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O câncer de mama é um dos assuntos que mais assusta as mulheres. Por isso, resolvi falar sobre como viver sem medo do câncer. 

O medo é a base de inúmeros gatilhos dentro do corpo. A ansiedade, por exemplo, vem como fruto do medo e coloca a manifestação desse medo continuado no dia a dia.

Quanto mais conhecimento se tem sobre determinado assunto, menos medo sobre ele você tem. 

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Medo do câncer

É preciso lidar com o medo do Câncer
É preciso lidar com o medo do Câncer

Câncer realmente é diagnóstico rodeado por medo, alias tem gente que nem fala a palavra câncer, fala “aquela doença”. 

Mas, este artigo é justamente para desmistificar o medo do câncer, principalmente o de mama.

O câncer de mama é uma doença heterogênea, ou seja, o tumor é diferente em cada mulher.

De uma maneira muito generalista o câncer é dividido de três maneiras considerando a forma molecular, que pode ser entendido como a personalidade do tumor.

Receptor hormonal positivo: O primeiro tipo de tumor o combustível principal para o crescimento são os hormônios.

HER2+: O segundo tipo de tumor, cujo nome é HER2 positivo, é estimulado por uma proteína específica que causa o crescimento desenfreado.

Triplo negativo: O terceiro tipo ocorre quando não tem o HER2+, nem receptor hormonal positivo.

A maioria das pessoas que recebem o diagnóstico tendem a ter uma visão muito ruim de que vai dar errado, vai passar muito mal, enfim coisas ruins.

Mas, é preciso ter calma, pois hoje se tem muitos meios de realizar o tratamento.

A evolução do tratamento

Hoje mais de 90% das pacientes que recebem o diagnóstico na fase inicial são curadas. E mesmo no cenário metastático as mulheres se mantêm vivas, graças aos novos tratamentos. 

Existe um paradoxo na medicina que quanto maior a velocidade de proliferação de um tumor, maior é a resposta dele à quimioterapia. 

Em casos de pacientes com baixo índice de proliferação e com receptor hormonal positivo, o tumor pode crescer durante a quimioterapia. Pois, a terapia seleciona algumas células, e as que são receptores hormonais não se beneficiam de quimio, mas de bloqueio hormonal. 

Atualmente o câncer receptor hormonal positivo é que vai demandar mais tempo para entender quais tratamentos são necessários. 

O tipo mais rápido de ser retardado é o HER2+. Pois, a farmacologia desenvolveu um medicamento chamado trastuzumab, é um anticorpo que se parece muito com as células do corpo e ele bloqueia  o câncer HER2+.

A célula tumoral já burlou uma série de sistemas de defesa do corpo que servem para matar o que não funciona. Então, ela é uma célula “esperta”. Por isso, é preciso identificar quais células são essas e do que elas se alimentam. Para então, iniciar o tratamento. 

O objetivo é fazer o duplo tratamento de quimio mais o bloqueio hormonal para que o tumor diminua antes da cirurgia. As pacientes que têm resposta patológica completa estão associados a cura de 90%.

A quimioterapia é 30% do tratamento. Os outros 70% são como está sua cabeça, o que você está comendo, dormindo, lazer, espiritualidade, níveis de estresse e inflamação do corpo.

A pessoa que continua obesa, dormindo mal, rancorosa, com intestino atrapalhado e está esperando que a quimioterapia resolva 100% do câncer, não vai ter o resultado esperado.

Identificar para perder o medo do câncer

BI-RADS é a classificação que ajuda a distinguir as lesões benignas das provavelmente malignas. De maneira geral essa classificação serve para alinhar os profissionais para que todos falem a mesma língua. 

O que há de mais controverso nessa classificação é o BI-RADS3, que não há uma identificação clara e o procedimento é pedir a paciente para repetir o exame daqui 6 meses. No entanto, isso precisa ser acompanhado de perto.  

Cada caso é único, é preciso entender os hábitos, a idade, a história familiar da paciente, tempo de uso de contraceptivo, porque tudo isso precisa entrar na equação do BI-RADS3, pois não é uma nota isolada. 

Depois de obesidade, o uso de contraceptivo é o que mais causa câncer de mama. O estrógeno é um hormônio sintético que usado em pequenas quantidades tem um grande efeito. E esses efeitos são potencializados com o uso de álcool e fumo.

O BI-RADS4 acontece quando o médico radiologista não tem argumentos técnicos para definir que o tumor é benigno e sugere a biópsia. É importante que o radiologista e o médico que está tratando o paciente conversem sobre a paciente para entender mais profundamente o quadro. 

Existem pacientes que vivem com BI-RADS4 a sete anos, por exemplo. Por isso, essa conversa entre os médicos é tão importante. 

Sem medo do câncer

O paciente quando descobre o câncer sente medo e desespero, e é normal. Mas, é importante colocar um prazo de validade para isso, para focar no que precisa ser feito e viver uma vida o mais tranquila possível. Pois, o medo paralisa e faz com que o tumor cresça. 

Câncer não é tudo igual, assim como a quimioterapia não é a única opção de tratamento. Por isso, não existe uma fórmula mágica que possa ser disponibilizada para que todo mundo utilize. 

Somos seres complexos e o acompanhamento de um médico que o paciente sente confiança é essencial. 

Espero ter ajudado você na libertação da medo do câncer. Esse artigo teve a participação do oncologista Dr. Raphael Brandão.

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Autor Dr. Juliano Pimentel

Olá, eu sou o doutor Juliano Pimentel. Médico, fisioterapeuta e coach que ajuda as pessoas com conteúdos sobre saúde, alimentação e emagrecimento. Também sou celíaco e tenho uma vida de pesquisa sobre o Glúten.

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