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Dor crônica e saúde mental: A via que causa duplo sofrimento.

A dor crônica e saúde mental são condições que precisam de muita atenção, pois uma influencia e fortalece a outra. Quanto mais dores pior a qualidade emocional, quanto menos saúde emocional, maiores as chances da dor aumentar. 

De fato, todos sentiremos dor em algum momento. É inevitável. Mas, a dor é um sinal de alerta sobre nosso corpo. O desconforto, fisgada, formigamento e tantas outras maneiras que a dor se apresenta durante a vida é até normal. O problema é a dor persistente.

A dor crônica e saúde mental

Por definição, a dor crônica é qualquer tipo de dor duradoura que não se resolve dentro de seis meses. Muitas condições diferentes podem causar isso, e a maneira como o cérebro processa esses sinais pode ser complicada. 

Os raios-X de duas pessoas podem parecer iguais, por exemplo, mas a maneira como eles experimentam a dor pode ser totalmente diferente.

Ou seja, enquanto um pode sentir dor e outro não. Também é verdade que os impactos mentais da dor são muito individuais. Sendo assim, nem todo mundo fica deprimido ou se preocupa com sua condição. 

Essa experiência diferente de dor explica por que pode ser difícil tratá-la e até mesmo estudar. Fato é que, enquanto dezenas de milhões de pessoas sofrem de dor crônica, cerca de 11,5 milhões de adultos sofrem de depressão no Brasil.

Dois estudos concluídos nos últimos anos descobriram que metade de todas as pessoas com dor crônica também têm depressão ou ansiedade.

Qualquer dor pode desencadear depressão e ansiedade. Porém, existem oito condições de dor crônica e saúde mental que são mais preocupantes, elas são:

  • Fibromialgia
  • Enxaqueca
  • Esclerose Múltipla
  • Dor nas costas e pescoço
  • Osteoartrite
  • Artrite reumatoide e psoriática
  • Dor pélvica 
  • A síndrome da dor regional complexa (CRPS)

A preocupação da dor crônica

A dor crônica, uma das razões mais comuns pelas quais os adultos procuram atendimento médico, tem sido associada a limitações de atividades, dependência de opióides, ansiedade e depressão e redução da qualidade de vida (1). 

Pesquisas mostram que aqueles com dor crônica são quatro vezes mais propensos a ter depressão ou ansiedade do que aqueles que não têm dor (2).

A dor crônica de alto impacto é a dor que dura três meses ou mais e é acompanhada por pelo menos uma grande restrição de atividade, como não poder trabalhar fora de casa, ir à escola ou fazer tarefas domésticas. Essas pessoas relatam mais dor intensa, mais problemas de saúde mental e deficiências cognitivas, mais dificuldade para cuidar de si e maior uso de cuidados de saúde do que aqueles que têm dor crônica sem essas restrições de atividade (3).

Quando a dor crônica e a saúde mental colidem: sintomas, causas, diagnóstico

Uma complicada série de reações explica a conexão entre a dor emocional e física. Por exemplo, o ciclo de dor e problemas de saúde mental altera seus hormônios do estresse e substâncias químicas cerebrais, incluindo cortisol, serotonina e norepinefrina. À medida que a dor passa de aguda (curto prazo) para crônica, o número de áreas afetadas no cérebro realmente se expande.

A dor crônica pode mudar a forma como o cérebro processa os sinais de dor, como fios que se cruzam. Algo semelhante acontece no cérebro com depressão, por exemplo.

Problemas de saúde mental e dor crônica são como uma faca de dois gumes. A ansiedade pode tornar uma pessoa mais sensível aos seus sentimentos de dor ou “catastrofizar” sua dor. A dor pode ser isolante, e o isolamento pode piorar os sentimentos de depressão – lá está aquela faca de dois gumes novamente.

Existem três elementos em ação que relacionam a dor crônica e saúde mental.  

1 – Ampliação, ou uma sensação de algo sendo muito esmagador na vida de uma pessoa; 

2 – Ruminação, ou passar muito tempo pensando na dor, por exemplo, a ponto de não conseguir pensar em outras coisas; 

3 – Por fim, sentir-se incapaz de controlar a situação. 

A catastrofização amplia a angústia e as limitações físicas associadas à dor crônica acima e além do que deveriam ser.

Quando as pessoas experimentam depressão e dor crônica, geralmente só compartilham o que está acontecendo fisicamente, o que significa que não estão sendo tratadas por seus sintomas de saúde mental.

Mas é tão importante reconhecer e obter ajuda para sintomas que sinalizam depressão ou ansiedade .

Como tratar dor crônica e saúde mental

Às vezes, diagnosticar e tratar a dor pode ser um processo complicado porque a dor é uma experiência subjetiva e não há teste para medi-la e localizá-la com precisão. 

Muitas vezes, a dor crônica é tratada com medicamentos que podem ser tomados por via oral, aplicados diretamente na pele (cremes e adesivos) ou por meio de injeções.

Embora o tratamento da dor crônica e saúde mental sejam normalmente separados, existem alguns métodos que podem ajudar a aliviar ambas ao mesmo tempo.

Maneiras De Ajudar

  • Os medicamentos antidepressivos podem aliviar a dor e a depressão por causa de mensageiros químicos compartilhados no cérebro.
  • A terapia da conversa, também chamada de aconselhamento psicológico (psicoterapia), pode ser eficaz no tratamento de ambas as condições.
  • Os programas de reabilitação da dor geralmente fornecem uma abordagem de equipe ao tratamento, incluindo aspectos médicos e psiquiátricos.
  • Técnicas de redução de estresse e ansiedade, atividade física, exercícios, meditação, registro no diário, aprendizado de habilidades de enfrentamento e outras estratégias também podem ajudar.

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Abraços e fique com Deus!

Dr. Juliano Pimentel.

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Tags : ansiedadedepressãodor crônicasaúde emocional

Autor Dr. Juliano Pimentel

Olá, eu sou o doutor Juliano Pimentel. Médico, fisioterapeuta e coach que ajuda as pessoas com conteúdos sobre saúde, alimentação e emagrecimento. Também sou celíaco e tenho uma vida de pesquisa sobre o Glúten.

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