterol
>> Coágulos de sangue: Esses nutrientes podem impedir que as plaquetas sanguíneas se aglomerem, ou seja, previne a formação de coágulos de sangue nocivos.
>> Placa: Mantendo as artérias lisas e livres de danos, esse nutriente ajuda a prevenir a placa que pode restringir e endurecer as artérias.
>> Inflamação: ele reduz a produção de algumas substâncias liberadas durante a resposta inflamatória.

Ômega-3 Ajuda A Diminuir Sintomas De Deficit Em Crianças. Imagem: (Divulgação)
O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é um transtorno comportamental caracterizado por desatenção, bem como, hiperatividade e impulsividade (9).
Vários estudos descobriram que as crianças com TDAH, têm níveis mais baixos de ácidos graxos ômega-3, em comparação com as crianças que não sofrem com ela (10).
Esse nutriente ajuda a diminuir a desatenção e auxilia a capacidade de completar tarefas, ou seja, diminuem a hiperatividade, impulsividade e agitação (12).
A síndrome metabólica é um conjunto de condições.
Ela inclui obesidade (gordura da barriga), além de pressão arterial elevada, resistência à insulina, triglicérides elevados e baixos níveis de HDL.
Alias é um grande problema de saúde pública, uma vez que aumenta o risco de desenvolver muitas outras doenças, como doença cardíaca e diabetes (13).
No entanto, os ácidos graxos ômega-3 podem reduzir a resistência à insulina e inflamação, e melhorar os fatores de risco de doença cardíaca em pessoas com síndrome metabólica (14).
Nas doenças autoimunes, o sistema imunológico confunde células saudáveis com células estranhas e começa a atacá-las.
O diabetes tipo 1 é um excelente exemplo. Já que, nesta doença o sistema imunológico ataca as células produtoras de insulina no pâncreas.
Por isso, o omega-3 pode ajudar a combater algumas dessas doenças, e pode ser especialmente importante durante o início da vida.
Estudos mostram que a ingestão suficiente de ômega-3 durante o primeiro ano de vida, está associada a prevenção de muitas doenças autoimunes, incluindo diabetes tipo 1, diabetes autoimune em adultos e esclerose múltipla (15).
Além disso, ômega-3 pode ajudar a tratar lúpus, artrite reumatoide, colite ulcerativa, doença de Crohn e psoríase (16).
A inflamação é incrivelmente importante, por isso, precisamos dela para combater infecções e reparar danos no corpo.
No entanto, às vezes a inflamação persiste por um longo tempo, mesmo sem uma infecção ou lesão presentes. Isso se chama inflamação crônica (de longo prazo).
Sabe-se que a inflamação de longo prazo pode contribuir para quase todas as doenças crônicas, incluindo doenças cardíacas e câncer (17).
Esses nutrientes podem reduzir a produção de moléculas e substâncias ligadas à inflamação, tais como eicosanóides e citocinas inflamatórias.
Estudos têm consistentemente mostrado uma ligação entre maior ingestão de omega-3 e inflamação reduzida (18).
Porém, para prevenir doenças e melhorar a saúde, não basta consumir alimentos ricos em ômega-3.
Você precisa evitar os alimentos industrializados, processados, açucarados e ricos em farinha refinada, pois eles prejudicam a saúde causando doenças como a obesidade.
Além do Ômega 3 você pode reduzir a inflamação do corpo com uma DESINTOXICAÇÃO. Apos o detox seu corpo consegue até absorver melhor todos os benefícios do Ômega!
Confira os depoimentos de pessoas que fizeram DETOX!
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
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]]>Tire as dúvidas agora sobre os alimentos termogênicos e o emagrecimento.
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Os alimentos termogênicos aceleram o metabolismo, fazendo o corpo gastar mais energia; esse processo auxilia a queimar gordura.
Isso acontece devido à termogênese (processo regulado pelo sistema nervoso) que acontece no organismo, e interferências neste sistema controla a perda e ganho de peso.
Esses alimentos induzirem o metabolismo do seu corpo a trabalhar em um ritmo mais acelerado (1).
Todas as atividades realizadas pelo corpo consomem energia, certo? E isso inclui também o processo digestivo, que pode ser usado a seu favor para emagrecer, especialmente quando você ingere alimentos termogênicos naturais.
Quando esses alimentos são absorvidos, os músculos do trato gastrointestinal aceleram seus contratos rítmicos; sucos digestivos são produzidos e segregados; os nutrientes requerem energia para serem absorvidos.
Esses alimentos também aumentam a saciedade e reduzem a sensação de fome. Alguns deles também ajudam a estabilizar a glicose sanguínea, reduzindo a vontade de consumir doces e comer em excesso.

Alimentos Termogênicos e os Benefícios. Imagem: (Divulgação)
Além de ajuda na perda de gordura, os alimentos termogênicos naturais também contribuem para (2):
Alguns estudos mostraram o aumento de massa muscular com o consumo desses alimentos; em homens sedentários, quanto e em mulheres com excesso de peso, submetidas também a atividades físicas no mesmo período.
Para o exercício de alta intensidade, os alimentos termogênicos podem ajudar a melhorar a resistência muscular. Isso se traduz em mais contrações musculares.
Os alimentos termogênicos aumentam a produção de suor e da temperatura corporal, o que facilita a remoção das toxinas através do suor.
Eles ajudam no controle do colesterol. Isso beneficia a saúde em geral, pois evita o desenvolvimento de doenças como a diabetes.
Especialistas afirmam que esses alimentos aumentam a taxa metabólica em até 30%, dependendo do seu estilo de vida e histórico de saúde.
Há ainda outros benefícios para o organismo:
Esta é uma substância estimulante, capaz de atravessar a barreira do nosso cérebro, e promover diversos benefícios como o aumento da disposição e energia, diminuição da fadiga, desempenho esportivo, além do efeito termogênico (3).
Ela também aumenta o metabolismo basal e possui alto teor de cálcio mineral, substância importante para o emagrecimento. A canela também melhora a digestão, poderoso alimento antioxidante e rico em cálcio.
O chá de hibisco é um estimulante que acelera o metabolismo, e colabora para o emagrecimento saudável.
Tomar chá verde pode resultar em perda de gordura. Mas, cuidado, quem tem insônia não deve ingerir esse chá no período da tarde ou noite.
Ele possui substâncias (cafeína e polifenóis) que aumentam a temperatura corporal, auxiliando no metabolismo, e potencializa os efeitos dessas substâncias. Promove o controle do colesterol e de outras doenças.
Essa raiz pode aumentar o gasto calórico em mais de 10%. O gengibre é um alimento versátil, e isso facilita o consumo.
Esse tipo específico de pimenta é rica em capsaicina, substância que favorece o aumento da quebra de gorduras no tecido adiposo.
Ela ativa os receptores de gordura, alfa e beta. O aumento da atividade metabólica, pode ser de até 20%, se ingerida na quantidade de três gramas por dia; adicione-a em saladas e pratos quentes como tempero natural.
Se for consumida durante a noite, pode atrapalhar a qualidade do sono. O pimentão vermelho e a pimenta preta também são alimentos termogênicos benéficos. No caso da pimenta preta, ela também acelera o sistema nervoso.
É rico em gorduras saturadas do tipo triglicerídeos de cadeia média (TCM), que são mais facilmente digeridos, absorvidos e transformados em energia, auxiliando assim no emagrecimento.
O óleo de coco também é rico em ácido láurico, que auxilia na promoção da saúde cardiovascular e fortalece o sistema imunológico. Ele também é um antioxidante natural.
A acidez do vinagre de maçã parece ter efeito semelhante ao da pimenta, possuindo efeito termogênico quando consumido. Ele também ajuda a perder gordura abdominal.
O ômega 3 é encontrado em peixes, como salmão e atum, e em oleaginosas. Ele aumenta o metabolismo basal, melhora a retenção de líquidos e facilita a comunicação entre as células do organismo.
A semente de linhaça é um dos alimentos termogênicos poderosos; ela é rica em fibras insolúveis, auxiliando na queima de gordura e em promover a saciedade por mais tempo. Ela também cuida da saúde digestiva e na prevenção do envelhecimento precoce.
Os alimentos ricos em proteínas como: carne magra e ovos, são alimentos com alto poder termogênico.
Auxiliam no crescimento muscular e na perda de peso. As proteínas não são transformados rapidamente em açúcar no sangue, como ocorre com os alimentos ricos em carboidratos; e aumentam a saciedade.
Mesmo os alimentos naturais e saudáveis precisam ser consumidos com equilíbrio. O consumo excessivo de alimentos termogênicos pode causar tontura, insônia, dor de cabeça e problemas gastrointestinais.
Pessoas com insônia, problemas cardíacos, doenças na tireoide, mulheres grávidas e crianças devem evitar consumir esses alimentos ou consumi-los em pequenas quantidades, de acordo com orientação médica (4).
Pessoas com hipertireoidismo não devem ingerir os alimentos termogênicos naturais, pois seu metabolismo já está muito elevado, propiciando maior risco de perda de massa muscular.
Crianças e gestantes, pessoas com cardiopatias, hipertensão, enxaqueca, úlcera e alergias não devem abusar desses alimentos, pois eles podem levar a aumento da pressão arterial, hipoglicemia, insônia, nervosismo e taquicardia.
De maneira geral, os alimentos termogênicos, são extremamente saudáveis e podem colaborar para o seu emagrecimento. Agora você já sabe quais os principais alimentos termogênicos naturais para emagrecer, basta adicioná-los à sua dieta.
Pessoas com qualquer histórico de doenças crônicas, devem sempre buscar orientação médica.
Mas mesmo que você tenha ou não, restrições quando aos alimentos termogênicos evite por completo os alimentos industrializados e açucarados.
Eles influenciam no aumento de peso, causam inflamações, prejudicam e causam doenças crônicas e muitos mais.
É necessário fazer uma reeducação alimentar, se você está disposta (o) a evitar esses problemas citados acima e deseja mesmo ter mais saúde.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
]]>Vale a pena preparar essa receita.
Confira!
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Bife a Rolê de Frango com pimenta. Imagem: (Divulgação)
A pimenta dedo-de-moça é muito usada na culinária, pois ela pode ser adicionada a quase todos os pratos, desde cozidos a assados e as vezes até mesmo em saladas.
Ela possui um gosto peculiar, adocicado mas ao mesmo tempo ardido, e inclusive é usada no preparo de alguns tipos de doces.
A pimenta também é usada em conservas, onde seu gosto é muito mais realçado pelo azeite, e ela fica mais saborosa ainda.
Além disso, ela possui propriedades antioxidantes, e pode ajudar até mesmo a prevenir o envelhecimento, e seus flavonóides combatem os radicais livres.
Assim como outras pimentas, a pimenta dedo-de-moça contém capsaicina, que como já sabemos, é muito importante para acelerar o metabolismo e ajudar na digestão, prevenindo o acúmulo de gordura na barriga.
Também causa redução da glicose, ajudando a controlar o açúcar no sangue e aumentar a insulina. Seu consumo também é muito bom para o colesterol e triglicerídeos.
A pimenta dedo-de-moça é muito boa para diversas coisas em nosso organismo, por isso tente consumi-la mais em seus pratos quentes, frango, como conserva ou mesmo molho. Ela tem um sabor excelente!
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Dr. Juliano Pimentel
]]>Essa receita é para os adeptos à dieta low carb e para quem quer cuidar da saúde, sem abrir mão do sabor e das delícias.
Não deixe de experimentar e compartilhar.
Em uma frigideira, aqueça o azeite de oliva, ou óleo de coco e doure a cebola e o alho.
Acrescente o bacalhau e refogue bem junto com o cheiro verde ou outro tempero da sua preferência.
Tire do fogo.
Em uma vasilha misture o bacalhau refogado, a biomassa e a 1/2 xícara de farinha de amêndoas até ficar bem homogêneo (prove saber se precisa corrigir o sal, ou acrescentar pimenta).
Faça rolinhos com as mãos ou ajuda de duas colheres, passe na farinha de linhaça dourada um a um, e coloque em uma assadeira.
Colocar para assar em forno pré aquecido a 180°C.
Asse por 20 minutos de cada lado aproximadamente, até dourar.
Sirva.
Saboroso, com alto valor nutritivo e de fácil digestão, o bacalhau também é rico em minerais (como o ferro e fósforo), vitaminas A, E e D e tem colesterol quase zero.
Além disso, esse alimento contém ômega-3, importante para diminuir o LDL (o mau colesterol) e triglicerídeos.
Ajuda a aumentar o HDL (o colesterol bom); além de ser fundamental na prevenção e controle de doenças cardiovasculares, câncer, aterosclerose, hipertensão e desordens inflamatórias e autoimunes.
O bacalhau também tem ômega-6, ácido graxo essencial para o sistema imunológico.
Outros benefícios do Bacalhau para a Saúde
Inclua já o peixe na sua alimentação.
No site você encontra essa, e outras receitas saudáveis para incluir na sua alimentação de verdade.
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]]>A combinação de coco e maracujá é extremamente saborosa, e pode ser uma mão na roda para matar a vontade de comer doces de vez em quando.
Não deixe de experimentar e compartilhar.
Aqueça o xylitol em uma panela junto com o suco de maracujá até derreter, desligue a panela e misture os outros ingredientes e mexa bem!
Unte uma forma ou travessa com o óleo de coco e coloque a mistura.
Deixe esfriar e sirva.
Pode trocar o xylitol pelo Stevia, porém, a cocada ficará um pouco amarga.
O xylitol é um ingrediente forte, por isso, coma a cocada com equilíbrio para não causar diarreia.

Cocada: Coco é antioxidante. Imagem: (Divulgação)
O coco contém propriedades bactericidas, antioxidantes, antiparasitárias, hipoglicemiantes, hepatoprotetoras e imunoestimulantes.
Além disso, o fruto contém cálcio, magnésio, fósforo, ferro, sódio, selênio, iodo, zinco, flúor, manganês e outros elementos.
Alguns dos benefícios do coco para a saúde incluem:
>> Hidratação: o fruto possui alta porcentagem de água e minerais que evitam a desidratação;
>> Antioxidante: alguns dos minerais que o compõem (selênio e zinco principalmente) o tornam um poderoso antioxidante;
>> Fornece energia: é ideal para consumir depois de um dia cansativo, de muita atividade física ou em lugares muito quentes;
>> Regula a pressão sanguínea: o coco ajuda a reduzir a pressão arterial, e diminuir os triglicerídeos em pessoas que sofrem de colesterol alto. Ainda, possui propriedades antidiabéticas e hipoglicemiantes.
O coco contém alto teor de triglicerídeos de cadeia média (TCM), que é um tipo de gordura saturada.
O TCM é facilmente absorvido e transformado em energia no fígado, não se acumulando como gordura, o que traz boa disposição desde que associado a hábito de vida saudável incluindo alimentação equilibrada.
Inclua o coco na sua alimentação de verdade.

Cocada de Maracujá: O maracujá alivia a ansiedade. Imagem: (Divulgação)
O maracujá contém uma grande quantidade de antioxidantes que protegem contra o câncer, envelhecimento precoce e inflamação. Ele contém uma grande quantidade de fibra, que é eficaz para melhorar a digestão.
Essa fruta apresenta benefícios que ajudam no tratamento de diversas doenças, como ansiedade, depressão ou hiperatividade, e no tratamento de problemas de sono, nervosismo, agitação, pressão alta ou inquietação.
Além disso, também pode ser usado para emagrecer, pois está repleto de antioxidantes como as vitaminas A e C, e apresenta propriedades diuréticas.
Acrescente o maracujá na sua dieta.
O coco e o maracujá são ricos em vários nutrientes e possuem ação antioxidante, que ajuda a prevenir o envelhecimento precoce. Por isso, essa cocada com maracujá é uma opção mais saudável de doce.
Aqui no site você encontra diversas opções de receitas focadas na alimentação de verdade, para levar mais saúde para o seu dia a dia.
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Se preferir, você também pode conferir a receita em vídeo. Basta apertar o play!
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
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]]>O bacalhau é um peixe com sabor acentuado que combina muito bem com a cenoura. E melhor, é uma receita paleo, nutritiva e fácil de fazer.
Não deixe de experimentar e compartilhar.
Refogue a cebola e o alho com azeite, depois adicionar a cenoura em fatias finas até amolecer ligeiramente.
Acrescente o bacalhau previamente cozido e desfiado, mexa e depois adicione os 3 ovos batidos.
Sirva imediatamente.

Receita de Bacalhau com Cenoura: O bacalhau é rico em ômega-3. Imagem: (Divulgação)
Saboroso, com alto valor nutritivo e de fácil digestão, o bacalhau também é rico em minerais (como o ferro e fósforo), vitaminas A, E e D e tem colesterol quase zero.
Além disso, esse alimento contém ômega-3, importante para diminuir o LDL (o mau colesterol) e triglicerídeos e para aumentar o HDL (o colesterol bom); além de ser fundamental na prevenção e controle de doenças cardiovasculares, câncer, aterosclerose, hipertensão e desordens inflamatórias e autoimunes.
O bacalhau também tem ômega-6, ácido graxo essencial para o sistema imunológico.
Outros benefícios do Bacalhau para a Saúde
Inclua já o peixe na sua alimentação.

Receita de Bacalhau com Cenoura: A cenoura é rica em vitamina A. Imagem: (Divulgação)
Os benefícios da cenoura são diversos, pois ela possui grandes quantidades de nutrientes essenciais para saúde geral do corpo.
Além disso, a cenoura é um dos vegetais mais utilizados e apreciados do mundo, em parte porque eles crescem de forma relativamente fácil e são muito versáteis em um número de pratos e cozinhas culturais.
Os principais deles são:
Melhorar a digestão e combater a prisão de ventre, por ser rica em fibras;
Prevenir o envelhecimento precoce, por ser rica em vitamina A e antioxidantes;
Ajudar a emagrecer, pois contém poucas calorias;
Fortalecer o sistema imunológico, por ser rica em antioxidantes;
Proteger a visão, por conter vitamina A;
Prevenir câncer de pulmão, devido aos antioxidantes.
Em resumo, a cenoura é um alimento funcional e deve fazer parte da sua alimentação.
Esta é mais uma receita deliciosa e saudável para aproveitar com toda a família.
Aproveite os alimentos naturais e melhore a sua alimentação.
Que o seu alimento sirva para nutrir a você e as pessoas que você ama, e nunca para adoecer. Como eu venho falando sempre, tudo é uma questão de escolha e eu espero que neste momento você já seja capaz de fazer escolhas melhores na hora de comer.
Abraços e fique com Deus!
Dr. Juliano Pimentel.
Inclua também na sua dieta os chás para secar barriga, que ajudam a potencializar os resultados da alimentação de verdade. Eu preparei um Guia GRATUITO com os 10 melhores chás para você incluir na sua alimentação, basta preencher o formulário abaixo.
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]]>Mas as frutas têm mais a nos oferecer do que apenas frutose. Elas também são ricas em fibras, antioxidantes, vitamina C, e possuem uma baixa densidade energética.
Você deve sim comer frutas e elas podem fazer parte da alimentação de quem está tentando emagrecer.
Só não exagere no seu consumo, prefira comer uma por dia, principalmente se você estiver em uma dieta low carb, pois as frutas são ricas em carboidratos.
Não deixe de ler e compartilhar.
A melhor forma de garantir um emagrecimento duradouro é através de mudanças nos hábitos alimentares.
Existem muitas frutas que tem poder de emagrecimento e por isso são indicadas mesmo para quem deseja somente fazer uma manutenção, sem necessidade de qualquer tipo de regime.
Elas sempre serão mais saudáveis que os lanches industrializados ou doces processados (1).
Uma boa estratégia para emagrecer e perder barriga é comer diariamente frutas que emagrecem. Elas são ricas em fibras e outras propriedades que ajudam o corpo a emagrecer.
Escolha as mais azedas e cítricas do que as frutas doces, opte também por sucos detox com as frutas e água saborizada.
Veja quais são as melhores opções:

Frutas: morango é um ótimo antiinflamatório natural. Imagem: (Divulgação)
O morango ajuda a emagrecer pois é rico em ferro e em vitamina C, sendo um ótimo antiinflamatório natural.
Antocianina presente em frutas vermelhas como o morango, é responsáveis pela maioria dos benefícios da fruta. Ele também ajuda a reduzir a pressão graças à procianidina.
A gordura do abacate é do tipo ômega 9, ácido graxo responsável por acelerar o metabolismo. Ele ajuda a ativar a queima de gordura.
A gordura contida no abacate é formada basicamente de ácido oléico, que reduz o risco da síndrome metabólica, desordem no metabolismo que faz aumentar as chances de diabetes e ganho de peso.
E mais! A gordura do abacate também aumenta a sensação de saciedade, ela ajuda a reduzir o índice glicêmico, mantendo mais baixo o nível de glicose no sangue e a consequente produção de insulina, o que reduz os picos de fome.
Veja a receita de suco de abacate e nozes.
A pera ajuda a emagrecer porque é rica em fibras, que ajudam a melhorar o trânsito intestinal e controlar a sua fome; ela ajuda a regular os níveis de colesterol no sangue.
A pera é rica em vitamina C, responsável pela manutenção do colágeno; Vitamina A, que aumenta a imunidade e mantém a saúde da pele; e vitaminas do complexo B, que cuidam da saúde dos nervos e músculos.
Ela é rica em água e pobre em calorias.

Frutas: O coco ajuda a queimar gordura. Imagem: (Divulgação)
O tipo de gordura presente no coco são os triglicerídeos de cadeia média.
Os triglicerídeos são transportados do trato intestinal para o fígado e imediatamente transformados em energia. Com isso, resta pouca gordura para circular e depositar nos tecidos de gordura do corpo.
Eles são convertidos em cetona, que é um substituto de energia para o cérebro. Ou seja, seu corpo começa a queimar gordura para produzir energia.
E, é claro, a água de coco é uma ótima fonte para hidratar o corpo.
Dentre os benefícios do Kiwi, estão o combate à prisão de ventre, a capacidade de saciar o apetite e seu efeito diurético; todos atributos que colaboram para o emagrecimento.
O fruto é rico em vitaminas do complexo A e E, antioxidantes e minerais, como ferro e potássio. Essa combinação fortalece o sistema imunológico, diminui o risco de doenças no coração, além de melhorar a digestão e agir como anti-inflamatório natural.

Frutas: A maça é rica em antioxidantes. Imagem: (Divulgação)
A maçã ajuda a emagrecer pois é rica em antioxidantes, regula os níveis de colesterol e de triglicerídeos e ajuda na digestão. Altamente recomendada para casos de obesidade e intestino preso (2).
Ela ainda possui outras vantagens, como a presença de pectina. Esse é um tipo de fibra solúvel que se transforma em gel no estômago e arrasta a gordura para fora do organismo.
Além disso, as fibras insolúveis da casca ficam no estômago por mais tempo, retardando mais ainda a fome. A fruta ainda tem uma boa quantidade de potássio, nutriente que elimina o sódio extra do corpo, reduzindo a retenção de líquidos e, com ele, parte do inchaço.
Diurético e rico em fibras, o mamão facilita a eliminação das fezes e combate o inchaço na barriga. Além disso, a fruta é boa para ajudar no controle da diabetes e aliviar os sintomas da gastrite.
Há uma forte ligação entre a queima de gordura corporal e o mamão. Trata-se de uma fruta nutritiva, que também é responsável pelo funcionamento correto do metabolismo. Além do poder nutritivo, ele elimina o excesso de gordura corporal.

O limão é diurético, rico em vitamina C e um potente antioxidante
O limão é diurético, rico em vitamina C e um potente antioxidante, que elimina as toxinas e deixa a sua pele mais saudável.
Por ser antioxidante, o limão é muito útil quando se trata de ajudar a digestão, além de ser altamente diurético. Colaborando para o seu emagrecimento.
Tem mais! A alta concentração de ácido nicotínico no limão protege as artérias, prevenindo problemas cardiovasculares, por exemplo.
Ele também evita hemorragias, devido à presença de ácido cítrico e ácido ascórbico, o que é vantajoso ao paciente com diabetes devido a sua dificuldade de cicatrização.
Por fim, a parte branca do limão e a casca contém pectina, que quando é dissolvida em água, produz uma massa viscosa que auxilia no trânsito intestinal e na saciedade, retardando a absorção dos açúcares.
Aqui eu falei sobre a Dieta do Limão, confira!
A tangerina ajuda a emagrecer. Isso porque, é rica em água e fibras, além disso é pouco calórica.
Essa fruta é rica em vitamina C, o que ajuda na absorção do ferro no intestino e fortalece o sistema imune, e as suas fibras melhoram o trânsito intestinal, ou seja, reduzem a absorção de gordura e ajudam a controlar a glicemia.

O abacaxi é rico em água e vitamina C
O abacaxi ajuda a emagrecer pois é rico em água e em vitamina C.
Além disso, ele combate a retenção de líquidos e ajuda a deixar sua cintura mais fina. Por ser ácida, auxilia na digestão. Veja a receita de suco de abacaxi e cenoura.
Para aproveitar o maior potencial das frutas faça suco. Eu preparei um material com 10 opções refrescantes de suco para o verão, que de quebra, ajudam a eliminar as toxinas do corpo. Clique e confira.

A fruta deve ser consumida entre as refeições, em porções pequenas ou inserida em algumas refeições, como café da manhã e lanche da tarde, por exemplo.
Recomenda-se comer de 1 a 2 frutas por dia, além de se alimentar com alimentos de verdade e associar a prática regular de exercícios físicos à rotina, para conseguir emagrecer mais rápido.
A grande maioria das frutas podem ser consumidas, mas aquelas com muito açúcar ou ricas em carboidratos podem fazer mal às pessoas diabéticas. O mais importante é procurar o médico que vai orientar de acordo com o seu histórico médico.
Se você não está em uma dieta low-carb/cetogênica, então a fruta se enquadra perfeitamente como parte de uma dieta saudável.
Mas não basta comer frutas baixas em frutose e outros alimentos saudáveis. Se você costuma comer alimentos industrializados e processados, está à um passo ver a sua saúde minguar aos poucos.
Esse é o momento de transformar a sua saúde de forma efetiva!
Por isso eu trago a revolução da saúde, um projeto que pretende mudar a cara da alimentação e da saúde de todos!
Você, os seus filhos e toda a família merecem uma transformação na saúde que realmente seja eficaz, cuidando do corpo de dentro para fora!
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Abraços e fique com Deus!
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